#364. Parte 3. Liberdade Religiosa como Direto Humano Fundamental | Pregação e Liberdade Religiosa
09/04/2021#364. Parte 3. Liberdade Religiosa como Direto Humano Fundamental | Pregação e Liberdade Religiosa
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
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E aí o Olá tudo bem com vocês estamos de volta à nossa série sobre pregação liberdade religiosa Quero te pedir um favor dê um like nesse vídeo se inscreva no nosso canal Ative o sino e Receba as nossas notificações a exposição bíblica é muito mais do que um canal embora o canal seja uma parte importante também mas a esposa exposição bíblica é um projeto desenvolvido foi desenvolvido pela igreja batista reformada de Brasília e esse projeto do exposição bíblica criou a Faculdade Teológica formado de Brasília ou é a de centro de posse dos seus leads e ultimamente academia do expositor a academia do expositor. Com.br é uma plataforma específica totalmente de pregadores são matérias específicas propriamente pregadores tá bom passa lá se escreva nos nossos cursos têm Augustus Nicodemus Thomas S Kuhn jilton Moraes Michel Augusto Luciano Paes Landim de outros lá vamos lá então nossa nosso vídeo três sobre a nossa série eu queria falar agora sobre a liberdade ele jovem como um direito humano fundamental é bom pode-se compreender como a liberdade religiosa passou a ser valorizada como um direito humano fundamental a gente falou no vídeo anterior sobre as as definições de consciência e liberdade religiosa em Tertuliano e nós falamos também no vídeo número 2 que houve uma influência do Iluminismo para a concentração do termo liberdade religiosa em detrimento das disputas confessionais pós-reforma E Agora Nós queremos voltar mais um pouco ainda nós queremos Falar de que essas as origens da liberdade religiosa e com passar do tempo se tornou a um direito humano fundamental tem origens não na política mas na própria religião cristã é então nós temos esse fator histórico né Nós temos escritores cristãos que viveram durante anos dentro do contexto do Império Romano foram perseguidos nós temos a própria é de Paulo na próprio Cristo nosso senhor e salvador que viveu há perseguições E essas perseguições Com certeza elas tinham um propósito de vinho redentivo mas Ele viveu situações terríveis em relação ao próprio povo Judeu e em relação a Roma é só se olhar o julgamento de Jesus nós vamos identificar mais de 20 erros no julgamento de Jesus então deu Deus soberano submeter o filho para salvar o seu povo diante do escárnio né então um filho teve que passar por todas as dores para que nós tivéssemos vida eterna bom então o contexto de Paulo também outro contexto né Paulo foi perseguido escreve epístolas da prisão uma delas Filipenses é uma linda epístola que trata da cooperação de dos filhos dos irmãos em filipos e de Paulo preso em Roma e a história de passar o dito e Paulo no contexto de prisão por cerceamento de liberdade religiosa né então por amor ao evangelho de Cristo nos temos a figuras no Novo Testamento que foram perseguidos foram perseguidos dura mente tá ok então nós temos aí uma realidade Religiosa e não política como o como origem né E conforme nós vamos caminhando né se a gente passar por Cristo São Paulo Tertuliano como eu formo eu havia dito no vídeo dois que vai assegurar o termo que vai a cunhar o termo liberdade religiosa nós chegamos na reforma do século 16 e essa doutrina né e da liberdade religiosa ela começa a tomar forma e é durante a reforma e no século 17 os pensadores cristãos tiveram acesso a aos escritos dos Pais da igreja né que tinham sido editados recentemente por alguns estudiosos humanistas e voltando a Tertuliano as obras de Tertuliano século terceiro foram publicadas por 10 eu em 1521 E essas obras trouxeram argumentos ou seja os argumentos usados pelos pais da igreja contra autoridades romanas começavam a ser agora remodelados nos séculos 16 e 17 no início do século 17 esses textos eles começaram a ser revisitados e começaram a trazer à tona e o discurso acentuado da Liberdade da defesa da liberdade religiosa né então isso foi muito importante né E é claro que o século 16 e século 17 embora a gente vai observar aqui um resgate dos Pais da igreja em relação a própria defesa da liberdade religiosa são séculos que a gente vai identificar também que em alguns contextos houve sim um excesso do uso da Proclamação da Fé protestante então a própria liberdade de consciência religiosa seria uma uma uma uma contra a balança em contraponto da do próprio exercício daquilo que eles pregavam em contextos isso era um pouco mais radical é isso se tornar um pouco mais radical e a proclamação do Evangelho no contexto do século 16 17 não poderia ter essa conotação mesmo porque o princípio basilar do Evangelho é justificação seja uma obra da Soberania Divina é mas nós observamos que em detrimento da doutrina da Soberania Divina na salvação do ser humano em alguns aspectos em alguns pontos houve um certo exagero então a liberdade de consciência como uma herança do cristianismo medieval segurou essas alguns excessos nesse sentido né então excessos sempre existiram e sempre vão existir é até a gente se deparar com ideias por exemplo da estatização do cristianismo estadista né que a gente vai falar disso depois um pouco bom eu quero deixar agora para o vídeo 4 é a doutrina das duas espadas né e e nós vamos trabalhar na formulação de João Calvino é sobre a questão dos dois reinos ou do trem das duas espadas e a gente vai continuar nossa reflexão sobre pregação a liberdade religiosa eu te aguardo lá ah como Deus te abençoe tchau tchau E aí [Música]