Schaeffer: Pré-Evangelização -2/2- Guilherme de Carvalho
29/05/2015Schaeffer: Pré-Evangelização -2/2- Guilherme de Carvalho
Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
então como é que a gente pode pensar aqui a apologética então vamos ver o seguinte pensa no sujeitinho aqui isso é uma imagem que o rodolfo fez isso é ruim o incrédulo ou o cristão que não está de fato vivendo a partir do centro da fé cristã e regularizado e tem muito disso hoje já não sabe mais quem é cristão que não é fácil da igreja não diz muita coisa hoje em dia não está ali feliz da vida ele acha que está tudo bem ele não tem que seguir o evangelho não crê em deus e esse sujeito ele está ignorando a realidade de que ele é uma criatura que ele está diante de deus e que tem pecado porém está feliz e tem está ignorando isso esse afastamento de deus a alienação de deus é suprimida ao mesmo tempo é ele acredita ele tem crenças que justificam a sua felicidade e sustenta essas crenças mas ele não sustenta essas crenças até às últimas consequências lembra do caso que eu citei a pouco do de scheffer numa viagem de barco que ele confrontou o casal confrontou ateísta o que ele fez ele pegou ateísta e procurou fazer até está a levar às últimas conseqüências o seu ateísmo e o que ele mostrou que quando ele leva às últimas consequências o seu ateísmo ele se desumaniza eles humaniza esposa elis humaniza a relação dos dois se ele for honesto então o que o incrédulo tem que fazer para sobreviver ele tem que negar a alienação e tem que negar as implicações da sua descrença ele tem que negar que ele é uma criatura que é o que está escrito nele é a sua estrutura e tem que viver ali e nada de si mesmo mas ele também tem que viver alienado das implicações dos seus ídolos e da sua incredulidade e qual é o nosso papel é trazer as duas coisas a consciência dele nosso papel é esse é fazer o cara que ser confrontado com que ele realmente é diante de deus e ser confrontado com a miséria da sua incredulidade após gente tem que fazer isso a gente tem muito ainda a mentalidade de que a gente precisa defender a nossa fé para ver se o cara se converta o sheik dia senão não precisa fazer isso você tem que primeiro causar uma crise do sujeito que tem induzir a crise no sujeito e depois a gente discute a fé cristã mas como foi discutir a fé cristã enquanto o cara acha ainda que está tudo bem com ele e não tá a gente faz um canto pelo contrário eu eu caminho contrário então eu tive que falar vamos mudar a abordagem aproxima-se de sujeito e tente trazer para a realidade e o que é isso que achei que escrevi isso você tem que trazer o sujeito para o ponto de tensão o ponto de tensão tem que ser induzido ou tem se revelado o ponto de atenção é o fato da contradição entre o que o homem é eo que o homem acredita esse é o ponto de atenção é o lugar onde se revela contradição entre o que o homem é na realidade diante de deus e o que ele acha que o mundo é luz ideais dele o que ele acha que tem que viver e ele não percebe que existe uma contradição então a gente tem que reduzir a consciência disso é bom o que é a realidade do homem o fato de que existe amor no mundo e que existem leis e éticas existem fatos morais como dizem os filósofos é a filosofia moral no mundo contemporâneo ética filosófica e existem fatos morais objetivos se você quer uma ajuda para isso por exemplo você pode ler a abolição do homem de se s2 é um livro fantástico introduzir essa questão de que existem fatos morais sobre o ser humano que são universais você pode levantar a questão da experiência da beleza o que é experiência de beleza você pode mostrar que é uma experiência espiritual que transcende e há a questão só do prazer na verdade mais do que é falar sobre a beleza é necessário da experiência da beleza então o sujeito pode ser um ateu incrédulo acredito em nada mas se ele tem uma experiência de ver uma coisa bonita aquilo mexe com ele porque a beleza é um transcendental ela aponta realmente pra lenda que tanto do tempo aponta pra deus existe uma beleza na santidade na glória de deus então quando aumentar numa citação situação que lhes permita beleza aquilo amolece a sua incredulidade o colchão na sua incredulidade se isso pode ter mostrado pouco se ele acha que não existe um significado mas ele experimenta beleza e naquela hora ele acha que tem experimenta isso dessa forma é então o sheik falava sobre isso introduz experiências de beleza a questão da moralidade e da justiça justiça social mesmo porque buscar a justiça social se não existe significado no mundo por outro lado quando qualquer um mesmo um ateu e não sabe por que mas ele ele vê história de martin luther king saiu-se links filme agora fantástico né são martinho esqueci o nome do filme selma o nome da cidade né é um filme que vale muito a pena lê mas é um pastor né mas o sujeito ele concordando ou não ele percebe que tem uma transcendência do ser humano quando ele vê a beleza do que é a luta pela justiça por público a partir de princípios aquilo mexe com o cara mesmo que não tenha fé então aquilo contradiz a incredulidade deles é essa experiência tem que ser lançadas em cima dele então quando eu digo que a gente tem que mostrar para o cara que está em contradição com quem ele é atenção o paulo tanto ataca a idolatria dos a dos atenienses quanto destaca a graça de deus em relação à tn antes então o que o chef propõe na verdade não se trata só de mostrar para o sujeito que a seguindo a visão de mundo ele está em desespero se trata também de apontar as razões para a gratidão o fato de que o homem tem transcendência de que existe beleza de que existe verdade significado existem padrões morais que existe injustiça mas existe justiça também não apenas falar sobre isso né mas também demonstrar isso não chega falava puxa esse lado pra cima porque o homem de acordo com romano sun ele não rejeitou o conhecimento de deus não adorou a deus não deu graças a deus pelo o que a gente faz a gente mostra como existem coisas para agradecer a gente mostra com argumentos a gente demonstra na prática isso não encaixa com incredulidade de de repente elevado porque ele chega numa mesa de um cristão e um cristão faz uma comida muito gostosa por seu amigo ateísta não cristão e celebra com ele um vinho com queijo uma coisa assim então de repente aquela experiência experiência bonita ele percebe que alguém se importa com ele e querendo ou não ele é forçado a encarar com o fato da humanidade o fato de que ele é ser humano e de que alguém enxerga a ele como pessoa então isso é uma forma de privatização que está trazendo o homem pra que para a realidade que o universo pessoal que nós somos feitos à imagem de deus que a lei de deus está escrito no nosso coração e tem que ser demonstrado claro a própria racionalidade é uma questão filosófica não existem argumentos para inclusive defender que é não é possível falar em racionalidade sem a crença em deus é um livro muito interessante nessa direção por exemplo milagres dos cinéfilos fantástico nesse aspecto mas tem outros autores que têm trabalhado com isso pra um lado mais apologético argumentativo né o fato de que existem ordens significado no mundo é a experiência da fé ou se a gente pode destacar esses aspectos que falam da transcendência da natureza humana mas tem um outro lado pega filosofia que o sujeito adota e mostra as últimas conseqüências o que ela implica é o caso do chefe tratou naquela viagem de barco a gente toma essas visões de mundo e mostra como elas desumanizam sujeito quer dizer se você faz o sujeito tem uma experiência de que existe justiça existe lei moral e ele sente isso que isso existe mesmo então você pega essa experiência de humanidade pelo dele e coloca em contradição com as crenças marxistas dele que negam a existência de padrões morais absolutos assim sendo se ajuda o cara a se lembrar dessa experiência e coloca essa experiência dele em contradição com a crença dele aprender como funciona isso é você induzir a atenção é o que o que paulo faz e no seu irmão dele em aço 16 anos em 2003 mas desde que essa indução da tensão não é por um ataque entendam isso olha como é importante isso não se trata só de mostrar pro cara que a visão de mundo dele é ruim se trata de mostrar os sinais da bênção divina na existência dele você tem que colocar esse fato em contradição com esse o fato de que deus é bom e ele foi feito à imagem de deus em contradição com o que ele acredita o desacreditado essa contradição que tem que ser feita na praia utilização como é que o sheik descrevia isso ele falava que isso é arrancar o telhado do sujeito eu amo essa imagem o sheik falou assim o que que é a privatização se arrancar o telhado do cara o que é o telhado do cara é que ele não pára pra pensar que existe uma contradição entre o que ele é eo que ele pensa ele não veio então a gente tem que ajudar ele a ver tem que arrancar o telhado porque arrancou o telhado ainda granizo chuva sol e acaba a vida do cara no bom sentido que não se trata só do cara ficar deprimido time o cara fica em crise com que ele acredita mas ele também ganha esperança porque ele começa a sentir que não dá um frio na barriga porque ele fala puxa é ser humano é mais do que estou sendo eu estou negando algo de mim que eu não preciso negar porque o outro tem eu não tenho então é uma experiência ruim mas não é uma experiência boa e está sendo esticado mas esse é a abordagem com o chef propõe então qual é o ponto de contato na verdade o ponto de contato é que o incrédulo mesmo sendo incrédulo ele foi feito à imagem de deus e vive no mundo de deus então irmãos evangelizar não é proselitismo não é trazer o cara pra nossa igreja evangelizar e jogar o cara na parede da realidade por isso a gente não pode ter medo de evangelizar fica sem graça achaque tipo assim todos jogando minhas crenças e 5g não se trata de jogar nossas crenças sujeito se trata de fazer o sujeito livro mundo real no qual ele não quer viver então puxa o cara pra realidade aí a evangelização ficou nesta que de repente o cara descobre que você não tá querendo cooptar ele pra nada que você tá ajudando ele a ser uma pessoa com essa abordagem do chef evangelizar e ajudar o sujeito a ser um ser humano incompleto é a mesma coisa a gente poderia dizer que é uma espécie de humanismo cristão ao personalismo cristão apologética de franceschi e nesse sentido desde que ela é bem existencial é bem diferente de outras e propostas é apologéticas uma tarefa apologética é tirar o telhado do sujeito arrancar o telhado revelar atenção né então ele não vai mais ficar tão feliz de certa forma ele vai ficar feliz porque ele vai ser ele vai perceber a divisão que está dentro dele que ele não quer é notar lembrem disso quando o homem rejeita o conhecimento de deus e rejeita a imagem de deus quando o homem odeia a deus a quem ele odeia a si mesmo mas ele reprime isso de si mesmo então sim arrancar o telhado dele para ele perceber isso que ele está em contradição não há contradição racional meramente também racional mas é uma contradição existencial o que é interessante é que o chef procurou fazer na sua análise da cultura ocidental a gente viu exatamente isso né é mostrar como o homem moderno com ele rejeita a deus ele cria uma visão de mundo e uma civilização toda contraditória então ficamos assim a análise da cultura ocidental do chef mostra de forma empírica histórica que é assim que o homem funciona mesmo então você mostra isso na história ocidental mas dá pra mostrar isso gente na vida da pessoa andando com ela se você consegue perceber isso dá para ajudar pessoas e mostra o fulano a contradição que não se existência você tem que ser amigo do cara falar isso então essa é uma outra questão ea gente tem que enfrentar vamos seguir então aí quando a gente revela essa tensão de repente aí a gente tem condição já pro mostrar cruz que agora o cara está consciente do problema ele percebeu que está dividido contra si mesmo aí você vem com a cruz fala assim olha só o evangelho para integrar de novo mas agora de forma autêntica e venceu uma em bem estar baseado na ignorância a negação da realidade passa a ser a alegria cristã que a alegria de vocês está integrado diante de deus