Perspectiva do Antigo Testamento – Gaspar de Souza
16/02/2016Perspectiva do Antigo Testamento – Gaspar de Souza
Fonte: Ministério Fiel
Legendas automáticas:
a escritura portanto são um livro que conta a história de um povo a partir de uma perspectiva teológica e essa perspectiva apresenta-se nesses pontos que nós temos aqui nessas características a primeira história do antigo testamento é predominantemente narrativa na expressão isso quer dizer que os registros da relação de deus com a humanidade as ações dos homens suas relações individuais e coletivas são apresentadas na forma histórica então como deus se relacionou com os homens como os homens agiram essas são apresentados esses atos não é teológicos em maneira nativa maneira histórica o leitor percebe que elas fazem parte de uma história então esse é o primeiro ponto eles não volto a dizer não é uma história secular historiográfica é uma história teológica mas contada dentro desse arcabouço os autores querem que os leitores percebam que as ações de deus fazem parte da história dos homens segundo a história do antigo testamento e biográfica a história relatada do ponto de vista de deus e não da humanidade isso quer dizer que mesmo sendo um deles o protagonista ele nos conta sua história através do seu povo então quando eu estiver lendo a história por mais que ela queira falar de davi por mais que ela queira falar de sanção por mais que ela queria falar de qualquer personagem bíblico na verdade até falar sobre deus a história do antigo testamento e disposta segundo a sua teologia da história registrada na bíblia sem dúvida alguma escrita segunda perspectiva de seus escritores isso não deve se analisar porque não existe história objetiva um historiador que pretende ser o objetivo é um mito o historiador é sempre seletivo ele seleciona suas fontes e ainda mais se ele estiver carregado com alguma ideologia então essas fotos eram um é algumas serão escondidas outras não serão tocadas e apenas direcionar a agora é claro que você pode ter historiadores honestos que a despeito das suas das suas dificuldades com certas fontes eles apresentam isso que nós percebemos também nas histórias bíblicas eles estão escrevendo a partir da sua teologia por outro lado isso não quer dizer que a história aquilo que eles estão ando que foi registrado não conhecida com o que foi entendido com o que era compreendido pela a pelos primeiros leitores ok o terceiro é o quarto na história do antigo testamento em tell cêntrica as escrituras afirmam ser a palavra de deus não palavra de homens em cada ocasião as escrituras nos contam as intenções de deus seus atos criança seu ato criador sua obra residente na sua restauração a do seu povo humilde no rio disse que a criação especialmente a humanidade certamente não é periférica na história mas não pode ocupar o centro da própria narrativa a qual é deus mesmo outro ponto a história do antigo testamento é seletiva apenas aquilo que contribui para a história de deus apenas aquilo que diz respeito à história a que aponte para o novo testamento seja para a intenção teológica do texto somente isso é digno de ser contado somente isso é o que interessa ao não é o narrador você pode pensar no narrador como alguém que tem a câmera na mão os eventos estão aí ele foca apenas aquilo que é a relacionado a sua teologia isso não anula o fato de que alguns eventos sejam contados tanto no antigo testamento enquanto também não tinha o oriente por vezes vocês encontrarão histórias no antigo testamento relacionado ao antigo oriente como é o caso dos cinco de senna querido em jerusalém 701 que é contado também outras e outras em outras histórias ok mas não deve surpreender a história narrada aqui não é narrada em nenhum outro lugar o problema com isso o autor não tinha dentro de 30 dentro de tantas fontes ela escolheu apenas algumas para relacionar com a história maior que ele pretende contar a história do antigo testamento é professa da mente historiográfica a stop com aqui é o tópico em que os céticos novamente se apegam porque eles argumentam contra os milagres registe registrados a historiografia moderna é completamente naturalista não admite a intervenção a externa de um ser sobrenatural mas os os céticos modernos a pretendem que a história não tem esses eventos o problema não está nos registros nos milagres nas escrituras mas na exposição do historial o que não quer admitir a possibilidade de nenhum evento sobrenatural ou seja os pressupostos adotados por aqueles que investigaram a história bíblica porque para eles o mais cômodo é renegar o mais fácil é negar essas é esses milagres descartando os a priori então o que está na cabeça de um historiador moderno quando ele se depara com uma narrativa a digamos de de sanção assim que ele se depara com essa narrativa eles não é possível porque na sua cabeça já está a imagem de que milagres não é porque não são possíveis milagres não existem então quando ele se depara com qualquer um dos milagres registrado na escritura um machado que flutuou ora nós sabemos entre assu nós ou seja uma investigação de que todos sabemos de que machado de ferro não flutua na água então ele descarta isso de modo a priori não investiga não examina não não pretende averiguar a um certo o historiador diz assim que fazemos nós quando experimentamos surpresas que o que correm contra todas as nossas expectativas talvez contra todas as nossas convicções e mesmo contra tudo que a nossa época entendo como verdade dizemos conforme dizia costumeiramente um grande historiador em tais casos certamente é possível e por que não para o historiador crítico nada é impossível para um bom historiador todas as coisas são possíveis ok somente para o historiador cético aqui essas coisas não são possíveis