Estudos em Tiago | 5ª Mensagem | Jonas Madureira | IBNU
28/09/2015Estudos em Tiago | 5ª Mensagem | Jonas Madureira | IBNU
Fonte: IB Nações Unidas – SP
Legendas automáticas:
queria convidar você abrir a sua bíblia em tiago capítulo de número 3 nós vamos dar continuidade ao nosso estudo na epístola de tiago nós vamos falar nesta noite sobre algo que é tão pequeno obrigado e tão perigoso o título da mensagem de hoje é tão pequena tão perigosa nós vamos orar para que deus nos abençoe nesse momento e quando a gente começar a ler o texto a gente vai descobrir quem é tão pequena e quem é tão perigosa assim pai querido visite-nos hoje a presença poderosa o teu santo spirito ilumina a nossa mente porque jamais conseguiríamos compreender a profundidade da tua palavra em direção ao nosso coração se não fosse pela condução do teu espírito que o teu espírito nos tome pelas mãos e nos conduza pelas verdades da tua palavra fim de que sejamos instruídos por ela somos a comunidade da palavra senhor é a nossa força toda ela está no apego que a gente tem a escritura que o senhor nos ajude a olhar para ela mais uma vez nesta noite e procurarmos nela aquilo que a gente precisa para mudar pra sermos uma pessoa melhor assim nós oramos da descidas ao senhor em nome de jesus amém eu dividi a nossa reflexão de hoje em cinco momentos nesse primeiro momento eu queria me dedicar a analisar com você com você dois versículos do capítulo 3 versículo um veículo dois e nessa primeira parte gostaria de a partir desses dois desses dois versículos mostrar pra você que o homem que não tropeça na língua este sim governa bem a si mesmo de que todo o autocontrole todo o domínio próprio todo o controle sobre nossa vida depende de como a gente lida com essa coisa que tiago chama de língua e que é tão pequena e tão perigosa veja o que diz o versículo em dois meios irmãos não sejam muitos de vocês nesta triste pois vocês sabem que nós os que ensinamos seremos julgados com maior rigor todos tropeçamos de muitas maneiras se alguém não tropeça no falar tal homem é perfeito sendo também capaz de dominar todo o seu corpo é interessante como a gente já sabe que o livro de tiago ele é uma referência muito próxima daquilo que no antigo testamento a gente chama de literatura sapiencial é muito próximo da construção da estrutura por exemplo do livro de provérbios como a gente viu nosso primeiro encontro e uma das coisas interessantes que o que o provérbios nos ensina é que mais vale um homem que governa si mesmo do que aquele que governa uma grande cidade a grande dificuldade é como governar a nós mesmos portanto eu quero me dirigir nessa noite a todos aqueles que como eu têm muita dificuldade muita dificuldade em lidar com a língua ea pergunta é porque jonas você está falando do controle de si mesmo você está falando do governo de si mesmo você tá falando da tatá da capacidade de alguém de um homem ser um homem equilibrado a grande pergunta que tem isso a ver com a língua o que isso tem a ver com a fala com o nosso discurso esse é o primeiro ponto que eu gostaria de tratar com vocês nessa noite mostrar como tiago estabelece uma relação profunda entre domínio próprio e à maneira como a gente lida com a nossa língua veja o que o texto diz muitos de vocês são mestres mais não sejam muitos mestres porque o que o texto dizendo que existe um rigor que se exige daquele que ensina porque é óbvio que todas as vezes que você ensina algo o que logo em seguida se pretende enxergar se aquilo que você ensinou é aquilo que você é por isso que é tão difícil educar meus irmãos é difícil ensinar um filho é difícil ensinar uma filha não é fácil educar em nossas casas aqueles a quem deus nos colocou é para cuidarmos porque não adianta só falar não adianta só dizer nada se olhar pelo filho desse filho e tesouraria se você na hora não adianta nada você dizer o filho você precisa olha se você não pode ficar assim se fica você tá muito é preocupado com as coisas que estão acontecendo mas se você na hora que acontece no não age da forma como você como você ensino por isso a nossa maior o ensino que a gente tem em nossa casa que a gente guarda de nossos pais não é tanto que eles disseram mas as suas ações e seus atos marcam nossas vidas porque a atitude ensina porque a atitude ela tem que combinar com o discurso eu não posso dizer uma coisa e viver outra thiago ele já está dizendo isso e quem esteve de manhã no na no texto anterior ele já vem cuidando já vem prestando atenção chamando a atenção da comunidade para esse descompasso que existe naquela comunidade à qual tiago está entregando a mensagem entre o discurso ea ação thiago está o tempo todo dizendo gente uma fé morta é uma fé só de discurso não vem acompanhada das implicações de uma fé viva que é a obediência vocês não estão obedecendo vocês não estão obedecendo o que vocês têm uma fé morta e até morta não é outra coisa senão o discurso de fé apenas o discurso apenas a fala apenas aquilo que você diz mas você não faz você promete você canta você faz votos a deus quando você canta você faz votos a deus quando você está aqui no momento de louvor coisa bem diferente é na hora dos embates da vida você encarná tudo isso que você cantou encarná tudo isso que você disse por isso é tão difícil ensinar porque ensinar e exige também de mim e de você que a gente também viva o que a gente está dizendo isso é difícil por isso que é muito difícil a gente trabalhar há absolutamente qualquer aspecto de nossa vida sem levar em consideração o nosso discurso minha pergunta pra você nesta noite é alto tem sido o seu discurso e como você tem afinado as suas acções a este disco é justamente nesta reflexão que a gente faz que a gente percebe que muitas das nossas dificuldades elas advém dos nossos tropeços com relação ao nosso discurso fizemos uma coisa mas na hora de agir de uma maneira contrária aquilo que a gente profeta aquilo que a gente diz acreditar então por isso é tão difícil alguém de demandar um controle ao ponto de ser como thiago está dizendo um homem perfeito uma pessoa que tenha plenitude aqui a perfeição desde o início da epidemia paulo está desculpa thiago está chamando atenção para o fato de que essa perfeição tem a ver com a plenitude tem a ver com o homem inteiro tem a ver com integridade aquilo que eu venho falando desde o início desde os primeiros ensinos na epístola de tiago aqui o homem perfeito se trata do homem íntegro do homem que é capaz de dizer e ao mesmo tempo agir em conformidade com aquilo que ele diz por isso tiago vai dizer todos tropeçamos de muitas maneiras se alguém não tropeça no falar então esse alguém é íntegro é isso que thiago está dizendo sendo também capaz de dominar todo o seu corpo ele é capaz de dizer algo e capaz ao mesmo tempo de orientar toda sua vida de governar toda sua vida de acordo com o discurso de acordo com aquilo que se prega que se ensina que se diz então a primeira coisa que tiago faz questão de mostrar pra gente é de que um homem íntegro é aquele que não tropeça na língua e tropeçar na língua significa criar esse dualismo essa essa dicotomia entre o que a gente diz e o que a gente faz o segundo movimento do texto está no versículo 3 ao versículo 5 e é muito interessante é a primeira das ies dessa sessão do texto em que ele vai apresentar agora algumas imagens esse texto que a gente escolheu para meditar hoje ele está cheio de exemplos o que torna ainda mais fácil a compreensão daquilo que tiago quer mostrar e agora a gente vai encontrar a primeira sessão de exemplos com dois exemplos muito interessantes em que thiago está querendo se dar o que é esse controle de si o que é esse domínio próprio esse domínio que faz com que você seja capaz de equacionar bem o teu discurso e quem você é o que você faz o que você realiza veja o que diz o versículo 3 versículo 5 a 1 quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam podemos controlar o animal todo tome também como exemplos os navios embora sejam tão grandes impelidos por fortes ventos são dirigidos por um leme muito pequeno conforme a vontade do piloto semelhantemente a língua é um pequeno órgão do corpo mas se vangloria de grandes coisas eu me lembro que a primeira vez que é eu montei a cavalo foi em poços de caldas com um dos amigos que a gente foi pra lá e fui passear ele longe vai passar agora na cidade e não importa se você nunca faltou a cavalo vai ser a sua grande a sua grande lição e e tinha os comandos você tem que dar os comandos certos e eu dei um comando tanto para aquele cavalo gente eu fui de disparado mesmo que cuidou jonas correndo que está acontecendo com ele o time só para que jonas poxa eu postei um tempo aquela coisa difícil de controlar difícil de controlar porque ele sabe já os comandos e se você dá o comando errado ele não vai te responder da maneira como ele está e como está sendo esperado ele obedece ao seu comando o cic comandados de controlar aquilo ali é um animal domesticado é um animal que aprendeu a linguagem mas se você não sabe a linguagem se você não entende a linguagem da domesticação você provavelmente vai é controlar muito mal ao animal o que thiago está dizendo é que a nossa língua funciona desta maneira não não é apenas uma questão de animalidade é uma questão de domesticação é como se a nossa língua fosse um animal selvagem e o animal selvagem ele precisa ser domesticado ele precisa ser domado ele precisa de alguma forma entendeu hábito compreender como funciona e isso não não é de forma racional um animal não é domesticado por que você chega para ele e diz assim para o seu cãozinho olha a partir de hoje o seguinte ponto um ponto 2.3 toda vez que acontecer isso você será demitido dessa casa não é assim a gente não conversa com animais a gente não chega para o animal e diz para ele o ponto um ponto 2.3 a partir de agora está resolvida a nossa discussão ea gente faz uma espécie de de fazer uma de r lá com um animal não um animal você toma estica você trabalha com um pro outro processo não é um processo racional é um bicho é um animal e precisa ser domesticado para que ele possa corresponder às ações a língua thiago está dizendo é assim animalesca selvagem precisa-se domesticada precisa ser tomada o segundo exemplo que ele dá e note que mais uma vez são exemplos de controles são exemplos de do domínio são exemplos de governo segundo exemplo que ele dá é o do navio veja só que eles tomem também como exemplo os navios embora sejam grandes e impelidos por fortes ventos eles são dirigidos por 1 m é tão pequeno o leme eo navio é tão grande que a gente poderia dizer se impulsionar via mais importante do que o leme não aquele lei me naquele leme está o controle de toda aquela embarcação toda aquela embarcação depende da inteligência ali por detrás daquele leme aquele leme aquela pecinha é ela a responsável por governar todo aquele navio então que thiago está querendo dizer pra mim pra você que a nossa língua que o nosso discurso que a nossa palavra que a nossa fala tem o poder de governar toda a nossa vida tem um poder de dominar toda a nossa vida senão governante da nossa língua se alguém diz assim a jonas a não vou governar minha língua a gente vai viver exatamente numa espécie de selvageria das ações as nossas ações não serão coordenadas nossas ações e não são vagas obedeceram aos instintos obedeceram aos nossos os nossos humores se a gente está bem a gente age bem se a gente tá mal a gente age mal a gente não consegue se equacionar as nossas escolhas as nossas ações em função justamente dos nossos humores que governam a nossa vida que governa a nossa língua é interessante como ele conclui dizendo semelhantemente a língua é um pequeno órgão mas se vangloria de grandes coisas é interessante como a gente consegue eventos tão pequenininhos né e episódios às vezes na vida a gente consegue contar eles de uma maneira tão grandiosa não é que aquela coisa se torna a gente aumenta mas não inventa não é a gente consegue construir de um universo tão simples uma uma imagem incrível de uma coisa fantástica que a gente fez a língua é capaz de criar cenários amplos de amplificar cenários a língua pode tornar um evento tão simples uma situação tão simples do seu dia a dia uma catástrofe a língua é capaz de fazer uma coisa que se resolve simples numa tragédia grega ea gente pode transformar coisas pequenas coisas que acontecem que a gente resolveria em duas palavrinhas a gente constrói uma história é sempre assim a minha vida é assim sempre dá errado sempre o tempo não dá certo e aí a gente constrói aquele melo trama uma coisa que tu simples a língua tem essa capacidade de amplificar a vida a terceira imagem interessante o terceiro movimento do argumento de thiago está exatamente dos 5 b a gente leu até o 5 a 2 5 bi até o versículo 6 veja o que ele diz aí o próximo exemplo mais uma série de exemplos veja agora o que ele fala como ele recebeu fera língua vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha que ele está dizendo brincadeira de criança né vai brincar com fogo ali quando vê a casa inteira pegando fogo aquela coisa que uma fagulha uma faísca é uma coisa tão inocente tão boba que de repente num contexto ela se alastra e em sem idéia uma palavra capaz de incendiar uma família uma palavra capaz de incendiar um casamento um palavra capaz de incendiar uma empresa uma palavra capaz de incendiar filhos uma palavra capaz de incendiar as pessoas à nossa volta uma palavra capaz desmotivar as pessoas à nossa volta uma só palavra uma sopa é tão interessante como o thiago vai construindo dizendo vejam como um grande bosque incendiado por uma simples fagulha assim também a língua é um fogo eu não sei você mas como já disse desde o início lidando com um texto que trata com todas as dificuldades daqueles que como thiago diz no versículo dois tropecem de muitas maneiras todos tropeçamos de muitas maneiras existem muitas maneiras de a gente tropeçar de uma delas é por conta dessa cozinha pequena que thiago está chamando de língua e que é capaz de incendiar ele compara a língua com o fogo eu não consigo imaginar pessoas inflamadas falando assim tão harmoniosamente com lábios clubes néon sabor de mel não acusem final e porque é assim vejo que thiago diz assim também é a língua um fogo é um mundo de iniqüidade colocada entre os membros do nosso corpo contamina pessoa por inteiro em 100 idéia todo o curso de sua vida sendo ela mesma incendiada pelo inferno quantos e quantos de nós não nos incendiamos por uma palavra às vezes a gente se incendeia incendeia um filho por conta de uma palavra a gente se incendeia incendeia um amigo a conta de uma palavra a gente gira terrível por conta de uma palavra a pergunta é por que por que a palavra tem esse poder por que a palavra tem esse domínio agostinho diz que deus nos tranquilos nós mesmos sabe o que isso significa que nem eu e nem você podemos saber o que o outro pensa de nós se não for por meio da palavra você já parou pra imaginar que pandemônio seria se todo mundo que está aqui nessa igreja soubesse o que todo mundo pensa do outro e não precisa se falar imagina só não sobraria um santo 1 maçã há um santo homem de deus uma santa mulher de deus neste lugar que todo mundo aqui é maravilhoso não é isso não não é assim já parou pra imaginar a gente não ia poder de forma alguma fazer nenhuma pregação mais sobre sinceridade que coisa chata a gente ia poder mais exortar as pessoas sobre a sinceridade porque não tem como você dizer sinceridade simplesmente você sabe o que a outra a outra pessoa pensa o que a outra pessoa pensa sobre você o que você pensa sobre outra pessoa é também visível a todos os homens mas agostinho disse que deus sabiamente nos trancou em nós mesmos ao ponto de nós não conseguimos falar tudo que a gente pensa ainda bem por outro lado ao nos trancar em nós mesmos se gerou uma grande dificuldade qual é a dificuldade como é que eu vou saber o que está na cabeça da minha esposa o que é que eu vou saber como é que eu vou saber o que é que está na cabeça do meu esposo eu gostaria de saber o que ele está pensando agora sobre isso e aí a gente faz aquele inquérito não é parece uma coisa policial mas então você acha isso mas então você acha aquilo o que você pensa sobre isso ea gente quer saber mas não que a gente não gostaria só de saber antes de entrar na cabeça da pessoa quero saber o que você está pensando eu quero saber o que vocês como você está sentindo tudo isso ea gente percebe que a palavra não consegue dar conta de tudo mas ao mesmo tempo você já parou para pensar que em momentos em discussões terríveis a gente é capaz de falar o que a gente não deve você já parou pra imaginar que às vezes isso é quase formam feridas quase incuráveis pessoas podem passar uma vida inteira remoendo uma palavra que foi dita em pensada uma hora de ir a um casamento de 20 30 anos a gente pode encontrar uma pessoa um convite direto o tempo todo remoendo tempo todo e voltando o tempo todo para um mesmo ponto que foi dito que foi falado por que isso acontece porque não importa meu irmão não importa mimar o que a pessoa diga você nunca vai saber você tem a palavra você não tem o coração e acho que a gente não tem o coração as palavras se tornam tão preciosas para a gente mesmo que uma pessoa diga pra gente olha foi no momento de ir eu estava com a cabeça quente a gente vai dizer você falou e isso vem para o nosso coração e nos fere de uma maneira terrível esse é o poder da palavra o poder da palavra é capaz de destruir this and a nosso coração justamente porque somos inseguros quanto o que o outro pensa de nós o que outros conclui sobre nossas ações o que o outro como o outro nos enxerga porque nós mesmos não conseguimos nos enxergar como convém imagina o nosso desespero em querer saber o que o outro pensa naquilo que estamos dizendo falando com o vice versa thiago então está o tempo todo orientando a sua igreja para que ela reflita sobre exatamente o poder que a palavra tem de não importa se é pensado não importa se é fruto do coração se é só um momento de raiva ela é capaz de incendiar toda uma pessoa um terceiro perdão um quarto movimento do texto e penúltimo movimento do texto vai do versículo 7 ao ver-se 10 a veja o que ele diz é uma nova bateria de exemplos e agora o tema mais tanto controle veja o que ele diz toda espécie de animais aves répteis e criaturas do mar toma-se e tem sido tomada pela espécie humana a primeira coisa então que ele disse é que existem animais e estes animais a gente sabe que no dia a dia eles são tomados os homens domesticam animais é capaz de capaz portanto de domesticar um tipo de animal e um animal domesticado ele vai corresponder a esses estímulos a esse movimento a esse hábito há essa cultura imposta pelo seu domador então que thiago está chamando atenção olha existe uma relação entre diversos tipos de animal em que o homem é uma espécie capaz de dominar estes animais ea gente vê como é possível um homem adestrar um animal como é possível um homem domesticar o animal mas vejo contraponto que tiago vai fazer no versículo 8 a língua porém vejo contraponto adversativa e porém a língua ninguém consegue domar e aí a gente volta para o primeiro plano de tiago como poderíamos ser íntegros porque ele vai lançar o desafio que um homem que não tropeça na língua ele é íntegro ele é perfeito como poderíamos ser este homem perfeito este homem íntegro se não somos capazes de dominar se a língua em domável e ele conclui dizendo é um mau incontrolável cheio de veneno mortífero e aí ele constrói um argumento terrível com a língua bendizemos o senhor e pai e com ela mal de sua luz os homens feitos à semelhança de deus da mesma boca processo de invenção e maldição como o do mar como dominar como controlar esta língua que ao mesmo tempo ora cantando louvores a deus é capaz de fazer tanto mal de falar tanto mal não poderia terminar o seu argumento de uma outra maneira e aí ele conclui com o quinto e último a nossa quinta e última etapa da nossa reflexão de hoje com o terceiro exemplo que é o exemplo do absurdo ela não só em domar a ver ela é absurda vejo que o texto diz meus irmãos não pode ser assim acaso podem sair água doce e água marga da mesma fonte meus irmãos pode uma figueira produzir azeitonas uma videira produzir figos da mesma forma uma fonte de água salgada não pode produzir água doce então o contraponto que tiago vai fazer agora nessa nova série de exemplos não é outra senão a figueira que produz azeitonas a videira que produz figos sua absurda a fora de ordem não é assim a videira não produz figos não é assim que funciona não está seguindo a sua natureza está contrapondo a sua natureza então me parece que o que ele está tentando chamar a atenção dos seus leitores originais é justamente para o absurdo que a língua por serem tomavam nos coloca no dia a dia pelo fato da língua ser desta natureza ela faz com que a gente seja contraditório ela provoca com tradição na nossa vida ela faz com que a gente seja contraditório ela faz com que você ao mesmo tempo seja uma fonte de água doce e ao mesmo tempo uma fonte de água salgada o que ele está dizendo irmãos como isso é possível isso não é possível não podemos aceitar isso então todo o texto que a gente vê hoje é uma espécie de advertência que thiago está fazendo a igreja para o caminho daquilo que ele vai chamar de sabedoria e mais uma vez eu lembro aqui daquilo que minha mãe sempre diz pra gente quando era pequeno né olha quando não queria fazer as coisas no ar filho papai do céu dois ouvidos e uma boca isso diz tudo você ouvir mais e falar menos a gente tem uma tendência a ver borrage a a gente tem uma tendência a falar demais a expor demais a grande pergunta é porque eu me lembro que quando ainda a gente era noite a gente estava no noivado ele estava com a data do casamento marcado eu fui deixar a ju na casa dos pais dela e eu estava voltando para a minha casa e eu peguei a a brigadeiro luís antônio e eu me lembro que era um dia de chuva eu só olhei no retrovisor ou um carro que passou entre o meu e um civic que estava à minha esquerda quando ele bateu e os iv que foi por um lado e bateu num poste eu só vi o carro perdeu o controle do carro e o carro começou a rodar a única coisa que eu lembro era que tinha para onde o carro estava ainda um ponto de ônibus e tinha aquela aquele portão na época não sei se ainda hoje do grupo rhodia acho que era do grupo rhodia e foi exatamente ali que o carro bateu o carro batendo entrou no portão e jogou de um novo carro para a pista foi quando o carro pára eu só lembro de alguém bater no vidro me tirar de falar do abriu a porta e abri a porta às me levar me botar numa cadeira lá perto do do grupo rhodia e aí o rapaz perguntou escuta como é que você tá quando ele falou como é que você está falando não não fui eu eu não sou o culpado não foi o que eu tô olhando o seu que aconteceu que ea calma moço eu falei calma senão mais gozo olha no que eu comecei a falar que desinvestir a falar pô eu falei tanto a senhora calma eu tô aqui pra te ajudar sou médico o cara do outro carro era um médico e ele veio pra ver como é que eu tava lá tão desesperado que eu só falar lá então me parece que às vezes a nossa nossa verborragias o nosso palavrório fruto do desespero a gente fala o que não deve falo que não é necessário e na hora do desespero como é difícil a palavra da sabedoria qual é a minha oração nessa noite que deus dê a minha você palavra de sabedoria como a gente precisa de sabedoria como a gente é capaz de ver os absurdos sendo ditos por falta de sabedoria o último exemplo eu tinha um aluno seminário muito muito bom e não sei se vocês lembram aquela época que teve o h1n1 em um e teve aquele absurdo é de certa e de repente esse aluno passou por uma das experiências mais terríveis a esposa que estava grávida foi contaminada ela perdeu o bebê e morreu o que eu achei incrível não deu uma semana ele estava lá no seminário eu falei esse cara é poderoso ele em uma semana retomou a vida em contrapartida ele entrava na aula mas não entrava como antes é um olhar cada velho chico é um olhar triste não era para menos eu me lembro que a gente tinha terminado a aula e um dos colegas no corredor que ia batendo no ombro dele dizendo assim a paz você tem que parar de ficar com esse com essa cara de tristeza jesus quis levar sua esposa seu filho é a vontade de deus bola pra frente sorria eu fiquei de mulher naquela hora e era uma legião mas nós era uma legião porque olhando o quê pra aquele irmão no meio porque tudo o que não podia ser dito tudo que não podia ser falado foi dito naquela hora mas aí você olha pro sujeito falando parece que a tava coçando precisava dizer aquilo porque ele precisa salvar do desespero ele está desesperado ele quer se livrar daquilo ele não está agüentando o meu amigo passar por aquilo ele precisa ver aquele cenário mudar porque refletir sobre aquilo dói nele também refletir aqui é pra eles suportável ele não consegue suportar a dor do colega e aí ele vai falar somos assim somos temos dificuldade de lidar com as situações reais da vida e por isso a gente pode falar as coisas mais terríveis a gente pode dar as palavras mais terríveis nas horas mais impróprias por isso que nessas horas deus nos ensina é mais importante a gente enxergar como diz o filósofo o mundo através das lágrimas e não através da fala que deus me ajude que deus te ajude a controlar esse órgão tão pequeno que é capaz de dar uns dos mais terríveis mas também incríveis na nossa vida eu queria orar não por você nessa manhã eu queria morar com você para que deus nos ajude a domar essa esse animal selvagem que a nossa língua e que sejamos capazes de tomando essa língua poder deixar marcas indeléveis e um legado bonito para os nossos filhos os nossos amigos da nossa comunidade eu quero desafiar você a controlar a língua e viver uma vida autêntica diante de deus e pra isso tudo começa com o coração porque a bíblia muito sabiamente disse que a boca fala que a boca fala a boca fala do que o coração está cheio a cabeça por um momento que deus possa sondar nosso coração deixa de sondar até o momento de introspecção é hora de chorar na hora de falar com deus é hora de dizer pai eu não tenho tido sabedoria para lidar com essa situação e por isso eu tenho falado que não devo tenham dito coisas que não correspondem com a realidade não tenho controlado o suficiente a minha língua e tenho incendiado vida as pessoas me ajuda a controlar a língua ajuda a controlar meu discurso ajudas é uma pessoa centrada equilibrada integrar se você tem essa dificuldade como eu se coloca diante de jesus nessa noite ele é misericordioso