#218. Movimentos Hermenêuticos e Homiléticos | Parte 1
10/06/2020#218. Movimentos Hermenêuticos e Homiléticos | Parte 1
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
Legendas automáticas:
bom com vocês esse é o primeiro vídeo da nossa consultoria online e eu queria tratar a para começo de conversa sobre os movimentos hermenêuticos e homiléticos sim o expositor bíblico ele necessita conhecer da história 10 milhões de cá e do desenvolvimento da homilética que acompanha a história hermenêutica para que ele possa a ser um expositor que não tenha a não caia em ciladas né como as às vezes a gente ver muitos expositores cair em ciladas não principalmente no momento das implicações práticas de um sermão tá ok então vamos lá movimentos hermenêuticos e homiléticos o centro do debate a a história 10 minutos quem homilética né é gira em torno da seguinte pergunta é possível recriar o contexto literário original por trás de um texto essa é a pergunta é porque quando você pega você você me faz a leitura do texto você explica o texto e você faz a ponte do texto para a vida do ouvinte só que quando você faz a ponte para o ouvinte é essa ponte que nós chamamos de hermenêutica ela atravessa um vários fatores históricos e as escolas hermenêuticas e homiléticos elas vão discutir sobre isso ok então o primeiro tópico é e no desenvolvimento da reforma e no período da ortodoxia nós tínhamos com o foco nós temos como foco a a intenção autoral do texto o segundo tópico é no período moderno e no desenvolvimento do período moderno nós temos a questão histórica crítica que desloca a compreensão do texto para sua formação e história puramente não considerando a afinco a intenção autoral do texto então o segundo o deslocamento ele começa a trabalhar a dizer a não aceitar mais a autoridade do texto como revelação divina e o terceiro período é um período que nós intitulamos de pós-moderno onde nós vamos identificar as novas hermenêuticas que o foco se desloca para o leitor ou ouvinte aqui no período pós-moderno que é um período um pouco indefinido ainda nós vamos ter o abandono da intenção ao a e do processo formativo do texto e agora o foco começa a girar em torno da interação do leitor do ouvinte com texto eo leitor o ouvinte ele ganha mais força para quem segue essa escola do que necessariamente a própria intenção autoral do texto então tá nós temos aí então uma divisão simples e clara entre sermão tradicional que é visto que nós intitulamos basicamente uma escola hermenêutica que busca a intenção autoral do texto considerando autoridade final em termos de fé e prática considerando a inspiração considerando esse texto como revelação e como autoridade e ontem e hoje ok o sermão histórico-crítico o que é o período do desenvolvimento da teologia moderna onde o texto ele é visto mais de modo crítico desclassificando a autoridade do texto em si e um sermão pós-moderno né é que consideram ouvinte acima da intenção autoral então esses 3 tipos de sermão vão acompanhar o desenvolvimento das escolas hermenêuticas e homiléticas então nós temos desafios primeiro nós temos uma interpretação tradicional e ortodoxa ortodoxa que começa com a bíblia com a palavra de deus e aplique esse ensino na realidade contemporâneo um ok o segundo modelo é um modelo tão modelo mais de ortopraxis ia que começa com os problemas reais em que as pessoas enfrentam né então abordagem contemporânea ela fácil perguntas a partir da necessidade do ouvinte a partir da narrativa do ouvinte e terceiro lugar nós vamos ter mas você tem que procurar procurar o equilíbrio e aí no próximo vídeo eu vou falar sobre a hermenêutica trinitariana e as os benefícios dela para pregação expositiva vou usar a vão use como base de uma ponte de equilíbrio hermenêutico que vai favorecer o expositor bíblico é justamente para que ele possa ter ferramentas no processo de leitura e explicação e aplicação no mundo pós-moderno então resumindo vamos lá nós temos então a o centro do debate é é possível recriar o contexto literário original por trás de um texto eu tô nós tivemos três períodos o período da reforma ela falou que ia o foco era a intenção autoral o no desenvolvimento do período moderno nós temos aí uns locamento para o texto formação e história do ponto de vista histórico crítico considerando a autoridade final do texto considerando a revelação desconsiderando a inspiração e o período pós-moderno que vão se instalando as novas hermenêuticas o foco se desloca do lei do autor e do texto para o leitor então a gente tem aqui uma escola que abandona a intenção autoral abandona o processo formativo do texto e o foco passa a ser no ouvinte tá ok e enfim daí nós extraímos é a seguinte que a seguinte que as seguintes questões o sermão tradicional o sermão histórico crítico e o sermão pós-moderno essas três classificações e nós temos um desafio nós temos um sermão tradicional e ortodoxo que contém as bases para uma pregação expositiva e reformada qual nós seguimos nós temos uma interpretação prática que prevalece nas escolas hermenêuticas atuais ok e nós temos um desafio de ponto de equilíbrio entre o sermão tradicional e as reivindicações atuais trabalhar uma hermenêutica trinitariana no contexto da pregação do evangelho considerando a intenção autoral do texto e considerando as questões práticas que envolvem e a pregação expositiva mas tudo isso construído dentro de um contexto de hermenêutica trinitariana bom eu sei que essa primeira parte é um pouco complexa mas essa todo expositor bíblico precisa aprender a e a enfrentar esses desafios que giram em torno da história da hermenêutica e dos movimentos são elétricos que vão acompanhar a hermenêutica a história da hermenêutica a dinâmica da hermenêutica tá bom fica essa primeira dica e amanhã eu vou trazer mais uma dica continuando a parte 2 sobre as escolas hermenêuticas e homilética só um abraço tchau tchau