POEMA DA VIDA DUPLA
12/01/2021POEMA DA VIDA DUPLA
Fonte: Dois Dedos de Teologia
Legendas automáticas:
o domingo é pregação segunda é pegação tem-se quarta-feira da oferta na biqueira cheira a fumo injeta para acordar o exército troca nude com as irmãs já sábado de manhã e vai ouvir nos fones uns textos do Lloyd ônibus saindo da vigília direto para baixo viro ele pagava diante fama e julgava quem tinha destaque mas sonhava em ter um programa assim bem erudito que implique então começou no YouTube pede que a igreja ajude a propagar a mensagem todo dia conferir a margem de lucro do novo canal vivia falando mal de teólogo da internet mas o primeiro Tiete que pediu foto em evento se sentir o Papa Bento ele sozinho vale por cento pediu dispensa do convento arrogante nojento você acha um Concílio de Trento pastorear ver o tormento trocou a igreja o vento e achou uns amigos famosos ouvir o assuntos sigilosos achou caminhos tortuosos na vida dos poderosos e transferir o cala a boca sua fã se você falasse retrocesso perdi acesso ao sucesso é melhor ouvir abobrinha concordar com a ladainha ignorados rapidinha e tentar tirar lasquinhas sem perceber o Fim da Linha esse achado as panelinha dos melhores do Brasil o inferno o cão sorrio mas um pastor no submundo com o ministério fecundo tipo Crente Raimundo um pé na igreja outro no mundo nenhum só por cento anjo 100 porcento vagabundo tipo Felipe Neto jogando bola em secreto e sendo o rei tem no Twitter tipo não é esse queira que viviam de erguer a bandeira da a bondade do amor perseguindo conservador aí se mostram abusador e consumidor de pedofilia não parece anomalia é o padrão do perseguidor vai morrer apaixonado por condenar o pecado mas sem ouvir a própria voz fala assim bem feroz e os guri até se mija de com a boca na botija você me pegue sem falha porque o santo é uma gralha a condenar o pecador nunca mais isso porque é Um carrasco de pastor e eu faço falar do público com o coração inóspito usado pelo Espírito vivendo sem propósito irmão falou bonito e a forca de acólito tipo uma de erudito negando a fé depósito a família atrito e Deus parece um sólido morto no delito uns ali no monólito a boca Cala o grito do sentimento mórbido da alma em Distrito nesse teatro sórdido cheio de holofotes onde você é só seus dotes você finge pegar Javé finge não ser Mané você acha de Nazaré é só grávida de Taubaté um terrível acabar é o de um cão faz cafuné e o preço é sua fé E aí