IMPOSSÍVEL PARA QUEM? – 6 de 7 – Impossível para um cego
03/06/2017IMPOSSÍVEL PARA QUEM? – 6 de 7 – Impossível para um cego
Fonte: Nova Semente
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hoje boa tarde um destaque dentro ficamos um tempo grande equipe perdemos um pouco a referência do horário mas eu quero quero cumprimentar eu quero dizer que é um prazer recebê lo mas esse sábado aqui não só você quer aproveitar este momento também cumprimentar os amigos que nos assistem pela internet quero enfatizar também que é importante de uma forma geral a nossa comunidade ela se constrói a partir daqui mas reconhecemos que a abrangência é ela é muito maior do que às vezes pensamos nós estamos hoje dando continuidade já nos aproximamos dos momentos finais da série impossível para quem durante os sábados alguns hábitos passados nós tivemos a oportunidade de refletir um pouco sobre você vai os milagres que joão registro em seu evangelho os milagres que jesus realiza ali joão tem uma maneira tem uma forma especial de apresentar isso durante este sábado que passaram nós podemos acompanhar ali o desenvolvimento a idéia de um jesus que lida com o impossível ao caminho qual a solução como você pode perceber a nossa série de uma forma ampla está tratando de impossibilidade a busca para resolver as as coisas que já de alguma forma acabam saindo do nosso controle jesus tem uma forma especial para lidar com tudo isso nós nós hoje estamos no sexto encontro e vamos tratar de uma forma especial do 6º milagre existem algumas curiosidades no livro de joão que eu acho interessante ponto aulas joão registrou todos os milagres que os demais evangelhos apresentam já escolheu registrar 7 e começam a vir alguns questionamentos porque será que sete milagres na verdade existe uma outra curiosidade também que envolve essas diferenças entre um retrato apresentado pelos demais evangelhos e o retrato apresentado no evangelho de joão nos demais evangelhos mateus marcos e lucas esses eventos sobrenaturais esses feitos sobrenaturais eles são eles são descritos eles são nomeados como milagres todas as vezes que um quadro impossível apresentado você tem a ação agora de um jesus que rompe com essa realidade natural e ao fazer isso os evangelistas denominam ali eles definem eles apresentam essa realidade como um milagre joão faz dessa forma joão usa uma outra palavra para expressar essa mesma verdade ou esse mesmo fato este mesmo evento para joão não é milagre para jam para joão é sinal mas na verdade a palavra milagre não vai nem aparecer no evangelho de joão e quando você começa a analisar as diferenças que existem entre o que é um milagre o que é um sinal algumas coisas interessantes começa a ouvir novamente por exemplo vamos pensar na idéia de um milagre milagre a idéia do milagre em si um milagre é uma espécie de força ele é retratado como uma uma capacidade para se operar para se realizar feito que subverte tudo aquilo que nós entendemos como uma realidade natural e se essa na verdade seria a descrição de um milagre o sinal funciona diferente enquanto o milagre ele parece concentrar no evento toda a importância do que está acontecendo como eu disse o sinal ele elabora uma outra idéia o sinal e funciona como indicativo ele está apontando para algo se ou o seu milagre enfatiza o momento o sinal parece meio que diminuir o momento vai apresentar o seguinte existe algo além do momento algo pra quê para onde está sendo apontado o sinal e funciona como indicativo ele transcende aquele instante nós estudamos aqui alguns milagres esse ano e às vezes nós pontuamos muito daquilo que o evento nos ensina e ao lidarmos com essa realidade das impossibilidades eu sei que é mais fácil é mais confortável é mais alentador pensarmos no evento porque pensa é o evento que revela para você como o impossível é solucionado o que eu estou querendo chamar a atenção aqui gostaria que você prestar atenção e considerasse este aspecto essa essa singularidade do livro de joão da maneira como joão escolheu narrar os milagres ou sinais já está querendo mostrar que existe algo que transcende o evento está contando pra algo é algo que vai além daquele momento vamos abrir as bíblias as nossas bíblias no evangelho de joão o estudo dessa manhã estará no capítulo 9 joão é uma história conhecida enquanto você está aí procurando eu quero convidá lo a fazer uma breve oração entre na sua cabeça vamos pedir para que deus ilumine nosso entendimento grandioso deus nós queremos mais uma vez senhor pedir que o espírito abra o nosso entendimento o pai para ouvir para entender para compreender e assimilar a tua palavra de fato essa experiência seja algo vivo para nós oramos por jesus amém tendo já isso em mente é importante para o raciocínio nós vamos construir aqui hoje essa diferença entre o foco de um milagre o foco de um sinal eu quero convidá-lo a e parte dessa história se largam esse milagre nós já convencionamos sempre chamamos assim apesar de haver essas diferenças no evangelho de joão por exemplo a palavra milagre nem aparece curioso né para joão é sinal está indicando algo vamos lá então joão capítulo 9 vamos ver aqui a partir do verso um caminhando jesus viu um homem cego de nascença e os seus discípulos perguntaram mestre quem pecou este os seus pais para que nascesse cega respondeu jesus nem ele pegou nem seus pais mas foi para que mãe para que se manifestem neles as obras de deus é necessário que façamos a obra ou as obras daquele que me enviou enquanto é dia à noite vem quando ninguém pode trabalhar enquanto estou no mundo sou a luz do mundo dito isto cuspiu na terra e tendo feito logo com a saliva aplicou aos olhos do cego dizendo lhe vai lá vai lá vai ter no tanque de siloé que quer dizer enviado ele foi lavou se e voltou vendo como eu disse para vocês hoje nós estamos tratando de um milagre de um sinal especial narrado no livro de joão que apresentamos aqui um pouco dessas diferenças quando nós consideramos a idéia de um milagre a ideia de um sinal chamei a sua atenção inclusive para olhar para essa história com essa ênfase com esse olhar olhe pra essa história e procure aquilo que está transcendendo o evento aparentemente está sendo narrado aqui pra nós é que jesus está curando um cego devolvendo a visão para uma pessoa que não consegue enxergar e parece que isso aqui é o que resume todo esse relato eu quero chamar a atenção justamente para isso olhe para aquilo que está além do relato olha para aquilo que vai além do evento perceba que logo no início é apresentado para nós em jesus que g ele já é um homem que ao ver esse homem este homem inclusive é descrito como alguém sério e não só um cego não cego de nascença essa história é uma história curiosa porque apesar de ter um cumprimento vamos dizer assim considerável ela é desenvolvida pelo menos em três blocos bem distintos em cada bloco você tem uma relação meio que sendo repetida você vai perceber conforme a leitura que for se for se desenvolvendo como eu disse no início nós temos apresentação de um jesus que viu um homem e esse homem recebe um cego de nascença logo na seqüência apresentado que os discípulos de jesus estão vendo enquanto o texto parece enfatizar que jesus ao olhar ele enxerga um homem na seqüência o texto apresenta os discípulos olhando e gerando um pecador para os discípulos se você perceber o que o texto está começando aqui a mostrar a ênfase não está de fato no indivíduo mas está naquilo que o indivíduo faz ou fez talvez ele talvez os pais como apresentado aqui estamos tratando de um homem estamos tratando de um pecador é essa a discussão inicial que o texto parece sugerir a nós jesus vê um homem os discípulos estão aqui questionando o que estamos vendo diante de nós a pergunta dos discípulos justamente esta quem foi que picou ele os seus pais talvez esse pensamento ele poderia ser justificado inclusive para uma compreensão rápida daquilo que a própria bíblia apresenta para nós a cegueira é apontada no texto bíblico como resultado da desobediência não somente uma desobediência qualquer mas é apresentado para nós que deus ele apresenta deus ele propõe para o homem um plano um acordo uma espécie de contrato nós chamamos isso de aliança ele diz o seguinte se você aceita essa aliança comigo se você está de fato tendo interesse se você quer fazer esse acordo se você quer assinar esse contrato entenda o descumprimento acarreta nisso o comprimento tem o seu lado positivo também lá no livro do deuteronômio tudo isso fica bem claro para nós existem de sons para aqueles que são obedientes de che e essas ali a aliança firmada como também existe um lado o lado oposto disso tudo a maldição que recai sobre aquilo que desobedece o estudo da aliança um estudo mais profundo e antes de fazermos algumas conclusões precipitadas e eu eu gostaria de pedir para que você considerar se um outro momento aliás um estudo incrível que nós que nos ensina muito sobre aquilo que a bíblia apresenta para nós o que eu estou querendo mostrar para vocês agora nesse momento é que parece que esse pensamento dos discípulos seria justificado nessa perspectiva talvez pensaríamos de uma outra história do texto bíblico vez na história de jó o texto de jó para aqueles que já leram percebendo que logo no início do livro o que você encontra ali a apresentação de pelo menos duas esferas bem distintas numa esfera mais ampla e uma mais específica nessa mais ampla nós temos ali deus fazendo uma espécie de reunião com outros seres celestiais de repente essa reunião é invadida pelo inimigo de deus ea partir daquilo que está acontecendo nessa esfera mais ampla a esfera mais específica começa a ser afetada e lá na esfera mais específica você tem o que você tem jó você tem os amigos de jó você tem a mulher de jó todos esses não entendendo porque o detalhe inicial dessa história específica a apresentação de um homem reto de um homem íntegro de um homem bom e logo na seqüência que você tenha uma série de desastres que recai sobre a vida desse homem ao ponto das está a esposa chegar para ele falar já o problema é você é o teu pecado os amigos que vão até já fala já o problema de tudo isso é você é o pecado é nítido que essas pessoas de uma certa forma representam uma realidade de cegueira também no livro de jó o próprio jovem inclusive vai falar isso dele depois de toda essa experiência ele chega à conclusão de que antes ele só ouvia mas agora ele está vendo quem de fato deus é pra ele que existe uma realidade que transcende aquilo que nós controlamos aquilo que nós visualizamos existe algo que está além e é por isso que o comportamento dos discípulos que parecia ser justificado sob sigilo é se de uma de uma aliança sendo desenvolvido e sendo quebrada ele acaba perdendo um pouco a força na verdade acaba apontando por uma falha é por não entender essa realidade que transcende que nenhuma pessoa nem os discípulos tinham condição de simplesmente definir de julgar de estabelecer este homem ele padece desse mal porque teca se não eram os seus pais tudo isso de alguma forma é resultado de uma ação criminosa como apresentado aqui no texto se pararmos pra fazer quando analisamos as comparações que nós percebemos é justamente isso lá em jogo nós temos um monte de cegos não é são amigos que estão vendo o que está acontecendo eles não sabem da realidade maior eles não estão percebendo isso com a realidade aqui de joão 9 a mesma coisa é um retrato similar de seguir a essa história é uma história que eu sou muito curiosa como eu disse ela pode ser dividida em blocos nós não vamos conseguir nos nos atentar aqui aos detalhes dessa história porque o nosso tempo é um tempo curto nós precisamos ser um pouco mais precisos por isso vou narrar alguns aspectos dessa história do desenvolvimento dela depois você vai ter a oportunidade de seguir com essa leitura mas perceba você tem então os discípulos que não enxergam esse homem jesus e então cura esse homem ea partir do momento em que chegou ele é curado você vai perceber que começa agora a a a ir ao encontro de outras pessoas na sequência apresentado que esse homem vai até os amigos que o conheciam de vista na verdade o texto não fala amigos ele fala de vizinhos de pessoas que que eu percebi onde anteriormente o conheciam enquanto cego o que você percebe que existe uma repetição a cada transição de cena nós temos uma mudança de personagens mas mesmo com essa mudança os personagens que são apresentados aqui para nós eles padecem do mesmo mal ambos têm dificuldade de enxergar como estou dizendo para você a lição o o o grande sinal que está sendo apresentado aqui pra nós ele não está tratando de uma cegueira sendo curada ele está revelando algo que é muito mais profunda de pessoas como um todo como um conjunto que tem dificuldade de perceber o outro a próxima cena esse homem entrando ou sendo carregado por aqueles que conheciam anteriormente essas pessoas aqui são apresentadas como é interessante é a discussão o desenvolvimento da narrativa porque esse outro grupo ele começa a questionar diz assim olha mas será que era aquele homem em um outro se levanta e diz não mas não deve ser um outro se levando lhes mais parece com ele mas como assim ele está vendo eles não aceitam essa realidade agora pegam esse homem vão levar esse homem diante dos líderes religiosos na presença dos líderes religiosos existe agora novamente vou dizer agora mas é uma repetição dessa mesma cena são pessoas com dificuldade de enxergar aquilo que está além uma dificuldade de ver o indivíduo se você vai perceber como isso é retratado aqui no texto perceba que o próprio sinal e acaba sendo aceito pelas pessoas os amigos os vizinhos aqueles que ouviam de vista eles não têm problemas em definir ou ou identificar que esse homem acabou de ser curado ele vê e reconhece isso os próprios líderes religiosos também eles olham para este homem e esse homem acabou de ser curado eles vão inclusive aqui tentar elaborar ou como isso aconteceu mas não desconsidera em momento algum a realidade deste feito sobrenatural mas percebam a história toda é desenvolvido esses homens não conseguem enxergar mesmo vendo a realidade do milagre na sua frente talvez uma maneira mais clara de apresentar isso é quando você vê o o início dessa narrativa ea conclusão dela no início você tem os discípulos sendo apresentados como aqueles que ganham ao invés de ver o homem vivia um pecador vocês lembram esse homem vai ser levado para ser julgado pelos líderes religiosos no final de todo este processo de todo esse interrogatório o que você tem aqui os líderes dizendo a mesma coisa a declaração é justamente esta quem é você para nos ensinar você ainda que esteja curado e vendo mas é visto é identificado como alguém que nasceu todo o pecado um pecador talvez você se pergunte ok esse é um sinal um sinal do que e como isso de alguma maneira se relaciona com com a minha realidade hoje aqui como eu disse para vocês o evangelho de joão ele tem uma intencionalidade bem específico é bem clara algumas curiosidades é que nos ajudam a perceber isso por exemplo existem algumas palavras se concentram de uma maneira impressionante no livro de joão a palavra luz por exemplo a palavra o verbo ver o verbo olhar e enxergar o verbo manifestar o verbo revelar cego a própria palavra cego todas essas palavras que estão de alguma maneira relacionadas com essa dinâmica do conseguir ver do conseguir enxergar estão concentrados no evangelho de joão de uma maneira que no mínimo despertaria em todos nós um pouco de curiosidade afinal de contas o que já está querendo dizer com isso por que tanta ênfase no v por que tanta ênfase na luz com a expressão conhecida eu sou a luz do mundo essa expressão vai aparecer no início do sermão do monte mateus vai reproduzir lá no capítulo 5 mas quando faz isso ele faz sob a ótica dos discípulos de jesus se dirigindo aos discípulos e declarando todos vocês vós sois a luz do mundo essa declaração pessoal se apresentando como a própria luz é uma outra declaração específica do evangelho de joão é somente em joão que jesus vai dizer eu sou a luz do mundo criou ao menos de maneira direta essa expressão vai aparecer por quatro vezes mais duas vezes de uma maneira indireta tanta ênfase na luz tanta ênfase no v porque você tem praticamente no centro do evangelho esse relato quase que uma parábola dessa história toda porque o capítulo 8 justamente narra a discussão de jesus e os demais líderes religiosos da época questionando a autoridade de jesus com que autoridade você faz essas coisas com qual autoridade ou com que autoridade você ensina o que ensina e no final do capítulo 8 nós temos o clímax da declaração de de autodefesa de cristo né aquela declaração conhecida antes que abraão existisse eu sou e é dito que os líbios ali que escutam isso ficam completamente irados eles procuram de alguma maneira takai jesus e o texto é engraçado no que diz que jesus de repente desaparece e se desaparecerá uma outra característica das narrativas do livro inclusive dessa narrativa jesus operam um sinal na vida desse homem mas percebo logo após operar o sinal que jesus faz ele sai de cena e essa realidade de sair de cena uma realidade que é repetida no livro de joão constantemente jesus opera alguém de repente sai de cena ele fez isso com o paralítico que estava há quase de 40 anos naquela condição lamentável ele fez isso quando a multidão tentou coroá lo logo após ele ter multiplicado os pães e os peixes sempre saindo de cena perceba se existe um elemento claro nesse livro quando ele apresenta jesus como aquele que giram para revelar a própria divindade aos seres humanos sendo como luz porque esse jesus então ele é retratado como alguém tão elusivo sabe alguém que que sempre está saindo de cena parece haver uma uma concentração especial não necessariamente na presença dele e não necessariamente no evento que ele acaba de operar mas nas circunstâncias que acabam sendo digamos assim os resultados imediatos após esse evento sobrenatural é uma história que eu acho bem curiosa muito curiosa mesmo porque ela fala de uma cegueira e também fala de uma solução é curioso como a solução ela é apresentada aqui também para nós mas se você for perceber você vai ver que todas as vezes que esse homem ele vai se encontrando com os grupos diferentes a maneira como ele identifica cristo vai mudando também num primeiro momento ele identifica jesus como um homem é o que nós vemos ali no finalzinho do verso 10 um homem chamado jesus depois ele vai ser retirado vai precisar repetir essa mesma história ao repetir essa mesma história ele já passa de um homem chamado jesus para um profeta e no último instante quando ele se encontra com o próprio cristo a identificação que ele faz de cristo é que esse não é mais o homem chamado jesus esse não é mais somente o profeta mas esse é o senhor a quem eu creio e adoro jesus se apresenta como um filho do homem este o meu aceita mas se você for perceber parece que este processo de restauração da visão ele não acontece somente naquele evento é uma história que está ligado está interligada com todos esses essas outras cenas que a segue é como se a visão para ser restaurada dependência desses encontros sabe o que tem de interessante nessa história como eu disse para vocês vão não escolheu narrar aqui todos os milagres apresentados nos evangelhos ele é específico e escolheu 7 existem algumas coisas curiosas aqui desse sets dos sete milagres que são retratados aqui todos eles com exceção do milagre que nós estamos vendo hoje são conduzidas são operados pela palavra de deus pela palavra de jesus jesus fala ea coisa acontece justamente assim jesus fala e de repente as coisas acontecem esse é o único milagre que tem um toque e este não é somente um toque jesus além de tocar o texto diz que jesus toca o barro e ao tocar o barro ele faz ali uma espécie de de lodo ea partir daquilo ele utiliza o bairro para curar o homem quando você lembra do início do prolongado de joão a semfaz eskerda dali no princípio era a palavra a palavra era deus a palavra estava com deus fazendo uma conexão sabe bem ajustada com aquela história que nós vimos lemos não é ingênuo de zoom você vai perceber que na sequência no livro de joão mesmo capítulo o capítulo no verso 4 você tem a palavra sendo apresentada como aquela que traz à luz e olha que curioso quando você vai lá em gênesis um primeiro momento que você tem a um imperativo da palavra de deus deus falando você tem deus dizendo que haja luz você percebe como está conectado e quando nós usamos este plano de fundo da criação para entendermos a dinâmica destes milagres algumas coisas nos impressionam por exemplo isso daqui é o sexto milagre quero chamar a atenção o que aconteceu no sexto dia da criação aconteceram mais coisas mas vamos ser bem específicos aqui o homem é criado coisas que que acabam apontando algumas diferenças da criação também nos todos os dias nós temos um retrato de um deus que cria o falar ao criar o homem o registro diferente mesmo ele faz o quê com o homem toca e não só toca ele usa o barro o que joão está mostrando pra nós aqui é que esse processo de cura desse homem é uma espécie de recriação eu estou devolvendo a você eu estou te ia criando não é mais por meio da palavra agora é um toque não é qualquer toque um toque no bairro usa o barro coloca o barro sobre os olhos desse homem ea partir daí o envia o próprio lugar ao qual este homem é enviada indica isso tanque de siloé que o próprio autor do texto ele vai entrar no texto para explicar isso que quer dizer enviado se percebe como a reconstrução deste homem ela está acontecendo é a restauração de uma visão que está sendo elaborado a partir desse envio a partir de uma ação sobrenatural aonde a palavra criadora utiliza o barro coloca o barro sobre o homem toca o som o homem eo recria quando você pensa sobre a criação do homem é aquilo que o aquilo que o define aquilo que identifica existe um tempo nós não temos como deixar de fora se existe algum distintivo na criação do homem é o simples fato do homem ter sido criado à imagem de deus e quando nós pensamos na ideia da imagem de deus é algo que aprofunda ainda mais a compreensão deste texto porque o homem não é um ser exclusivo criado à imagem de deus o texto diz que é homem e mulher ambos são criados à imagem de deus e não só isso o deus o texto ele parece afirmar o texto de gênesis 2 para se afirmar que imagem e semelhança de deus está relacionada diretamente com essa completude somos imagem e semelhança de deus enquanto indivíduos mas também somos em imagem e semelhança de deus enquanto comunidade na verdade parece existir uma um complemento de um para o outro para ser imagem e semelhança de deus é necessário reconhecer que outros aqui também são imagem e semelhança de deus existe um pensador que eu gosto muito um escritor judeu o abraão recheou em um dos livros que eu também gosto demais refletir um pouco sobre essa realidade da imagem e semelhança ele traz alguns pensamentos que são bem curiosos são interessantes o recheio vai estar citando a mishina vai estar citando algumas discussões rabínicas que vão tratar exatamente sobre esse assunto imagem e semelhança e nessas discussões ele diz o seguinte retratando como eu disse essa esses confrontamentos rabínicos sobre o assunto a afirmação é essa o homem ele é incapaz de ver a sua própria fácil já parou pra pensar nisso o homem será apresentado como alguém como indivíduo que não têm a capacidade de enxergar a própria face segundo esse pensamento é a maneira como é desenvolvido isso ganha um respaldo bíblico poderoso quando você entende a profundidade do que significa ser uma imagem de deus a idéia é muito claro e muito direta você é incapaz de ver a sua própria fácil porque espelhos e retratos embalagens são reflexos incompletos imperfeitos daquilo que você verdadeiramente é você quer enxergar na sua face você quer ter uma consciência plena daquilo que revela a sua imagem sabe que o texto bíblico mostra então você precisa olhar para o outro porque é um outro que reflete a mesma imagem que você e é pesado isso eu não sou um ser exclusivo criado e carimbado com esse aspecto distintivo todos vocês aqui são e essa realidade de imagem e semelhança é complicada porque ao mesmo tempo que você poderia pensar olha eu entendo é necessário para me completar entender o outro mas qual é a minha necessidade de uma comunidade adão só tinha eva afinal de contas esse mesmo pensamento ele vai desenvolver um outro aspecto dessa realidade que eu acho profundo também às vezes soa meio abstrato eles questionam eles apresentam a seguinte ideia com o na verdade uma pergunta que é levantada porque deus resolveu criar 2 duas pessoas ao invés de ter criado 10 se a intenção dele que este plano de perfeição continuasse que esse mundo ainda não tocado nem na atingido pelo pecado continuasse porque então porque não tinha um número maior sabe vamos garantir agora esse plano porque se dois desses aí e rádio como aconteceu nós ainda temos oito para garantir o processo o exemplo é dado depois desse comentário eu acho também curioso o homem apresentado como uma espécie de quebra cabeça a idéia é exatamente essa eu aqui como um grande quebra-cabeça só que um quebra-cabeça incompleto por si só tendo todas as suas partes espalhadas e tendo em cada uma com cada um de vocês aqui uma parte desse quebra cabeça pra esse raciocínio o resultado é muito claro a perda de um implicado na perda de todos se um desses imóveis eu perco essa peça essa peça insubstituível você talvez poderia pensar mas como assim isso não faz sentido pra mim a realidade é que existem pessoas que desperta em você e sentimentos sensações que falam coisas sobre você que somente essa pessoa tem condição de fazer ea ideia muito clara a partir do momento que essa pessoa deixa de existir você perder uma parte tua eu deixar ele se vê no outro o retrato aqui de joão 9 é um é uma espécie de ensaio sobre a sua sobre a cegueira o evangelho todos aqui sendo retratados como os cegos ea seguir àquele apresentado justamente por isso pessoas que não conseguem ver o outro os discípulos ver um pecador os fariseus a mesma coisa [Música] e eu penso o quanto a realidade dessa verdade ela intacto o seu relacionamento com as demais pessoas hoje sabe existe algo que está além da restauração de uma visão existe algo que fala algo que transcende essa relação pessoas que estão chegando aquilo que está além talvez hoje na sua casa você talvez repensaria um pouco sobre aquilo que você está vendo se imagina quantos lares existem por aí hoje de esposas que não conseguem mais ver os seus maridos pra ela deixou de ser um homem agora é só um pecador e essa história vai se repetir também do lado oposto obviamente não precisamos nem pontuar aquilo que transforma as pessoas em menores é a maneira como nós nos classificamos [Música] é uma necessidade é uma necessidade muito latente esta tarde se apresentar sabe de se tornar disposto a verde se tornar disposto a enxergar o maior milagre narrado nesse evangelho a grande ênfase dada nesse evangelho não é alguém que recupera sua visão mas são mas a ênfase é que está em apresentar pessoas que têm dificuldade em ver a si mesmo de entender o com ela é dependente do outro e sabe o que significa isso daqui sabe que a nova semente ela representa hoje um lugar aonde esse senso de comunidade pode ser desenvolvido onde você onde você tem essa condição de olhar se de se completar através de outro eu gostaria de disfarce tentar apresentar pra você que existe um conforto que transcende essa idéia de um evento a ser solucionado [Música] existe um alento que alcançado a partir do momento que eu entendo essa minha necessidade de reconstrução e é uma reconstrução que depende exclusivamente do meu semelhante é uma grande oração se fazer num que deus nos ajude a fic deus nós já em chegar e pneus disso para ser restaurados a grande impossibilidade narrada nesse texto ela é resolvida ela é solucionada pela luz que pode proporcionar isso todos nós aqui [Música] que os teus olhos sempre atentos permanece e os teus o vieira estão sensíveis não me amor ah ae [Música] ae eu já tinha um short de troca é só [Música] vende hoje passar pode se sei que os meus olhos de deus [Música] - eu sou filho [Música] é esse o fashion show é at [Música] helsinque [Música] hoje assim ae [Música] [Aplausos] pode passar sim [Música] i e ii [Música] é se existe uma oração a ser feita esta manhã sábado essa oração deveria ser para que reúne alunos em cada lar representado que hoje que a capacidade de enxergar o outro seja uma realidade para cada um de nós que essa restauração seja plena incompletos bondoso deus nós te agradecemos pelas suas promessas para e pela certeza do escopo do cumprimento delas [Música] nós sabemos que temos experimentado as realidades nem sempre tão agradáveis que eu sei que para muitos aqui o quadro de uma impossibilidade algo real nós confiamos que o senhor é um deus que é que tem a provisão que tenha solução e é por isso que nós queremos pedir que atua pasmos a calma ea certeza da tua palavra nos traga essa tranquilidade [Música] é a verdade senhor a realidade a capacidade de poder ver o outro seja algo real e nossa vida temos uma peça especial sobre esta comunidade que a tua vontade seja cumprida neste lugar o que nós pedimos e oramos em nome de jesus [Música] ae [Música] op [Música] é [Música] é [Música]