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Racismo e Injustiça | com Luiz Sayão, Dilean Melo, Anderson Yan e Jeferson Chagas | IBNU

Racismo e Injustiça | com Luiz Sayão, Dilean Melo, Anderson Yan e Jeferson Chagas | IBNU




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

e aí
é muito boa noite estamos aqui na ibm
iniciando a nossa live tão importante
nesta noite sobre racismo e injustiça aí
bem um fio uma comunidade saudável para
uma cidade de um brasil mundo melhor e
que sempre está discutindo a questões
pertinentes à nossa realidade como gente
que faz parte da comunidade do contexto
social e enxerga a sua caminhada a luz
das orientações que a gente tem na
proposta das escrituras na proposta de
jesus de nazaré e nessa noite nós
estamos muito contentes e felizes temos
alguns convidados especiais que estão
conosco e eles vão fazer parte da nossa
live começando aqui inicialmente
apresentando o nosso querido
e eles são pagas jefferson está
directamente de lisboa e portugal
jefferson doutora phd engenharia
pega-pega de também em estudos
teológicos voltados para compreensão do
islamismo no salt western baptist
theological seminary nos estados unidos
jefferson boa noite um prazer muito
grande ter você com a gente aqui já já
você vai ter a palavra aí para
cumprimentar todo mundo a e também temos
conosco aqui o nosso amigo anderson aí
anderson é que a está terminando seu
doutorado o senhor pega de estudos
bíblicos na área de antigo testamento no
king's college na inglaterra o anderson
tem informação inicial né na área de
administração hoteleira aí também é um
dos nossos convidados especiais desta
e discutirmos esse tema que é pertinente
a nossa realidade social e também
conosco aqui pastor me professor a de
leandro de leandro mello ele é diretor
do seminário batista do litoral né
ligada aqui associação batista ali a com
a sua formação em teologia pelo
seminário bíblico palavra da vida aí
hoje está também fazendo seu mestrado
ligada ao salvo western teológico bfc
minério muito boa noite a todos e eu
começaria aí pedindo uma palavra de
saudação primeiro do jefferson depois do
anderson e demian depois falando também
que ele representa também um uma um
grupo específico dentro da e beryl nessa
noite boa noite jefferson
oi boa noite boa noite a todos da
família e benil ea todos que estão
assistindo a gente é um prazer tá aqui e
com certeza esse assunto é uma de uma
relevância muito grande né então estou
muito feliz aí obrigado pelo pelo
convite aí ó
oi anderson boa noite todo mundo eu
agradeço o convite bom rever o saião
depois de tantos anos boa noite pessoal
da e bill e para todos os ouvintes para
discutir ser tema muito importante para
rever o levante para nossa fé
é muito bem boa noite de leandro boa
noite boa noite saiam jefferson anderson
boa noite todos vocês estão nos ouvindo
eu representa aqui hoje o ministério
integre que é o ministério dos jovens da
renew que está fazendo parte dessa live
hoje vamos estão interagindo com os
nossos convidados fazendo as perguntas e
você pode então participar das alarme de
uma forma bem ativa ou seja você pode
nos enviar as perguntas pelo chat do
nosso da nossa live então aqui no nosso
youtube você envia as perguntas a
respeito desse tema que nós vamos
participar na partilhar essas perguntas
com jefferson com o anderson para que
eles possam então responder a sua
pergunta aqui ao vivo então essa nossa
parte aqui do ministério entregue e
também vamos aqui participar desse tempo
se saiam muito bem a excelente e dizendo
a todos também que não apoio direto aí a
temos a suzy lee e o jônatas rio de
janeiro que estão a não apoio da nossa
transmissão e acompanhamento da nossa
lagrimas muito bem olha essa questão é
do racismo é um tema absolutamente
significativo e pertinente que na
verdade eu tenho uma história muito
longa e recentemente por causa de
acontecimentos que se deram nos estados
unidos ganhou uma repercussão mundial e
a gente tem visto e acompanhado esse
cenário em diversas situações né e de
fato nós temos o problema de minorias
discriminadas tratadas de maneira
diferente problemas de conflitos até
mesmo étnicos isso não é uma realidade
somente brasileiro mas acontece né em
vários lugares
o que conhece aí né sabe muito bem como
isso funciona eu acho muito importante
até com a gente os nossos convidados
hoje porque que o jefferson não tem
experiência de ter morado na ásia é
entanto no contexto de falar mandarim
como no contexto de falar ah demorou
também na áfrica morou nos estados
unidos o jefferson tem uma experiência
muito significativa o anderson também é
de uma família de descendentes de
imigrantes né que vem do contexto de
fala mandarim taiwanesa e que mora
somente na inglaterra inglaterra não faz
tanto tempo um brasileiro foi confundido
lá com uma outra pessoa né jean charles
de menezes e acabou falecendo é no
episódio muito triste e portanto o
assunto é assim mas vamos lá a jefferson
só tem um problema eu converso com
algumas pessoas e quando a gente trata
do tema do racismo inclusive alguns
grupos diz assim ah esse negócio é muito
mimimi o negócio não é bem assim não o
pessoal fica
a 12 negócio porque não existe racismo
né existe talvez uma pessoa é outra
assim tá na cabeça da pessoa que se
sente ofendida né e como é que é você é
enxerga isso dessa maneira racismo é uma
realidade da sociedade por exemplo
brasileira e até europeia e americana
que que você pode dizer para os nossos
participantes aí que estão em sintonia
com a gente
o amor novamente boa noite delma
realidade isso aí ó lá o racismo ele ele
é real é nós observamos é as pessoas
hoje no brasil é tem uma dentro dessa
equação a classe social não tem como não
né não está presente nessa nessa equação
mas é uma grande realidade hoje o que a
gente vê é dentro do do eu passei algum
tempo nos estados unidos e e aí você
nota a própria história vive no texas
você nossa própria história né dele não
faz muito tempo né em que as pessoas
estavam ali com a bíblia aberta numa mão
e chicote e o chicote no outro né é e
até hoje quando você ver muitas
situações da polícia esses dias mesmo eu
vi um vídeo de uma
o jonson de um negro americano ele
estava parado no local que talvez causar
se alguma dúvida próximo a um bar se não
me engano e uma uma danceteria alguma
coisa assim chegaram três policiais e
prenderam ele e aí pediram o documento
eles são extremamente agressivos e
quando um dos policiais né caucasiana
branco pegou o documento ele na hora a
reação dele foi é se estamos com
problema porque o rapaz ele era do sbi
né e aí ele chegou e pediu nela por
favor você pede perto dos eu quero sou
documentos o documento a forma que vocês
fizerem não é a forma correta e os seus
superior a superior chegou e né então
foi um negócio bem constrangedor e ele
estava simplesmente sentado talvez
aguardando alguém né ele foi abordado de
uma forma uma
eu quero fazer independente da raça né
da pessoa então é uma realidade lá é uma
realidade no brasil também a gente tem
visto muitas muitos casos de racismo nos
últimos anos agora o que a gente vê
saiam é que existe uma polarização
também existe um uma um exagero o
relação a essas políticas extremas né
que aí é uma coisa que eu tenho
dificuldade né gente vai falar mais
tarde mas às vezes eu eu lembro que eu
sou da época eu estudei numa escola do
estado né primeiro a minha escola e os
de na escola na escola do estado né e
até 8ª série naquela época nós não
tínhamos alguns problemas como tem hoje
né as pessoas brincavam falavam e não
tinha esse tom tão como tá hoje né mas
eu me lembro que eu sou chamar vou o
cabelo de fogo né quando alguém era
ruivo né aí a pessoa assim ou negão né
na forma eu
o pai me chamava se meu pai me chamava
ou amigão tudo bom como é que você tá eu
chamo meu irmão assim hoje parece que se
você fala isso já gera todo um
extremismo também e que você já tem essa
dificuldade os trapalhões por exemplo se
não tava vendo os pedaços dos trapalhões
que há remédio alcinha eu mussum o
mussum tava com pé de pato lá e o e o
dedé foi brincar com ele né isso aí é
algo que não é nenhum conteúdo de
racismo mais hoje a turma da polarização
também pega essas coisas aí então você
tem eu não sei se lhes tópico né mas eu
lamento muito que algumas coisas hoje
entrou por um expõe o extremismo também
né mas mas também eu entendo o grito eu
entendo o grito do negro eu só não
consigo entender essas questões né de
extremismo né mas a necessidade sim te
levantar o tema ea gente vai para isso
muito bem muito obrigado pela sua
a separação anderson tem gente que acha
que racismo é uma coisa exclusivo né do
contexto a dos negros ou como se diz nos
estados unidos e afro-americanos você
concorda que existe racismo será que
racismo acontece em gente com gente que
vem do contexto asiático que não está
dentro do perfil né caucasiano o branco
europeu que que você pode nos dizer
e obrigado senhor eu acho que
e não dá para comparar né colocar nas
mesmas proporções né com o que aconteceu
na história do brasil nos estados unidos
né mas tem sim pessoalmente agora em
tempo de pandemia né com pessoal
asiático né sair do muitas vezes atacado
aqui eu não tive tanto esse problema sei
lá mas eu percebo assim muito conhecidos
nos estados unidos que tem sofrido esses
ataques né anderson o anderson falando
isso aí eu lembrei eu tava fazendo uma
pesquisa lá nos estados unidos sobre as
primeiras as primeiras ondas né de
imigrantes chineses estaria aula sobre
isso acabei esquecendo isso fala sobre
isso que é legal então importante muito
o fisco né os primeiros imigrantes
chineses eles não tinham autorização
para trazer suas esposas na eles tinham
que é praticamente um trabalho quase que
escravo né para construir a estrada de
ferro lá nos estados unidos então tinha
até um nome né que eles chamavam de pele
amarela né o pessoal tinha é aquela
região de são francisco era bem forte
também né e aí surgiu o pai natal
naquela região também é eu uma coisa que
eu tenho lembro eu vi algumas fotos na
pesquisa que eu tava fazendo do locais
assim muito claro os restaurantes locais
proibida a entrada de chineses né era
proibido e outra coisa que eu tenho
disso aqui em portugal saiam a os
restaurantes chineses né agora que abriu
um pouquinho mais aqui então toda semana
a gente vai no no restaurante chinês é
anti gosta muito da comida chinesa e se
gostaram então vazios né então hoje
e ele ele as pessoas acham que todos
chinês hoje tem o triângulo colônia de
de corona do vírus não potencial
propagador de vírus né eu lembro quando
eu acho que eu não lembro assim a idade
certa sem mas acho que era mais ou menos
uma faixa dos 8 anos né eu eu também fui
numa estudei numa escola pública né e a
professora chegou falou assim ah chinês
come cachorro né então eu tinha aquelas
piadas ali já vou sair do zap e
bom então é interessante é observar isso
né porque eu achei eu poderia dizer o
seguinte que eu tenho uma certa
facilidade de observar isso de perto por
duas razões uma porque eu sempre tive um
contato próximo tanto com negros como
com a pessoas de origem asiática e as
pessoas se sentiram a liberdade de falar
absurdos para mim né então me lembro do
ditados assim absurda e pegou no caso do
oriental ninguém faz distinção entre
chinês japonês coreano taiwan anéis para
todos todo mundo é um tipo de japonês
diferente né eu eu ouvi frases assim
horríveis né eu vi frases horríveis
sobre árabes ouvir frases horríveis
sobretudo deus sobre negro negro é sujo
o nego inferior ele tem que realmente
apanhar porque é um povo desse jeito o
judeu é bandido ele tá roubando todo
mundo árabe se ele vai
em vista a o chinês e japonês o que eu
vi seguinte ou você mata ele antes ou
eles matam você porque é um povo
traiçoeiro e perverso então eu queria
dizer isso com bastante clareza porque
eu encontro eu sei que existe como
jefferson mencionou aí um pouco de uma
reação extrema que tem um encaminhamento
político diferente né mas eu
experimentei de perto e vídeo perto
situações realmente absurda aí eu também
morei nos estados unidos e eu percebi
muito claramente assim eu como tem um
biotipo mais sem perfil europeu
raramente eu fui parado de fingir o
documento ouvir qualquer coisa né e as
pessoas que fazer um parque da nossa
comunidade que não tinha esse perfil com
frequência estavam quase toda semana
enfrentando aí uma arrumar uma série de
perguntas indevidas né mas vamos lá
e tem uma pergunta uma colocação para os
nossos entrevistados dessa noite a tem
sim temos aí pessoas colocando aqui no
chat né do nosso youtube inclusive
leonardo ele colocou aqui uma e colocou
um testemunho dele aqui de uma vez que
ele foi buscar a mãe na igreja com um
amigo que era negro e sofreu situações
com essa foi parado numa blitz e o amigo
dele teve que prestar aí documentos e o
guarda nem sequer pediu a documentação
dele então a gente vê essa situação aí
na qual jefferson e o anderson falaram
que assim e se a essa situação de
racismo e o quanto ele é evidente né
agora a versão uma pergunta que foi
feita aqui inclusive por um jovem daí
benil é como identificar de uma forma
talvez melhor o mais precisa ao e você
até chegou a mencionar um pouco aí
e aí essa identificação do o que é um
racismo real e o que que é o mimir né o
que que é essa vitimização então como
você poder falar um pouquinho sobre isso
a foi um jovem da nossa igreja aqui que
fez essa pergunta
da série existe bom quando eu na verdade
o guilherme eu quando o saião ele ele
fez o convite para participar dessa
dessa conversa eu logo aceitei porque eu
vi a relevância muito eu vejo que é
importante demais isso é mas eu fiquei
fazendo uma uma retrospectiva de algumas
coisas que na na minha caminhada é
porque eu vejo interior de são paulo
sempre fui de estudar de ambiente de
faculdade e eu não era muito de sair
assim né na verdade eu não tenho eu não
tenho uma história de da polícia teme
parado é nada assim muito claro muito
muito visível é com relação à racismo e
os que eu senti
é aquela situação constrangedora mais ao
mesmo tempo eu não sei se isso é melhor
do que eu porque não sei porque as vezes
que acontece você eu já vi o ambiente às
vezes muda porque a eu tenho eu tenho
vendo uma estrutura educacional né de
formação acadêmica dois mestrados dois
pegada vezes duas graduações tal e aí eu
já observei às vezes dependendo do lugar
que a gente vai você chegar eles estão
esperando até alguém aí especialista não
sei do quê né como que saiu diz o rei da
cocada chegando daqui a pouco chega o
negão né chega o negão ali totalmente eu
posso ficar aqui um pouco até alguma
coisa que não bateu não deu certo aí com
o roteiro de alguma coisa você nossa é a
pessoa dar uma disfarçada né e isso isso
não é menina né isso não é em mim não
isso aí isso é realidade né assim é
óbvio que não
o ferro pelo fato de ter titulação de
ter não sei que né aí já muda né aquela
como você na hora que a pessoa deu uma
uma mancada sabe se você lançar a bola
para o ponto esquerdo ele vai correndo
daqui a pouco ele daquela sentido assim
não não depois ele volta de novo não
recuperou e daquela recuperada porque
ele não quer sair porque a chance dele
aí o cara dá uma desculpinha mas existe
algumas coisas assim na china
interessante né na china é óbvio que o
diferente mas aí já não é questão de eu
já não vi como o racismo é questão de
ser bem diferente mesmo né mas aí quando
falávamos mandarim aí pronto a conexão
zinha e não tive nenhum problema assim
mas é mas isso é sentir em alguns
momentos algumas questões que aí eu não
posso dizer se foi realmente racismo não
dá para fechar o relatório mas alguma
questão de algumas invejas né e talvez
talvez porque eu não tenho essa questão
de vitimização
e tem esse problema eu lido muito bem
com isso tanto que não na minha certidão
saiam tá na pardo o que que é parto pois
é mas tem muita gente que o brasil é
pardo a minha também brigam comigo eu
tinha um rapaz lá que ela falou meu
amigo ele me chamava e eu pensei que era
brincadeira aqui você não é se você fala
que você não é e aí você não sabe o
um quilo aí latina não pode nem ser
negra na igreja né lá eles também não eu
não sou bem-vindo no bairro porque eu
entro na eita complicado o negócio né
mas vamos lá continuando aí no assunto o
jefferson já falou um pouquinho da
experiência dele anderson você ou você
mesmo ou talvez o pessoal da própria
comunidade mais oriental já sentiu
percebeu a tem alguma experiência assim
de elemento que você pode categorizar
como o racismo mesmo que é um tratamento
diferencial negativo
bom então acho que
é depende muito de quem tá te tratando
com aquela aquele tipo de vocabulário né
isso é alguém que cresceu com você
sempre brincou jogou bola é que nem o
gerson tava falando tem quando você joga
bota em monte de nome né que o pessoal
era chamam um outro é então eu o chinelo
japorongo então assim nunca tive
problema né mas a gente percebe que 20
anos atrás é essas coisas eram pelo
menos pareciam normais né eu tinha
amigos que não é negão chinês ou japa
mas assim o que é
a mexer bastante comigo né assim tipo na
adolescência né era quando o pessoal
começava a brincar sem com o sotaque dos
meus pais né dos parentes assim né
porque aí a gente perceber que tinha
assim um pouco de maldade assim e uma
outra situação essa foi assim no brasil
né uma coisa assim também interessante
tem não sei se seria racismo o tipo de
preconceito pros expatriados que
retornam para sua terra de origem né
porque você não é considerado a você não
é chinesa o taiwanês hou japonês você é
nasceu no brasil você tá voltando você
não acha por na escuro alguma coisa
assim né então eu também tem esse tipo
de já aconteceu comigo quando eu fui
para taiwan quando tinha 16 anos assim o
meu passaporte era brasileiro aí
e assim ouvi alguns comentários né então
existe também racismo o preconceito
dentro da própria é etnia né é isso que
isso que o forma interessante porque eu
tava falando com binho hoje né ele mora
no japão ele também fala isso né ele tá
lá cinco anos a esposa dele é 16 anos é
e ele fala que ele não é né ali quando
ele vai para o brasil ele é o japa vai
igualzinho quando ele é o dekassegui
então a larissa já perdeu vagas de
emprego por causa disso né e então você
tem essa situação e o outro exemplo eu
lembrei só os egípcios né os egípcios
quando eles saem para ir para para para
o oriente médio né e norte da áfrica tem
hora que a divisão de egito ele pertence
ao oriente médio embora geografia dele é
nós
é mas quando o egípcio vai por exemplo
para jordânia e vai buscar um trabalho
alguma coisa assim pelo sotaque dele o
povo já discrimina fomos joga ele numa
casta inferior né isso aqui ó para o
bloco árabe tem uma coisa sem bem
semelhante com o tipo você compartilhou
né é entre o chinês e o taiwanês né às
vezes muitas igrejas passaram assim por
um os conflitos na igreja está oneses aí
nessa agora eu acho que tá mais assim
que superado né mas no começo uma coisa
bem
e eu acho que ainda tem um pouco viu
assim o brasileiro não é tão claro ainda
sim o pessoal a a conversa tá boa mas eu
vou dizer para vocês o seguinte o
histórico que nós temos humano
infelizmente sempre foi um histórico de
afirmação né da nacionalidade da etnia e
então você tem uma trajetória histórica
em que os grupos né que tentam nesse
definir como um grupo tal e o grupo
distinto né que ele seja por língua
etnia ou características e aí que a
gente pode chamar de fenotípicas não é
pela aparência externa
é historicamente tem sido maltratado
discriminado e a história nossa e aí eu
quero chamar atenção para um problema
mais acentuado o que a gente tem visto
de ao caso dos negros né a gente tem um
histórico muito vergonhoso e complicado
né não tem como botar a sujeira para
debaixo do tapete né porque a a gente
tem eu sei é claro que não é vamos ver
exclusividade dos europeus a prática da
escravidão ela ela só começa a ser
efetivamente questionada por influências
do pensamento cristão né ela existe
desde a antiguidade é uma coisa que as
pessoas nem questionavam né mas o
lamentável que a sociedade europeia com
muita influência cristã fundamentada no
mercantilismo praticou a escravidão é
isso foi muito acentuada até nesse
perfil colonialista e o brasil e os
estados unidos o caribe mas muito brasil
é um epicentro disso né
o processo que tem um histórico que
coloca o negro como essencialmente
inferior e que portanto havia até uma
certa legítima legitimação teológica
nicho né é que o negro não tem alma ele
não é exatamente como os outras pessoas
e aí você tinha um processo de
legitimação do todo tipo de maldade e
isso marcou história que você tinha os
grupos né seja bantos e sudaneses a
expressões da cultura de perfil yorubá
né que vem para cá depois os negros
malês que chegaram no brasil e eles
tiveram sua estrutura social destruída
né foram colocados na escravidão e
depois jogadas na marginalidade e
caminhão com dificuldades na construção
da sociedade na maior parte dos casos e
eu acho que existe muito isso mesmo
negócio intrínseco na cabeça o sujeito
né na média ele ver o negro ele ele
carrega inconscientemente às vezes uma
série de
oi e aí ele reage disso um dos mais
racistas da história recente foi o conde
de gobineau escrever um livro que ficou
famoso que foi usado inclusive pelos
nazistas né tratado sobre as
desigualdades das raças humanas né e
esse homem visitou o brasil ele viveu
parte da vida aqui né então assim a a
herança ela é problemática né não sei se
o william tem alguma pergunta alguma
coisa que se encaixa nisso e eu acho que
a gente precisa olhar o problema de
frente eu queria um comentário de vocês
esse direto alguma pergunta que se
encaixa a nesse enfoque maior que a
gente é tem sobre a questão
a alegre tem perguntas relacionadas
assim saiam por exemplo a alice ela
pergunta um pouco sobre a questão de uma
teologia a mitologia negra e teologia
dos oprimidos não tá ligado diretamente
mas de certa forma é aquilo que vem como
um desenvolvimento dessa forma como
essas pessoas têm pensado né e tem
culminado em fim e em como elas fazem
uma teologia a respeito desse movimento
né então a alice ela pergunta sobre isso
então eu creio que pode ser aí uma coisa
para ser discutida e a larissa também
ela pergunta sobre a rotas e métodos de
reinserção na sociedade a eu creio que
isso também pode ser desenvolvido dentro
desse pensamento como que essas pessoas
que sofreram aí a podem hoje ser
reinseridos como pode ser atrás
a ação da mudança de vida e de
pensamento dessas pessoas e muitas vezes
carregam sim esses estereótipos e elas
mesmo carregam aí uma cosmovisão
bastante a deturpada né desse mesas tão
jefferson anderson
ah tá eu tava tava até lendo um texto é
hoje saiam e vi um comentário de um
pastor em que ele trouxe uma uma mais
engesi um pouco complicada na minha na
minha ótica é inúmeros eu até eu dei uma
olhadinha aqui até é uma só um verso mas
em números 12 em cima da salinha da
teologia negra tal molhado moisés
exatamente né porque aí coloca miriã e
arão começaram a criticar moisés porque
ela havia se casado com uma mulher uma
mulher etíope né que aí é quando você
vai ali no hebraico é né o chip dele
curte né cuxita que lá em jeremias
também né naquela passagem de jeremias
também ela fala do leopardo lá do teu
tio pe pe
esse é o lance que para mim é que o que
acontece aqui é miriam ele ela pega ela
pega ela fica leprosa não é e aqui o
texto é diz que se não me falha a
memória só você me corrige aqui e que a
lepra deixou o rosto dela branco mas
isso é uma coisa e aí aí o pessoal que
faz uma avaliação sem mais engesi muito
aquela coisa sabe eu tenho eu preciso
provar alguma coisa então eu vou atrás
da né eu vou atrás de achar alguma coisa
que me deu essa é uma discussão dos
spoilers né que discutir sobre essa
questão mas eu vi um comentário de uma
pessoa que aqui navega nessa teologia
essa essa teologia aí como é que foi
falada é que deus fez isso aí você quer
ficar branca então eu vou dar leva para
você para ficar branca né é o que o que
eu sei é que alguma coisa é técnica aqui
né
e assim para dizer que a lepra é algo
que faz isso porque ela não queria casar
com a que não teria que casar-se com
azia possivelmente eu fui mentiu e eu
fui na ou foi zípora né que fazer é uma
discussão né mas ele tem gente que entra
por esse viés e outros caminhos tentando
trazer algumas coisas que não dá não
temos certeza são discussões acadêmicas
vou e às vezes a alma forçação de barra
muitas vezes
o anderson quer comentar alguma coisa
gente aí comenta na sequência e sobre
isso não eu mas assim genérico não é o
que eu escuto muito falar hoje em dia
são teologia mpç3 posso coloniais né os
que já passou aquela fase da teologia da
libertação você aí no brasil ainda tá
parece que é um pouco forte mas agora
tem falado muito aqui sobre teologia
pós-coloniais na tem um agora não lembro
ele é asiático nome dele vai ler sukir
artista
eu acho que ele ele trabalha muito com
essa questão lendo a bíblia de um olhar
posso colonial
e é interessante olha eu acho o seguinte
e talvez o pessoal não tem essa noção é
esse esse tipo de análise que a gente
tem é de raça não é uma coisa muito
científicamente estabelecida né isso é
um olhar que se desenvolve muito na
europa principalmente depois do século
17 mais 18 né é porque os europeus né em
função de uma série de fatores culturais
eles acabam tendo um impacto né nesse
processo de chegar a outras terras e
iniciar o processo de colonização e eles
iniciam um processo de comparação com
sociedades que boa parte dos casos
estavam num num perfil de caminhada a
técnica diferente deles e aí surge a
ideia de que não somos assim porque
somos essencialmente diferentes deles é
e começa a um chamado estudo né que
distingue as outras pessoas e
e essa questão inclusive com base em uma
suposta a base biológica né que os povos
são diferentes a priori a partir né é
isso a partir das características
raciais e se desenvolvem todo esse esse
racismo que vai desembarcar no momento
mais pesado aí no própria
nacional-socialismo alemão que é o
nazismo né só que na bíblia por exemplo
você não tem isso você tem a questão da
pessoa diferente do estrangeiro ninguém
tá rejeitando a mulher de moisés por
causa da cor da pele dela não é a mesma
questão é você dormiu nada né não sim a
bíblia você tem o simeão chamado níger
negro lá no grupo dos diáconos lá de
atos né a gente tem o outro que é
e eu nada lúcio de cirene cirene na
líbia na você tem assim uma coisa e
agora eu acho que é uma coisa para gente
pensar né é que como é a gente teve um
contingente de conflitos tribais na
história da áfrica de tribos que né
foram perderam a guerra e foram vendidas
para os europeus entraram o processo de
escravidão eram escravizados pelos
árabes também pouca gente conhece por
exemplo a elementos ligados a antiga
civilização africana então você tem por
exemplo uma história de civilização
muito valiosos significativa na etiópia
você tinha um grande reino zulu lá na
região da áfrica do sul tinha um grande
e império na região da áfrica ocidental
com a sua sede em timbuctu que hoje tá
no botina fase é no mali burquina faso
fazer mais é então ali tem construções
isso
a boca gente imagina por exemplo que uma
parte das dinastias dos faraós do egito
era do povo núbio que é um povo negro
nas você tem faraós negros é o legal de
no egito que você tem farol com cara de
europeu farol com cara de egípcio mais
tradicional e falar o negro aí o cara
quer torcer por time pro outro e tem
farol à vontade você pode escolher né
qual que você quer né então eu acho que
isso agora essa questão das cotas eu
digo o seguinte né
o que em determinado momento quando você
tem uma população muito vulnerável seja
ela avaliada só racialmente ou não pode
durante um certo tempo funcionar para
recuperar as pessoas menstruação
vulneráveis mas eu não sei se seria uma
coisa que a gente poderia ser exclusivo
né porque você tem por exemplo negros
bem de vida situação favorável e você
tem jeito no interior do brasil que não
são negros né são ou de população
indígena os homens isso pode ser até
brancos né e estão numa situação
vulnerável né então acho que o
equilíbrio é uma palavra fundamental na
tentativa de lidar com essas questões né
acho que ela não pode ser usado como
critério o único né tem que ser
combinado com outros critérios tem que
ter uma meta também né e você mencionou
que tem pessoas e que não se
e também não tem uma conta salta boa mas
eu ia querer incluir também esse a
pessoas com deficiência né também que
são uma constante condição muito mais
vulnerável né e às vezes não são
contemplados os não são considerados né
sem a criança em posição social né saiam
eu acho que essa essa questão social ela
é muito é muito relevante nessa questão
né das oportunidades é na questão das
cotas e aí quando você vai para classes
né economicamente sair inferiores aí
você tem uma porcentagem grande mas não
única né se de negros né então essa
questão da cota eu tenho algumas
exatamente eu acredito que ele na
estação temporária é interessante mas eu
acho que tem que ter cuidado nessa
avaliação nessa textão aí de acho que é
importante
e outra coisa também aqui eu acho que eu
acho inclusive tem alguma coisa
interessante assim que eu uma coisa que
eu tenho aprendido a observar apresenta
o comportamento dos judeus né que
tiveram sempre um processo de sofrimento
racial também um dia desses a gente vai
fazer uma live sobre essa questão do
antissemitismo também mas por exemplo os
judeus com toda a situação de
adversidade ele sempre fizeram todos os
de trabalhar para dar a volta por cima e
quando a pessoa põe na cabeça eu
realmente não sou capaz de fazer nada eu
tô numa situação que o único jeito que
eu tenho condição de me levantar é se as
pessoas que fizeram por mim você tem um
outro lado perigoso né que você deixa a
pessoa numa possibilidade de não
desenvolver autoconfiança então uma
parte você ajuda a levantar reconhecendo
a situação de vulnerabilidade e o
processo histórico problemático o outro
e você leva a pessoa com a minha 19 você
é capaz e você não é inferior a ninguém
se você caminhar nessa direção o outro
chegou você chega também então acho que
isso é um papel importante é se
desenvolver mas o dilean deve ter mais
perguntas para nós aí você já é uma via
de mão dupla tem que caminhar cerca dos
dois lados né lá do sócio aí é perigoso
né bem simples aí é um tem uma pergunta
aqui a respeito de questão de produção e
eu creio que é ampla aí com bastante com
outros aspectos né a pergunta ela veio
mais direcionada sobre a questão de
produção teológica pergunta veio assim
que nós acreditamos que no meio cristão
é necessário uma produção teológica
feita por pessoas negras ou se isso é
irrelevante mas eu creio que isso tá
ligado com várias desse aspectos né e
que geralmente têm essa questão lá tem
que ter
a mulher tem que ter mais negros tem que
ter mais sempre essa situação de de
colocar com nós não específico né então
essa foi a pergunta então acho que vale
a pena ser discutido essa essa situação
então jefferson você já começou até se
manifestar quando eu tava fazendo a
pergunta que é responder é só para eu
nesse bate-papo aqui às vezes vem
algumas memórias né o saião quando ele
tava falando aí depois eu vou direto
nessa questão é o sai não tava falando
sobre isso eu me lembro muito bem o meu
avô ele o seu joaquim ele vendia ele
tinha uma charrete e ele vende a
mortadela nos frigoríficos na época era
assim no interior de são paulo e eu
achava que o meu avô era rico porque ele
era na época do cruzeiro então você
tinha aquela ele chegar porque ele
pacote de dinheiro nem para referência
eu ti
e é muito pequenininho a minha
referência era essa mas eu sempre vi no
meu avô e depois no meu pai essa esse
desejo da leitura né e tinha na época o
famoso clube do livro círculo do livro
era uma antiga ainda pai era sócio então
os livros traduzidos para o português
muita coisa neve e meu pai lia eu me
lembro até hoje muito pequeno que eu
tinha 56 anos eu ajudava ele abrir as
caixas né tá devendo eu fui educado no
ambiente em que da leitura do incentivo
à leitura na casa então quando eu vou
crescendo nesse ambiente meu pai ele vai
me instruindo exatamente um pouco nisso
você tá falando saiam e que é possível
né a gente ali sem entender muito e eu
me lembro bem que eu tinha um amigo que
ele ele era ele o pai dele era
veterinário a gente era muito amigo
amigo do futebol nessa amizade do
futebol adolescência não tem essa
a distância dali e uma vez e aí ele
passou na ele passou no vestibular o
irmão dele passou no vestibular da
unicamp e ele fez objetivo ele fez o
cursinho eu não tinha condição de fazer
o cursinho eu tava trabalhava na ford eu
fiz o senai tudo mas você estudava
estudava bastante e ele é muito bem que
ele me chamou um dia para campinas
conhecer a unicamp e ele me deu eu me
lembro que eu peguei a caixa de
apostilas objetivos 52 apostilas e eu
levei para casa e já comecei a estudar
dentro do ônibus né voltando para casa
né eu passei em 12º lugar né e na
engenharia química então assim é um
pouco dessa questão né da família essa
questão do incentivo de trabalhar essa
questão da autoestima né eu acho que
isso é uma coisa importante por isso que
eu lembrei nessa dessa dessa história aí
agora como elas uma pergunta que você
tava falando
é sobre eu acho interessante trabalhar
essa questão não dilma a teologia é nego
fazendo produção ou alguma coisa mas eu
acho que trabalhar essa multi essa
questão ética a conversa com a
globalização eu vejo essa necessidade de
uma trava trazer essa multiculturalidade
sabe trazer essa multiculturalidade eu
acho que é importante eu estou numa
igreja aqui hoje aqui era em portugal
caso da cidade e é uma igreja que esses
dias chegaram 38 sudaneses refugiados né
você tem ali três chineses que vieram
como como refugiados observar categoria
exata deles e existe ali duas famílias
de iraquianos e são muçulmanos né e a
igreja tem trabalhado essa ideia de
convidar as pessoas a mesa
o convidar a mesa né essa ideia da 10 a
interculturalidade então eu vejo a
necessidade hoje na igreja e ele diz de
escrever sim de trabalhar sim essa
questão das a igreja pede povos línguas
tribos né ele tiver na bíblia vários
exemplos aí né
e é eu acho que assim não
eu não acho assim que seja necessário a
produção por é negros o os chineses de
produção teológica nesse sentido mas eu
concordo com o jefferson a produção que
trata desses assuntos na em pra dar essa
pluralidade de vozes né eu acho que
precisa é traduzir né para esse público
na linguagem dele sentem de da onde eles
estão vendo vindo né como é que comunica
a realidade dessas pessoas né eu acho
que eu vejo importância nesse sentido
não há produção por cotas de porque ele
faz parte dessa raça outra mas a
produção de assuntos neste sentido o
anderson eu quando eu quando eu vejo
isso
e é eu não sei mas eu quando eu olho a
bíblia quando eu tenho eu tenho
mergulhado mundo até mesmo no processo
de doutorado eu precisei eu trabalho
especificamente com árabes né então é
entender a a a mais de 7 né a
mentalidade árabe conversar com eles
caminhar com eles e entender que o meu
trabalho para todos de discipulado então
estudei muito sobre as características
culturais né e então o que eu vejo eu
vejo na bíblia eu lembro eu saio eu faço
eu já peguei nos quatro lugares aqui é
usando a sua mensagem que você falou a
deus vamos árabes né eu tenho só uma
função só um temperinho ali sabe só por
um sal a mais uma coisinha ali mas eu
pus no microondas e a mensagem muito boa
e eu tenho muito parado sobre isso do
deus que vai ao encontro das pessoas
diferentes né é o jesus que
intencionalmente falo para os discípulos
hoje a gente vai sair da caixinha
judaica hoje a gente
a pergunta que eu encontro essa maria
então se a vida tem tantos exemplos
maravilhosos a escrava né que foi para
casa de naamã né ela podia fazer de tudo
para impedir que aquele general nem
general maldito me trouxe tirou da
família e não quer dizer a mente dela do
reino coração né e ela chega e facilita
a cura né ela é uma facilitadora no
processo de cura ali do grande herói se
cílios né eu gosto muito dessa toalha
saia de ver a bíblia nessa questão do
deus que é nos povos essa as etnias é
tão lindo ver isso sabe então a pensando
nesse nessa questão é eu tive algumas
experiências na áfrica né e duas coisas
me chamaram muita atenção eu tive no
encontro numa região ao norte de
moçambique e eu tava ministrando tu
a ilha africanos e gente que conhecer a
bíblia eu fiz uma pergunta para eles eu
falei não é verdade que a áfrica e
negros são amaldiçoados por deus
resposta deles assim
oi e eu levei um susto com isso né é
porque é para onde você vai se você
acredita que você por definição é
maldito né e aí eu reuni né nesse caso
eu tinha um bom grupo deles que tinha
uma tradição histórica de casa islâmica
né e eu falei exatamente sobre agar lá
na é gênesis 21 16 trabalhando o texto
né e aí um deles era para mim ir para o
primeira pessoa que vem aqui fala alguma
coisa sobre nós
é porque a gente sempre ouviu coisas
sobre os outros então nesse sentido aí
eu direi o seguinte que existe uma
forçação de barra de fazer uma dentro
dessa categoria que eu acho que é
essencialmente uma leitura basicamente
marxista da realidade né e dividir as
coisas aí de uma maneira polarizada e aí
eu acho que existiu entre um perigo de
transformar tudo isso numa politização
indevida mas existe a gente tem que
entender isso que o evangelho né jesus
nasceu em paris nem nova york e nem são
paulo né jesus vem do contexto judaico
oriente médio o ambiente ser bonita e aí
na nossa história não tem um processo de
né passa na o negócio na milanesa né
passa no meu grego passa novo latino
passa no alemão passa no menu inglês
americano e hoje a gente tem um
evangelho assim
e já essências vezes desaparece de todo
um contorno que ganha peso exagerado né
e aí nesse sentido sem ah eu acho que
precisa até a própria cultura brasileira
é muito rica né porque ela tem o
componente indígena ela tem um
companheiro o componente africano ela
tem o companheiro do componente
português e o companhante é o componente
asiático e e migratório diversificado né
rua outra coisa que é o talvez o
anderson pode até contar histórias para
gente que o pessoal não lembra bem é que
os imigrantes que vieram para cá por
isso que é um problema também deixa o
pessoal querer por exemplo diabolizar os
brancos né de que branco você tá falando
do polonês que levou paulada do russo e
do alemão do finlandês ou no cara da
islândia que nem exército não tem que
que você tá falando né então não é assim
o branco é mal negro é bom o asiática
mal asiático é bom esse processo é muito
confuso né e
o que as pessoas analisa então a gente
vai ver aqui essa interação dos enfoques
diferentes daqui as tradições têm a nos
dizer é é muito interessante faz parte
dessa dessa beleza que deus diz né que
deu só ele fez todos os povos né todas
as culturas são bem-vindas então é
necessário na nossa unidade diferente
temos uma santa né desuniformização numa
unidade amor em cristo então a
participação de pessoas diferentes de
pano de fundo diferente com cultura
diferente enriquecedor acho que é
valiosa sendo o evangelho e deveria ser
considerado por que olhar a gente
precisa dizer a verdade aqui né é uma
vergonha o chinês na américa do norte
foram extremamente até o pessoal dizem
certas regiões é que as estradas foram
construindo ensino e de cadáveres
a a a a gente canadá de trabalhadores na
estrada de ferro que perderam a mão né
por causa do frio né ali tem uma
história é apavorante né uma história de
extermínio de massacre de pessoas a
realidade histórica do brasil os
imigrantes vieram para ocupar o lugar em
que os escravos estavam anteriormente
foram enganados né passaram por
problemas então a gente precisa enxergar
essa realidade né e coisa que o pessoal
não quer dizer jefferson quer dizer
anderson precisei de leandro é que
muitos dos nossos queridos aí né
especialmente no ambiente da américa do
norte e até mesmo na tradição da
cristandade brasileira legitimaram isso
teologicamente viu essas coisas como
normais por isso que a gente não pode se
entregar uma ideologia porque esse
pessoal fez isso né a gente vê o absurdo
que foi
o mesmo como gente de de tradição
religiosa se serviu a um regime
assassino e brutal né e a gente tem um
cenário semelhante nesse processo então
é algo muito importante de ser
considerado né que que a gente pode deve
fazer para lidar com essa questão que
que vocês propõe dizem porque assim tem
uma galera que o seguinte olha vamos
sair né esse triste episódio que
aconteceu na américa do norte e levou
muita gente a partir para o mar atitude
média de violência qual é o caminho da
gente vê que a gente constata é isso
percebe o problema eu tô até um pouco
assustada que eu acho que essas
polarizações tem acentuado né esse
sentimento de oposição e negativo e o
que que qual caminho para que lado a
gente deve ir nessa situação
é complicado e confuso não sei se de
dentro mais alguma pergunta para
encaixar aí dentro dessa nossa né eu
acho que é uma pergunta aqui da fila é
que bate exatamente né existe uma forma
de amenizar o sofrimento mas acho que
ela essa questão é ele é basicamente
essa proposta como que a gente vai lhe
dar a com isso eu acho que entra isso aí
eles não saiam que você está se propondo
e aí depois a gente entra nessa situação
de como amenizar o sofrimento a gente
não deve polarizar a gente tem que
entrar achar o equilíbrio como a igreja
tem que se posicionar e depois lidar com
o sofrimento das pessoas por dia afinar
as pessoas estão sofrendo né
e é eu eu acho que é muito importante
aqui é como negro né tá falando que eu
entendo eu entendo esse grito da www do
racismo tanto que a gente começou a
falar sobre isso e dizendo que eva é
realidade assim como lá no início quando
começaram a falar sobre as mulheres daí
começa a surgir a palavra feminismo era
um grito também o questão salarial a
questão de violência violência doméstica
né e assim portugal por exemplo é
altíssimo né a violência doméstica em
portugal time assustador e aí logo isso
aí ele essas rotas elas tomaram
dimensões né essas polarizações né quer
dizer eu entendo o grito do negro à
e da situação social não dá para
desassociar né as questões sociais né
você vai nas comunidades nas favelas do
brasil grande parte são negros e isso é
a realidade que se tem né então eu
entendo agora a questão é essa questão
política em cima de novo assim como o
feminismo também tomou essa essa
proposição então esse exagero seu não eu
não tenho como concordar mas com relação
a esse aqui é possível fazer algo sim
agora eu vou pensando isso numa questão
na questão bíblica que é a que traz mais
conforto para mim quando eu vejo a forma
como jesus lhe dava como deus lhe dava
com um com a questão com as questões
étnicas né e eu volto novamente porque
eu eu tenho falado sobre isso é bastante
no quando eu vou ao norte da áfrica
conversar com os nossos amigos ali é eu
não tenho como não parar de agar em que
ela duas vezes ela foge para o deserto
tô indo situações lá naquela bagunça na
família de abraão né e aí você vê o anjo
do senhor vai ao encontro dela quase ela
é uma escrava ela é estrangeira lá no
egípcia ela não é breia a não têm o
pedigree e aí e ela faz teologia né
quando você ver o diálogo dela ali no
deserto né e outra coisa ela o anjo do
senhor fala para ela que o menino que
está na sua barriga é eu vou abençoar
essa genealogia preço para mim é muito
forte né é a forma como deus enxerga os
diferentes povos tribos línguas e aí já
gente vê que ismael nasce depois vão te
louco o deserto deus ouviu o choro do
menino e e aquele menino não morre e
deus cumpra a promessa em gênesis 25 a
gente vê lá os descendentes de ismael
não é maior do que dar um monte aí
quando você vai lá e isaías
é senta versus 6 você vê o que você vê
lá diante do trono de deus né que tá
falando sobre a salvação das nações né
falando o quê falando de nebaiote
quebrar aparece lá levando as ovelhas lá
tal né e aí isso é maravilhoso né vai
apocalipse além dos povos tribos línguas
então assim eu acredito que essa é uma
conversa que é preciso ter na igreja é
preciso trazer essa conversa para igreja
e mostrar essa questão étnica né não tem
é de aos olhos de deus você não tem
essas diferenças né a forma como deus
ama a todos né então para mim é muito
forte para mim quando eu falo numa
igreja saiam em que geralmente pessoal
toca sofá pessoal qual é a bandeira de
israel não tem nenhum problema com isso
antigamente eu ia nas igrejas falar
sobre os arts
oi e o pessoal não gostava eu só ficava
meio né a hora que eu comecei a trazer
essa mensagem e comecei a mostrar que
que olha esse menino que tá na sua
barriga vai ser como um jumento selvagem
vai ser livre como um jumento selvagem
quer dizer você agora você foi escrava
mas o menino que tá na sua barriga vai
ser livre ea genealogia dele vai ser
livre como um jumento selvagem né e jó
tem o mesmo termo hebraico para essa
ideia de jumento selvagem de liberdades
deve tá nas campinas tal isso é
maravilhoso a proposta do evangelho ele
ele essa discussão precisa ser mais
trazida na nas nossas reuniões nossos
cultos né
e aí
e amém anderson queria comentar a
questão o jefferson já deu uma aula aí
então eu acho que funcionar 66 das cotas
né que você tinha comentado acho que
elas as cotas funciona no comum algo
transitório e somado com não só as cotas
mas um programa né é de capacitação das
pessoas que estão nesse nível mais
vulnerável né não não apenas com as
cotas mas tem que ser um eu acho que tem
que ser um estudo um programa
sistemático né pra atacar o problema de
várias frentes né eu acho que não é só
as costas
ah ah eu acho que talvez assim
caminhando quase aí para o nosso
desfecho né o guilherme vai ver se tem
mais algumas perguntas é o meu meu
grande receio é que as pessoas percam a
dimensão que toda guerra na verdade é
entre grupos diferentes é uma guerra
civil porque todos somos humanos e somos
na verdade descendentes do mesmo ladrão
estamos irmanados nesse processo do
trajetória de deus na história né e aí o
que que eu percebo eu acho isso é uma
coisa que tá presente às vezes nos
discursos aqui no que a gente chama de
direita e de esquerda né a gente você
chama por uma polarização de crítica
inadequada indevido em relação ao outro
né e aí eu queria
e pensam quanto por exemplo desafio que
aconteceu nos estados unidos onde você
tinha de fato um racismo explícito legal
no país você tem a caminhada do pastor
batista o dr martin luther king né ele
entra numa relação de oposição ao mal
comex né que proponha uma reação
violenta né e aí que a gente tem que
entender que acima de qualquer ideologia
o evangelho a nossa bandeira é o
evangelho propõe o que propõe a
reconciliação perdão um alinhamento de
relacionamentos de na direção da
comunidade do povo de deus onde o que
nos une é mais importante do que
qualquer outra diferença né e eu gostei
muito acho que todos vocês devem ter
visto o filme da história do mandela na
áfrica do sul né porque com pelo menos
11 grande 7 dias né os corsas os zulus
ndebele z todos
o que temos ali o pessoal queria partir
para o tudo ou nada né depois de passar
pelo apartar ele ter assim uma situação
realmente de marginalidade terrível na
na história né e aí ele não permitia que
o pessoal vá para essa né com uma
participação inclusive do desmonto tu né
que era a sua referência maior né e ele
devagarzinho tira né ali a a situação
disso nós temos que ter um país para
todos né tem aquele a esse o filme até
que fala da vitória da áfrica do sul no
râguebi né tal não sei o quê então assim
é isso que eu queria daqui que vocês
pensam sobre isso porque nós precisamos
dizer nós amamos os negros e os brancos
os árabes e os judeus todos os povos os
chineses e isso é a nossa marca como
pessoas que
já estão ligados no modelo de jesus a
giro né e por isso tudo aquilo que é o
discurso que semeia contenda entre os
irmãos deve ser repelido né eu acho que
deveria haver um trabalho efetivo de
ajudar as comunidades mais carentes a
partir da educação de base que isso é
determinante né eu não posso usar negros
ou índios ou sei lá qualquer outro grupo
vulnerável gente do interior do nordeste
do país ou das regiões mais limitadas e
dizer para eles olha vamos usar isso
como foco de fazer um movimento para ter
dividendos políticos e econômicos não
nos a gente fizer isso efetivamente
apoiar é esse pessoal cresce com uma
alimentação diferente uma caminhada de
educação diferente e se eles tiverem eu
acho que o evangelho espetacular nisso
né porque ele devolve autoestima mais
importante que faz parte da construção
da trajetória do indivíduo
e é por isso eu acho que a gente deveria
conclamar todo mundo né a uma vivência
realmente irmanados né não dá para
esconder o problema não dá para entrar
na utilização do problema para outros
fins mas eu acho que a gente precisa
caminhar nessa direção não sei se temos
alguma as outras perguntas aí finais e
importantes e aí a gente pediria os
comentários finais aí tanto do jefferson
como do anderson aí que estão já no dia
de amanhã né nós estamos aqui no dia
sete ele está lá no dia oito já né ah
você só aqui então mais uma última a
como vocês têm visto ou tem percebido
esse assunto na igreja na igreja
principalmente na igreja na cristã
nesses últimos dias ou com você tem bico
é o assunto será debatido né a gente tem
visto por exemplo alguns a
os escritores como o pai pé dela só esse
livro aqueles livro racismo e fiz uma
cruz eo cristão falando inclusive dando
testemunho dele sobre a questão de
racismo relacionado a ele e a família
dele ah não sei se vocês já viram
jefferson tá mostrando que sim ah mas se
realmente não é geralmente é um assunto
debatido ou falado muito nas igrejas né
então como vocês vão falavam até me
ajudar sugestou com isso aqui porque
temos pessoas de vários lugares nos
ouvindo para que a essas pessoas possam
de repente levar até para suas igrejas a
esses assuntos de repente debater com
suas próprias comunidades a hora que
esse assunto possa ser mais comentado
e eu acho que na igreja não se fala
tanto eu achei rochas importante essa
questão é eu penso que é igreja como nós
não somos uma uma nave espacial né em
que a gente chegou aterrizou aqui a
gente precisa fazer a parte das
realidades as discussões dos problemas
da nossa cidade né então acho que essa
essa essa live é um exemplo disso eu
acredito que nós temos algumas algumas
coisas interessantes eu tava pensando
por exemplo porque não a gente
desenvolver junto a comunidades com
ações missionárias aí o projetos em
parceria é cursos profissionalizantes né
para essas para a classe né que que é
difícil hoje por exemplo existe muita
facilitação eu tava conversando com um
amigo meu vinícius de brasília dessa
mulher de deus de brasília ele tem uma
escola e que oferece vários
fim de curso técnico alguns a distância
outro cursos de seis meses 7 meses um
ano fazer existem hoje hoje você tem
algumas facilitações eu acho que se a
gente conseguisse discutir isso na
igreja e conseguir trabalhar nas
comunidades mostrando possibilidades
para que essas pessoas saem dessas
cartas né sociais e tem oportunidade
mesmo de arrumar um uma situação do
emprego melhor e aí você tem situações
você pode até patrocinar o estudo de
alguns deles porque não né seu tem
cursos por exemplo profissionalizantes
não são tão caros eu aprendi hoje eu fiz
o cenário quando eu tinha 13 14 anos meu
pai ele falou para mim olhar
interessante eu fui lá conheci e é um
escola é uma escola gratuita e na época
eu tinha que estudar lá mas não era
muito complexo e por que não criar uma
forma de ajudar esse pessoal né eu vejo
por exemplo até estudantes da usp é
oportunidade
os vestibulares né quantas pessoas que
não tinham oportunidade que jamais
passariam numa uma fuvest no instituto
militar tal e fazendo esses cursos então
você tem eu acho que tem que trazer
essas conversas para dentro da igreja aí
para e a minha e as minhas palavras
finais eu gostaria só de trazer um
falando sobre sobre essa questão da
igreja também eu acredito que também na
igreja nós possamos encontrar pessoas
que tenham raças que são assis também né
isso aí isso não é passivo no não dá
para eliminar essa possibilidade mas eu
entendo eu vejo apóstolo joão um grande
exemplo joão certa vez jesus estava indo
para jerusalém pediu para aqui ah joão e
tiago fosse lá né arrumar os pedágios
foram numa no vilarejo samaritanos não
foram bem recebidos e ao retornar ele
disseram-lhe senhor quiser né aquela
petulância dele
e se você quiser mas podemos é o orar né
pedir fogo do céu fazer churrasco do
samaritano né quer dizer logo depois na
caminhada você vê joão é pena aquela
experiência em samaria jesus
intencionalmente fala hoje hoje nossa
aulinha nossa aulinha prática vai ser em
samaria quer dizer ali eles ficaram dois
dias houve salvação e lá em arcos você
vê que a um avivamento em samaria e aí
vai pedro joão até samaria horário então
que eu vejo nessa trajetória é uma
trajetória que é uma que é uma rota até
uma jornada para gente para cada um da
igreja para casa para cada um de nós de
nós observamos que houve uma mudança de
atitude na vida de joão a forma como
melhorou o samaritano tô mudando né
então com cristo ele foi aprendendo essa
questão da diversidade dos povos
diferentes então eu digo que ele fazia
as coisas em nome de
é mas não fazia com a atitude de jesus
entrar proposta essa é essa mudança de
atitude então essas conversas ela pode
gerar mudanças de atitude na igreja
também não eu gostei bastante da ideia
de cursos profi profissionalizantes na
porque está se perdendo eu acho que não
não sei como é que tá a realidade agora
no brasil mas eu acho que empregos assim
como eletricista cabeleireiro é
encanador e faz muito até mais do que
alguém que já tem uma graduação o
pessoal consegue viver bem aqui na então
eu acho que isso também deve ser visto
como missão capacitando é o pessoal que
tá nessa zona mais
é mas capacitando com educação e com
talvez projetos como empresas
embrionárias né eu acho que tem igrejas
talvez numa igreja só não seja capaz mas
igrejas trabalhando juntas né foi assim
né que começaram muitas igrejas do
brasil com uma igreja batista tendo
escolas a presbiteriana tendo até
hospitais né universidades né cerveja
comunidade né é eu acho que essa parte
assim também da missão com é
proporcionador é capacitando né com
educação mas também é também é
fornecendo oportunidades né para que o
indivíduo comece andar com as próprias
pernas mas vai vai mentoreando né vai
ajudando todo o processo até a pessoa
sendo
e é auto-sustentável e não é muito fazer
com o racismo mas com a questão de
imigração né acho que dois textos que eu
gostaria de deixar aqui eu acho que fala
muito da das duas partes né acho que
exodus 22211 né onde fala para não
maltratar o estrangeiro né em incluir lá
na junto com o os outros mandamentos
inclui a questão do estrangeiro né e
outra outro texto que não poderia deixar
de escapar né em jeremias lá 29
é que fala da responsabilidade também do
estrangeiro em terras estrangeiras né
agora né acho que tem essa questão de
você cuidado estrangeiro nós também e do
estrangeiro abençoar onde ele está
morando né está sendo acolhida nessa
responsabilidade acho que é acho que é
sempre bom olhar esses dois lados né
é muito bom de lean que dar alguma
palavra final aí de em nome do integre
do seu trabalho aí
eu quero agradecer o jefferson e o
anderson pela oportunidade de
conhecê-los né registrarmos aqui nesse
nessa lá e foi muito enriquecedor
inclusive temos aí alguns comentários
falando como o alarme foi boa no chat
aqui do nosso youtube ela foi realmente
muito bom o ingresso dos jovens
participação as dicas realmente foram
muito proveitosas aí quem sabe aí a
gente possa ter aí novas ideias ou novas
coisas para gente poder ter uma mais
participações aí porque eu queria que
vai ter novas novas perguntas aí que o
pessoal vai lançar o próprio ministério
integra é o longo desse tempo então ele
sabe a gente possa ter uma uma segunda
parte
é perfeito bom quero agradecer igual a
mim ir aí benildo coração né a
participação é do anderson do jefferson
e se tivermos uma boa jornada aí no
servo de cristo né o jefferson aí uma
jornada já em vários contextos
diferentes né eu queria terminar com uma
palavra de lembrança de gratidão de uma
pessoa que me abençoa muito na minha
vida né eu tinha apenas 18 para 19 anos
de idade e eu estava cursando a
universidade de são paulo e eu tive um
colega da nigéria né ah e esse colega
nigeriano george aí que a lol né dia
time em yorubá e claro a gente cresce
nesse cenário de cultura nossa né com os
estereótipos devolvidos graças a deus
deus me abençoa até um histórico de
em tudo quanto é tipo de gente né tudo
quanto é canto mas a gente na
adolescência vem com estereótipo
acostumado a ver né especialmente um
africano a partir de uma perspectiva não
muito promissora né e olha esse cara
falava 12 línguas esse cara se tornou
amigo meu nós viajamos por vários
lugares no brasil ele era né um negrão
de 1,90 assim né era um barato
brasileiro usava roupa típica yorubá né
trazendo lá o bíblia mínimo a bíblia em
orubá e às vezes uma vez eu fui com ele
na feira foi o girassol eu do lado do um
cara daquele né com roupa tipo a gente
pagou a feira só via carrinho batendo né
e o que me impressionou muito né a
sinceridade ea busca de um homem que era
fluente em francês em inglês em
português e mais nove lindo
e regionais da áfrica e eu tava uma vez
do rio de janeiro com ele e eu levantei
4 e 6 da manhã para ir no banheiro e ele
estava ajoelhado chorando diante de deus
buscando a deus o objetivo dele era ser
diplomata e estadista uma pessoa muito
conhecimento muita cultura muito
equilíbrio e o meu grande amigo negro
africano eu tinha 18 anos de idade me
ensinou como uma pessoa de um mundo
completamente diferente de uma cultura
totalmente distinta de aparência
completamente diferente de mim era meu
conhecido dos pés da cruz de cristo e
conhecia o mesmo evangelho a mesma
salvação eu me lembro uma vez eu orei
com ele a gente teve uma experiência tão
especial da presença de deus e ele
depois de 30 anos visitar o brasil ano
passado ele não
e aí aqui em casa e foi um momento de
grande alegria então deus abençoe os
nossos queridos irmãos negros brancos
pardos grenás lilás qualquer cor chinesa
orientais ocidentais árabes judeus né e
que a graça o amor de cristo nos ajude a
construir uma comunidade de muito ajuda
para que a gente como povo de deus faça
diferença vencendo as barreiras
colocadas entre as pessoas que não tem
nada a ver o evangelho de cristo
obrigado de coração para vocês deus
abençoe boa noite bom descanso aí né e
que deus venha abençoar o nosso contexto
né eu queria terminar com a pedindo a
palavra de oração na eu pedindo que deus
nos abençoe nesse sentido deus bondoso
pai queridos nome de jesus muito
obrigado pela beleza da diversidade do
ser humano que o senhor
o s colorido tão especial obrigado pelos
nossos queridos irmãos de origem étnica
variável mas que são amados do senhor e
que tem feito diferença na história
urbana a partir das bênçãos que o senhor
tem é para deus distribuído obrigado
pela vida do wanderson obrigado pela
vida do jefferson amigo de liam da susie
do jonatas que estão também nos
acompanhando aí nós te louvamos e
agradecemos e pedimos a deus que esse
elemento tão complicado do racismo
abordagem tão indevida das diferenças
humanas que o senhor nos ajude pela
graça e pelo amor de cristo a construir
pontes a deus a abençoar a vida das
pessoas para que sejamos mesmo um
conforme a tua oração no evangelho de
joão que louvamos e agradecemos
bom jesus-pi
e aí