Centrando a Igreja Missional – BTCast Plus #20
26/08/2020Centrando a Igreja Missional – BTCast Plus #20
Fonte: Bibotalk VLOG
Legendas automáticas:
é me botar o que representa o bcash pois [Música] muito bem muito bem muito bem conversa mais um beijo e cash plus de número 20 eu sou o rodrigo biro estou aqui com igor miguel é isso aí vamos embora que a caminhada hoje tá missional então aproveitar aproveitar diego bittencour é nós estamos aí vamos bora olha a impressão que você tá com som mais bonito aí tá levando a sério você gosta de podcast em o chefe aqui vivo ele me criticou né então eu tive que dar meus pulos é não der a gente ajuda o cara e o cara vai gravar podcast com a concorrência mas beleza deus tá vendo esse negócio aí é tudo pelo reino e voltando aqui mais uma vez algum do pt cash plus eu nem sei se já gravou sem promete que vai gravar tá agora eu tô gravando isso que importa alemão diz um galaxy londres torna refaz seja bem-vindo e muito obrigado alguma vez eu devo ter gravado o joão não me lembro mais mas eu acho que você nem do pt cast nada pessoal pede volta alex volta mack eu só não entendo decisão querem mais é o nome de você é é deus tá vendo você é tão cancerígena já é igual a 9 anos caiu tá enjoada né ponto daqui a pouco igor começa enjoada sangue novo leva começa enjoar meio que que deus vai mandar a será né só que é o diego caraca e tu tá louco tá lá sério fala deus fala ai ai gente muito bom para você que está chegando aqui pela primeira vez o pt c'est plus é um podcast onde nós analisamos conversamos discutimos e depois da entrada do diego discordamos de tim keller aqui tá curtindo igreja centrada e já estamos o capítulo 21 longa jornada aí e tem sido aí muito bom caminhar com tim keller falando da eclesiologia missiologia enfim falando de uma igreja centrada em hoje capítulo 20 centrando a igreja missional eu diria amigos de mesa acho que vocês concordam comigo todos os capítulos são muito bem concatenadas aqui do kepler né é realmente faz eu não é um livro que dá para você ir ler assim lendo qualquer capítulo e tal depois que você já leu e aí visitar qualquer capítulo mas principalmente o capítulo 19 capítulo 20 estão muito concatenadas poderiam ser até o mesmo capítulo então se você está chegando aqui pela primeira vez talvez devesse voltar para o capítulo 19 ouvir o pt cash plus do mês passado porque faria mais sentido para você a conversa de hoje eu suspeito não sei talvez sim se você não quiser voltar não volte fica aqui com a gente e e aí galera qual é então a pegada do kepler neste capítulo 20 nesses três problemas ele começa o capítulo falando de três problemas que ele vê em relação ao conceito de igreja missional e esse tipo de coisa igreja emergente quais são os três problemas que o kepler veio aqui e como é que a gente pode discutir um pouquinho cada um deles fretar com todo mundo e depois apresentar uma soluções bem top no final é o que é que tá todo mundo errado depois disso tá todo mundo certo e dá a mão para todo mundo né hora e super recomendo o pessoal voltar aí no 90 que a chupá-los anterior aí sobre esse tema porque lá apresenta todas as abordagens missionais aí tava né é aquele vai propor ou uma crítica e caminhar para uma ter para a terceira via então super importante voltar lá atrás né porque ele vai vai detectar justamente a os problemas essas abordagens principais eixos né das abordagens anteriores e vai procurar uma a entrada no evangelho para cada uma delas né na perspectiva que ele desenvolve aqui na rua primeiro problema é que ele é elenco então é abrangência insuficiente o que que essa abrangência suficiente que ele traz aqui o que ele quer dizer com isso basicamente abrangência suficiente é uma abordagem simplista do evangelho segundo ele né é muito presente naquelas abordagens tradicionais de você pecador deus é santo abra o seu coração para jesus converta-se agora então esse é um tipo de abordagem que é para ele não é que ela errada do ponto de vista teológico mas de que ela tem uma dificuldade de linguagem as pessoas não compreendem o que está querendo dizer com deus pecado e salvação então se comunica com esse tipo de linguagem com essa essa forma de se expressar ao que as pessoas não estão compreendendo porque é uma linguagem típica de uma de um regime de cristandade né onde todo mundo é que eles eu compreendo não se fala aquelas coisas e todo mundo já sacou que você que tá querendo dizer mas no mundo onde é boa parte das pessoas ou são nominais ou vão pegar aqui imagina que boa parte dos estados unidos ea situação do brasil não é diferente muitos cristãos nominais é eles têm alguma ideia do que é isso muitas ideias tortas erradas do que seria deus evangelho salvação pecado etc mas a gente tem um número crescente de pessoas que já já não são nenhum nem outro noção nenhuma daquelas opções religiosas da lista do ibge é fecho para essas pessoas então é o cara que eu posso cristão podemos usar essa expressão então não faz sentido ele usa essa expressão é ele usa essa expressão ela usa possa porque assim é como bem falaste né esse argumento ou melhor assim essa ideia da igreja evangelística evangelista né a ser missional exceda evangelista por assim dizer uma das definições lá que ele vai dizer que isso não oi gente mas conta eu não lembro aqui desses evangelismo é isso cara você apresenta o qual é o plano da salvação é dizer que a gente é pecador que deus o salva isso aí mano vocês é que são tudo ligado com missão era eu a primeira vez que ouvi falar em missão é isso você precisa chegar na prostituta a gente evangelizava as prostitutas a rua e tal e sua 20 anos atrás ó você tem que dizer o plano da salvação aí todo mundo repassavam o plano da salvação entendeu galera basicamente isso você é pecador você tá afastado de deus você se arrepender o rígido ainda na revista clarão na minha época sem dúvida era a corrigir então eu acho que aí entra o ponto bíblico que é bem bem interessante aqui que eu quero levanta aqui é que não é que ele tá esvaziando a importância da tarefa evangelística da igreja é deixa isso bem claro que não é a intenção dele né mas ele entende que evangelizar tem implicações cara uma afirmação séria como essa a comunicação da boa nova para um contexto que a gente sabe que varia de lugar para lugar de grupo para grupo de época sem é e exige a uma contextualização exige inclusive o que ele chama aqui de criar pontes né uma um pensar semana ter sala né para que as pessoas tenham uma compreensão clara do evangelho até fala dos limites que existe ele me disse assim não se da linguagem quando a gente fala de deus pecado redenção cruz o que que a gente tá dizendo e o que que o que tá sendo entendido quando nós fizemos isso por um contexto pensa no contexto do kepler manhattan hiper secularizado pós-cristão ou interior de minas gerais o século 21 agora ou pela são paulo o que que as pessoas estão entendendo quando nós falamos de pecado redenção obra expiatória justificação e etc e tal mas simplesmente falar do evangelho né é traduzir o evangelho por um determinado contexto é é dar uma cara pública para igreja é fazer com que as pessoas tenham contato com a ver com seu entorno cultural a ponto das pessoas olharem para cada cristão e identificar em cada cristão a consonância né do que está sendo anunciado então acho que e ele tá falando aqui é não dá para ser giro né não dá para sem gente ser evangelístico né tem implicações nós simplesmente certa vou lá e falo do evangelho tem implicações e aplicações relacionadas ao serviço a linguagem a contextualização é o que ele diz aqui ó semis ele fazer como vimos então ideia de que ser missional é sério evangelista é muito limitado a igreja missional não é menos que uma igreja evangelista porém é muito mais né então é o que que significa ser muito mais aqui de novo cai lá naquilo que ele já falou algumas vezes nem sobre contextualização para que ela seja intencional então tem que ter uma intencionalidade maneira como a gente comunica tem que criar um ambiente né para que o evangelho se torna plausível para os ouvidos éticos deixa eu ver um negócio aqui que eu achei legal os membros da igreja missional também sabem contextualizar o evangelho desafiando as pessoas com todo cuidado mas também dialogando com as narrativas culturais básicas da sociedade ao redor por fim por causa da beleza do caráter e da vida de seus membros a igreja missional sempre receberá visitantes atraídos pelo desejo de levar a fé cristã para a realidade deles dando tempo para que ela fecunde e seja avaliada exatamente o que eu costumo dizer assim não existe melhor apologética não é melhor apologética cristã do que um cristão autenticamente afetado pelo evangelho então quando um cristão é autenticamente afetado pelo evangelho ele ele dá testemunho orgânico de cristo né eu não tô falando aqui desse papo meu meia-boca de que a basta apenas o testemunho pessoal para evangelizar não é eu tô dizendo que quando você anuncia a mensagem do evangelho a mensagem encontra consonância com a vida de um cristão que é missional mente afetado por essa mensagem né então esse cristão ele não circula nos espaços ditos não cristão é sem que a vida dele esteja conectado organicamente com que o evangelho é então é natural que haja um testemunho por exemplo eu acho muito estranho quando a gente enfatiza evangelismo que são dizer isso né igrejas que evangelismo sua igrejas bem evangelizada bom então pessoas cheias do evangelho comunico o evangelho porque eu já tá colado na identidade delas não existe uma separação entre que elas são e o evangelho fez nelas né então não é uma não é uma crença religiosa que está engavetada e que eventualmente você recorre a ela para dar fala não sou cristão evangélico não cara você é cristão isso é que você é isso se expressa na maneira de você lidar com o ambiente né então quer dizer que a igreja de novo dizer que a igreja tem que ser evangelizadora tem implicações mais profundas do que propõe o movimento que eu quero estar tentando criticar aqui nesse nesse trecho né segundo o problema ligação excessiva a determinado formato senhor diego que quebra quero dizer aqui então o que ela está falando desse segundo o problema aqui e ele trazia essa abordagem de que algumas pessoas vão dizer por exemplo é para nós sermos verdadeiramente comunidades missionais o tamanho importa então essa é uma das críticas que ele faz como se você só pudesse ser uma como o canal com 10 15 20 e 50 pessoas esse modelo aí de igreja nos lares onde ter um espaço físico para o encontro para adoração comunitária nos domingos é perdesse a sua expressão porque o que de fato é importa é uma comunidade encarnacional que tá lidando com as realidades da sua vizinhança do seu bairro do seu grupo de trabalho então quer dizer assim como nós falamos esse primeiro problema que traz um reducionismo é é um reducionismo também dizer que acendeu sua poderia agir através de uma comunidade missional a partir desses termos né então é aquele velho problema né gente que o pessoal que é formato pronto pessoal que a receita de bolo então se uma comunidade pequena e nos lares frutificou então quer dizer que a maneira de ser missional é através de uma comunidade pequena e nos lares e aí ou que ela vai falar do seu próprio do seu pastoreio antes de manhattan que era uma realidade com é diferente operários trabalhadores braçais não vinha com essa peça aqui ela vila né meu esse é todo mundo árabe ea para a lenda dos domingos é a galera se conhecia realmente cuidar um do outro e tal e isso exatamente e aí você tem só que aí talvez esse é o ambiente ideal para a manifestação da missionariedade numa cidade pequena e até cita isso e tem certa verdade né eu leio até 315 aqui a página 315 ele diz em suma as igrejas pequenas das cidades pequenas em geral vivem o tipo de relacionamento entre si e com a comunidade a volta que as comunidades missionais desejam construir é claro que existe alguma verdade nisso eu vejo membros da nossa igreja e tem seus amigos ainda não cristão secularizado os céticos e são amigos de infância eles estudaram juntos a vida toda eles frequentam os mesmos ambientes então a a implicação relacional nesses contextos é muito mais fácil mas aí o que ela vai levantar um contraponto e dizer ok mas é a minha realidade à frente da widmer em manhattan não contexto completamente diferente onde você pensaria que a igreja é fria que a igreja não é relacional que a igreja não teria uma implicação né não teria um contato real com a cidade ele dizem mahatam sobretudo na primeira década eu vi através de uma mega-igreja não é de uma mega instituição essa missionariedade aconteceu de modo muito especial então essa segunda crítica aqui é a crítica a sacralização do método como se só apenas igrejas pequenas ou apenas igrejas grandes ou apenas igrejas médias e suas implicações porque cada tamanho de igreja obviamente tem seus desafios e suas oportunidades né o que ela está dizendo que não a gente não pode fechar esse pacote de terminar que só é possível ser missional a partir de uma lógica numérica e isso que você falou o diego até foi interessante essa essa semana não foi mês passado final do mês o ed stetzer público no podcast dele para entrevista com a criar um pastor de uma mary katherine conhecia o camarada mas o que me chamou atenção foi que essa essa igreja essa mega tio dele aí é começou a mudar para expressões de igrejas domésticas é por conta da pandemia ou seja ele não tá procurando qual é o modelo de igreja mais adequado para ser missional mas entendendo que a missionariedade tem mais a ver com que tá no coração da igreja do que na forma externa que ela aparece no não eu acho que tu nossa é isso aí exatamente cara porque o que o que é bate aqui exatamente nisso assim tipo ele termina até que essa frase né a ideia de que igreja opcional igreja pequena que se reúnem lares é mesmo é mesmo porque ela ignora múltiplos fatores né uma igreja por exemplo como a ranger no contexto de manhattan faz super sentido né faz super sentido a dinâmica dela a forma como é como se organizaram né eu acho que cada igreja precisa tá muito aberta ao é inserido e as pessoas que ela tá conseguindo atrair para cristo o que isso pode ser isso é muito comum que essas igrejas sejam moldadas com tempo né com esse formato de demanda se com um tipo de demanda que o contexto exige da igreja né eu falo muito com a nossa aqui em bh mesmo nossa igreja começou de janeiro bem que no orgânico o controle igreja começa é mas como uma igreja que já tinha um desenho meio que adaptado eram jovens universitários que viu na igreja né e ela ela foi passando toda aquelas etapa inclusive o kelly tem um documento que ele fala sobre isso quando ele chega 200 membros que acontece né então nós passamos por essa transição e tem que organizar ministério de tem que organizar as coisas de forma mais consistente né ministério de crianças cresceu muito então na medida que você vai vai a igreja vai vai sofrendo no junto com dizer seu contexto meio que vai exigindo da igreja determinadas respostas e essas respostas vão moldando a igreja também ela vai se contextualizando na sua estrutura claro com todos os limites eclesiológico a gente sabe que a gente tem quiser lá e etc mas o fernando que a igreja eu acho que particularmente a tradição evangélica né ela tem uma longa história de capacidade de adaptação contextual e eu aquele sentido a crítica do que ele também por ou a outra faceta da crítica né e achar que a temos que tomar cuidado porque às vezes a igreja fica a igreja meio tribal né que a igreja tribalizado né tipo a eles do motoqueiro a igreja do metaleiro não cara que ele já tem que ela tem que ter a cara da comunidade inclusiva e diversidade da comunidade que ela tá inseridos isso tem que ser representado no ambiente da igreja né então ou e agora e só trazendo esse teu ponto é interessante como ele trabalha a tensão entre dois termos que para nós geralmente a gente tem a tendência de usar um deles de modo pejorativo que a ideia da igreja a tracionar a gente até já falou sobre isso em outro conhece né eu achei muito legal como é que trabalhou esse tema porque ele fala é a tradicional ou é encarnacional basicamente que ela sendo que ela né ele vai dizer depende de como você entende se a tracionar o como você disse for tribal a fechada for segmentado então tá errado mas se a tracionar o for por exemplo a igreja do queda que é uma mega-igreja e você imprimir sim um grande esforço para liturgia para o culto para o louvor para pregação de domingo entendendo que muitos visitantes terão o domingo como a porta de entrada da igreja então claro que algum elemento de a tradicionalidade você tem que usar o que não significa elements cosméticos que diluem o evangelho que funcionam apenas como isca para trazer pessoas não é como é que nós podemos legitimamente atrair a partir dos dons e das vocações da nossa igreja para quem tão equipando esses novos nascidos esses novos cristãos como é que nós podemos equipá-los para missão na cidade para missão no mundo e aí sim essa dinâmica de uma igreja totalmente encarnacional né e até também é sem me delongar muito mas falando dessa questão que você levantou esse artigo do que ela quem não conhece é sensacional né se eu não me engano eles a igreja e seus diferentes padrões de tamanho alguma coisa parecida tão as 29 páginas não são galera uma vez esse pdf chegou para ir eu acho que vou parar com a temperatura né galera foi um pdf legal agora de mim no site tá no site tá também fazendo parte dele chegou para mim em português e bui lei os amigos eu quero pedir uma tarefinha para vocês aí ó consigo esse pdf em português e primeiro vão descobrir se é legal né porque chegou um pdf por mim até uma vez eu nunca passei para frente eu não sabia se aquilo era um livro se era uma coisa legal não eu nem tenho mais aquilo mas se for mesmo algo gratuito galera você legal até ter aqui na postagem deixe bater cash pra galera fazer o download porque é muito legal o marco de risco também tem alguma coisa assim um livro nessa pegada ele vai mostrando como é uma igreja no 40 anos é o é o sem operado passo da reformissão é alguma coisa assim né eu tenho esse livro mas não eu acho que é isso mesmo enfim se a gente achar galera vai estar aqui na descrição e deixe pode alerta aí eu mando aqui mando ainda hoje aí depois você coloca lá beleza vai tá aqui então já seja acabaram de ouvir aí só vim aqui no de botar o ponto com procura o pt cash plus 02 e vai tá aqui para você fazer o download gente terceiro problema então aí o que que eu queria falar que o resumo dessa desse segundo o problema aí é que não há uma fórmula né antes de acabar esse tópico ele falou gente mas você poderia me dar um exemplo de uma igreja missional cara entendeu tem que rejeitar essa pergunta porque cada igreja precisa estar ciente do seu contexto e o igor fala uma coisa interessante porque eu já vi aqui em joinville igrejas estão nessa pegada bem é pequena igrejas caseiras rejeitam a ideia de templo até rejeitam a ideia de ser chamada de igreja tal não tem nem nome entendeu mas um fundo seu igrejas ensimesmados né também não eles não tem uma parede não mas não tem a gente não tem uma instituição e tal a gente acontece nas casas mas o fundo também não sai das casas né então é bem complicado isso de certa forma o terceiro problema falta de entendimento claro o evangelho olha aí aqui diego é aqui que a gente entra naquela treta não eu já quero entrar na três qual se você quiser eu acho que não é que a gente a gente fala brincando aqui de treta que treta vende né treta dá ibope mas eu acho que é legal a gente trazer eu acho que aqui não tem dois pontos interessantes ou kepler e o gorrinho que já foi um cara citado aqui talvez eles têm um ponto é de vistas é um pouco diferentes aqui nessa questão de clareza do evangelho e aí por onde a gente começa porque que ela bate muito nessa tecla né da questão de nós entendemos que o evangelho pregar o evangelho e tal então o que ela trazendo tem uma falta de entendimento de que muitas igrejas se dizem admissionais e tal mas estão pregando não é um evangelho completo por assim dizer e aí não me parece que o que ela está tentando aqui e a legítima criticada ele tá porque realmente acontece muito aqui esse três tem uma carga teológico um pouco maior então acho até legal que nós três falamos sobre isso mas é você rechaçar de certa forma mesmo que assim de o receptivo eu para quem faz as doutrinas clássicas do evangelho é você ao falar do evangelho a partir de uma intenção missional digamos assim é você não falar por exemplo sobre a ira de deus é você não falar sobre o pecado e é mais do que isso é acho que a grande o grande incômodo do que a der aqui é que ele levanta essas expressões mais cósmicas da abordagem do evangelho em detrimento as aplicações individuais ou seja o ser humano reconhecer o seu pecado não apenas os pecados e estruturais não apenas os pecados coletivos a realidade da redenção e da restauração cósmica mas cada um ter essa consciência clara de que sim eu sou pecador e o problema não é o que eu faço é uma atenção antológica uma questão de natureza a minha natureza em si ela é caído e portanto ofensiva ao criador né então o que ela ele vai advogar e porque é muito perceptível isso nele inclusive quem está habituado as pregações são fantásticas certeira as aplicações elas sempre miram os afetos e sempre miram o indivíduo isso não tá errado de maneira alguma você se tougou-hen ea crítica que o gorrinho faria a algumas dessas realidades é que sim nós temos que enfatizar o pecado individual sim nós temos que enfatizar essa realidade bíblica é substituição a o meu deus a questão substitutiva né expiação substitutiva a abordagem penal do evangelho como paulo trabalha muito bem ali em romanos mas eu vou ver ele diz que por sermos uma sociedade já tão individualizada tão consumista tão egocêntricas nós precisamos também enfatizar essa outra dimensão mais cósmica do evangelho ou seja não apenas correndo o risco de olhar para o evangelho como um benefício para mim mas olhar para o evangelho como uma grande história que deus está escrevendo através de um povo quer conciliando consigo todas as coisas e nos chamando a colaborar com ele o processo de redenção eu acho que o gordinho tá certo e o que ela está certo porque a verdade é exatamente aí não mas é verdade instalando a itatim quelando amarelo aqui nos bastidores estavam é porque eu quero é ter visão limitada é papá eu posso falar para os meus ouvidos não o google rim não é isso pra gente sabe para o gol ren a visão de evangelho do kepler em alguns aspectos ou eu deveria dizer a aplicabilidade da do evangelho do que além alguns aspectos é estreita ou seja ele mira tanto no indivíduo que ele acaba perdendo esse horizonte da de uma cosmovisão reformada e dessa realidade estrutural dos poderes do mal e da maldade e obviamente o que ela está falando exatamente contrário que tem gente que enfatiza tanto a realidade cósmica que acaba diminuindo aplicabilidade no indivíduo então basicamente isso daí eu acho que isso aí levanta uma questão bem de novo contextualizando o brasil né estoque uma a famosa aqui não dá para passar batido né é realmente cara existe um uso muito genérico do termo evangelho a gente precisa reconhecer isso prédio sente pensa por exemplo no nosso contexto brasileiro que muitas igrejas que vai lá e não prega o evangelho aí que você perguntou o que que é o evangelho afinal de contas cara essa é uma resposta que nem sempre vem com a careta que deveria vir né às vezes as pessoas ainda associam o evangelho sei lá se virar crente e tá numa igreja evangélica ou você falar do evangelho vem aquela estrutura meio decorada de evangelismo de rua e não condiz com toda a narrativa do evangelho mesmo junto à do início da obra né quando a gente o que ela é definir o evangelho ele fala do evangelho como uma um diamante multifacetado você pode explorar várias perspectivas né narrativa do reino narrativa da cruz né da ordem da salvação então você tem múltiplas percepções agora é fato que quando a gente a gente corre o risco e muita gente corre o risco nessa personalidade de tratam evangelho de uma maneira tão minimalista que no final o evangelho é coisa nenhuma né ou se você facilmente cooptado por uma outra coisa que não é o evangelho tá eu chorar um exemplo a gente é o exemplo aqui no brasil é sabe disso com as devidas proporções e considerando a diversidade né eu sei que é um assunto que tá mais do que mofado mas acaba que ele volta né que é questão mesmo de gente que associa o evangelho por exemplo essa dimensão meramente da justiça da justiça social né o que reduz o evangelho meramente a questão as preocupações ligadas a desigualdade ou ou direitos de minorias etc a gente sabe que o que está em jogo aqui a obra de cristo não é uma obra de libertação política né no sentido estrito né porque claro que no sentido macro tem a ver mesmo com isso que os poderes desse certo que se não seja foram julgados nele em de alguma maneira deus que dá para trazer uma outra police né então é é política nesse sentido no sentido escatológico do quando a gente olha para para os desafios que a gente tem no brasil por exemplo eu percebo assim que existem várias vozes dizendo que o evangelho e quem falta uma explicitação o que que é o evangelho afinal de contas né é o kit que tem a ver com os temas clássicos né tem a ver com a obra que cristo fez tem a ver com a vitória dele sobre o pecado a morte a reconciliação dos homens com deus né qual é a dimensão diz que nós chamamos o evangelho então realmente falta um entendimento caro ou pelo menos uma explicitação né do que significa não eu acho só complementando para o ale falar é não só essa esplicita são porque de fato quando você fala evangelho é ninguém vai dizer isso mas a pergunta deveria ser de pau evangelho você tá falando qual é o ângulo do evangelho não é o evangelho que você vê a partir do novo testamento você tá falando dos evangelhos e você tá achando que apenas a evangelho no novo testamento ou você tá falando do evangelho em toda a história da redenção em todo o drama das escrituras e mais do que isso levantando até uma lebre a partir do que você falou a dimensão majoritária e me corrijam se estiver enganado aqui gente mas a dimensão majoritária da igreja evangélica brasileira a ouvir falar sobre o evangelho esse é o seguinte que evangelho diz respeito à eu aceitar jesus e eu estou usando essa nomenclatura intencionalmente aqui porque é geralmente que a turma fala é aceitar jesus ter os meus pecados perdoados fazer parte de uma comunidade de fé e viver uma salvação além mundo ou seja isso é muito reducionista esse evangelho que de repente o que ela está tentando o ponto ai fala pessoal nós temos que aplicar o evangelho para o indivíduo temos que aplicar para o coração talvez na sua dimensão assim brasileira como nós fomos catequizados eu ousaria dizer equivocadamente quando as pessoas pensam em evangelho elas pensam que aí meus pecados estão perdoados eu aceitei jesus e quando eu morrer eu vou para o céu como é que a gente conjuga essa dimensão do indivíduo e da comunidade a partir de do que é o evangelho né acho que ele tem que olhar algumas estruturas que estão por baixo ou por trás de todos os discursos que a gente faz sobre e sobre evangélico por exemplo é tão individualista foco individualista versus foco comunitário eu até pegaria o seguinte é o lyotard vai falar sobre micro narrativas que a filosofia pós-kantiana basicamente em terra a necessidade de uma meta-narrativa de uma ontologia etc e tal é e basicamente pensamento pós-moderno vai dizer não tem nenhuma necessidade qualquer explicação para além daquilo que a gente tá vendo aqui mas o diretório vai tentar trazer de volta a ideia de micronarrativas existem dentro daquilo que as pessoas acreditam e vivenciam daquilo que elas entendem de si mesmas é explicações que não estão na superfície elas estão no nível inferior vamos assim mais profundo da realidade e eu pego e só pelas como exemplo para dizer que existe continua válida a ideia é não só do ponto de vista evangélico teológico mas inclusive a vista comunicacional para fora para não cristãos a necessidade de a gente falar do evangelho tanto em termos cósmicos quanto em termos individuais o que eu quero dizer com isso pega por exemplo a carta de tiago onde você tem lá no final dela capítulo 5 verso 20 se eu não me engano uma dimensão de perdão dos pecados capítulo 1 verso 21 a dimensão de transformação moral capítulo dois tem uma dimensão é comunitária versículo e capítulo 3 também uma dimensão comunitária mas pega os exemplos de thiago abrahão é ele vai tratar como exemplo né você vai ver que existe uma inclusão de uma narrativa histórica do de toda a escola de deus com o povo com seu porco povo judeu para colocar agora alguns elementos que ele vai trazer como vamos ver conexões com o indivíduo mas que estão conectados com uma história maior por trás de bom então tem um arco argumentativo narrativa enorme onde os temas individuais vão estar conectados né então é eu acredito que é por exemplo dá para manter a ideia vou pegar e eu amo em cristo nos blu-ray que eu gosto particularmente bastante é a ideia dele de trazer de novo a jesus cristo como o vitorioso como aquele que vence o poder da morte do pecado do inferno e trazer isso dentro de uma narrativa que faça sentido tanto para nós como comunidade como o povo como igreja como sociedade umas fazem também é relaciona com os problemas do indivíduo então eu creio que a gente precisa conectar as dimensões quando a gente de se conecta elas aí a gente cria ou evangelhos que são apenas meras explicações globais sem nenhuma relação com o indivíduo ou evangelho individualistas que e se esquecem de que a gente faz parte de uma história de o seu corpo meu deus depois de filosofia e eu não sei nem que falar mais né cara ficar louco cara vem com kant de tarde você deixou uma das plantas é eu não acho que só para fazer eco aí com tio alex ponto ou quer dizer rapaz ver que entendeu agora que o alex falou não eu vou entendeu cara não eu vou apontar para ele faz os dois elicitor tiago e é o seguinte se estavam brincando aí né que a todo mundo tá certo todo mundo tá errado mas na teologia paulina pecado têm essas três dimensões né porque ele vai falar em fez dois versículos 1 e 2 vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados ou seja dimensão individual nos quais costumavam viver quando seguiam a presente ordem desse mundo essa dimensão comunitária os pecados estruturais eo príncipe do poder do ar o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência ou seja sim quando nós falamos de evangelho nós temos que pensar no indivíduo nós temos que pensar nas estruturas da maldade e nós temos que pensar também na ação maligna e demoníaca que incentivam essas e essas opções individuais né então enfim é talvez o que ela está reagindo a uma dimensão do que ele ver lá e ele tá falando assim olha aí fazer é tão grande em um aspecto que a gente não pode esquecer outro amor como ele sempre faz né o ao muito bom gente caminhando para o final então a gente tem aqui então as marcas da igreja missional que ela era ponto os problemas falamos dos três problemas apontados para o kelly e aqui sempre fazendo essa ressalva a gente nós aqui desviamos um pouco do assunto do livro complementamos a damos uma abrasileirada né trazemos alguma realidade aqui do brasil então assim se você tiver condições sempre bom você ter o livro em mãos aí ler o capítulo porque nós aprofundamos algumas coisas e esquecemos outras ok nossa o ar que pode quer ser nossa a gente faz o que a gente quiser então assim vamos foi cortar não é para uma pessoa não vem encher o saco a ciência aqui a gente a gente falou que a gente quiser eu penso assim aí vocês deveriam falar isso no podcast não cara a gente obrigado a gente fala que a gente quiser a culpa e depois de nove anos a gente perde um pouco a paciência na verdade ele perde a paciência a gente simplesmente não liga mais para algumas coisas vamos lá as marcas de uma igreja missional então keller fala a levantou o problema mas o que ela não deixa a gente só com o problema na mão ele procura um caminho né um caminho do meio aí o que que o kepler está propondo vão passar por todos não são seis pontos aqui que o kepler trás acho que vale a pena dá para passar rapidinho né cada um falar rapidão pega a cada um aí e vou embora beleza tem que pagar minha visita é de jesus você tá bom pode deixar ele primeiro ponto que o que sugere aqui é a igreja missional se deseja mesmo ter um encontro missionário com a cultura ocidental precisará confrontar os ídolos da sociedade olha os deuses mãos de kelly exatamente então basicamente o que ela tá fazendo aqui é construído a partir da sua da sua última argumentação dizendo que nós não precisamos abandonar as realidades clássicas da teologia para achar que nós podemos ser ouvidos né então aí do é do coração você já ela estrutural ou individual esses elementos do pecado né ele até disse que nós somos todos pecadores sobre a ira de deus e precisamos nos arrepender e nos submeter a ele então essa ideia e até usa a linguagem the new big não é o encontro missionário com a cultura me parece que ele tá defendendo que sim nós precisamos ter robustez teológica ea partir dessa rouba os três teológica propor um diálogo ao encontro missionário com a cultura só um ponto aqui interessante ver se os meus amigos concorda aqui mas tudo que a gente fala do kepler aqui no igreja centrada é legal que se você vai pegar a bibliografia dele os livros que ele já escreveu como ele é ampliar ano um livro vários por nesse ponto um aqui eu citei o livro deuses falsos exatamente que ele tá fazendo aqui né pregações do kepler onde ele confronta a eleny faz-se confronto com essa cultura e tal então vários livros dele ele de alguma forma amplia muito aquilo que ele fala que no igreja centrada então vale a pena você ler tim keller se você a cara dele porque em vários de seus livros ele amplia por exemplo fé na era do ceticismo né que é o tópico dois aqui a enfim é tem aquele é pregação na era do ceticismo quebrou é outro pontos e maravilhoso então assim aí legal que você percebe como que ela tem essa preocupação e diz que isso aqui não é um livro que ele escreveu mesmo e depois nunca mais voltou nesse livro mas como todo o ministério dele de alguma forma reflete nessas estruturas aqui do igreja centrada tá o ponto dois a igreja missional para alcançar as pessoas em uma cultura pós-moderna a isso aqui vai ser colega tem de reconhecer que a maior parte das nossas apresentações mais recentemente formuladas e populares do evangelho cairá em ouvidos surdos caraca é basicamente porque como a ponta por exemplo de gianni vattimo ou o os materiais de quem é o diane watt mano ninguém ninguém é o caminho filósofo italiano a os laterais que tá mais tá mais na moda né eu estou trindade pro sabe conhece ele é um pouco dessa questão de como a mente pós-moderna ou cinco o tempo você preferir modernidade líquida eu faço isso se você quiser pegar a referência então então que faz qualquer um desses aí a ideia mesma é as pessoas já não sabe mais do que a gente tá falando então elas estão surdos não porque elas não querem ouvir mas simplesmente por causa não entendo é a forma de linguagem que a gente usa e o que ela ele vai advogado diferente desses caras eles falam por exemplo é o vattimo de que a gente precisa despojar o cristianismo das suas doutrinas e fazer um treco light aí para que todo mundo possa ter uma religião seu gosto privado mas o que ele vai dizer não olha a gente vai ter que pegar o evangelho como a gente conhece é dentro da sua amplitude teológica e recontar o a partir das estruturas ou daquilo que as pessoas conhecem então assim como quando os primeiros missionários chegaram na na europa central e encontraram os povos 10 que é traduzir o evangelho para dentro das ideias que eles tinham e abelardo foi mestre fazer isso quando ele ele fala do da troca comercial que era algo que era muito muito interessante para dentro aquela questão do perdão né não na troca comercial da justificação forense para o rei que tem a sua honra ferida e precisa ser recuperada você é muito caro que o pensamento germany e a gente tem isso nós como cristãos como algo dado né então que formas a gente vai comunicar o evangelho para dentro das culturas e formas de pensar da sociedade possa cristã muito bom o tópico três diz o seguinte a igreja missional confirmará que todos os cristãos são missionários em todas as áreas da vida e aí senhor igor pessoal isso aí é um ponto que eu considero extraordinário né apesar que existe um debate muito importante aí na mitologia contemporânea sobre se deveríamos tratar como a todo cristão de uma igreja local uma vez que ao universalizar o tema missionário você acabaria para enfraquecer a pelo menos a visibilidade né a necessidade de apoio local da igreja comissionário de carreira como alguns chamam né faz entendo eu entendo que o que ela está querendo dizer aqui na verdade a ideia é que as pessoas deixam de ser meros a vamos dizer assim é meros primeiro mera plateia né da igreja ou consumidores do que a igreja tem para oferecer e se tornam cada um deles agentes e testemunhas do evangelho nos seus respectivos campos de atuação seja onde for na empresa no teatro na universidade né em cada lugar com cristão está por ele ser como eu falei antes né integralmente afetado pelo evangelho o seu universal sacerdócio se expressa no testemunho cristão para além das paredes da igreja local né de fato essa é uma dimensão aspecto uma infração inclusive né de quem trata o tema da missionariedade da igreja que é de extrema importância o valor que eu acho que tem tudo a ver mesmo a gente tem que e inclusive encorajar e equipar os cristãos como a gente faz lá na igreja concurso miss eu dei né para ensiná-los a serem integralmente cristãos nas suas diversas áreas de atuação e não teria motivo de vergonha de dizer ao contrário eu acho que a gente tem que ter uma experiência legal muita gente se surpreende assim nos ambientes seculares comendo tava sua comunidade de fé né e fala quando você cristão berço evangélico né porque na verdade eu não quero que o jovem na igreja por exemplo chegue numa reunião de colegas a universidade eles estão falando sobre isso ou será eu conheço escuto uma música legal também com a shirley carvalhaes não não pode ficar tem que ser noemi nonato tipo fernanda brum eu acho que sim com todo respeito aos colegas aí que produzem busca me sentindo né mas a gente sabe que é necessário formar os nossos jovens e a nossa igreja a circular no ambiente cultural sem que eles percam a sua integridade cristão acho nesse sentido é a o conceito de funcionalidade como cada cristão exercendo seu sacerdócio abre horizonte em sensacional enfim por tantas coisas daí é pra gente falar né porque enfim né mas é isso o corte plenamente concordo plenamente vai ter muito esses assuntos voltam é não várias coisas volta isso é muito bom dia de caminhada aqui rapidão a igreja missional tem de ser como comunidade que serve uma contra-cultura para o bem comum e aí diegão o que quer dizer que a gente tem que ser viu bairro é isso também basicamente mas é mais do que isso é nós nos destacarmos eu vou usar essa palavra enquanto comunidade distinta e me parece que isso vem lá dias do 19 quando deus fala israel ler e mias aquele texto clássico né de ter casas plantar vinhas ou seja fazer parte dos estratos sociais da cidade e que a gente vê acontecendo no primeiro século na igreja primitiva a igreja primitiva ela não alcançou ela não evangelizou o mundo antigo porque ela tentou se mesclaram o mundo antigo absorvendo seus traços culturais não ela chamava a atenção ela encantava os de fora justamente porque ela ela era completamente diferente e a partir dessa distinção eu servia na então nós temos lá aquela percepção da diaconia da igreja que depois vai gerar um problema entre as viúvas de fala grega que se sentem negligenciados mas a ideia é exatamente essa por exemplo o que que significaria dentro dessa pós-modernidade ea hipermodernidade é você ser uma comunidade generosa em meio a uma sociedade gananciosa é você ser uma comunidade de serviço e altruísmo em meio a uma sociedade totalmente a docente e assim vai é você ser uma comunidade casta em meio a uma sociedade promíscuo é você se comportar de tal maneira encarnando as virtudes do evangelho que você já não pensa apenas em si aquilo que é bom para você aquilo que lhe dá prazer tão somente mas como é que eu posso materializar o evangelho num contexto onde eu me encontro para o bem comum para o bem do todo que eu bem do bairro por bem da cidade é a mais servir aqueles que o senhor colocou na nossa trajetória de vida tem uma versão em inglês eu não sei se a nba mas que é por exemplo que a gente deve amar o próximo é o seu vizinho né anos e eu acho muito legal essa essa ideia de como a tradução coloca porque eu acho bacana essa ele é do vizinho né porque às vezes o próximo fica meio vago é claro também traduzir como vizinho pode também é estreitar demais é mas eu acho bacana até essa esse tipo de tradução por que de alguma forma caramba e seu vizinho na inversão mas é isso mesmo em inglês é o neyber né então lá ver nele por exato então a missão vizinho é quem tá perto aqui vai cruzar o teu caminho né eu acho que é legal que é porque assim eu não sei o próximo fica fica muito vago inseto intelecto né tipo eu não vou mais não vou amar o próximo próximo próximo e assim vai tomar o homem seu vizinho acho muito legal e o alex como luterano aqui do time vai lembrar até de quando lutero ensina a oração do pai nosso e tal como no pão de cada dia né lutero explicava até pra gente orar pelo vizinho pelo governante ou seja todas as pessoas são responsáveis né por chegar o pão na minha mesa né então esse incluir quem tá perto de mim é muito bacana isso vamos caminhando útil é o penúltimo ponto a igreja a fim de ser de certa forma porosa eu sempre advoguei isso que é a ideia de que se chega uma pessoa na igreja fazendo chegou um camarada uma vez aqui rapaz e ele disse que ele curtia fotografia e coisa arada então eu falei pronto tá precisando de alguém só não tá afim de bater fotos filmar o culto e tal como da igreja pequena não tem o recurso de pessoas o cara falou que queria falei vamos lá aí alguns olha assim tipo o mas o cara já fez 3 anos de discipulado para poder filmar oco é claro que ninguém disse isso né mas eu tranquilamente teria um lugares onde pessoas teriam dito que o cara não poderia tocar na câmera se ele não tivesse feito primeiro todo um curso de que é ser cristão né e eu entendo que a medida em que a gente envolve essas pessoas nas atividades ministeriais tanto pode ser que as pessoas venham a entender o evangelho nessa caminhada e a ver dentro da comunidade ativamente e logicamente não vou dar o púlpito para alguém despreparado né não é esse nessa ideia mas que a gente é não necessita de um ministério de evangelismo que vai lá para fora pregar para as pessoas num determinado cantam e a gente não faz isso de forma mais orgânica nas relações através de abertura de espaço dentro da igreja né legal inclusive nesta semana a gente teve um podcast com guilherme franco falando um pouquinho do case que é a igreja ponte em recife natal enfim uma coisa legal que aconteceu lá na ponte agora nesse tempo de pandemia é que uma empresa de filmagem se aproximou da igreja porque viu o trabalho deles com cestas básicas e talita estão com uma parceria com o transforma brasil lá ligado ao novo jeito o irmão fábio lá e por aí vai e aquilo chamou atenção dessa galera então é toda essa disposição da igreja em querer ajudar os necessitados e tal e o cara chegou no guilherme funciona somos uma empresa de filmagem aqui tô parado ea gente quer ajudar a igreja mano os cara começar a fazer uns culto lá cinematográfico entendeu e tudo com uma galera não cliente que tá lá de alguma forma né se encantou com um braço social da igreja e até onde o frango me falou que eu tinha 12 da equipe que já estavam balançado lá né pela palavra de evangélico da estão lidando com crente é toda hora ouvindo as músicas ouvindo as pregações da missionária idade porém só é muito muito massa isso cara é exatamente curiosidades amorosidade muito legal essa ideia aí e o tio para o senhor igor miguel a igreja missional deve exercitar a unidade cristã tanto quanto possível em âmbito local e aí mosaico nos por gentileza isso aí vou dar um exemplo prático a gente aqui em bh nós montamos aqui o movimento que é o pastor sem atraso no evangélico ou falo nós é nós todos os pastores são pastores a gente tem a gente tem luterano americano presbiteriano pentecostal tá todo mundo junto com um alvo assim a gente e veja para cidade uma igreja centrada no evangelho público centrado no evangelho na cidade e em si aquilo que o peter é quatro chama de ecumenismo de trincheira que é quando a gente consegue fazer unidade porque a gente tem um alvo juntos tem um objetivo comum né então iniciativas dessa natureza e interesses nacionais aos missionários autênticos pela cidade produz redes de unidade então a igreja precisa pensar para além dos limites em termos nacionais o dos limites institucionais que ela está inserido tem que ter esse senso de conexão com a igreja local particularmente com aqueles que se alinham na naturalmente com a mesma sensibilidade teológica ou pelo menos começo a sensibilidade mc lógica geral em relação à cidade isso é extraordinário muito bom hoje é isso passamos pelo capítulo 20 olha passamos o capítulo inteiro praticamente né deixamos poucas coisas de fora esse é o bt c'est plus é mais um podcast aqui da casa bibotalk a sua casa de podcast cristão aqui na internet nós temos o pt cash que é o nosso pobre que é semanal de bíblia teologia e o vai ter que é spam é uma vez por mês temos também o bcash em parceria com a bc2 que associação brasileira de cristãos 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falar de lutero e os demônios tô curioso que querem entender aquela história vale pote de tinta jogado na parede lá hahaha muito bom é isso gente voltamos a semana que vem se deus quiser e assim permitir fiquem todos na paz do senhor jesus a bom esse podcast foi editado por tu ler e total em produções