Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 14/15 -Antonio Neto
07/06/2021Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 14/15 -Antonio Neto
Fonte: Escola Charles Spurgeon
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E aí [Música] E aí pessoal agora nós vamos para o capítulo 4 a gente encerrou então Capítulo 3 na aula passada e nessa aula nós vamos estudar o texto de Daniel Capítulo 4 Versículo 1 a 18 o capítulo 4 ele começa mais uma sessão no livro de Daniel que é a seção Central aqui nessa parte era maika nessa parte mais histórica do livro de Daniel então se você fizer uma uma análise mais cuidadosa daquilo que eu tenho falado para vocês você vai ver que de fato o capítulo um dois e três eles caminham numa espécie de progressão para chegar aquilo que vai ser dito nos Capítulos 4 e 5 ou aquilo que vai ser narrado nos Capítulos 4 e 5 porque nos Capítulos 4 e 5 nós temos agora um novo par de histórias a onde No primeiro par você tinha ali a narrativa de duas imagens e agora então de 2 Reis disciplinares o capítulo 4 ele claramente a paralela o capítulo 5 onde nós temos duas gerações de reis que são disciplinadas por Deus que são humilhados pelo Senhor o primeiro deles é o reino Nabucodonosor é o rei Nabucodonosor ou e depois um dos seus descendentes que é o rei belsazar Tá certo então o capítulo 4 o meu já vende-se aqui para vocês ele vai narrar um lápis e da história de Nabucodonosor dentro do livro ele é o capítulo que de certa forma encerra a narrativa em torno de Nabucodonosor e encerra essa progressão temática desde Deus entregando o reino de Jerusalém e nas suas mãos e agora Deus tomando Nabucodonosor nas suas mãos Deus fazendo com que Nabucodonosor reconheça que foi ele quem entregou Jerusalém nas suas mãos como um ato de Humilhação exemplificando então que todos aqueles que se exaltam perante o senhor e que se exaltam perante o seu povo eles em momento oportuno serão humilhados por Deus e reconheceram o domínio do Senhor então isso é uma um tema narrativo que vai progredindo desde o capítulo 1 até chegar aqui no capítulo quatro esse processo de exaltação de Nabucodonosor E então no capítulo quatro ele é humilhado e reconhece aquele que precisa de fato ser exaltado e como vocês também já sabem o Capítulo 4 me conta uma história relativamente fechada ele não é por exemplo a continuação de uma narrativa do capítulo 3 então essa parte histórica ela é uma coletânea de histórias de Palácio de tramas palacianas e essa Trama aqui do Capítulo 4 assim como a Trama do capítulo 3 ela também é organizada Em um formato que as Tico você percebe esse formato através daquilo que eu já mostrei para vocês dos paralelismos aqui temáticos das devidas partes do texto certo caso você eu não não ainda não tenha ouvido o que assumo é justamente esse recurso literário onde você organiza as ideias do texto através de uma programação paralela ok e as partes são devidamente paralelas umas às outras Então você vai perceber por exemplo que o prólogo aqui nos Versículos 1 a 3 é um de Nabucodonosor já anuncia a sua conclusão ele já anuncia aquilo que ele aprendeu essa é uma história contada na perspectiva de Nabucodonosor então ele afirma sua conclusão no seu prólogo e no final ele reafirma a sua conclusão certo Só corrigindo aqui a de 34 a 38 Ok e então depois disso ele recebe o sonho Capítulo 3 vezes Capítulo 4 e desculpe Versículos de 4 a 7 horas e a sua sessão paralela é quando esse sonho ele é cumprido quando o sonho é é executado certo então note aqui eu não vou comentar cada um desses Paralelos porque o que que o que que eu quero chamar a sua atenção através dessa construção sempre que você perceber a presença de um quiasma de uma construção que as tica você precisa entender que quando o escritor faz isso ele quer comunicar algo através da sua conclusão ele quer comunicar por exemplo através desses paralelos principais Mas acima Qual é a temática que vai ser abordada Ok mas o foco o seu foco é sempre no final das contas chamar você a olhar para o centro do que as para olhar aquilo que é o coração aquilo que é o destino central do quiasmo e o destino Central essa troca em que o e se dirige à Daniel agora Daniel é quem se dirige ao Rei então isso daqui é o que é chamado de diplodia chamado de uma espécie de clímax narrativo que é o momento em que o rei de nabo rei Nabucodonosor o rei de toda a Babilônia o homem mais poderoso que existe ele se coloca debaixo da orientação de Daniel e ele se coloca debaixo da orientação de Daniel é de uma forma extremamente abalada onde ele está humilhado onde ele está dependente de Daniel e e isso é tematicamente pessoal exibe um um traço muito importante a Teologia do Antigo Testamento que é a teologia que ensina que no final das contas as nações elas afluíram para Jerusalém para aprender a sua sabedoria para aprender a sabedoria do Rei de Jerusalém Então essa história ela é uma Espera ela ela meio que expressa essa verdade a verdade em que Nabucodonosor ele vai ou ele Depende de Daniel para adquirir a sabedoria que ele precisa para relacionar-se corretamente com o Deus de Israel então esse aqui é o centro da narrativa esse aqui a temática principal é como Deus ele 1 milhão Nabucodonosor tornando então dependente ou exibindo a sua fragilidade e tornando então o dente de Daniel e do Deus de Daniel e isso como uma imagem daquilo que acontecerá com todas as nações que se levantam contra o senhor e contra o seu povo e esse texto Então que nós vamos analisar os versículos 11 até o Versículo 18 ele é a primeira parte da narrativa a parte que vai veja aqui é a parte mais focada em Nabucodonosor certo que parte do prólogo então um da boca do nosor recebe o sonho ele fala para Daniel seu sonho certo ele fala para Daniel o sonho que teve Ele conta o sonho totalmente aqui para Daniel e então pede que Daniel o ajude no Versículo 18 e vamos aqui nessa aula analisar essa primeira parte e na segunda aula na próxima aula nós vamos olhar então a mudança de perspectiva onde agora a narrativa vai centrar-se na figura de Daniel Ok então nessa primeira parte a lição central Que Nós aprendemos ali nos primeiros 18 versículos lembre-se que aqui é Capítulo 1 Versículo Capítulo 4 Versículo de 1 a 18 a lição central Que Nós aprendemos aqui é que o domínio de Deus ele é exibido através da fragilidade do Reino dos reinos deste mundo lembre-se que essa mesma temática ela pode ser percebida nos dois capítulos anteriores em primeiro lugar quando o navio quando nos ou tem aquele sonho daquela imagem ele fica está eu te perturbado isso mostra a sua fragilidade diante do plano de Deus para as nações depois do capítulo 3 ele não consegue executar Sadraque Mesaque e abede-nego e suas exibir mais uma vez a sua fragilidade porque ele pergunta que Deus vai ajudar vocês então o Deus de Israel ajuda Sadraque Mesaque abdenego agora Nabucodonosor chega no auge da sua fragilidade a sua humilhação ela vai chegar no seu Whats e como a gente vai ver da próxima aula e a lição então que é ensinada aqui é que o domínio de Deus sobre as nações é exibido é demonstrado quando Deus estampa a fragilidade dos o mundo Deus ele deixa bastante claro que Nabucodonosor diante do Deus de Israel e diante do Povo de Deus ele é frágil ele é incapaz ele pode ser humilhado Essa é a grande lição ensinada aqui e essa parte Zinha então aqui no capítulo 1 Capítulo 4 desculpe mais uma vez Versículos de 1 a 18 ela é dividida nas seguintes partes primeiramente na proclamação da conclusão da Verdade que Nabucodonosor aprendeu e ele declara ali no seu prólogo depois a sua perturbação a descrição da sua perturbação da sua fragilidade depois em terceiro lugar a sua visão é a parte onde ele descreve a sua visão o Daniel e a quarta parte é a conclusão ou aprendizado que ele tira da sua própria fragilidade à medida que ele se coloca debaixo de Daniel ele se coloca como dependente de Daniel e da sua sabedoria então vamos aqui para a primeira parte e a parte da Proclamação essa primeira parte esse prólogo aqui pessoal ele segue um padrão que os historiadores já averiguaram Através de outros documentos que era um padrão típico de inscritos reais você tem essa afirmação aqui ó o rei Nabucodonosor a todos os povos todas as línguas que habitam sobre a terra paz vos seja multiplicada você vai encontrar esse padrão aqui de declaração em outros grandes em e por isso daquela época certo então Nabucodonosor ele reconhece aqui que ele é Imperador sobre diversas Nações quando ele fala todos os povos Nações que habitam em toda a terra você precisa entender que ele está se referindo em toda a terra conhecida por ele certo então ele está se referindo aqui a todo o império O que é algo muito interessante porque porque desde já você já sabe que essa é uma história de fraqueza Essa não é uma história de grandes conquistas Satan Nabucodonosor não está escrevendo para e para divulgar uma grande conquista militar ele está escrevendo para divulgar um ato de disciplina um ato de Humilhação um ato de derrota isso é algo extremamente significante pois exibir o tamanho da humilhação eu tanto que ele reconhece a disciplina vindo da parte do Senhor Às vezes as pessoas lendo esse texto elas se perguntam será que Nabucodonosor ele ele se tornou um crente para usar nosso nomenclatura de hoje será que ele se converteu Será que nós vamos encontrar Nabucodonosor no céu e meus irmãos através dessa descrição através desse Progresso em que Deus de certa forma abençoa Nabucodonosor visto que ele é a cabeça de ouro de os reinos deste mundo e também a forma como Deus abençoa Nabucodonosor humilhando ele dando em uma lição antes do Juízo Final Então os reinos deste mundo como Alexandre o Grande como Nero os grandes Reis da história da humanidade todos eles serão julgados no futuro mas aprouve a Deus trabalhar em humilhar Nabucodonosor em tempo então Nabucodonosor entendeu isso e não entendeu Quem era o Deus de Israel em tempo e ele Então divulga para todo o império aquilo que na Perspectiva humana é uma grande derrota mas certamente na perspectiva de Nabucodonosor isso seria uma grande vitória da sua parte ele diz que pareceu de bem tornar conhecidos os a mais e Maravilhas não entenda sinais e maravilhas aqui na Perspectiva moderna como se referindo a dons espirituais a atos milagrosos não sinais e maravilhas se refere aquilo que Deus fez a sua disciplina então quando ele chama a sua disciplina de um sinal e de uma maravilha ele está reconhecendo que isso vem da parte de Deus como é típico da literatura Apocalíptica ele diz com grandes são seus sinais com poderosas as suas Maravilhas ou seja ele já Reconhece aqui já é sua conclusão Qual foi a grande lição que ele aprendeu e que ele quer que todos no império não saibam que o seu O Reino é reino sempiterno que o seu domínio de geração em geração então ele está aqui celebrando o reino e um domínio de Deus Lembra quando eu falei sobre a estátua que Nabucodonosor sonhou com ela que eu falei e ali que o critério utilizado nas transmissões não é mais fraco outro é mais forte é uma questão de domínio é o questão de autoridade e aqui a grande eles são que Nabucodonosor Então aprendi é que o reino que o domínio de Deus é o que é eterno que os reinos humanos eles são passageiros e que Deus ele vai dizer isso na sua conclusão que Deus dá o reino ele dá o domínio para se ele quiser então aquilo que que é enfatizado desde o começo que Deus deu Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor aqui é o momento que Nabucodonosor reconhece isso e ele quer divulgar essa grande lição para todo o império então nessa segunda parte é a parte onde fica exibida a sua perturbação a sua fragilidade veja que ele começa aqui eu Nabucodonosor falando que ele estava sentindo uma aparente tranquilidade tranquilo em minha casa e feliz no meu Palácio nós sabemos meus irmãos que Nabucodonosor de fato foi um dos grandes imperadores da história aquilo que é chamado de as sete maravilhas do mundo antigo uma delas eram os Jardim e suspensos da Babilônia você ainda hoje existem é fotos imagens Você pode encontrar no Google vir palácios de construções incríveis ali na região do que era antigamente a Babilónia e hoje é o Iraque nós temos inscrições imagens desenhos antigos que representam isso que representam a grandeza do rei Nabucodonosor e também em uma das partes a em alguns textos atribuídos a Nabucodonosor que não são bíblicos você vai encontrar Nabucodonosor expressando a sua grandeza que ele então ia para o seu palácio e ele olhava para o seu palácio e eles celebrava a sua grandeza EA quantidade de Ohm as pessoas e Reis que estavam sujeitos a ele então ele começa aqui descrevendo numa forma onde ele diz eu estava tranquilo eu estava celebrando a minha grandeza E aí ele teve um sonho e ele começa a descrever esse sonho o espantou e os pensamentos me tubarão Então Houve aqui um sonho que o perturbou que exibiu o começou a exibir a sua fragilidade e aí ele então decretou que diversos sábios da Babilônia fossem a sua presença e o que nós percebemos é que muitos sábios correram para a sua presença mas imagino eu propositalmente Daniel não entrou ele preferiu mais uma vez entrar no final na presença do nabo Oi e o texto então diz que este sábios eles não conseguiram interpretar o sonho de Nabucodonosor E aí então é dito que por fim ou seja como se quando Nabucodonosor já não tinha mais esperança se apresentou o Daniel e aí interessantemente presta atenção nisso ele fala que cujo nome é Betel Sasá segundo nome do meu Deus ou seja ele está aqui nessa parte narrativa onde Nabucodonosor ainda superior ele ainda percebe-se superior a Daniel quando ele diz que ele mudou o nome de Daniel para o nome do seu Deus ele está afirmando aqui ainda a sua superioridade o tem e faz parte do Progresso narrativo é dito em e note como ele Analisa Daniel a luz de todo o seu ponto de vista naquele momento que ele tinha o espírito dos Deuses Santos ou seja ele julgava Daniel através de seus próprios Deuses ele chama Daniel de chefe dos magos diz que ele tinha o espírito dos Deuses Santos e ele então ordena que Daniel entregue para ele a sua interpretação e ele ainda insiste que os mistérios não são difíceis para Daniel então perceba aqui o como a narrativa o próprio na boca do nosor estilisticamente ou narrativamente descreve a situação ainda numa posição de perturbação mas ainda de superioridade nesse momento você não tem o nome de Deus em nenhum momento sendo citado Você não tem o reconhecimento de Deus do Deus de Israel em nenhum momento sendo citado aqui então nabucodonoso ainda está no processo Ele ainda está no anzol como se diz ele ainda está se balançando para reconhecer a grande verdade bom então ele descreve em aqui a sua visão a sua visão ela é descrita em duas partes na primeira parte ele descreve que ele viu uma árvore no meio da terra é a sua altura era grande elas era forte a sua altura chegava até o céu isso daqui nos lembra da Babilônia do da Torre de Babel desculpe certo como uma representação da imponência Urbana e era vista até os confins da terra então aqui em Nabucodonosor está ele teve um sonho de uma imagem que era muito comum naquela região do oriente ali que era descrição dos grandes reinos como grande árvores certo não existem imagens inscrições que descrevem os grandes reinos como grande árvores E cujas os seus Galhos são fonte de sustento para diversos povos de diversas Nações o texto diz que a sua folhagem era Formosa o fruto abundante debaixo dela animais veja aqui ó debaixo dela os animais existe aqui uma certa dose de ironia com que vai acontecer as aves do céu fazer humorada e os seus viventes se mantinham dela então essa aqui é a sua primeira parte do sonho da segunda parte do sonho é o que Imagino que deve ter perturbado Nabucodonosor porque ele diz que ele viu um vigilante um santo que descia do céu Aqui nós temos mais uma vez Nabucodonosor expressando a sua própria leitura daquilo que era um anjo então esse anjo ele Bom dia B Ribeiro a árvore cortei os Ramos dele e sai as folhas espalhar e o seu fruto a fugindo esse os animais debaixo dela mas a Cepa com as raízes deixarem na terra atada com cadeias de ferro e bronze essa ideia aqui de atadas com cadeias de ferro e bronze eram instrumentos de prisão para preservar certo ou seja cadeias que não se enferrujaram para elas serviam para preservar bem então ela seria molhado do Orvalho ela seria ainda cuidado E aí o texto jeans Mude seu coração para que não seja mais coração de homem mas que lhe seja dado o coração de animal e passa em sobre elas sete tempos então que eu quero está querendo dizer aqui é que a árvore que alinhava animais ela agora se tornaria como um animal então aqui você tem duas figuras extremamente comuns naquela época uma para representar o reino e outro para representar algo de Humilhação ser como um animal era algo extremamente humilhante e passa e sobre elas sete tempos a ideia de sete tempos é de o período que se deve passar o tempo perfeito Até que a disciplina seja executada E aí no Versículo 17 18 e não usou ele chega então a sua conclusão a respeito do sonho antes de depender de Daniel Ele diz esta sentença e esta ordem por mandado dos Santos a fim de que conheçam os viventes que o altíssimo tem o domínio sobre o reino dos homens ele o da aqui é o foco a quem quer e até o mais humilde dos homens constituem sobre eles bom então aqui você tem o começo da virada narrativa onde Nabucodonosor Agora se ele fala de Deus agora sim ele já entendi a implicação do sonho ele já entendi já entendeu é aonde isso vai chegar a sua perturbação não é porque ele não entendeu o sono a sua perturbação é quando eles entende a implicação daquilo que que significa o derrubar o derriçar o escorraçar essa árvore sobre a terra Então o texto jeans stove eu Nabucodonosor em sonhos tu pois cobre até os hazards a interpretação porque todos os sábios do Meu Reino mas mas tu podes pois há em ti o espírito dos Deuses Santos então AC Nabucodonosor ele se coloca sujeito a Deus esse Coloca sujeito a Daniel e a partir do versículo 19 nós temos agora a virada onde Daniel A a cena onde Daniel agora se coloca numa posição de domínio sobre Nabucodonosor Ok então a grande lição pessoal que Nós aprendemos aqui nessa porção é que o domínio pertence a Deus as nações pertencem ao Senhor em tempo oportuno Deus humilhar a a todo aquele que se exalta na sua presença ou se exalta sobre o seu povo Ok então vamos ficar por aqui vejo vocês na próxima aula até lá