A NOVA FAMÍLIA (EP 4): FILHOS COMO RAZÃO DO CASAMENTO CIVIL
25/08/2020A NOVA FAMÍLIA (EP 4): FILHOS COMO RAZÃO DO CASAMENTO CIVIL
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
e pega aqui na está warner was a friend #mother animal subiu a somada myself have stirred me she can be a father mother and her woman just so many have my heart can be used either turn right and relationship the modern room and a fire with no lines and structure question is will have to be and household and questions not even we don't take your love to me is what did you think of you the question is will go and just married at your friend conections the house one another and assist you with rich asians anderson instinct body party to you but when he hears what extent the make babies and baby safari baby sure on everybody don't support engineers with slider and game people you unlock your home is where you killed reis a segunda given a new and people tacada de génio argument with hundreds aquilo que and argument for super férias no marajó seja muito bem vindo ao quarto episódio da série a nova família aqui no canal do dois dedos de teologia i e aí e quando a gente discute o significado de família a gente está preocupado com a esfera privada cada pessoa pode chamar de família aquilo que ela bem entender muitas vezes a gente usa o significado das palavras já acordo com os interesses pessoais se você quiser chamar os seus amigos de família se você quiser chamar o seu cachorro de filho ou mesmo um guru de marketing de pai isso é da sua esfera privada e acaba que não é da conta do debate acerca de casamento homossexual a questão é como o governo civil tem definido família ou no estado tem legislado e tomado decisões acerca de definições de família e casamento no vídeo de hoje a gente vai falar sobre o aspecto conjugal do casamento a ideia da potencialidade reprodutiva ser o centro da união entre um homem e uma mulher e o único motivo pelo qual o governo está preocupado em legislar acerca dessa matéria um casamento homossexual entre dois homens ou duas mulheres seria algo de esfera unicamente privada não possuindo potencializar ah e por isso não sendo do interesse do estado legislar cerca de se não existe a possibilidade de geração de novas vidas não existe nenhum motivo para o governo se meter no assunto do casamento se existe uma relação entre o casamento ea vida familiar nós podemos esperar uma relação um paralelo entre a atividade que mais propriamente sela o casamento e a geração de vidas e os filhos ea vida familiar essa extenção que nasce com casamento na visão conjugal isso é óbvio o mesmo ato que sela o casamento é o ato que gera vidas então o casamento está intrisecamente voltado à vida familiar porque o mesmo ato que sela a união integral entre os cônjuges é o mesmo ato que gera a família que gera novas vidas aqui nós temos um novo paralelo que a visão reducionista não é capaz de explicar aí aqui a gente ver qual é a diferença o casamento em amizade em amizade não possui uma orientação intrínseco à vida familiar é muito normal que quando você casa as pessoas começam a perguntar quando vêm os filhos de onde tá vindo essa expectativas expectativas está vindo do fato de que a atividade que sela a sua união é atividades que geram vidas então a expectativa da vida familiar no casamento é algo espontâneo entre seco eu sou amiga da bárbara há quase 20 anos ninguém nunca perguntou para mim quando vem nossos filhos uma união entre si ca mente afetiva a menina dela mas filhos não são consequências das reunião eles não são mais expectativas essa união eles são uma expectativa de uma comunidade que está intrinsecamente voltar à vida familiar essa comunidade é o casamento e é por isso e não por causa do afeto que o estado se mete no nosso casamento o casamento é uma instituição que passa a mensagem para cultura de que as crianças precisam pelo menos idealmente de um pai e de uma mãe mas eles só passam essa mensagem se o casamento for em é como uma união entre os caminhos voltado à vida familiar seu casamento não está voltada voltado intrinsecamente a vida familiar então ele deixa de passar essa mensagem para cultura e aí se é um pai ou apenas uma mãe ou dos pais ou a mãe o avô para de ser relevante para de fazer sentido como essa ver uma desconexão entre a criação das crianças e a união dos adultos onde essa união dos adultos passas ter faltado apenas não afeta ou seja passa sapatada neles e não na prole por quê que o estado tem interesse no casamento o estado tem interesse no casamento porque em um casamento estável nós temos maiores chances de que as crianças concebidas não serão abandonadas dificilmente você tem duas pessoas casadas que tem um filho e dizer não vou largar tradução ou uma mulher casada que engravida de não essa que eu vou abortar não é essa realidade você ver isso acontecer muito mais nos casos onde a concepção ocorreu fora do casamento e corre dentro do casamento existe muito mais chances que essas crianças serão paradas e além disso que os pais irão se dedicar a ela se sacrificar por elas e passar a elas os valores que o estado não é capaz de passar educar uma criança é um processo ardo e longo quem é paz sabe disso quantas vezes você precisa dizer não para criança aprender muitas vezes e aí você tem que estar lá dia a dia ela fez de novo você corrigir e no outro dia você corrigir de novo o estado não tem como tá do lado da criança dessa forma mas os pais de fato se importam via de regra e eles devem ser estimulados assim importarem e aí eles fazem esse acompanhamento com as crianças né eles cuidam delas eles garantem que nós vamos receber na sociedade ou pelo menos eles aumentam as chances de que nós receberemos a sociedade cidadão de bem que vão contribuir para o bem comum que não vou roubar que não vão matar que vão nós vamos fazer a economia progredir que vão ser honesto e que vão passar adiante essa estrutura de família cuidando da próxima geração então por isso o casamento é muito importante para o estado porque ele cuida de um grupo que é extremamente vulnerável que são as crianças e isso não é algo irrelevante isso é algo muito importante que nós estamos tratando como se não fosse nada como sentir falta eu pudesse ter um filho aqui um filho ali e não fosse relevante que o pai estivesse presente por exemplo o estudo publicado no journal of research on adolescence ficou demonstrado que embora uma parte considerável do risco que parecia ser devido à ausência do pai pudesse na verdade de ser atribuída a outros fatores como maternidade adolescente baixo qualidade dos pais desigualdades raciais e pobreza adolescentes em famílias com a ausência paterna ainda enfrentavam riscos elevados de cancelamento os adolescentes que enfrentavam os maiores riscos de encastramento no entanto foram aqueles em famílias com padrastos e comendo família o pai e madrasta os avós matrimoniais podem ajudar a atenuar esse risco embora o novo casamento ea instabilidade residencial aumentem as políticas sociais de apoio aos filhos devem a linha de uma infância sobre o casamento para combater os riscos enfrentados por adolescentes que vivem em famílias adotivas também aqui no brasil não há pesquisas tão amplas mostrando a relação entre a ausência paterna e criminalidade no entanto em uma pesquisa feita pelo ministério público de são paulo com cerca de 1500 jovens e publicado no jornal folha de são paulo mostrou-se que 2 em cada 3 jovens infratores vêm de famílias que não têm o pai dentro de casa a questão que fica nisso tudo é o problema é ser criado apenas pelo pai ou pela mãe e por isso ter um único que cuide da criança é que gera desafios maiores para o desenvolvimento daquele indivíduo ou é a ausência de um papel específico na formação dos filhos do primeiro caso ter dois pais e duas mães compensaria todos os problemas relacionados à ausência de um pai e uma mãe o segundo caso no entanto ter dois pais ou ter duas e gerar ia a mesma falta que ser criado por uma pessoa só então essa experiência da gente confiar nas instituições confiar nas pessoas vocês a esperar que vai pegar um ônibus você sabe que existem bandidos você não pensa que todo mundo é um bandido potencial essa segurança geral é cultivado inicialmente no contexto familiar e isso é acontece quando existe uma afirmação da presença uma afirmação da continuidade uma afirmação do amor confiável e lixamento de fé fundamental isso é gerado no lar no contexto da família crianças que não são sujeitas a essa experiência de confiabilidade de promessas que são cumpridas de cuidado constante elas desenvolvem várias formas de insegurança ontológica que você refletir depois em patologias nas relações sociais então faz todo sentido que a perdurabilidade já necessária para a gente ter famílias mas aí vem o paradoxo apesar dele falar nesse deles dizer e nesse pote de 2011 que a perdurabilidade é um as relações o discurso dos teóricos não exatamente pelo contrário o discurso dos teóricos é de que as relações familiares e devem durar e enquanto existe o afeto e uma vez que o afeto aquelas emoções se dissipam então a relação é fluida agora ela pode se desfazer quando a gente reestrutura o casamento para significar apenas uma união afetiva a gente quebra o link entre casamento e vida familiar os homens param de ver porque que eles precisam se responsabilizar por aqueles filhos porque eles precisam ficar com aquela mulher porque que eles precisam se dedicar aquela mulher aquela família até o fim da vida não faz sentido eles pensa que eles podem simplesmente sair de casa e talvez ajudar financeiramente e não é assim a criança precisa de muito mais do que isso ela precisa do pai e da mãe juntos e as pessoas que experimentaram um caso de divórcio entre os pais ou que cresceram com a ausência de um dos pais são as primeiro e eu quanto que isso é doloroso e quanto que isso deixa uma falha eu e uma quebra às vezes na sua própria formação na sua segurança pessoal enfim existem várias consequências aí você tem um enfraquecimento das normas monogamia exclusividade permanência só que todas essas normas são importantes para o bom desenvolvimento infantil e aí quando tudo isso acontece você começa a tirar as razões que o estado tinha para investir no casamento porque o casamento passa a ser irrelevante para o cuidado das crianças e se ele é irrelevante para cuidados das crianças que o estado não tem mais porque se importar com ele isso é uma perda muito grande civilizacional porque as nossas crianças estão grupo especialmente vulnerável e elas precisam desse amparo elas precisam que a gente lute pelo casamento elas precisam que a gente lute por esse significado do casamento a união entre pessoas do mesmo sexo não cumpre esse papel não perpetua a sociedade então a minha pessoas do mesmo sexo não poderia se colocar som é a expressão família como está na constituição porque não tem o atributo que lá se dá a família de ser a base da sociedade e eu aqui uma com adolescentes em conflito com a lei que aqui em porto velho e o que eu vejo na realidade o indivíduo em desenvolvimento necessita em um dia todo um cuidado e é a parte da família que é o seu primeiro reduto de autoridade é a partir daí onde estarão os serão instaladas das crianças os princípios os valores na moral então querendo uma família é o primeiro reduto de relacionamento que proporciona esse primeiro contato com o mundo hoje nós temos vários arranjos familiares temos as famílias é zero parentais formados pelo pai e mãe casal heterossexual com a criança mora com os pais biológicos e temos um aumento significativo das famílias monoparentais só com um pai ou só com a mãe depois de um divórcio o falecimento de um dos pais e ambientes em que crianças crianças ou adolescentes são criados pelos avós e lucy o pelo mais velho lhe diante uma série de fatores que levaram essa situação e nós temos as formigas vão aparentais né são as famílias formadas por casais do mesmo sexo nos dois homens ou e duas mulheres e a partir de estudos que tratam desse comparativo da criação por entre a família zero parentais o monoparentais que a maioria dos estudos eles afirmam e não há nenhuma diferença no quesito a competência a capacidade de criar de amar uma criança de fazê-la feliz de dar o seu sustento de proporcionar um ambiente de acolhimento outros estudos críticos com essas metodologias e ficam algumas perguntas né a qual critério metodológico para a escolha a dessa dessa população inclusive tem um método é aprovado isso chamado smol o que que é esse método então a partir de uma amostra e essa mostra com vi no outras pessoas para participar da precisa é analogia a bola de neve a partir do meu está crescendo ela vai aumentando então essas metodologias começaram a ser questionadas e também senão a motivação político-ideológica diante dessas publicações não é possível afirmar em evidências científicas claras hoje nessa geração em relação aos efeitos psicológicos em se tratando dessa comparação não é nessa geração que nós vamos ver o resultado é para daqui há muito tempo então todo paradigma novo que vem à tona para lançar uma proposta social nova os resultados em relação aos efeitos não tem como dizer se vai ter um efeito nocivo um efeito positivo então não dá para garantir para mim um dos lados é um personagem principal que sair e que às vezes ela esquecida por incrível que pareça é criança e aí sabe o vídeo chamamento há uma preocupação em relação essa criança então criança ela não é um bom ela não é a ela não pode ser resultado de brigas entre pais quando ao maria nação parental ou quando a criança ela é usada para poder segurar o casamento restaurar o casamento e muito menos a criança ela tem ser objeto o pivô de ilob único que deu lógico então nesse quesito tem que é necessário ter uma preocupação em relação a isso e entender também aqui a não é saudável para o paradigma de sódio ficando outros que já existem e que são bases da civilização isso é a própria história que diz então vejam bem ou não está um jogo aqui a competência dessas pessoas entre ao as crianças não está o jogo aqui a competência capacidade e fazer um dividindo feliz e proporcionar um ambiente acolhedor mas é é uma adolescência debate para que realmente nós tenhamos um campo de diálogo que é tão defendido então a gente se mostra a realidade hoje é bem diferente muitos acreditam em um pretenso consenso acadêmico acerca da criação de filhos por duplas homossexuais esse consenso no entanto tem sido refutado por vários grupos que verificaram as fontes desse consenso por exemplo walter tchan no livro same-sex parenting will start a criticou swan pesquisa sobre paternidade do mesmo sexo uma avaliação crítica o autor analisou cerca de 400 estudos sobre paternidade homossexual e concluiu que esse dito consenso acadêmico é falso e apresenta os vieses ideológicos as faltas de rigor técnico e os outros problemas com a maioria dos papers que se dizem a favor da adoção e crianças por duplas homossexuais segundo o autor as pesquisas mais sérias apontam no entanto algo contra o conserto análise feita pelos pesquisadores na net get olá harry box e naomi goodyear jovens criados por duplas homossexuais estão na casa dos sessenta por cento no consumo de drogas os mesmos dados apontados no aspecto educacional filhos de duplas homossexuais costumam ter uma abstenção escolar maior e um desempenho estudantil pior adicione-se a isso o estudo de teodora cirota que mostra como a relação entre homossexualidade e criação não é tão diz continuar como o tento fazer parecer dizem que a sexualidade é totalmente nada você nasce homossexual e se ignora que existe um aspecto de formação da sexualidade que faz com que sim as influências externas também afeta em o modo como a nossa sexualidade se manifesta nós não somos só os nossos genes nós somos também a nossa formação no mundo por isso te adoro cirota concluiu que moças criadas por pais homossexuais têm 11 vezes mais chances de se tornarem lésbicas e comparação com filhas de pais heterossexuais outra pesquisa conduzida por ronaldsway mostra aqui um vilão há cento e filhos criados em famílias tradicionais possuíam inclinação homossexual enquanto filhos criados em lares homossexuais esse número subirá para 25 por cento e esses são apenas uns dos vários dados que ele cata longa na sua obra mostrando que não existe nenhum consenso acadêmico acerca do resultado da homoparentalidade em crianças por mais que o lobby político e cultural tente calar pesquisas que sejam incómodas aos padrões do nosso tempo jean-pierre da lamia escreveu uma obra chamada homossexuel controle marriage curto que pode ser traduzido por um homossexual contra o casamento para todos no seu livro ele argumenta que toda criança tem a necessidade de um pai e de uma mãe a fim de encontrar realização plena e que isso é muito diferente entre ter dois pais ou duas mães do mesmo sexo horas será a doação está sempre sujeita ao melhor interesse da criança porque se negaria a uma criança que já foi abandonada pelos seus pais progenitores quer de forma é sim ou seja por força maior como tragédias e mortes como negar íamos mais uma vez que crianças fossem adotadas por lares que não reproduzem a experiência análoga que lhe deu a vida qualquer modelo de família que nós pudermos imaginar ou qualquer concepção de lá nós vamos encontrar pontos positivos e negativos objetivo é apresentar fatos sobre a importância do pai como referência masculina ea importância da mãe como referência feminina no desenvolvimento de filhos saudáveis é óbvio que não significa que obrigatoriamente toda a família que tiver pai e mãe presentes a figura masculina e feminina exercendo a paternidade ea maternidade na formação dos filhos obrigatoriamente esses filhos serão bem ajustados e seguiram o rumo a saudável né de desenvolvimento emocional como também não é obrigatoriamente é todo lá com apenas um dos pais por exemplo um pai solteiro uma mãe solteira ou o modelo de lar que se possa conceber porque o pai e a mãe não estão necessariamente presentes os dois então obrigatoriamente os filhos serão desajustados e terão problemas os fatos que nós vamos apresentar aqui eles falam de uma média estatística vista nas pesquisas não sendo algo da termine fico que diga a modelo a de família tudo corre muito bem modelo bd família não funciona não é esse objetivo como nós dê certo né a ideia é mostrar a média estatística do que as pesquisas demonstram na revista pais e filhos as psicólogas márcia orsi e beth monteiro falaram sobre a necessidade da figura paterna masculina na formação dos filhos mas só se é psicóloga e especialista em intervenção familiar do instituto de terapia sistêmica o inter e são josé do rio preto e ela diz o seguinte pesquisas demonstram que a figura paterna possibilita a criança a entrada no contatos o e de forma mais segura proporcionando um equilíbrio que a criança precisa e mostrar o mundo masculino é importante para o equilíbrio da criança já colega dela beth monteiro no mesmo trabalho psicóloga pedagoga e escritora e embaixadora da revista pais e filhos falou o seguinte pai é um primeiro outro na vida da criança a primeira pessoa que introduz uma relação além da materna imagina uma planta que se alimenta da seiva da árvore este é o símbolo simbiótico primeiro tipo de vínculo que a criança estabelece com a mãe já o pai vem para quebrar este vinho a criança espera coisas diferentes de pai e mãe geralmente o pai representa a proteção ea mãe representa cuidar uma criança que tem um pai presente participativo cresce sentindo mais segura e isso é importante para a construção da identidade as duas psicólogos estão falando que o papel do pai como figura paterna masculina é muito muito importante na formação nude um dos filhos não só pela presença em si mas ela está explicando a relação da criança com a mãe já é natural mas essa relação ela pode se tornar problemática se a figura paterna não existir ali presente que a banda esse vínculo e levando a criança para outros patamares do desenvolvimento dela que a relação com a mãe normalmente não leva naturalmente não o jornal estadão publicou matéria da júlia manglano uma pós-graduada e estimulação em educação infantil pela escola europeia de educação na espanha tem nba no iese na espanha também ea orientadora familiar pelo curso e da espanha diretora da escola infantil a ad e fundadora do instituto brasileiro da família filial de um órgão consultivo da onu em assuntos de família em colaboração com as psicólogas bárbara subjetivo de paula magalhães patrícia della sala do observatório da vida elas comentam que para um desenvolvimento emocional positivo e seguro dos filhos que os auxilie e também com as diversas situações da vida é importante crescer em um lar no qual pai e mãe estejam presentes na matéria delas é dito que o papel da mãe já costuma ser percebido e valorizado pela sociedade mesmo porque a mulher naturalmente se vincula com os filhos desde a gestação para o homem este é um processo que precisa ser construído através de um desejo consciente dele de aproximação aos filhos desde pequenos as principais especialistas em família informam que diversos autores da psicologia afirmam que a ausência da figura masculina pode produzir conflitos no desenvolvimento psicológico e cognitivo da criança de acarretar distúrbios de comportamento isto porque é a partir da interação com o pai que a criança começa a descobrir a relação com o mundo e a desenvolver mais segurança para explorar na mesma matéria as especialistas dizem que cabe aos homens assumir em seu lugar na educação dos filhos o modelo masculino é fundamental para o desenvolvimento é saudável da identidade dos meninos e também das meninas mais tarde os filhos adolescentes busco na figura masculina um modelo para se identificar e no caso das meninas para sua autoestima e segurança inclusive recomendo o livro país fortes filhas felizes essas especialistas recomendam olha só que aqui acabou de dizer aqui nesse nessa parte do trabalho delas que os adolescentes os filhos adolescentes nessa fase eles buscam na figura masculina o modelo para se identificar os meninos busco na figura masculina modelo de identificação enquanto que as meninas buscam um modelo para a autoestima e segurança portanto a ausência desse referencial masculino prevê-se pelas pesquisas que têm sido feitas que vai deixar lacunas importantes júlia paula e patrícia as três especialistas alertam que se o pai não ocupar este lugar o quanto antes os filhos podem colocar outras pessoas em seu lugar sendo grande o perigo de não selecionar um bom modelo para esta identificação olha só que coisa importante o pai o pai negligente a figura masculina que não esteja cumprindo o seu papel pode fazer com que os filhos escolha um outro referencial de modelo e ao perigo de ele selecionarem o modelo ruim causar o identidade problemática complementariedade do pai e da mãe a capacidade de definir em conjunto a educação dos filhos possibilitará um modelo de crescimento saudável com uma base estrutural para que cada filho seja um adulto maduro e cada vez mais feliz se por algum motivo o pai biológico não puder estar presente é importante que outro figura masculina ocupa este lugar com o avô tio ou outro adulto mas o referencial masculino não pode faltar já para pagar e tornou autor do livro pai ausente filho carente a presença do pai é que poderá facilitar a criança a passagem do mundo da família para o da sociedade sendo permitido o acesso a afirmação de si mesmo a capacidade de se defender e de explorar o ambiente segundo o autor as pesquisas mostram que as crianças que têm o pai próximo e presente sentem-se mais seguros em seus estudos na escolha de uma profissão ou na tomada de iniciativas pessoais já de acordo com mariana é isso e da vinci momberg autores do trabalho a ausência paterna e sua repercussão no desenvolvimento da criança e do adolescente publicado na revista de psiquiatria do rio grande do sul e que fizeram estudo de caso clinico em rigorosa revisão de literatura ausência paterna tem potencial para gerar conflitos no desenvolvimento psicológico e cognitivo da criança bem como influenciar o desenvolvimento de distúrbios de comportamento mary beth xin nas suas pesquisas conclui que em famílias sem a presença do pai ou nas quais os pais apresentavam pouca interação com seus filhos as crianças mostraram menor desempenho em testes cognitivos malcom montgomery observa que crianças com a ausência do pai biológico em duas há mais probabilidade de repetir o ano escolar e 11 vezes mais chances de apresentar em comportamento violento nas escolas além de principalmente os meninos evidenciar e maiores dificuldades nas provas finais e uma média mais baixa de leitura edyleine bp benczik em forma de educação para ser aquele brada necessita dos dois progenitores a presença paterna masculina na família diferente e complementar a materna feminina a falta de um modelo na educação masculino ou feminino implica quase sempre em um desequilíbrio naquele que é educado o filho da observe que que a presença do pai figura masculina e da mãe figura feminina é fundamental para o desenvolvimento saudável dos filhos ausência de um deles tem grande chance de gerar desajustes essa de muita gente usa esse termo aí a questão de como a formação psíquica da de um ser humano de uma de uma criança é em e ela se dá a partir da relação que a construir ali no núcleo familiar eu quero lembrar né e fróide ele se debruça sobre esse tema ele sempre se vale da presença do órgão genital masculino e da ausência da deste mesmo órgão na vida feminina então a gente já vê que a teoria do desenvolvimento para a região ela se dá pelo fato de existir uma presença anatômica existe a língua diferença entre homem e mulher entre macho e fêmea claro que pros está tratando de um imaginário mas é muito importante né quando ele desenvolve a ideia lá do complexo de ético e da castração o imaginário que existia entre os meninos é que ele explica assim na sua obra é que essa diferença anatômica que mais tarde vai ter um símbolo né vai se tornar um se você não vai chamar mais de tênis ele vai chamar de falo porque pros vai me diz como vai ser introduzido na cabeça da criança parte da triangulação dedo da criança do seu pai e da sua mãe esta relação entre os três determina toda a vida que tem que isso é muito importante a gente saber então esse é o primeiro motivo para a gente pensar e a triangulação né pai mãe e o cirilo é o que constitui a vida psíquica inicial né o brodi vai dizer lá para nós essa diferença é assim que ele explica a castração né o menino ver que o seu pai tem o órgão maior do seu dedo e isso lhe dá medo né e proíbe dessa maneira né ai feliz o imaginário infantil é de que aquele que tem um pau maior que tem uma coisa ele então casta as meninas que existe angélica são todas as meninas porque a essa figura que havia né não imaginar isso e ele é mais fraco do que o outro do mesmo sexo que ele que foi esse outro que é mais forte havia castrado todo mundo por medo da castração por medo de perder o seu poder e até de chegar essa posição ele então me acorde criança ideia né que o menino passa a se identificar com seu pai para ele no futuro ocupar aquele lugar de poder né o que eu quero dizer é que com esse tópico froid então está dizendo para nós e todas as obras vai ficar muito claro que a sexualidade da anatomia da sexualidade a presença do pai da mãe dentro da casa são o centro constitutivo da estrutura psíquica de todo o conflito humano e é inevitavelmente marcado por essa relação entre o sujeito entre a criança ali menino ou menina esse é o primeiro motivo de pais e mães dentro de casa ajudaram na constituição a ver cada sujeito deve cada pessoa um ponto de vista das pesquisas revolucionárias nós temos o que tem sido estudado hoje por alguns estudiosos de raiva de outros lugares e que nós chamamos então de investimento parental né para seleção sexual é a pesquisa evolutivas apontam para mais interesse na atividade feminina então existem ainda poucos estudos atividade masculina por quê porque existe um esforço no acasalamento e o que esta estrutura né que nós herdamos dos processos evolucionários é como eles então podem nos ajudar a perceber a importância de ter macho e fêmea dentro de casa e vou contar apenas um exemplo né mas o investimento das mulheres ele é visto né com quando o o acasalamento ele traz este cuidado com os filhos né por meio da gravidez da lactação e vai garantir uma estratégia diferenciada dos homens esse é o primeiro ponto as estratégias de preservação da natureza feminina texx feminina da mulher são diferentes das dos homens né nos machos para garantir o sucesso reprodutivo da espécie eles entram então no outro tipo de dilema né da seleção natural podemos dizer assim ele gasta energia no esforço de cuidar da prole né no esforço então de garantir que aquele acasalamento ali vai fazer com que a sua descendência vamos chamar assim né esse esse envolvimento parental vai aumentar as chances do macho garante que o seu filhote ele leve seus genes para as outras gerações né mantendo então é proteção da fêmea como a garantia de que ele vai se sobressaem sobre os demais eu separei aqui uma citação de um livro que eu dei um tempo deixa eu primata né do frango e ele diz assim a família nuclear pai grande filho é a marca registrada da evolução social humana uma vez que a optar pela monogamia o homem aumentou a capacidade de distinguir quais eles são realmente seus descendentes assim a família nuclear teria se originado a partir de uma tendência do mar acompanhar a pena com quem se acasalou para manter rivais e infanticida distância e ao mesmo tempo estabelecer uma sociedade cooperativa na qual ambos os sexos entre o seguro além de aumentando a certeza da paternidade abrir um caminho para o envolvimento ainda maior do pai nos cuidados dos ter sendo estes tanto indireto como a provisão de alimentos proteção na prole quanto investimento mais direto de cuidado por meio da alimentação limpeza transporte nesse aspecto a divisão do trabalho entre machos e fêmeas ea monogamia podem ter surgido para resolver um problema de sobrevivência da espécie e poderíamos estender isso né pensando na formação da estrutura psíquica de cada ser humano poderíamos então eu trazer à tona que isso tudo né é que envolvem psicologia da educação por exemplo de jean piaget ele aponta três processos né para desenvolvimento mental saudável de uma criança a troca né a socialização entre os indivíduos a interiorização das palavras que a construção de sistema de simbólico né que o pros vai vai trabalhar esse bastante ea interiorização dessas ações eu sei que ele vai transformar essas imagens em algo que ele vai fazer na sua vida então que nós poderíamos trabalhar aqui nesse sentido é que o melhor ambiente formativo da psique humana envolve a máxima diversidade ou seja homem e mulher cada um operando na estrutura tanto criacional tanto em curitiba quanto dos símbolos e o grupo vai construir e a gente pode ver isso aí roupa de todos e gosta que a gente principalmente na área de desenvolvimento infantil que as estruturas quanto mais elas estão adequadas ao modelo simbólico-cultural daquela criança e mais encaixado né com a natureza inata a filogênese das estruturas mas ele tem capacidade vamos dizer assim né mas ele tá mais apto para 11 um remédio mais saudáveis alguém diz a mais tem pessoas que se casam e e não tem filhos ou involuntariamente por causa de alguma enfermidade ou voluntariamente por que não desejam pelo aí nós iríamos seguinte a união entre homem e mulher é essencialmente fecunda no caso daqueles que não podem ter filhos acidentalmente e fecunda mas nós definimos uma coisa pela essência pela substância e não pelo acidente no caso e as pessoas voluntariamente não quererem ter filhos aí eu levo uma afirmação que kant fez e o casamento do ponto de vista da natureza é para gerar filhos agora do ponto de vista dos indivíduos que se casar que eles poderão decidir contra a natureza e não ter filhos mas o casamento existe do ponto de vista da natureza para gerar filhos a finalidade que a natureza da ao casamento ou existe o casamento a partir da natureza porque a natureza quer se perpetuar aí é uma questão de que individualmente aquelas pessoas não quiser a gente tem que distinguir na finalidade do casamento a finalidade daquelas pessoas específicas e poderá estar subtraindo a vinda de filhos ea finalidade da natureza de se perpetuar que leva à formação da instituição do casamento quem sabe que alguns casais decidem não ter filhos alguns casais até mesmo nem podem ter filhos mas essa não é a questão a questão é como a instituição se configura quando algo que tem uma função específica tá quebrado ainda assim a função e em quando você olha para um espelho rachado você ainda sabe qual é as funções daquele espelho se ninguém está sendo refletido no espelho ainda assim a função dele permanece uma família que decide por não ter filhos ainda assim uma família potencialmente reprodutor um casal possui algum problema físico que os impede na fecundidade ainda estão dentro de um relacionamento que em seu sentido normal ainda possui potencial de reprodução nós não podemos saber o que vai acontecer depois que eu aqui em casa mas nós sabemos que aquela união é fecunda por isso que nós a chamamos de casamento quando entre homem e mulher tão a família é a base da sociedade o que ela a perpetua porque ela lhe permite a continuidade por isso que ela tem proteção especial do estado por isso que é dito também na condição que ela terá a proteção especial do estado a união sexual natural ocorre ou de acordo com a mera natureza animal ou de acordo com a lei a união sexual de acordo com a lei é o casamento isto é a união de e duas de sexos diferentes para posse por toda a vida dos atributos sexuais esse pros é possível que a finalidade da geração e educação dos filhos sejam a finalidade da natureza para o que é este plantou as inclinações de um sexo pelo outro entretanto não é requerido aos seres humanos que casam fazer disso sua finalidade de modo a compatibilizar sua união com direito pois de outra maneira o casamento seria dissolvido com cessar da procriação o estado vai proteger aquilo que é de interesse público e oferecer sua especial proteção aquilo que cumpre um papel ligada ao bem comum tão duas pessoas do mesmo sexo resolvem viver juntas manter relações físicas mas se elas com aquela relação não podem gerar filhos nem perpetuar a sociedade se elas não tem naquela união uma finalidade ligada ao bem comum é exclusivamente um consumo de prazeres recíprocos é exclusivamente no interesse e aí elas viverem o seu projeto pessoal felicidade por que razão o estado deveria oferecer uma proteção especial estado a oferecer proteção especial a um tipo de união que cumprir uma missão coletiva ligada ao bem comum por isso que a família é a base da sociedade e depois é que se conclui que ela terá proteção especial do estado tanto que se diz que o casamento é uma união privada mas de ordem pública porque cumpre uma função que está para além daquelas pessoas se você for olhar toda a linguagem da nossa constituição presume-se esse conceito de família e de casamento lá vai falar da proteção da maternidade lá vai falar da proteção à infância toda uma preocupação com os filhos com a maternidade deveríamos admitir inclusive a adoção de uma criança por um casal análogo ao que poderiam ser os seus pais biológicos e quem vem ao mundo a não ser como resultado de uma relação entre homem e mulher deveria ser adotado portanto por alguém a quem poderia chamar de pai alguém a quem poderia chamar de mãe se a natureza se perpetuou assim deve ter alguma finalidade o dever a mãe né tem toda uma relação de seu corpo depois do nascimento do filho para que o filho tenha necessidades satisfeitas como por exemplo de amamentação sabe-se que a criança fica apegada à mãe até um certo tempo sentidos como extensão dela até que numa certa idade ela é libertada dessa dependência da mãe pela figura paterna para desenvolver sua autonomia e sua identidade não todos esses componentes aí não poderão ser ignorados quando você vai pensar em a doação tem que pensar o que é melhor para criança deve ela ser adotada por um casal análogo ao casal que ele possa ter dado origem então devemos ter essa preocupação com os vulneráveis nós temos que pensar nessa questão do casamento em função daquilo que é melhor para os filhos aquele que é melhor para os filhos então nós temos inúmeras razões para fazer objeção a que se considere a união entre pessoas do mesmo sexo como sendo casamento ou como tendo o status de casamento não atende a declaração universal dos direitos humanos não atende o código civil que é 2002 não atende a constituição não atende a linguagem casal acasalamento matrimônio não atende a história tem aí toda uma antecedência não atende a biologia não atende ao aspecto reprodutivo da natureza foi kant que disse que o substrato do casamento no caso biológico reprodutivo pertence a nossa natureza animal ou seja aquele que nós temos em comum com os animais que ele tem um substrato biológico com o qual nós estamos nivelados aos animais tá faltando o aspecto reprodutivo e protetivo dos filhos que vão ser gerados e nós como seres humanos dotados de espírito e tendo uma elevação de natureza também temos um segundo estrato para o casamento que é onde nós vamos ter a preocupação com a monogamia aqui ressalta uma questão de justiça uma fidelidade que a questão moral e com todo um conjunto de deveres dos pais para com os filhos dos filhos para com os pais a família e particularmente o casamento são instituições ou é uma instituição afetiva em primeiro lugar tão importante deixar muito claro que não que a família é mais do que isso a família tem um substrato uma dimensão afetiva que é fundamental no dia que um que os pais deixam de trazer o alimento para os filhos a família morre acaba pela dimensão biológica fundamental a dimensão emocional também é mas o foco de tudo isso é a formação humana integral então é a formação moral o que os pais comunicam para os filhos não é só alimento e carinho eles como os filhos uma um conceito de vida eles comunicam para os filhos um ideal moral uma visão sobre o que é a vida feliz sobre quais são as coisas que valem a pena na existência a família pode ser religiosa ou pode ser humanista secular a te isso não importa ela de repente não acredita em natividade mas acredita na justiça então os pais vão comunicar esse ideal para os filhos então considera por exemplo a educação das crianças mais do que isso a formação psicológica das crianças é necessário um outro tipo de capital diferente do capital emocional capital moral o capital moral se mostra em promessas realmente confiáveis ou seja na confiabilidade se você cria uma relação ou você legisla sobre um tipo de família um tipo de relação que não apresenta o caráter da confiabilidade esse traço da confiabilidade que são relações incluídas condicionadas ao bem-estar emocional você não está falando sobre uma relação que o capitão moral e uma relação sem capital moral não é adequada para a formação de crianças para educação de criança existe algo realmente problemático aí a família e o casamento na sua concepção conjugal e tradicional envolve compromissos que foram além do bem-estar o centro não é realização afetiva de cada indivíduo o centro é uma experiência coletiva de amor e confiabilidade e não bem-estar individual mas você de redefinir a família em termos de bem-estar individual você introduzo novas formas de miséria e de violência então nesse sentido todo o movimento dos direitos afetivos na sua interpretação do que a família eo casamento são assumir uma direção errada porque ao aceitar o emotivismo moral ele perdeu a capacidade de distinguir entre capital emocional e capital moral e de compreender que algumas instituições só funcionam bem com capital manau uma instituição artística só funciona bem com capital artístico instituições científicas não funcionam sem capital científico famílias não funciona sem capital as famílias baseadas na realização afetiva do bem-estar afetivo não produzem capital moral em quantidade suficiente para promover a formação humanística completa dos seus membros e a saúde moral completo dos seus métodos e veja só caso a família não seja definida pelo seu potencial reprodutor na forma normal e natural a posse de filhos eo cuidado dos filhos por parte dos pais deixa de ser um fenômeno natural do período romano tem um filho não era algo biológico era algo jurídico você não tinha um filho você pegava um filho quando os seus filhos nasciam você tinha o direito de lançá-los do alto de pontes deixá-los em um futuro de lixo flamejante uma vez que você teve esses filhos no sentido biológico mas não esteve em um sentido legal ora se a família deixa de ser algo definido de forma biológica através dessa complementaridade entre homem e mulher ea potencialidade de fecundidade que sai dali o cuidado ea responsabilidade dos pais sobre os filhos de um fenômeno natural que o governo apenas percebe e toma decisões acima de um fato na realidade para passar a ser mera imposição legal o direito ea responsabilidade de pais sobre filhos não provém diretamente do fato deles serem prole biológico mas vem de uma permissão de uma concessão do estado já que você chama de família se trata como casamento dois homens e duas mulheres que não podem reproduzir e os filhos que eles possuem tomados de outros relacionamentos heterossexuais faço a ser considerados tão filhos como qualquer outro a família biológica deixa de existir como tal e tudo aquilo que concerne aos pais acerca dos cílios deixa de ser um fenômeno da natureza passa a se tornar um fenômeno meramente jurídico deixe de ser algo natural da estrutura do casamento para se tornar uma concessão do estado no fim das contas você cuida dos seus filhos porque o estado te dá esse direito e se ele dá ele tira e no fim das contas o estado tem poder acerca da forma como você cuida da sua família assim você não tem mais direito de dar palmadas no seu filho porque a lei menino bernardo vai impedi-lo nesse processo quem fez você seja impedido de ter mais determinado número de filhos como a gente encontra tão comumente em alguns países orientais talvez você seja processado e perca a guarda dos seus filhos se você não usa entregar ao currículo do estado desejar ensiná-los em casa fazendo o homeschooling uma vez que você vai ser enquadrado em abandono intelectual do seu filho no fim das contas o relacionamento entre pais e filhos deixa de ser algo natural humano para se tornar algo mediado por burocratas sentado escritórios em brasília e talvez esse seja um dos grandes problemas que está atrelado ao conceito revisionismo de família que ignora a centralidade da fecundidade dentro do relacionamento do casamento mas esse é o tema do nosso próximo vídeo terça-feira 10 horas da manhã aqui no canal do dos dedos de teologia a nossa série a nova família eu te encontro lá a polícia passou a ser muito mais preocupada contemporaneamente aqui fundar suas práticas encontrar legitimidade nas suas práticas nos afetos dos indivíduos do que propriamente dito em que vai conseguir fazer comum aqui que vai ser melhor plataforma política ou mesmo está até desenvolver quando a gente pensa