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#365. 4. A Doutrina das 2 espadas e o Debate da Liberdade Religiosa | Pregação e Liberdade Religiosa

#365. 4. A Doutrina das 2 espadas e o Debate da Liberdade Religiosa | Pregação e Liberdade Religiosa




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
o Olá você está no canal exposição
bíblica na série pregação em liberdade
religiosa só Michel Augusto o pastor da
Igreja Batista é formado de Brasília
diretor da frb do exposição bíblica
exposição bíblica um projeto que vai
além de um canal é um projeto que criou
outros projetos estão uma Faculdade
Teológica que é formado de Brasília a
UEA de o centro de pós no seu shared
academia do expositor academia
dispositor última criação de Exposição
bíblica E lá nós temos uma plataforma
exclusiva para treinar pregadores nós
temos lá o saudoso Russell shedd que
deixou vídeos gravados conosco Augustus
Nicodemus Thomas S Kuhn jilton Moraes
Michel Augusto de outros para abençoar
sua vida não treinamento intensivo de
pregação expositiva Tá bom vamos lá
então nosso vídeo quatro a doutrina das
duas espadas e o debate sobre liberdade
religiosa
é bom a
e nós temos então a doutrina das duas
espadas ou a doutrina dos dois reinos
Que que foi aprimorada deforma essencial
por João Calvino
bom e no contexto podem forma nós vamos
encontrar na França por exemplo uma uma
um país que ficou um pouco dividido pela
presença de duas religiões catolicismo e
a religião EA questão do da igreja
protestante reformada representada pelo
calvinismo né então nós tínhamos a
e no contexto francês uma honra muito
forte é o princípio medieval uma fé uma
lei e um rei que não era o mesmo
princípio da igreja reformada né então
de outro por outro lado nós temos sim
John Locke Um século depois em sua carta
sobre a tolerância a seguinte afirmação
é acima de tudo necessário distinguir
exatamente o negócio do governo civil
daquele da religião e estabeleceu os
limites Justus que se encontram entre um
e outro John Locke em algum sentido tem
razão mas nós que podemos a argumentar
um pouco mais profundamente essa questão
dos dois reinos a gente pode colocar
essa doutrina dos dois reinos ou das
duas espadas dentro de um contexto mais
Neo calvinista que vai
a ideia da soberania das esferas é então
nós temos a soberania de Deus como a
espera maior e as outras esferas da
sociedade e todas e todas essas esferas
de alguma forma Elas têm uma ligação com
a Soberania Divina Então prefiro ficar
com essa definição posterior mas a gente
precisa entender que a liberdade
religiosa no no contexto pós-reforma
trabalhou o sentido de que a crença
religiosa é uma convicção interna
responsável apenas por Deus
Ah e não trabalhada de forma compulsiva
Ok segundo lugar a consciência é uma
forma de conhecimento espiritual que
acarreta obrigação de agir e terceiro
que a sociedade tem dois governos ou
seja o da da palavra e o da espada né
enfim mas aqui nós vamos entender que
embora existam dois tipos de governo na
nossa concepção a Soberania Divina ela
sobrepujar todas as esferas até porque
senão a gente a gente tem que tomar
cuidado com uma secularização né em
achar aqui
é uma espera tá de um lado e outro
espera tá de outro a gente não quer que
o estado se diga e se auto intitula
Cristão porque isso é muito prejudicial
nossa fé até mesmo ao princípio da
convenção que é necessário para uma
sociedade ser considerada Cristã
individualmente é que os seus membros
individualmente tenham se convertido
então a gente procura entender esses
fatores por outro lado a gente também
entende que embora haja uma separação de
poderes a um soberano senhor que subjuga
debaixo da sua autoridade todos os
demais poderes né todas as demais
esferas Tá ok então a gente vai
identificar dentro do contexto da
liberdade religiosa que a Europa moderna
e ela acaba se tornando isso com ajuda
do Iluminismo que resgata muitos
princípios da idade média e
principalmente de texto Liana ela se
torna um Baluarte de apoio à liberdade
de consciência e claro a Europa
pós-reformas no contexto Iluminista ela
também entra no processo de
secularização muito terrível mas eu não
vou discutir aqui essa questão da conta
da secularização eu vou discutir somente
essa essa questão a da
confessionalização EA necessidade que
havia de um certo respeito através da
liberdade de consciência é então isso
foi essencial o crescimento EA
proliferação de denominações tinha que
gerar esse tipo de consciência até mesmo
para quê
em diversas confissões pudessem agir da
sua independência e pudessem também ter
em relação ao estado e em relação as
outras confissões uma relação
diplomática na Então os direitos dessas
comunidades de praticar e a sua fé
publicamente tem como foco a liberdade
de consciência individual consciência
religiosa individual A então os
pensadores
os cristãos no contexto do Iluminismo
repito a gente não compra o pacote do
Iluminismo porque a gente sabe que o
Iluminismo tem os primados da Razão
acima da Fé eles passaram a considerar
que a liberdade religiosa ou liberdade
de consciência era um direito natural
que pertencia todos os ser humanos
Ah e não uma acomodação concedida pelas
autoridades governantes então aqui
também a gente tem definições mais
claras que nos leva a enxergar
é que esse direito de liberdade de
consciência religiosa não pertencia
somente aos cristãos mas a todos os
demais membros da sociedade Tá ok bom
nesse vídeo quatro basta o que eu disse
no vídeo de número 5 eu vou falar sobre
os limites de obediência civil e os
excessos do Estado Ok te aguardo lá um
abraço
E aí