Pão na Chapa | EP 17 | Raízes | Luiz Sayão
04/08/2020Pão na Chapa | EP 17 | Raízes | Luiz Sayão
Fonte: IB Nações Unidas
Legendas automáticas:
as calçadas puna pera aí é cadê o pessoal pão na chapa não tá aqui ou para pera aí hora pois hoje não é para uma chapa vamos falar no sotaque lusitano é muito interessante diante dos nossos aqui pastéis de belém ou pastéis de nata afinal de contas por que que o pão na chapa virou o pastel de nata é tão interessante observar a sabedoria bíblica quando fala daquilo que constitui a nossa realidade o que nós somos de fato como é que a gente definir a nossa identidade é interessante que a nossa identidade não pode ser percebida no nível meramente individual nós temos a nossa conexão dentro do o resto do qual pertencemos e até mesmo dentro do contexto no eixo do tempo que ele que coisa interessante quando você leu o livro de hebreus capítulo 7 versos 9 10 11 tem uma frase tão diferente lá que vai dizer o seguinte que levi é deu o desligo a a melquisedeque por meio de abraão mesmo que ele não existisse naquela época ele entregou por meio do seu antepassado esse raciocínio corporativo do pensamento bíblico mostra a unidade a pertinência que nós temos em função de deus ter-nos criado nessa constituição relacional que atravessa o eixo do tempo então hoje no nosso pão na chapa ou seja no o pastel de nata nós vamos celebrar aquilo que envolve a principal coluna da nossa realidade de identidade brasileira brasil bonito brasil especial de todas as cores todas as raças aqui nós temos a beleza da participação da nossa antropologia com origem indígena com origem africana com origem portuguesa com origem asiática diversificada todas as caras são a cara do brasil mas tem uma cara muito especial que nos deu a nossa língua nossa matriz e construção histórica a nossa matriz que aponta profundamente para uma terra que sabe o que é um coração cheio de saudades para uma terra que sabe muito bem o que é comer a boa mesa essa terra em portugal que recebe hoje a nossa grande homenagem do nosso pastel de belém ou melhor o pastel de natas quando a gente se celebra o que é uma maneira tão valiosa de reiterar e celebrar a própria identidade que é celebrar as nossas raízes