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A fé vem pelo ouvir

Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 14/15 -Antonio Neto

Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 14/15 -Antonio Neto




Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
E aí pessoal agora nós vamos para o
capítulo 4 a gente encerrou então
Capítulo 3 na aula passada e nessa aula
nós vamos estudar o texto de Daniel
Capítulo 4 Versículo 1 a 18 o capítulo 4
ele começa mais uma sessão no livro de
Daniel que é a seção Central aqui nessa
parte era maika nessa parte mais
histórica do livro de Daniel então se
você fizer uma uma análise mais
cuidadosa daquilo que eu tenho falado
para vocês você vai ver que de fato o
capítulo um dois e três eles caminham
numa espécie de progressão para chegar
aquilo que vai ser dito nos Capítulos 4
e 5 ou aquilo que vai ser narrado nos
Capítulos 4 e 5 porque nos Capítulos 4 e
5 nós temos agora um novo par de
histórias
a onde No primeiro par você tinha ali a
narrativa de duas imagens e agora então
de 2 Reis disciplinares o capítulo 4 ele
claramente a paralela o capítulo 5 onde
nós temos duas gerações de reis que são
disciplinadas por Deus que são
humilhados pelo Senhor o primeiro deles
é o reino Nabucodonosor é o rei
Nabucodonosor ou e depois um dos seus
descendentes que é o rei belsazar Tá
certo então o capítulo 4 o meu já
vende-se aqui para vocês ele vai narrar
um lápis e da história de Nabucodonosor
dentro do livro ele é o capítulo que de
certa forma encerra a narrativa em torno
de Nabucodonosor e encerra essa
progressão temática desde Deus
entregando o reino de Jerusalém
e nas suas mãos e agora Deus tomando
Nabucodonosor nas suas mãos Deus fazendo
com que Nabucodonosor reconheça que foi
ele quem entregou Jerusalém nas suas
mãos como um ato de Humilhação
exemplificando então que todos aqueles
que se exaltam perante o senhor e que se
exaltam perante o seu povo eles em
momento oportuno serão humilhados por
Deus e reconheceram o domínio do Senhor
então isso é uma um tema narrativo que
vai progredindo desde o capítulo 1 até
chegar aqui no capítulo quatro esse
processo de exaltação de Nabucodonosor E
então no capítulo quatro ele é humilhado
e reconhece aquele que precisa de fato
ser exaltado e como vocês também já
sabem o Capítulo 4
me conta uma história relativamente
fechada ele não é por exemplo a
continuação de uma narrativa do capítulo
3 então essa parte histórica ela é uma
coletânea de histórias de Palácio de
tramas palacianas e essa Trama aqui do
Capítulo 4 assim como a Trama do
capítulo 3 ela também é organizada Em um
formato que as Tico você percebe esse
formato através daquilo que eu já
mostrei para vocês dos paralelismos aqui
temáticos das devidas partes do texto
certo caso você eu não não ainda não
tenha ouvido o que assumo é justamente
esse recurso literário onde você
organiza as ideias do texto através de
uma programação paralela ok
e as partes são devidamente paralelas
umas às outras Então você vai perceber
por exemplo que o prólogo aqui nos
Versículos 1 a 3 é um de Nabucodonosor
já anuncia a sua conclusão ele já
anuncia aquilo que ele aprendeu essa é
uma história contada na perspectiva de
Nabucodonosor então ele afirma sua
conclusão no seu prólogo e no final ele
reafirma a sua conclusão certo Só
corrigindo aqui a de 34 a 38 Ok e então
depois disso ele recebe o sonho Capítulo
3 vezes Capítulo 4 e desculpe Versículos
de 4 a 7 horas e a sua sessão paralela é
quando esse sonho ele é cumprido quando
o sonho é
é executado certo então note aqui eu não
vou comentar cada um desses Paralelos
porque o que que o que que eu quero
chamar a sua atenção através dessa
construção sempre que você perceber a
presença de um quiasma de uma construção
que as tica você precisa entender que
quando o escritor faz isso ele quer
comunicar algo através da sua conclusão
ele quer comunicar por exemplo através
desses paralelos principais Mas acima
Qual é a temática que vai ser abordada
Ok mas o foco o seu foco é sempre no
final das contas chamar você a olhar
para o centro do que as para olhar
aquilo que é o coração aquilo que é o
destino central do quiasmo e o destino
Central essa troca em que o
e se dirige à Daniel agora Daniel é quem
se dirige ao Rei então isso daqui é o
que é chamado de diplodia chamado de uma
espécie de clímax narrativo que é o
momento em que o rei de nabo rei
Nabucodonosor o rei de toda a Babilônia
o homem mais poderoso que existe ele se
coloca debaixo da orientação de Daniel e
ele se coloca debaixo da orientação de
Daniel é de uma forma extremamente
abalada onde ele está humilhado onde ele
está dependente de Daniel e e isso é
tematicamente pessoal exibe um um traço
muito importante
a Teologia do Antigo Testamento que é a
teologia que ensina que no final das
contas as nações elas afluíram para
Jerusalém para aprender a sua sabedoria
para aprender a sabedoria do Rei de
Jerusalém Então essa história ela é uma
Espera ela ela meio que expressa essa
verdade a verdade em que Nabucodonosor
ele vai ou ele Depende de Daniel para
adquirir a sabedoria que ele precisa
para relacionar-se corretamente com o
Deus de Israel então esse aqui é o
centro da narrativa esse aqui a temática
principal é como Deus ele 1 milhão
Nabucodonosor tornando então dependente
ou exibindo a sua fragilidade e tornando
então
o dente de Daniel e do Deus de Daniel e
isso como uma imagem daquilo que
acontecerá com todas as nações que se
levantam contra o senhor e contra o seu
povo e esse texto Então que nós vamos
analisar os versículos 11 até o
Versículo 18 ele é a primeira parte da
narrativa a parte que vai veja aqui é a
parte mais focada em Nabucodonosor certo
que parte do prólogo então um da boca do
nosor recebe o sonho ele fala para
Daniel seu sonho certo ele fala para
Daniel o sonho que teve Ele conta o
sonho totalmente aqui para Daniel e
então pede que Daniel o ajude no
Versículo 18
e vamos aqui nessa aula analisar essa
primeira parte e na segunda aula na
próxima aula nós vamos olhar então a
mudança de perspectiva onde agora a
narrativa vai centrar-se na figura de
Daniel Ok então nessa primeira parte a
lição central Que Nós aprendemos ali nos
primeiros 18 versículos lembre-se que
aqui é Capítulo 1 Versículo Capítulo 4
Versículo de 1 a 18 a lição central Que
Nós aprendemos aqui é que o domínio de
Deus ele é exibido através da
fragilidade do Reino dos reinos deste
mundo lembre-se que essa mesma temática
ela pode ser percebida nos dois
capítulos anteriores em primeiro lugar
quando o navio quando nos ou tem aquele
sonho daquela imagem ele fica está
eu te perturbado isso mostra a sua
fragilidade diante do plano de Deus para
as nações depois do capítulo 3 ele não
consegue executar Sadraque Mesaque e
abede-nego e suas exibir mais uma vez a
sua fragilidade porque ele pergunta que
Deus vai ajudar vocês então o Deus de
Israel ajuda Sadraque Mesaque abdenego
agora Nabucodonosor chega no auge da sua
fragilidade a sua humilhação ela vai
chegar no seu Whats e como a gente vai
ver da próxima aula e a lição então que
é ensinada aqui é que o domínio de Deus
sobre as nações é exibido é demonstrado
quando Deus estampa a fragilidade dos
o mundo Deus ele deixa bastante claro
que Nabucodonosor diante do Deus de
Israel e diante do Povo de Deus ele é
frágil ele é incapaz ele pode ser
humilhado Essa é a grande lição ensinada
aqui e essa parte Zinha então aqui no
capítulo 1 Capítulo 4 desculpe mais uma
vez Versículos de 1 a 18 ela é dividida
nas seguintes partes primeiramente na
proclamação da conclusão da Verdade que
Nabucodonosor aprendeu e ele declara ali
no seu prólogo depois a sua perturbação
a descrição da sua perturbação da sua
fragilidade depois em terceiro lugar a
sua visão é a parte onde ele descreve a
sua visão
o Daniel e a quarta parte é a conclusão
ou aprendizado que ele tira da sua
própria fragilidade à medida que ele se
coloca debaixo de Daniel ele se coloca
como dependente de Daniel e da sua
sabedoria então vamos aqui para a
primeira parte e a parte da Proclamação
essa primeira parte esse prólogo aqui
pessoal ele segue um padrão que os
historiadores já averiguaram Através de
outros documentos que era um padrão
típico de inscritos reais você tem essa
afirmação aqui ó o rei Nabucodonosor a
todos os povos todas as línguas que
habitam sobre a terra paz vos seja
multiplicada você vai encontrar esse
padrão aqui de declaração em outros
grandes em
e por isso daquela época certo então
Nabucodonosor ele reconhece aqui que ele
é Imperador sobre diversas Nações quando
ele fala todos os povos Nações que
habitam em toda a terra você precisa
entender que ele está se referindo em
toda a terra conhecida por ele certo
então ele está se referindo aqui a todo
o império O que é algo muito
interessante porque porque desde já você
já sabe que essa é uma história de
fraqueza Essa não é uma história de
grandes conquistas Satan Nabucodonosor
não está escrevendo para
e para divulgar uma grande conquista
militar ele está escrevendo para
divulgar um ato de disciplina um ato de
Humilhação um ato de derrota isso é algo
extremamente significante pois exibir o
tamanho da humilhação eu tanto que ele
reconhece a disciplina vindo da parte do
Senhor Às vezes as pessoas lendo esse
texto elas se perguntam será que
Nabucodonosor ele ele se tornou um
crente para usar nosso nomenclatura de
hoje será que ele se converteu Será que
nós vamos encontrar Nabucodonosor no céu
e meus irmãos através dessa descrição
através desse Progresso em que Deus de
certa forma abençoa Nabucodonosor visto
que ele é a cabeça de ouro de
os reinos deste mundo e também a forma
como Deus abençoa Nabucodonosor
humilhando ele dando em uma lição antes
do Juízo Final Então os reinos deste
mundo como Alexandre o Grande como Nero
os grandes Reis da história da
humanidade todos eles serão julgados no
futuro mas aprouve a Deus trabalhar em
humilhar Nabucodonosor em tempo então
Nabucodonosor entendeu isso e não
entendeu Quem era o Deus de Israel em
tempo e ele Então divulga para todo o
império aquilo que na Perspectiva humana
é uma grande derrota mas certamente na
perspectiva de Nabucodonosor isso seria
uma grande vitória da sua parte ele diz
que pareceu de bem tornar conhecidos os
a mais e Maravilhas não entenda sinais e
maravilhas aqui na Perspectiva moderna
como se referindo a dons espirituais a
atos milagrosos não sinais e maravilhas
se refere aquilo que Deus fez a sua
disciplina então quando ele chama a sua
disciplina de um sinal e de uma
maravilha ele está reconhecendo que isso
vem da parte de Deus como é típico da
literatura Apocalíptica ele diz com
grandes são seus sinais com poderosas as
suas Maravilhas ou seja ele já Reconhece
aqui já é sua conclusão Qual foi a
grande lição que ele aprendeu e que ele
quer que todos no império não saibam que
o seu
O Reino é reino sempiterno que o seu
domínio de geração em geração então ele
está aqui celebrando o reino e um
domínio de Deus Lembra quando eu falei
sobre a estátua que Nabucodonosor sonhou
com ela que eu falei e ali que o
critério utilizado nas transmissões não
é mais fraco outro é mais forte é uma
questão de domínio é o questão de
autoridade e aqui a grande eles são que
Nabucodonosor Então aprendi é que o
reino que o domínio de Deus é o que é
eterno que os reinos humanos eles são
passageiros e que Deus ele vai dizer
isso na sua conclusão que Deus dá o
reino ele dá o domínio para
se ele quiser então aquilo que que é
enfatizado desde o começo que Deus deu
Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor aqui
é o momento que Nabucodonosor reconhece
isso e ele quer divulgar essa grande
lição para todo o império então nessa
segunda parte é a parte onde fica
exibida a sua perturbação a sua
fragilidade veja que ele começa aqui eu
Nabucodonosor falando que ele estava
sentindo uma aparente tranquilidade
tranquilo em minha casa e feliz no meu
Palácio nós sabemos meus irmãos que
Nabucodonosor de fato foi um dos grandes
imperadores da história aquilo que é
chamado de as sete maravilhas do mundo
antigo uma delas eram os Jardim
e suspensos da Babilônia você ainda hoje
existem é fotos imagens Você pode
encontrar no Google vir palácios de
construções incríveis ali na região do
que era antigamente a Babilónia e hoje é
o Iraque nós temos inscrições imagens
desenhos antigos que representam isso
que representam a grandeza do rei
Nabucodonosor e também em uma das partes
a em alguns textos atribuídos a
Nabucodonosor que não são bíblicos você
vai encontrar Nabucodonosor expressando
a sua grandeza que ele então ia para o
seu palácio e ele olhava para o seu
palácio e eles celebrava a sua grandeza
EA quantidade de Ohm
as pessoas e Reis que estavam sujeitos a
ele então ele começa aqui descrevendo
numa forma onde ele diz eu estava
tranquilo eu estava celebrando a minha
grandeza E aí ele teve um sonho e ele
começa a descrever esse sonho o espantou
e os pensamentos me tubarão Então Houve
aqui um sonho que o perturbou que exibiu
o começou a exibir a sua fragilidade e
aí ele então decretou que diversos
sábios da Babilônia fossem a sua
presença e o que nós percebemos é que
muitos sábios correram para a sua
presença mas imagino eu propositalmente
Daniel não entrou ele preferiu mais uma
vez entrar no final na presença do nabo
Oi e o texto então diz que este sábios
eles não conseguiram interpretar o sonho
de Nabucodonosor E aí então é dito que
por fim ou seja como se quando
Nabucodonosor já não tinha mais
esperança se apresentou o Daniel e aí
interessantemente presta atenção nisso
ele fala que cujo nome é Betel Sasá
segundo nome do meu Deus ou seja ele
está aqui nessa parte narrativa onde
Nabucodonosor ainda superior ele ainda
percebe-se superior a Daniel quando ele
diz que ele mudou o nome de Daniel para
o nome do seu Deus ele está afirmando
aqui ainda a sua superioridade o tem
e faz parte do Progresso narrativo é
dito em e note como ele Analisa Daniel a
luz de todo o seu ponto de vista naquele
momento que ele tinha o espírito dos
Deuses Santos ou seja ele julgava Daniel
através de seus próprios Deuses ele
chama Daniel de chefe dos magos diz que
ele tinha o espírito dos Deuses Santos
e ele então ordena que Daniel entregue
para ele a sua interpretação e ele ainda
insiste que os mistérios não são
difíceis para Daniel então perceba aqui
o como a narrativa o próprio na boca do
nosor estilisticamente ou narrativamente
descreve a situação ainda numa posição
de perturbação mas ainda de
superioridade nesse momento você não tem
o nome de Deus em nenhum momento sendo
citado Você não tem o reconhecimento de
Deus do Deus de Israel em nenhum momento
sendo citado aqui então nabucodonoso
ainda está no processo Ele ainda está no
anzol como se diz ele ainda está se
balançando para reconhecer a grande
verdade
bom então ele descreve em aqui a sua
visão a sua visão ela é descrita em duas
partes na primeira parte ele descreve
que ele viu uma árvore no meio da terra
é a sua altura era grande elas era forte
a sua altura chegava até o céu isso
daqui nos lembra da Babilônia do da
Torre de Babel desculpe certo como uma
representação da imponência Urbana e era
vista até os confins da terra então aqui
em Nabucodonosor está ele teve um sonho
de uma imagem que era muito comum
naquela região do oriente ali que era
descrição dos grandes reinos como grande
árvores certo não existem imagens
inscrições que descrevem os grandes
reinos como grande árvores
E cujas os seus Galhos são fonte de
sustento para diversos povos de diversas
Nações o texto diz que a sua folhagem
era Formosa o fruto abundante debaixo
dela animais veja aqui ó debaixo dela os
animais existe aqui uma certa dose de
ironia com que vai acontecer as aves do
céu fazer humorada e os seus viventes se
mantinham dela então essa aqui é a sua
primeira parte do sonho da segunda parte
do sonho é o que Imagino que deve ter
perturbado Nabucodonosor porque ele diz
que ele viu um vigilante um santo que
descia do céu Aqui nós temos mais uma
vez Nabucodonosor expressando a sua
própria leitura daquilo que era um anjo
então esse anjo ele
Bom dia B Ribeiro a árvore cortei os
Ramos dele e sai as folhas espalhar e o
seu fruto a fugindo esse os animais
debaixo dela mas a Cepa com as raízes
deixarem na terra atada com cadeias de
ferro e bronze essa ideia aqui de atadas
com cadeias de ferro e bronze eram
instrumentos de prisão para preservar
certo ou seja cadeias que não se
enferrujaram para elas serviam para
preservar bem então ela seria molhado do
Orvalho ela seria ainda cuidado
E aí o texto jeans Mude seu coração para
que não seja mais coração de homem mas
que lhe seja dado o coração de animal e
passa em sobre elas sete tempos então
que eu quero está querendo dizer aqui é
que a árvore que alinhava animais ela
agora se tornaria como um animal então
aqui você tem duas figuras extremamente
comuns naquela época uma para
representar o reino e outro para
representar algo de Humilhação ser como
um animal era algo extremamente
humilhante e passa e sobre elas sete
tempos a ideia de sete tempos é de o
período que se deve passar o tempo
perfeito Até que a disciplina seja
executada E aí no Versículo 17 18
e não usou ele chega então a sua
conclusão a respeito do sonho antes de
depender de Daniel Ele diz esta sentença
e esta ordem por mandado dos Santos a
fim de que conheçam os viventes que o
altíssimo tem o domínio sobre o reino
dos homens ele o da aqui é o foco a quem
quer e até o mais humilde dos homens
constituem sobre eles
bom então aqui você tem o começo da
virada narrativa onde Nabucodonosor
Agora se ele fala de Deus agora sim ele
já entendi a implicação do sonho ele já
entendi já entendeu
é aonde isso vai chegar a sua
perturbação não é porque ele não
entendeu o sono a sua perturbação é
quando eles entende a implicação daquilo
que que significa o derrubar o derriçar
o escorraçar essa árvore sobre a terra
Então o texto jeans stove eu
Nabucodonosor em sonhos tu pois cobre
até os hazards a interpretação porque
todos os sábios do Meu Reino mas mas tu
podes pois há em ti o espírito dos
Deuses Santos então AC Nabucodonosor ele
se coloca sujeito a Deus esse Coloca
sujeito a Daniel e a partir do versículo
19 nós temos agora a virada onde Daniel
A
a cena onde Daniel agora se coloca numa
posição de domínio sobre Nabucodonosor
Ok então a grande lição pessoal que Nós
aprendemos aqui nessa porção é que o
domínio pertence a Deus as nações
pertencem ao Senhor em tempo oportuno
Deus humilhar a a todo aquele que se
exalta na sua presença ou se exalta
sobre o seu povo Ok então vamos ficar
por aqui vejo vocês na próxima aula até
lá