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Interpretação Bíblica – Aula 2 | Dilean Melo | IBNU

Interpretação Bíblica – Aula 2 | Dilean Melo | IBNU




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

e aí
oi boa tarde pessoal vamos começar então
a nossa aula de hoje hoje vamos começar
terminando a nossa pergunta que foi
feita na semana passada sobre a questão
do problema das várias interpretações o
problema aí de tantas diferenças que
existem na nas interpretações que que as
pessoas fazem de um mesmo texto né e
para isso até recomendo o uma um artigo
um texto que o saião escreveu depois eu
vou colocar o artigo a posso colocar
aqui para vocês a poderem ter acesso ao
artigo mas o saiu então ele mostra nesse
artigo a diferença que existe nas
diversas diversas formas as pessoas
criarem ou desenvolverem a sua
hermenêutica tá então ou até mesmo
melhor dizendo da forma de fazer a sua
teologia existe então a teologia bíblica
e
oi hoje a sistemática existe aí uma
certa diferença principalmente naquilo
que nós chamamos da fonte dos recursos
para se produzir a teologia tá então
dentro daquilo que nós chamamos de
teologia bíblica a teologia bíblica a
fonte para produção desse material é o
cânon das escrituras ou seja a própria
escritura em si aquilo que nossa
extraímos do texto bíblico já a teologia
sistemática
e ela também extrai as informações do
cânon mas não extrai somente do plano
ela extrai também da experiência pessoal
e também extrai da filosofia então com
isso você vai ter o que você vai ter
perspectivas diferentes na metodologia e
no recurso porque afinal de contas para
uma a para uma teologia que a teologia
bíblica ela vai usar somente o canon das
escrituras ea partir dele vai fazer a
sua exegese já para teologia sistemática
lá vai pegar o cano mas ela vai também
fazer um balanço entre o cano
e as experiências pessoais daquele que
está a fazendo a interpretação e início
você talvez já deve ter bastante
experiência já deve ter visto muitas
coisas acontecendo talvez até já deve
ter a participado de muitas conversas a
com pessoas onde muitas vezes você
apresenta até mesmo um texto apresenta
alguma coisa relacionada as escrituras e
aí a pessoa fala mais na minha
experiência isso não foi assim e toda
então todo em casamento o teu lógico que
essa pessoa ela vai abordar vai partir
da experiência que ela tem um
e eu também dos conceitos filosóficos e
os conceitos filosóficos ele se certa
forma caminharam junto com a
interpretação bíblica nós vemos por
exemplo e quando entre o racionalismo
você tem questões que vão estar ligadas
então a forma das pessoas fazerem
interpretação bíblica você tem também a
no iluminismo e assim por diante cada
nova forma das pessoas pensarem o a nova
abordagem né dentro do conceito
filosófico também você tinha novas
formas as pessoas chegarem ao texto ou
extrair em do texto uma percepção isso
porque porque dentro delas havia
pressupostos e já estavam enraizados
esses pressupostos faziam com que essas
pessoas adquirirem de certa forma uma
lente né o óculos próprio e fazia com
que a o texto adquiriste um certo
colorido o
é uma nova coloração diferente daquilo
que tem a coloração para uma outra
pessoa porque ela tem outros
pressupostos então a nessa situação de
criar a teologia e de criar então ah ah
o nosso desenvolvimento de pensamento
teológico nós vamos ter diferentes
interpretações mas nem sempre e até
mesmo é interessante você observar que
até em outros campos né você tem a
situações mais ou menos o o de certa
forma semelhante essa semana tava vendo
uma discussão a de um canal no upa na
pena a gente falar até de nomes de todos
tem mais um dos debatedores ele estava
falando nós dois estamos com os mesmos
fatos
e nas mãos não é nós dois olhamos para
aquilo que aquele em que aquele
governador né aquela pessoa de um outro
país anunciou a respeito do seu país do
seu estado
e nós olhamos para aquelas informações e
as informações são as mesmas mas a
partir dessas informações a minha
perspectiva é isso a sua perspectiva é y
isso porque se os fatos se as
informações que os números são
exatamente os mesmos é porque
internamente na pessoa a pressupostos
diferentes a perspectivas a visões
diferentes e estão enclausurados é a
foram a até mesmo ensinadas cravados no
coração daquelas pessoas provavelmente
aí talvez dá criancice desde a infância
e que fizeram né o mudaram a forma dessa
pessoa enxergar o mundo enxergar as
coisas
oi e a partir disso então tudo aquilo
que ela lê o que ela vê ao redor ela
faça interpretar a luz daquelas
informações
bom e no na sala o nosso estudo aqui o
que nós vamos fazer é olhar dentro da
perspectiva primeira dentro da
perspectiva da teologia bíblica o olhar
para o plano ou a essa tentativa de a
desenvolver uma interpretação
o que passa o seguinte que de certa
forma elimine ou busque ao máximo
eliminar as perspectivas particulares e
pessoais
o e busque ao máximo ao ao limite
daquilo que é possível fazermos aquilo
que conversamos na primeira aula que é
fazer o quê encontrar dentro dessa desse
relação à desse relacionamento autor e
destinatarios
e quais seriam as relações e melhores ou
o significado que a nell de pretensão
ali a entre esses 21
e aí dentro desse sentido a gente vai
perceber que parece que o texto ele
melhor se desenvolve você vai vai ter
por exemplo aquilo que as pessoas tentam
fazer hoje um diversos textos bíblicos
por exemplo quando as pessoas tentam de
mater as questões científicas né ou até
mesmo a nova tendência vamos dizer assim
o texto de gênesis capítulo primeiro né
e aí começa a se achar aí eu um monte de
problemas um monte de questões
relacionadas a isso e até algumas
pessoas começam a falar até sobre perder
a fé o texto está errado ou qualquer
coisa nesse sentido mas isso porque
porque o texto ele não conhece o
propósito cinco facebook isso tem um
propósito teológico
e quando nós olhamos a relação entre a
qual é o propósito pelo qual este
espírito daquele que está escrevendo
para quem está escrevendo e é exatamente
mostrar para aquele burro e depois de
ter vivido tantos anos a cativo no egito
e está ter sido apresentado a todos
aqueles diversos deuses dos egípcios
agora que eles tenham deus que eles vão
conhecer um nome desse deus eles vão
conhecer o poder de se deus então que
eles vão conhecer o deus deles então
agora esse preço vai fazer sentido e
esse texto então ele vai ter relação
direta entre o propósito pelo qual o
autor está escrevendo com os
destinatarios para quem ele está
escrevendo
eu disse então a gente tentar tirar esse
texto desse contexto me desse propósito
e tentar fazer ações mirabolantes com o
texto provavelmente a gente vai se
perder no meio do caminho e esse então é
a grande questão a gente precisa manter
o foco dentro do texto precisa manter o
contexto dentro do texto precisa manter
os aspectos do texto e aprender então a
cavocar a exatamente examinar esse texto
ea partir dele começar a extrair as
cinco as questões importantes para a
nossa vida os significados que nós
podemos ter para nossa vida para nossa
geração para nossa igreja hoje tá então
eu creio que a isso é aquilo que a gente
pode vamos assim encerrar a nossa aula
da semana passada explicando um pouco
melhor essa questão que foi levantada
e sobre o motivo de porque pessoas a
partir de um mesmo texto do começam a
fazer situações diferentes infelizmente
nós vemos hoje e eu espero a próxima
semana ou o mais rápido possível a gente
vá falar sobre algumas questões
gramaticais e sobre a ler o texto e isso
é bastante importante é bem famoso até
tem no youtube há um vídeo de uma pessoa
que há um tempo atrás começou a cometer
alguns atos totalmente errados e um
lugar e ele na verdade estava falando
que a bíblia estava ordenando até ele
cometeria ou a fazer aqueles atos e e no
final ele simplesmente estava lendo o
texto errado na questão gramatical em
português né então um texto que tinha um
assento ele tava lendo a palavra tem
acento e o dando a para o o significado
da palavra então
é que às vezes a gente precisa tomar
cuidado como várias questões uma delas é
começar até mesmo aprender a ler o texto
dentro das suas questões gramaticais
dentro daquilo que o texto ramon está se
propondo a dizer né hoje em dia acho que
uma das coisas que a gente às vezes até
dar risada mas demonstra uma situação
extremamente preocupante é quando a
gente vê aqueles cartazes né que ficam
fixados às vezes em lojas eo no cartaz
vem às vezes todas as informações né a
pessoa coloca ali o que ela está
vendendo o preço daquilo que ela está
vendendo a a hora daqui do daquilo que
vai sair o produto enfim aí a pessoa
para em frente ao cartaz ela olha que o
cartaz e
e a fica um tempo ali parada olhando
para o cartazes de certa forma lendo
aquilo que está escrito no cartaz aí
olha para a pessoa e diz qual o preço né
quanto vai ser o que horas vai sair qual
é o produto mesmo ela acabou de ler o
cartaz e ainda assim ela não consegue
interpretar né mas não consegue ainda
assim entender aquilo que ela acabou de
ler ela muitas vezes ela ainda precisa
fazer umas perguntas para outra pessoa
porque ela não conseguiu a fixar as
informações em si ou simplesmente porque
a cabeça dela não não não está
conseguindo guardar essas informações
então a gente tem que trabalhar bastante
esses esses conceitos e essas situações
dentro do nosso nosso estudo aqui da
interpretação bíblica
e agora continuando o estudo que nós
paramos na semana passada nós estamos
falando sobre alguns algumas questões
relacionadas a parte histórica da
interpretação bíblica e falamos sobre o
uso da alegoria e aí eu citei eu
mencionei o fato de origens né e ele era
um dos pais da igreja foi alguém que
trabalhou muito com essa questão da
alegoria e eu gostaria de apresentar
para vocês por exemplo alguns dos
exemplos dessa alegoria que origens
fazer veja só
em alguns deles parecem que até a gente
fala assim nossa mas isso aí parece que
faz sentido né a gente vai ver o quanto
a coisa vai ficando aberta né e vai
chegando alguns momentos que a gente
fica mais aonde essa pessoa vai chegar
né deixa aí por exemplo ele vai dizer
que a arca de noé simboliza a igreja e
noé simboliza cristo
e depois disso ele vai fazer uma
analogia sobre rebeca buscar água no
poço
oi e aí olhando para esse texto dessa
mulher que vai até o poço buscar água
para dar o de beber ali aos aos animais
e trazer água para família toda e
qualquer solução o qual que é a
interpretação de origem chega ele vai
dizer isso simboliza que devemos
recorrer todos os dias as escrituras
para ter um encontro com cristo afinal
cristo é a fonte de água viva e não veja
só quanta coisa vai ficando assim e como
é que você chega a essa conclusão a
partir de rebeca indo buscar água no
poço que é uma história a daquilo que
aconteceu no texto ali inclusive a
história que depois vai dar todo o
significado ali o servo de abraão
encontrar e tudo e toda essa situação
para que ela então vá
é para casar coisa agora veja só isso
nós temos bastante até mesmo acontecendo
ainda nos dias de hoje quando você bem
que às vezes parece que a pessoa fez uma
interpretação que as pessoas olham falou
assim mas como que essa pessoa chegou
nisso né porque talvez o texto nunca
realmente pode chegar nessa conclusão é
algo totalmente fora da curva né
totalmente fora de uma possibilidade
normal mas isso não fica só aí olha só
uma outra interpretação que o origins
vai trazer quando origenes começa a
falar sobre a entrada triunfal de cristo
e ali narrado nos evangelhos ele olha
para essa entrada e ele faz a seguinte
afirmação sobre o que que seria a
interpretação da entrada de jesus vai
ser e a jumenta simboliza o antigo
testamento cujo ventin o novo testamento
os dois apóstolos os aspectos moral e o
aspecto místico das escrituras como você
vê agora aqui a gente fez um negócio que
a gente foi totalmente aí o uma situação
totalmente fora do controle vamos dizer
assim né da onde ele vai a surgir com
essa interpretação a gente não não
existe uma uma
é uma regra eliminei eu tipo não é uma
regra de interpretação que consiga a
está ligada a esse tipo de situação
porque porque daí a pessoa vai fazer
aquilo que ela imaginar ali na hora o as
ligações que a pessoa quiser e com
certeza duas pessoas não vão chegar essa
mesma conclusão
e nós temos até mesmo alguns clássicos
dessa história da alegoria né os maiores
clássicos da história da alegorização é
alegoria que a motinho faz da parábola
do bom samaritano esse é bastante famosa
e é bastante interessante até mesmo
contexto santo agostinho vai dizer e o
viajante da parábola do bom samaritano
representava adão
e aí jerusalém que é a cidade de ônibus
ele saiu era a cidade celestial da qual
ele caiu já jericó ea cidade para onde
ele estava dirigindo então é um sequente
mortalidade por causa do pecado de adão
e os ladrões que a pegaram né então ali
adão no meio do caminho e então bateram
nele era o diabo e os seus anjos e essa
situação que o viajante que adão fica
essa condição de todo machucado e à
beira do caminho é a condição do homem
está reduzido por causa do pecado
e o sacerdote eo levita que passa e
olham aquele homem de lado é o
ministério ineficaz da antiga aliança
e já o samaritano que passa é claro que
então é isso aí vai ser visto a
hospedaria a qual o samaritano leva o
homem toda arrebentado para ficar ali
hospedado é a igreja e o hospedeiro
e para santo agostinho é paulo
é porque paulo e não qualquer um dos
outros apóstolos né porque porque paulo
mas enfim a é essa é a alegorização
entanto agostinho vai fazer dessa
parábola do bom samaritano que é muito
plástica em relação a essa situação
então alegorização ela vai fazer a
proposta da alegoria então é isso texto
tem esse seu sentido histórico mas o
sentido histórico ele não tem
importância pra gente porque ele só é o
ponto de partida para aquilo que é o
verdadeiro sentido é um cêntimo místico
né é um sentido espiritual está por trás
do texto e que eu preciso então a
adquirir eu preciso então descobrir
aquilo que realmente o texto quer
ensinar aquilo que o texto quer me
mostrar a mais que não está ali eu
preciso então conseguir descobrir
e também é feito de forma claro
espiritual
e caminhando um pouquinho mais a gente
vai chegar naquilo que nós chamamos a
reação a este movimento essa reação é
chamada de reação ante o que ana ou
reação ante o pena depende aí do livro
que você está usando e como é que a
e o autor ali ele vai trabalhar mas é
uma reação específica a essa
interpretação alegórica essa cidade a
cidade de antioquia da síria e ela ela a
os pais ali da igreja né os estudiosos
que estavam naquele lugar eles estimular
as pessoas a ter uma atenção muito
meticulosa alpes i
e a teodoro no ano 393 ele criou uma
obra que diferença há entre teoria e
alegoria onde teoria seria o sentido
autêntico do texto e contém metáforas e
afirmações explícitas mas é um sentido
normal do texto é aquele que o texto
realmente quer nos ensinar luciano viveu
aí entre o ano 240 até 312 ele foi de
certa forma aquilo que é chamado de um
elevador dessa escola de interpretação
ou seja dessa escola alguns chamam de
escola de interpretação literal ah mas
eu prefiro esse termo de escola de
interpretação normal do texto tá aqueles
que têm olhado para o texto percebido a
a linguagem percebido a as suas diversas
metáforas que médico e e todas as tipos
de figuras que o texto traz entendido
que o texto tem um sentido normal
bom e que esse sentido normal deve ser
buscado entendido e que esse sentido
normal ele é sim um sentido espiritual
porque ele é a palavra de deus e sendo a
palavra de deus ele revela a vontade do
próprio deus para que nós devamos
conheçamos a deus e possamos agradá-lo e
tudo aquilo que nós estivermos a fazer
despertarmos e enfim então nesse sentido
o texto já é isso ele pó pulseira a
palavra de deus então não há uma
necessidade de uma busca de um sentido
espiritual porque o texto é espiritual
porque ele é esse a palavra de deus
bom então essas pessoas elas entendiam
que a alegoria em sentido a vilma
alegoria em sentido literário mas não no
sentido de um youtube dinheiro benéfico
tá então o que que a escola de
alexandria ou aqueles outros pais faziam
com origem é que eles adotaram a
alegoria como um método de interpretação
e já os pais antioquenos eles adotaram
essa interpretação normal como método de
interpretação tá então a alegoria existe
como uma figura de linguagem final
existe a figura de linguagem alegórica
como uma parábola estendida nela é uma
alegoria o próprio texto de gálatas
paulo vai dizer olha isso que eu estou
falando a respeito dh é uma alegoria
então você tem sim a alegoria como
estilo literário mas não corro um método
de interpretação
oi e essa foi então a diferença e esses
a esses homens fizeram entre tirar a
situação de método hermenêutico método
de interpretação alegórico para
simplesmente um estilo um sentido
literário alegorio
e a interpretação normal do terço ela
vai ter ela vai respeitar o sentido do
texto e vai respeitar as figuras de
linguagem não é essa basicamente vai ser
a questão dessa reação ainda dentro dos
pais da igreja a a situação da
alegorização porém o que acontece
e aqui toda a história da igreja
principalmente da igreja medieval a
alegorização como método de
interpretação foi realmente aquilo que
foi usado como é aquilo que vigorou até
mesmo nos meios acadêmicos né então os
mais os pais da igreja mais comum eles
usavam o método de interpretação
alegórica não eram todos você sempre
tinha ali um outro que recusava usar
esse método e botava o que tinha ou
fazer a parte dessa escola de antioquia
mas a maior parte dos pais da igreja a
maior parte dos acadêmicos da era
medieval
e eles adotaram a escola a de
interpretação alegórica como o método
melhor de interpretação das escrituras
isso foi crescendo até chegar uma época
da história da igreja muito conhecida
por nós e que é extremamente importante
que é aquela que nós chamamos de época
dos reformadores então a época dos
reformadores foi uma época de resgate da
hermenêutica isso sem sombra de dúvida
mas podemos a falar que a reforma foi
também ou para não falar principalmente
né mas ela foi também
é um movimento hermenêutico ou seja o
movimento que estava preocupado com a
interpretação das escrituras
e por quê porque nós vamos ver dentro
dos reformadores entre muitas qualidades
que eles tinham uma delas era exatamente
o ponto que eles tinham em comum contra
a interpretação alegórica como método de
interpretação agora a época da reforma é
lá não acontece do nada você tem toda
uma situação tanto histórica acontecendo
e essa gente não vai abordar mas você
também tem uma um pano de fundo a
literário um pano de fundo filosófico
que está acontecendo você tem o período
da renascença arco orando dentro desse a
um pouco antes da reforma protestante e
o que que é renascença atrás a
renascença vai trazer para a literatura
um retorno
ah ah ah espacinho nos plásticos e eu
estudo das línguas e com isso houve um
retorno ao estudo do hebraico e do grego
dentro do ambiente acadêmico
eclesiásticos a igreja voltou a estudar
a palavra de deus no grego hebraico
e quanto é que é interessante que erasmo
um ano antes da reforma no ano de 1516
ele não essa sua edição do novo
testamento em grego e você vem então
esse pessoal todo a mergulhando no
estudo do novo testamento esse pessoal
aí está a vibrando com estudar o texto
grego e também o texto hebraico próprio
lutero foi a um estudioso do grego
hebraico e traduziu o texto bíblico do
do grego e do hebraico para o alemão
bom então você tem é essas pessoas esse
reformadores ávidos pelo estudo do texto
bíblico e não mais só o speedy em latim
e nem mesmo mais só o estudo da forma
como ele era passado ao longo da
história da igreja essas pessoas estão
revolucionando a sua forma de pensar e
elas estão mudando a sua estrutura de
pensamento a uma necessidade de voltar a
olhar para os textos bíblicos e estudar
esses textos bíblicos e é dentro desses
estudos que inclusive o próprio lutero
vai estudar a carta aos romanos vai
estudar os textos bíblicos e vai se
deparar com a fé cristã e vai se chocar
com a verdade do evangelho e com isso
vai começar o seu movimento de reforma
bom então zouk mesmo ele vai colocar no
seu livro aquele livro que nossa a
falamos na semana passada que o
movimento da reforma protestante sem
sombra de dúvida ele é sim um movimento
de reação contra o mau uso das
escrituras pela teologia medieval a ver
o que você já deve ter ouvido aquela
famosa
a frase né aquela famosa até brincadeira
que fala e a discussão era sobre quantos
anjos né dançavam ali na ponta de uma
agulha essa situação não tem aí muitas
questões um problema se ela realmente
nunca aconteceu mas nós temos e se vocês
quiserem depois eu posso te recomendar
alguns livros até um livro chamado
humanos tecnologia do novo testamento a
que o autor ele traz toda a história da
questão dos espíritos na do novo
testamento início ele traz bastante
informação principalmente de erasmo e do
tempo que erasmo passa em paris e das
discussões que erasmo presenciou ali em
paris a respeito das discussões
teológicas do tempo ali a ainda anterior
a renascença né e e toda aquela aquele
monte de coisa relacionada ao iluminismo
bom então você percebe o quanto um pouco
vazias eram as discussões teológicas
ligadas a essa parte da alegoria sol
então
de dentro de a definir essa questão toda
o que estava em jogo uma das questões
principais que está com jogo é que a
igreja ela é que detinha o poder a
respeito das estruturas então autoridade
estava nos líderes da igreja e não na
palavra de deus então eles é que diziam
o que o texto bíblico diz e não o texto
bíblico é que dizia para eles como eles
deveriam viver como eles deveriam se
portar e esse é um grande problema que
nós tínhamos né o que nós temos em
relação a essa era né esse tempo da
igreja primitiva
é a então lutero e vai ser o primeiro
grande reformador aí ele vai começar a
trabalhar ou lidar com esse problema e
como que ele vai começar a lidar com
isso a primeira coisa que ele vai fazer
é que ele vai romper com abordagem
alegórica e não só vai romper com ela
mas ele vai denunciar abordagem alegorio
olha só o que lutero vai dizer ele vai
dizer que alegorizar é manipular o texto
bíblico e aí nós temos então essa frase
a é uma frase muito forte de lutero
olá pessoal se alguém tiver alguma
pergunta você pode fazer pelo chat os
microfones estão todos fechados mas o
chato está aberto a então se você quiser
fazer alguma pergunta escreva essa
pergunta em um chat que ela vai aparecer
aqui para mim e aí eu vou poder ler a
sua pergunta e responder a sua pergunta
tá bom então essa é a grande questão
lutero agora então ele vai fazer isso
ele vai me bater ele vai ter exatamente
ir contra essa situação
ah tá dá alegorização e mais lutero vai
fazer até o útero vai criar basicamente
não é exatamente o criador agostinho já
já falava sobre isso pouco mas ele vai
dizer que o texto ele interpreta a si
mesmo qual é a ideia disso a ideia de
lutero é que toda vez que o cristão está
diante de um texto o que é um texto
obscuro ou um texto de difícil
interpretação a bíblia sempre tem um
outro texto que é mais claro a respeito
daquele assunto e esse preço então traz
luz sobre o texto mais escuro esse texto
mais claro deve ser o nosso ponto de
partida e a nossa a a nossa base para
podermos entender o texto mais difícil
o e nunca o contrário nunca o texto mais
difícil deve ser a fonte principal para
compreender a doutrina de algo que é
extremamente complicado porque o texto é
um texto a difícil de difícil
interpretação então sempre você deve
encontrar dentro de todos os popular da
palavra de deus onde a palavra de deus
também fala sobre aquele assunto e como
então nós podemos olhar para um terço
mais simples e que possa nos ajudar a
respeito disso para lutero
em qualquer cristão devoto pode entender
as escrituras isso é algo totalmente
novo principalmente naquela ela por quê
porque não era isso que era ensinado
pelo contrário a igreja é a detentora da
interpretação somente os oficiais da
igreja podem trazer a interpretação
correta a para o texto e ali o pessoal
então tem uma nova uma nova visão pera
aí rolo então a gente vai lidar com isso
lutero vai dizer não é desse jeito as
pessoas elas devem sim poder olhar para
o texto e entender aquilo que o texto a
está dizendo
vai deixar eu ver aqui parece que chegou
uma pergunta para ver se eu consigo
um chá pergunta aqui
como abrir o chat
e aí
ah não me enganei pelo menos aqui no
final mobilar ok onde a continuidade
então aqui temos o texto de calvino
ah ah tá ouvindo foi o outro reformador
que eu quero abordar aqui nesse tempo
ele foi um dos maiores intérpretes da
bíblia e isso não há dúvida tá a pesagem
de várias discussões aí eu várias
questões a respeito talvez do calvinismo
a não há dúvidas a respeito dessa
questão relacionada a calvino ea sua ao
seu amor a interpretação e até mesmo a
contribuição de calvino deu a a
interpretação das escrituras quando nós
olhamos por exemplo a para os livros de
calvino não só para as institutas da
religião cristã né mas quando olhamos
para os livros de uma forma geral a
e a nós temos toda essa nós vemos a
grandiosidade do trabalho de a lilo de
calvino
eu tô escrevendo aqui manus litologia o
novo testamento é o nome do livro
e a
e o
se alguém em chat perguntou sobre o nome
do livro o nome do livro é esse
manuscrito teologia do novo testamento
até correndo se ele tá fácil para mim
aqui a pegar na minha estante mas ele
não está se ele tivesse mais acessível
eu estendi a mão aqui para pegar depois
eu vejo de repente talvez não na hora da
semana que vem eu apresente para vocês o
que pode ser que talvez até ele não
esteja aqui esteja no meu escritório aí
eu eu trago para semana que vem e posso
até mostrar aí a capa para vocês é um
livro pequenininho não é um livro muito
grande
é mas vocês vão ver
e aí
oi rebeca rebeca eu tô tentando acessar
o chat do ebex aqui mas eu não tô
e eu tô até com chat aberto mas eu não
tô vendo vou dar um estoque série e
agora aqui ó
e agora eu tô vendo aqui agora eu tô
vendo aqui alguns algumas perguntas
deixa eu ver aqui tem um responder essas
perguntas aqui pergunta da rebeca a
pregação temática é correta mesmo que o
pregador real na textos que tenham a
mesma palavra mas que não se conecta em
contextualmente boa pergunta a rebeca
tá bom algumas pessoas são extremamente
defensores da pregação a pessoal né essa
pregação a principalmente a pregação
expositiva vamos dizer assim aquela que
as pessoas pregam o versículo por
versículo do texto eu vou dizer para
você que eu gosto dessa pregação também
a a igreja inclusive que eu pastoreava
antes de ir para hiberio nós temos esse
sistema de de pregação ah mas eu não
vejo problema algum na pregação temática
aí vem um por exemplo nós temos temas
estão temas a mensagens que nós usamos
porém o pastor quando está pregando um
tema ele deve se alterar o texto tá ele
deve se atirar o texto
ah e não ficar viajando do texto
primeira coisa ele precisa saber se
aquele texto né a realmente fala a
respeito daquilo essa também seja uma
primeira questão que ele precisa pensar
na city o texto está ligado aquilo
porque se não estiver ele vai ter aí o
grande problema ele vai ter um sério
problema a outra coisa que precisa estar
ligado f você tem uma correspondência
temática e não só uma uma
correspondência a de palavra né de
vernáculo porque isso é muito comum as
pessoas que pegam palavras como por
exemplo a palavra fogo né e aí então a
fazem todo mais um estudo ou a palavra
carne né e nem sempre da palavra carne
quer dizer a mesma coisa nem que seja
palavras fogo quer dizer a mesma coisa
oi e aí é claro se ela tiver pregando
tematicamente usar esses textos que o
tema dessas palavras não está conectado
realmente vai estar sendo um grande
problema porque você vai estar
totalmente fora do contexto e talvez uma
das frases mais conhecidas da
cristandade é que texto fora de contexto
vira pretexto né ouvir até energias
então a gente precisa tomar bastante
cuidado com essa questão sim tá precisa
se tomar muito cuidado com isso tá a
depois é colocado aqui a tradução para
esmola registrado no sermão do monte de
mateus 62 deve ser compreendida
literalmente
é uma boa pergunta também a gente pode
pensar no texto e vamos abrir aqui o
texto ea gente vai trabalhar aqui o
texto a de mateus capítulo 6 versículo 2
e o abrindo aqui a gente estar junto na
mesma referência mateus 62
e eu 621
e aí
o ok quando pois deres esmola não toques
a trombeta diante de ti como fazem os
hipócritas nas sinagogas e nas ruas para
serem glorificados pelos homens em
verdade vos digo que eles já receberam a
recompensa o que que prestar lidando
aqui o texto aqui está lidando com
alguma coisa bastante cultural da época
e com essa situação dos hipócritas que
davam esmola ea esmola aqui era a esmola
para dois meses vai falar sobre esmola o
cominho o coentro e de tantas outras
coisas tá e aqui o texto a ideia é de
dar esmola mesmo do star você levando
ali é só estão para outras pessoas só
que o texto aqui ele tá lidando com essa
questão de que a pessoa levava o qual o
objetivo o objetivo de trazer glória
para si mesmo né um objetivo de fazer um
espetáculo público né e essa que é a
questão ali do que o texto está querendo
a funcionar tá
eu vou voltar então aqui ao nosso texto
de
é de calvino ea gente vai dar então a
continuidade
e ao nosso estudo bom vamos lá ouvindo
então calvino foi um dos maiores
intérpretes da bíblia chovesse a
é só que tá mandando a as perguntas pelo
chat pode mandar o chat do youtube
também tá não tem problema tem aí ao
pessoal que tá conectado no youtube e
eles mandam as perguntas para mim é um
pode mandar pergunta também fica fique
tranquilo com isso
o pobre então foi um dos maiores
intérpretes das escrituras
e ele rejeitava também de uma forma
muito categórica a interpretação
alegórica tá ele era igual
é lutero nessa parte
se ele vir saltava e essa é uma um
acréscimo de lutero ou melhor de calvino
perdão a sua interpretação ou a chave da
sua interpretação ele ressaltava a
natureza cristológica dos textos ou seja
ele entendia que o textos deveriam ser
interpretados à luz de cristo né e
cristo era a grande chave interpretar
interpretativa na questão dessa situação
da dos terços e ele desenvolveu aquilo
que nós chamamos hoje de método
histórico-gramatical
g1
o uso ou não ser a
se você partes que você é isso
tá bom então é isso que o calvino vai
tentar aí trazer de novas questões o que
que significa esse método
histórico-gramatical o método
histórico-gramatical a proposta dele é o
que é que você para interpretar um texto
você precisa levar em consideração os
aspectos históricos do texto estou em
que estão relacionadas à cultura à a
sociologia política a economia ea todas
essas outras questões relacionadas então
a ao texto
oi e a gramática do texto dentro do
seminário nós damos mais a questão
gramatical relacionado aos textos gregos
grego hebraico aqui nós vamos lidar mais
com a questão do texto em português aí
vamos então mais para frente da algumas
informações bastante interessantes e
importantes que devem ser usadas
enquanto você está lendo o texto tá a
algumas coisas que nós precisamos nos
atentar por exemplo qual é dentro do
texto a sentença importante quais são
aquelas questões de orações coordenadas
eu sei que todo mundo lembra disso e ama
isso do seu tempo de escola de
portuguesa é eu sei que todo mundo tem
essa esse amor esse carinho gravado
dentro do seu coração sobre essas
questões mas tudo isso ajuda muito mesmo
quando a gente está entendendo o texto
porque no
o olhar o texto e compreender as
conexões que existem entre as orações do
texto isso realmente vai nos dar direção
para aquilo que nós estamos tentando ler
tá então a é basicamente início que a
gente vai tentar dar o nossa direção
dentro da nossa desde dentro da nossa
aula ou dentro dessa nossa questão que
nós estamos tentando desenvolver e como
então a gente faz essa esse
desenvolvimento o que a gente propõe
isso aí a primeira coisa que a gente
deve fazer então quando nós estamos
diante de um texto quer fazer a primeira
pergunta
o e ter isso em mente a primeira é quem
era o autor e os seus destinatários
de vez em sempre isso é tão fácil de
achar mas você pode e deve se você tem
essa possibilidade adquirir um livro de
repente de introdução ao antigo eo novo
testamento um livro que vá te ajudar a
identificar isso algumas bíblias né elas
trazem nós temos por exemplo a biblia
arqueológica né pela frente de várias
informações a respeito à de questões
ligadas à tanto autoria data
destinatarios exatamente traz muitas
informações a respeito de questões
geográficas culturais estão ligadas
dentro do texto nós temos bíblia de
estudo que trazem essas informações mas
temos livros específicos que discutem
essas questões inclusive em para a
inclusive trazem bastante
as ações não só sobre a eu altura x do
destinatário y mas principalmente sobre
como é que era essa conexão entre eles
né a por exemplo o que levou esse autor
a escrever qual o propósito e a tia será
que saltou recebeu alguma informação a
dos destinatarios para poder escrever
aquela casa nós vemos por exemplo alguns
textos como texto de primeira joão e ele
rapidamente nos dá informações s.a. essa
essa carta nos escrevo por causa disso
por causa daquilo por causa daqui do
outro e tal a no evangelho de joão lá no
finalzinho no capítulo 20 ele ele
escreve isso tudo eu escrevo para vocês
para que vocês leiam e tal mesmo assim
tem que ter alguns textos e o autor ele
inclusive já clara o seu propósito onde
você tá
se você tem uma declaração de propósito
para os destinatários olha pessoal eu tô
escrevendo isso aqui tudo para vocês por
causa disso em alguns outros momentos 20
precisa às vezes parece que vasculhar um
pouco mais né tentar identificar um
pouco melhor isso a gente vai ver isso
um pouco mais para frente e aí a gente
tem que se perguntar ou o filme
histórico e cultural do texto que
basicamente sobre essa questão do pano
de fundo histórico e cultural do preço é
inclusive aquilo que eu gostaria de dar
mais ênfase hoje não sei se a gente vai
conseguir chegar já são 5 e 6
ah ah mas qual é o filme histórico e
cultural o texto quais são os valores
históricos que tem hoje em dia nós temos
a às vezes duas percepções a respeito
disso ou se dá ênfase demasiada a
questão histórico-cultural do texto ou
se releva totalmente a questão
histórico-cultural do texto né e tem
aquelas pessoas que então ficam
defendendo o valor cultural de uma forma
extremamente demasiada ou até mesmo
falando não isso aqui só pode é para
aquela época por causa da questão a
cultural da época ou aqueles que já
falou não dá cultural tudo para a gente
precisa levar em consideração que se
encontrar um meio de campo a gente
precisa encontrar uma metodologia que
nos ajude a entender melhor isso aí e a
gente vai falar sobre isso falamos um
pouco já sobre isso com
a intenção do autor será que a gente
consegue encontrar isso dentro do texto
a e por último qual o significado do
texto para a igreja de hoje tá então
essas são algumas questões aí a gente
precisar lidar com isso a
e a gente tem alguma pergunta aqui um
pouco mais teológica não tem a ver
exatamente com a nossa questão eu vou
fazer o seguinte perguntas que não estão
ligados diretamente ao nosso tema a
gente vai deixar para responder mas no
fim do nosso do nosso
oi dona paula tá então pergunta ligadas
diretamente ao nosso tema a gente lhe a
gente lida já direto no no tema mesmo
perguntas que não estão ligadas
diretamente a nossa sempre senão a gente
vai perder muito tempo saindo do texto
do tema para caminhar dentro desses
assuntos partam sobre essa questão de
predestinação a gente vai a lidar depois
mas eles não tinham exatamente uma mesma
uma mesma ideia eles compartilhavam
algumas coisas inclusive lutero leu
partes das institutas ele não leu a
versão final mas e lineu parte das
institutas tá a da religião cristã
digital vi no eles tinham algumas coisas
e eles concordavam mas tinham
discordâncias também tá bom
é mas assim para explicar um pouco
melhor a gente pode fazer isso de
repente numa no outro horário tá a
e vamos vamos caminhar um pouquinho mais
aqui dentro do nosso o nosso assunto que
é a questão da interpretação e do cano
aqui o o melhor da de como a gente
continua desenvolvendo essa história
essa ideia e uma interpretação sadia
é uma das coisas que a gente precisa
levar bastante em conta quando nós
estamos falando sobre interpretação das
escrituras e eu falei um pouquinho para
vocês no começo da nossa aula que essa
ideia de fazer a teologia é lidar com
cano nas escrituras
e a e entendermos o porquê e como
acontece essa questão do cânon das
escrituras e por quê que isso é tão
importante porque é através do cânon das
escrituras e nós começamos a produzir a
nossa ao nosso pensar teológico né ela é
a fonte ela é o recurso que nós temos
para tudo aquilo que nós vamos fazer
agora o canal ele não foi pensado
simplesmente porque nós precisamos
pensar no plano canal ele existe porque
nós precisamos identificar quais são os
livros que realmente estão inspirados
livros o restos porque isso vai nos
ajudar a compreender com é a melhor
forma de vivermos a vida cristã
é porque se nós não soubermos quais são
os livros correto nós não soubermos qual
é o texto correto nós não vamos ter
corro a desenvolver bem a nossa própria
vida cristã porque nós vamos saber como
lidar com a vida cristã e esse é o
grande problema da igreja primitiva da
igreja estava ali começando porque a
e quando os apóstolos a não estavam
marcando os apóstolos já haviam morrido
a igreja precisou começar a lidar com
isso e agora que nós não temos mais
apóstolos nós precisamos combater os
falsos ensinos como nós vamos fazer isso
nós precisamos então saber quais são os
inscritos que realmente são autorizados
os escritos que realmente são a base do
nosso do nosso viver cristão
oi e aí então nós precisamos entender
essa questão para que nós possamos
desenvolver uma boa hermenêutica uma boa
interpretação da bíblia a e aí então
dois conceitos são bem importantes o
primeiro desses conceitos é o conter é o
conceito daquilo que é revelar o
conceito da revelação o que que é
revelado velado é tudo aquilo e deus
decidiu revelar que deus decidiu revelar
a si mesmo dentro daquele que nós
podemos conhecer dele daquele ele nos
revelar o seu caráter o seu propósito a
o seu plano e tudo isso nós podemos
conhecer através da palavra de deus
oi e o conceito da conspiração aqui na é
o processo que deus usou para comunicar
a sua mensagem por escrito através de
homens e ele escolheu e que então o
espírito ordenou todo esse trabalho
criação desenvolvimento desse texto a
para que esses textos eles
correspondessem exatamente aquilo que é
a vontade de deus a palavra de deus tá
então todo está essa ideia ou essa
situação que nós temos relacionada ao
cano ela é muito importante exatamente
porque ela vai nos trazer essa a essa
informação daquilo que é importante para
a gente lembrar sobre isso tá a
é a então essa que é bastante é nossa
questão
é uma pergunta aqui da rebeca que ela
fala sobre aplicação textual todo o
texto é cabível para adaptação numa
aplicação textual mais pessoal a gente
vai falar sobre isso rebeca a na questão
da de quando eu posso falar nos
principalmente sobre as questões
culturais tá agora você sabe que tem
peixes por exemplo quando o paulo vai
falar sobre a situação por exemplo traga
para mim a minha capa traga para mim mar
não é bem a gente fumar assim você tem
textos que você tem uma ação
extremamente particular né você tem
textos de deus falando diretamente com
uma pessoa né então esses textos são
peças muito particulares né então esses
textos eles não vão lidar com o contexto
mais geral a elenco ele ele é um texto
bem mais particular bem mais singular a
eu vou pensar como é que foi formado o
canon do antigo testamento o que não do
antigo testamento é dividido em três
partes tá e as partes da torá do rim e
do que tu vim ou seja a lei os profetas
e os escritos é dividido só nessas três
parque dom a nossa bíblia dividida entre
o pentateuco os livros históricos e
poéticos profetas maiores essas menores
para bíblia hebraica não tá é dividida
só nessas três partes o cano que nós
chamamos ficando com sua natal encha 24
livros isso porque ele juntava muitos
livros tá por exemplos de dos doze
profetas menores eles formam um livro só
então você não tem essa grande variedade
de eles são mais resumidos nessa
quantidade só é o mesmo conteúdo mas ele
não é dividido né livro de
e aqui a josé ele é um livro só é visto
como livros ó tá depois disso nós temos
o canal massorético esse já tem uns 39
minutos tá essa ideia de mas ouro é a
ideia de transmissão é quando então foi
transmitido o texto né foi colocado
então todos os finais de todas as outras
questões relacionadas ao texto esse
texto então já foi modificado a dentro
dessa situação inclusive foram colocadas
algumas novas a situações uma delas foi
dividido os textos né foram divididos os
a os livros é interessante para você ver
até mesma disposição que você tem dentro
do do texto massorético né você tem por
exemplo a ele é bem diferente do nosso
texto você vai ter por exemplo na no
texto massorético
e o texto de ruth ele vai ficar logo
depois do texto de provérbios a isso é
bem interessante porque ele ele parte de
uma de uma situação bem interessante
porque o hoax e vamos ver assim do livro
de rute é quando boate diz que ela é uma
mulher virtuosa ali no capítulo 3 é o
texto de provérbios termina com o
capítulo da mulher virtuosa de certa
forma ruth ele é uma exemplificação aí
dessa dessa questão de da mulher
virtuosa né então é interessante que
você pensar nessa nessa formação do
cânon né do antigo testamento do cânon
massorético
um porém você também também tem também a
se você ficou agita ou cê com a quinta
como alguns dizem ela é aquela chamada a
versão dos setenta tá existe aí um uma
série de lendas aos 70 ou 72 anciãos de
israel que foram trazidos alexandre para
traduzir o texto a tudo isso está
registrada na carta de aristeas a que
conta que esses anciãos terminaram em 72
dias uma dessas versões a tradução da
lei a produção do pentateuco a eles
foram separados em câmeras diferentes
individuais e eles então produziram a 72
versões exatamente idênticas e isso era
uma comprovação da inspiração divina do
texto
e não essa é essa questão que existe aí
mística por volta dessa da questão do
canon do antigo testamento algumas
questões são interessantes a o texto do
antigo testamento não termina a em
malaquias como o nosso mas termina em i
crônicas segunda crônicas é o último
livro do texto do antigo testamento e
jesus parece que ele compreende a isso
ou ele sabia dessa formação do ano
porque ele fita essa formação o olho faz
uma alusão pelo menos aí o texto de
lucas capítulo 11 quando ele disse que
de abel até zacarias os profetas né do
primeiro até o martírio esses zacarias
zacarias filho de jeoiada cuja história
do martírio dele tá narrado lá em
segunda crônicas capítulo 24 né então
e aqui jesus conhecia essa formação ou
pelo menos tinha a algum tipo de
entendimento a respeito dessa situação
tá
ah ah então você tem essa formação de
ficando do antigo testamento e essa
forma como ele chega até nós
e esse cano ele era bastante defendido
tá pelo pelos judeus você tem aí uma
situação de flávio nilsef e diz que não
temos dezenas de milhares de livros em
desarmonia e com y mas só 22 aí ele
defendendo o plano consonantal contendo
o registro de toda a história os quais
conforme se crê um justiça são divinos a
então você percebe aí essa essa ideia né
de que os judeus eles tinham aí essa a
essa visão de que o texto né do antigo
testamento era assim um terço do divino
é do texto inspirado a você vê isso
também nos próprios textos do novo
testamento quanto os apóstolos citam os
textos do antigo testamento a quando nós
falamos sobre
e do novo testamento nós partimos da
formação do cano tá primeiro você tem o
uso do antigo testamento a igreja usava
o antigo testamento enquanto os
apóstolos estão escrevendo o texto do
novo testamento principalmente em
resposta né a aquilo que as igrejas
estão vivendo estão passando naquele
período tá
bom e isso é muito importante porque
esse tempo vai ser o tempo da
consolidação a desse texto né então esse
tempo vai ser o tempo tá criação do
texto do novo testamento depois disso
nós temos o período de circulação desse
texto é um período em que as cartas os
evangelhos na e todos os textos do novo
testamento eles vão circular entre as
igrejas e vão passar a ser conhecidos
por todas as igrejas de todos os lugares
ásia europa a o povo a que mais o egito
copos a né da costa um povo mais ali do
lado
é a do norte da áfrica então você tem
toda essa região onde você tem a igreja
recebendo o textos e fazendo esses
textos circularem né e recebendo os
textos identificando esses textos como
textos dos apóstolos textos inspirados
textos sagrados né depois disso você vai
ter o tempo dos pais da igreja nesse
tempo é muito importante para a formação
do cano porque porque os pais da igreja
eles não vão se considerar como a
apóstolos nem como alguém inspirado pelo
espírito santo mas eles vão escrever
também para as igrejas e nas suas cartas
eles vão citar os textos apostólicos
então eles vão dizer olha conforme o
apóstolo joão escreveu
é uma carta conforme paulo escreveu na
carta que ele envia aos romanos conforme
então ele vai esses pais da igreja eles
vão comentar todo esse essa variedade de
cartas que estavam circulando e eles
então nas suas cartas eles vão citar
essas cartas citar o autor dessa carta e
muitas vezes ficam também o destinatário
da carta então com isso você começa a
ter toda essa informação extremamente
importante
e até que nós chegamos aquilo que é
chamado de um fechamento do ano os
filhos tudo isso é muito importante
porque você tem essa história
acontecendo desde o período apostólico
onde o próprio lucas e joão mencionam e
haviam testemunhas oculares né pessoas
que viram e ouviram jesus joão mesmo
disse que ele é um desses viu ouviu
jesus você tem
e a depois o período de circulação onde
eles estão escrevendo os períodos os
pais da igreja onde pessoas já começam a
se preocupar com essa questão do cânon
você tem por exemplo do ano 180 da era
cristã aquilo que é chamado dano moral
torian num fragmento e foi encontrado e
já traz nesse fragmento a uma lista do
dos livros que a igreja entendia o mundo
livros inspirados e interessante que
nesse nesse cana não só quatro livros a
do nosso texto não consta naquele
naquele naquele cano tá só de quatro
livros diferentes então a você vê que a
igreja já estava pensando e tendo
problemas com isso porque a igreja
queria viver de acordo com
a deus e ela sabia que para isso ela
precisava saber qual é o texto correto
para se fundamentar depois disso a era
dos dos concílios você vai ter a
principalmente no ano 397 é o mais
importante que é o concílio de cartago
onde alto fechamento final e oficial do
cano você tem vários outros a eu não
sendo formados tentando de origem do ano
de 11 zébio a enfim várias cão de
marcião mais a em 397 no concílio de
cartago é que realmente ano ele é
fechado da forma como nós vemos agora o
que acontece principalmente com aquilo
que nós chamamos de os livros apócrifos
igreja pensou sobre isso ao longo da sua
história
e olha só que interessante você tem
atanásio no ano 296 ali 1296 a343
desenvolvendo três categorias para isso
primeiro ele fala que existem os livros
canônicos os livros edificantes e os
livros apócrifos os livros apócrifos é a
que são aqueles vídeos que a igreja não
pode ler não pode não ter nenhum tipo de
contato pois ele entende que alguns
livros apesar de não serem anônimos eles
podem servir para a edificação da igreja
eles trazem algum tipo de informação
para igreja e esses livros ele disse que
era um livro de sabedoria de salomão
é bem tirar judite tobias e o dia da que
tá então esses livros esses cinco livros
atanásio disse e apesar de não terem
inspirados eles eram irmãos edificantes
já chegou então o outro personagem da
história da igreja é chamado fino e
viveu entre 340 e 5410 e pegou aquilo
que atanásio chamou de livros
edificantes e chamou de livros
eclesiásticos mas fasicamente continuou
com a mesma ideia ele disse que era um
livros que deveriam ser lidos na
congregação deveriam ser lidos na igreja
tá por isso que inclusive ele também
reconhece que não são livros canônicos
ou seja não são livros inspirados mais
que são livros que devem ser em fazer
parte da eclesiologia do momento da
igreja
é mas jerônimo chega e termina com essa
festa
o jerônimo que a viveu dos anos 340 ao
ano 420 pega aquilo que atanásio chamou
de edificante e rufino chamou de
eclesiástico asiáticos tá e coloca todos
eles como livros apócrifos e aí então
esse na externa né toda essa situação de
todos os livros não devem ser usados na
igreja eles são livros não inspirados na
igreja somente os livros inspirados é
que devem fazer parte do mundo e do
momento de a eclesiástico mesmo do
momento de inspiração e dedicação dos
membros da igreja
e aí
[Música]