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A fé vem pelo ouvir

Centrando a Igreja Missional – BTCast Plus #20

Centrando a Igreja Missional – BTCast Plus #20




Fonte: Bibotalk VLOG

Legendas automáticas:

é me botar o que representa o bcash pois
[Música]
muito bem muito bem muito bem conversa
mais um beijo e cash plus de número 20
eu sou o rodrigo biro estou aqui com
igor miguel é isso aí vamos embora que a
caminhada hoje tá missional então
aproveitar aproveitar diego bittencour é
nós estamos aí vamos bora olha a
impressão que você tá com som mais
bonito aí tá levando a sério você gosta
de podcast em o chefe aqui vivo ele me
criticou né então eu tive que dar meus
pulos é não der a gente ajuda o cara e o
cara vai gravar podcast com a
concorrência mas beleza deus tá vendo
esse negócio aí é tudo pelo reino e
voltando aqui mais uma vez algum do pt
cash plus eu nem sei se já gravou sem
promete que vai gravar tá agora eu tô
gravando isso que importa alemão diz um
galaxy londres torna refaz seja
bem-vindo e muito obrigado alguma vez eu
devo ter gravado o joão não me lembro
mais mas eu acho que você nem do pt cast
nada pessoal pede volta alex volta mack
eu só não entendo decisão querem mais
é o nome de você é é deus tá vendo você
é tão cancerígena já é igual a 9 anos
caiu tá enjoada né ponto daqui a pouco
igor começa enjoada sangue novo leva
começa enjoar meio que que deus vai
mandar a será né só que é o diego caraca
e tu tá louco tá lá sério fala deus fala
ai ai gente muito bom para você que está
chegando aqui pela primeira vez o pt
c'est plus é um podcast onde nós
analisamos conversamos discutimos e
depois da entrada do diego discordamos
de tim keller aqui tá curtindo igreja
centrada e já estamos o capítulo 21
longa jornada aí e tem sido aí muito bom
caminhar com tim keller falando da
eclesiologia missiologia enfim falando
de uma igreja centrada em hoje capítulo
20 centrando a igreja missional eu diria
amigos de mesa acho que vocês concordam
comigo todos os capítulos são muito bem
concatenadas aqui do kepler né é
realmente faz eu não é um livro que dá
para você ir ler assim lendo qualquer
capítulo e tal depois que você já leu
e aí visitar qualquer capítulo mas
principalmente o capítulo 19 capítulo 20
estão muito concatenadas poderiam ser
até o mesmo capítulo então se você está
chegando aqui pela primeira vez talvez
devesse voltar para o capítulo 19 ouvir
o pt cash plus do mês passado porque
faria mais sentido para você a conversa
de hoje eu suspeito não sei talvez sim
se você não quiser voltar não volte fica
aqui com a gente e
e aí galera qual é então a pegada do
kepler neste capítulo 20 nesses três
problemas ele começa o capítulo falando
de três problemas que ele vê em relação
ao conceito de igreja missional e esse
tipo de coisa igreja emergente quais são
os três problemas que o kepler veio aqui
e como é que a gente pode discutir um
pouquinho cada um deles fretar com todo
mundo e depois apresentar uma soluções
bem top no final é o que é que tá todo
mundo errado depois disso tá todo mundo
certo e dá a mão para todo mundo né hora
e super recomendo o pessoal voltar aí no
90 que a chupá-los anterior aí sobre
esse tema porque lá apresenta todas as
abordagens missionais aí tava né é
aquele vai propor ou uma crítica e
caminhar para uma ter para a terceira
via então super importante voltar lá
atrás né porque ele vai vai detectar
justamente a os problemas essas
abordagens principais eixos né das
abordagens anteriores e vai procurar uma
a entrada no evangelho para cada uma
delas né na perspectiva que ele
desenvolve aqui na rua primeiro problema
é que ele é elenco então é abrangência
insuficiente o que que essa abrangência
suficiente que ele traz aqui o que ele
quer dizer com isso basicamente
abrangência suficiente é uma abordagem
simplista do evangelho segundo ele né é
muito presente naquelas abordagens
tradicionais de você pecador deus é
santo abra o seu coração para jesus
converta-se agora então esse é um tipo
de abordagem que é para ele não é que
ela errada do ponto de vista teológico
mas de que ela tem uma dificuldade de
linguagem as pessoas não compreendem o
que está querendo dizer com deus pecado
e salvação então se comunica com esse
tipo de linguagem com essa essa forma de
se expressar ao que as pessoas não estão
compreendendo porque é uma linguagem
típica de uma de um regime de
cristandade né onde todo mundo é que
eles
eu compreendo não se fala aquelas coisas
e todo mundo já sacou que você que tá
querendo dizer mas no mundo onde é boa
parte das pessoas ou são nominais ou vão
pegar aqui imagina que boa parte dos
estados unidos ea situação do brasil não
é diferente muitos cristãos nominais é
eles têm alguma ideia do que é isso
muitas ideias tortas erradas do que
seria deus evangelho salvação pecado etc
mas a gente tem um número crescente de
pessoas que já já não são nenhum nem
outro noção nenhuma daquelas opções
religiosas da lista do ibge é fecho para
essas pessoas então é o cara que eu
posso cristão podemos usar essa
expressão então não faz sentido ele usa
essa expressão é ele usa essa expressão
ela usa possa porque assim é como bem
falaste né esse argumento ou melhor
assim essa ideia da igreja evangelística
evangelista né a ser missional exceda
evangelista por assim dizer uma das
definições lá que ele vai dizer que isso
não
oi gente mas conta eu não lembro aqui
desses evangelismo é isso cara você
apresenta o qual é o plano da salvação é
dizer que a gente é pecador que deus o
salva isso aí mano vocês é que são tudo
ligado com missão era eu a primeira vez
que ouvi falar em missão é isso você
precisa chegar na prostituta a gente
evangelizava as prostitutas a rua e tal
e sua 20 anos atrás ó você tem que dizer
o plano da salvação aí todo mundo
repassavam o plano da salvação entendeu
galera basicamente isso você é pecador
você tá afastado de deus você se
arrepender o rígido ainda na revista
clarão na minha época sem dúvida era a
corrigir então eu acho que aí entra o
ponto bíblico que é bem bem interessante
aqui que eu quero levanta aqui é que não
é que ele tá esvaziando a importância da
tarefa evangelística da igreja é deixa
isso bem claro que não é a intenção dele
né mas ele entende que evangelizar tem
implicações cara uma afirmação séria
como essa a comunicação da boa nova para
um contexto que a gente sabe que varia
de lugar para lugar de grupo para grupo
de época sem é
e exige a uma contextualização exige
inclusive o que ele chama aqui de criar
pontes né uma um pensar semana ter sala
né para que as pessoas tenham uma
compreensão clara do evangelho até fala
dos limites que existe ele me disse
assim não se da linguagem quando a gente
fala de deus pecado redenção cruz o que
que a gente tá dizendo e o que que o que
tá sendo entendido quando nós fizemos
isso por um contexto pensa no contexto
do kepler manhattan hiper secularizado
pós-cristão ou interior de minas gerais
o século 21 agora ou pela são paulo o
que que as pessoas estão entendendo
quando nós falamos de pecado redenção
obra expiatória justificação e etc e tal
mas simplesmente falar do evangelho né é
traduzir o evangelho por um determinado
contexto é é dar uma cara pública para
igreja é fazer com que as pessoas tenham
contato com a ver com seu entorno
cultural a ponto das pessoas olharem
para cada cristão e identificar em cada
cristão a consonância né do que está
sendo anunciado então acho que
e ele tá falando aqui é não dá para ser
giro né não dá para sem gente ser
evangelístico né tem implicações nós
simplesmente certa vou lá e falo do
evangelho tem implicações e aplicações
relacionadas ao serviço a linguagem a
contextualização é o que ele diz aqui ó
semis ele fazer como vimos então ideia
de que ser missional é sério evangelista
é muito limitado a igreja missional não
é menos que uma igreja evangelista porém
é muito mais né então é o que que
significa ser muito mais aqui de novo
cai lá naquilo que ele já falou algumas
vezes nem sobre contextualização para
que ela seja intencional então tem que
ter uma intencionalidade maneira como a
gente comunica tem que criar um ambiente
né para que o evangelho se torna
plausível para os ouvidos éticos deixa
eu ver um negócio aqui que eu achei
legal os membros da igreja missional
também sabem contextualizar o evangelho
desafiando as pessoas com todo cuidado
mas também dialogando com as narrativas
culturais básicas da sociedade ao redor
por fim por causa da beleza do caráter e
da vida de seus membros
a igreja missional sempre receberá
visitantes atraídos pelo desejo de levar
a fé cristã para a realidade deles dando
tempo para que ela fecunde e seja
avaliada exatamente o que eu costumo
dizer assim não existe melhor
apologética não é melhor apologética
cristã do que um cristão autenticamente
afetado pelo evangelho então quando um
cristão é autenticamente afetado pelo
evangelho ele ele dá testemunho orgânico
de cristo né eu não tô falando aqui
desse papo meu meia-boca de que a basta
apenas o testemunho pessoal para
evangelizar não é eu tô dizendo que
quando você anuncia a mensagem do
evangelho a mensagem encontra
consonância com a vida de um cristão que
é missional mente afetado por essa
mensagem né então esse cristão ele não
circula nos espaços ditos não cristão é
sem que a vida dele esteja conectado
organicamente com que o evangelho é
então é natural que haja um testemunho
por exemplo eu acho muito estranho
quando a gente enfatiza evangelismo que
são dizer isso né igrejas que
evangelismo sua igrejas bem evangelizada
bom então pessoas cheias do evangelho
comunico o evangelho porque eu já tá
colado na identidade delas não existe
uma separação entre que elas são e o
evangelho fez nelas né então não é uma
não é uma crença religiosa que está
engavetada e que eventualmente você
recorre a ela para dar fala não sou
cristão evangélico não cara você é
cristão isso é que você é isso se
expressa na maneira de você lidar com o
ambiente né então quer dizer que a
igreja de novo dizer que a igreja tem
que ser evangelizadora tem implicações
mais profundas do que propõe o movimento
que eu quero estar tentando criticar
aqui nesse nesse trecho né segundo o
problema ligação excessiva a determinado
formato senhor diego que quebra quero
dizer aqui então o que ela está falando
desse segundo o problema aqui e ele
trazia essa abordagem de que algumas
pessoas vão dizer por exemplo é para nós
sermos verdadeiramente comunidades
missionais o tamanho importa então essa
é uma das críticas que ele faz como se
você só pudesse ser uma como
o canal com 10 15 20 e 50 pessoas esse
modelo aí de igreja nos lares onde ter
um espaço físico para o encontro para
adoração comunitária nos domingos é
perdesse a sua expressão porque o que de
fato é importa é uma comunidade
encarnacional que tá lidando com as
realidades da sua vizinhança do seu
bairro do seu grupo de trabalho então
quer dizer assim como nós falamos esse
primeiro problema que traz um
reducionismo é é um reducionismo também
dizer que acendeu sua poderia agir
através de uma comunidade missional a
partir desses termos né então é aquele
velho problema né gente que o pessoal
que é formato pronto pessoal que a
receita de bolo então se uma comunidade
pequena e nos lares frutificou então
quer dizer que a maneira de ser
missional é através de uma comunidade
pequena e nos lares e aí ou que ela vai
falar do seu próprio do seu pastoreio
antes de manhattan que era uma realidade
com
é diferente operários trabalhadores
braçais não vinha com essa peça aqui ela
vila né meu esse é todo mundo árabe ea
para a lenda dos domingos é a galera se
conhecia realmente cuidar um do outro e
tal e isso exatamente e aí você tem só
que aí talvez esse é o ambiente ideal
para a manifestação da missionariedade
numa cidade pequena e até cita isso e
tem certa verdade né eu leio até 315
aqui a página 315 ele diz em suma as
igrejas pequenas das cidades pequenas em
geral vivem o tipo de relacionamento
entre si e com a comunidade a volta que
as comunidades missionais desejam
construir é claro que existe alguma
verdade nisso eu vejo membros da nossa
igreja e tem seus amigos ainda não
cristão secularizado os céticos e são
amigos de infância eles estudaram juntos
a vida toda eles frequentam os mesmos
ambientes então a a implicação
relacional nesses contextos é muito mais
fácil mas aí o que ela vai levantar um
contraponto e dizer ok mas é
a minha realidade à frente da widmer em
manhattan não contexto completamente
diferente onde você pensaria que a
igreja é fria que a igreja não é
relacional que a igreja não teria uma
implicação né não teria um contato real
com a cidade ele dizem mahatam sobretudo
na primeira década eu vi através de uma
mega-igreja não é de uma mega
instituição essa missionariedade
aconteceu de modo muito especial então
essa segunda crítica aqui é a crítica a
sacralização do método como se só apenas
igrejas pequenas ou apenas igrejas
grandes ou apenas igrejas médias e suas
implicações porque cada tamanho de
igreja obviamente tem seus desafios e
suas oportunidades né o que ela está
dizendo que não a gente não pode fechar
esse pacote de terminar que só é
possível ser missional a partir de uma
lógica numérica e isso que você falou o
diego até foi interessante essa essa
semana não foi mês passado final do mês
o ed stetzer público no podcast dele
para entrevista com
a criar um pastor de uma mary katherine
conhecia o camarada mas o que me chamou
atenção foi que essa essa igreja essa
mega tio dele aí é começou a mudar para
expressões de igrejas domésticas é por
conta da pandemia ou seja ele não tá
procurando qual é o modelo de igreja
mais adequado para ser missional mas
entendendo que a missionariedade tem
mais a ver com que tá no coração da
igreja do que na forma externa que ela
aparece no não eu acho que tu nossa é
isso aí exatamente cara porque o que o
que é bate aqui exatamente nisso assim
tipo ele termina até que essa frase né a
ideia de que igreja opcional igreja
pequena que se reúnem lares é mesmo é
mesmo porque ela ignora múltiplos
fatores né uma igreja por exemplo como a
ranger no contexto de manhattan faz
super sentido né faz super sentido a
dinâmica dela a forma como é como se
organizaram né eu acho que cada igreja
precisa tá muito aberta ao
é inserido e as pessoas que ela tá
conseguindo atrair para cristo o que
isso pode ser isso é muito comum que
essas igrejas sejam moldadas com tempo
né com esse formato de demanda se com um
tipo de demanda que o contexto exige da
igreja né eu falo muito com a nossa aqui
em bh mesmo nossa igreja começou de
janeiro bem que no orgânico o controle
igreja começa é mas como uma igreja que
já tinha um desenho meio que adaptado
eram jovens universitários que viu na
igreja né e ela ela foi passando toda
aquelas etapa inclusive o kelly tem um
documento que ele fala sobre isso quando
ele chega 200 membros que acontece né
então nós passamos por essa transição e
tem que organizar ministério de tem que
organizar as coisas de forma mais
consistente né ministério de crianças
cresceu muito então na medida que você
vai vai a igreja vai vai sofrendo no
junto com dizer seu contexto meio que
vai exigindo da igreja determinadas
respostas e essas respostas vão moldando
a igreja também ela vai se
contextualizando na sua estrutura claro
com todos os limites eclesiológico a
gente sabe que a gente tem quiser lá e
etc mas
o fernando que a igreja eu acho que
particularmente a tradição evangélica né
ela tem uma longa história de capacidade
de adaptação contextual e eu aquele
sentido a crítica do que ele também por
ou a outra faceta da crítica né e achar
que a temos que tomar cuidado porque às
vezes a igreja fica a igreja meio tribal
né que a igreja tribalizado né tipo a
eles do motoqueiro a igreja do metaleiro
não cara que ele já tem que ela tem que
ter a cara da comunidade inclusiva e
diversidade da comunidade que ela tá
inseridos isso tem que ser representado
no ambiente da igreja né então ou e
agora e só trazendo esse teu ponto é
interessante como ele trabalha a tensão
entre dois termos que para nós
geralmente a gente tem a tendência de
usar um deles de modo pejorativo que a
ideia da igreja a tracionar a gente até
já falou sobre isso em outro conhece né
eu achei muito legal como é que
trabalhou esse tema porque ele fala é a
tradicional ou é encarnacional
basicamente que ela sendo que ela né ele
vai dizer depende de como você entende
se a tracionar o como você disse for
tribal
a fechada for segmentado então tá errado
mas se a tracionar o for por exemplo a
igreja do queda que é uma mega-igreja e
você imprimir sim um grande esforço para
liturgia para o culto para o louvor para
pregação de domingo entendendo que
muitos visitantes terão o domingo como a
porta de entrada da igreja então claro
que algum elemento de a tradicionalidade
você tem que usar o que não significa
elements cosméticos que diluem o
evangelho que funcionam apenas como isca
para trazer pessoas não é como é que nós
podemos legitimamente atrair a partir
dos dons e das vocações da nossa igreja
para quem tão equipando esses novos
nascidos esses novos cristãos como é que
nós podemos equipá-los para missão na
cidade para missão no mundo e aí sim
essa dinâmica de uma igreja totalmente
encarnacional né e até também é sem me
delongar muito mas falando dessa questão
que você levantou esse artigo do que ela
quem não conhece é sensacional né se eu
não me engano eles
a igreja e seus diferentes padrões de
tamanho alguma coisa parecida tão as 29
páginas não são galera uma vez esse pdf
chegou para ir eu acho que vou parar com
a temperatura né galera foi um pdf legal
agora de mim no site tá no site tá
também fazendo parte dele chegou para
mim em português e bui lei os amigos eu
quero pedir uma tarefinha para vocês aí
ó consigo esse pdf em português e
primeiro vão descobrir se é legal né
porque chegou um pdf por mim até uma vez
eu nunca passei para frente eu não sabia
se aquilo era um livro se era uma coisa
legal não eu nem tenho mais aquilo mas
se for mesmo algo gratuito galera você
legal até ter aqui na postagem deixe
bater cash pra galera fazer o download
porque é muito legal o marco de risco
também tem alguma coisa assim um livro
nessa pegada ele vai mostrando como é
uma igreja no 40 anos é o é o sem
operado passo da reformissão é alguma
coisa assim né eu tenho esse livro mas
não eu acho que é isso mesmo enfim se a
gente achar galera vai estar aqui na
descrição
e deixe pode alerta aí eu mando aqui
mando ainda hoje aí depois você coloca
lá beleza vai tá aqui então já seja
acabaram de ouvir aí só vim aqui no de
botar o ponto com procura o pt cash plus
02 e vai tá aqui para você fazer o
download gente terceiro problema então
aí o que que eu queria falar que o
resumo dessa desse segundo o problema aí
é que não há uma fórmula né antes de
acabar esse tópico ele falou gente mas
você poderia me dar um exemplo de uma
igreja missional cara entendeu tem que
rejeitar essa pergunta porque cada
igreja precisa estar ciente do seu
contexto e o igor fala uma coisa
interessante porque eu já vi aqui em
joinville igrejas estão nessa pegada bem
é pequena igrejas caseiras rejeitam a
ideia de templo até rejeitam a ideia de
ser chamada de igreja tal não tem nem
nome entendeu mas um fundo seu igrejas
ensimesmados né também não eles não tem
uma parede não mas não tem a gente não
tem uma instituição e tal a gente
acontece nas casas mas o fundo também
não sai das casas né então é bem
complicado isso de certa forma o
terceiro problema falta de entendimento
claro
o evangelho olha aí aqui diego é aqui
que a gente entra naquela treta não eu
já quero entrar na três qual se você
quiser eu acho que não é que a gente a
gente fala brincando aqui de treta que
treta vende né treta dá ibope mas eu
acho que é legal a gente trazer eu acho
que aqui não tem dois pontos
interessantes ou kepler e o gorrinho que
já foi um cara citado aqui talvez eles
têm um ponto é de vistas é um pouco
diferentes aqui nessa questão de clareza
do evangelho e aí por onde a gente
começa porque que ela bate muito nessa
tecla né da questão de nós entendemos
que o evangelho pregar o evangelho e tal
então o que ela trazendo tem uma falta
de entendimento de que muitas igrejas se
dizem admissionais e tal mas estão
pregando não é um evangelho completo por
assim dizer e aí não me parece que o que
ela está tentando aqui e a legítima
criticada ele tá porque realmente
acontece muito aqui esse três tem uma
carga teológico um pouco maior então
acho até legal que nós três falamos
sobre isso mas é você rechaçar de certa
forma mesmo que assim de
o receptivo eu para quem faz as
doutrinas clássicas do evangelho é você
ao falar do evangelho a partir de uma
intenção missional digamos assim é você
não falar por exemplo sobre a ira de
deus é você não falar sobre o pecado e é
mais do que isso é acho que a grande o
grande incômodo do que a der aqui é que
ele levanta essas expressões mais
cósmicas da abordagem do evangelho em
detrimento as aplicações individuais ou
seja o ser humano reconhecer o seu
pecado não apenas os pecados e
estruturais não apenas os pecados
coletivos a realidade da redenção e da
restauração cósmica mas cada um ter essa
consciência clara de que sim eu sou
pecador e o problema não é o que eu faço
é uma atenção antológica uma questão de
natureza a minha natureza em si ela é
caído e portanto ofensiva ao criador né
então o que ela ele vai advogar e porque
é muito perceptível isso nele inclusive
quem está habituado as pregações são
fantásticas certeira
as aplicações elas sempre miram os
afetos e sempre miram o indivíduo isso
não tá errado de maneira alguma você se
tougou-hen ea crítica que o gorrinho
faria a algumas dessas realidades é que
sim nós temos que enfatizar o pecado
individual sim nós temos que enfatizar
essa realidade bíblica é substituição a
o meu deus a questão substitutiva né
expiação substitutiva a abordagem penal
do evangelho como paulo trabalha muito
bem ali em romanos mas eu vou ver ele
diz que por sermos uma sociedade já tão
individualizada tão consumista tão
egocêntricas nós precisamos também
enfatizar essa outra dimensão mais
cósmica do evangelho ou seja não apenas
correndo o risco de olhar para o
evangelho como um benefício para mim mas
olhar para o evangelho como uma grande
história que deus está escrevendo
através de um povo quer conciliando
consigo todas as coisas e nos chamando a
colaborar com ele
o processo de redenção eu acho que o
gordinho tá certo e o que ela está certo
porque a verdade é exatamente aí não mas
é verdade instalando a itatim quelando
amarelo aqui nos bastidores estavam é
porque eu quero é ter visão limitada é
papá eu posso falar para os meus ouvidos
não o google rim não é isso pra gente
sabe para o gol ren a visão de evangelho
do kepler em alguns aspectos ou eu
deveria dizer a aplicabilidade da do
evangelho do que além alguns aspectos é
estreita ou seja ele mira tanto no
indivíduo que ele acaba perdendo esse
horizonte da de uma cosmovisão reformada
e dessa realidade estrutural dos poderes
do mal e da maldade e obviamente o que
ela está falando exatamente contrário
que tem gente que enfatiza tanto a
realidade cósmica que acaba diminuindo
aplicabilidade no indivíduo então
basicamente isso daí eu acho que isso aí
levanta uma questão bem de novo
contextualizando o brasil né estoque uma
a famosa aqui não dá para passar batido
né é realmente cara existe um uso muito
genérico do termo evangelho a gente
precisa reconhecer isso prédio sente
pensa por exemplo no nosso contexto
brasileiro que muitas igrejas que vai lá
e não prega o evangelho aí que você
perguntou o que que é o evangelho afinal
de contas cara essa é uma resposta que
nem sempre vem com a careta que deveria
vir né às vezes as pessoas ainda
associam o evangelho sei lá se virar
crente e tá numa igreja evangélica ou
você falar do evangelho vem aquela
estrutura meio decorada de evangelismo
de rua e não condiz com toda a narrativa
do evangelho mesmo junto à do início da
obra né quando a gente o que ela é
definir o evangelho ele fala do
evangelho como uma um diamante
multifacetado você pode explorar várias
perspectivas né narrativa do reino
narrativa da cruz né da ordem da
salvação então você tem múltiplas
percepções agora é fato que quando a
gente a gente corre o risco e muita
gente corre o risco nessa personalidade
de tratam evangelho de uma maneira tão
minimalista que no final o evangelho é
coisa nenhuma né ou
se você facilmente cooptado por uma
outra coisa que não é o evangelho tá eu
chorar um exemplo a gente é o exemplo
aqui no brasil é sabe disso com as
devidas proporções e considerando a
diversidade né eu sei que é um assunto
que tá mais do que mofado mas acaba que
ele volta né que é questão mesmo de
gente que associa o evangelho por
exemplo essa dimensão meramente da
justiça da justiça social né o que reduz
o evangelho meramente a questão as
preocupações ligadas a desigualdade ou
ou direitos de minorias etc a gente sabe
que o que está em jogo aqui a obra de
cristo não é uma obra de libertação
política né no sentido estrito né porque
claro que no sentido macro tem a ver
mesmo com isso que os poderes desse
certo que se não seja foram julgados
nele em de alguma maneira deus que dá
para trazer uma outra police né então é
é política nesse sentido no sentido
escatológico do quando a gente olha para
para os desafios que a gente tem no
brasil por exemplo eu percebo assim que
existem várias vozes dizendo que o
evangelho e quem falta uma explicitação
o que que é o evangelho afinal de contas
né é o kit que tem a ver com os temas
clássicos né tem a ver com a obra que
cristo fez tem a ver com a vitória dele
sobre o pecado a morte a reconciliação
dos homens com deus né qual é a dimensão
diz que nós chamamos o evangelho então
realmente falta um entendimento caro ou
pelo menos uma explicitação né do que
significa não eu acho só complementando
para o ale falar é não só essa esplicita
são porque de fato quando você fala
evangelho é ninguém vai dizer isso mas a
pergunta deveria ser de pau evangelho
você tá falando qual é o ângulo do
evangelho não é o evangelho que você vê
a partir do novo testamento você tá
falando dos evangelhos e você tá achando
que apenas a evangelho no novo
testamento ou você tá falando do
evangelho em toda a história da redenção
em todo o drama das escrituras e mais do
que isso levantando até uma lebre a
partir do que você falou a dimensão
majoritária e me corrijam se estiver
enganado aqui gente mas a dimensão
majoritária da igreja evangélica
brasileira a ouvir falar sobre o
evangelho
esse é o seguinte que evangelho diz
respeito à eu aceitar jesus e eu estou
usando essa nomenclatura
intencionalmente aqui porque é
geralmente que a turma fala é aceitar
jesus ter os meus pecados perdoados
fazer parte de uma comunidade de fé e
viver uma salvação além mundo ou seja
isso é muito reducionista esse evangelho
que de repente o que ela está tentando o
ponto ai fala pessoal nós temos que
aplicar o evangelho para o indivíduo
temos que aplicar para o coração talvez
na sua dimensão assim brasileira como
nós fomos catequizados eu ousaria dizer
equivocadamente quando as pessoas pensam
em evangelho elas pensam que aí meus
pecados estão perdoados eu aceitei jesus
e quando eu morrer eu vou para o céu
como é que a gente conjuga essa dimensão
do indivíduo e da comunidade a partir de
do que é o evangelho né acho que ele tem
que olhar algumas estruturas que estão
por baixo ou por trás de todos os
discursos que a gente faz sobre e sobre
evangélico por exemplo
é tão individualista foco individualista
versus foco comunitário eu até pegaria o
seguinte é o lyotard vai falar sobre
micro narrativas que a filosofia
pós-kantiana basicamente em terra a
necessidade de uma meta-narrativa de uma
ontologia etc e tal é e basicamente
pensamento pós-moderno vai dizer não tem
nenhuma necessidade qualquer explicação
para além daquilo que a gente tá vendo
aqui mas o diretório vai tentar trazer
de volta a ideia de micronarrativas
existem dentro daquilo que as pessoas
acreditam e vivenciam daquilo que elas
entendem de si mesmas é explicações que
não estão na superfície elas estão no
nível inferior vamos assim mais profundo
da realidade e eu pego e só pelas como
exemplo para dizer que existe continua
válida a ideia é não só do ponto de
vista evangélico teológico mas inclusive
a vista comunicacional para fora para
não cristãos a necessidade de a gente
falar do evangelho tanto em termos
cósmicos quanto em termos individuais o
que eu quero dizer com isso pega por
exemplo a carta de tiago onde você tem
lá no final dela capítulo 5 verso 20 se
eu não me engano uma dimensão de perdão
dos pecados capítulo 1 verso 21 a
dimensão de transformação moral capítulo
dois tem uma dimensão é comunitária
versículo e capítulo 3 também uma
dimensão comunitária mas pega os
exemplos de thiago abrahão é ele vai
tratar como exemplo né você vai ver que
existe uma inclusão de uma narrativa
histórica do de toda a escola de deus
com o povo com seu porco povo judeu para
colocar agora alguns elementos que ele
vai trazer como vamos ver conexões com o
indivíduo mas que estão conectados com
uma história maior por trás de
bom então tem um arco argumentativo
narrativa enorme onde os temas
individuais vão estar conectados né
então é eu acredito que é por exemplo dá
para manter a ideia vou pegar e eu amo
em cristo nos blu-ray que eu gosto
particularmente bastante é a ideia dele
de trazer de novo a jesus cristo como o
vitorioso como aquele que vence o poder
da morte do pecado do inferno e trazer
isso dentro de uma narrativa que faça
sentido tanto para nós como comunidade
como o povo como igreja como sociedade
umas fazem também é relaciona com os
problemas do indivíduo então eu creio
que a gente precisa conectar as
dimensões quando a gente de se conecta
elas aí a gente cria ou evangelhos que
são apenas meras explicações globais sem
nenhuma relação com o indivíduo ou
evangelho individualistas que e se
esquecem de que a gente faz parte de uma
história de
o seu corpo meu deus depois de filosofia
e eu não sei nem que falar mais né cara
ficar louco cara vem com kant de tarde
você deixou uma das plantas é
eu não acho que só para fazer eco aí com
tio alex ponto ou quer dizer rapaz ver
que entendeu agora que o alex falou não
eu vou entendeu cara não eu vou apontar
para ele faz os dois elicitor tiago e é
o seguinte se estavam brincando aí né
que a todo mundo tá certo todo mundo tá
errado mas na teologia paulina pecado
têm essas três dimensões né porque ele
vai falar em fez dois versículos 1 e 2
vocês estavam mortos em suas
transgressões e pecados ou seja dimensão
individual nos quais costumavam viver
quando seguiam a presente ordem desse
mundo essa dimensão comunitária os
pecados estruturais eo príncipe do poder
do ar o espírito que agora está atuando
nos que vivem na desobediência ou seja
sim quando nós falamos de evangelho nós
temos que pensar no indivíduo nós temos
que pensar nas estruturas da maldade e
nós temos que pensar também na ação
maligna e demoníaca que incentivam essas
e essas opções individuais né então
enfim é talvez o que ela está reagindo a
uma dimensão do que ele ver lá e ele tá
falando assim olha aí fazer é tão grande
em um aspecto que a gente não pode
esquecer outro amor como ele sempre faz
né o ao muito bom gente caminhando para
o final então a gente tem aqui então as
marcas da igreja missional que ela era
ponto os problemas falamos dos três
problemas apontados para o kelly e aqui
sempre fazendo essa ressalva a gente nós
aqui desviamos um pouco do assunto do
livro complementamos a damos uma
abrasileirada né trazemos alguma
realidade aqui do brasil então assim se
você tiver condições sempre bom você ter
o livro em mãos aí ler o capítulo porque
nós aprofundamos algumas coisas e
esquecemos outras ok nossa o ar que pode
quer ser nossa a gente faz o que a gente
quiser então assim vamos foi cortar não
é para uma pessoa não vem encher o saco
a ciência aqui a gente a gente falou que
a gente quiser eu penso assim aí vocês
deveriam falar isso no podcast não cara
a gente obrigado a gente fala que a
gente quiser a culpa
e depois de nove anos a gente perde um
pouco a paciência na verdade ele perde a
paciência a gente simplesmente não liga
mais para algumas coisas vamos lá as
marcas de uma igreja missional então
keller fala a levantou o problema mas o
que ela não deixa a gente só com o
problema na mão ele procura um caminho
né um caminho do meio aí o que que o
kepler está propondo vão passar por
todos não são seis pontos aqui que o
kepler trás acho que vale a pena dá para
passar rapidinho né cada um falar
rapidão pega a cada um aí e vou embora
beleza tem que pagar minha visita é de
jesus você tá bom pode deixar ele
primeiro ponto que o que sugere aqui é a
igreja missional se deseja mesmo ter um
encontro missionário com a cultura
ocidental precisará confrontar os ídolos
da sociedade olha os deuses mãos de
kelly exatamente então basicamente o que
ela tá fazendo aqui é construído a
partir da sua da sua última argumentação
dizendo que nós não precisamos abandonar
as realidades clássicas da teologia para
achar que nós podemos ser ouvidos né
então aí do
é do coração você já ela estrutural ou
individual esses elementos do pecado né
ele até disse que nós somos todos
pecadores sobre a ira de deus e
precisamos nos arrepender e nos submeter
a ele então essa ideia e até usa a
linguagem the new big não é o encontro
missionário com a cultura me parece que
ele tá defendendo que sim nós precisamos
ter robustez teológica ea partir dessa
rouba os três teológica propor um
diálogo ao encontro missionário com a
cultura só um ponto aqui interessante
ver se os meus amigos concorda aqui mas
tudo que a gente fala do kepler aqui no
igreja centrada é legal que se você vai
pegar a bibliografia dele os livros que
ele já escreveu como ele é ampliar ano
um livro vários por nesse ponto um aqui
eu citei o livro deuses falsos
exatamente que ele tá fazendo aqui né
pregações do kepler onde ele confronta a
eleny faz-se confronto com essa cultura
e tal então vários livros dele ele de
alguma forma amplia muito aquilo que ele
fala que no igreja centrada então vale a
pena você ler tim keller se você
a cara dele porque em vários de seus
livros ele amplia por exemplo fé na era
do ceticismo né que é o tópico dois aqui
a enfim é tem aquele é pregação na era
do ceticismo quebrou é outro pontos e
maravilhoso então assim aí legal que
você percebe como que ela tem essa
preocupação e diz que isso aqui não é um
livro que ele escreveu mesmo e depois
nunca mais voltou nesse livro mas como
todo o ministério dele de alguma forma
reflete nessas estruturas aqui do igreja
centrada tá o ponto dois a igreja
missional para alcançar as pessoas em
uma cultura pós-moderna a isso aqui vai
ser colega tem de reconhecer que a maior
parte das nossas apresentações mais
recentemente formuladas e populares do
evangelho cairá em ouvidos surdos caraca
é basicamente porque como a ponta por
exemplo de gianni vattimo ou o os
materiais de quem é o diane watt mano
ninguém ninguém é o caminho filósofo
italiano a os laterais que tá mais tá
mais na moda né eu estou trindade pro
sabe conhece ele
é um pouco dessa questão de como a mente
pós-moderna ou cinco o tempo você
preferir modernidade líquida eu faço
isso se você quiser pegar a referência
então então que faz qualquer um desses
aí a ideia mesma é as pessoas já não
sabe mais do que a gente tá falando
então elas estão surdos não porque elas
não querem ouvir mas simplesmente por
causa não entendo é a forma de linguagem
que a gente usa e o que ela ele vai
advogado diferente desses caras eles
falam por exemplo é o vattimo de que a
gente precisa despojar o cristianismo
das suas doutrinas e fazer um treco
light aí para que todo mundo possa ter
uma religião seu gosto privado mas o que
ele vai dizer não olha a gente vai ter
que pegar o evangelho como a gente
conhece é dentro da sua amplitude
teológica e recontar o a partir das
estruturas ou daquilo que as pessoas
conhecem então assim como quando os
primeiros missionários chegaram na na
europa central e encontraram os povos
10 que é traduzir o evangelho para
dentro das ideias que eles tinham e
abelardo foi mestre fazer isso quando
ele ele fala do da troca comercial que
era algo que era muito muito
interessante para dentro aquela questão
do perdão né não na troca comercial da
justificação forense para o rei que tem
a sua honra ferida e precisa ser
recuperada você é muito caro que o
pensamento germany e a gente tem isso
nós como cristãos como algo dado né
então que formas a gente vai comunicar o
evangelho para dentro das culturas e
formas de pensar da sociedade possa
cristã muito bom o tópico três diz o
seguinte a igreja missional confirmará
que todos os cristãos são missionários
em todas as áreas da vida e aí senhor
igor pessoal isso aí é um ponto que eu
considero extraordinário né apesar que
existe um debate muito importante aí na
mitologia contemporânea sobre se
deveríamos tratar como
a todo cristão de uma igreja local uma
vez que ao universalizar o tema
missionário você acabaria para
enfraquecer a pelo menos a visibilidade
né a necessidade de apoio local da
igreja comissionário de carreira como
alguns chamam né faz entendo eu entendo
que o que ela está querendo dizer aqui
na verdade a ideia é que as pessoas
deixam de ser meros a vamos dizer assim
é meros primeiro mera plateia né da
igreja ou consumidores do que a igreja
tem para oferecer e se tornam cada um
deles agentes e testemunhas do evangelho
nos seus respectivos campos de atuação
seja onde for na empresa no teatro na
universidade né em cada lugar com
cristão está por ele ser como eu falei
antes né integralmente afetado pelo
evangelho o seu universal sacerdócio se
expressa no testemunho cristão para além
das paredes da igreja local né de fato
essa é uma dimensão aspecto uma infração
inclusive né de quem trata o tema da
missionariedade da igreja que é de
extrema importância o valor que eu acho
que tem tudo a ver mesmo a gente tem que
e inclusive encorajar e equipar os
cristãos como a gente faz lá na igreja
concurso miss eu dei né para ensiná-los
a serem integralmente cristãos nas suas
diversas áreas de atuação e não teria
motivo de vergonha de dizer ao contrário
eu acho que a gente tem que ter uma
experiência legal muita gente se
surpreende assim nos ambientes seculares
comendo tava sua comunidade de fé né e
fala quando você cristão berço
evangélico né porque na verdade eu não
quero que o jovem na igreja por exemplo
chegue numa reunião de colegas a
universidade eles estão falando sobre
isso ou será eu conheço escuto uma
música legal também com a shirley
carvalhaes não não pode ficar tem que
ser noemi nonato tipo fernanda brum eu
acho que sim com todo respeito aos
colegas aí que produzem busca me
sentindo né mas a gente sabe que é
necessário formar os nossos jovens e a
nossa igreja a circular no ambiente
cultural sem que eles percam a sua
integridade cristão acho nesse sentido é
a o conceito de funcionalidade como cada
cristão exercendo seu sacerdócio abre
horizonte em sensacional enfim por
tantas coisas daí é pra gente falar né
porque enfim né mas é isso
o corte plenamente concordo plenamente
vai ter muito esses assuntos voltam é
não várias coisas volta isso é muito bom
dia de caminhada aqui rapidão a igreja
missional tem de ser como comunidade que
serve uma contra-cultura para o bem
comum e aí diegão o que quer dizer que a
gente tem que ser viu bairro é isso
também basicamente mas é mais do que
isso é nós nos destacarmos eu vou usar
essa palavra enquanto comunidade
distinta e me parece que isso vem lá
dias do 19 quando deus fala israel ler e
mias aquele texto clássico né de ter
casas plantar vinhas ou seja fazer parte
dos estratos sociais da cidade e que a
gente vê acontecendo no primeiro século
na igreja primitiva a igreja primitiva
ela não alcançou ela não evangelizou o
mundo antigo porque ela tentou se
mesclaram o mundo antigo absorvendo seus
traços culturais não ela chamava a
atenção ela encantava os de fora
justamente porque ela ela era
completamente diferente e a partir dessa
distinção
eu servia na então nós temos lá aquela
percepção da diaconia da igreja que
depois vai gerar um problema entre as
viúvas de fala grega que se sentem
negligenciados mas a ideia é exatamente
essa por exemplo o que que significaria
dentro dessa pós-modernidade ea
hipermodernidade é você ser uma
comunidade generosa em meio a uma
sociedade gananciosa é você ser uma
comunidade de serviço e altruísmo em
meio a uma sociedade totalmente a
docente e assim vai é você ser uma
comunidade casta em meio a uma sociedade
promíscuo é você se comportar de tal
maneira encarnando as virtudes do
evangelho que você já não pensa apenas
em si aquilo que é bom para você aquilo
que lhe dá prazer tão somente mas como é
que eu posso materializar o evangelho
num contexto onde eu me encontro para o
bem comum para o bem do todo que eu bem
do bairro por bem da cidade é a mais
servir aqueles que o senhor colocou na
nossa trajetória de vida tem uma versão
em inglês eu não sei se a nba mas que é
por exemplo que a gente deve amar o
próximo é o seu vizinho né anos
e eu acho muito legal essa essa ideia de
como a tradução coloca porque eu acho
bacana essa ele é do vizinho né porque
às vezes o próximo fica meio vago é
claro também traduzir como vizinho pode
também é estreitar demais é mas eu acho
bacana até essa esse tipo de tradução
por que de alguma forma caramba e seu
vizinho na inversão mas é isso mesmo em
inglês é o neyber né então lá ver nele
por exato então a missão vizinho é quem
tá perto aqui vai cruzar o teu caminho
né eu acho que é legal que é porque
assim eu não sei o próximo fica fica
muito vago inseto intelecto né tipo eu
não vou mais não vou amar o próximo
próximo próximo e assim vai tomar o
homem seu vizinho acho muito legal e o
alex como luterano aqui do time vai
lembrar até de quando lutero ensina a
oração do pai nosso e tal como no pão de
cada dia né lutero explicava até pra
gente orar pelo vizinho pelo governante
ou seja todas as pessoas são
responsáveis né por chegar o pão na
minha mesa né então esse incluir quem tá
perto de mim é muito bacana isso vamos
caminhando útil é o penúltimo ponto a
igreja
a fim de ser de certa forma porosa eu
sempre advoguei isso que é a ideia de
que se chega uma pessoa na igreja
fazendo chegou um camarada uma vez aqui
rapaz e ele disse que ele curtia
fotografia e coisa arada então eu falei
pronto tá precisando de alguém só não tá
afim de bater fotos filmar o culto e tal
como da igreja pequena não tem o recurso
de pessoas o cara falou que queria falei
vamos lá aí alguns olha assim tipo o mas
o cara já fez 3 anos de discipulado para
poder filmar oco é claro que ninguém
disse isso né mas eu tranquilamente
teria um lugares onde pessoas teriam
dito que o cara não poderia tocar na
câmera se ele não tivesse feito primeiro
todo um curso de que é ser cristão né e
eu entendo que a medida em que a gente
envolve essas pessoas nas atividades
ministeriais tanto pode ser que as
pessoas venham a entender o evangelho
nessa caminhada e
a ver dentro da comunidade ativamente e
logicamente não vou dar o púlpito para
alguém despreparado né não é esse nessa
ideia mas que a gente é não necessita de
um ministério de evangelismo que vai lá
para fora pregar para as pessoas num
determinado cantam e a gente não faz
isso de forma mais orgânica nas relações
através de abertura de espaço dentro da
igreja né legal inclusive nesta semana a
gente teve um podcast com guilherme
franco falando um pouquinho do case que
é a igreja ponte em recife natal enfim
uma coisa legal que aconteceu lá na
ponte agora nesse tempo de pandemia é
que uma empresa de filmagem se aproximou
da igreja porque viu o trabalho deles
com cestas básicas e talita estão com
uma parceria com o transforma brasil lá
ligado ao novo jeito o irmão fábio lá e
por aí vai e aquilo chamou atenção dessa
galera então é toda essa disposição da
igreja em querer ajudar os necessitados
e tal e o cara chegou no guilherme
funciona somos uma empresa de filmagem
aqui
tô parado ea gente quer ajudar a igreja
mano os cara começar a fazer uns culto
lá cinematográfico entendeu e tudo com
uma galera não cliente que tá lá de
alguma forma né se encantou com um braço
social da igreja e até onde o frango me
falou que eu tinha 12 da equipe que já
estavam balançado lá né pela palavra de
evangélico da estão lidando com crente é
toda hora ouvindo as músicas ouvindo as
pregações da missionária idade porém só
é muito muito massa isso cara é
exatamente curiosidades amorosidade
muito legal essa ideia aí e o tio para o
senhor igor miguel a igreja missional
deve exercitar a unidade cristã tanto
quanto possível em âmbito local e aí
mosaico nos por gentileza isso aí vou
dar um exemplo prático a gente aqui em
bh nós montamos aqui o movimento que é o
pastor sem atraso no evangélico ou falo
nós é nós todos os pastores são pastores
a gente tem a gente tem luterano
americano presbiteriano pentecostal tá
todo mundo junto com um alvo assim a
gente
e veja para cidade uma igreja centrada
no evangelho público centrado no
evangelho na cidade e em si aquilo que o
peter é quatro chama de ecumenismo de
trincheira que é quando a gente consegue
fazer unidade porque a gente tem um alvo
juntos tem um objetivo comum né então
iniciativas dessa natureza e interesses
nacionais aos missionários autênticos
pela cidade produz redes de unidade
então a igreja precisa pensar para além
dos limites em termos nacionais o dos
limites institucionais que ela está
inserido tem que ter esse senso de
conexão com a igreja local
particularmente com aqueles que se
alinham na naturalmente com a mesma
sensibilidade teológica ou pelo menos
começo a sensibilidade mc lógica geral
em relação à cidade isso é
extraordinário muito bom hoje é isso
passamos pelo capítulo 20 olha passamos
o capítulo inteiro praticamente né
deixamos poucas coisas de fora esse é o
bt c'est plus é mais um podcast aqui da
casa bibotalk a sua casa de podcast
cristão aqui na internet nós temos o pt
cash que é o nosso pobre que é semanal
de bíblia teologia e o vai ter que é
spam
é uma vez por mês temos também o bcash
em parceria com a bc2 que associação
brasileira de cristãos na ciência e
temos também o nosso bcash vida nova da
editora vida nova onde a gente sempre
traz aqui algum lançamento da editora e
lembrando se você for comprar um livro
igrejas entrada ou qualquer outro livro
ou qualquer outra coisa no site da
amazon compre pelo link do pivotal como
assim comprar pelo link do botox é só
você entrar em bibotalk.com clica no
banner da amazon que tem ali que você
vai ser redirecionado para o site da
amazon e aí compra o que você quiser o
que você puder que isso gera uma
comissão para nós que ela tem nos
ajudado muito é isso seus amigos
obrigado por estarem na mesa aqui
discutindo tim keller comigo é nós valeu
bibo bom demais sempre e alex você vai
voltar a gravar agora ou não tipo só tá
me usando para matar a saudade só
precisar ou não nós vamos nós vamos
falar sobre temas muito importante para
nós vamos abrir as portas do inferno na
parte breve
ah tá olha aqui para quem não sabe
outubro a gente faz uns especiais da
reforma aqui o alex vai voltar e vão
falar de lutero e os demônios tô curioso
que querem entender aquela história vale
pote de tinta jogado na parede lá hahaha
muito bom é isso gente voltamos a semana
que vem se deus quiser e assim permitir
fiquem todos na paz do senhor jesus a
bom esse podcast foi editado por tu ler
e total em produções