Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

A NOVA FAMÍLIA (EP7): A DESESTATIZAÇÃO DO CASAMENTO

A NOVA FAMÍLIA (EP7): A DESESTATIZAÇÃO DO CASAMENTO




Fonte: Dois Dedos de Teologia

Legendas automáticas:

e o que é o casamento casamento não
existe como uma instituição civil não
imposição invenção a construção do
Estado o casamento faz parte da
experiência humana se desenvolveu dentro
da sociedade humana de forma livre e se
consolidou nas tradições religiosas que
o estado não inventou o casamento o
estado simplesmente percebeu uma
instituição que ele era anterior e
legislou ao seu respeito por causa de
seus potenciais de fecundidade porque é
uma instituição humana tradicional
biológica e religiosa o estado cumpriu a
missão de respeitar essa instituição e
legislar acerca de questões patrimoniais
se cuidados envolvendo a prole o estado
que tenta redefinir casamento a fim de
abarcar grupos que não fazem parte dessa
instituição seria como estado que tenta
legislar acerca de igrejas discutindo
acerca de suas questões patrimoniais
administrativas específicas de imposto
mais que redefinir se o sentido de
igreja para abarcar grupos que não
tinham necessariamente função religiosa
veja os
e esticando o significado de uma
instituição que lhe é anterior e que ela
apenas percebe a fim de validar
interesses privados de pessoas que
grupos ou instituições se o estado não
pode fazer isso então Quais são as
alternativas a homossexuais que desejam
viver juntos informar ali um núcleo que
eles chamam privadamente de família a
resposta se país e esse é o tema do
nosso último vídeo do vídeo conclusivo
da nossa série A nova família e
E aí
[Música]
E aí
[Aplausos]
E aí
não existe um desafio ao propor à união
estável como uma alternativa ao
casamento homossexual considerando que
na nossa Constituição Deve existir um
esforço para converter união estável em
casamento algo diferente precisa ser
proposto nesse sentido qualquer outro
tipo de convivência a gente possa até
regular na cidade civil e não posso
equiparar que que parece que é igual
igual não é eu posso até mentalmente se
quisesse estabelecer direitos iguais mas
não afirmar que são iguais ser o
princípio da subsidiaridade e pela
distribuição dos bens em comum né pela
justiça distributiva o ideal que se
reconhece o que que é mais necessário
Fundamental e a essa condição de
fundamentalidade se de Março tela maior
proteção e a polícia quer começar a
fazer especial proteção a base da
sociedade portanto não significa que
outras situações convivenciais não posso
ser protegidas mas essa que a base terá
um especial proteção Então veja só
necessário buscar se que politicamente
ainda tem um tratamento digamos assim
o risco similar mas eu não posso afirmar
que seja igual em qual que é o
dificuldade Qual que é o problema de
afirmar que ser igual eu posso ficar sem
perceber ou até percebendo mesmo desse
fazendo um conceito próprio do casamento
você não tá a única relação sexual que
pode algum interesse social e do homem
com a mulher porque novamente parece que
é tão básico né mas a gente quer legais
porque da Kirin tudo a geração cada um
de nós eu quero usar a gente resguardar
aquilo que é a matriz geracional da
sociedade civil a lógica portanto é de
sustentabilidade para dar em casa não
faça o que queira e pode buscar tutela
que quiser também até mediante a lei da
especial proteção Stalin para demais
situações correndo proteção também
diferenciada mas não há mesmo a calda
especial proteção na condição aparece
duas vezes Apenas quando trata do
casamento e da família né no caso quando
trata também do que da Criança e
Adolescente que a matéria que estuda
bastante também fora dali a gente pode
conceder modalidades contratuais fora
dele eu possa template aquela e
reconhecia outras categorias com o
vivenciais juridicamente protegidas mas
não falar que são iguais pouca
se você já entrou casamento enquanto tal
juridicamente é uma figura de a ser
preservada porque tem um caráter digamos
assim de preservação milenar e tem a sua
força né de valor social mesmo que tem
que ser preservado como ele era é a
união entre homem e mulher outras
situações se quer obrigar pela lei que
se cria Nesse contexto Me acompanhe a
fala de um professor da Federal de Minas
Gerais não basta Vilela um grande
Professor dele civil que falar o
seguinte eu preciso ter coerência do
discurso da diversidade se é diverso que
seja tratamento adverte que seja
portanto Instituto diversos para ter a
coerência trocar tá altura lismo né na
sua virtualidade o deu entender que
plural que me deves isso para fazer
institutos porque depois disso assim da
Filosofia Sociologia o casamento ele
realmente quantidade própria da união
entre duas pessoas de sexo diferente se
eu fosse preconceituoso e falar Ei o que
que jamais foi ele qualquer tipo de
tutela para nenhuma afetiva e eu penso
que pode haver alguma tela mas não
porque não sejam afetiva também é porque
porque ao sul da ela ainda aquelas
pessoas o foco portanto não é a questão
sexual é questão de unidade colaborativa
que se grande aquelas pessoas
o que interessa à sociedade civil
daquela relação e não questão sexual já
na relação do homem e da mulher a um
foco ao olhar maior parece a capacidade
relacional evidente que é essa é a
diferença é que eu não posso privilegiar
uma relação sexual que não seja essa
efetivamente de interesse social
novamente o pessoas têm que a mas não
querem ter filhos é outra história eu
olho pela situação factual da
potencialidade a essa tela se coloca e
se amanhã você quiser criar eu disse
antes essa união vital não se viu né e
abri-la e que seja portanto morte a
solidariedade nunca são sexual ouvindo
isso algumas pessoas poderia perguntar
mas a nossa sociedade não tem e não
prever a união de pessoas assim ó a
relação sentimental de pessoas do mesmo
sexo placa nem reconhece que sim passar
a gente ter qualquer tipo de experiência
ordinária nas sociedades contemporâneas
agora isso é muito diferente é a gente
criar uma lei que regulariza e torne
positivo uma união e chame ela de
casamento
o casamento heterossexual ele é muito
mais do que só um contrato jurídico um
acordo econômico ou qualquer tipo de
unificação que finalmente as uniões
homoafetivas fazem para legitimar a sua
existência ou por exemplo a relação de
um casal e homossexual construiu toda
uma uma trajetória familiar econômica e
esse casamento não é reconhecido
juridicamente eles perderam todo tudo o
que que eu descobri um mundo você tem
que entender que uma encontrar econômico
não consegue senti-lo tá tudo aquilo que
é a ideia de casamento na tradição
judaico-cristã ele é mais um contrato
econômico ele é mais do que uma cor dele
duas partes ele é uma relação de aliança
de um o Bonner administrada por amor e
que encontra os seus reflexos na
doutrina da trindade ou seja não é uma
pluralidade diferente e assim não tem
isso na relação como pessoal então o que
acontece aqui é termos um conselho uma
Store
a construída carregada já bem
estabelecido não pode ser simplesmente
aplicado a um outro Instituto social a
uma outra prática social a gente poderia
pensar em outros nomes para dar esse
tipo de relação em outras categorias
jurídicas para prever proteções mim mas
para essas pessoas mas é uma coisa muito
feia empresa e
o mais importante que se lembrar de novo
que todas as pessoas humanas e se
participam conjuntamente elas formam seu
grande conjunto forma sociedade política
por políticos como que era e é
racionalização da vida em comum essa
sociedade política vai transbordar em
diversas comunidades uma diversidade
muito grande de modos pelos quais se
conduz à vida mas logicamente uma cor de
essencial uma fé comum essencial por
aquilo que é o tesouro de uma
civilização a sociedade é um conjunto de
valores pela busca da boa vi isso também
para cumprir essa missão então da
sociedade política e é por morreu bem
com um instrumento que a sociedade
política tem mais avançado como forma de
concretizar este bem comum eu estava e
esse então ele nasce com o cérebro
sociedade política e não é um contrário
e eu não do século se aperfeiçoa como
chegarmos até onde nós temos hoje como
estado democracia o estado democrático
de direito tá
a série de leis justas e um dos pilares
essas leis justas que as pessoas noção
de justiça é a vez segurança jurídica as
relações humanas sejam quais foram sem
haver necessidade de trocar institutos
de alargar Instituto desvirtuar
institutos existem mecanismos pelos
quais a sociedade pode aperfeiçoar as
relações jurídicas das mais diversas
travando da maneira como as pessoas se
relacionam pensando em se manter um
conceito tradicional e tá com correto na
noção a união de um homem e uma mulher
nos seus artigos definidos como
constituinte originário buscou um fim da
Constituição de uma família cujo
aperfeiçoamento se dá pelo casamento que
não é fundamentar pelo princípio da
afetividade mas que essa aliança de vida
que gera referes para fins de criação de
um ambiente seguro para a própria
geração e constituição e cuidado com uma
vida da pessoa humana que a criação dos
filhos
e existe também a concretização de
direitos relações humanas em várias
esferas e onde a relações humanas a
relações jurídicas então não
desvirtuando o conceito de família ou
não tirando o conceito de família da sua
rigidez institucional tal como ela é
recebida pela tradição no caso dessas
uniões adultas com sentidas né de
consenso mútuo que são baseadas em
atração homossexual Essas são plenamente
fundamentadas nesse princípio da
afetividade e uma fertilidade então que
gera que reveste para fins jurídicos de
uma natureza contratual ou seja enquanto
existe a fé existe base comum para
partilhar a vida então quanto existe
afeto existem relações jurídicas que
devem ser protegidas sob o ponto de
vista a civil enquanto na proporção que
terminar essa relação Então deve haver
com toda certeza absoluta e irrestrita a
possibilidade de um Patrulhamento pato
o patrimônio comum Incluindo aí
benefícios previdenciários benefícios
dos securitários e também acabei as
sucessório quando evidenciada que essa
vida partilhada de maneira comum gerando
esses reflexos e relações jurídicas é
Expressa o desejo de dois adultos
plenamente capazes na vida civil também
de serem reconhecidos para sente
deduções fiscais serem reconhecidos
também como a pessoa próxima para fins
de Emergências médicas em volta aquela
cadeia de relações jurídicas que
poderiam e deveres devem ser estendidas
para pessoas que estão coabitando neste
caso de uma relação mudo a concedida
entre pessoas do mesmo sexo sem
necessariamente isso sempre desvirtuaram
o esse ter que alargar o conceito
tradicional de família eu tenho
impressão que também hoje nós vivemos um
momento em que todas as pessoas falam
nos seus direitos e eu quero deixar
e claro há uma diferença entre ter
direitos respeitar os direitos opções
que eu respeito acho que a lei tem que
respeitar e criar uma categoria para a
qual os pares dos meus sexo não foram
informados pela categoria da família
Classe A categoria da de homem e mulher
que geram prole Por meios próprios vezes
mesmo é algo que efetivamente pretendeu
o constituinte colocar na construção
para lembrar todo uma tradição do
direito brasileiro do jeito mundial e da
história da humanidade e que
efetivamente essa liberdade que se
procurou da se pretende ter uma
categoria E não é a categoria que está
na Constituição eu pessoalmente um todo
respeito a eles e com todo o respeito
aos homossexuais e entendo que a união
de dois homens e duas mulheres mais
assertividade
Oi para ele hoje tem uma relação a ser
respeitada mas não uma relação de
casamento a Gerar uma família porque é
de bom tom da Ciência Política partir de
três princípios é importante fazer o que
é você trabalhar para promover o que é
necessário bem com tolerar e respeitar o
que não é contrário e perseguir o que é
contra o tempo tão lá a olhando de uma
mulher é necessário for bem comum é
necessário que o bem comum é a matriz
geracional da sociedade civil para ver
se consegue saber promover essa relação
outras categorias relação estado pode
tolerar e respeitar mas não é promoção é
diferente e eventualmente pode até
perseguir que que sabe o que segue
presente p******** é que é seguida essa
relação estabelecida entre o maior né
que quer os tem um transexual que uma
criança possa ter liberdade fazendo
então gente penal por exemplo trabalho
não ter essa lógica terceiro. Perseguir
o que é contrária bem como certo no
Brasil que acontece essa briga
ideológica e volte muitas pessoas
tirassem do Panorama mental do cidadão e
isso é trabalhar na empresa pela mídia
também essa ideia de que ao
a tolerar eu devo promover por exemplo
se fala muito que a pessoa é homofóbica
se ela não promove o casamento gay se
ela não promove ou não afetiva hora eu
posso tolerar e não promover isso eu
tenho direito a fazer porque esse é
lógico inclusive da Ciência Política
mesmo eu não preciso provar que ele que
não seja necessário alguém como eu posso
ter a respeitar porque tá falando isso
porque eu não falo artigo 226 a família
base e traz especial proteção fez a
produção científica promoção porque ela
é necessário Então nesse contexto fecha
esse mais ainda o ciclo das entidades
familiares quiseram ser a ser
reconhecido pelo Direito fora do direito
se a pessoa cá depois colei com bem
entender com quem ela quiser na hora
entendimento eventualmente haverá se for
algo que possa tentar contra os bons
costumes naquela cidade concreta ao que
esteja realmente eu dizia p******** é o
homem que a relação a criança né aquele
É intolerável nos estado civil portanto
que não pode ser permitido será
perseguido outra situação entre maiores
que quero viver em conjunto Pode até ser
podem fazer mas é que isso é o modelo
e a situação do Casamento entre uma
mulher é uma falsidade isso não acontece
a desestatização do casamento é uma
alternativa que muitos tem proposto a
fim de lidar com um conflito envolvendo
concepções tradicionais e concepções
novas de casamento o casamento poderia
ser considerado uma instituição
religiosa familiar sem qualquer validade
civil enquanto o contrato civil seria
outra coisa diferente o governo pararia
de legislar diretamente a cerca de
família para passar a legislar
unicamente em termos de contratos
privados entre as pessoas que se unem
considerando as questões de herança de
patrimônio de deveres e
responsabilidades em proles que podem
vir ou não
de dentro do artigo que escrevi para O
Liberal esse alguns anos já talvez em
cinco anos né eu falei um pouco sobre a
questão da união civil contratual para
todos não somente para os homossexuais
né Qual é a ideia a ideia básica do
peixe que é o seguinte o casamento ele é
historicamente um Sacramento religioso
quando houve a Adidas separação entre
igreja e estado feita pelo iluminismo
Esqueceram de mexer no casamento
casamento que era um Sacramento que
tinha uma questão toda é santa por trás
dela e portanto estava a distritais as
ideias da igreja ser uma questão de
homem e mulher na hora de fazer essa
separação esqueceram do casamento que
que deveria acontecer na prática a ver
essa separação de igreja e estado nessa
questão específica o casamento ficará
distrito a questão religiosa esse seu
que o prego né O que defendo um artigo
como o casamento de historicamente um
Sacramento
o Josa e caridades 30 questão Religiosa
e ninguém casaria frente ao estado o que
o estado Tem que regular é a questão da
união entre pessoas e aí o estado sendo
Laico sem ser laicista mas sendo Laico
ele teria então um dever de amparar
todas as pessoas naqueles contratos de
união entre é pessoas que aí como é uma
questão contratual não é uma questão
sacramental não é uma questão Sacra
nesse caso poderia ver não casamento né
mas uma união entre heterossexual com
heterossexual ou homossexual com uma
sexual sem maiores limites acerca disso
se a gente transforma essa questão da
Constituição familiar para fins de
gestão de património e responsabilidade
frente a terceiros ou uma questão
meramente contratual civil você
é separar claramente a questão do
casamento como Sacramento e fica a
distrito a igreja e inclusive esse
Sacramento esse casamento não teria
nenhum defeito civil você teria por
outro lado a união civil nenhum
contratual que seria uma união que
partiria né que na seria o acordo de
vontades entre duas pessoas Livres acima
de 18 anos né pessoas com as suas plenas
capacidades civis Então você consegue
nesse caso dividir claramente o papel
que cada instituição tem na vida social
a instituição do casamento ele tem como
objetivo a união de um homem e de uma
mulher frente a uma religião sem efeitos
civis mas com efeitos espirituais
enquanto que a união civil contratual
ele efeitos puramente civis e zero
efeitos religiosos para fins
patrimoniais
a regulação de família de divisão de
bens etc e tal e aí a gente fazendo essa
divisão Clara que é vão estar finalmente
sendo tratados de maneira isonômico em
relação a casais heterossexuais no que
tange a questão de casamento sendo um
ato religioso e um Sacramento cada
religião ela é livre para dispor como
bem quiser esse uma igreja católica uma
igreja evangélica entenderem que o
casamento como comente da de Sacra ele
está destruindo a relação do homem com a
mulher não há religião é livre e
Soberana para fazer essa escolha até
essa ideia que nós trazemos e com isso
eu do que finalmente consegue trazer uma
pacificação nessa matéria ninguém vai
poder reclamar de falta de isonomia e ao
mesmo tempo a as igrejas como sendo o
ponto de vista institucional uma pessoa
jurídica delivery ele pode Sem problema
nenhum defender
o casamento como entidade saca como um
Sacramento que só pode ser entre homem e
mulher e aí o homossexual ele é pode
querer entrar na igreja católica e
tentar alguma coisa lá próximo gente não
vai conseguir para um homossexual entrar
na igreja católica ele vai saber que são
essas as regras da Igreja Católica então
ele também não está indo a sua liberdade
Tony dele sabe para entrar em comunhão
com aquela sociedade o carro Associação
ele tem que se submeter às regras dela
então com isso você cria uma maximização
da Liberdade individual ao mesmo tempo
que você garante liberdades civis e
direitos isonômicos para todos Garantido
e respeitando o direito das igrejas
disse alto é entenderem Como o meio de
salvação e tendo e suas regras próprias
para essa finalidade Não precisava o
estado do vídeo em cima e ratificar que
aquele casamento deixa coração privado
Inter partes né relação entre as partes
me
em termos históricos várias pessoas que
têm alguns rituais privados de casamento
né você pensa na Escócia havia um ritual
escocês se você confirmar se a Deus
entre os pares que você estava casando
aí eu tô falando já uma relação jamais
religiosa que você estava casado bastava
que você confirmasse se na sua igreja
depois determinado período histórico
mais um contato era para ser o mais
privado possível o estado não é para
trás essa relação à sucessão era para a
delegação do seu património a passo é a
mais privada possível né hoje o estado
se mete dizer que cinquenta por cento
seu patrimônio necessariamente tem que
seus filhos olhos mas se eu não quiser
dar para os meus filhos né não tenho
essa opção adoro meus filhos mas sim não
foi o cara que não foi quem que
correspondeu a minha criação aquilo que
eu queria um deu certo ou simplesmente
esse iluminei gol né que renegou em
termos de histórico não tenho relação
mais com ele porque eu daria sim
patrimônio Obrigado pelo Estado a dar
esse patrimônio foi mais um patrimônio
fui eu foi a constituir fui eu que fiz
patrimônio eu não entendo porque que
isso é colocado
bom então o Estado interline relações
privadas então dentro desse contexto não
é muito ruim a coisa de deixar de
privados onde assim ó os contratos aí
vocês fazem vocês são partes maiores
capazes que tem capacidade de decidir
qual o melhor para a relação de vocês
que o Estado tem que fazer nada isso é
eminentemente privado né o pessoal
coloca casamento como algo vinculado ao
estado essa é a primeira discussão a ser
ou seja são dois entes duas pessoas que
decidem se juntar e se eu tô falando na
Esfera civil EA partir dessa decisão na
Esfera civil eles vão caminhar juntos
termos de sociedade eles decidiram
juntar o seu patrimônio ou patrimônio
futuro ou patrimônio passado esses
efeitos são muito importantes em termos
de Direito Civil para isso E aí eu vou
trazer para o efeito civil a relação de
pessoas do mesmo sexo as pessoas de fato
ainda que se gosta que você não gosta as
pessoas amealharam patrimônios em
conjunto A melhor forma de relação em
conjunto dentro da sua relação se vinho
lá porque o estado definir como é que
isso vai ser o como é que isso vai
deixar de ser já que essa sociedade que
existiu então para os liberais
o perigo o estado querer se meter nessa
relação o estado querer se colocar nessa
relação porque uma relação na minha
visão tipicamente contratual e esses
efeitos civis essas decorrência civis
vão ser na venda de um bem na venda de
imóvel uma garantia de uma Valdo a
fiança tudo isso impacta na relação
daquele casal porque isso vai gerar
efeito serviço para a sociedade então
para esse tipo de proteção dessa relação
contratual é muito importante isso
aconteça a depender do regime de bens Os
tá tem uma vontade muito grande isso vem
de erros owned an já que eu sou autor
importante em termos históricos mas que
a sua vida depois muito contra ele e
esse autor que era o sol chegou a
entregar alguns filhos para a roda né
para quem não sabe o que é a roda é a
adoção do filho e depois voltou escreve
que as os filhos deverão ser criados
pelo Estado e não pelas famílias e essa
é a visão que foi posta e colocada de
maneira a se destruir a base familiar em
regimes totalitários é principal
diferente socialista sempre teve essa
vontade de tirar a gente falsa
e de forma geral também pelo nazismo
também ter visto você teve a
característica de tirar os filhos da
família para ser educados pelo Estado
então essa quebra muito importante de
hoje no Brasil há uma tentativa de
desmobilizar né de tirar esse direito de
família do direito à eminentemente
privado ele é para um direito público na
minha visão não era para ter na nossa
Constituição a ideia de casamento de
casamento não é uma nunca deverá ser uma
regra constitucional porque barriga
costuma vai trazer normas fundamentais
básicos de alguém então do Estado
preservação de direitos e garantias
individuais e só Talvez um pouquinho
sistema tributário que algumas postando
mundo trás mas não é para entrar nunca
em casamento quem vai casar O Pedro vai
casar isso não merece não cabe ao
legislador um brocado de Brasília
decidiu que é que eu vou viver a minha
vida um Paracuru em Juazeiro a Fortaleza
que interessa Essa realidade é um dentro
desse contexto se a gente conseguisse
quebrar essa visão você pelo menos a
referencia a discussão muito forte que
hoje a discussão a discussão já
ultrapassada
e eu não vejo a ideia de configuração
familiar como um problema que deve ser
resolvido na Esfera da política para mim
a ordem da existência lógica da
sociedade é família sociedade civil e
não estado aquele que define o que a
família é a família que reconhece o
estado é a família que dá ao estado o
direito dele nos governar e não estado
que reconhece a família EA família é um
debate completamente equivocado na
medida em que Nós aceitamos que o estado
é uma entidade só absolutamente soberano
e quando na verdade o soberano no estado
soberano é justamente a família soberano
é a sociedade civil soberano é a
comunidade moral né não me perguntar
você é a favor ou contra o casamento
então flor Olha eu registrar ia isso
apenas no debate da sociedade civil e
jamais importaria para o estradas essa
resposta clássicos Qual é o critério
para você poder dizer juridicamente que
é uma família tão vendo importante
entender que há o critério
e na pessoa jurídica é um critério vamos
assim de caráter mais social atualmente
a grande Pergunta que restaura nessa
matéria quando se pensa como que o
direito vai regular esse conteúdo e por
que ele vai regular então primeiro
quando direito quando ele se mete a
regular algo em matéria de família ele
que é exatamente tratar do tema a partir
da ordem social que que fará parte da
Ordem Social exatamente pensaram que ele
que é necessário para a sociedade civil
que o que é importante que o pé regula
as em matéria de família acaba sendo a
regulação invasiva o que que o estado
teria autorizado a invadir nesse âmbito
quando ele reconhece naquela entidade
específica a base da sociedade civil e é
por isso que a condição do Brasil muito
feliz um texto quando ela fala que a
família base da sociedade civil terá
especial proteção do Estado quando se
coloca a base mas a felicidade de
condição sine qua non sem a qual não há
se que a cidade se viu essa e décimos a
senhora nem todo o grupo nem toda
modalidade convivência humana pode ser
reconhecido como seu base é aquele que o
fundamento Central não subsiste a
própria sociedade civil naturalmente é
importante que seja assim porque
o estado vai ser Biscuit nesse âmbito
tem que ser um minuto possível o que
meter se no âmbito familiar se ele ficou
gerar ônus gera deveres EA lógica que
está subjacente é de família acima de
tudo pela perspectiva do direito uma
lógica de deveres de ônibus eu não posso
confundir portanto artigo 226 o título
oitava da ordem social com o título da
construção que trata dos direitos e
garantias individuais quente nota hoje
com muita gente quer tratar a família
como algo acima de tudo intersubjetivo
pessoal individual Então é isso a
primeira interesses social da sociedade
civil não é depois quando o estado se
mete quando eles Ao que se propõe a
intervir ela vai fazer alguns principal
foco é esse pão de fato quando se fala o
estado deve intervir na minha vida
Exatamente isso teve um impossível só
entre pelo for realmente necessário
necessário para manutenção e preservação
social fora daí nada então Plate aqui
Estado Equalize a situação que eu não
afetiva ao casamento e como não opção
não pode se meter na minha vida pessoal
é uma contradição é exatamente para não
sei
eu não deveria ser que eu estava nesse
contexto equalizar E caso você quisesse
realmente pensavam a semente nem sequer
deveria regulamentar essa matéria de
Henrique na obra a razão do casamento
escreve o direito e conhecer a cultura
EA cultura influencia como as pessoas
compreendem a vida o destruindo ou
esclarecendo as possibilidades de
realização humana na sua obra ela trata
de algumas consequências da redefinição
de casamento ao ignorarmos tudo que
tratamos ao longo dos 7 Episódios a
primeira consequência está no
obscurecimento da natureza conjugal do
casamento para que o caso central do
casamento como bem básico possa ser
vivido a partir de compromissos
assumidos pelas partes é fundamental que
a sua natureza e as suas exigências
sejam compreendidas e bem fundamentadas
preferir o casamento para a visão
reducionista vai dizer DN segundo qual
casamento é só a união entre duas
pessoas de qualquer orientação sexual
fundadas no Afeto distorcem as
prioridades e as motivações das pessoas
quanto a esta instituição na medida que
o afeto não fornece a base
a lógica suficiente para que as regras e
responsabilidades Morais que acompanha o
casamento forneça permanência em
circunstâncias difíceis a relevo em
sobre casamento ela vai dizer marcada no
direito pela conceituação pautada no
Afeto obstrui a inteligibilidade da
orientação social dessa instituição e
dos bens que ela é efetivamente deveria
proteger e promover em segundo lugar a
um obscurecimento do valor de pai e mãe
para a formação dos filhos se o
casamento é redefinido não haverá no
campo jurídico nenhuma instituição que
afirme que quer idealmente que as
crianças precisam ser concebidas criadas
e educadas em conjunto por um pai e uma
mãe a proteção das crianças é uma das
principais razões pelas quais a
redefinição do casamento não assunto na
Esfera privada mais afeta toda a ordem
social isso porque a redefinição altera
o entendimento público do que seja o
casamento e afeta o próprio bem-estar
infantil na medida em que contribui para
uma cultura que diminui as chances de
que as crianças serão concebidas e criar
e seus pais biológicos já que a
dissociação com a procriação é
inevitável a terceira consequência vai
escrever a Diene é que fora do conceito
de casamento pautado no reconhecimento
de sua natureza intrínseca voltado à
Vida familiar as normas de exclusividade
e de permanência perdem a carga objetiva
presentes na inteligibilidade a
compreensão do casamento nos moldes da
família conjugal ausência dessa
inteligibilidade obscurecem a
compreensão da necessidade de Tais
normas e Por conseguinte obscurece a
legitimidade e sua promoção no direito a
quarta e última consequência é a
repercussão da incompreensão do bem do
casamento sobre as liberdades civis
daqueles que adotam ou defendem um
posicionamento diferente daquilo que é
majoritário desse modo como as pessoas
não entendem bem o que é o casamento e
como ele funciona para será a comunidade
atual e todo aquele que tem uma visão
tradicional da família seja é
preconceituoso ou meramente
fundamentalista isso afeta tanto a
liberdade científica na medida em que
propostas de estudos ou
o lugar do casamento Tron vistas como
desarrazoadas e portanto movidas tão
somente para o sentimento de hostilidade
a outras formas de associação romântica
quanto a própria Liberdade dos Pais é
educar seus filhos sobre a natureza
dessa Associação a partir de suas
próprias tradições caso tradições
sustentem o conceito de casamento como
comunidade integral postal educação será
considerada preconceituosa finalmente
afetará também a liberdade das pessoas
integrantes de grupos religiosos cujas
conclusões sobre casamento conhecida com
as apresentadas pela oposição
neoclássica na medida que enquanto o
estado e outras associações ou pessoas
não compreendam qualquer
inteligibilidade específica do casamento
como comunidade integral lhes parecerá
que as instituições propostas foram
concepção do casamento como bem humano
básico ou comunidade pro criativa é
arbitrária podendo gerar neles
hostilidade contra pessoas que é
compartilhe Foram sete semanas em torno
do assunto da nova família a gente
passou bastante tempo ouvindo várias
pessoas e discutindo de uma perspectiva
conservadora principalmente acerca desse
assunto novamente como fazer no primeiro
vídeo e se não
a gente não queria chamar lados opostos
para discutir a gente queria entrar em
um debate que já existe onde muitas
vezes a perspectiva conservadora não é
bem representada longe dos gritos do
ódio das posições tacanhos aquilo que
não está preocupado com o bem-estar
social e com a melhoria da vida humana a
gente queria dar alternativas a um
pensamento justo e honesto acerca da
questão do casamento que é que você tem
achado disso tudo muito debate já se
levantou até aqui que houve você entra
nessa discussão com a gente não deixa de
usar a parte de comentários aqui embaixo
indicar a nossa série aqueles estiverem
interessados em aprender mais sobre o
que os conservadores pensam sobre
casamento gay de porque nós somos contra
o casamento homossexual e que
alternativas nós estamos entregando como
propostas àqueles que desejam pensar
acerca disso
é muito obrigado por temos acompanhado
até aqui esse é o dois dedos de teologia
ele tem vídeo do terça e quinta-feira 10
horas da manhã qual o horário da Família
Cristã brasileira de Jesus e da igreja
do negado é tchau tchau
E aí
[Música]