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A fé vem pelo ouvir

Schaeffer: Pré-Evangelização -2/2- Guilherme de Carvalho


Schaeffer: Pré-Evangelização -2/2- Guilherme de Carvalho


Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

então como é que a gente pode pensar
aqui a apologética então vamos ver o
seguinte pensa no sujeitinho aqui isso é
uma imagem que o rodolfo fez isso é ruim
o incrédulo ou o cristão que não está de
fato vivendo a partir do centro da fé
cristã e regularizado e tem muito disso
hoje já não sabe mais quem é cristão que
não é fácil da igreja não diz muita
coisa hoje em dia não está ali feliz da
vida ele acha que está tudo bem ele não
tem que seguir o evangelho não crê em
deus e esse sujeito
ele está ignorando a realidade de que
ele é uma criatura que ele está diante
de deus e que tem pecado porém está
feliz e tem está ignorando isso esse
afastamento de deus a alienação de deus
é suprimida
ao mesmo tempo é ele acredita ele tem
crenças que justificam a sua felicidade
e sustenta essas crenças mas ele não
sustenta essas crenças até às últimas
consequências
lembra do caso que eu citei a pouco do
de scheffer numa viagem de barco que ele
confrontou o casal confrontou ateísta o
que ele fez ele pegou ateísta e procurou
fazer até está a levar às últimas
conseqüências o seu ateísmo e o que ele
mostrou que quando ele leva às últimas
consequências o seu ateísmo ele se
desumaniza eles humaniza esposa elis
humaniza a relação dos dois
se ele for honesto então o que o
incrédulo tem que fazer para sobreviver
ele tem que negar a alienação e tem que
negar as implicações da sua descrença
ele tem que negar que ele é uma criatura
que é o que está escrito nele é a sua
estrutura e tem que viver ali e nada de
si mesmo mas ele também tem que viver
alienado das implicações dos seus ídolos
e da sua incredulidade e qual é o nosso
papel é trazer as duas coisas
a consciência dele nosso papel é esse é
fazer o cara que ser confrontado com que
ele realmente é diante de deus e ser
confrontado com a miséria da sua
incredulidade
após gente tem que fazer isso a gente
tem muito ainda a mentalidade de que a
gente precisa defender a nossa fé para
ver se o cara se converta o sheik dia
senão não precisa fazer isso você tem
que primeiro causar uma crise do sujeito
que tem induzir a crise no sujeito e
depois a gente discute a fé cristã mas
como foi discutir a fé cristã enquanto o
cara acha ainda que está tudo bem com
ele e não tá a gente faz um canto pelo
contrário eu eu caminho contrário então
eu tive que falar vamos mudar a
abordagem
aproxima-se de sujeito e tente trazer
para a realidade e o que é isso que
achei que escrevi isso você tem que
trazer o sujeito para o ponto de tensão
o ponto de tensão tem que ser induzido
ou tem se revelado o ponto de atenção é
o fato da contradição entre o que o
homem é eo que o homem acredita
esse é o ponto de atenção é o lugar onde
se revela contradição entre o que o
homem é na realidade diante de deus e o
que ele acha que o mundo é luz ideais
dele o que ele acha que tem que viver e
ele não percebe que existe uma
contradição
então a gente tem que reduzir a
consciência disso
é bom o que é a realidade do homem
o fato de que existe amor no mundo e que
existem leis e éticas existem fatos
morais como dizem os filósofos é a
filosofia moral no mundo contemporâneo
ética filosófica e existem fatos morais
objetivos
se você quer uma ajuda para isso por
exemplo você pode ler a abolição do
homem de se s2 é um livro fantástico
introduzir essa questão de que existem
fatos morais sobre o ser humano que são
universais
você pode levantar a questão da
experiência da beleza o que é
experiência de beleza você pode mostrar
que é uma experiência espiritual que
transcende
e há a questão só do prazer
na verdade mais do que é falar sobre a
beleza é necessário da experiência da
beleza
então o sujeito pode ser um ateu
incrédulo acredito em nada mas se ele
tem uma experiência de ver uma coisa
bonita aquilo mexe com ele porque a
beleza é um transcendental ela aponta
realmente pra lenda que tanto do tempo
aponta pra deus existe uma beleza na
santidade na glória de deus
então quando aumentar numa citação
situação que lhes permita beleza aquilo
amolece a sua incredulidade o colchão na
sua incredulidade
se isso pode ter mostrado pouco se ele
acha que não existe um significado mas
ele experimenta beleza e naquela hora
ele acha que tem experimenta isso dessa
forma é então o sheik falava sobre isso
introduz experiências de beleza
a questão da moralidade e da justiça
justiça social mesmo porque buscar a
justiça social se não existe significado
no mundo
por outro lado quando qualquer um mesmo
um ateu e não sabe por que mas ele ele
vê história de martin luther king
saiu-se links filme agora fantástico né
são martinho esqueci o nome do filme
selma o nome da cidade né
é um filme que vale muito a pena lê mas
é um pastor né
mas o sujeito ele concordando ou não ele
percebe que tem uma transcendência do
ser humano quando ele vê a beleza do que
é a luta pela justiça por público a
partir de princípios aquilo mexe com o
cara mesmo que não tenha fé
então aquilo contradiz a incredulidade
deles é essa experiência tem que ser
lançadas em cima dele
então quando eu digo que a gente tem que
mostrar para o cara que está em
contradição com quem ele é
atenção o paulo tanto ataca a idolatria
dos a dos atenienses quanto destaca a
graça de deus em relação à tn antes
então o que o chef propõe na verdade não
se trata só de mostrar para o sujeito
que a seguindo a visão de mundo
ele está em desespero se trata também de
apontar as razões para a gratidão
o fato de que o homem tem transcendência
de que existe beleza de que existe
verdade significado existem padrões
morais que existe injustiça mas existe
justiça também não apenas falar sobre
isso né mas também demonstrar isso não
chega falava puxa esse lado pra cima
porque o homem de acordo com romano sun
ele não rejeitou o conhecimento de deus
não adorou a deus não deu graças a deus
pelo o que a gente faz a gente mostra
como existem coisas para agradecer a
gente mostra com argumentos a gente
demonstra na prática isso não encaixa
com incredulidade de de repente elevado
porque ele chega numa mesa de um cristão
e um cristão faz uma comida muito
gostosa por seu amigo ateísta não
cristão e celebra com ele um vinho com
queijo uma coisa assim
então de repente aquela experiência
experiência bonita ele percebe que
alguém se importa com ele e querendo ou
não ele é forçado a encarar com o fato
da humanidade
o fato de que ele é ser humano e de que
alguém enxerga a ele como pessoa
então isso é uma forma de privatização
que está trazendo o homem pra que para a
realidade que o universo pessoal que nós
somos feitos à imagem de deus que a lei
de deus está escrito no nosso coração e
tem que ser demonstrado
claro a própria racionalidade é uma
questão filosófica não existem
argumentos para inclusive defender que é
não é possível falar em racionalidade
sem a crença em deus
é um livro muito interessante nessa
direção por exemplo milagres dos
cinéfilos fantástico nesse aspecto mas
tem outros autores que têm trabalhado
com isso pra um lado mais apologético
argumentativo né
o fato de que existem ordens significado
no mundo é a experiência da fé ou se a
gente pode destacar esses aspectos que
falam da transcendência da natureza
humana mas tem um outro lado pega
filosofia que o sujeito adota e mostra
as últimas conseqüências o que ela
implica é o caso do chefe tratou naquela
viagem de barco
a gente toma essas visões de mundo e
mostra como elas desumanizam sujeito
quer dizer se você faz o sujeito tem uma
experiência de que existe justiça existe
lei moral e ele sente isso que isso
existe mesmo então você pega essa
experiência de humanidade pelo dele e
coloca em contradição com as crenças
marxistas dele que negam a existência de
padrões morais absolutos
assim sendo se ajuda o cara a se lembrar
dessa experiência e coloca essa
experiência dele em contradição com a
crença dele aprender como funciona isso
é você induzir a atenção é o que o que
paulo faz e no seu irmão dele em aço 16
anos em 2003 mas desde que essa indução
da tensão não é por um ataque entendam
isso
olha como é importante isso não se trata
só de mostrar pro cara que a visão de
mundo dele é ruim
se trata de mostrar os sinais da bênção
divina na existência dele
você tem que colocar esse fato em
contradição com esse o fato de que deus
é bom e ele foi feito à imagem de deus
em contradição com o que ele acredita o
desacreditado
essa contradição que tem que ser feita
na praia utilização como é que o sheik
descrevia isso ele falava que isso é
arrancar o telhado do sujeito
eu amo essa imagem o sheik falou assim o
que que é a privatização
se arrancar o telhado do cara o que é o
telhado do cara é que ele não pára pra
pensar que existe uma contradição entre
o que ele é eo que ele pensa
ele não veio então a gente tem que
ajudar ele a ver tem que arrancar o
telhado porque arrancou o telhado ainda
granizo chuva sol e acaba a vida do cara
no bom sentido que não se trata só do
cara ficar deprimido time o cara fica em
crise com que ele acredita
mas ele também ganha esperança porque
ele começa a sentir que não dá um frio
na barriga porque ele fala puxa é ser
humano é mais do que estou sendo eu
estou negando algo de mim que eu não
preciso negar porque o outro tem eu não
tenho então é uma experiência ruim mas
não é uma experiência boa e está sendo
esticado
mas esse é a abordagem com o chef propõe
então qual é o ponto de contato na
verdade o ponto de contato é que o
incrédulo mesmo sendo incrédulo ele foi
feito à imagem de deus e vive no mundo
de deus então irmãos evangelizar não é
proselitismo não é trazer o cara pra
nossa igreja evangelizar e jogar o cara
na parede da realidade
por isso a gente não pode ter medo de
evangelizar fica sem graça achaque tipo
assim todos jogando minhas crenças e 5g
não se trata de jogar nossas crenças
sujeito se trata de fazer o sujeito
livro mundo real no qual ele não quer
viver então puxa o cara pra realidade aí
a evangelização ficou nesta que de
repente o cara descobre que você não tá
querendo cooptar ele pra nada que você
tá ajudando ele a ser uma pessoa com
essa abordagem do chef evangelizar e
ajudar o sujeito a ser um ser humano
incompleto é a mesma coisa
a gente poderia dizer que é uma espécie
de humanismo cristão ao personalismo
cristão apologética de franceschi e
nesse sentido desde que ela é bem
existencial é bem diferente de outras e
propostas é apologéticas uma tarefa
apologética é tirar o telhado do sujeito
arrancar o telhado revelar atenção né
então ele não vai mais ficar tão feliz
de certa forma ele vai ficar feliz
porque ele vai ser ele vai perceber a
divisão que está dentro dele que ele não
quer é notar lembrem disso quando o
homem rejeita o conhecimento de deus e
rejeita a imagem de deus quando o homem
odeia a deus a quem ele odeia a si mesmo
mas ele reprime isso de si mesmo então
sim arrancar o telhado dele para ele
perceber isso que ele está em
contradição
não há contradição racional meramente
também racional mas é uma contradição
existencial
o que é interessante é que o chef
procurou fazer na sua análise da cultura
ocidental a gente viu exatamente isso né
é mostrar como o homem moderno com ele
rejeita a deus ele cria uma visão de
mundo e uma civilização toda
contraditória então ficamos assim a
análise da cultura ocidental do chef
mostra de forma empírica histórica que é
assim que o homem funciona mesmo
então você mostra isso na história
ocidental mas dá pra mostrar isso gente
na vida da pessoa andando com ela se
você consegue perceber isso dá para
ajudar pessoas e mostra o fulano a
contradição que não se existência
você tem que ser amigo do cara falar
isso
então essa é uma outra questão ea gente
tem que enfrentar
vamos seguir então aí quando a gente
revela essa tensão de repente aí a gente
tem condição já pro mostrar cruz que
agora o cara está consciente do problema
ele percebeu que está dividido contra si
mesmo
aí você vem com a cruz fala assim olha
só o evangelho para integrar de novo mas
agora de forma autêntica e venceu uma em
bem estar baseado na ignorância a
negação da realidade passa a ser a
alegria cristã que a alegria de vocês
está integrado diante de deus