#236 O Problema da Hermenêutica. Michel Augusto
27/08/2020#236 O Problema da Hermenêutica. Michel Augusto
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
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o olá tudo bem então conforme prometido nós vamos falar hoje sobre o problema 10-minute cama né e eu tenho falado sobre a hermenêutica e exegese teologia bíblica essas questões todas que envolvem e não somente a pregação mas envolve o discipulado envolvem a educação cristã envolve todas as dimensões não somente cristãs mas rm neuroticão é um problema que também envolve outras disciplinas como por exemplo o direito né a gente fala de hermenêutica a gente fala de uma disciplina que deve ser levada muito em consideração é porque nós estamos num período dito pós-moderno e esse posso a gente não sabe muito bem definir porque o que vem depois da modernidade é algo muito híbrido né nós temos uma miscelânea de misturas de questões que estão em vigor a mas assim se considerará por exemplo é que nesse período pós-moderno não existe primeiro não existe nada de novo na pós-modernidade a gente está no período que é reflexo de até questões filosóficas vamos é vai citar por exemplo a questão do crátilo que já dizia que nem uma afirmação verdadeira pode ser feito sobre aquilo que está mudando constantemente né e a gente vê esse ceticismo de crátilo e no ambiente teológico em outros ambientes mesmo porque nossa sabemos que a hermenêutica hoje é controlada por questões literárias linguísticas e literárias né e a alta crítica literária ela tem desenvolvido teorias e mais teorias a gente tem aí uma suspeita em excesso né e essas e essa suspeita em excesso faz com que o texto em si ele se tornem completamente subordinado ao leitor o algum 20 no âmbito jurídico por exemplo acontece muito o que a gente tá vendo hoje de ativismo judicial e dentro de um processo chamado e aí os juízes hoje se tornaram donos do texto né eles não são mais intérpretes mas eles são donas do texto e a ponto de ressignificar até aquilo que deveria ser mais objetivo para resguardar até a questão da democracia na questão teológica a gente identifica isso muito a com pregadores que fazem isso não intencionalmente as vezes são pregadores leigos que é que pega um texto e distorce em ressignificam coloque o outro significado são donos do texto fazem com que do texto que eles querem mas eles fazem isso eu creio que não é por conhecimento teológico mas por berço conhecimento de uma boa teologia já outros pregadores fazem isso de o funcional mente academicamente né e eles vivem nesse contexto a atual onde o intérprete ele ele deixa de olhar para o texto como algo que tem um valor objetivo e passa olhar para o texto como algo que cabe tudo um texto que cabe todos os tipos de interpretação né e isso é muito perigoso e por quê porque isso gera instabilidade no campo jurídico a gente tá vendo o que está acontecendo no mundo né no brasil por exemplo a fatos objetivos foram consagrados por exemplo na construção federal são desconsiderados ah é então há o risco a democracia porque o juiz ou desembargador ou ministro tá perto da forma como ele bem entende né e é isso tudo gera um tipo de discricionalidade muito perigosa né as decisões acabam sendo decisões morais e aí enfim é muito perigoso isso né no campo da teologia a mesma coisa o intérprete ele lança sobre o texto é todas as suas percepções da vida mas ele não ele não busca a percepção do texto em cima bom então acaba se tornando um intérprete do tipo intérprete militante eu sempre digo que esses tipos de intérpretes da pós-modernidade eles usam um texto como um beija-flor eles vão lá no texto e dá uma bicadinha no texto eles estão em que eles querem dentro do contexto existencial que eles vivem e aplicam isso da forma como bem entendem e se no meio jurídico a uma insegurança do meu teológico também gera a hermenêutica total dessa forma gera uma insegurança acerca da meta-narrativa ou da cozinha o visão cristã as pessoas passam a ser guiadas não pela o contexto da criação queda e redenção elas começam a ser guiados de acordo com as suas demandas existenciais em cima desse a minha demanda é a pobreza e se a demanda é é uma história de humilhação no caso da mulher assim a demanda enfim as demandas individuais as demandas históricas elas começam a determinar a interpretação de um texto bom então a interpretação sempre vai ser condicionada a minha resistência a muitos teóricos da pós-modernidade eles vão criticar a interpretação tradicional que busca a intenção do autor do texto ea devida aplicação aos ouvintes atuais lógico fazendo as fontes de vidas para o mundo atual eles vão dizer que essa esse tipo de interpretação é viciada ea pergunta que eu quero deixar é a interpretação tradicional a viciada a interpretações atuais elas não seriam e a meu amigo tenho convicção que sim porque quando eu vou o texto eu vou o texto já buscando nele alguma coisa é a minha interpretação também é viciada então eu prefiro ficar com a intenção autoral eu prefiro ficar com a interpretação tradicional olá meus porque assim como diz o lane craig né quando você vai ler uma bula de um remédio você não vai usar as teorias literárias da pós-modernidade para discutir em si o si o cientista que criou o remédio ele tinha aquela intenção mesmo em relação àquela composição você vai lá e toma um remédio para ser curado é então dessa forma eu acho que é uma incoerência é muito grande é nos dias atuais em relação às questões de interpretação surge muito bem sobre a questão é hermenêutica prepara o seu sermão de modo a não desconsiderar a questão exegética que é uma ferramenta hermenêutica para você descobrir o significado do texto mas é uma ferramenta que vai te ajudar aplicar o texto bom então no momento da aplicação é a parte mais importante assim como no meu jurídico quando o juiz vai aplicar uma lei é essa é a parte mais importante que às vezes o juiz fez lá uma interpretação da lei mas no momento de aplicar ele pode até ter interpretado a lei de um modo correto mas momento de aplicar e ele coloca o juízo de valor e compromete todo o processo na teologia na pregação é da mesma forma e às vezes você até tem uma uma visão exegética adequada de um texto mas na hora de você transpor isso para as implicações práticas você acaba se complicando porque o seu senso existencial domina o texto e você não não aplica o texto de modo a honrar a intenção autoral bom essa questão da discussão da intenção do autor do texto uma discussão filosófica né mas existem bons teórico hoje que conseguem é defender isso com mais fria eu sempre digo uma coisa e se não a intenção no texto de fato é o que uva rose sempre vai destacar a o projeto da morte de deus já está completo mas como nós acreditamos que há uma intenção autoral no texto e de fato nós acreditamos e continuamos a acreditar que o deus trino está vivo que ele que enviou jesus cristo para nos salvar bom e que nos deu o espírito santo de deus para nos guiar toda a verdade a justiça vamos convencer e ele esse deus trino está agindo sempre e sempre e sempre e sempre eu vou continuar acreditando que por trás da intenção autoral do texto aonde os treino não que nos leva a viver a sua identidade identidade conforme o seu filho que cumprir toda a justiça do pai tá bom se tiver alguma pergunta aí eu vou aguardar aqui há uns uns há 30 segundos ok eu aguardo aí se tiver alguma pergunta eu vou entrar no chat aqui agora e quem tiver aí no chat eu aguardo aí um pouquinho para a gente bater um papo aí tá ok e esse vídeo era para ter sido feito ontem não consegui fazer tava gravando né foi a de então vamos lá chat é gratificante ok não havendo perguntas eu encerro por aqui agradeço a sua participação um grande abraço pastor michel augusto se inscreva no nosso canal ative o sino não se esqueça de entrar no nosso na nossa plataforma ead academia do expositor ponto com.br lá você tem tomazelas com junto moraes russell shedd é mister maya e eu em breve você vai ter lá emílio garófalo mãe do mark johnson enfim em breve também você vai ter um curso de história da pregação em 18 aulas tá bom um abraço para vocês todos fica com deus tchau tchau e aí