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A fé vem pelo ouvir

A NOVA FAMÍLIA (EP 4): FILHOS COMO RAZÃO DO CASAMENTO CIVIL

A NOVA FAMÍLIA (EP 4): FILHOS COMO RAZÃO DO CASAMENTO CIVIL




Fonte: Dois Dedos de Teologia

Legendas automáticas:

e pega aqui na está warner was a friend
#mother animal subiu a somada myself
have stirred me she can be a father
mother and her woman just so many have
my heart can be used either turn right
and relationship the modern room and a
fire with no lines and structure
question is will have to be and
household and questions not even we
don't take your love to me is what did
you think of you the question is will go
and just married at your friend
conections the house one another and
assist you with rich asians anderson
instinct body party to you but when he
hears what extent the make babies and
baby safari baby sure on everybody don't
support engineers with slider and game
people you unlock your home is where you
killed reis
a segunda given a new and people tacada
de génio argument with hundreds aquilo
que and argument for super férias no
marajó seja muito bem vindo ao quarto
episódio da série a nova família aqui no
canal do dois dedos de teologia i
e aí
e quando a gente discute o significado
de família a gente está preocupado com a
esfera privada cada pessoa pode chamar
de família aquilo que ela bem entender
muitas vezes a gente usa o significado
das palavras já acordo com os interesses
pessoais se você quiser chamar os seus
amigos de família se você quiser chamar
o seu cachorro de filho ou mesmo um guru
de marketing de pai isso é da sua esfera
privada e acaba que não é da conta do
debate acerca de casamento homossexual a
questão é como o governo civil tem
definido família ou no estado tem
legislado e tomado decisões acerca de
definições de família e casamento no
vídeo de hoje a gente vai falar sobre o
aspecto conjugal do casamento a ideia da
potencialidade reprodutiva ser o centro
da união entre um homem e uma mulher e o
único motivo pelo qual o governo está
preocupado em legislar acerca dessa
matéria um casamento homossexual entre
dois homens ou duas mulheres seria algo
de esfera unicamente privada não
possuindo potencializar
ah e por isso não sendo do interesse do
estado legislar cerca de se não existe a
possibilidade de geração de novas vidas
não existe nenhum motivo para o governo
se meter no assunto do casamento se
existe uma relação entre o casamento ea
vida familiar nós podemos esperar uma
relação um paralelo entre a atividade
que mais propriamente sela o casamento e
a geração de vidas e os filhos ea vida
familiar essa extenção que nasce com
casamento na visão conjugal isso é óbvio
o mesmo ato que sela o casamento é o ato
que gera vidas então o casamento está
intrisecamente voltado à vida familiar
porque o mesmo ato que sela a união
integral entre os cônjuges é o mesmo ato
que gera a família que gera novas vidas
aqui nós temos um novo paralelo que a
visão reducionista não é capaz de
explicar aí aqui a gente ver qual é a
diferença
o casamento em amizade em amizade não
possui uma orientação intrínseco à vida
familiar é muito normal que quando você
casa as pessoas começam a perguntar
quando vêm os filhos de onde tá vindo
essa expectativas expectativas está
vindo do fato de que a atividade que
sela a sua união é atividades que geram
vidas então a expectativa da vida
familiar no casamento é algo espontâneo
entre seco eu sou amiga da bárbara há
quase 20 anos ninguém nunca perguntou
para mim quando vem nossos filhos uma
união entre si ca mente afetiva a menina
dela mas filhos não são consequências
das reunião eles não são mais
expectativas essa união eles são uma
expectativa de uma comunidade que está
intrinsecamente voltar à vida familiar
essa comunidade é o casamento e é por
isso e não por causa do afeto que o
estado se mete no nosso casamento o
casamento é uma instituição que passa a
mensagem para cultura de que as crianças
precisam pelo menos idealmente de um pai
e de uma mãe mas eles só passam essa
mensagem se o casamento for em
é como uma união entre os caminhos
voltado à vida familiar seu casamento
não está voltada voltado intrinsecamente
a vida familiar então ele deixa de
passar essa mensagem para cultura e aí
se é um pai ou apenas uma mãe ou dos
pais ou a mãe o avô para de ser
relevante para de fazer sentido como
essa ver uma desconexão entre a criação
das crianças e a união dos adultos onde
essa união dos adultos passas ter
faltado apenas não afeta ou seja passa
sapatada neles e não na prole por quê
que o estado tem interesse no casamento
o estado tem interesse no casamento
porque em um casamento estável nós temos
maiores chances de que as crianças
concebidas não serão abandonadas
dificilmente você tem duas pessoas
casadas que tem um filho e dizer não vou
largar tradução ou uma mulher casada que
engravida de não essa que eu vou abortar
não é essa realidade você ver isso
acontecer muito mais nos casos onde a
concepção ocorreu fora do casamento
e corre dentro do casamento existe muito
mais chances que essas crianças serão
paradas e além disso que os pais irão se
dedicar a ela se sacrificar por elas e
passar a elas os valores que o estado
não é capaz de passar educar uma criança
é um processo ardo e longo quem é paz
sabe disso quantas vezes você precisa
dizer não para criança aprender muitas
vezes e aí você tem que estar lá dia a
dia ela fez de novo você corrigir e no
outro dia você corrigir de novo o estado
não tem como tá do lado da criança dessa
forma mas os pais de fato se importam
via de regra e eles devem ser
estimulados assim importarem e aí eles
fazem esse acompanhamento com as
crianças né eles cuidam delas eles
garantem que nós vamos receber na
sociedade ou pelo menos eles aumentam as
chances de que nós receberemos a
sociedade cidadão de bem que vão
contribuir para o bem comum que não vou
roubar que não vão matar que vão
nós vamos fazer a economia progredir que
vão ser honesto e que vão passar adiante
essa estrutura de família cuidando da
próxima geração então por isso o
casamento é muito importante para o
estado porque ele cuida de um grupo que
é extremamente vulnerável que são as
crianças e isso não é algo irrelevante
isso é algo muito importante que nós
estamos tratando como se não fosse nada
como sentir falta eu pudesse ter um
filho aqui um filho ali e não fosse
relevante que o pai estivesse presente
por exemplo o estudo publicado no
journal of research on adolescence ficou
demonstrado que embora uma parte
considerável do risco que parecia ser
devido à ausência do pai pudesse na
verdade de ser atribuída a outros
fatores como maternidade adolescente
baixo qualidade dos pais desigualdades
raciais e pobreza adolescentes em
famílias com a ausência paterna ainda
enfrentavam riscos elevados de
cancelamento os adolescentes que
enfrentavam os maiores riscos de
encastramento no entanto foram aqueles
em famílias com padrastos e comendo
família
o pai e madrasta os avós matrimoniais
podem ajudar a atenuar esse risco embora
o novo casamento ea instabilidade
residencial aumentem as políticas
sociais de apoio aos filhos devem a
linha de uma infância sobre o casamento
para combater os riscos enfrentados por
adolescentes que vivem em famílias
adotivas também aqui no brasil não há
pesquisas tão amplas mostrando a relação
entre a ausência paterna e criminalidade
no entanto em uma pesquisa feita pelo
ministério público de são paulo com
cerca de 1500 jovens e publicado no
jornal folha de são paulo mostrou-se que
2 em cada 3 jovens infratores vêm de
famílias que não têm o pai dentro de
casa a questão que fica nisso tudo é o
problema é ser criado apenas pelo pai ou
pela mãe e por isso ter um único que
cuide da criança é que gera desafios
maiores para o desenvolvimento daquele
indivíduo ou é a ausência de um papel
específico na formação dos filhos do
primeiro caso ter dois pais e duas mães
compensaria todos os problemas
relacionados à ausência de um pai e uma
mãe o segundo caso no entanto ter dois
pais ou ter duas
e gerar ia a mesma falta que ser criado
por uma pessoa só então essa experiência
da gente confiar nas instituições
confiar nas pessoas vocês a esperar que
vai pegar um ônibus você sabe que
existem bandidos você não pensa que todo
mundo é um bandido potencial essa
segurança geral é cultivado inicialmente
no contexto familiar e isso é acontece
quando existe uma afirmação da presença
uma afirmação da continuidade uma
afirmação do amor confiável e lixamento
de fé fundamental isso é gerado no lar
no contexto da família crianças que não
são sujeitas a essa experiência de
confiabilidade de promessas que são
cumpridas de cuidado constante elas
desenvolvem várias formas de insegurança
ontológica que você refletir depois em
patologias nas relações sociais então
faz todo sentido que a perdurabilidade
já necessária para a gente ter famílias
mas aí vem o paradoxo apesar dele falar
nesse deles dizer e nesse pote de 2011
que a perdurabilidade é um
as relações o discurso dos teóricos não
exatamente pelo contrário o discurso dos
teóricos é de que as relações familiares
e devem durar e enquanto existe o afeto
e uma vez que o afeto aquelas emoções se
dissipam então a relação é fluida agora
ela pode se desfazer quando a gente
reestrutura o casamento para significar
apenas uma união afetiva a gente quebra
o link entre casamento e vida familiar
os homens param de ver porque que eles
precisam se responsabilizar por aqueles
filhos porque eles precisam ficar com
aquela mulher porque que eles precisam
se dedicar aquela mulher aquela família
até o fim da vida não faz sentido eles
pensa que eles podem simplesmente sair
de casa e talvez ajudar financeiramente
e não é assim a criança precisa de muito
mais do que isso ela precisa do pai e da
mãe juntos e as pessoas que
experimentaram um caso de divórcio entre
os pais ou que cresceram com a ausência
de um dos pais são as primeiro
e eu quanto que isso é doloroso e quanto
que isso deixa uma falha eu e uma quebra
às vezes na sua própria formação na sua
segurança pessoal enfim existem várias
consequências aí você tem um
enfraquecimento das normas monogamia
exclusividade permanência só que todas
essas normas são importantes para o bom
desenvolvimento infantil e aí quando
tudo isso acontece você começa a tirar
as razões que o estado tinha para
investir no casamento porque o casamento
passa a ser irrelevante para o cuidado
das crianças e se ele é irrelevante para
cuidados das crianças que o estado não
tem mais porque se importar com ele isso
é uma perda muito grande civilizacional
porque as nossas crianças estão grupo
especialmente vulnerável e elas precisam
desse amparo elas precisam que a gente
lute pelo casamento elas precisam que a
gente lute por esse significado do
casamento a união entre pessoas do mesmo
sexo não cumpre esse papel não perpetua
a sociedade então a minha pessoas do
mesmo sexo não poderia se colocar som
é a expressão família como está na
constituição porque não tem o atributo
que lá se dá a família de ser a base da
sociedade
e eu aqui uma com adolescentes em
conflito com a lei que aqui em porto
velho e o que eu vejo na realidade o
indivíduo em desenvolvimento necessita
em um dia todo um cuidado e é a parte da
família que é o seu primeiro reduto de
autoridade é a partir daí onde estarão
os serão instaladas das crianças os
princípios os valores na moral então
querendo uma família é o primeiro reduto
de relacionamento que proporciona esse
primeiro contato com o mundo hoje nós
temos vários arranjos familiares temos
as famílias é zero parentais formados
pelo pai e mãe casal heterossexual com a
criança mora com os pais biológicos e
temos um aumento significativo das
famílias monoparentais só com um pai ou
só com a mãe depois de um divórcio o
falecimento de um dos pais e ambientes
em que crianças crianças ou adolescentes
são criados pelos avós e lucy
o pelo mais velho lhe diante uma série
de fatores que levaram essa situação e
nós temos as formigas vão aparentais né
são as famílias formadas por casais do
mesmo sexo nos dois homens ou e duas
mulheres e a partir de estudos que
tratam desse comparativo da criação por
entre a família zero parentais o
monoparentais que a maioria dos estudos
eles afirmam e não há nenhuma diferença
no quesito a competência a capacidade de
criar de amar uma criança de fazê-la
feliz de dar o seu sustento de
proporcionar um ambiente de acolhimento
outros estudos críticos com essas
metodologias e ficam algumas perguntas
né a qual critério metodológico para a
escolha a dessa dessa população
inclusive tem um método é aprovado isso
chamado smol o que que é esse método
então a partir de uma amostra
e essa mostra com vi no outras pessoas
para participar da precisa é analogia a
bola de neve a partir do meu está
crescendo ela vai aumentando então essas
metodologias começaram a ser
questionadas e também senão a motivação
político-ideológica diante dessas
publicações não é possível afirmar em
evidências científicas claras hoje nessa
geração em relação aos efeitos
psicológicos em se tratando dessa
comparação não é nessa geração que nós
vamos ver o resultado é para daqui há
muito tempo então todo paradigma novo
que vem à tona para lançar uma proposta
social nova os resultados em relação aos
efeitos não tem como dizer se vai ter um
efeito nocivo um efeito positivo então
não dá para garantir para mim um dos
lados é um personagem principal que sair
e que às vezes ela esquecida por
incrível que pareça é criança e aí sabe
o vídeo chamamento há uma preocupação em
relação essa criança então criança ela
não é um bom ela não é a ela não pode
ser resultado de brigas entre pais
quando ao maria nação parental ou quando
a criança ela é usada para poder segurar
o casamento restaurar o casamento e
muito menos a criança ela tem ser objeto
o pivô de ilob único que deu lógico
então nesse quesito tem que é necessário
ter uma preocupação em relação a isso e
entender também aqui a não é saudável
para o paradigma de sódio ficando outros
que já existem e que são bases da
civilização isso é a própria história
que diz então vejam bem ou não está um
jogo aqui a competência dessas pessoas
entre ao as crianças não está o jogo
aqui a competência capacidade e fazer um
dividindo feliz e proporcionar um
ambiente acolhedor mas é
é uma adolescência debate para que
realmente nós tenhamos um campo de
diálogo que é tão defendido então a
gente se mostra a realidade hoje é bem
diferente muitos acreditam em um
pretenso consenso acadêmico acerca da
criação de filhos por duplas
homossexuais esse consenso no entanto
tem sido refutado por vários grupos que
verificaram as fontes desse consenso por
exemplo walter tchan no livro same-sex
parenting will start a criticou swan
pesquisa sobre paternidade do mesmo sexo
uma avaliação crítica o autor analisou
cerca de 400 estudos sobre paternidade
homossexual e concluiu que esse dito
consenso acadêmico é falso e apresenta
os vieses ideológicos as faltas de rigor
técnico e os outros problemas com a
maioria dos papers que se dizem a favor
da adoção e crianças por duplas
homossexuais segundo o autor as
pesquisas mais sérias apontam no entanto
algo contra o conserto análise feita
pelos pesquisadores na net get
olá harry box e naomi goodyear jovens
criados por duplas homossexuais estão na
casa dos sessenta por cento no consumo
de drogas os mesmos dados apontados no
aspecto educacional filhos de duplas
homossexuais costumam ter uma abstenção
escolar maior e um desempenho estudantil
pior adicione-se a isso o estudo de
teodora cirota que mostra como a relação
entre homossexualidade e criação não é
tão diz continuar como o tento fazer
parecer dizem que a sexualidade é
totalmente nada você nasce homossexual e
se ignora que existe um aspecto de
formação da sexualidade que faz com que
sim as influências externas também afeta
em o modo como a nossa sexualidade se
manifesta nós não somos só os nossos
genes nós somos também a nossa formação
no mundo por isso te adoro cirota
concluiu que moças criadas por pais
homossexuais têm 11 vezes mais chances
de se tornarem lésbicas e comparação com
filhas de pais heterossexuais outra
pesquisa conduzida por ronaldsway mostra
aqui um vilão
há cento e filhos criados em famílias
tradicionais possuíam inclinação
homossexual enquanto filhos criados em
lares homossexuais esse número subirá
para 25 por cento e esses são apenas uns
dos vários dados que ele cata longa na
sua obra mostrando que não existe nenhum
consenso acadêmico acerca do resultado
da homoparentalidade em crianças por
mais que o lobby político e cultural
tente calar pesquisas que sejam
incómodas aos padrões do nosso tempo
jean-pierre da lamia escreveu uma obra
chamada homossexuel controle marriage
curto que pode ser traduzido por um
homossexual contra o casamento para
todos no seu livro ele argumenta que
toda criança tem a necessidade de um pai
e de uma mãe a fim de encontrar
realização plena e que isso é muito
diferente entre ter dois pais ou duas
mães do mesmo sexo horas será a doação
está sempre sujeita ao melhor interesse
da criança porque se negaria a uma
criança que já foi abandonada pelos seus
pais progenitores quer de forma
é sim ou seja por força maior como
tragédias e mortes como negar íamos mais
uma vez que crianças fossem adotadas por
lares que não reproduzem a experiência
análoga que lhe deu a vida qualquer
modelo de família que nós pudermos
imaginar ou qualquer concepção de lá nós
vamos encontrar pontos positivos e
negativos objetivo é apresentar fatos
sobre a importância do pai como
referência masculina ea importância da
mãe como referência feminina no
desenvolvimento de filhos saudáveis é
óbvio que não significa que
obrigatoriamente toda a família que
tiver pai e mãe presentes a figura
masculina e feminina exercendo a
paternidade ea maternidade na formação
dos filhos obrigatoriamente esses filhos
serão bem ajustados e seguiram o rumo a
saudável né de desenvolvimento emocional
como também não é obrigatoriamente é
todo lá com apenas um dos pais por
exemplo um pai solteiro uma mãe solteira
ou
o modelo de lar que se possa conceber
porque o pai e a mãe não estão
necessariamente presentes os dois então
obrigatoriamente os filhos serão
desajustados e terão problemas os fatos
que nós vamos apresentar aqui eles falam
de uma média estatística vista nas
pesquisas não sendo algo da termine fico
que diga a modelo a de família tudo
corre muito bem modelo bd família não
funciona não é esse objetivo como nós dê
certo né a ideia é mostrar a média
estatística do que as pesquisas
demonstram na revista pais e filhos as
psicólogas márcia orsi e beth monteiro
falaram sobre a necessidade da figura
paterna masculina na formação dos filhos
mas só se é psicóloga e especialista em
intervenção familiar do instituto de
terapia sistêmica o inter e são josé do
rio preto e ela diz o seguinte pesquisas
demonstram que a figura paterna
possibilita a criança a entrada no
contatos o
e de forma mais segura proporcionando um
equilíbrio que a criança precisa e
mostrar o mundo masculino é importante
para o equilíbrio da criança já colega
dela beth monteiro no mesmo trabalho
psicóloga pedagoga e escritora e
embaixadora da revista pais e filhos
falou o seguinte pai é um primeiro outro
na vida da criança a primeira pessoa que
introduz uma relação além da materna
imagina uma planta que se alimenta da
seiva da árvore este é o símbolo
simbiótico primeiro tipo de vínculo que
a criança estabelece com a mãe já o pai
vem para quebrar este vinho a criança
espera coisas diferentes de pai e mãe
geralmente o pai representa a proteção
ea mãe representa cuidar uma criança que
tem um pai presente participativo cresce
sentindo mais segura e isso é importante
para a construção da identidade as duas
psicólogos estão falando que o papel do
pai como figura paterna masculina é
muito muito importante na formação nude
um dos filhos não só pela presença em si
mas ela está explicando a relação da
criança com a mãe já é natural mas essa
relação ela pode se tornar problemática
se a figura paterna não existir ali
presente que a banda esse vínculo e
levando a criança para outros patamares
do desenvolvimento dela que a relação
com a mãe normalmente não leva
naturalmente não o jornal estadão
publicou matéria da júlia manglano uma
pós-graduada e estimulação em educação
infantil pela escola europeia de
educação na espanha tem nba no iese na
espanha também ea orientadora familiar
pelo curso e da espanha diretora da
escola infantil a ad e fundadora do
instituto brasileiro da família filial
de um órgão consultivo da onu em
assuntos de família em colaboração com
as psicólogas bárbara subjetivo de paula
magalhães patrícia della sala do
observatório da vida elas comentam que
para um desenvolvimento emocional
positivo e seguro dos filhos que os
auxilie
e também com as diversas situações da
vida é importante crescer em um lar no
qual pai e mãe estejam presentes na
matéria delas é dito que o papel da mãe
já costuma ser percebido e valorizado
pela sociedade mesmo porque a mulher
naturalmente se vincula com os filhos
desde a gestação para o homem este é um
processo que precisa ser construído
através de um desejo consciente dele de
aproximação aos filhos desde pequenos as
principais especialistas em família
informam que diversos autores da
psicologia afirmam que a ausência da
figura masculina pode produzir conflitos
no desenvolvimento psicológico e
cognitivo da criança de acarretar
distúrbios de comportamento isto porque
é a partir da interação com o pai que a
criança começa a descobrir a relação com
o mundo e a desenvolver mais segurança
para explorar na mesma matéria as
especialistas dizem que cabe aos homens
assumir em seu lugar na educação dos
filhos o modelo masculino é fundamental
para o desenvolvimento
é saudável da identidade dos meninos e
também das meninas mais tarde os filhos
adolescentes busco na figura masculina
um modelo para se identificar e no caso
das meninas para sua autoestima e
segurança inclusive recomendo o livro
país fortes filhas felizes essas
especialistas recomendam olha só que
aqui acabou de dizer aqui nesse nessa
parte do trabalho delas que os
adolescentes os filhos adolescentes
nessa fase eles buscam na figura
masculina o modelo para se identificar
os meninos busco na figura masculina
modelo de identificação enquanto que as
meninas buscam um modelo para a
autoestima e segurança portanto a
ausência desse referencial masculino
prevê-se pelas pesquisas que têm sido
feitas que vai deixar lacunas
importantes júlia paula e patrícia as
três especialistas alertam que se o pai
não ocupar este lugar o quanto antes os
filhos podem colocar outras pessoas em
seu lugar sendo grande o perigo de não
selecionar um bom modelo para esta
identificação olha só que coisa
importante
o pai o pai negligente a figura
masculina que não esteja cumprindo o seu
papel pode fazer com que os filhos
escolha um outro referencial de modelo e
ao perigo de ele selecionarem o modelo
ruim causar o identidade problemática
complementariedade do pai e da mãe a
capacidade de definir em conjunto a
educação dos filhos possibilitará um
modelo de crescimento saudável com uma
base estrutural para que cada filho seja
um adulto maduro e cada vez mais feliz
se por algum motivo o pai biológico não
puder estar presente é importante que
outro figura masculina ocupa este lugar
com o avô tio ou outro adulto mas o
referencial masculino não pode faltar já
para pagar e tornou autor do livro pai
ausente filho carente a presença do pai
é que poderá facilitar a criança a
passagem do mundo da família para o da
sociedade sendo permitido o acesso a
afirmação de si mesmo a capacidade de se
defender e de explorar o ambiente
segundo
o autor as pesquisas mostram que as
crianças que têm o pai próximo e
presente sentem-se mais seguros em seus
estudos na escolha de uma profissão ou
na tomada de iniciativas pessoais já de
acordo com mariana é isso e da vinci
momberg autores do trabalho a ausência
paterna e sua repercussão no
desenvolvimento da criança e do
adolescente publicado na revista de
psiquiatria do rio grande do sul e que
fizeram estudo de caso clinico em
rigorosa revisão de literatura ausência
paterna tem potencial para gerar
conflitos no desenvolvimento psicológico
e cognitivo da criança bem como
influenciar o desenvolvimento de
distúrbios de comportamento mary beth
xin nas suas pesquisas conclui que em
famílias sem a presença do pai ou nas
quais os pais apresentavam pouca
interação com seus filhos as crianças
mostraram menor desempenho em testes
cognitivos malcom montgomery observa que
crianças com a ausência do pai biológico
em duas
há mais probabilidade de repetir o ano
escolar e 11 vezes mais chances de
apresentar em comportamento violento nas
escolas além de principalmente os
meninos evidenciar e maiores
dificuldades nas provas finais e uma
média mais baixa de leitura edyleine bp
benczik em forma de educação para ser
aquele brada necessita dos dois
progenitores a presença paterna
masculina na família diferente e
complementar a materna feminina a falta
de um modelo na educação masculino ou
feminino implica quase sempre em um
desequilíbrio naquele que é educado o
filho da observe que que a presença do
pai figura masculina e da mãe figura
feminina é fundamental para o
desenvolvimento saudável dos filhos
ausência de um deles tem grande chance
de gerar desajustes essa de muita gente
usa esse termo aí a questão de como a
formação psíquica da de um ser humano de
uma de uma criança é em
e ela se dá a partir da relação que a
construir ali no núcleo familiar eu
quero lembrar né e fróide ele se debruça
sobre esse tema ele sempre se vale da
presença do órgão genital masculino e da
ausência da deste mesmo órgão na vida
feminina então a gente já vê que a
teoria do desenvolvimento para a região
ela se dá pelo fato de existir uma
presença anatômica existe a língua
diferença entre homem e mulher entre
macho e fêmea claro que pros está
tratando de um imaginário mas é muito
importante né quando ele desenvolve a
ideia lá do complexo de ético e da
castração o imaginário que existia entre
os meninos é que ele explica assim na
sua obra é que essa diferença anatômica
que mais tarde vai ter um símbolo né vai
se tornar um se você não vai chamar mais
de tênis ele vai chamar de falo porque
pros vai
me diz como vai ser introduzido na
cabeça da criança parte da triangulação
dedo da criança do seu pai e da sua mãe
esta relação entre os três determina
toda a vida que tem que isso é muito
importante a gente saber então esse é o
primeiro motivo para a gente pensar e a
triangulação né pai mãe e o cirilo é o
que constitui a vida psíquica inicial né
o brodi vai dizer lá para nós essa
diferença é assim que ele explica a
castração né o menino ver que o seu pai
tem o órgão maior do seu dedo e isso lhe
dá medo né e proíbe dessa maneira né ai
feliz o imaginário infantil é de que
aquele que tem um pau maior que tem uma
coisa ele então casta as meninas que
existe angélica são todas as meninas
porque a essa figura que havia né não
imaginar isso
e ele é mais fraco do que o outro do
mesmo sexo que ele que foi esse outro
que é mais forte havia castrado todo
mundo por medo da castração por medo de
perder o seu poder e até de chegar essa
posição ele então me acorde criança
ideia né que o menino passa a se
identificar com seu pai para ele no
futuro ocupar aquele lugar de poder né o
que eu quero dizer é que com esse tópico
froid então está dizendo para nós e
todas as obras vai ficar muito claro que
a sexualidade da anatomia da sexualidade
a presença do pai da mãe dentro da casa
são o centro constitutivo da estrutura
psíquica de todo o conflito humano e é
inevitavelmente marcado por essa relação
entre o sujeito entre a criança ali
menino ou menina esse é o primeiro
motivo de pais e mães dentro de casa
ajudaram na constituição
a ver cada sujeito deve cada pessoa um
ponto de vista das pesquisas
revolucionárias nós temos o que tem sido
estudado hoje por alguns estudiosos de
raiva de outros lugares e que nós
chamamos então de investimento parental
né para seleção sexual é a pesquisa
evolutivas apontam para mais interesse
na atividade feminina então existem
ainda poucos estudos atividade masculina
por quê porque existe um esforço no
acasalamento e o que esta estrutura né
que nós herdamos dos processos
evolucionários é como eles então podem
nos ajudar a perceber a importância de
ter macho e fêmea dentro de casa e vou
contar apenas um exemplo né mas o
investimento das mulheres ele é visto né
com quando o o acasalamento ele traz
este cuidado com os filhos né por meio
da gravidez da lactação
e vai garantir uma estratégia
diferenciada dos homens esse é o
primeiro ponto as estratégias de
preservação da natureza feminina texx
feminina da mulher são diferentes das
dos homens né nos machos para garantir o
sucesso reprodutivo da espécie eles
entram então no outro tipo de dilema né
da seleção natural podemos dizer assim
ele gasta energia no esforço de cuidar
da prole né no esforço então de garantir
que aquele acasalamento ali vai fazer
com que a sua descendência vamos chamar
assim né esse esse envolvimento parental
vai aumentar as chances do macho garante
que o seu filhote ele leve seus genes
para as outras gerações né mantendo
então é proteção da fêmea como a
garantia de que ele vai se sobressaem
sobre os demais eu separei aqui uma
citação de um livro que eu dei um tempo
deixa eu primata né do frango
e ele diz assim a família nuclear pai
grande filho é a marca registrada da
evolução social humana uma vez que a
optar pela monogamia o homem aumentou a
capacidade de distinguir quais eles são
realmente seus descendentes assim a
família nuclear teria se originado a
partir de uma tendência do mar
acompanhar a pena com quem se acasalou
para manter rivais e infanticida
distância e ao mesmo tempo estabelecer
uma sociedade cooperativa na qual ambos
os sexos entre o seguro além de
aumentando a certeza da paternidade
abrir um caminho para o envolvimento
ainda maior do pai nos cuidados dos ter
sendo estes tanto indireto como a
provisão de alimentos proteção na prole
quanto investimento mais direto de
cuidado por meio da alimentação limpeza
transporte nesse aspecto a divisão do
trabalho entre machos e fêmeas ea
monogamia podem ter surgido para
resolver um problema de sobrevivência da
espécie
e poderíamos estender isso né pensando
na formação da estrutura psíquica de
cada ser humano poderíamos então eu
trazer à tona que isso tudo né é que
envolvem psicologia da educação por
exemplo de jean piaget ele aponta três
processos né para desenvolvimento mental
saudável de uma criança a troca né a
socialização entre os indivíduos a
interiorização das palavras que a
construção de sistema de simbólico né
que o pros vai vai trabalhar esse
bastante ea interiorização dessas ações
eu sei que ele vai transformar essas
imagens em algo que ele vai fazer na sua
vida então que nós poderíamos trabalhar
aqui nesse sentido é que o melhor
ambiente formativo da psique humana
envolve a máxima diversidade ou seja
homem e mulher cada um operando na
estrutura tanto criacional tanto em
curitiba quanto dos símbolos e
o grupo vai construir e a gente pode ver
isso aí roupa de todos e gosta que a
gente principalmente na área de
desenvolvimento infantil que as
estruturas quanto mais elas estão
adequadas ao modelo simbólico-cultural
daquela criança e mais encaixado né com
a natureza inata a filogênese das
estruturas mas ele tem capacidade vamos
dizer assim né mas ele tá mais apto para
11 um remédio mais saudáveis alguém diz
a mais tem pessoas que se casam e e não
tem filhos ou involuntariamente por
causa de alguma enfermidade ou
voluntariamente por que não desejam pelo
aí nós iríamos seguinte a união entre
homem e mulher é essencialmente fecunda
no caso daqueles que não podem ter
filhos acidentalmente e fecunda mas nós
definimos uma coisa pela essência pela
substância e não pelo acidente no caso e
as pessoas voluntariamente não quererem
ter filhos aí eu levo uma afirmação que
kant fez
e o casamento do ponto de vista da
natureza é para gerar filhos agora do
ponto de vista dos indivíduos que se
casar que eles poderão decidir contra a
natureza e não ter filhos mas o
casamento existe do ponto de vista da
natureza para gerar filhos a finalidade
que a natureza da ao casamento ou existe
o casamento a partir da natureza porque
a natureza quer se perpetuar aí é uma
questão de que individualmente aquelas
pessoas não quiser a gente tem que
distinguir na finalidade do casamento a
finalidade daquelas pessoas específicas
e poderá estar subtraindo a vinda de
filhos ea finalidade da natureza de se
perpetuar que leva à formação da
instituição do casamento quem sabe que
alguns casais decidem não ter filhos
alguns casais até mesmo nem podem ter
filhos mas essa não é a questão a
questão é como a instituição se
configura quando algo que tem uma função
específica tá quebrado ainda assim a
função
e em quando você olha para um espelho
rachado você ainda sabe qual é as
funções daquele espelho se ninguém está
sendo refletido no espelho ainda assim a
função dele permanece uma família que
decide por não ter filhos ainda assim
uma família potencialmente reprodutor um
casal possui algum problema físico que
os impede na fecundidade ainda estão
dentro de um relacionamento que em seu
sentido normal ainda possui potencial de
reprodução nós não podemos saber o que
vai acontecer depois que eu aqui em casa
mas nós sabemos que aquela união é
fecunda por isso que nós a chamamos de
casamento quando entre homem e mulher
tão a família é a base da sociedade o
que ela a perpetua porque ela lhe
permite a continuidade por isso que ela
tem proteção especial do estado por isso
que é dito também na condição que ela
terá a proteção especial do estado a
união sexual natural ocorre ou de acordo
com a mera natureza animal ou de acordo
com a lei a união sexual de acordo com a
lei é o casamento isto é a união de
e duas de sexos diferentes para posse
por toda a vida dos atributos sexuais
esse pros é possível que a finalidade da
geração e educação dos filhos sejam a
finalidade da natureza para o que é este
plantou as inclinações de um sexo pelo
outro entretanto não é requerido aos
seres humanos que casam fazer disso sua
finalidade de modo a compatibilizar sua
união com direito pois de outra maneira
o casamento seria dissolvido com cessar
da procriação o estado vai proteger
aquilo que é de interesse público e
oferecer sua especial proteção aquilo
que cumpre um papel ligada ao bem comum
tão duas pessoas do mesmo sexo resolvem
viver juntas manter relações físicas mas
se elas com aquela relação não podem
gerar filhos nem perpetuar a sociedade
se elas não tem naquela união uma
finalidade ligada ao bem comum é
exclusivamente um consumo de prazeres
recíprocos é exclusivamente no interesse
e aí elas viverem o seu projeto pessoal
felicidade por que razão o estado
deveria oferecer uma proteção especial
estado a oferecer proteção especial a um
tipo de união que cumprir uma missão
coletiva ligada ao bem comum por isso
que a família é a base da sociedade e
depois é que se conclui que ela terá
proteção especial do estado tanto que se
diz que o casamento é uma união privada
mas de ordem pública porque cumpre uma
função que está para além daquelas
pessoas se você for olhar toda a
linguagem da nossa constituição
presume-se esse conceito de família e de
casamento lá vai falar da proteção da
maternidade lá vai falar da proteção à
infância toda uma preocupação com os
filhos com a maternidade deveríamos
admitir inclusive a adoção de uma
criança por um casal análogo ao que
poderiam ser os seus pais biológicos
e quem vem ao mundo a não ser como
resultado de uma relação entre homem e
mulher deveria ser adotado portanto por
alguém a quem poderia chamar de pai
alguém a quem poderia chamar de mãe se a
natureza se perpetuou assim deve ter
alguma finalidade o dever a mãe né tem
toda uma relação de seu corpo depois do
nascimento do filho para que o filho
tenha necessidades satisfeitas como por
exemplo de amamentação sabe-se que a
criança fica apegada à mãe até um certo
tempo sentidos como extensão dela até
que numa certa idade ela é libertada
dessa dependência da mãe pela figura
paterna para desenvolver sua autonomia e
sua identidade não todos esses
componentes aí não poderão ser ignorados
quando você vai pensar em a doação tem
que pensar o que é melhor para criança
deve ela ser adotada por um casal
análogo ao casal que ele possa ter dado
origem então devemos ter essa
preocupação com os vulneráveis nós temos
que pensar nessa questão do casamento
em função daquilo que é melhor para os
filhos aquele que é melhor para os
filhos então nós temos inúmeras razões
para fazer objeção a que se considere a
união entre pessoas do mesmo sexo como
sendo casamento ou como tendo o status
de casamento não atende a declaração
universal dos direitos humanos não
atende o código civil que é 2002 não
atende a constituição não atende a
linguagem casal acasalamento matrimônio
não atende a história tem aí toda uma
antecedência não atende a biologia não
atende ao aspecto reprodutivo da
natureza foi kant que disse que o
substrato do casamento no caso biológico
reprodutivo pertence a nossa natureza
animal ou seja aquele que nós temos em
comum com os animais que ele tem um
substrato biológico com o qual nós
estamos nivelados aos animais
tá faltando o aspecto reprodutivo e
protetivo dos filhos que vão ser gerados
e nós como seres humanos dotados de
espírito e tendo uma elevação de
natureza também temos um segundo estrato
para o casamento que é onde nós vamos
ter a preocupação com a monogamia aqui
ressalta uma questão de justiça uma
fidelidade que a questão moral e com
todo um conjunto de deveres dos pais
para com os filhos dos filhos para com
os pais a família e particularmente o
casamento são instituições ou é uma
instituição afetiva em primeiro lugar
tão importante deixar muito claro que
não que a família é mais do que isso a
família tem um substrato uma dimensão
afetiva que é fundamental no dia que um
que os pais deixam de trazer o alimento
para os filhos a família morre acaba
pela dimensão biológica fundamental a
dimensão emocional também é mas o foco
de tudo isso é a formação humana
integral então é a formação moral o que
os pais comunicam para os filhos não é
só alimento e carinho eles como
os filhos uma um conceito de vida eles
comunicam para os filhos um ideal moral
uma visão sobre o que é a vida feliz
sobre quais são as coisas que valem a
pena na existência a família pode ser
religiosa ou pode ser humanista secular
a te isso não importa ela de repente não
acredita em natividade mas acredita na
justiça então os pais vão comunicar esse
ideal para os filhos então considera por
exemplo a educação das crianças mais do
que isso a formação psicológica das
crianças é necessário um outro tipo de
capital diferente do capital emocional
capital moral o capital moral se mostra
em promessas realmente confiáveis ou
seja na confiabilidade se você cria uma
relação ou você legisla sobre um tipo de
família um tipo de relação que não
apresenta o caráter da confiabilidade
esse traço da confiabilidade que são
relações incluídas condicionadas ao
bem-estar emocional você não está
falando sobre uma relação que
o capitão moral e uma relação sem
capital moral não é adequada para a
formação de crianças para educação de
criança existe algo realmente
problemático aí a família e o casamento
na sua concepção conjugal e tradicional
envolve compromissos que foram além do
bem-estar o centro não é realização
afetiva de cada indivíduo o centro é uma
experiência coletiva de amor e
confiabilidade e não bem-estar
individual mas você de redefinir a
família em termos de bem-estar
individual você introduzo novas formas
de miséria e de violência então nesse
sentido todo o movimento dos direitos
afetivos na sua interpretação do que a
família eo casamento são assumir uma
direção errada porque ao aceitar o
emotivismo moral ele perdeu a capacidade
de distinguir entre capital emocional e
capital moral e de compreender que
algumas instituições só funcionam bem
com capital manau uma instituição
artística só funciona bem com capital
artístico instituições científicas não
funcionam sem capital científico
famílias não funciona sem capital
as famílias baseadas na realização
afetiva do bem-estar afetivo não
produzem capital moral em quantidade
suficiente para promover a formação
humanística completa dos seus membros e
a saúde moral completo dos seus métodos
e veja só caso a família não seja
definida pelo seu potencial reprodutor
na forma normal e natural a posse de
filhos eo cuidado dos filhos por parte
dos pais deixa de ser um fenômeno
natural do período romano tem um filho
não era algo biológico era algo jurídico
você não tinha um filho você pegava um
filho quando os seus filhos nasciam você
tinha o direito de lançá-los do alto de
pontes deixá-los em um futuro de lixo
flamejante uma vez que você teve esses
filhos no sentido biológico mas não
esteve em um sentido legal ora se a
família deixa de ser algo definido de
forma biológica através dessa
complementaridade entre homem e mulher
ea potencialidade de fecundidade que sai
dali o cuidado ea responsabilidade dos
pais sobre os filhos de
um fenômeno natural que o governo apenas
percebe e toma decisões acima de um fato
na realidade para passar a ser mera
imposição legal o direito ea
responsabilidade de pais sobre filhos
não provém diretamente do fato deles
serem prole biológico mas vem de uma
permissão de uma concessão do estado já
que você chama de família se trata como
casamento dois homens e duas mulheres
que não podem reproduzir e os filhos que
eles possuem tomados de outros
relacionamentos heterossexuais faço a
ser considerados tão filhos como
qualquer outro a família biológica deixa
de existir como tal e tudo aquilo que
concerne aos pais acerca dos cílios
deixa de ser um fenômeno da natureza
passa a se tornar um fenômeno meramente
jurídico deixe de ser algo natural da
estrutura do casamento para se tornar
uma concessão do estado no fim das
contas você cuida dos seus filhos porque
o estado te dá esse direito e se ele dá
ele tira e no fim das contas o estado
tem poder acerca da forma como você
cuida da sua família assim você não tem
mais direito de dar palmadas no seu
filho porque a lei menino bernardo vai
impedi-lo nesse processo
quem fez você seja impedido de ter mais
determinado número de filhos como a
gente encontra tão comumente em alguns
países orientais talvez você seja
processado e perca a guarda dos seus
filhos se você não usa entregar ao
currículo do estado desejar ensiná-los
em casa fazendo o homeschooling uma vez
que você vai ser enquadrado em abandono
intelectual do seu filho no fim das
contas o relacionamento entre pais e
filhos deixa de ser algo natural humano
para se tornar algo mediado por
burocratas sentado escritórios em
brasília e talvez esse seja um dos
grandes problemas que está atrelado ao
conceito revisionismo de família que
ignora a centralidade da fecundidade
dentro do relacionamento do casamento
mas esse é o tema do nosso próximo vídeo
terça-feira 10 horas da manhã aqui no
canal do dos dedos de teologia a nossa
série a nova família eu te encontro lá
a polícia passou a ser muito mais
preocupada contemporaneamente aqui
fundar suas práticas encontrar
legitimidade nas suas práticas nos
afetos dos indivíduos do que
propriamente dito em que vai conseguir
fazer comum aqui que vai ser melhor
plataforma política ou mesmo está até
desenvolver quando a gente pensa