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A fé vem pelo ouvir

Pão na Chapa | EP 17 | Raízes | Luiz Sayão

Pão na Chapa | EP 17 | Raízes | Luiz Sayão




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

as calçadas puna pera aí é cadê o
pessoal pão na chapa não tá aqui ou para
pera aí hora pois hoje não é para uma
chapa vamos falar no sotaque lusitano é
muito interessante diante dos nossos
aqui pastéis de belém ou pastéis de nata
afinal de contas por que que o pão na
chapa virou o pastel de nata é tão
interessante observar a sabedoria
bíblica quando fala daquilo que
constitui a nossa realidade o que nós
somos de fato como é que a gente definir
a nossa identidade é interessante que a
nossa identidade não pode ser percebida
no nível meramente individual nós temos
a nossa conexão dentro do
o resto do qual pertencemos e até mesmo
dentro do contexto no eixo do tempo que
ele que coisa interessante quando você
leu o livro de hebreus capítulo 7 versos
9 10 11 tem uma frase tão diferente lá
que vai dizer o seguinte que levi é deu
o desligo a a melquisedeque por meio de
abraão mesmo que ele não existisse
naquela época ele entregou por meio do
seu antepassado esse raciocínio
corporativo do pensamento bíblico mostra
a unidade a pertinência que nós temos em
função de deus ter-nos criado nessa
constituição relacional que atravessa o
eixo do tempo então hoje no nosso pão na
chapa ou seja no
o pastel de nata nós vamos celebrar
aquilo que envolve a principal coluna da
nossa realidade de identidade brasileira
brasil bonito brasil especial de todas
as cores todas as raças aqui nós temos a
beleza da participação da nossa
antropologia com origem indígena com
origem africana com origem portuguesa
com origem asiática diversificada todas
as caras são a cara do brasil mas tem
uma cara muito especial que nos deu a
nossa língua nossa matriz e construção
histórica a nossa matriz que aponta
profundamente para uma terra que sabe o
que é um coração cheio de saudades para
uma terra que sabe muito bem o que é
comer a boa mesa essa terra
em portugal que recebe hoje a nossa
grande homenagem do nosso pastel de
belém ou melhor o pastel de natas quando
a gente se celebra o que é uma maneira
tão valiosa de reiterar e celebrar a
própria identidade que é celebrar as
nossas raízes