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#218. Movimentos Hermenêuticos e Homiléticos | Parte 1

#218. Movimentos Hermenêuticos e Homiléticos | Parte 1




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

bom com vocês esse é o primeiro vídeo da
nossa consultoria online e eu queria
tratar a para começo de conversa sobre
os movimentos hermenêuticos e
homiléticos sim o expositor bíblico ele
necessita conhecer da história 10
milhões de cá e do desenvolvimento da
homilética que acompanha a história
hermenêutica para que ele possa a ser um
expositor que não tenha a não caia em
ciladas né como as às vezes a gente ver
muitos expositores cair em ciladas não
principalmente no momento das
implicações práticas de um sermão tá ok
então vamos lá movimentos hermenêuticos
e homiléticos o centro do debate a
a história 10 minutos quem homilética né
é gira em torno da seguinte pergunta é
possível recriar o contexto literário
original por trás de um texto essa é a
pergunta é porque quando você pega você
você me faz a leitura do texto você
explica o texto e você faz a ponte do
texto para a vida do ouvinte só que
quando você faz a ponte para o ouvinte é
essa ponte que nós chamamos de
hermenêutica ela atravessa um vários
fatores históricos e as escolas
hermenêuticas e homiléticos elas vão
discutir sobre isso ok então o primeiro
tópico é
e no desenvolvimento da reforma e no
período da ortodoxia nós tínhamos com o
foco nós temos como foco a a intenção
autoral do texto o segundo tópico é no
período moderno
e no desenvolvimento do período moderno
nós temos a questão histórica crítica
que desloca a compreensão do texto para
sua formação e história puramente não
considerando a afinco a intenção autoral
do texto então o segundo o deslocamento
ele começa a trabalhar a dizer a não
aceitar mais a autoridade do texto como
revelação divina e o terceiro período é
um período que nós intitulamos de
pós-moderno onde nós vamos identificar
as novas hermenêuticas que o foco se
desloca para o leitor ou ouvinte aqui no
período pós-moderno que é um período um
pouco indefinido ainda nós vamos ter o
abandono da intenção ao
a e do processo formativo do texto e
agora o foco começa a girar em torno da
interação do leitor do ouvinte com texto
eo leitor o ouvinte ele ganha mais força
para quem segue essa escola do que
necessariamente a própria intenção
autoral do texto então tá nós temos aí
então uma divisão simples e clara entre
sermão tradicional que é visto que nós
intitulamos basicamente uma escola
hermenêutica que busca a intenção
autoral do texto considerando autoridade
final em termos de fé e prática
considerando a inspiração considerando
esse texto como revelação e como
autoridade
e ontem e hoje ok o sermão
histórico-crítico
o que é o período do desenvolvimento da
teologia moderna onde o texto ele é
visto mais de modo crítico
desclassificando a autoridade do texto
em si e um sermão pós-moderno né é que
consideram ouvinte acima da intenção
autoral então esses 3 tipos de sermão
vão acompanhar o desenvolvimento das
escolas hermenêuticas e homiléticas
então nós temos desafios primeiro nós
temos uma interpretação tradicional e
ortodoxa ortodoxa que começa com a
bíblia com a palavra de deus e aplique
esse ensino na realidade contemporâneo
um ok o segundo modelo é um modelo tão
modelo mais de ortopraxis ia que começa
com os problemas reais em que as pessoas
enfrentam né então abordagem
contemporânea ela fácil perguntas a
partir da necessidade do ouvinte a
partir da narrativa do ouvinte e
terceiro lugar nós vamos ter mas você
tem que procurar procurar o equilíbrio e
aí no próximo vídeo eu vou falar sobre a
hermenêutica trinitariana e as os
benefícios dela para pregação expositiva
vou usar a vão use como base de uma
ponte de equilíbrio hermenêutico que vai
favorecer o expositor bíblico
é justamente para que ele possa ter
ferramentas no processo de leitura e
explicação e aplicação no mundo
pós-moderno então resumindo vamos lá nós
temos então a o centro do debate é é
possível recriar o contexto literário
original por trás de um texto
eu tô nós tivemos três períodos o
período da reforma ela falou que ia o
foco era a intenção autoral o no
desenvolvimento do período moderno nós
temos aí uns locamento para o texto
formação e história do ponto de vista
histórico crítico considerando a
autoridade final do texto considerando a
revelação desconsiderando a inspiração e
o período pós-moderno que vão se
instalando as novas hermenêuticas o foco
se desloca do lei do autor e do texto
para o leitor então a gente tem aqui uma
escola que abandona a intenção autoral
abandona o processo formativo do texto e
o foco passa a ser no ouvinte tá ok e
enfim daí nós extraímos
é a seguinte que a seguinte que as
seguintes questões o sermão tradicional
o sermão histórico crítico e o sermão
pós-moderno essas três classificações e
nós temos um desafio nós temos um sermão
tradicional e ortodoxo que contém as
bases para uma pregação expositiva e
reformada qual nós seguimos nós temos
uma interpretação prática que prevalece
nas escolas hermenêuticas atuais ok e
nós temos um desafio de ponto de
equilíbrio entre o sermão tradicional e
as reivindicações atuais trabalhar uma
hermenêutica trinitariana no contexto da
pregação do evangelho considerando a
intenção autoral do texto e considerando
as questões práticas que envolvem
e a pregação expositiva mas tudo isso
construído dentro de um contexto de
hermenêutica trinitariana bom eu sei que
essa primeira parte é um pouco complexa
mas essa todo expositor bíblico precisa
aprender a e a enfrentar esses desafios
que giram em torno da história da
hermenêutica e dos movimentos são
elétricos que vão acompanhar a
hermenêutica a história da hermenêutica
a dinâmica da hermenêutica tá bom fica
essa primeira dica e amanhã eu vou
trazer mais uma dica continuando a parte
2 sobre as escolas hermenêuticas e
homilética só um abraço tchau tchau