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A fé vem pelo ouvir

#295. Nova Homilética. Parte 2. O ponto alto em Schleiemacher: subjetivismo e objetivismo.

#295. Nova Homilética. Parte 2. O ponto alto em Schleiemacher: subjetivismo e objetivismo.




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

E aí
o Olá eu sou Michel Augusto nós estamos
aqui na segunda parte da série nova
homilética você está inscrito no canal
exposição bíblica exposição bíblica
Esse é um projeto muito interessante que
nasceu 2012 é responsável pela abertura
da frb centro pós-graduação Russell
shedd o EAD ufrb e também agora academia
do expositor uma plataforma específica
de treinar pregadores nós temos a na
plataforma Russell shedd Gilda Moraes
Thomas S Kuhn rendeu Mark Johnson e
Mister Maya show Augusto Emílio garófalo
e em breve outros contribuinte
contribuintes estarão conosco nessa
jornada de treinamento de pregadores Ok
bom eu estou na segunda parte sobre a
nova homilética eu falei no primeiro
vídeo sobre o centro do debate
e eu deslocamento hermenêutico entre o
período da reforma e ortodoxia período
da modernidade até chegar o período da
pós-modernidade Resumindo o que eu falei
no vídeo passado o deslocamento
hermenêutico nada mais é do que uma luta
há por trás da pergunta Com quem está a
autoridade do texto hoje nesse vídeo
nesse segundo vídeo da série eu quero
destacar
e a sobre as raízes na da nova
homilética Lógico que as raízes Elas
começam antes mas eu quero dar
continuidade aqui o que que aconteceu a
depois do século 16 após a reforma
protestante do século 16
o período do século 17 foi marcado por
duas questões pietismo e racionalismo
filosófico e teológico
e do racionalismo filosófico e teológico
nós temos as bases para o próprio
liberalismo no século 19 em meados do
século 20 bom paralelamente ao
liberalismo nós vamos ter o
desenvolvimento a kantiano da espera
antes interior que vai contra o
pensamento de Descartes mente e também
nós vamos ter
e na a o crescimento do pensamento de
Chloe Marília
o que vai trabalhar o sentimento ao
invés da razão
e a considerado aí a uma grande
influência para a
é uma forte a entrada do subjetivismo no
processo interpretativo Tá ok bom em
contraposição às lá e mar e nós temos a
teoria derreter que é movida por uma
rejeição histórica e uma visão religiosa
mas baseado na ética e moral do
cristianismo você vê que o
desenvolvimento ele ele é bem o
desenvolvimento da nova homilética das
novas hermenêuticas passa por um
processo pernicioso
é o ponto alto do contraponto acho armar
revisto em harnack 1851 a1930 ele vai
propor um retorno a religião mas não
necessariamente a religião cristã então
a gente tá vendo aí que o que vai
acontecendo até chegarmos ao que estamos
vendo hoje né Essa questão de tentar
refazer né ressignificar O cânon Sagrado
na voz aí de Ed René kivitz que outros o
que o Ed René tá fazendo isso aí já é
uma coisa antiga gente mas é porque a
igreja brasileira ela As convenções os
concílios eles eles passam isso passa
desapercebido as pessoas não se atentam
tanto para o mal que está se
desenvolvendo
E aí no tempo da mídia Isso aí eu levo a
se dez vezes mais porque vídeos Eles
correm né correm bem frouxo então a nós
temos aí a partir lá e Marie uma certa
mistura de objetividade e subjetividade
é claro que a fé cristã ela possui em
grau de subjetividade mas a ou Henry ele
nos lembra muito bem que buscar as bases
na objetividade da fé sem cair no
historicismo crítico é saudável
é porque entre a o período da reforma EA
ortodoxia e historicista crítico se
desenvolve no período moderno há pontos
em comum e pontos que se distanciam por
exemplo. Em comum é que afeta em Fatos
objetivos um ponto que não é comum é que
o método histórico-crítico não vai
trabalhar o conceito de fé revelacional
de fé baseada na autoridade de um Deus
que inspira profetas e Apóstolos a
trazerem a compilar em a alto a tradição
da vontade de Deus para resguardar a
identidade do Povo de Deus Essa é a
questão
bom então o que sua imagem vai vai vai
trazer é essa mistura de objetividade e
subjetividade só que isso vai crescendo
a tal ponto que a subjetividade ou
subjetivismo ele vai tomando uma forma
maior a ponto de nós sairmos de um
período do racionalismo para um período
do irracionalismo
bom então a gente vê que a partir disso
lá e Marie a e também da dialética de
bultmann começa o surgimento da força do
leitor claro que tudo isso é desenhado
dentro de um contexto da influência das
críticas literárias e também das novas
críticas literárias diz na atualidade a
última por exemplo que foi influenciado
por Rider ele traz alertas da
importância do leitor
é a importância do leitor ela nasce no
contexto do desenvolvimento que preciso
literário filosófico e científico mas
ela vai tomando uma forma especial com
níveis de desconstrução onde o leitor
ele começa a ter um tomar um espaço
maior no processo interpretativo o a
gente sabe que é um dos legados da
reforma é a ênfase um dos legados da
reforma é a ênfase à no sacerdócio
Universal do corpo de Cristo não
deixando a interpretação ao encargo
somente do Papa mas nós não podemos
desconsiderar que a uma leitura
Comunitária importante
é porque senão nós vamos cair no certo
e a moça da tirania da interpretação
assim como Claro pode tiranizar a
interpretação uma interpretação regada
ao indivíduo com todas as suas
especificidades prejudica
a águia narrativa que nos envolve que a
redenção A Redenção em Cristo Jesus e
todo o conselho de Deus que envolve a
redenção em Cristo Jesus
bom então deixar a relegar ao indivíduo
em toda a autoridade da interpretação ao
ponto de desconstruir como Jacques
derrida propunha a própria intenção a
possibilidade de intenção literária do
autor do texto
e gera no final das contas
e a consuma o plano limite de matar Deus
porque nós acreditamos que a palavra a
Bíblia Sagrada ela é uma revelação
Divina a gente toma muito cuidado
e com essas ondas que se aceleram e
agora nós chegaram na mídia a questão
toda meu amigo é que é questões que eram
discutidas só no meio Acadêmico
é que às vezes não chegavam nem no
púlpito ou se chegavam chegavam de forma
a sua rasteira agora estou indo para
mídia
e isso é muito perigoso
que tomemos um certo cuidado no próximo
vídeo eu vou falar sobre a nova crítica
de 1930 a 1960 através do grande Méier
Ok vamos em frente na nossa jornada te
espero lá até lá tchau tchau