Exposção em DANIEL -Aula 22/36 -Antonio Neto
29/06/2021Exposção em DANIEL -Aula 22/36 -Antonio Neto
Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
E aí [Música] E aí o Olá pessoal então aqui eu quero concluir a nossa análise do Capítulo 7 falando novamente sobre o quarto reino assim como a gente fez no capítulo 2 eu vou fazer agora no Capítulo 7 e a razão pela qual eu vou fazer isso novamente é porque a definição do desse quarto reino rodo e também do pequeno chifre E especialmente da relação do terceiro reino com quatro reino tudo isso é determinante para a nossa interpretação do da parte Hebraica Ou seja a partir do capítulo 8 do livro de Daniel Ok então muito vai depender muito da nossa teologia e da nossa exegese do capítulo 8 até o capítulo 12 depende disso daqui por isso eu quero gastar um tempinho com vocês aqui para gente estabelecer e chegarmos talvez numa o próximo consenso possível a respeito de qual é esse quarto Reino de escrito aqui no Capítulo 7 Tá certo Lembrando que o Capítulo 7 Ele trabalha em torno de uma visão que o profeta Daniel teve ele na segunda metade do capítulo ele pede para o Anjo para um dos Anjos interpretar essa visão para ele os anjos esse anjo então fala que os quatro animais que ele viu na sua visão são quatro Reis Barreiros Ok então são quatro Reis Mas isso é intercambiável com reino certo e e que nós vimos então na aula passada que o primeiro reino é o reino da Babilônia isso fica bastante Evidente no próprio livro de Daniel nominalmente falando e é dito que o primeiro reino é o reino da Babilônia o segundo reino é um reino da Média isso também fica evidente através da leitura daquilo que o livro de Jeremias fala eu lembro de Jeremias a gente vai tem percebido e vai perceber ainda mais é um dos acabou SUS teórico do Profeta Daniel sendo assim o livro de Jeremias ele fala que a Babilônia ela foi conquistada pelos reis medos e ele fala Inclusive a respeito de três reinos da Média que conquistam a Babilónia Ararat mim e as que nas isso cônjuges muito bem com as três costelas do urso que o urso tinha na sua boca e o terceiro Reino é o reino da Pérsia certo esse texto aqui debaixo como eliminar o texto de Daniel Capítulo 11 fala aqui o reino da Pérsia é que é dominado pelo reino da Grécia certo e um detalhe interessante importantíssimo que nós não podemos esquecer é que se você já leu o livro de Daniel e você já leu o livro O Capítulo 8 você vai ser vai se lembrar que o Capítulo 8 ele vai falar agora a respeito de apenas dois animais e o primeiro animal é a média EA Pérsia e o segundo animal é a Grécia certo ou seja aquilo que o ciclo dos animais aquele que é o último animal e depois desse é que chega o reino é portanto a Grécia e esse é o quarto animal Como eu disse para vocês na aula passar certo então texto aqui de 19 a 22 mostra que Daniel ficou profundamente interessado a entender mais sobre esse quarto animal assim como aconteceu com Nabucodonosor que entendia e a sua estátua ela falava a respeito de uma sucessão de reino mas ele se alegra porque ele percebe que ele é a cabeça Aqui nós temos Daniel extremamente perturbado por conta do quarto animal porque o quarto animal ele é um animal Terrível ele é um animal que faria que traria muitos Sofrimentos para o povo de Deus em visto que o profeta Daniel Ele estava nesse momento aqui ainda e como parte do reino da Babilônia então ainda Babilônia Daniel sabia que o seu povo o povo de Israel ainda passaria muito tempo inclusive enfrentaria um reino futuro muito pior do que o que a Babilônia fez com ele com os judeus e isso traz então profunda perturbação para Daniel e essa perturbação inclusive ela faz parte da Oração de Daniel no capítulo 9 que produz a profecia lá das 70 semanas Ok mas até aqui então perceba aqui esse quarto reino ele é descrito como muito violento como extremamente dominador e o limite do seu domínio certo veja aqui em baixo até que veio o ancião dia o limite do seu do Minho seria essa linda do ancião Dias através daquilo que a primeira parte fala sobre o filho dos homens então a pergunta que nós temos que na verdade duas perguntas e nós temos que responder agora nessa aula primeiro Qual é a identidade nesse quarto reino e quais as evidências que apontam para essa identidade e em segundo lugar qual é a identidade do filho do homem mencionado aqui e uma vez que a gente então responder essas duas perguntas eu vou fazer algo diferente Nessa aula e também nas próximas visões eu vou analisar com vocês algumas implicações teológicas com isso daqui implica especialmente para nossa leitura o testamento também tá certo então no Versículo 23 veja que o Anjo ele disse o quarto animal será um quarto reino você voltar aqui certo você vai ver que eles primeiros são descritos como quatro Reis agora eles são descritos como quatro quatro reinos e aqui você tem o quarto reino na terra o texto diz que ele devorará toda a terra então isso aqui é uma primeira característica que nós precisamos guardar ele é um uma espécie de dominador do mundo conhecido lembre-se que aqui Daniel está na Babilônia Ok e que portanto essa toda a terra inclui a Babilônia depois a dito aqui que os dez chifres correspondem a dez Reis é isso nós podemos então implicar que os dez dedos também pode de Daniel Capítulo 2 também correspondem a dez Reis então aqui está um ponto crucial na nossa argumentação Ok em primeiro lugar é aqui nós podemos descartar pelo menos inicialmente Ou pelo menos nesse contexto de Daniel Ok e fica isso bem claro nós podemos descartar que no contexto do livro de Daniel ele esteja aqui se referindo ao império romano porque em primeiro lugar essa ideia de devorará toda a terra isso não se aplica o império romano porque o império romano não conseguiu conquistar todas as terras que o o reino da Grécia o reino macedônico conseguiu o império romano obteve diversas derrotas Inclusive durante o reino da Macedônia certo Inclusive durante o reino os gregos e mesmo depois que os romanos conseguiram assumir o poder sobre diversas regiões do império grego ele não conseguiu assumir é todo o reino eu todo o domingo do império grego portanto Isso parece bastante evidente que isso não se aplicam Império Romano não se tem Vista aqui Império Romano porque esse tivesse ido é complicado aqui profetizado Império Romano então isso não aconteceu pelo menos ainda certo em segundo lugar ele fala aqui que os 10 tipos correspondem a dez Reis não existe nenhuma referência histórica isso é atestado pelos próprios Defensores do Império Romano não existe nenhuma referência histórica que fale a respeito de dez Reis dentro do império romano com alguma significância em relação à a isso daqui que está sendo dito aqui sério mas a ao invés disso existe sim a existe sim comprovação Histórica de que depois da morte de Alexandre o Grande que foi o grande dominador grego macedônio eu tenho aqui a lista né do dos 10 reinos dos quais e pelos quais a Grécia foi dividido o reino ptolomáico do Egito o selêucida o macedônico o reino de pérgamo do ponto Dhabi tinha da Capadócia da meia da parte a e da bactéria então esses são dez reinos e de fato surgiram a partir do império babilônico então note não tire conclusões precipitadas ainda aqui dentro desse contexto aqui a referência parece bastante evidente que o quarto Reino de fato seria o o império o reino de Alexandre o Grande só que ele fala aqui desse Reino no quarto reino sugeriam 10 chips seriam dez Reis e depois desses dez chifres se levantaria um outros o que seria diferente dos primeiros e abaterá iria três dos dez Reis Ok então dentro desses 10 raiz três deles seriam abatidos por um décimo primeiro chifre que surgiria como resultado desses dez Reis historicamente pessoal isso daqui fala ou parece se referir às conquistas de antigo não o antigo Epifânio mas o seu pai então eu me refiro aqui aquele que é conhecido como Antico um grande parede Antico Epifânio Ok o quê que acontece antigo o grande quando ele assume o poder ele Conquista três desses reinos inicialmente ele Conquista primeiro o reino da Capadócia depois o reino da Armênia e depois ele torna a Kátia ele torna como vassalidade Conquista também a parte a e por fim ele Conquista também que era dominada pelos ptolomeus a Palestina então a Palestina aquilo que posteriormente seria chamada de Palestina né é era dominada pelo por pelos ptolomeus antigo com grande então foi quem Conquista isso daqui e naturalmente isso levanta um problema o ok porque é quem de fato fez essas esses essa descrição aqui no Versículo 25 em diante fui antíoco Epifânio o filho de antíoco o grande Ok e a solução que eu encontro para isso notic existe muita dificuldade aqui mas a solução que se encontra para isso é esse processo de Identificação do Rei com reino Ok por quê porque veja Nabucodonosor ele é o rei o primeiro rei ele é a cabeça de ouro mas quando a Babilônia ela foi tomada pela média pelos medos não era mas Nabucodonosor era o seu filho então existe uma ligação entre Nabucodonosor e o seu filho uma espécie de continuidade a diva no caso belsazar não era necessariamente filho mas era da linhagem de Nabucodonosor Então o que está em vista aqui certo é que esse pequeno chifre seria é o esse chifre que dominaria os outros três e depois proferia palavras contra o povo de Deus isso seria uma espécie de extensão de antíoco Epifânio de antigo grande com antigo Epifânio Ok então Aqui nós temos que ele proferia palavras contra o altíssimo e posteriormente eu vou mostrar para vocês a importância aqui dessa declaração então ele seria alguém que promoveria hostilidade contra o povo de Deus diretamente e mais uma vez quando os romanos dominar quem é Israel esse tipo de situação aqui ela não aconteceu mesmo na destruição lá no anos 70 aqui existe eu vou comentar sobre isso posteriormente que existe uma relação disso daqui com o que aconteceu lá no anos 70 com Israel Mas nem tudo isso daqui se aplica lá veja ele magoaria o povo os santos do Altíssimo ele cuidaria em mudar os tempos ou seja as festas e a Lei e quem fez isso foi antíoco Epifânio que chegou Epifânio ele proibiu os judeus que praticarem o jornalismo ele proibiu de guardarem o sábado ele proibiu de guardarem a lei certo o texto diz que os santos lhe serão entregues nas mãos e aí aqui ó por um tempo dois tempos e metade de um o que nós temos um outro elemento do livro de Daniel que faz parte desse enredo faz parte desse padrão Profético que posteriormente será repetir isso daqui vai ser repetido em outros momentos agora aqui do livro e será repetido também no Novo Testamento e a ideia aqui pessoal de um tempo dois tempos e metade de um tempo literalmente falando é três anos e meio Ok Isso é indiscutível que o que ele está falando um tempo dois tempos metade do tempo é três anos e meio a questão que nós precisamos atentar é que não livro de Daniel há 3 anos e meio isso não corresponde a uma previsão eu tentado enfatizar isso para vocês que a numerologia no livro de Daniel e nós vamos estudar isso mais fortemente quando chegarmos no capítulo 9 ela não está preocupada em prever a quantidade de tempo específica quando ele fala de um tempo dois tempos e metade de um tempo ele fala de um período relativamente curto essa ideia que por exemplo no livro de Apocalipse você vai ver que é o tempo de atuação do anticristo distinto do tempo do Reino é um reino de mil anos então a ideia aqui é que a Vitória por um longo período o juízo é por um período curto a tribulação é por um período curto e de fato a essas campanhas de antíoco Epifânio contra os judeus ela durou por volta de três anos certo não não foram cinco anos Não Foram dez anos não foi um ano foram por volta de três anos fazendo uma referência muito clara a este evento ou essa profecia aqui que é feita só que nós temos aqui um marcador daquilo que vai encerrar o daquilo Tim encerraria o as ações do quarto reino que no caso disse para vocês é o império grego é dito que depois então se aceitaria o tribunal para me tirar o do Minho para um destruir eo consumir até o fim e aí o texto diz que o reino e o domínio EA Majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados o povo dos Santos do Altíssimo e o seu reino será Rei na terra e os seus domínios o servirão e lhe obedeceram E aí pessoal aqui então nós precisamos agora responder a segunda pergunta Quem é o filho do homem mencionado no começo do capítulo lá é dito que os domingos os reinos seriam entregues para o filho do homem e no Versículo 27 redtupe esse reino esse do Minho no momento em que o anjo está interpretando seria dado ao povo dos Santos do Altíssimo certo então o que que você consegue perceber aqui que ao mesmo tempo que existe a descrição do filho do homem posteriormente esse filho do homem ele é chamado também de ovo o que isso então nos leva a concluir é que é O filho do homem Ele é uma pessoa mas ele é ao mesmo tempo um povo o povo que recebe o reino o povo que recebe a libertação dos nome do domínio das Nações e recebe do ancião de dias e recebe de Deus o seu reino e todos os domínios o servirão e lhe obedeceram o serviram a quem ao povo e ao Deus altíssimo nesse povo isso então nos indica que aqui está se falando a respeito de Israel tô indo seu ministério para as nações certo e muito uma assim muito rapidamente depois da escrita do livro de Daniel você encontra a literatura Judaica ali pessoalmente no período do segundo templo na literatura no judaísmo do segundo templo eles entendem que esse texto aqui ele é um texto messiânico ele é um texto que se aplica ao Messias e de Fato Novo Testamento vai entender assim também eu próprio Jesus vai aplicar o título de filho do homem para si portanto Aqui nós temos uma uma profecia de cinco reinos o reino da Babilônia O reino da média o reino da Pérsia o reino da Grécia e então o reino de Israel um OK aí então o texto termina falando aqui a respeito da reação de Daniel Então vamos lá lidar com as implicações teológicas daquilo que eu falei Ah tá certo primeiro lembre-se a ênfase de Daniel não é na previsão mas no plano de Deus em substituir os reinos das Nações pelo seu reino eterno o que que eu estou dizendo isso porque esse é o primeiro elemento para você entender o seguinte não foi e com a queda de antíoco Epifânio não é o surgimento do Reino de Deus tem isso não aconteceu embora pesquisadores liberais tentem falar que esse filho do homem é Judas macabeus e a respeito além da libertação de Israel das mãos do cliente e Fanho e dos macedônicos e depois da chegada dos Romanos mas o fato é que seguindo o conceito da própria literatura Judaica de reino isso não aconteceu depois de antigo efagno e muito menos aconteceu depois da queda do império romano certo então o que nós temos aqui não é uma previsão de que D o Tio Pepe fanyo começaria o reino assim como não tinha assim como não foi né Depois de Nabucodonosor que começa o reino dos medos mais de 30 anos depois se passaram ainda certo e também não foi depois de dar que começou o reino da peça não foi depois de Ciro que começou o reino da Babilônia depois de Ciro ainda houveram muitos uma linhagem muito grande de reis na prévia então isso daqui não é previsão pessoal isso daqui é enredo isso é plano é padrão Profético o que Daniel então está nos ensinando aqui é o padrão Profético de que os reinos deste mundo cederão lugar para o reino de Israel Esse é um padrão Profético Ok e que o padrão Profético ele já foi cumprido da Babilônia na média na Pérsia em alguns aspectos na Grécia mas não todos ainda Ok e o que é que nós vamos o que que vai acontecer eu vou até por lá aqui para o ponto 4 porque o que acontece é que quando você chega no Novo Testamento esse padrão Profético aqui que é que refere-se imediatamente no livro de Daniel ao império grego ele é aplicado ao império romano no tempo de Jesus e dos Apóstolos eles pegam que Daniel disse em e colocam como referência ao império romano você vai encontrar por exemplo em Apocalipse Capítulo 17 A menção aos dez chifres falando é uma relação desses dez chifres com os sete montes de Roma e inclusive nesse mesmo texto de Romanos 17 fala que a grande cidade aqui provavelmente naquele contexto se refere a uma ela se chama Babilônia então Note que o Novo Testamento ele entende Daniel com uma apresentação de padrões e não de previsões em que Roma naquele momento era quem representava esses padrões do quarto reino do reino deste mundo que cederia lugar ao reino de Cristo certo então isso também lá não seria um problema para a defesa da ideia desse livro aqui do Joel Richardson que afirma que na verdade o quarto rei não califado Romano ou desculpe o califado islâmico pode ser o que antes da vinda de Cristo o quarto reino ele seja representado pelo califado islâmico que os padrões colocados para o quarto reino compridos inicialmente antíoco Epifânio depois cumpridos também no Império Romano eles passem a ser cumpridos também pelo califado islâmico pode ser a gente precisa esperar o tempo dizer Ok em terceiro lugar eu já já viu 14 o ponto dois aqui não se pode dizer ao certo e Daniel refere-se A Primeira vinda de Cristo então alguns que defendem que o quarto Império ali ao Romano fala o que aqui se refere a vinda de Cristo quando Cristo veio ele inicia o seu reino Mas isso não não fica claro no livro de Daniel nós não podemos fazer esta afirmação pelo e não no Capítulo 7 ok e por fim o Novo Testamento claramente aplica o pequeno chifre ou esse 11º reino a figura do anticristo você vai ver por exemplo em segundo Tessalonicenses Capítulo 2 o apóstolo Paulo ele falando a respeito daquele que se levanta contra tudo o que é de Deus é a mesma ideia análoga ao que Daniel diz do da insolência de proferir palavras contra o altíssimo Então essa ideia de contra de anti é a ideia que se aplicou antigo Epifânio e que Paulo também está aqui aplicando ao o futuro personagem que perseguirá o povo de Deus no dia do Senhor Tá certo então embora houvesse um cumprimento histórico anterior ao é o Novo Testamento Deixa claro que esse é o quarto reino com seus elementos com os dez reinos com o antigo Epifânio certo ou o pequeno chifre tudo isso ainda tem uma aplicação no futuro do Povo de Deus tá certo espero que tenha ficado Claro na próxima aula então a gente entra no Capítulo 8 fique com Deus e até lá