História da Salvação no Novo Testamento – 6 | Luiz Sayão & Ákilla Nascimento | IBNU
08/05/2021História da Salvação no Novo Testamento – 6 | Luiz Sayão & Ákilla Nascimento | IBNU
Fonte: IB Nações Unidas
Legendas automáticas:
E aí [Música] G1 E aí o Olá muito boa noite seja bem-vindo nós estamos aqui entrando em sinto dia com todos vocês diretamente da IBM ou Igreja Batista Nações Unidas aqui de São Paulo para São Paulo para o Brasil para o mundo grande satisfação em ter você com a gente e sabemos aí que tem um gente de toda parte nosso abraço aí no no sentido multi horário né porque a gente tá em todo o contecc conexão E como você tem acompanhado a história da salvação no Novo Testamento a necessidade de uma compreensão bíblica teológica devidamente fundamentada da Bíblia para que a gente possa caminhar de maneira Sadia na perna aí você que está nos acompanhando parabéns para os Olha nós já demos uma boa de nada estamos aqui já dois terços do nosso curso né já seis aulas e vamos ter mais três caminhando aí para o final desse Panorama até o lógico do novo testamento para você não esquecer se você tá entrando e não fez isso ainda se inscreva no canal Você sempre será aí avisado de todas as nossas atividades ali pode curtir e ativar o Sininho fica em sintonia multiplique tudo o que é feito fica no próprio canal do YouTube do interior e pode ser divulgado e assistindo outra vez se a pessoa quiser e até mesmo para Recordar aí muito da nossa aula estamos caminhando junto conosco aqui com muita alegria termos o nosso professor aqui lá Nascimento aí também grande conhecedor das escrituras do ensino do novo testamento e ele vai dar o seu Boa noite ele vai começar bom então a aula e depois nós vamos estar junto aí para conversar mais de perto sobre o ensino do novo testamento argila boa noite boa tarde ou bom dia boa noite boa noite para quem tá escutando a gente boa tarde bom dia para quem tá em outras partes do globo é um prazer ter esse momento mais uma aula do nosso curso de história da salvação Novo Testamento e a gente tava com comentando um pouco antes de comentar de começar a aula como tem sido assim uma alegria ver o progresso a continuidade de um público que está acompanhando de perto as nossas aulas e por isso a gente fica motivado de caminhar o restante do curso aí com esse pessoal que tem muito interesse e tem levantado questões muito interessantes então Desde já muito obrigado Espero que você tenha um momento proveitoso também hoje vou compartilhar aqui a nossa apresentação ah e hoje é a gente vai conversar um pouco sobre justificação é nós vimos tratando aí no começo do curso a respeito dos Evangelhos como a história da salvação ela se desenvolve nos quatro Evangelhos depois a gente foi para Atos dos Apóstolos e tratamos em detalhes a questão da Ressurreição e ascensão principalmente do livro de Atos E no sábado passado a gente iniciou o nosso estudo da teologia Paulina e claro que você deve imaginar que tem um monte de coisa para a gente estudar em Paulo muitas questões Profundas no desenvolvimento de pensamento diferente próprio do apóstolo que não era exatamente o mesmo tipo de argumentação ou de estrutura que a gente encontrava nos Evangelhos mas a gente viu já desde a primeira aula grande coerência que existe entre a a pregação e os escritos de Paulo e aquilo que também é a mensagem dos Evangelhos aquele que a gente encontra em Atos dos Apóstolos e aquilo que a gente vai ver também nas últimas duas aulas quando a gente concluir essa etapa sobre pau Então a primeira aula sobre teologia Paulina foi a respeito da expiação EA gente viu também a questão da natureza da pessoa de Jesus dentro da teologia Paulina e como essa questão da expiação para sim diretamente ligado a obra de Jesus o tópico de hoje que é justificação não é exatamente sobre a pessoa de Jesus mas é sobre a obra de Cristo então ainda que a gente tenha focado nas aulas aqui que viemos desenvolvendo a cristologia a doutrina sobre a pessoa de Jesus Esse é um tópico que tem muita relação muita proximidade com o ensino arr a obra de Cristo e por isso achamos que fosse assim natural e necessário a gente entrar também nesse ponto então nós vemos de expiação vamos falar de justificação E no fim na nossa terceira aula sobre a teologia Paulina a gente vai falar também sobre a Nova Vida em Cristo Então hoje entrando diretamente no assunto de justificação é a gente precisa observar como tem uma grande variedade é de termos para descrever o trabalho de Jesus a gente encontra a no Novo Testamento essas várias dimensões da mesma obra que foi realizada por Cristo e uma das dimensões que é muito importante é a questão da justificação se você procurar assim todas as cartas de Paulo você vai perceber que esse tema está concentrada em romanos e Gálatas então é da mesma família ou uma discussão que está girando em torno dessa questão da justificação do Justo da Justiça aparece repetidamente Em Romanos em Gálatas e essa palavra decai ó é tem um significado muito especial que talvez não seja tão intuitivo para gente dica aí ó é declarar justo e não simplesmente fazer justo no na sequência do nosso estudo vocês vão perceber como essas duas coisas elas são muito importantes para a gente compreender argumentação de pau Paulo tá falando sobre a declaração que se faz a respeito dos pecadores que são perdoados e não necessariamente o fazer justo no momento em que alguém a declarado justo e a ideia básica que a gente vai desenvolver nesse estudo ela está em contraposição com muito os desenvolvimentos possíveis na teologia Paulina como muitos tópicos também se o dia tenha ficado Claro na nossa conversa aí das aulas anteriores ou de outros cursos que vocês vem acompanhando daí Benil vários pontos da teologia têm interpretações diferentes têm desenvolvimento dos distintos Mas a nossa ideia básica de justificação para o nosso estudo de hoje é que Deus enquanto o justo Juiz ele declara justo aqueles que creem em Jesus apesar dos seus pecados pois em Jesus esses pecadores tem um relacionamento feito correto com Deus então justificação é esse ato de Deus enquanto o justo Juiz de nos decorar justos perante ou a partir daquilo que é o sacrifício de Jesus e tornar correto o nosso relacionamento com Deus e eu vou pedir licença só para tirar brevemente apresentação eu coloquei verdade não não vai sair para vocês da tela mas vai sair para mim eu coloquei na disposição que tu não tá me ajudando muito aqui a ver os tópicos só se vão do que a gente já está retornando [Música] E aí Oi e aí para ver se tá mudando os slides e são simboliza para ajeitando aqui E aí G1 E aí e agora sim agora eu acho que horário que vai ficar um pouco melhor bom então a gente tava comentando com mais saber se a nossa ideia básica nossa ideia de referência a respeito do que é justificação Deus enquanto justo do juiz declarado justo justo usa aqueles que creem em Jesus e a importância da justificação ela é fundamental daquilo que é o pensamento de Paulo e também é fundamental nos debates teológicos é você não Paulo assim um dos principais pensadores do cristianismo primitivo um dos principais articuladores daquilo que é o conteúdo teológico Cristão se impor o principal enquanto é aquele que instrui ensina a respeito das consequências daquilo que aconteceu ao longo do ministério de Jesus é natural a gente perceber que ele também vai ser uma das figuras mais de batidas e o nosso interesse aqui não entrar em todas essas diferenças mas é muito importante para o nosso estudo daquilo que a ação tá isso em mente Paulo é muito debatido ainda hoje na forma correta da gente compreender E isso também se dá pelo fato dessa grande concentração do tema da Justiça está nessas duas cartas em romanos em Gálatas talvez você já tenha ouvido falar sobre assim O Grande Desafio que é compreender Romanos do começo ao fim O Grande Desafio que harmonizar suas partes porque do ponto de vista de um pensamento maduro da profundidade de argumentos Romanos É de longe a a carta mais reveladora e ao mesmo tempo desafiadora que Paulo escreveu é onde os argumentos são levados a um nível de desenvolvimento que as vezes ele coloca toca em outras cartas mas por uma questão de espaço pela condição em que ele escreve ou até mesmo para o público que ele escreve ele coloca isso de forma muito abreviado e aqui e a gente vê isso de uma forma muito desenvolvida então por exemplo os termos que a gente vem falando que estão concentrados no entorno da da mesma raiz justiça justificação a palavra justificar aparece 14 vezes em romanos aparece a palavra Justiça 52 vezes é entre romanos e Gálatas e a palavra justificar só aparece duas vezes em outros pontos dos escritos de Paulo que é a primeira Coríntios 6 11 et37 então a gente vê a grande discussão desse tema nessas duas caras e dessas muitas propostas de explicação a gente tem o debate a respeito da centralidade dessa doutrina a aquilo que a gente pode afirmar é que definitivamente para o que Paulo está comunicando em especial nessas duas é a questão da justificação é um ponto é um Ponto Central é um ponto de apoio para a compreensão de todo o pensamento daquele que ele está tratando nesses escritos e a nossa posição de referência é que a justificação é esse Benedito do juiz quando ele disse que é inocente o réu porque ele pertence é a categoria das pessoas que foram encontradas inocentes e isso tem um efeito em um Juízo Final escatológico mas esse Juízo Final escatológico já aconteceu na obra de Jesus e tem consequências para o tempo presente então nossa posição de referência mais uma vez é que a justificação é esse Benedito de inocente que o juiz profere e que é esse julgamento ele pertence ao Juízo Final o momento escatológico mas se chata e a sua ação e os seus efeitos no tempo presente por conta de algo que aconteceu no passado que é a obra da morte do sacrifício ao qual Jesus se submete a sua morte a ressurreição e ascensão então a gente precisa perceber que a justificação é uma dessas bençãos do novo tempo que a gente vem falando nas últimas aulas que alcança o tempo presente naquilo que a gente falou que a invasão do tempo futuro a era vindoura que já se iniciou na era presente e a gente vive nessa interseção dessas duas horas desses dessas duas ordens desses dois tempos uma das bençãos dessa era vindoura é justamente que nós nos encontramos hoje como justificados apesar disso são veredito de um julgamento que acontecerá nos últimos dias no juízo final nesse é fechamento escatológico da história como Hoje nós estamos vivenciando um Oi e a para a gente ter uma noção Clara do significado da justificação a gente precisa compreender o seu contexto e dentro desse contexto a ideia de Justiça no antigo testamento se faz assim um dos pontos mais importantes porque por exemplo aquilo que era a concepção dos gregos de Justiça contrasta com aquilo que é a concepção e Judaica de justiça a partir dos escritos do Antigo Testamento os gregos Platão por exemplo acreditava que a justiça era uma qualidade inata do ser humano então entre as virtudes ou qualidades inatas estava lá Justiça não era a única mas era uma delas e já para o pensamento que se constrói a partir do Antigo Testamento justiça é uma doutrina religiosa a justiça tem a ver com ensino e com a concepção que essas pessoas tinham da sua relação com Deus e nessa relação que se estabelecia a justiça então justificar para o pensamento do antigo testamento é estar em conformidade a uma Norma justificar uma pessoa um procedimento é tornar essa pessoa ou esse procedimento conforme em acordo em harmonia com uma Norma que foi estabelecida EA justificação então é percebida fortemente no antigo testamento como ligado a um relacionamento e não há uma qualidade Ética do indivíduo vou repetir isso porque eu acho que essa talvez seja uma das partes menus intuitivos para nossa mente que foi mais influenciada pela perspectiva a igreja de Justiça do que por essa Concepção a gente vê no antigo testamento Justiça está ligada a um relacionamento mais do que a uma simples determinação da qualidade ética do indivíduo Oi e a gente vê que o sentido de Paulo para esse tratamento todo de justiça que a gente tem Romanos em Gálatas se dá dentro desse contexto é no nosso relacionamento com Deus que a conversa sobre justiça acontece é na nossa Justiça Diante daquilo que deveria ser o relacionamento com Deus e aquilo que de fato é o relacionamento com Deus é que o juízo será realizado é que o veredito o Canadá então para a compreensão Paulina justificação está ligada a relacionamento e não simplesmente é uma determinação da qualidade ética da pessoa é a a nossa compreensão de uma pessoa justa precisa ser essa pessoa que está em um relacionamento correto com Deus Justiça no antigo testamento é vista como a norma quanto às questões do mundo a qual seres humanos e as coisas é estão inseridos é é a norma que essas pessoas elas tem que se conformar e pela porta eh serão medidas Então as pessoas que conhecem e compreendem a lei de Deus a revelação que ele dá e ver essa lei essa revelação como a norma que Deus estabeleceu para todos os relacionamentos e para a maneira como todas as coisas devem funcionar é então a aquilo que é ser justo é se conformar à essa revelação é se conformar aquilo que é dado por Deus como reto como correto como direito justo é quem vive de acordo com a norma de Deus essa a compreensão que a gente pode ter de justiça a partir do Antigo Testamento assim é uma das maneiras mais fundamentais da gente compreender por exemplo os inscritos que fala do homem justo elogio que se tem a justiça nos vários livros a gente tem Salmos que indica isso logo na abertura do livro de Salmos existe o elogio do homem que é justo o livro de provérbios em vários momentos da o conselho para que a pessoa ande no caminho reto Ande conforme a justiça estabelecida por Deus e até o nível mais profundo é perceber que provérbios é um livro de Sabedoria é perceber como o autor de provérbios está nos mostrando como as coisas devem funcionar a partir da perspectiva de Deus e também como as coisas é funcionam a partir das relações que estão estabelecidas então sábio é aquele que consegue se relacionar o corretamente com aquilo que a vontade de Deus e aquilo que é o caminho dos homens percebendo a injustiça sabendo de onde ele deve se desviar o caminho pelo qual ele não deve andar Então essa compreensão de Justiça está profundamente também relacionada para literatura de sabedoria e como a gente disse a É nesse argumento Inicial é que justiça é um conceito de relacionamento a pessoa justa ela atende às exigências da relação em que se encontra isso eu acredito que é é um ponto assim interessante a gente detalhar explorar é que a a justiça não é olhada em termos frios em termos impessoais e termos de estamos a justiça é olhada dentro da perspectiva bíblica A partir dessa relação entre duas pessoas entre eu e você ou entre nós e Deus e nós somos encontrados justos em relação ao outro quando eu cumpro todas as exigências que o nosso relacionamento estabelece eu sou justo no meu relacionamento matrimonial quando o sou fiel e atende a todas as exigências que o relacionamento matrimonial estabelece eu sou justo diante de Deus quando eu cumpro com todas as exigências e o meu relacionamento com Deus é demandam quando eu consigo ser fiel a tudo aquilo que esse relacionamento estabelece como necessário Ah e não simplesmente indicar um caráter ético pessoal é de uma forma desvinculada a qualquer a qualquer relacionamento Essa não é a concepção de Justiça dentro do Pensamento bíblico não é uma coisa e nata do indivíduo que não diz respeito aos demais indivíduos o que não se estabelece na relação não há prioridade a compreensão bíblica é o relacionamento EA consequência disso tudo de pensar justiça como uma coisa ligada aos nossos relacionamentos inclusive com Deus é compreender que há uma Norma estabelecida não por nós mesmos e não pelos próprios relacionamentos que estabelecemos mais pelo próprio Deus a consequência disso é de justiça é uma palavra EA justificação consequentemente com grande valor teológico porque a a palavra justiça em indica o padrão estabelecido por Deus para conduzir E em último caso é é um próprio caráter de Deus que está expresso nessa norma é a própria vontade e aquilo que Deus estabelece como correto que é expresso nessa lei então a compreensão de justiça é necessariamente vista como uma compreensão de origem e consequência teológica em último caso Deus ele é o justo Juiz é Deus que julga todas as pessoas como tendo vivido com fidelidade nesse relacionamento que ele nos criou para ter com ele e essa Justiça vem do caráter do próprio Deus então Deus é visto dessa forma geral é em todos os aspectos ligados à justiça como a figura Central é ele quem é o governante é ele quem é o legislador é ele quem é o juiz e foi ele quem criou essa Norma que estabelece O que é justo e o que não é justo é ele quem governa os homens as nações é o soberano sobre tudo isso e ele no fim das contas quem vai dizer que viveu de acordo com essa Norma que estabeleceu que foi coerente com o governo estabelecido e também quem é deve ser achado inocente e quem deve ser condenado pela sua conduta adequada ou inadequada nesse relacionamento que ele nos criou para ter com ele então a gente percebe que a concepção de Justiça não é uma coisa desvinculada de relacionamento e não é uma coisa desvinculada da teologia não é uma coisa desvinculada da nossa compreensão de quem Deus é e do que está expresso naquilo que a gente chama de justiça e eu sei que é muito complicado a gente ter essa conversa assim de Justiça A internet objetivos Quando a nossa experiência de mundo e aponta para uma grande diversidade de opiniões do que é justo ou injusto fazer o código de leis que regem o país não é o mesmo código de leis que rege outro país EA compreensão do que justo ou injusto pode variar de um ponto para outro mas a nossa Compreensão é que em último caso aquilo que de fato é justo ou não E essa minha percepção é do que a Bíblia está dizendo para mim é que isso flui isso é tem o seu fundamento final no próprio Deus é um caráter de Deus que estabelece O que objetivamente é justo e o que não é justo e só ele e isso também é uma tentação para gente não respeitar em muitos momentos é e é uma das das indicações Claras do novo testamento é que nós não podemos ocupar o lugar de Deus enquanto o juiz se é ele que estabelece plenamente a justiça também é apenas ele que tem a e avaliar todas as questões em torno de uma decisão de uma atitude de um indivíduo que age ou não com justiça somos obrigados a avaliar as questões somos obrigados a determinar se alguém fez algo justo ou injusto mas nesse nível mais profundo que estamos falando de Justiça do contexto teológico aquela pessoa Foi justa em todas ou em quais decisões da sua vida apenas Deus pode fazer enquanto justo juízo de Deus a governante legislador e Juiz sobre a sua criação e isso você pode ver como é um ponto assim fundamental da ação de Deus no texto de Gênesis 1825 na justiça ela precisa ser compreendida Nesse contexto forense Nesse contexto e jurídico Nesse contexto de foro de um julgamento o juízo que será realizado então por isso a imagem que vem na nossa cabeça Assim Que Nós pensamos em apocalipse no julgamento final mas também está presente nos Evangelhos também está presente nas cartas de Paulo é a o contexto necessário para gente compreender toda a tratativa de justificação e em especial a gente compreender a carta aos romanos a linguagem o tipo de argumento EA forma como o Paulo nos explica o que aconteceu com a resolução que Deus dá para o problema do Mal naquilo que a crucificação a e naquilo que a ressurreição de Jesus isso se dá dentro de um contexto forense e a gente precisa ter esses elementos em mente quando a gente leia a carta aos romanos isso é um ponto importante que também vale para outras cartas é quando a gente lê a carta aos Filipenses e sabe que a cidade de filipos era povoada por muitos os militares aposentados é importante a gente manter-se em tresco na memória essa compreensão de que provavelmente Paulo vai explorar elementos dos da vida militar as imagens e as figuras que seria compreensível com mais clareza para um militar e ele dialoga com esse mundo aqui na carta aos romanos ele está tratando desse tema num contexto forense E essas questões jurídicas julgamento juiz ser declarado inocente ser declarado culpado também são assim uma Imaginarium um conjunto de imagens fundamentais para gente entrar naquilo que é a o contexto e o clima da argumentação em alguns pontos fundamentais da gente compreender a alimentação de pau e dentro desse contexto forense e a gente percebe que assim uma coisa muito é fundamental e óbvia precisa ser relembrada que é justo é aquele que o juiz declara livre de culpa então se o juiz declara que fulano de tal a inocente se ele é livre de culpa ele precisa ser reconhecido como uma pessoa justa e a função do juiz é justamente dessa declaração quando Isso corresponde aos fatos a função do juiz e absorveu inocente e condenar o pecado ocupado a gente percebe isso assim em várias passagens bíblicas como Deus um fato se ira contra a injustiça e Deus ele valoriza aquele homem que anda por caminhos retos aquela pessoa que anda com retidão então a função do juiz é precisamente absorveu inocente e condenar ocupado o e dentro do Judaísmo do primeiro século Assim na verdade era para o judaísmo é anterior ao primeiro século judaísmo antes de Jesus faz a gente está pensando especificamente a no judaísmo do primeiro século a justiça se estabelece ou justo é reconhecido naquela pessoa que anda em conformidade a tornar a lei do senhor a compreensão do Judaísmo de Justiça deriva daquilo que é aturar a e nesse sentido em é pensar que uma pessoa será salva a partir da avaliação que Deus vai fazer da Justiça daquele indivíduo diante do que ele estabeleceu na sua Lê as cinco primeiros livros da Bíblia aquilo que a gente chama de pentateuco e aquilo que eu acabei de falar que aturar como é referida pelos judeus pensar que todo julgamento e o juizo de Deus será feito a partir do homem ou da mulher que anda em conformidade aquilo que está lá naqueles livros é meio chocante você meus argumentos de Paulo em Roma num primeiro momento de coisas que Paulo está falando com muita ênfase com muita clareza por exemplo que Deus justifica o ímpio e claro que o versículo não para por aí mas em romanos 45 a gente encontra explica explicitamente essa ideia que Deus justifica o ímpio é um escândalo é um choque a Deus sendo o justo Juiz pode dizer que o ímpio pode dizer que aquela pessoa que não tem a mínima preocupação com a lei do senhor quatro orar com aquilo que está escrito no pentateuco pode ser declarado inocente e isso seria chamar Deus e o juiz injusto e claro que esse não é o argumento de pau se ele está dizendo que Deus justifica o ímpio que Deus declara justo o ímpio não é porque Deus colocou de lado a sua dimensão de Deus justo Deus deixou de ser um juízo justo não não é isso a gente vai compreender um pouco mais para frente a forma como Paulo desenvolve isso mas é importante a gente percebeu o choque que certamente vão humanos causou em leitores judeus contemporâneos a Paulo e também leitores judeus que são contemporâneos a nós hoje sendo formado por essa compreensão de um juízo conforme a obediência à lei conforme a essa harmonia entre as suas decisões aquilo que estabelecido naturar com deve ser complicado difícil desafiador há momentos que Paulo coloca aqui logo no começo derramado e Paulo reafirma que não só Deus faz isso ele justifica o ímpio mas que isso é manifestação de justiça divina que o que tá em romanos 3 26 a forma como Deus declara o ímpio justo é manifestação da justiça de Deus então parece que Paulo tá fazendo uma inversão daquilo que Possivelmente a compreensão de muitos dos seus leitores contemporâneos e de muitos judeus convertidos ou não ao cristianismo é que conviviam com ele e a uma compreensão importante também é a gente vê a dimensão escatológica e é escatológica daquilo que é a a justificação é a gente tratou já diz que a tô logia e de compreensão do que é o sentido final da história as últimas coisas que aconteceram neste momento em que Jesus voltará pela segunda vez ele realizará é o julgamento dos vivos e mortos ele declarará alguns justos e outros serão condenados e a gente precisa compreender que essa conversa toda de justificação ela só tem sentido quando a gente compreende a história em todos os seus aspectos quando a gente compreende a história como tendo um fim que é determinado por Deus um fim que é alcança um propósito que Deus estabeleceu e ele já manifestou o que será feito nesse momento a gente não fala sobre muitas coisas mas a gente tem a afirmação de cumprir de que o controle da história está nas mãos de Cristo e toda autoridade lhe foi dada nos céus e na terra e que ele virar para dar um fim a história como nós conhecemos hoje e dá início ao momento em que essa ordem que foi inaugurada por ele em sua morte e ressurreição será a única ordem a existir a única ordem a está em plena operação ou está plenamente estabelecida naquilo que é o convívio daqueles que serão é declarados inocentes por parte de Cristo então a gente precisa entender essa conversa toda de justificação nessa história que tem começo meio e fim tem um propósito a história chegará num ponto que foi determinado por Deus e essa compreensão escatológica da justificação é o quê Oi gente encontrar maior sentido em Pau porque a aquilo que a gente tem de perspectiva na época de Paulo como a gente acabou de citar a respeito do Judaísmo do primeiro século é aquilo que também certamente será uma dificuldade pra leitores judeus contemporâneos a nós a gente compreender aquilo que era a concepção de mundo dessas pessoas também vai permitir a gente entender que Paulo está reposicionando toda essa conversa porque ele sabe o que vai acontecer lá no fim então o julgamento no judaísmo pelo menos em parte daquilo que eram os judeus que conviviam com Paulo provavelmente era visto basicamente como essa esse peso de obras a aquilo que a é a tendência para realizar boas obras ou aquilo que a tendência para realizar obras em rebelião a vontade de Deus em se conformar nome de Deus e lá contra o nome de Deus seria colocado numa balança e aquilo que pesasse mais é o que determinaria o juízo Que Deus o que Cristo no caso do Judaísmo do primeiro século não pensando em termos de Cristo mas que Deus de acquaria em relação àquele que estava sendo julgado então era assim Possivelmente para uma parte dos Judeus do primeiro século que a coisa iria acontecer nesse Juízo Final eles também tinham a perspectiva escatológica né Há a percepção de que a história chegar a um pingo a história como nós conhecemos hoje chegar a um fim não é uma coisa que começa só no cristianismo mas tem o seu significado completamente transformado por aquilo que a revelação que há em Jesus e a obra que ele desenvolve mas se já os judeus tinham essa compreensão que Deus julgaria as pessoas e é pelo menos parte dos judeus declarar Aria como eu sou combinados conforme as obras que eles realizaram diante da égua que foi estabelecida na lei e Deus é esse juiz ele revelará a sentença só no julgamento final ninguém sabe como nós por exemplo hoje temos a crença EA confiança de que nós somos justos ou justificados por aquilo que a obra de Jesus não é exatamente a mesma concepção que eles tinham de justificação no primeiro século por quê Porque Deus só revelaria esse resultado no dia do juízo final é só Deus é capaz de determinar Justiça individual a crença de que nós já temos não só no presente é essa Justiça mais a ideia de que nós temos segurança de qual será o resultado do juízo que Deus dá é uma coisa muito particular dentro daquilo que cristo inaugura dentro daquilo que Paulo vai explícita no seu argumento é é e vai nos revelar por meio dos seus escritos compreendendo aquilo que aconteceu na cruz e recebendo a revelação da parte de Deus para um judeu do primeiro século é assim que as coisas vão acontecer é assim que Deus vai julgar as pessoas mas quando isso vai acontecer só no dia final e qual será o resultado para mim eu não posso saber ainda então a absolvição ou a condenação aconteceria nesses termos nesse tempo e dessa forma e para Paulo sentido escatológico é completamente diferente em romanos é oito 33 A 31 e 34 a gente percebe que ele está apontando para esse momento final mas já como a segurança estabelecida Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus é Deus quem os justifica quem os condenará foi Cristo Jesus que morreu o e ressuscitou está direito de Deus e também intercede por nós veja como o Paulo já olha para um momento do julgamento final com muitos dos seus contemporâneos talvez já admitissem mas ele já percebe o resultado desse julgamento um tempo em que ele estava que diante de nós é o tempo passado mas a seria correspondente a nossa convicção hoje nós olhando para nossa vida hoje e percebendo que quem nos justifica é o próprio Deus então Qual é o tipo de perigo Qual é o tipo de acusação que pode ser feita contra nós porque foi Deus que nos justificou foi Deus quem nos declarou justo quem os combinaram foi Cristo Jesus que morreu e mais que ressuscitou e está à direita de Deus Então veja como ele aponta aquilo que é a obra de Deus enquanto garantia da nossa condição de pessoas que foram feitas justas diante a Cristo e ele aponta também para ressurreição mostrando como a gente já comentou nas aulas de ato de Atos dos Apóstolos como esse testemunho de que a vitória foi conquistada Deus Cristo não foi contido pela morte e ele está à direita de Deus a referência de Paulo que é claramente a posição de autoridade que Jesus ocupa e ele será o juiz e ele também intercede por nós e essa ideia reforçada em Roma nos dois 13 em romano 5 19 e em Gálatas 5 5 A justificação escatológica então a gente percebe que ela já aconteceu há a distinção de Paulo para os outros judeus de sua época pode ser vista com muita clareza em romanos 59 como agora fomos justificados por seu sangue muito mais ainda seremos salvos da Ira de Deus por mim e veja como para nós na tradução em português a coisa já tá no passado como agora fomos justificados por seu sangue muito mais ainda seremos salvos da Ira de Deus por meio dele ele tá apontando para esse momento da Ira de Deus que não será colocada sobre nós no futuro mas é justificação aconteceu no passado aconteceu nesse ato de Jesus na cruz e no grego isso é interessante porque também a concepção de passado mas tem o tempo a hor isto que é um tempo verbal específico que aponta para uma ação alcançada um ato já completo é e esse é o tempo empregado nessas passagens que a gente citou em especial aqui em romance 59 essa ação de justificação já tá completa no passado essa declaração de Justo e foi algo que Cristo alcançou no seu sacrifício e que testemunhou por meio da sua ressurreição de que a vitória foi conquistada naquele sacrifício Então por meio da fé em Jesus as pessoas já foram justificadas absorvidas do do pecado e Libertas da condenação aquelas estavam submetidas ou que elas tinham a garantia de que receberiam no dia do juízo final porque elas já pegaram porque elas já entraram numa condição que merece na parte de Deus o julgamento de Pecado será condenado é desse julgamento é desse juízo desse veredito final e nós fomos Livres por meio desse ato completo e alcançado da parte de Jesus na sua morte o seu sacrifício na sua ressurreição e a gente vê então essa inversão de pensamento O Julgamento Final e já tem pessoas que estão absorvidas no tempo presente e eu acho que assim Às vezes a gente é troca um pouco as bolas em relação aquilo que é a simplicidade da Bíblia a Bíblia tem uma mensagem que é simples e acessível a todo ser humano é acessível até porque é um trabalho do Espírito não é simplesmente uma questão que depende da linguagem que depende da capacidade de compreensão depende da formação do indivíduo o trabalho de Cristo Jesus pode ser compreendido na sua simplicidade para todas as pessoas mas existem complexidades naquilo que acontece existem inversões de pensamento naquilo que hoje é a nossa forma de pensar mais estabelecida que exigem esforço da nossa parte essa coisa que a gente tem repetido Ah sim diversas vezes de que vivemos num tempo marcado por duas horas há duas ordens a era presente em que o pecado ainda existe espaço de atuação de alguma forma mas na era vindoura que foi inaugurado pela pelo Ministério pela vida de Jesus e que será plenamente estabelecido a partir da segunda vinda essa interseção é uma coisa com consequências muito Poderosas muito valiosas para aquilo que a nossa compreensão de fé mais que em certos Momentos Assim exige um esforço especial da nossa parte da unlock a gente compreender e talvez essa questão de justificação seja uma delas o julgamento será feito no final mas a declaração de Innocenti Jeová dá para o presente é isso como a gente vai ver um pouquinho mais para frente tem consequências inclusive naquilo que são os nossos pecados quando você se converteu e depois justificado os pecados que Você cometeu até aquele ponto por um perdoados e os pecados que você vai cometer depois desse momento da justificação e depois esse momento da conversão é como é que ficam você precisa se converter várias vezes ao longo da vida Então veja começar a compreensão assim temporal dos efeitos daquilo que a obra de Jesus na cruz e da justificação está ligada a um julgamento que acontecerá nos últimos é no nos últimos dias não porque nós já vivemos nos últimos dias mas no julgamento final nesse dia do julgamento final é isso está ligado com a nossa condição do tempo presente A nossa condição de 100 declarados justos hoje então é o que você tentar situar o seu pensamento assim nesses três momentos históricos e que estão envolvidos nessa nossa conversa sobre justificação mas importante é a gente frisar Isso justificação é uma realidade presente justificação a realidade presente e aí a gente também tem que conversar um pouco a respeito daquilo que são os fundamentos e os meios da justificação e essa relação entre leite a gente já comentou sobre o pentateuco sobre a adorar EA justificação como é discutida em Paulo é uma das relações mais importantes a gente já viu um pouco a respeito disso quando estamos Mateus quando a gente estudou um pouco de Marcos também Voltamos ao tratar do assunto mas em Paulo isso tem uma importância muito grande é a gente percebe que a concepção de Paula partiu a partir daquilo que a obra de Cristo Não é esse balanço de Atos bons e maus a balança até que ponto ele tem deu mais a fazer o bem ou ele entendeu mais a fazer o mal absolvição pela lei naquilo que a argumentação de Paulo em romanos só aconteceria diante do caso de perfeição ele não só entendeu mais a fazer o bem mas ele foi sempre é justo ele foi sempre correto nas suas decisões ele sempre fez o bem não ele fez na maioria das vezes mas em alguns casos fez aquilo que era mal para Paulo e sujar qualifica a pessoa como condenada como alguém que é culpada e deveria receber a punição da parte de Deus na compreensão de Paulo absolvição pela lei exigia perfeição todos são mais pecadores do que justo que a gente quiser manter essa imagem de uma balança entre as duas partes devem ser consideradas todos são culpados de Deus porque a culpa não é simplesmente no grau do pecado ou na sua quantidade mas no ato em si si é um ato de rebelião de desatado de não conformidade a lei do Senhor então essa pessoa é culpada e é o que a gente percebe coerência com que está em romanos 3:23 tanto ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei Pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado diante da Lei todos sabemos o Que Nós pecamos Diante daquilo que Deus estabelece como essa Norma do que é justo ou do que é bem e mal do que a correto errado nós todos sabemos que não estamos em plena Harmonia com a Vontade Divina e é por isso que a lei traz condenação a lei traz condenação porque ela revela a vontade de Deus e ela definir o que que é pecado ela definir o que que não é vontade de Deus e sabemos todos que fazemos porque não é vontade de Deus e ainda que a gente esteja considerando agora no caso das pessoas que são convertidas e se conformam a vontade de Deus nós é partimos do pressuposto que em algum momento ou em vários momentos em boa parte da nossa vida a nossa experiência é marcada justamente por essa rebelião então a lei revela vontade de Deus e definir aquilo que o nosso pecado mas às vezes quando você lê corrido o texto de Romanos Pode parecer meu contraditório essa compreensão de lei que nos Condena lei que revelam o nosso pecado e aquilo que Paulo vai desenvolver Em Romanos 7 de 7 a 12 em que ele disse que a lei é boa e ali é perfeita a lei é santa Qual é a coerência o qual é o intuito de Paulo em colocar isso e também lançando luz sobre aquilo que ele quis dizer antes dessas questões a respeito da lei é que enquanto vontade de Deus ela é boa a lei não é uma punição que nos foi dada a lei a justamente aquilo que nos diz qual é a referência a ser seguida Qual é o padrão Dentre os vários padrões possíveis qual é a verdadeira lei dentre as várias leis possíveis o que revela aquilo que de fato é bom de fato justo nesse sentido obviamente a lei é boa ela cumpre a sua função mas a grande dificuldade é justamente porque nós sabem qual essa referência com essa lei e não fazemos o que ela exige de nós o que ela nos indica é que nós somos condenados pela lei e a briga de Paulo com judaizantes era Justamente a respeito desse fundamento da justificação a justificação não pode estar baseada simplesmente na lei porque senão todos seremos condenados Deus será justo se nos condenar Por que somos culpados somos condenados eles mas se existe alguém que é declarado justo por parte de Deus não é porque essa pessoa comply comprei o plenamente a lei é por alguma outra maneira de que essa vontade e você vai realizado então o fundamento da justificação não pode ser no nosso caso simplesmente a obediência à lei Mas a morte de Cristo a morte de Cristo essa Suprema manifestação do amor de Deus pelos pecadores quando a gente escorre assim ainda que a gente não tenha feito em todos os detalhes possíveis mas Considero que aí já mais de 40 minutos a gente conversamos sobre justificação percebendo como isso é vai crescendo e se desenvolvendo dentro do Pensamento bíblico a partir do que Deus é vela no pentateuco a partir daquilo que a gente vê que é a sabedoria o elogio a sabedoria nos livros do Antigo Testamento a partir daquilo que a norma estabelecida por Deus a gente percebe que para nós temos declarados justos o mesmo sendo ímpios e pecadores é porque Deus conservando a sua justiça manifestou seu amor de uma forma Supremo naquilo que ele fez para possibilitar a nossa justificação que a morte de Cristo Essa é uma das dimensões que a gente precisa contemplar que a gente precisa parar para compreender com muita clareza e com muita dedicação que é a dimensão de justiça e amor tirar ao mesmo tempo na morte sacrificial de Jesus porque é por meio dela que nós somos justificados por meio do seu sangue como está explícito em romanos 59 é que nós somos justificados o fundamento não são Nossas obras mas obra de Cristo é aquilo que fala fininho afirma em Gálatas 2 20 e Um fundamento é bem isso que a gente tem tratado aqui não anula a graça de Deus pois se a justiça vem pela lei Cristo morreu e no último médio a nossa Justiça não vem pela lei Mas vem pela morte de Cristo EA morte de Cristo é a forma como Deus lida com o problema do pecado tem último caso o grande problema do mal que é discutido na filosofia que é discutida na teologia mas em termos teológicos é aquilo que a morte de Jesus alcançar para nós é alcançar para toda a criação divina é a solução para o problema do pecado a morte de Jesus essa solução completa para esse grande problema veja o que Paulo fala em romanos 3 26 Deus é justo e declara justo os que creem em Cristo mas no presente demonstrou a sua justiça a fim de ser justo e justificador é daquele que tem fé em Jesus a Deus alcança a solução para aquilo que é o problema dos nossos pecados e aquilo que é o problema dos efeitos desse pecado na sua boa criação sendo ele justo Como ele sempre foi mais alcançando ele mesmo a justiça que é declarada nós naquilo que a morte de Jesus então ele é o justo eo justificador daquele que tem fé em Jesus e veja como a solução é essa harmonia entre Justiça amor e misericórdia é Deus não Abrindo mão daquilo que o seu próprio caráter aquilo que reto do seu amor o manifesto concretamente e da sua misericórdia em não nos aplicar aquilo que nós merecemos o mesmo ato é a máxima Revelação dessas três coisas no mesmo ato em torno da morte de Jesus do seu sacrifício é a máxima expressão de Justiça amor e misericórdia Deus puniu definitivamente e devidamente o pecado no corpo de Jesus Esse é o mesmo tempo o maior ato de injustiça porque não se encontrava pecado algum em Cristo Jesus é o maior ato de justiça porque essa injustiça foi declarada a nós que éramos pecadores por meio daqueles textos entregou a fazer é importante perceber que isso não é uma discordância dentro da Trindade não é que Deus a água simplesmente irado com o pecado de fato ele estava e ele estava assim sem se aguentar mais precisava punir o pecado e ele precisava outro nem o pecado e os pecadores ou encontrar alguém que pudesse representar esses pecadores e acontece que o próprio Jesus é que à revelia do pai não queria isso mas Jesus vai lá eles não eu vou no lugar dos pecadores e você desconta aquilo que eles conta neles em mim não é essa espera que o Novo Testamento nos conta o Novo Testamento nos fala que isso é uma expressão de amor de Deus enquanto pai filho espírito santo o pai e o filho estão em plena Harmonia nesse ato de sacrifício que o filho realiza em que ele é obediente à vontade do pai e obediente até sofrer morte de Cruz como tá em Filipenses 2 e o meio para que essa Justiça seja declarada nós é justamente a fé é isso que está é fundamentado a nossa doutrina da justificação pela fé a completa aceitação e confiança na obra de Cristo e o abandono da Justiça própria como meio de salvação é o que nos dá condições de ser alcançados por Jesus de nos render aquilo que é é a verdade EA Justiça revelada por Deus e de reconhecer que a obra de Deus nos alcançou a forma como não nós alcançamos a justiça enquanto mérito enquanto obra nós mas como a justiça de Cristo é declarado a nós é por meio dessa fé que nós temos enquanto um reconhecimento de que Toda obra é realizada por Deus de que todo o mérito está justamente nessa obra de Cristo que em amor ao pai cumpriu e e recebeu sobre se aquilo que nós deveríamos receber é o reconhecimento de que essa obra é feita por parte de Deus que constitui o meio para nossa justificação e por fim a gente gostaria de ressaltar essa questão que eu entrei no meio do estudo O que é a justificação e os pecados subsequentes como é que essa obra e foi feita em Jesus no ponto específico da história e que em geral a gente pensa assim ela me alcançou me converti aos 18 anos de idade eu me converti naquele momento da minha trajetória da minha história e ali os meus pecados foram perdoados Às vezes a gente não consegue dar sentido muito de como tratar os pecados que são cometidos depois desse momento da conversão porque eu espero que você já tenha notado e é colocado diante de Deus na realidade que mesmo depois de convertido você pega o mesmo depois de ter encontrado esse amor de viver segundo a fé você ainda se rebelou contra a vontade de Deus e a chave para a gente compreender como é que Deus trata essa questão do Pecado em toda a nossa trajetória de vida é justamente aqui o juízo é feito no dia Final O Julgamento a declaração de Innocenti antecipado e foi antecipado naquilo que a obra de Cristo não foi antecipado simplesmente no momento que você se converteu a justificação se dá na cruz o momento da conversão é o momento em que essa justificação e se essa pessoa de Cristo para falar em termos mais pessoais em que Cristo nos alcança mas o juizo de inocente é válido porque o julgamento será feito depois que você já é viveu todos os dias que tinha para viver nessa forma de vida o julgamento a fome todo o período de vida em que você pecou antes e depois da sua conversão e que a sua declaração de Justo foi antecipada mas o juízo ainda será realizada Então os seus pecados ainda a ser cometidos o que foram cometidos após a conversão eles não serão colocados como culpa sobre a sua vida não será um motivo de Condenação para você porque a obra de Cristo é válida para todos os momentos da nossa história no momento em que nós somos alcançados por ele no momento em que nós estamos em Cristo e essa localização temporal no fim é que dá sentido à toda nossa compreensão e essa responsabilização essa pergunta sobre quem pesa o pecado é aquilo que nós vamos ter citamos um pouco quando falamos sobre esse e-mail para justificação que a fé Deus condenou o pecado porque o pecado precisava ser condenado é Deus Combinou o pecado Porque como a gente citou no texto de Gênesis como a gente pode ver também no texto de Romanos 8 a gente percebe que a aquilo que a justiça de Deus só se estabelece o mal outro unido enquanto mal como é que Deus podia fazer Vista grossa para aquilo que é mal como é que Deus poderia fingir que aquilo que é a rebelião nunca existiu como é que Deus poderia viver como se uma parte da realidade que ele mesmo criou não existisse ele existe o mal existe receber Só existe aquilo que a ofensa contra Deus e isso precisa ser punido em todos os momentos da Bíblia sempre retrata o mesmo Deus amoroso como sendo Deus justo isso não a condição de ele é um mas é o outro Deus é amor mas também é justiça não Deus é amor e por isso a justiça e essa dimensão é de bondade de Deus é que manifesta necessidade de que ele responsabilizar-se o mal mas ele faz isso ele condena e pune o mal naquilo que o corpo de Cristo por isso que a gente tem essa morte substitutiva da parte de Jesus como um ponto fundamental da nossa fé em Cristo morre e todo o problema do mal todos os pecados individuais toda a consequência Cosme a daquilo que é o pecado na criação também geme e sofre pelo nosso pecado tem a sua punição e nesse momento em que Chris o Benfica eo mal faz aquilo que ele pode fazer de pior é nisso que consiste a injustiça do mal mas eu também isso que consiste a justiça de Deus que por mim do teclado no corpo de Cristo Ele estabelece o firme fundamento para aquilo que a nossa salvação então era isso que eu gostaria de conversar um pouco com vocês hoje e compreender esse conceito que às vezes nos parece até assim complexo na argumentação de Romanos Porque de fato Romanos não é das cartas mais fáceis de entender mas que se mostra como um ponto fundamental para a gente está sentindo aquilo que a nossa condição hoje e até a segurança de que o Deus justo para sempre a coisa justa em especial pensando nesse momento do juízo final entre tudo será trazido ao seu devido lugar nada permanecerá escondido e nenhum ato de injustiça será esquecido da parte de Deus então espero que vocês tenham o mágico clareza sobre isso e agora a gente vai passar aí para o momento de perguntas E aí e colocar aqui ó E aí é muito bom aqui Lan excelente aí uma boa reflexão né a respeito daquilo que envolve a nossa realidade da justificação justificados pela fé temos paz com Deus por meio de nosso senhor Jesus Cristo não eu acho que eu dei uma olhada tem bastante Pergunta aí você pode até olhar e selecionar ou talvez a vale a pena a gente dar uma olhadinha assim de que quando a gente fala em salvação fala em conversão e perdão de Pecados e justificação de melhor assim dar uma clareada disso é só uma ação de modo geral tem a ver com o projeto todo de Deus né aquilo que envolve um vamos assim dizer o atirarmos não é nada condição de Perdidos até nos deixar na referência a última daquilo que envolve a nossa salvação completa hora de mencionou né eu fui sal estou sendo só o esperei sal né foi salvo da culpa do pecado né porque ele foi Perdoado eu fui salvo nessa condenação Mas eu ainda estou no processo de santificação EA glorificação que eu chegar no futuro então aqui Lan deixou claro aí né a justificação ele mencionou no Maurício né aquilo que acontece quando você crer né e Romanos Deixa claro isso né gente ficava nisso é um tempo de verbo ponte BH aconteceu de uma vez e você é declarado junto mas vamos lá chula derrubemos pera aí algumas perguntas vão inteira e para algumas questões aí é espanhol Misael coloca a seguinte pergunta é correto como muitos defendem a declaração uma vez salvo salvo para sempre salvo para sempre a ser salvo de verdade cima é porque quando a Bíblia fala de salvação ela apresenta como dizer a luneta né o rock apresentado às vezes da Perspectiva da declaração que vem da parte de Deus e às vezes do Olhar humano então por exemplo você vê um homem como demais né que foi companheiro de Paulo e depois ele chamou né o mundo atual e abandonou tudo né então olhando para o comportamento de de Mas você vê a a perspectiva da atitude dele dentro da Comunidade da Fé Mas a Bíblia dá uma ideia Clara que uma pessoa salva de verdade ela permanece salva o problema é que nós não sabemos quem é de fato essa semente que em vez de cair à Beira do Caminho o w do céu levar inglesa do Sol sacar Qual é a semente real que edifica e portanto a gente não pode dizer duas coisas e a verdadeira salvação pode ser perdida por qualquer coisa porque se for esse o caso ela vai se perder e ninguém vai conseguir segurar salvação por seu próprio Mary e a gente não pode dizer que uma pessoa que dá as costas para o evangelho que vive uma vida em Oposição a fé que ela vai ser salvo de qualquer jeito porque ela disse que uma vez ela acreditou né então se ela de fato é Tenha fé necessariamente isso vai se manifestar de alguma maneira na sua própria vida do contrário nisso na ao verdade né é aquela pessoa que tem que ser tem dois indivíduos bem claro né Pedro e Judas Pedro falhou Pedro nego Pedro se arrependeu Judas o Judas Eco Judas é perdido e Pedro é sal é a questão da moralidade do que acontece aí nessa transferência o açúcar perguntou do Wellington a transferência da pena de uma pessoa culpada para uma inocente é algo legal e moralmente defensável bom então aí a gente precisa tentar entender do que a gente tá falando quando a gente pensa em algo legal ou moralmente de pensar né Tem duas maneiras de você enxergar algo moral né é esse ou algo que não é moral é algo que está abaixo da moral ou portanto imoral e pecaminoso perverso ou algo que transcende amor e vai a lenda né e o que a gente vendo novo testamento é o na Bíblia com motor na revelação bíblica é que o Deus justo é necessariamente tem que diante da do erro do cabo da maldade ele não pode comprometer a sua justiça então necessariamente A Ira de exemplo é a manifestação do Deus santo diante do pecado da maldade da transgressão agora o que o A Bíblia nos apresenta a ideia e em seu amor o Akira colocou muito bem né E esse amor não se opõe à justiça que uma ideia que muita gente não percebe que eles estão interligados né nem nem a santidade de Deus se opõe ao seu amor não se trata de uma contradição no máximo você pode dizer que é um contraponto a você então você vai ver que Deus resolve pagar essa essa culpa ele resolve assumir em nosso lugar a ideia não é Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo Jesus morreu por nós sendo nós ainda pecadores né É de uma história da Grécia Antiga né de um dígito lá que eram dois amigos e o sujeito estava condenado E aí ele precisava lá se despedir da sua família e o outro ficou no lugar dele né E aí quando já estava chegando o momento você acreditou no seu E aí não vai voltar nunca e quando ele tá na Ponto de sei ali enforcado né o amigo aparece que ele tão Calma calma sou eu não não não Execute volta em tempo e aí todo mundo fica impressionado visualize pessoal esses homens desse tipo não merece morrer até na literatura pagar você deixa o elogio né da pessoa se colocar no lugar do outro em função de um relacionamento de amizade intenso então a transferência da pena de uma pessoa o para tomar intensidade e elas livre decisão do inocente não é que a gente pegou e jogou a culpa no inocente inocente que assumiu isso então é algo que transcende a ética transcende a moralidade ultrapassa os limites mais vamos dizer fundamentais de um julgamento a vamos ver básico e a gente pode apresentar já saiu a gente tem a pergunta que da Marília Lira e faz referência ao texto de Tiago 5 tem pessoas que pode pedem oração por cura de familiares e citam o texto bíblico que fala Oração do Justo salvaram em ferro Como podemos compreender a oração bíblica no da Bíblia referente a esta questão e o esse texto tá no final do livro de Tiago né quando a gente lê Tiago 5 especialmente do verso 14 em diante é o texto vai dizer o seguinte que se tá alguém não é feliz no meio de vocês devem cantar louvores é tem alguém doente a chame os presbíteros da igreja para fazer uma oração por ele ungindo-o doente com óleo com azeite né Em qual que é o sentido de né é que em todas as circunstâncias da vida é a gente deve submeter na nossa vida diante de Deus quer seja o momento de Triunfo e felicidade que seja no momento de enfermidade no momento de enfermidade Então veja a diferença mas a igreja fazia um culto de de Coura não é que o pessoal normal a pessoa que tá enfer e ela pedia oração aí os líderes e iam orar e naquele contexto cultural o azeite está presente em tudo quanto é coisa azeite comida azeite combustível azeite perfuma azeite está presente como a substância mais encontra diz essa esse com pesto e ele tem esse símbolo de contato né então eles derramavam hoje o com azeite comum né uma manifestação concreta dessa solicitação a Deus E é interessante que o texto diz que se a pessoa tivesse cometido pecados ser-lhe-ão perdoados talvez associando algum tipo de enfermidade com algum tipo de Pecado isso significa o quê que diante da enfermidade a gente deve apresentar a nossa necessidade diante de Deus em alguns casos mediante a oração da Fé as pessoas são são é nada sem se restabelecem a gente não deve ter nenhum receio ou medo de orar pedindo cura de ninguém Isso é mais do que bíblico só quer não é só o texto de Tiago falando de cura alguns outros textos Vamos ver que em certas circunstâncias Deus não cura Paulo não teve o espinho na carne retirado próximo tava doente Mileto Timóteo tinha problema de estômago e a coisa não se resolveu dessa maneira então é pode ser que eu penso esteja ligado a uma situação de a pessoa tem que tratar alguma coisa na sua relação com Deus que se desdobra em cura e nós certamente podemos e devemos orar por pura sem que nós tem água A condição de dizer adeus se ele está Obrigado apurar como muita gente imagina em certos amigos e é legal a Carol Faz a pergunta aí sobre o momento da justificação o ato de sermos justificados acontece quando somos salvos ao crermos em Jesus somos salvos e justificados no mesmo instante ou é o que vai tendo efeito a medida em que obedeço à Deus pergunta excelente fundamental né é aquilo que o Aquila mencionou né aliás até importante aqui porque eu preciso fazer uma observação muito séria aqui eu vi muita gente vê as perguntas e um dos problemas das perguntas é a tradução da Bíblia que você usa se você usa uma tradução bíblica antigas vai ficar um muito confuso e atrapalhado alguém por dentro e lá como é que Paulo quer dizer quando ele fala de um abortiva né o sentido do termo lá não é meu filho né alguém nascido fora do tempo aí muda tudo o sentido né e teve uma pessoa que também citou Romanos né as 50 justificado se apanham o espaço com Deus né na verdade o o texto amiga vai dizer justificados pela fé é realmente né Irene é tua teu né ter que ter um espaço Meteu é com Deus Ah e é romeno grego pode ser indicativo pode ser subjuntivo e por isso tem alguns manuscritos Já que no grego a diferença é a vogal breve pela conta longa e que em algumas traduções inadequadamente focaram tenhamos né e tenhamos é pouco utilizado mas aparece algumas bíblias eu não recomendo de jeito nenhum usar uma corrigida e atualizada a melhor do que com certeza usamos e recomendamos na hiberio a n v i a então quer dizer justificado aí a rua ouriço deve fazer ponte de ar significa justificado de uma vez por todas Então você é bem clara nado justo por Deus quando o crê e quando o creme você tem os seus pecados perdoar por isso é que você pode ter certeza da salvação não por causa de voto religioso por causa de um ritual da por causa de um pertencimento específico a um determinado grupo não por causa da sua justiça no por causa de boas obras ou caridade você salvo pela graça e pela fé então seus pecados são perdoados você tem direito à vida eterna todo aquele que nele crê tem o recebe né o perdão dos pecados aquele que creem por isso tem a vida eterna não é que talvez tem ou terá ele tem agora e ele justificado imediatamente o que existe de processo aí sim e o verbo grego vai ser claro é santificação é uma ideia de que você é santificado de uma vez né alguns grupos até sugerem isso só não tem base em gramatical Novo Testamento e a pergunta interessante do Felipe que tem a ver com essa dimensão escatológica que a gente também tava conversando se foi justificado isso é lado e assim também tenho a garantia que serei salvo por que então precisarei comparecer a um tribunal Deus me julgará já sabendo ou ele que já fui que fui já salvo um e eram a parte da última partida Deus enxugará já fazendo eu e ele que já foi o salvador bom então a o que que acontece é nós somos justificados diante de Deus e muita coisa que nós temos em relação à escatologia final ainda é muito misterioso para nós porque tem grande parte disso aparece o Apocalipse o Apocalipse o que é uma linguagem figurada e como a linguagem simbólica segurada Você tem o texto de Apocalipse 20 né que fala do grande trono branco O Grande Trono Branco quando aparece Deus ali como o grande juiz né A gente vai ver é uma ideia de todos os mortos conforme o tecido no verso 12 vão estar de pé diante do trono e os livros serão abertos e os mortos foram julgados não disse que só algum sol salvo só os perdidos e tudo conforme o que está registrado nos livros e aí então é todos os mortos chão e apresentados e quem não foi encontrado no livro da vida foi lançado no Lago de fogo diz o texto Então isso é uma descrição do julgamento existe um Trono literal como é que é a gente não sabe os detalhes disso De qualquer maneira que a gente tem realmente um juízo final de todos os mortos a com a carne comparecem literalmente Qual é a questão na hora digamos assim o julgamento o processo já foi deferido mas na hora de bater o martelo final diante de todos quando Deus vai colocar isso o que que acontece a minha culpa tá lá Eu devo ser condenado mas o meu Pecado minha culpa caiu sobre Cristo ele recebeu a a condenação em meu lugar e me transferiu a sua justificação já por quê é justo no sentido pleno dikaios sadiq e que transferiu a mim então nesse caso Nós não sabemos o quanto essa linguagem figurada e eu que a gente pode dizer que essa realidade já está confirmada e como por exemplo eu já tenho a vida eterna mas eu tenho miopia aí eu tenho dor nas costas eu chuto o pé da cama e dói o dedo né Eu ainda vou passar pela morte EA ressurreição Então essa vida é pena não chegou na Plenitude então o julgamento terá o seu desfecho final mas aquela nós estamos no início do nosso tempo aí aí eu tô vendo e tem muita pergunta aqui a gente mora né veio segurar um guardar um pouco dessas perguntas aí abre Na próxima a gente retorna aí porque tem muita coisa interessante me livrará do corpo da Morte né uma olhadinha tradução da rvr que ajuda a entender E aí é legal então sei lá o que a gente também pode ir falar para o pessoal que fez pergunta mas a gente não pediu não pode tratar hoje é que no sábado que vem a gente ainda tem uma aula sobre teologia Paulina e com certeza esse assunto vai ser pertinente para o assunto na próxima aula também a gente pode cobrir um pouco dessas perguntas que ficaram nosso próximo encontro perfeito é nós estamos aí Cozido queremos convidar vocês temos uma live daqui a pouco às 9:00 né não é Nossa missionária jorgelino aqui apoia a gente que é vítima de tráfico uma situação aí muito séria né aí como é que a gente lida com essa segurança eu fiquei bem muito voltada para a importância da missão da igreja né e vocês são convidados a gente vai ver terminar aqui segura aí né as perguntas a gente volta no próximo sábado vamos tratar demais questões aí é muito obrigado pela atenção de todos Áquila muito bom obrigado pela excelente aula aí e vamos ficando em sintonia aí e não se esqueça de se inscrever em curtir aquilo que a gente faz aí grande abraço Deus abençoe e boa noite para todos aí Boa noite a todos muito obrigado pelo tempo pertence um momento de compreensão e esclarecimento também até sábado que vem é E aí