#219. Novas Hermenêuticas e a Nova Homilética.
11/06/2020#219. Novas Hermenêuticas e a Nova Homilética.
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
Legendas automáticas:
o olá tudo bem estamos de volta aqui mais uma live eu queria falar sobre as as novas vermelho neuróticas e a nova homilética é um tema muito complexo e eu quero trazer aqui com uma webster mologia de todo esse processo né que que são as novas hermenêuticas que que a nova homilética como é que o desenvolvimento histórico de tudo isso vamos lá não há como eu venho falado o centro do debate é acerca da seguinte pergunta é e é possível recriar o contexto literário original por trás de um texto bom oi vamos caminhar para entender tudo isso para a gente entender o que que são as novas hermenêuticas e o quê que é a nova homilética ok que a nova médica é uma vertente da homilética que teve influência na entendeu dica mas que não criou tanto mimo assim né é mas tem algumas influências nós vamos ver isso hoje vamos lá e após a reforma protestante no século 16 e o período do século 17 foi marcado por duas questões de um lado nós temos nós temos o pietismo a e do outro lado o racionalismo filosófico e teológico e dessas duas vertentes e nós temos um racionalismo que a gerou o racionalismo filosófico e teológico formaram as bases para o liberalismo do século 19 e século 20 ok e consequentemente paralelamente ao liberalismo teológico nós vamos encontrar o desenvolvimento kantiano da esfera interior que contra a punha o pensamento de descartes né sobre a mente e também o próprio crescimento do pensamento do chile mari vai mais alemão que advogava a uma tese do sentimento ao invés da razão ok então encheu a imagem nós temos e esse esse ponto a considerar com outra posição acho da imagem temos a teoria de henry que é movida por uma certa rejeição histórica e uma visão religiosa mais baseada na ética e moral do cristianismo bom a o ponto alto do contraponto acho aí marie é visto em harnack 1851 1930 que propósito um certo retorno a religião mas um retorno não necessariamente cristã é mas eu sei que tudo isso pode ser um embrulho para você mas aos poucos a gente vai concatenando as ideias e a partir deste lá imagem duas dois patos da fé se misturam entre uma discussão mais profunda que é o objetivismo eo subjetivismo da fé então e consequentemente com a sessão de barth e bultmann e nós temos um começo do surgimento da força do leitor ou do ouvinte em caso da pregação rodolfo buttman ele foi influenciado por heidegger e ele o rider gaim trouxe algumas alertas da importância do leitor oi ok ah então alerta eh eh acentuado através dos movimentos de criticismo literário filosófico e científico 1930/1960 nós vamos identificar nova crítica através de gamer e e ele o grande me pavimento de uma vez por todas essa mistura de objetivismo e subjetivismo o grande amém desenvolve o pensamento dele a partir de dill tem né e ryder ok bom não é não nega o neto o método objetivo de interpretação mas ele propõe que tal não pode recriar o significado pretendido pelo autor bom então história da hermenêutica história da pregação é uma história [Música] continuar onde fatos objetivos e fatos subjetivos estão sempre em discussão e o grande lema é uma pessoa um teórico que vai a de uma vez por todas vai pavimentar essa mistura e fatos objetivos e fatos subjetivos do qual a influência de gandhi em paralelamente nós temos teólogos que vão seguir o dobro última oi e aí vai gerar uma transição da escola hermenêutica do autor da intenção do autor mais enfática na reforma ea escola hermenêutica am2 texto puramente sem considerar a revelação dos movimentos modernistas de interpretação ir para a escola do leitor que é uma escola mais pós-moderna tá ok bom aí nós temos nesse movimento todo depois eu posso mandar um texto para vocês me comprometo a mandar um texto sobre isso eu não disse que eu preparei e são texto que faz parte dos meus estudos mestrado doutorado e tudo mas eu posso te mandar um pdf com esse texto que eu preparei a tem uma coisa muito importante que a gente precisa entender é que movimentos literários com uma nova crítica literária o que trouxe visões mais apuradas do estruturalismo pós-estruturalismo e ambientes de desconstrução e hotel do reader-response esse é esse movimento teve ganhou trouxe muita força para morte do próprio autor do texto né e ele se baseia na própria tese da morte de deus vista em mit 1844 1900 tá ok mas isso tomou mais força em 1960 ok desde dar é o pensador mais radical acerca dos das visões da nova crítica de henry daquele cara que propõe uma desconstrução total bom né tem um autor que eu indico para vocês se vocês quiserem ler que deu uma resposta conservadora e acadêmica fortíssima contra dr da própria mesma rose naquela obra a aquela obra dele pela editora vida acadêmica a uma intenção nesse texto né acho que o título é esse eu o título fugiu agora mas é a uma intenção nesse texto né então o título me parece aqui e fugiu mas é essa ideia esse livro eu li esse livro uma vez e fiz revisão é desse livro fiz fechamento e tudo lembro foi um livro que me ajudou demais é esse livro me ajudou demais bom então eu quebro o meu rússia vai combater essa essa desconstrução que o derrida propõe em relação a intenção do texto né eu dei da vai para o pou que é difícil e quase que impossível encontrar intenção autoral de um texto né propondo uma desconstrução total propondo um subjetivismo e relativismo total isso influencia a hermenêutica teológica isso influencia a as escolas de homilética tá ok 1970 e o leitor e as expectativas dele ganham um reforço através dos trabalhos de robert jauss da teoria do rui the response ok então a partir de tudo isso a gente vai identificando que a revolução copérnica de kant fica bem nítida né alberlab abelardo que foi o predecessor de kant no período da medieval já tinha demonstrado um subjetivismo em todas as suas doutrinas éticas e teológicas a sua doutrina da autonomia ética relaciona-se com a razão subjetiva bom essa nova crítica literária que influencia a a teologia influencia a as hermenêuticas teológicas que consequentemente vão influenciar as escolas homilética s' e outros mediadores torre cor é um ponto de mediação vai trabalhar as funções tanto do autor do texto e do leitor né os discípulos the witness tem o anthony thiselton e o kevin rose também vão responder a esses autores extremadas do subjetivismo o chamados pós-modernos da suspeita tá bom então e daí a gente consegue identificar o ambiente da nova o ambiente que nasce as novas hermenêuticas o que o modernismo é caracterizado os períodos mais áureos do modernismo modernismo nasce o pouco antes da reforma mas ele vai se desenvolvendo e vai cadenciando para um objetivismo puro e é isso a com esses movimentos que eu citei a tendência foi sair desse desse ambiente desse ambiente de objetivismo puro e passar para o ambiente de subjetivismo bem elevado com a nossa fé ela tem fatos objetivos fatos proposicionais mas a nossa fé tem fatos subjetivos agora a questão toda é como entender fatos subjetivos da fé e aí nós temos a teólogos como que é bem vamos ver que vão propor olha um retorno à teologia trinitariana ah então quer viu rose e outros são responsáveis por criarem escolas de mediação hermenêutica que considera a fé do ponto de vista objetivo e subjetivo mais usando o cânon usando o conjunto escriturístico como limite ok limite porque os fatos objetivos da nossa fé eles precisam de limites aí o que vamos é que escreve contra o o dr dar é o livro é um há um significado neste texto pronto fugiu a memória mais agora eu lembrei ok então o vamos você vai propor magnética trinitariana que trabalha a autor texto e leitor tendo como ponto de partida o conjunto canônico em ok e isso vai se diferenciar muito de uma hermenêutica cultural que a gente vê muito hoje né hermenêutica cultural que não leva em consideração a palavra de deus como autoridade final em termos de fé e prática bom é nesse ambiente que vai nascer a nova homilética ela nova homilética ela nasce no ambiente das novas vermelhas ok o ouvinte começa a ganhar força a partir da premissa de que as escrituras tem algo novo a dizer né nós temos aqui ter órgãos teóricos como david james 1969 e foi influenciado por fluxo ele ele o randolph james david jacques randolph ele cunhou o termo nova homilética massa nova homilética teve uma expansão com frete crack 1971 e passou por alguns refinamentos em david boutique e eugenie harvey ok então e para resumir eu sei que tudo que eu falei pode ser um bicho de sete cabeças para muitas pessoas e para resumir o que que nós temos que entender que na história da igreja fatos objetivos da fé o fato subjetivo da fé sempre foi uma grande tensão a entender essas duas questões da da história da igreja nós tivemos movimentos hermenêuticos ok como eu citei em outro vídeo movimento da intenção autoral o movimento do texto que não considera o texto em si como autoridade e o movimento do leitor ou do ouvinte que não não não consideram o texto como ponto final na vida do ouvinte dá uma nova meleca ela não construir uma história e uma escola consolidada ela é algo mais americano mas ela trouxe alguns ruídos para pregação é no brasil eu entendo que ela trouxe alguns ruídos indiretamente quais ruídos seriam esse bom a nova mulher que ela ela participa da ela acredita e não é que o ouvinte tem uma força maior no ato da pregação do texto escriturístico né e é como se fosse ela ela ela busca fatos hermenêuticos do tipo 1 o ouvinte ele tem narrativas é o que o narrativa do sofrimento narrativa da dor narrativa racial narrativas então a nova médica vai dizer que o ouvinte um problema do ouvinte e eu tenho que buscar no texto alguma coisa para responder o problema do ouvinte da forma como ele como ele quer a resposta então a gente tem aí a partir daí foram construídas várias teologias como teologia foram foram reforçadas no campo hermenêutico e trazido por campo homilético teologia feminista a teologia negra e a teologia gay é no sentido de que as narrativas de grupos minoritários devem ser colocado com mais força no ato da pregação bom isso é complicado porque porque a pregação do evangelho é uma meta-narrativa o que é superior todas as narrativas cristo é e ele tem um médico da nossa salvação e ele é o cristo que serve para o pobre para o rico para o negro para o branco para o homem para mulher ok então a gente sabe que tem problemas sim os nossos ouvintes tem dificuldades os nossos ouvintes tem problemas sim no momento que você vai trazer as implicações práticas de um texto você precisa considerar isso precisa mas com muito cuidado para que as narrativas dos ouvintes não se tornem o eixo principal da pregação o eixo principal da pregação é o evangelho de jesus cristo a ira e graça de deus na figura do sacrifício do cordeiro ah tá ok então a esse é o contexto da nova homilética nova médica vai vai pregar vai ensinar por exemplo que o ouvinte tem que construir a conclusão do sermão bom então isso aí contraria e a crença do sermão tradicional que você precisa buscar na intenção autoral do texto o sentido do texto para a vida do ouvinte tá ok então eu acho bem perigoso e tem tem empregadores que fazem isso que buscam no texto alguma coisa para se encaixar na realidade do 20 de empregador ou empregadores que faz isso de modo consciente academicamente tá ok e tem pregadores que fazem isso de forma inconsciente sem às vezes ter nenhum conhecimento acadêmico mas estão fazendo tudo isso aí oi gente esse tema o tema bem espinhoso mas eu não podia deixar de tratar disso no vídeo eu posso falar eu posso tratar disco em mais em outras circunstâncias mas é um tema necessário para quem quer a se dedicar bem na arte da pregação do evangelho de jesus cristo tá bom nós usamos compreender todos esses movimentos porque todos esses movimentos vão influenciar a os pastores pregadores teólogos e eu particularmente acredito na busca pela intenção autoral do texto é a autoridade final da palavra de deus em termos de fé e prática na inspiração das escrituras e vejo que para igreja do senhor jesus cristo e a nova moleque que ela é um pouco perigosa ela é muito assim como as novas vermelhas que as novas omelete a nova médica ela é perigosa para o povo de deus porque desonra a autoridade da palavra de deus infelizmente eu não consigo acreditar que a nova moleque que ela seja algo bom para a história da igreja eu é uma opinião pessoal tá ok eu prefiro ficar com a boa palavra de deus interpretada de modo trinitariano pregado levando em consideração a glória do pai revelada no filho e chegada que chegou até nós pelo poder do espírito santo de deus um abraço fique com deus se tiver alguma pergunta aí eu quero responder vamos lá eu quero responder alguma pergunta e deixa eu abrir aqui vou responder duas perguntas se tiver aí hoje eu empolguei e fiz hoje aí quatro vídeos né três três vídeos entende que a gente se empolga e ah tá se tiver alguma pergunta aí pode ser feita agora e eu encerro que eu ainda tenho um programa a vida reformada aqui da nossa igreja ok hum hum deixa eu colocar aqui no ah ah tá indicação de livros sobre o assunto olha o nosso nessa questão da nova homilética nós temos pouquíssimos materiais o que nós temos logicamente são os materiais dos dia de referenciais da área que o próprio fred craddock né tem o livro da vitrine do fred credo que que é o nome da nova homilética ok mas para você entender esse movimento tem livros por exemplo o ultimate que lá escreveu o pregação pela vida nova mas ele vai trazer alguns sites pequenos né coisa pouca ali não tem nada completo mas ele traz alguma coisinha né você vai pegar outros autores por exemplo o próprio kevin vamos ver no levar um significado desse texto ele vai trazer aspectos da nova hermenêutica tá ok e você vai ter e a outros autores como grande ausburn que vai tratar também vai fazer pequenas costuras né sobre a nova hermenêutica e tu tudo o que você precisa entender que a nova moleka nasci no ambiente de novas é neneu dicas então se você tiver acesso a bons livros de hermenêutica você vai compreender os movimentos de homilética porque são correlatos ok mais o fred credo porém não é o próprio livro do que além pregação grande obra não vai tratar disso quer viver hussein ao significado nesse texto e outros livros na área de nova médica são de autores americanos tá ok como eu jane loren e aí vai tá ok ver mais perguntas e aí se tiver mais uma pergunta pergunta eu paro e respondo g1 o christian ok maravilha gente não havendo mais perguntas opa oi fabiane marzano devo fazer a introdução ea repete aí que sumiu aqui deixa eu ver aqui o chat ok fabiano e masano devo fazer a introdução e conclusão a partir do texto é sim sim é a introdução eu sempre digo que a introdução nós precisamos buscar dentro da da ideia central do texto alguma ilustração que vai aguçar o ouvinte em relação aquilo que você pretende com seu sermão oque é conclusão a conclusão nada mais é do que as implicações práticas na conclusão o que nós precisamos trabalhar na conclusão que se refere as implicações práticas que alguns pregadores trazem ao longo do sermão e outros deixa para trazer só o final do sermão eu eu trago implicações desde o início do sermão mas quando eu chego no final eu capricho mais um pouco nas implicações práticas as implicações práticas dizem respeito à é um texto histórico-gramatical que do livro que você tá pregando e as implicações da perícope do texto da sessão que vocês fosse ok não você não vai criar material novo você não vai trazer novos textos você não vai fazer outra pregação na conclusão nas implicações práticas mas você vai fechar com a fazendo uma ponte do texto para o ouvinte isso é hermenêutico que você vai fazer a ponte do texto para ouvinte trabalhando a o que o texto diz a intenção do texto e do contexto do ouvinte você vai aplicar jogar o texto para o ouvinte e isso você tem que mostrar o contexto histório da martical ok isso quem dizer andreas kostenberger bom e você vai considerar as implicações práticas do texto propriamente dito presente você vai pregar em filipenses capítulo 4 versículo 10 ao 20 ok nas implicações práticas na conclusão você vai além de enumerar alguns pontos que dizem respeito a toda a carta você vai numerar alguns aspectos que dizem respeito ao texto em cima beleza há mais alguma pergunta ou responder mais uma mais uma pergunta aqui e se não tiver oi tá na introdução eu posso iniciar com contexto da passagem e a fabiane eu prefiro deixar o contexto da passagem para o momento da elucidação a introdução eu prefiro fazer um quebra-gelo do prefiro usar alguma ilustração algum fato que que vai se desdobrar através da ideia central do texto tá ok então a introdução é um momento onde você vai despertar a igreja de alguma forma acerca da ideia central do texto que você tem como objetivo expor naquele dia lá quando chegar no momento da elucidação do texto aí sim você é trabalho contexto da passagem contexto literário né o contexto gramatical e aí vai enéas silva os pregadores pentecostais e a maioria deles se utilizam da teologia narrativa g1 tá bom a teologia na rádio não entende muito essa pergunta porque quando a gente fala de narrativa primeira coisa que a gente usa compreender é que boa parte da palavra de deus ela é narrativa nós temos vários gêneros literário ok e o gênero narrativo ele ocupa um bom espaço em textos do antigo e do novo testamento eu não sei se é isso se você que você quis dizer ok eu não sei se é isso que você quis dizer a pergunta ficou eu não não consegui compreender a pergunta me perdoa aí nessa mas você pode ir me mandar no whatsapp depois da mesa eu vou colocar aqui o whatsapp tá ok é 9 colocar aqui 6198 5704 manda a sua dúvida para mim depois eu vou ter o prazer de te responder gente olha só se inscreva no nosso canal dê um like ative o sino academia dos pô e com ponto br temos a toma sesc mt maia jilton moraes russell chad e eu nos cursos de treinamento de empregadores se você quiser deixa o seu whatsapp aqui também porque nós estamos com lista de transmissão para 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