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#236 O Problema da Hermenêutica. Michel Augusto

#236 O Problema da Hermenêutica. Michel Augusto




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

o olá tudo bem então conforme prometido
nós vamos falar hoje sobre o problema
10-minute cama né e eu tenho falado
sobre a hermenêutica e exegese teologia
bíblica essas questões todas que
envolvem e não somente a pregação mas
envolve o discipulado envolvem a
educação cristã envolve todas as
dimensões não somente cristãs mas rm
neuroticão é um problema que também
envolve outras disciplinas como por
exemplo o direito né a gente fala de
hermenêutica a gente fala de uma
disciplina que deve ser levada muito em
consideração
é porque nós estamos num período dito
pós-moderno e esse posso a gente não
sabe muito bem definir porque o que vem
depois da modernidade é algo muito
híbrido né nós temos uma miscelânea de
misturas de questões que estão em vigor
a mas assim se considerará por exemplo
é que nesse período pós-moderno não
existe primeiro não existe nada de novo
na pós-modernidade a gente está no
período que é reflexo de até questões
filosóficas vamos é vai citar por
exemplo a questão do crátilo que já
dizia que nem uma afirmação verdadeira
pode ser feito sobre aquilo que está
mudando constantemente né e a gente vê
esse ceticismo de crátilo
e no ambiente teológico em outros
ambientes mesmo porque nossa sabemos que
a hermenêutica hoje é controlada por
questões literárias linguísticas e
literárias né e a alta crítica literária
ela tem desenvolvido teorias e mais
teorias a gente tem aí uma suspeita em
excesso né e essas e essa suspeita em
excesso faz com que o texto em si ele se
tornem completamente subordinado ao
leitor o algum 20 no âmbito jurídico por
exemplo acontece muito o que a gente tá
vendo hoje de ativismo judicial e dentro
de um processo chamado
e aí
os juízes hoje se tornaram donos do
texto né eles não são mais intérpretes
mas eles são donas do texto e a ponto de
ressignificar até aquilo que deveria ser
mais objetivo para resguardar até a
questão da democracia na questão
teológica a gente identifica isso muito
a com pregadores que fazem isso não
intencionalmente as vezes são pregadores
leigos que é que pega um texto e
distorce em ressignificam coloque o
outro significado são donos do texto
fazem com que do texto que eles querem
mas eles fazem isso eu creio que não é
por conhecimento teológico mas por berço
conhecimento de uma boa teologia já
outros pregadores fazem isso de
o funcional mente academicamente né e
eles vivem nesse contexto a atual onde o
intérprete ele ele deixa de olhar para o
texto como algo que tem um valor
objetivo e passa olhar para o texto como
algo que cabe tudo um texto que cabe
todos os tipos de interpretação né e
isso é muito perigoso
e por quê porque isso gera instabilidade
no campo jurídico a gente tá vendo o que
está acontecendo no mundo né no brasil
por exemplo a fatos objetivos foram
consagrados por exemplo na construção
federal são desconsiderados
ah é então há o risco a democracia
porque o juiz ou desembargador ou
ministro tá perto da forma como ele bem
entende né e é isso tudo gera um tipo de
discricionalidade muito perigosa né as
decisões acabam sendo decisões morais e
aí enfim é muito perigoso isso né no
campo da teologia a mesma coisa o
intérprete ele lança sobre o texto é
todas as suas percepções da vida mas ele
não ele não busca a percepção do texto
em cima
bom então acaba se tornando um
intérprete do tipo intérprete militante
eu sempre digo que esses tipos de
intérpretes da pós-modernidade eles usam
um texto como um beija-flor eles vão lá
no texto e dá uma bicadinha no texto
eles estão em que eles querem dentro do
contexto existencial que eles vivem e
aplicam isso da forma como bem entendem
e se no meio jurídico a uma insegurança
do meu teológico também gera a
hermenêutica total dessa forma gera uma
insegurança acerca da meta-narrativa ou
da cozinha o visão cristã as pessoas
passam a ser guiadas não pela o contexto
da criação queda e redenção elas começam
a ser guiados de acordo com as suas
demandas existenciais em cima desse a
minha demanda é a pobreza
e se a demanda é é uma história de
humilhação no caso da mulher assim a
demanda enfim as demandas individuais as
demandas históricas elas começam a
determinar a interpretação de um texto
bom então a interpretação sempre vai ser
condicionada a minha resistência a
muitos teóricos da pós-modernidade eles
vão criticar a interpretação tradicional
que busca a intenção do autor do texto
ea devida aplicação aos ouvintes atuais
lógico fazendo as fontes de vidas para o
mundo atual eles vão dizer que essa esse
tipo de interpretação é viciada ea
pergunta que eu quero deixar é
a interpretação tradicional a viciada
a interpretações atuais elas não seriam
e a meu amigo tenho convicção que sim
porque quando eu vou o texto eu vou o
texto já buscando nele alguma coisa
é a minha interpretação também é viciada
então eu prefiro ficar com a intenção
autoral eu prefiro ficar com a
interpretação tradicional
olá meus porque assim como diz o lane
craig né quando você vai ler uma bula de
um remédio você não vai usar as teorias
literárias da pós-modernidade para
discutir em si o si o cientista que
criou o remédio ele tinha aquela
intenção mesmo em relação àquela
composição você vai lá e toma um remédio
para ser curado é então dessa forma eu
acho que é uma incoerência é muito
grande é nos dias atuais em relação às
questões de interpretação surge muito
bem sobre a questão é hermenêutica
prepara o seu sermão de modo a não
desconsiderar a questão exegética que é
uma ferramenta hermenêutica para você
descobrir o significado do texto mas é
uma ferramenta que vai te ajudar aplicar
o texto
bom então no momento da aplicação é a
parte mais importante assim como no meu
jurídico quando o juiz vai aplicar uma
lei é essa é a parte mais importante que
às vezes o juiz fez lá uma interpretação
da lei mas no momento de aplicar ele
pode até ter interpretado a lei de um
modo correto mas momento de aplicar
e ele coloca o juízo de valor e
compromete todo o processo na teologia
na pregação é da mesma forma
e às vezes você até tem uma uma visão
exegética adequada de um texto mas na
hora de você transpor isso para as
implicações práticas você acaba se
complicando porque o seu senso
existencial domina o texto e você não
não aplica o texto de modo a honrar a
intenção autoral bom essa questão da
discussão da intenção do autor do texto
uma discussão filosófica né mas existem
bons teórico hoje que conseguem é
defender isso com mais fria eu sempre
digo uma coisa
e se não a intenção no texto de fato é o
que uva rose sempre vai destacar a o
projeto da morte de deus
já está completo mas como nós
acreditamos que há uma intenção autoral
no texto
e de fato nós acreditamos e continuamos
a acreditar que o deus trino está vivo
que ele que enviou jesus cristo para nos
salvar
bom e que nos deu o espírito santo de
deus para nos guiar toda a verdade a
justiça vamos convencer
e ele esse deus trino está agindo sempre
e sempre e sempre e sempre eu vou
continuar acreditando que por trás da
intenção autoral do texto aonde os
treino não que nos leva a viver a sua
identidade identidade conforme o seu
filho que cumprir toda a justiça do pai
tá bom se tiver alguma pergunta aí eu
vou aguardar aqui há uns uns
há 30 segundos ok eu aguardo aí se tiver
alguma pergunta eu vou entrar no chat
aqui agora e quem tiver aí no chat eu
aguardo aí um pouquinho para a gente
bater um papo aí tá ok
e esse vídeo era para ter sido feito
ontem não consegui fazer tava gravando
né foi a de então vamos lá chat
é gratificante ok não havendo perguntas
eu encerro por aqui agradeço a sua
participação um grande abraço pastor
michel augusto se inscreva no nosso
canal ative o sino não se esqueça de
entrar no nosso na nossa plataforma ead
academia do expositor ponto com.br lá
você tem tomazelas com junto moraes
russell shedd é mister maya e eu em
breve você vai ter lá emílio garófalo
mãe do mark johnson enfim em breve
também você vai ter um curso de história
da pregação em 18 aulas tá bom um abraço
para vocês todos fica com deus tchau
tchau
e aí