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História da Salvação no Novo Testamento – 6 | Luiz Sayão & Ákilla Nascimento | IBNU

História da Salvação no Novo Testamento – 6 | Luiz Sayão & Ákilla Nascimento | IBNU




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
G1
E aí
o Olá muito boa noite seja bem-vindo nós
estamos aqui entrando em sinto dia com
todos vocês diretamente da IBM ou Igreja
Batista Nações Unidas aqui de São Paulo
para São Paulo para o Brasil para o
mundo grande satisfação em ter você com
a gente e sabemos aí que tem um gente de
toda parte nosso abraço aí no no sentido
multi horário né porque a gente tá em
todo o contecc conexão E como você tem
acompanhado a história da salvação no
Novo Testamento a necessidade de uma
compreensão bíblica teológica
devidamente fundamentada da Bíblia para
que a gente possa caminhar de maneira
Sadia na perna aí você que está nos
acompanhando parabéns para os Olha nós
já demos uma boa
de nada estamos aqui já dois terços do
nosso curso né já seis aulas e vamos ter
mais três caminhando aí para o final
desse Panorama até o lógico do novo
testamento para você não esquecer se
você tá entrando e não fez isso ainda se
inscreva no canal Você sempre será aí
avisado de todas as nossas atividades
ali pode curtir e ativar o Sininho fica
em sintonia multiplique tudo o que é
feito fica no próprio canal do YouTube
do interior e pode ser divulgado e
assistindo outra vez se a pessoa quiser
e até mesmo para Recordar aí muito da
nossa aula estamos caminhando junto
conosco aqui com muita alegria termos o
nosso professor aqui lá Nascimento aí
também grande conhecedor das escrituras
do ensino do novo testamento e ele vai
dar o seu Boa noite ele vai começar
bom então a aula e depois nós vamos
estar junto aí para conversar mais de
perto sobre o ensino do novo testamento
argila boa noite boa tarde ou bom dia
boa noite boa noite para quem tá
escutando a gente boa tarde bom dia para
quem tá em outras partes do globo é um
prazer ter esse momento mais uma aula do
nosso curso de história da salvação Novo
Testamento e a gente tava com comentando
um pouco antes de comentar de começar a
aula como tem sido assim uma alegria ver
o progresso a continuidade de um público
que está acompanhando de perto as nossas
aulas e por isso a gente fica motivado
de caminhar o restante do curso aí com
esse pessoal que tem muito interesse e
tem levantado questões muito
interessantes então Desde já muito
obrigado Espero que você tenha um
momento proveitoso também hoje vou
compartilhar aqui a nossa apresentação
ah e hoje é a gente vai conversar um
pouco sobre justificação é nós vimos
tratando aí no começo do curso a
respeito dos Evangelhos como a história
da salvação ela se desenvolve nos quatro
Evangelhos depois a gente foi para Atos
dos Apóstolos e tratamos em detalhes a
questão da Ressurreição e ascensão
principalmente do livro de Atos E no
sábado passado a gente iniciou o nosso
estudo da teologia Paulina e claro que
você deve imaginar que tem um monte de
coisa para a gente estudar em Paulo
muitas questões Profundas no
desenvolvimento de pensamento diferente
próprio do apóstolo que não era
exatamente o mesmo tipo de argumentação
ou de estrutura que a gente encontrava
nos Evangelhos mas a gente viu já desde
a primeira aula grande coerência que
existe entre a
a pregação e os escritos de Paulo e
aquilo que também é a mensagem dos
Evangelhos aquele que a gente encontra
em Atos dos Apóstolos e aquilo que a
gente vai ver também nas últimas duas
aulas quando a gente concluir essa etapa
sobre pau Então a primeira aula sobre
teologia Paulina foi a respeito da
expiação EA gente viu também a questão
da natureza da pessoa de Jesus dentro da
teologia Paulina e como essa questão da
expiação para sim diretamente ligado a
obra de Jesus o tópico de hoje que é
justificação não é exatamente sobre a
pessoa de Jesus mas é sobre a obra de
Cristo então ainda que a gente tenha
focado nas aulas aqui que viemos
desenvolvendo a cristologia a doutrina
sobre a pessoa de Jesus Esse é um tópico
que tem muita relação muita proximidade
com o ensino arr
a obra de Cristo e por isso achamos que
fosse assim natural e necessário a gente
entrar também nesse ponto então nós
vemos de expiação vamos falar de
justificação E no fim na nossa terceira
aula sobre a teologia Paulina a gente
vai falar também sobre a Nova Vida em
Cristo Então hoje entrando diretamente
no assunto de justificação é a gente
precisa observar como tem uma grande
variedade é de termos para descrever o
trabalho de Jesus a gente encontra a no
Novo Testamento essas várias dimensões
da mesma obra que foi realizada por
Cristo e uma das dimensões que é muito
importante é a questão da justificação
se você procurar assim todas as cartas
de Paulo você vai perceber que esse tema
está concentrada em romanos e Gálatas
então
é da mesma família ou uma discussão que
está girando em torno dessa questão da
justificação do Justo da Justiça aparece
repetidamente Em Romanos em Gálatas e
essa palavra decai ó é tem um
significado muito especial que talvez
não seja tão intuitivo para gente dica
aí ó é declarar justo e não simplesmente
fazer justo no na sequência do nosso
estudo vocês vão perceber como essas
duas coisas elas são muito importantes
para a gente compreender argumentação de
pau Paulo tá falando sobre a declaração
que se faz a respeito dos pecadores que
são perdoados e não necessariamente o
fazer justo no momento em que alguém a
declarado justo e a ideia básica que a
gente vai desenvolver nesse estudo ela
está em contraposição com muito
os desenvolvimentos possíveis na
teologia Paulina como muitos tópicos
também se o dia tenha ficado Claro na
nossa conversa aí das aulas anteriores
ou de outros cursos que vocês vem
acompanhando daí Benil vários pontos da
teologia têm interpretações diferentes
têm desenvolvimento dos distintos Mas a
nossa ideia básica de justificação para
o nosso estudo de hoje é que Deus
enquanto o justo Juiz ele declara justo
aqueles que creem em Jesus apesar dos
seus pecados pois em Jesus esses
pecadores tem um relacionamento feito
correto com Deus então justificação é
esse ato de Deus enquanto o justo Juiz
de nos decorar justos perante ou a
partir daquilo que é o sacrifício de
Jesus e tornar correto o nosso
relacionamento com Deus
e eu vou pedir licença só para tirar
brevemente apresentação eu coloquei
verdade não não vai sair para vocês da
tela mas vai sair para mim eu coloquei
na disposição que tu não tá me ajudando
muito aqui a ver os tópicos só se vão do
que a gente já está retornando
[Música]
E aí
Oi e aí para ver se tá mudando os slides
e são simboliza para ajeitando aqui
E aí
G1
E aí
e agora sim agora eu acho que horário
que vai ficar um pouco melhor
bom então a gente tava comentando com
mais saber se a nossa ideia básica nossa
ideia de referência a respeito do que é
justificação Deus enquanto justo do juiz
declarado justo justo usa aqueles que
creem em Jesus e a importância da
justificação ela é fundamental daquilo
que é o pensamento de Paulo e também é
fundamental nos debates teológicos é
você não Paulo assim um dos principais
pensadores do cristianismo primitivo um
dos principais articuladores daquilo que
é o conteúdo teológico Cristão se impor
o principal enquanto é aquele que
instrui ensina a respeito das
consequências daquilo que aconteceu ao
longo do ministério de Jesus é natural a
gente perceber que ele também vai ser
uma das figuras mais de batidas e o
nosso interesse aqui não entrar em todas
essas diferenças mas é muito importante
para o nosso estudo daquilo que
a ação tá isso em mente Paulo é muito
debatido ainda hoje na forma correta da
gente compreender E isso também se dá
pelo fato dessa grande concentração do
tema da Justiça está nessas duas cartas
em romanos em Gálatas talvez você já
tenha ouvido falar sobre assim O Grande
Desafio que é compreender Romanos do
começo ao fim O Grande Desafio que
harmonizar suas partes porque do ponto
de vista de um pensamento maduro da
profundidade de argumentos Romanos É de
longe a a carta mais reveladora e ao
mesmo tempo desafiadora que Paulo
escreveu é onde os argumentos são
levados a um nível de desenvolvimento
que as vezes ele coloca toca em outras
cartas mas por uma questão de espaço
pela condição em que ele escreve ou até
mesmo para o público que ele escreve ele
coloca isso de forma muito abreviado e
aqui
e a gente vê isso de uma forma muito
desenvolvida então por exemplo os termos
que a gente vem falando que estão
concentrados no entorno da da mesma raiz
justiça justificação a palavra
justificar aparece 14 vezes em romanos
aparece a palavra Justiça 52 vezes é
entre romanos e Gálatas e a palavra
justificar só aparece duas vezes em
outros pontos dos escritos de Paulo que
é a primeira Coríntios 6 11 et37 então a
gente vê a grande discussão desse tema
nessas duas caras e dessas muitas
propostas de explicação a gente tem o
debate a respeito da centralidade dessa
doutrina a aquilo que a gente pode
afirmar é que definitivamente para o que
Paulo está comunicando em especial
nessas duas
é a questão da justificação é um ponto é
um Ponto Central é um ponto de apoio
para a compreensão de todo o pensamento
daquele que ele está tratando nesses
escritos e a nossa posição de referência
é que a justificação é esse Benedito do
juiz quando ele disse que é inocente o
réu porque ele pertence é a categoria
das pessoas que foram encontradas
inocentes e isso tem um efeito em um
Juízo Final escatológico mas esse Juízo
Final escatológico já aconteceu na obra
de Jesus e tem consequências para o
tempo presente então nossa posição de
referência mais uma vez é que a
justificação é esse Benedito de inocente
que o juiz profere e que é esse
julgamento ele pertence ao Juízo Final o
momento escatológico mas se chata
e a sua ação e os seus efeitos no tempo
presente por conta de algo que aconteceu
no passado que é a obra da morte do
sacrifício ao qual Jesus se submete a
sua morte a ressurreição e ascensão
então a gente precisa perceber que a
justificação é uma dessas bençãos do
novo tempo que a gente vem falando nas
últimas aulas que alcança o tempo
presente naquilo que a gente falou que a
invasão do tempo futuro a era vindoura
que já se iniciou na era presente e a
gente vive nessa interseção dessas duas
horas desses dessas duas ordens desses
dois tempos uma das bençãos dessa era
vindoura é justamente que nós nos
encontramos hoje como justificados
apesar disso são veredito de um
julgamento que acontecerá nos últimos
dias no juízo final nesse é fechamento
escatológico da história como Hoje nós
estamos vivenciando um
Oi e a para a gente ter uma noção Clara
do significado da justificação a gente
precisa compreender o seu contexto e
dentro desse contexto a ideia de Justiça
no antigo testamento se faz assim um dos
pontos mais importantes porque por
exemplo aquilo que era a concepção dos
gregos de Justiça contrasta com aquilo
que é a concepção e Judaica de justiça a
partir dos escritos do Antigo Testamento
os gregos Platão por exemplo acreditava
que a justiça era uma qualidade inata do
ser humano então entre as virtudes ou
qualidades inatas estava lá Justiça não
era a única mas era uma delas e já para
o pensamento que se constrói a partir do
Antigo Testamento justiça é uma doutrina
religiosa
a justiça tem a ver com ensino e com a
concepção que essas pessoas tinham da
sua relação com Deus e nessa relação que
se estabelecia a justiça então
justificar para o pensamento do antigo
testamento é estar em conformidade a uma
Norma justificar uma pessoa um
procedimento é tornar essa pessoa ou
esse procedimento conforme em acordo em
harmonia com uma Norma que foi
estabelecida EA justificação então é
percebida fortemente no antigo
testamento como ligado a um
relacionamento e não há uma qualidade
Ética do indivíduo vou repetir isso
porque eu acho que essa talvez seja uma
das partes menus intuitivos para nossa
mente que foi mais influenciada pela
perspectiva a igreja de Justiça do que
por essa Concepção
a gente vê no antigo testamento Justiça
está ligada a um relacionamento mais do
que a uma simples determinação da
qualidade ética do indivíduo
Oi e a gente vê que o sentido de Paulo
para esse tratamento todo de justiça que
a gente tem Romanos em Gálatas se dá
dentro desse contexto é no nosso
relacionamento com Deus que a conversa
sobre justiça acontece é na nossa
Justiça Diante daquilo que deveria ser o
relacionamento com Deus e aquilo que de
fato é o relacionamento com Deus é que o
juízo será realizado é que o veredito o
Canadá então para a compreensão Paulina
justificação está ligada a
relacionamento e não simplesmente é uma
determinação da qualidade ética da
pessoa
é a a nossa compreensão de uma pessoa
justa precisa ser essa pessoa que está
em um relacionamento correto com Deus
Justiça no antigo testamento é vista
como a norma quanto às questões do mundo
a qual seres humanos e as coisas é estão
inseridos é é a norma que essas pessoas
elas tem que se conformar e pela porta
eh serão medidas Então as pessoas que
conhecem e compreendem a lei de Deus a
revelação que ele dá e ver essa lei essa
revelação como a norma que Deus
estabeleceu para todos os
relacionamentos e para a maneira como
todas as coisas devem funcionar é então
a aquilo que é ser justo é se conformar
à essa revelação é se conformar aquilo
que é dado por Deus como reto como
correto como direito justo é quem vive
de acordo com a norma de Deus essa
a compreensão que a gente pode ter de
justiça a partir do Antigo Testamento
assim é uma das maneiras mais
fundamentais da gente compreender por
exemplo os inscritos que fala do homem
justo elogio que se tem a justiça nos
vários livros a gente tem Salmos que
indica isso logo na abertura do livro de
Salmos existe o elogio do homem que é
justo o livro de provérbios em vários
momentos da o conselho para que a pessoa
ande no caminho reto Ande conforme a
justiça estabelecida por Deus e até o
nível mais profundo é perceber que
provérbios é um livro de Sabedoria é
perceber como o autor de provérbios está
nos mostrando como as coisas devem
funcionar a partir da perspectiva de
Deus e também como as coisas é funcionam
a partir das relações que estão
estabelecidas então sábio é aquele que
consegue se relacionar
o corretamente com aquilo que a vontade
de Deus e aquilo que é o caminho dos
homens percebendo a injustiça sabendo de
onde ele deve se desviar o caminho pelo
qual ele não deve andar Então essa
compreensão de Justiça está
profundamente também relacionada para
literatura de sabedoria
e como a gente disse a
É nesse argumento Inicial é que justiça
é um conceito de relacionamento a pessoa
justa ela atende às exigências da
relação em que se encontra isso eu
acredito que é é um ponto assim
interessante a gente detalhar explorar é
que a a justiça não é olhada em termos
frios em termos impessoais e termos de
estamos a justiça é olhada dentro da
perspectiva bíblica A partir dessa
relação entre duas pessoas entre eu e
você ou entre nós e Deus e nós somos
encontrados justos em relação ao outro
quando eu cumpro todas as exigências que
o nosso relacionamento estabelece eu sou
justo no meu relacionamento matrimonial
quando o sou fiel e atende a todas as
exigências que o relacionamento
matrimonial estabelece eu sou justo
diante de Deus quando eu cumpro com
todas as exigências
e o meu relacionamento com Deus é
demandam quando eu consigo ser fiel a
tudo aquilo que esse relacionamento
estabelece como necessário
Ah e não simplesmente indicar um caráter
ético pessoal é de uma forma
desvinculada a qualquer a qualquer
relacionamento Essa não é a concepção de
Justiça dentro do Pensamento bíblico não
é uma coisa e nata do indivíduo que não
diz respeito aos demais indivíduos o que
não se estabelece na relação não há
prioridade a compreensão bíblica é o
relacionamento EA consequência disso
tudo de pensar justiça como uma coisa
ligada aos nossos relacionamentos
inclusive com Deus é compreender que há
uma Norma estabelecida não por nós
mesmos e não pelos próprios
relacionamentos que estabelecemos mais
pelo próprio Deus a consequência disso é
de justiça é uma palavra EA justificação
consequentemente com grande valor
teológico porque a a palavra justiça em
indica o padrão estabelecido por Deus
para conduzir
E em último caso é é um próprio caráter
de Deus que está expresso nessa norma é
a própria vontade e aquilo que Deus
estabelece como correto que é expresso
nessa lei então a compreensão de justiça
é necessariamente vista como uma
compreensão de origem e consequência
teológica em último caso Deus ele é o
justo Juiz é Deus que julga todas as
pessoas como tendo vivido com fidelidade
nesse relacionamento que ele nos criou
para ter com ele e essa Justiça vem do
caráter do próprio Deus então Deus é
visto dessa forma geral é em todos os
aspectos ligados à justiça como a figura
Central é ele quem é o governante é ele
quem é o legislador é ele quem é o juiz
e foi ele quem criou essa Norma que
estabelece O que é justo e o que não é
justo é ele quem governa os homens as
nações é o soberano sobre tudo isso e
ele no fim das contas quem vai dizer que
viveu de acordo com essa Norma que
estabeleceu que foi coerente com o
governo estabelecido e também quem é
deve ser achado inocente e quem deve ser
condenado pela sua conduta adequada ou
inadequada nesse relacionamento que ele
nos criou para ter com ele então a gente
percebe que a concepção de Justiça não é
uma coisa desvinculada de relacionamento
e não é uma coisa desvinculada da
teologia não é uma coisa desvinculada da
nossa compreensão de quem Deus é e do
que está expresso naquilo que a gente
chama de justiça e eu sei que é muito
complicado a gente ter essa conversa
assim de Justiça A internet objetivos
Quando a nossa experiência de mundo
e aponta para uma grande diversidade de
opiniões do que é justo ou injusto fazer
o código de leis que regem o país não é
o mesmo código de leis que rege outro
país EA compreensão do que justo ou
injusto pode variar de um ponto para
outro mas a nossa Compreensão é que em
último caso aquilo que de fato é justo
ou não E essa minha percepção é do que a
Bíblia está dizendo para mim é que isso
flui isso é tem o seu fundamento final
no próprio Deus é um caráter de Deus que
estabelece O que objetivamente é justo e
o que não é justo e só ele e isso também
é uma tentação para gente não respeitar
em muitos momentos é e é uma das das
indicações Claras do novo testamento é
que nós não podemos ocupar o lugar de
Deus enquanto o juiz se é ele que
estabelece plenamente a justiça também é
apenas ele que tem a
e avaliar todas as questões em torno de
uma decisão de uma atitude de um
indivíduo que age ou não com justiça
somos obrigados a avaliar as questões
somos obrigados a determinar se alguém
fez algo justo ou injusto mas nesse
nível mais profundo que estamos falando
de Justiça do contexto teológico aquela
pessoa Foi justa em todas ou em quais
decisões da sua vida apenas Deus pode
fazer enquanto justo juízo de Deus a
governante legislador e Juiz sobre a sua
criação e isso você pode ver como é um
ponto assim fundamental da ação de Deus
no texto de Gênesis 1825 na justiça ela
precisa ser compreendida Nesse contexto
forense Nesse contexto e jurídico Nesse
contexto de foro de um julgamento o
juízo que será realizado então por isso
a imagem que vem na nossa cabeça Assim
Que Nós pensamos em apocalipse no
julgamento final mas também está
presente nos Evangelhos também está
presente nas cartas de Paulo é a o
contexto necessário para gente
compreender toda a tratativa de
justificação e em especial a gente
compreender a carta aos romanos a
linguagem o tipo de argumento EA forma
como o Paulo nos explica o que aconteceu
com a resolução que Deus dá para o
problema do Mal naquilo que a
crucificação a e naquilo que a
ressurreição de Jesus isso se dá dentro
de um contexto forense e a gente precisa
ter esses elementos em mente quando a
gente leia a carta aos romanos isso é um
ponto importante que também vale para
outras cartas é quando a gente lê a
carta aos Filipenses e sabe que a cidade
de filipos era povoada por muitos
os militares aposentados é importante a
gente manter-se em tresco na memória
essa compreensão de que provavelmente
Paulo vai explorar elementos dos da vida
militar as imagens e as figuras que
seria compreensível com mais clareza
para um militar e ele dialoga com esse
mundo aqui na carta aos romanos ele está
tratando desse tema num contexto forense
E essas questões jurídicas julgamento
juiz ser declarado inocente ser
declarado culpado também são assim uma
Imaginarium um conjunto de imagens
fundamentais para gente entrar naquilo
que é a o contexto e o clima da
argumentação em alguns pontos
fundamentais da gente compreender a
alimentação de pau e dentro desse
contexto forense
e a gente percebe que assim uma coisa
muito é fundamental e óbvia precisa ser
relembrada que é justo é aquele que o
juiz declara livre de culpa então se o
juiz declara que fulano de tal a
inocente se ele é livre de culpa ele
precisa ser reconhecido como uma pessoa
justa e a função do juiz é justamente
dessa declaração quando Isso corresponde
aos fatos a função do juiz e absorveu
inocente e condenar o pecado ocupado a
gente percebe isso assim em várias
passagens bíblicas como Deus um fato se
ira contra a injustiça e Deus ele
valoriza aquele homem que anda por
caminhos retos aquela pessoa que anda
com retidão então a função do juiz é
precisamente absorveu inocente e
condenar ocupado
o e dentro do Judaísmo do primeiro
século Assim na verdade era para o
judaísmo é anterior ao primeiro século
judaísmo antes de Jesus faz a gente está
pensando especificamente a no judaísmo
do primeiro século a justiça se
estabelece ou justo é reconhecido
naquela pessoa que anda em conformidade
a tornar a lei do senhor a compreensão
do Judaísmo de Justiça deriva daquilo
que é aturar
a e nesse sentido em é pensar que uma
pessoa será salva a partir da avaliação
que Deus vai fazer da Justiça daquele
indivíduo diante do que ele estabeleceu
na sua Lê as cinco primeiros livros da
Bíblia aquilo que a gente chama de
pentateuco e aquilo que eu acabei de
falar que aturar como é referida pelos
judeus pensar que todo julgamento e o
juizo de Deus será feito a partir do
homem ou da mulher que anda em
conformidade aquilo que está lá naqueles
livros é meio chocante você meus
argumentos de Paulo em Roma num primeiro
momento de coisas que Paulo está falando
com muita ênfase com muita clareza por
exemplo que Deus justifica o ímpio e
claro que o versículo não para por aí
mas em romanos 45 a gente encontra
explica explicitamente essa ideia que
Deus justifica o ímpio é um escândalo é
um choque
a Deus sendo o justo Juiz pode dizer que
o ímpio pode dizer que aquela pessoa que
não tem a mínima preocupação com a lei
do senhor quatro orar com aquilo que
está escrito no pentateuco pode ser
declarado inocente
e isso seria chamar Deus e o juiz
injusto e claro que esse não é o
argumento de pau se ele está dizendo que
Deus justifica o ímpio que Deus declara
justo o ímpio não é porque Deus colocou
de lado a sua dimensão de Deus justo
Deus deixou de ser um juízo justo não
não é isso a gente vai compreender um
pouco mais para frente a forma como
Paulo desenvolve isso mas é importante a
gente percebeu o choque que certamente
vão humanos causou em leitores judeus
contemporâneos a Paulo e também leitores
judeus que são contemporâneos a nós hoje
sendo formado por essa compreensão de um
juízo conforme a obediência à lei
conforme a essa harmonia entre as suas
decisões aquilo que estabelecido naturar
com deve ser complicado difícil
desafiador
há momentos que Paulo coloca aqui logo
no começo derramado e Paulo reafirma que
não só Deus faz isso ele justifica o
ímpio mas que isso é manifestação de
justiça divina que o que tá em romanos 3
26 a forma como Deus declara o ímpio
justo é manifestação da justiça de Deus
então parece que Paulo tá fazendo uma
inversão daquilo que Possivelmente a
compreensão de muitos dos seus leitores
contemporâneos e de muitos judeus
convertidos ou não ao cristianismo é que
conviviam com ele
e a uma compreensão importante também é
a gente vê a dimensão escatológica
e é escatológica daquilo que é a a
justificação é a gente tratou já diz que
a tô logia e de compreensão do que é o
sentido final da história as últimas
coisas que aconteceram neste momento em
que Jesus voltará pela segunda vez ele
realizará é o julgamento dos vivos e
mortos ele declarará alguns justos e
outros serão condenados e a gente
precisa compreender que essa conversa
toda de justificação ela só tem sentido
quando a gente compreende a história em
todos os seus aspectos quando a gente
compreende a história como tendo um fim
que é determinado por Deus um fim que é
alcança um propósito que Deus
estabeleceu e ele já manifestou o que
será feito nesse momento a gente não
fala sobre muitas coisas mas a gente tem
a afirmação de cumprir de que o controle
da história está nas mãos de Cristo e
toda autoridade lhe foi dada nos céus e
na terra e que ele virar para dar um fim
a história como nós conhecemos hoje e dá
início ao momento em que essa ordem que
foi inaugurada por ele em sua morte e
ressurreição será a única ordem a
existir a única ordem a está em plena
operação ou está plenamente estabelecida
naquilo que é o convívio daqueles que
serão é declarados inocentes por parte
de Cristo então a gente precisa entender
essa conversa toda de justificação nessa
história que tem começo meio e fim tem
um propósito a história chegará num
ponto que foi determinado por Deus e
essa compreensão escatológica da
justificação é o quê
Oi gente encontrar maior sentido em Pau
porque a aquilo que a gente tem de
perspectiva na época de Paulo como a
gente acabou de citar a respeito do
Judaísmo do primeiro século é aquilo que
também certamente será uma dificuldade
pra leitores judeus contemporâneos a nós
a gente compreender aquilo que era a
concepção de mundo dessas pessoas também
vai permitir a gente entender que Paulo
está reposicionando toda essa conversa
porque ele sabe o que vai acontecer lá
no fim então o julgamento no judaísmo
pelo menos em parte daquilo que eram os
judeus que conviviam com Paulo
provavelmente era visto basicamente como
essa esse peso de obras a aquilo que a é
a tendência para realizar boas obras ou
aquilo que a tendência para realizar
obras em rebelião a vontade de Deus em
se conformar nome de Deus
e lá contra o nome de Deus seria
colocado numa balança e aquilo que
pesasse mais é o que determinaria o
juízo Que Deus o que Cristo no caso do
Judaísmo do primeiro século não pensando
em termos de Cristo mas que Deus de
acquaria em relação àquele que estava
sendo julgado então era assim
Possivelmente para uma parte dos Judeus
do primeiro século que a coisa iria
acontecer nesse Juízo Final eles também
tinham a perspectiva escatológica né Há
a percepção de que a história chegar a
um pingo a história como nós conhecemos
hoje chegar a um fim não é uma coisa que
começa só no cristianismo mas tem o seu
significado completamente transformado
por aquilo que a revelação que há em
Jesus e a obra que ele desenvolve mas se
já os judeus tinham essa compreensão que
Deus julgaria as pessoas e é pelo menos
parte dos judeus declarar Aria como
eu sou combinados conforme as obras que
eles realizaram diante da égua que foi
estabelecida na lei e Deus é esse juiz
ele revelará a sentença só no julgamento
final ninguém sabe como nós por exemplo
hoje temos a crença EA confiança de que
nós somos justos ou justificados por
aquilo que a obra de Jesus não é
exatamente a mesma concepção que eles
tinham de justificação no primeiro
século por quê Porque Deus só revelaria
esse resultado no dia do juízo final é
só Deus é capaz de determinar Justiça
individual a crença de que nós já temos
não só no presente é essa Justiça mais a
ideia de que nós temos segurança de qual
será o resultado do juízo que Deus dá é
uma coisa muito particular dentro
daquilo que cristo inaugura dentro
daquilo que Paulo vai explícita no seu
argumento é é
e vai nos revelar por meio dos seus
escritos compreendendo aquilo que
aconteceu na cruz e recebendo a
revelação da parte de Deus para um judeu
do primeiro século é assim que as coisas
vão acontecer é assim que Deus vai
julgar as pessoas mas quando isso vai
acontecer só no dia final e qual será o
resultado para mim eu não posso saber
ainda então a absolvição ou a condenação
aconteceria nesses termos nesse tempo e
dessa forma e para Paulo sentido
escatológico é completamente diferente
em romanos é oito 33 A 31 e 34 a gente
percebe que ele está apontando para esse
momento final mas já como a segurança
estabelecida Quem fará alguma acusação
contra os escolhidos de Deus é Deus quem
os justifica quem os condenará foi
Cristo Jesus que morreu
o e ressuscitou está direito de Deus e
também intercede por nós veja como o
Paulo já olha para um momento do
julgamento final com muitos dos seus
contemporâneos talvez já admitissem mas
ele já percebe o resultado desse
julgamento um tempo em que ele estava
que diante de nós é o tempo passado mas
a seria correspondente a nossa convicção
hoje nós olhando para nossa vida hoje e
percebendo que quem nos justifica é o
próprio Deus então Qual é o tipo de
perigo Qual é o tipo de acusação que
pode ser feita contra nós porque foi
Deus que nos justificou foi Deus quem
nos declarou justo quem os combinaram
foi Cristo Jesus que morreu e mais que
ressuscitou e está à direita de Deus
Então veja como ele aponta aquilo que é
a obra de Deus enquanto garantia da
nossa condição de pessoas que foram
feitas justas diante
a Cristo e ele aponta também para
ressurreição mostrando como a gente já
comentou nas aulas de ato de Atos dos
Apóstolos como esse testemunho de que a
vitória foi conquistada Deus Cristo não
foi contido pela morte e ele está à
direita de Deus a referência de Paulo
que é claramente a posição de autoridade
que Jesus ocupa e ele será o juiz e ele
também intercede por nós e essa ideia
reforçada em Roma nos dois 13 em romano
5 19 e em Gálatas 5 5 A justificação
escatológica então a gente percebe que
ela já aconteceu há a distinção de Paulo
para os outros judeus de sua época pode
ser vista com muita clareza em romanos
59 como agora fomos justificados por seu
sangue muito mais ainda seremos salvos
da Ira de Deus por mim
e veja como para nós na tradução em
português a coisa já tá no passado como
agora fomos justificados por seu sangue
muito mais ainda seremos salvos da Ira
de Deus por meio dele ele tá apontando
para esse momento da Ira de Deus que não
será colocada sobre nós no futuro mas é
justificação aconteceu no passado
aconteceu nesse ato de Jesus na cruz e
no grego isso é interessante porque
também a concepção de passado mas tem o
tempo a hor isto que é um tempo verbal
específico que aponta para uma ação
alcançada um ato já completo é e esse é
o tempo empregado nessas passagens que a
gente citou em especial aqui em romance
59 essa ação de justificação já tá
completa no passado essa declaração de
Justo
e foi algo que Cristo alcançou no seu
sacrifício e que testemunhou por meio da
sua ressurreição de que a vitória foi
conquistada naquele sacrifício Então por
meio da fé em Jesus as pessoas já foram
justificadas absorvidas do do pecado e
Libertas da condenação aquelas estavam
submetidas ou que elas tinham a garantia
de que receberiam no dia do juízo final
porque elas já pegaram porque elas já
entraram numa condição que merece na
parte de Deus o julgamento de Pecado
será condenado é desse julgamento é
desse juízo desse veredito final e nós
fomos Livres por meio desse ato completo
e alcançado da parte de Jesus na sua
morte o seu sacrifício na sua
ressurreição e a gente vê então essa
inversão de pensamento O Julgamento
Final
e já tem pessoas que estão absorvidas no
tempo presente e eu acho que assim Às
vezes a gente é troca um pouco as bolas
em relação aquilo que é a simplicidade
da Bíblia a Bíblia tem uma mensagem que
é simples e acessível a todo ser humano
é acessível até porque é um trabalho do
Espírito não é simplesmente uma questão
que depende da linguagem que depende da
capacidade de compreensão depende da
formação do indivíduo o trabalho de
Cristo Jesus pode ser compreendido na
sua simplicidade para todas as pessoas
mas existem complexidades naquilo que
acontece existem inversões de pensamento
naquilo que hoje é a nossa forma de
pensar mais estabelecida que exigem
esforço da nossa parte essa coisa que a
gente tem repetido Ah sim diversas vezes
de que vivemos num tempo marcado por
duas horas
há duas ordens a era presente em que o
pecado ainda existe espaço de atuação de
alguma forma mas na era vindoura que foi
inaugurado pela pelo Ministério pela
vida de Jesus e que será plenamente
estabelecido a partir da segunda vinda
essa interseção é uma coisa com
consequências muito Poderosas muito
valiosas para aquilo que a nossa
compreensão de fé mais que em certos
Momentos Assim exige um esforço especial
da nossa parte da unlock a gente
compreender e talvez essa questão de
justificação seja uma delas o julgamento
será feito no final mas a declaração de
Innocenti Jeová dá para o presente
é isso como a gente vai ver um pouquinho
mais para frente tem consequências
inclusive naquilo que são os nossos
pecados quando você se converteu e
depois justificado os pecados que Você
cometeu até aquele ponto por um
perdoados e os pecados que você vai
cometer depois desse momento da
justificação e depois esse momento da
conversão é como é que ficam você
precisa se converter várias vezes ao
longo da vida Então veja começar a
compreensão assim temporal dos efeitos
daquilo que a obra de Jesus na cruz e da
justificação está ligada a um julgamento
que acontecerá nos últimos é no nos
últimos dias não porque nós já vivemos
nos últimos dias mas no julgamento final
nesse dia do julgamento final é isso
está ligado com a nossa condição do
tempo presente A nossa condição de 100
declarados justos hoje então é
o que você tentar situar o seu
pensamento assim nesses três momentos
históricos e que estão envolvidos nessa
nossa conversa sobre justificação mas
importante é a gente frisar Isso
justificação é uma realidade presente
justificação a realidade presente e aí a
gente também tem que conversar um pouco
a respeito daquilo que são os
fundamentos e os meios da justificação e
essa relação entre leite a gente já
comentou sobre o pentateuco sobre a
adorar EA justificação como é discutida
em Paulo é uma das relações mais
importantes a gente já viu um pouco a
respeito disso quando estamos Mateus
quando a gente estudou um pouco de
Marcos também Voltamos ao tratar do
assunto mas em Paulo isso tem uma
importância muito grande é a gente
percebe que a concepção de Paula partiu
a partir daquilo que a obra de Cristo
Não é esse balanço de Atos bons e maus
a balança até que ponto ele tem deu mais
a fazer o bem ou ele entendeu mais a
fazer o mal absolvição pela lei naquilo
que a argumentação de Paulo em romanos
só aconteceria diante do caso de
perfeição ele não só entendeu mais a
fazer o bem mas ele foi sempre é justo
ele foi sempre correto nas suas decisões
ele sempre fez o bem não ele fez na
maioria das vezes mas em alguns casos
fez aquilo que era mal para Paulo e
sujar qualifica a pessoa como condenada
como alguém que é culpada e deveria
receber a punição da parte de Deus na
compreensão de Paulo absolvição pela lei
exigia perfeição todos são mais
pecadores do que justo que a gente
quiser manter essa imagem de uma balança
entre as duas partes devem ser
consideradas todos são culpados de Deus
porque a culpa não
é simplesmente no grau do pecado ou na
sua quantidade mas no ato em si si é um
ato de rebelião de desatado de não
conformidade a lei do Senhor então essa
pessoa é culpada e é o que a gente
percebe coerência com que está em
romanos 3:23 tanto ninguém será
declarado justo diante dele baseando-se
na obediência à lei Pois é mediante a
lei que nos tornamos plenamente
conscientes do pecado diante da Lei
todos sabemos
o Que Nós pecamos Diante daquilo que
Deus estabelece como essa Norma do que é
justo ou do que é bem e mal do que a
correto errado nós todos sabemos que não
estamos em plena Harmonia com a Vontade
Divina e é por isso que a lei traz
condenação a lei traz condenação porque
ela revela a vontade de Deus e ela
definir o que que é pecado ela definir o
que que não é vontade de Deus e sabemos
todos que fazemos porque não é vontade
de Deus
e ainda que a gente esteja considerando
agora no caso das pessoas que são
convertidas e se conformam a vontade de
Deus nós é partimos do pressuposto que
em algum momento ou em vários momentos
em boa parte da nossa vida a nossa
experiência é marcada justamente por
essa rebelião então a lei revela vontade
de Deus e definir aquilo que o nosso
pecado mas às vezes quando você lê
corrido o texto de Romanos Pode parecer
meu contraditório essa compreensão de
lei que nos Condena lei que revelam o
nosso pecado e aquilo que Paulo vai
desenvolver Em Romanos 7 de 7 a 12 em
que ele disse que a lei é boa
e ali é perfeita a lei é santa Qual é a
coerência o qual é o intuito de Paulo em
colocar isso e também lançando luz sobre
aquilo que ele quis dizer antes dessas
questões a respeito da lei é que
enquanto vontade de Deus ela é boa a lei
não é uma punição que nos foi dada a lei
a justamente aquilo que nos diz qual é a
referência a ser seguida Qual é o padrão
Dentre os vários padrões possíveis qual
é a verdadeira lei dentre as várias leis
possíveis
o que revela aquilo que de fato é bom de
fato justo nesse sentido obviamente a
lei é boa ela cumpre a sua função mas a
grande dificuldade é justamente porque
nós sabem qual essa referência com essa
lei e não fazemos o que ela exige de nós
o que ela nos indica é que nós somos
condenados pela lei e a briga de Paulo
com judaizantes era Justamente a
respeito desse fundamento da
justificação a justificação não pode
estar baseada simplesmente na lei porque
senão todos seremos condenados Deus será
justo se nos condenar Por que somos
culpados somos condenados eles mas se
existe alguém que é declarado justo por
parte de Deus não é porque essa pessoa
comply comprei o plenamente a lei é por
alguma outra maneira de que essa vontade
e você vai realizado então o fundamento
da justificação não pode ser no nosso
caso simplesmente a obediência à lei Mas
a morte de Cristo a morte de Cristo essa
Suprema manifestação do amor de Deus
pelos pecadores quando a gente escorre
assim ainda que a gente não tenha feito
em todos os detalhes possíveis mas
Considero que aí já mais de 40 minutos a
gente conversamos sobre justificação
percebendo como isso é vai crescendo e
se desenvolvendo dentro do Pensamento
bíblico a partir do que Deus é vela no
pentateuco a partir daquilo que a gente
vê que é a sabedoria o elogio a
sabedoria nos livros do Antigo
Testamento a partir daquilo que a norma
estabelecida por Deus a gente percebe
que para nós temos declarados justos
o mesmo sendo ímpios e pecadores é
porque Deus conservando a sua justiça
manifestou seu amor de uma forma Supremo
naquilo que ele fez para possibilitar a
nossa justificação que a morte de Cristo
Essa é uma das dimensões que a gente
precisa contemplar que a gente precisa
parar para compreender com muita clareza
e com muita dedicação que é a dimensão
de justiça e amor tirar ao mesmo tempo
na morte sacrificial de Jesus porque é
por meio dela que nós somos justificados
por meio do seu sangue como está
explícito em romanos 59 é que nós somos
justificados o fundamento não são Nossas
obras mas obra de Cristo
é aquilo que fala fininho afirma em
Gálatas 2 20 e Um fundamento é bem isso
que a gente tem tratado aqui não anula a
graça de Deus pois se a justiça vem pela
lei Cristo morreu e no último médio a
nossa Justiça não vem pela lei Mas vem
pela morte de Cristo EA morte de Cristo
é a forma como Deus lida com o problema
do pecado tem último caso o grande
problema do mal que é discutido na
filosofia que é discutida na teologia
mas em termos teológicos é aquilo que a
morte de Jesus alcançar para nós é
alcançar para toda a criação divina é a
solução para o problema do pecado a
morte de Jesus essa solução completa
para esse grande problema veja o que
Paulo fala em romanos 3 26 Deus é justo
e declara justo os que creem em Cristo
mas no presente demonstrou a sua justiça
a fim de ser justo e justificador
é daquele que tem fé em Jesus
a Deus alcança a solução para aquilo que
é o problema dos nossos pecados e aquilo
que é o problema dos efeitos desse
pecado na sua boa criação sendo ele
justo Como ele sempre foi mais
alcançando ele mesmo a justiça que é
declarada nós naquilo que a morte de
Jesus então ele é o justo eo
justificador daquele que tem fé em Jesus
e veja como a solução é essa harmonia
entre Justiça amor e misericórdia é Deus
não Abrindo mão daquilo que o seu
próprio caráter aquilo que reto do seu
amor o manifesto concretamente e da sua
misericórdia em não nos aplicar aquilo
que nós merecemos o mesmo ato é a máxima
Revelação dessas três coisas no mesmo
ato em torno da morte de Jesus do seu
sacrifício é a máxima expressão de
Justiça amor e misericórdia Deus puniu
definitivamente e devidamente o pecado
no corpo de Jesus Esse é o mesmo tempo o
maior ato de injustiça porque não se
encontrava pecado algum em Cristo Jesus
é o maior ato de justiça porque essa
injustiça foi declarada a nós que éramos
pecadores por meio daqueles textos
entregou a fazer é importante perceber
que isso não é uma discordância dentro
da Trindade não é que Deus
a água simplesmente irado com o pecado
de fato ele estava e ele estava assim
sem se aguentar mais precisava punir o
pecado e ele precisava outro nem o
pecado e os pecadores ou encontrar
alguém que pudesse representar esses
pecadores e acontece que o próprio Jesus
é que à revelia do pai não queria isso
mas Jesus vai lá eles não eu vou no
lugar dos pecadores e você desconta
aquilo que eles conta neles em mim não é
essa espera que o Novo Testamento nos
conta o Novo Testamento nos fala que
isso é uma expressão de amor de Deus
enquanto pai filho espírito santo o pai
e o filho estão em plena Harmonia nesse
ato de sacrifício que o filho realiza em
que ele é obediente à vontade do pai e
obediente até sofrer morte de Cruz como
tá em Filipenses 2 e o meio para que
essa Justiça seja declarada nós
é justamente a fé é isso que está é
fundamentado a nossa doutrina da
justificação pela fé a completa
aceitação e confiança na obra de Cristo
e o abandono da Justiça própria como
meio de salvação é o que nos dá
condições de ser alcançados por Jesus de
nos render aquilo que é é a verdade EA
Justiça revelada por Deus e de
reconhecer que a obra de Deus nos
alcançou a forma como não nós alcançamos
a justiça enquanto mérito enquanto obra
nós mas como a justiça de Cristo é
declarado a nós é por meio dessa fé que
nós temos enquanto um reconhecimento de
que Toda obra é realizada por Deus de
que todo o mérito está justamente nessa
obra de Cristo que em amor ao pai
cumpriu e
e recebeu sobre se aquilo que nós
deveríamos receber é o reconhecimento de
que essa obra é feita por parte de Deus
que constitui o meio para nossa
justificação e por fim a gente gostaria
de ressaltar essa questão que eu entrei
no meio do estudo O que é a justificação
e os pecados subsequentes como é que
essa obra e foi feita em Jesus no ponto
específico da história e que em geral a
gente pensa assim ela me alcançou me
converti aos 18 anos de idade eu me
converti naquele momento da minha
trajetória da minha história e ali os
meus pecados foram perdoados Às vezes a
gente não consegue dar sentido muito de
como tratar os pecados que são cometidos
depois desse momento da conversão porque
eu espero que você já tenha notado e é
colocado diante de Deus na realidade que
mesmo depois de convertido você pega
o mesmo depois de ter encontrado esse
amor de viver segundo a fé você ainda se
rebelou contra a vontade de Deus e a
chave para a gente compreender como é
que Deus trata essa questão do Pecado em
toda a nossa trajetória de vida é
justamente aqui o juízo é feito no dia
Final O Julgamento a declaração de
Innocenti antecipado e foi antecipado
naquilo que a obra de Cristo não foi
antecipado simplesmente no momento que
você se converteu a justificação se dá
na cruz o momento da conversão é o
momento em que essa justificação e se
essa pessoa de Cristo para falar em
termos mais pessoais em que Cristo nos
alcança mas o juizo de inocente é válido
porque o julgamento será feito depois
que você já é viveu todos os dias que
tinha para viver nessa forma de vida o
julgamento
a fome todo o período de vida em que
você pecou antes e depois da sua
conversão e que a sua declaração de
Justo foi antecipada mas o juízo ainda
será realizada Então os seus pecados
ainda a ser cometidos o que foram
cometidos após a conversão eles não
serão colocados como culpa sobre a sua
vida não será um motivo de Condenação
para você porque a obra de Cristo é
válida para todos os momentos da nossa
história no momento em que nós somos
alcançados por ele no momento em que nós
estamos em Cristo
e essa localização temporal no fim é que
dá sentido à toda nossa compreensão e
essa responsabilização essa pergunta
sobre quem pesa o pecado é aquilo que
nós vamos ter citamos um pouco quando
falamos sobre esse e-mail para
justificação que a fé Deus condenou o
pecado porque o pecado precisava ser
condenado é Deus Combinou o pecado
Porque como a gente citou no texto de
Gênesis como a gente pode ver também no
texto de Romanos 8 a gente percebe que a
aquilo que a justiça de Deus só se
estabelece o mal outro unido enquanto
mal como é que Deus podia fazer Vista
grossa para aquilo que é mal como é que
Deus poderia fingir que aquilo que é a
rebelião nunca existiu como é que Deus
poderia viver como se uma parte da
realidade que ele mesmo criou não
existisse ele existe o mal existe
receber
Só existe aquilo que a ofensa contra
Deus e isso precisa ser punido em todos
os momentos da Bíblia sempre retrata o
mesmo Deus amoroso como sendo Deus justo
isso não a condição de ele é um mas é o
outro Deus é amor mas também é justiça
não Deus é amor e por isso a justiça e
essa dimensão é de bondade de Deus é que
manifesta necessidade de que ele
responsabilizar-se o mal mas ele faz
isso ele condena e pune o mal naquilo
que o corpo de Cristo por isso que a
gente tem essa morte substitutiva da
parte de Jesus como um ponto fundamental
da nossa fé em Cristo morre e todo o
problema do mal todos os pecados
individuais toda a consequência Cosme a
daquilo que é o pecado na criação também
geme e sofre pelo nosso pecado tem a sua
punição e nesse momento em que Chris
o Benfica eo mal faz aquilo que ele pode
fazer de pior é nisso que consiste a
injustiça do mal mas eu também isso que
consiste a justiça de Deus que por mim
do teclado no corpo de Cristo Ele
estabelece o firme fundamento para
aquilo que a nossa salvação então era
isso que eu gostaria de conversar um
pouco com vocês hoje e compreender esse
conceito que às vezes nos parece até
assim complexo na argumentação de
Romanos Porque de fato Romanos não é das
cartas mais fáceis de entender mas que
se mostra como um ponto fundamental para
a gente está sentindo aquilo que a nossa
condição hoje e até a segurança de que o
Deus justo para sempre a coisa justa em
especial pensando nesse momento do juízo
final entre tudo será trazido ao seu
devido lugar nada permanecerá escondido
e nenhum ato de injustiça será esquecido
da parte de Deus então espero que vocês
tenham
o mágico clareza sobre isso e agora a
gente vai passar aí para o momento de
perguntas
E aí
e colocar aqui ó
E aí
é muito bom aqui Lan excelente aí uma
boa reflexão né a respeito daquilo que
envolve a nossa realidade da
justificação justificados pela fé temos
paz com Deus por meio de nosso senhor
Jesus Cristo não eu acho que eu dei uma
olhada tem bastante Pergunta aí você
pode até olhar e selecionar ou talvez a
vale a pena a gente dar uma olhadinha
assim de que quando a gente fala em
salvação fala em conversão e perdão de
Pecados e justificação de melhor assim
dar uma clareada disso é só uma ação de
modo geral tem a ver com o projeto todo
de Deus né aquilo que envolve um vamos
assim dizer
o atirarmos não é nada condição de
Perdidos até nos deixar na referência a
última daquilo que envolve a nossa
salvação completa hora de mencionou né
eu fui sal estou sendo só o esperei sal
né foi salvo da culpa do pecado né
porque ele foi Perdoado eu fui salvo
nessa condenação Mas eu ainda estou no
processo de santificação EA glorificação
que eu chegar no futuro então aqui Lan
deixou claro aí né a justificação ele
mencionou no Maurício né aquilo que
acontece quando você crer né e Romanos
Deixa claro isso né gente ficava nisso é
um tempo de verbo ponte BH aconteceu de
uma vez e você é declarado junto mas
vamos lá chula derrubemos pera aí
algumas perguntas vão inteira
e para algumas questões aí é espanhol
Misael coloca a seguinte pergunta é
correto como muitos defendem a
declaração uma vez salvo salvo para
sempre salvo para sempre
a ser salvo de verdade cima é porque
quando a Bíblia fala de salvação ela
apresenta como dizer a luneta né o rock
apresentado às vezes da Perspectiva da
declaração que vem da parte de Deus e às
vezes do Olhar humano então por exemplo
você vê um homem como demais né que foi
companheiro de Paulo e depois ele chamou
né o mundo atual e abandonou tudo né
então olhando para o comportamento de de
Mas você vê a a perspectiva da atitude
dele dentro da Comunidade da Fé Mas a
Bíblia dá uma ideia Clara que uma pessoa
salva de verdade ela permanece salva o
problema é que nós não sabemos quem é de
fato essa semente que em vez de cair à
Beira do Caminho
o w do céu levar inglesa do Sol sacar
Qual é a semente real que edifica e
portanto a gente não pode dizer duas
coisas e a verdadeira salvação pode ser
perdida por qualquer coisa porque se for
esse o caso ela vai se perder e ninguém
vai conseguir segurar salvação por seu
próprio Mary e a gente não pode dizer
que uma pessoa que dá as costas para o
evangelho que vive uma vida em Oposição
a fé que ela vai ser salvo de qualquer
jeito porque ela disse que uma vez ela
acreditou né então se ela de fato é
Tenha fé necessariamente isso vai se
manifestar de alguma maneira na sua
própria vida do contrário nisso na ao
verdade né é aquela pessoa que tem que
ser tem dois indivíduos bem claro né
Pedro e Judas Pedro falhou Pedro nego
Pedro se arrependeu Judas
o Judas Eco Judas é perdido e Pedro é
sal
é a questão da moralidade do que
acontece aí nessa transferência o açúcar
perguntou do Wellington a transferência
da pena de uma pessoa culpada para uma
inocente é algo legal e moralmente
defensável
bom então aí a gente precisa tentar
entender do que a gente tá falando
quando a gente pensa em algo legal ou
moralmente de pensar né Tem duas
maneiras de você enxergar algo moral né
é esse ou algo que não é moral é algo
que está abaixo da moral ou portanto
imoral e pecaminoso perverso ou algo que
transcende amor e vai a lenda né e o que
a gente vendo novo testamento é o na
Bíblia com motor na revelação bíblica é
que o Deus justo é necessariamente tem
que diante da do erro do cabo da maldade
ele não pode comprometer a sua justiça
então necessariamente A Ira de exemplo é
a manifestação do Deus santo diante do
pecado da maldade da transgressão agora
o que o A Bíblia nos apresenta a ideia
e em seu amor o Akira colocou muito bem
né E esse amor não se opõe à justiça que
uma ideia que muita gente não percebe
que eles estão interligados né nem nem a
santidade de Deus se opõe ao seu amor
não se trata de uma contradição no
máximo você pode dizer que é um
contraponto a você então você vai ver
que Deus resolve pagar essa essa culpa
ele resolve assumir em nosso lugar a
ideia não é Deus prova o seu amor para
conosco em que Cristo Jesus morreu por
nós sendo nós ainda pecadores né É de
uma história da Grécia Antiga né de um
dígito lá que eram dois amigos e o
sujeito estava condenado E aí ele
precisava lá se despedir da sua família
e o outro ficou no lugar dele né E aí
quando já estava chegando o momento você
acreditou no seu
E aí não vai voltar nunca e quando ele
tá na Ponto de sei ali enforcado né o
amigo aparece que ele tão Calma calma
sou eu não não não Execute volta em
tempo e aí todo mundo fica impressionado
visualize pessoal esses homens desse
tipo não merece morrer até na literatura
pagar você deixa o elogio né da pessoa
se colocar no lugar do outro em função
de um relacionamento de amizade intenso
então a transferência da pena de uma
pessoa o para tomar intensidade e elas
livre decisão do inocente não é que a
gente pegou e jogou a culpa no inocente
inocente que assumiu isso então é algo
que transcende a ética transcende a
moralidade ultrapassa os limites mais
vamos dizer fundamentais de um
julgamento a vamos ver básico
e a gente pode apresentar
já saiu a gente tem a pergunta que da
Marília Lira e faz referência ao texto
de Tiago 5 tem pessoas que pode pedem
oração por cura de familiares e citam o
texto bíblico que fala Oração do Justo
salvaram em ferro Como podemos
compreender a oração bíblica no da
Bíblia referente a esta questão
e o esse texto tá no final do livro de
Tiago né quando a gente lê Tiago 5
especialmente do verso 14 em diante é o
texto vai dizer o seguinte que se tá
alguém não é feliz no meio de vocês
devem cantar louvores é tem alguém
doente a chame os presbíteros da igreja
para fazer uma oração por ele ungindo-o
doente com óleo com azeite né Em qual
que é o sentido de né é que em todas as
circunstâncias da vida é a gente deve
submeter na nossa vida diante de Deus
quer seja o momento de Triunfo e
felicidade que seja no momento de
enfermidade no momento de enfermidade
Então veja a diferença mas a igreja
fazia um culto de de Coura não é que o
pessoal normal a pessoa que tá enfer
e ela pedia oração aí os líderes e iam
orar e naquele contexto cultural o
azeite está presente em tudo quanto é
coisa azeite comida azeite combustível
azeite perfuma azeite está presente como
a substância mais encontra diz essa esse
com pesto e ele tem esse símbolo de
contato né então eles derramavam hoje o
com azeite comum né uma manifestação
concreta dessa solicitação a Deus E é
interessante que o texto diz que se a
pessoa tivesse cometido pecados
ser-lhe-ão perdoados talvez associando
algum tipo de enfermidade com algum tipo
de Pecado isso significa o quê que
diante da enfermidade a gente deve
apresentar a nossa necessidade diante de
Deus em alguns casos mediante a oração
da Fé as pessoas são são
é nada sem se restabelecem a gente não
deve ter nenhum receio ou medo de orar
pedindo cura de ninguém Isso é mais do
que bíblico só quer não é só o texto de
Tiago falando de cura alguns outros
textos Vamos ver que em certas
circunstâncias Deus não cura Paulo não
teve o espinho na carne retirado próximo
tava doente Mileto Timóteo tinha
problema de estômago e a coisa não se
resolveu dessa maneira então é pode ser
que eu penso esteja ligado a uma
situação de a pessoa tem que tratar
alguma coisa na sua relação com Deus que
se desdobra em cura e nós certamente
podemos e devemos orar por pura sem que
nós tem água A condição de dizer adeus
se ele está Obrigado apurar como muita
gente imagina em certos amigos e
é legal a Carol Faz a pergunta aí sobre
o momento da justificação o ato de
sermos justificados acontece quando
somos salvos ao crermos em Jesus somos
salvos e justificados no mesmo instante
ou é o que vai tendo efeito a medida em
que obedeço à Deus pergunta excelente
fundamental né é aquilo que o Aquila
mencionou né aliás até importante aqui
porque eu preciso fazer uma observação
muito séria aqui eu vi muita gente vê as
perguntas e um dos problemas das
perguntas é a tradução da Bíblia que
você usa se você usa uma tradução
bíblica antigas vai ficar um muito
confuso e atrapalhado alguém por dentro
e lá como é que Paulo quer dizer quando
ele fala de um abortiva né o sentido do
termo lá não é meu filho né alguém
nascido fora do tempo aí muda tudo o
sentido né e teve uma pessoa que também
citou Romanos né as 50 justificado
se apanham o espaço com Deus né na
verdade o o texto amiga vai dizer
justificados pela fé é realmente né
Irene é tua teu né ter que ter um espaço
Meteu é com Deus Ah e é romeno grego
pode ser indicativo pode ser subjuntivo
e por isso tem alguns manuscritos Já que
no grego a diferença é a vogal breve
pela conta longa e que em algumas
traduções inadequadamente focaram
tenhamos né e tenhamos é pouco utilizado
mas aparece algumas bíblias eu não
recomendo de jeito nenhum usar uma
corrigida e atualizada a melhor do que
com certeza usamos e recomendamos na
hiberio a n v i a então quer dizer
justificado aí
a rua ouriço deve fazer ponte de ar
significa justificado de uma vez por
todas Então você é bem clara nado justo
por Deus quando o crê e quando o creme
você tem os seus pecados perdoar por
isso é que você pode ter certeza da
salvação não por causa de voto religioso
por causa de um ritual da por causa de
um pertencimento específico a um
determinado grupo não por causa da sua
justiça no por causa de boas obras ou
caridade você salvo pela graça e pela fé
então seus pecados são perdoados você
tem direito à vida eterna todo aquele
que nele crê tem o recebe né o perdão
dos pecados aquele que creem por isso
tem a vida eterna não é que talvez tem
ou terá ele tem agora e ele justificado
imediatamente o que existe de processo
aí sim e o verbo grego vai ser claro é
santificação
é uma ideia de que você é santificado de
uma vez né alguns grupos até sugerem
isso só não tem base em gramatical Novo
Testamento
e a pergunta interessante do Felipe que
tem a ver com essa dimensão escatológica
que a gente também tava conversando se
foi justificado isso é lado e assim
também tenho a garantia que serei salvo
por que então precisarei comparecer a um
tribunal Deus me julgará já sabendo ou
ele que já fui que fui já salvo um
e eram a parte da última partida Deus
enxugará já fazendo eu e ele que já foi
o salvador
bom então a o que que acontece é nós
somos justificados diante de Deus e
muita coisa que nós temos em relação à
escatologia final ainda é muito
misterioso para nós porque tem grande
parte disso aparece o Apocalipse o
Apocalipse o que é uma linguagem
figurada e como a linguagem simbólica
segurada Você tem o texto de Apocalipse
20 né que fala do grande trono branco O
Grande Trono Branco quando aparece Deus
ali como o grande juiz né A gente vai
ver é uma ideia de todos os mortos
conforme o tecido no verso 12 vão estar
de pé diante do trono e os livros serão
abertos e os mortos foram julgados não
disse que só algum sol salvo só os
perdidos e tudo conforme o que está
registrado nos livros e aí então é todos
os mortos chão
e apresentados e quem não foi encontrado
no livro da vida foi lançado no Lago de
fogo diz o texto Então isso é uma
descrição do julgamento existe um Trono
literal como é que é a gente não sabe os
detalhes disso De qualquer maneira que a
gente tem realmente um juízo final de
todos os mortos a com a carne comparecem
literalmente Qual é a questão na hora
digamos assim o julgamento o processo já
foi deferido mas na hora de bater o
martelo final diante de todos quando
Deus vai colocar isso o que que acontece
a minha culpa tá lá Eu devo ser
condenado mas o meu Pecado minha culpa
caiu sobre Cristo ele recebeu a a
condenação em meu lugar e me transferiu
a sua justificação já por quê
é justo no sentido pleno dikaios sadiq e
que transferiu a mim então nesse caso
Nós não sabemos o quanto essa linguagem
figurada e eu que a gente pode dizer que
essa realidade já está confirmada e como
por exemplo eu já tenho a vida eterna
mas eu tenho miopia aí eu tenho dor nas
costas eu chuto o pé da cama e dói o
dedo né Eu ainda vou passar pela morte
EA ressurreição Então essa vida é pena
não chegou na Plenitude então o
julgamento terá o seu desfecho final mas
aquela nós estamos no início do nosso
tempo aí aí eu tô vendo e tem muita
pergunta aqui a gente mora né veio
segurar um guardar um pouco dessas
perguntas aí abre Na próxima a gente
retorna aí porque tem muita coisa
interessante me livrará do corpo da
Morte né uma olhadinha tradução da rvr
que ajuda a entender
E aí
é legal então sei lá o que a gente
também pode ir falar para o pessoal que
fez pergunta mas a gente não pediu não
pode tratar hoje é que no sábado que vem
a gente ainda tem uma aula sobre
teologia Paulina e com certeza esse
assunto vai ser pertinente para o
assunto na próxima aula também a gente
pode cobrir um pouco dessas perguntas
que ficaram nosso próximo encontro
perfeito é nós estamos aí Cozido
queremos convidar vocês temos uma live
daqui a pouco às 9:00 né não é Nossa
missionária jorgelino aqui apoia a gente
que é vítima de tráfico uma situação aí
muito séria né aí como é que a gente
lida com essa segurança eu fiquei bem
muito voltada para a importância da
missão da igreja né e vocês são
convidados a gente vai ver terminar aqui
segura aí né as perguntas a gente volta
no próximo sábado vamos tratar demais
questões aí
é muito obrigado pela atenção de todos
Áquila muito bom obrigado pela excelente
aula aí e vamos ficando em sintonia aí e
não se esqueça de se inscrever em curtir
aquilo que a gente faz aí grande abraço
Deus abençoe e boa noite para todos aí
Boa noite a todos muito obrigado pelo
tempo pertence um momento de compreensão
e esclarecimento também até sábado que
vem é
E aí