#295. Nova Homilética. Parte 2. O ponto alto em Schleiemacher: subjetivismo e objetivismo.
02/11/2020#295. Nova Homilética. Parte 2. O ponto alto em Schleiemacher: subjetivismo e objetivismo.
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
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E aí o Olá eu sou Michel Augusto nós estamos aqui na segunda parte da série nova homilética você está inscrito no canal exposição bíblica exposição bíblica Esse é um projeto muito interessante que nasceu 2012 é responsável pela abertura da frb centro pós-graduação Russell shedd o EAD ufrb e também agora academia do expositor uma plataforma específica de treinar pregadores nós temos a na plataforma Russell shedd Gilda Moraes Thomas S Kuhn rendeu Mark Johnson e Mister Maya show Augusto Emílio garófalo e em breve outros contribuinte contribuintes estarão conosco nessa jornada de treinamento de pregadores Ok bom eu estou na segunda parte sobre a nova homilética eu falei no primeiro vídeo sobre o centro do debate e eu deslocamento hermenêutico entre o período da reforma e ortodoxia período da modernidade até chegar o período da pós-modernidade Resumindo o que eu falei no vídeo passado o deslocamento hermenêutico nada mais é do que uma luta há por trás da pergunta Com quem está a autoridade do texto hoje nesse vídeo nesse segundo vídeo da série eu quero destacar e a sobre as raízes na da nova homilética Lógico que as raízes Elas começam antes mas eu quero dar continuidade aqui o que que aconteceu a depois do século 16 após a reforma protestante do século 16 o período do século 17 foi marcado por duas questões pietismo e racionalismo filosófico e teológico e do racionalismo filosófico e teológico nós temos as bases para o próprio liberalismo no século 19 em meados do século 20 bom paralelamente ao liberalismo nós vamos ter o desenvolvimento a kantiano da espera antes interior que vai contra o pensamento de Descartes mente e também nós vamos ter e na a o crescimento do pensamento de Chloe Marília o que vai trabalhar o sentimento ao invés da razão e a considerado aí a uma grande influência para a é uma forte a entrada do subjetivismo no processo interpretativo Tá ok bom em contraposição às lá e mar e nós temos a teoria derreter que é movida por uma rejeição histórica e uma visão religiosa mas baseado na ética e moral do cristianismo você vê que o desenvolvimento ele ele é bem o desenvolvimento da nova homilética das novas hermenêuticas passa por um processo pernicioso é o ponto alto do contraponto acho armar revisto em harnack 1851 a1930 ele vai propor um retorno a religião mas não necessariamente a religião cristã então a gente tá vendo aí que o que vai acontecendo até chegarmos ao que estamos vendo hoje né Essa questão de tentar refazer né ressignificar O cânon Sagrado na voz aí de Ed René kivitz que outros o que o Ed René tá fazendo isso aí já é uma coisa antiga gente mas é porque a igreja brasileira ela As convenções os concílios eles eles passam isso passa desapercebido as pessoas não se atentam tanto para o mal que está se desenvolvendo E aí no tempo da mídia Isso aí eu levo a se dez vezes mais porque vídeos Eles correm né correm bem frouxo então a nós temos aí a partir lá e Marie uma certa mistura de objetividade e subjetividade é claro que a fé cristã ela possui em grau de subjetividade mas a ou Henry ele nos lembra muito bem que buscar as bases na objetividade da fé sem cair no historicismo crítico é saudável é porque entre a o período da reforma EA ortodoxia e historicista crítico se desenvolve no período moderno há pontos em comum e pontos que se distanciam por exemplo. Em comum é que afeta em Fatos objetivos um ponto que não é comum é que o método histórico-crítico não vai trabalhar o conceito de fé revelacional de fé baseada na autoridade de um Deus que inspira profetas e Apóstolos a trazerem a compilar em a alto a tradição da vontade de Deus para resguardar a identidade do Povo de Deus Essa é a questão bom então o que sua imagem vai vai vai trazer é essa mistura de objetividade e subjetividade só que isso vai crescendo a tal ponto que a subjetividade ou subjetivismo ele vai tomando uma forma maior a ponto de nós sairmos de um período do racionalismo para um período do irracionalismo bom então a gente vê que a partir disso lá e Marie a e também da dialética de bultmann começa o surgimento da força do leitor claro que tudo isso é desenhado dentro de um contexto da influência das críticas literárias e também das novas críticas literárias diz na atualidade a última por exemplo que foi influenciado por Rider ele traz alertas da importância do leitor é a importância do leitor ela nasce no contexto do desenvolvimento que preciso literário filosófico e científico mas ela vai tomando uma forma especial com níveis de desconstrução onde o leitor ele começa a ter um tomar um espaço maior no processo interpretativo o a gente sabe que é um dos legados da reforma é a ênfase um dos legados da reforma é a ênfase à no sacerdócio Universal do corpo de Cristo não deixando a interpretação ao encargo somente do Papa mas nós não podemos desconsiderar que a uma leitura Comunitária importante é porque senão nós vamos cair no certo e a moça da tirania da interpretação assim como Claro pode tiranizar a interpretação uma interpretação regada ao indivíduo com todas as suas especificidades prejudica a águia narrativa que nos envolve que a redenção A Redenção em Cristo Jesus e todo o conselho de Deus que envolve a redenção em Cristo Jesus bom então deixar a relegar ao indivíduo em toda a autoridade da interpretação ao ponto de desconstruir como Jacques derrida propunha a própria intenção a possibilidade de intenção literária do autor do texto e gera no final das contas e a consuma o plano limite de matar Deus porque nós acreditamos que a palavra a Bíblia Sagrada ela é uma revelação Divina a gente toma muito cuidado e com essas ondas que se aceleram e agora nós chegaram na mídia a questão toda meu amigo é que é questões que eram discutidas só no meio Acadêmico é que às vezes não chegavam nem no púlpito ou se chegavam chegavam de forma a sua rasteira agora estou indo para mídia e isso é muito perigoso que tomemos um certo cuidado no próximo vídeo eu vou falar sobre a nova crítica de 1930 a 1960 através do grande Méier Ok vamos em frente na nossa jornada te espero lá até lá tchau tchau