Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

#364. Parte 3. Liberdade Religiosa como Direto Humano Fundamental | Pregação e Liberdade Religiosa

#364. Parte 3. Liberdade Religiosa como Direto Humano Fundamental | Pregação e Liberdade Religiosa




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

E aí
o Olá tudo bem com vocês estamos de
volta à nossa série sobre pregação
liberdade religiosa Quero te pedir um
favor dê um like nesse vídeo se inscreva
no nosso canal Ative o sino e Receba as
nossas notificações a exposição bíblica
é muito mais do que um canal embora o
canal seja uma parte importante também
mas a esposa exposição bíblica é um
projeto desenvolvido foi desenvolvido
pela igreja batista reformada de
Brasília e esse projeto do exposição
bíblica criou a Faculdade Teológica
formado de Brasília ou é a de centro de
posse dos seus leads e ultimamente
academia do expositor
a academia do expositor. Com.br é uma
plataforma específica totalmente de
pregadores são matérias específicas
propriamente pregadores tá bom passa lá
se escreva nos nossos cursos têm
Augustus Nicodemus Thomas S Kuhn jilton
Moraes Michel Augusto Luciano Paes
Landim de outros lá vamos lá então nossa
nosso vídeo três sobre a nossa série eu
queria falar agora sobre a liberdade ele
jovem como um direito humano fundamental
é bom pode-se compreender como a
liberdade religiosa passou a ser
valorizada como um direito humano
fundamental a gente falou no vídeo
anterior sobre as as definições de
consciência e liberdade religiosa em
Tertuliano
e nós falamos também no vídeo número 2
que houve uma influência do Iluminismo
para a concentração do termo liberdade
religiosa em detrimento das disputas
confessionais pós-reforma E Agora Nós
queremos voltar mais um pouco ainda nós
queremos Falar de que essas as origens
da liberdade religiosa e com passar do
tempo se tornou a um direito humano
fundamental tem origens não na política
mas na própria religião cristã é então
nós temos esse fator histórico né Nós
temos escritores cristãos que viveram
durante anos dentro do contexto do
Império Romano foram perseguidos nós
temos a própria
é de Paulo na próprio Cristo nosso
senhor e salvador que viveu há
perseguições E essas perseguições Com
certeza elas tinham um propósito de
vinho redentivo mas Ele viveu situações
terríveis em relação ao próprio povo
Judeu e em relação a Roma é só se olhar
o julgamento de Jesus nós vamos
identificar mais de 20 erros no
julgamento de Jesus então deu Deus
soberano submeter o filho para salvar o
seu povo diante do escárnio né então um
filho teve que passar por todas as dores
para que nós tivéssemos vida eterna
bom então o contexto de Paulo também
outro contexto né Paulo foi perseguido
escreve epístolas da prisão uma delas
Filipenses é uma linda epístola que
trata da cooperação de dos filhos dos
irmãos em filipos e de Paulo preso em
Roma e a história de passar o dito e
Paulo no contexto de prisão por
cerceamento de liberdade religiosa né
então por amor ao evangelho de Cristo
nos temos a figuras no Novo Testamento
que foram perseguidos foram perseguidos
dura mente tá ok então nós temos aí uma
realidade Religiosa e não política como
o como origem né E conforme nós vamos
caminhando né se a gente passar por
Cristo
São Paulo Tertuliano como eu formo eu
havia dito no vídeo dois que vai
assegurar o termo que vai a cunhar o
termo liberdade religiosa nós chegamos
na reforma do século 16 e essa doutrina
né
e da liberdade religiosa ela começa a
tomar forma
e é durante a reforma e no século 17 os
pensadores cristãos tiveram acesso a aos
escritos dos Pais da igreja né que
tinham sido editados recentemente por
alguns estudiosos humanistas e voltando
a Tertuliano as obras de Tertuliano
século terceiro foram publicadas por 10
eu em 1521 E essas obras trouxeram
argumentos ou seja os argumentos usados
pelos pais da igreja contra autoridades
romanas começavam a ser agora
remodelados nos séculos 16 e 17 no
início do século 17 esses textos eles
começaram a ser revisitados e começaram
a trazer à tona
e o discurso acentuado da Liberdade da
defesa da liberdade religiosa né então
isso foi muito importante né E é claro
que o século 16 e século 17 embora a
gente vai observar aqui um resgate dos
Pais da igreja em relação a própria
defesa da liberdade religiosa são
séculos que a gente vai identificar
também que em alguns contextos houve sim
um excesso do uso da Proclamação da Fé
protestante então a própria liberdade de
consciência religiosa seria uma uma uma
uma contra a balança em contraponto da
do próprio exercício daquilo que eles
pregavam
em contextos isso era um pouco mais
radical é isso se tornar um pouco mais
radical e a proclamação do Evangelho no
contexto do século 16 17 não poderia ter
essa conotação mesmo porque o princípio
basilar do Evangelho é justificação seja
uma obra da Soberania Divina
é mas nós observamos que em detrimento
da doutrina da Soberania Divina na
salvação do ser humano em alguns
aspectos em alguns pontos houve um certo
exagero então a liberdade de consciência
como uma herança do cristianismo
medieval segurou essas alguns excessos
nesse sentido né então excessos sempre
existiram e sempre vão existir é até a
gente se deparar com ideias por exemplo
da estatização do cristianismo estadista
né que a gente vai falar disso depois um
pouco bom eu quero deixar agora para o
vídeo 4
é a doutrina das duas espadas né e e nós
vamos trabalhar na formulação de João
Calvino
é sobre a questão dos dois reinos ou do
trem das duas espadas e a gente vai
continuar nossa reflexão sobre pregação
a liberdade religiosa eu te aguardo lá
ah como Deus te abençoe tchau tchau
E aí
[Música]