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A fé vem pelo ouvir

Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 8/15 -Antonio Neto

Exposição em DANIEL (Parte I) Aula 8/15 -Antonio Neto




Fonte: Escola Charles Spurgeon

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
E aí
o ok irmãos então agora nós vamos partir
para o Capítulo de número dois aqui do
livro de Daniel e esse capítulo ele se
divide em três partes eu vou falar sobre
isso com vocês nessa aula nós vamos
analisar a primeira parte que é que vai
dos Versículos um até o Versículo 16 e
bem como a gente viu o capítulo um ele é
uma espécie de prólogo que nos prepara
para a leitura de todo o livro ele faz
um certo paralelo com o capítulo 12 a
gente ainda vai se aprofundar de nisso
um pouco mais para frente mas agora nós
vamos para uma sessão do livro de Daniel
nos Capítulos 2 e nos Cap nos Capítulos
2 e 3 que são centrados em torno de duas
imagens uma imagem que Nabucodonosor
Sônia no capítulo 2 e uma imagem que ele
produz para ser adorado
e no capítulo três então livro de Daniel
ele gosta de trabalhar com diversos
tipos de de sequenciamentos de ordens
então ele vai trabalhar aqui dois
personagens duas imagens depois
Nabucodonosor belsazar então
constantemente nesse tipo de
sequenciamento de dois agora eu quero
chamar a sua atenção para alguns
detalhes fundamentais e que precisam ser
considerados a partir de agora que nós
estamos entrando no capítulo dois
primeiro quanto à questão da estrutura
literária o capítulo 2 a partir do
capítulo 2 até o Capítulo 7 nós
encontramos aqui uma estrutura quiástica
ok
Oi aqui é chamado de quiasmo o que que é
o que as no caso você nunca tenha visto
isso eu vou dar uma breve explicação na
escrita Judaica é muito comum a
existência de paralelismos e diversos
tipos de paralelismos você tem
paralelismo sinonímico que é quando um
alguém fala uma uma sentença e depois
ele repete a mesma ideia só que com
outras palavras nós encontramos também
um paralelismo de contrários quando
alguém fala algo e no no seu paralelo
ele fala o oposto disso Isso é muito
comum do Livro de Provérbios e um desses
tipos de paralelo também é chamado de
quiasmo
e como é que funciona o que as mãos
normalmente o que é asma ele funciona
basicamente na seguinte estrutura AB b a
onde essa sentença que faz paralelo a
esta e esta sentença B faz paralelo a
esta sentença de um ok então normalmente
isso aqui é estrutura básica de um
quiasmo essa parte Sinhá aqui B ela é
chamado de um centro do quiasmo que
normalmente é para onde o escritor está
querendo enfatisar aquilo que ele está
querendo chamar a atenção nem sempre Mas
normalmente é isso que acontece Então
como é que você identifica a presença de
um quiasmo você identifica isso através
de parar
o piso as vezes em um determinado o
texto você tem paralelismos através de
sinônimos de palavras parecidas de
ideias parecidas em textos mais curtos
só que você vai encontrar paralelismos
temáticos ideias muito parecidas e às
vezes textos mais distantes uns dos
outros mas que são paralelos e isso pode
ser percebido pela mesma temática às
vezes pelo mesmo uso de jogo de palavras
e etc então que asma é algo que você vai
encontrar na Bíblia toda o que em tanto
no antigo testamento quanto no Novo
Testamento existe que asma por exemplo
de Romanos Capítulo 5 até Romanos
Capítulo 8 sendo que o Capítulo cinco é
paralela 8 Capítulo 6 é paralela ao 7
então enfim quiasmo você vai encontrar
em toda a bíblia agora aqui no livro de
Daniel
se você encontra alguns diferentes que
as mãos um desses e um dos mais
importantes é esse e vai do capítulo 2
até o Capítulo 7 e é justamente a sessão
escrita em aramaico do livro de Daniel
Ok o capítulo 2 que é o capítulo que
fala a respeito do sonho de
Nabucodonosor ele tem essa seguinte
temática os reinos das Nações e o reino
do Messias porque tanto no capítulo dois
tanto a visão do capítulo 2 quanto a
visão à revelação do Capítulo 7 fala a
respeito dessa sucessão de reinos
substituído pelo reino do Messias Essa é
a mesma temática do capítulo 2 e do
Capítulo 7 no Capítulo 3
e nós encontramos a história do
Livramento da fornalha pelos amigos dos
amigos de Daniel e no capítulo 6 o
livramento dos leões por parte de Daniel
Nas duas situações nós encontramos aqui
Daniel e os seus amigos se recusando a
submeter-se a idolatria ou a ordens que
avançam contra a fé EA o compromisso que
eles têm com Deus de Israel e aí você
chega no capítulo 4 e então tem ali a
humilhação de Nabucodonosor e no
capítulo 5 a humilhação de belsazar E aí
você percebe que enquanto as partes
maiores Capítulo 12 Capítulo 7 falam dos
reinos das Nações isso vai se afunilando
até
a humilhação de Nabucodonosor belsazar
certo tudo isso forma então uma um
sequenciamento tem matico que tem o
propósito de demonstrar a fraqueza dos
reinos deste mundo quem tem o propósito
de demonstrar que os reinos deste mundo
eles são temporais eles são passageiros
eles são frágeis diante de Deus eles não
são poderosos diante de Deus tão
constantemente isso vai sendo enfatizado
você vai encontrar a medida que esses
textos pro seguem você vai encontrar um
processo de exibição de que o Deus de
Israel ele ele é mais poderoso do que os
deuses das nações ele
e de fato aquele que é o senhor de todas
as nações e isso é exibido
sistematicamente e um detalhe
interessante é que muito embora a
Babilónia esteja dominando e Israel o
Deus de Israel é quem domina a Babilônia
certo e isso vai vai ser deixado
bastante Claro aqui e não apenas o Deus
de Israel é quem domina a Babilônia como
ele é aquele que domina o curso das
Nações até a chegada do reino do Messias
Tá bom então esse aqui é o o esboço
Literário de toda esta sessão Ok e o
outra outro ponto que eu quero chamar
sua atenção é então agora sobre esse
texto aqui
fim do Capítulo dois Versículos de 1 a
16 então como eu disse a você isso o
Capítulo dois ele é dividido em três
partes Ok sendo que na primeira parte
você vai encontrar a descrição do sonho
de Nabucodonosor na segunda parte você
vai encontrar a interpretação do sonho a
descrição do sonho por Daniel e na
terceira parte interpretação do sonho de
Nabucodonosor Então essas três sessões
formam aqui o capítulo 2 e tem como o
seu tema geral Capítulo dois tem como o
seu tema geral a descrição da fraqueza
da temporalidade dos reinos deste mundo
EA sua substituição do reino de Israel a
partir do Messias de Israel
Oi e o Capítulo dois nessa primeira
parte nos Versículos 1 a 16 enfatiza
então a fraqueza dos reinos deste mundo
obviamente que o texto tá falando aqui
de Nabucodonosor e dos seus sábios então
de forma mais direta ele vai falar aqui
a fraqueza da Babilônia a fraqueza do
Rei da Babilônia e dos seus príncipes e
dos seus sábios no entanto a história de
Nabucodonosor ela é Mulan a história das
Nações a própria imagem que
Nabucodonosor tem no seu sonho em que o
seu reino é substituído por outro e por
outro mostra a fragilidade dos reinos
deste mundo diante do Senhor e essa
então a ímpar cê aqui dos versículos
a 16 demonstrar a fragilidade de
Nabucodonosor e dos seus sábios
demonstrar a sua fraqueza e enfatizando
aquilo que eu acabei de falar para vocês
que muito embora a Babilônia esteja
sobre Israel ela não está sobre o rei de
Israel e esse texto do Capítulo dois
Versículos de 1 a 16 ele pode ser se
dividido em três partes caso você vai
ensinar o pregar nesse texto você pode
seguir esse esquema na primeira parte
fala a respeito de um sonho perturbador
de Nabucodonosor Versículos de 1 a 3
depois Versículos de 4 a 11 a sua ordem
perturbadora a sua ordem que perturba
aqueles os sábios da Babilônia e em
um lugar uma sentença perturbadora e
note aqui a ênfase que eu estou dando no
termo perturbador porque esse isso daqui
é o que revela a fraqueza os reinos
deste mundo e eles diante das grandezas
de Deus eles ficam perturbados eles
ficam perdidos por não saberem lidar com
a grandeza do Deus de Israel Começando
aqui com a primeira parte que fala a
respeito do sonho a um detalhe
interessante iniciar o pessoal é que
aqui você tem um marcador de um marcador
literário Ok quando ele diz no segundo
ano do Reinado de da boca do nosor isso
daqui é um marcador literário o que que
seria o marcador literário é quando um
e do escritor ele utiliza determinado as
sentenças para marcar uma sessão certo
você vai encontrar isso também em outros
textos das sagradas escrituras como por
exemplo no Salmo 119 onde cada letra do
alfabeto hebraico é um marcador
literário ali começando um novo um novo
Versículo aqui e você vai encontrar no
Capítulo 2 Versículo 1 depois lá no
Capítulo 8 no capítulo 9 e no capítulo
10 esse marcador afirmando o nome de um
do rei e a data uma espécie de data
certo então só a título de exemplo aqui
eu estou abrindo a Bíblia na sua frente
no programa insulte aqui olha lá no
Capítulo 8 ele diz no terceiro ano do
é de belsazar depois Capítulo 9 no
primeiro ano de daria o filho de Assuero
e depois no capítulo 10 no terceiro ano
de Ciro rei da Pérsia então Aqui você
encontra um marcador literário e esse
marcador literário todos eles eles
ocorrem na língua hebraica Ok então esse
essa porção do Capítulo 2
e ele ainda está em hebraico a sessão em
aramaico texto aramaico ele só começa de
fato a partir do Versículo 4 na resposta
dos caldeus para Nabucodonosor certo
então aqui você tem a sessão em hebraico
que está indicando para gente que ele
vai começar uma nova sessão outro
detalhe importante que eu deveria eu
deveria ter mencionado antes acabei não
mencionando é que esse marcador nos
indica que vai ser narrado um evento
aqui assim como os demais marcadores lá
partir do capítulo 8 9 e 10 só que entre
o capítulo 2 e o Capítulo 8 9 e 10 você
encontra mais seis eventos Ok então cá
12 capítulos 8 9 e 10 são mar com quatro
eventos marcados aqui na língua hebraica
Mas entre eles você tem a descrição ali
demais seis eventos no caso de mais seis
a texto seis Capítulos ali e cada
capítulo narrando um evento fazendo um
total de eventos no livro de Daniel de
10 como eu já expliquei para vocês que o
número 10 ele é um número especial ele é
um número importante no livro de Daniel
pois descreve uma espécie de completude
no livro de Daniel então Daniel organiza
o seu livro em 10 eventos esse alguns
desses eventos misturam Store
a visão outros desses eventos a partir
ali no capítulo 7 em diante você tem
focados apenas em visões Tá bom então
vamos lá o texto aqui diz Então faz esse
marcador foi no segundo ano do Reinado
de Nabucodonosor alguns estudiosos
marcam aqui um um problema de hidratação
certo porque é dito aqui que foi no
segundo ano do Reinado de Nabucodonosor
que ele teve esse sonho e então ele
chama Daniel como um dos sábios e a
gente sabe que levaria a pelo menos três
anos para Daniel se tornar um sábio da
Babilônia Então como é que em Daniel
demoraria três anos autorizado por
Nabucodonosor e aqui você tá pelo ainda
no segundo ano ok então isso aqui é um
problema que os estúdios
é obviamente não é um problema sem
solução Existem várias propostas de
solução para isso daqui certo inclusive
baseados na questão dos anos da
Babilônia e na na ideia de que levaria
Mais mais pelo menos mais um ano aqui
para que Daniel fosse de fato
reconhecido como um sabe mas aqui ele já
estava com um sábio Mas enfim vamos
continuar aqui no texto diz que
Nabucodonosor Então teve um sonho e aí
nós ouvimos que ele se perturbou
internamente e ele perdeu o seu sono o
texto Então nos avisa que ele mandou
chamar os magos e encantadores isso
daqui nós já vimos no texto anterior o
capítulo 1 que Magos dizem respeito a
sabe
os estudiosos ali dá daquela região do
oriente E especialmente voltados para a
Astrologia enquanto os encantadores eram
aqueles que haviam recebido a sabedoria
egípcia focados mais na espécie de da
manipulação na magia ou coisas do tipo
como a gente encontra por exemplo no
livro de Gênesis mas o texto também diz
que Nabucodonosor chamou também os
Feiticeiros e os feiticeiros eram
aquelas pessoas que lidavam com
bruxarias inclusive envolvidos com uso
de elementos entorpecentes eram pessoas
que estudavam o transe EA magia negra
como nós chamamos nos dias de hoje e é
dito também que ele manda chamar os
caldeus e de
a fazer recai toda sobre os caldeus
porque o termo caldeu no livro de Daniel
é e também outros livros da Bíblia ele é
utilizado com duas ervas uma ênfase é
uma ênfase étnica referindo-se à etnia
do reino de Nabucodonosor na Babilônia
eles eram os caldeus mas isso daqui
também se refere aos sacerdotes aos
religiosos Eles não eram simplesmente
estudiosos Mas eles eram os religiosos
que cuidavam no palácio do Rei então A
ideia é que sabe que Nabucodonosor ficou
tão perturbado com o seu sonho que ele
chamou todo o seu arsenal de sábios e o
seu interesse era que ele
que parassem ao Rei duas coisas primeiro
quais eram os seus sonhos e depois a sua
interpretação certo então o rei jeans
para eles tive um sonho e para saber o
sonho está perturbado o meu espírito
então aqui na rua com donosor parece não
ter consciência de qual foi o sonho que
ele teve e muito menos do seu
significado isso a gente todos nós
sabemos a que Isso é perfeitamente
possível de acontecer isso já aconteceu
diversas vezes comigo Imagino com você
também quando você acorda e você sabe
que sonhou você tá sentindo os efeitos
desse sonho mas você não sabe o que você
sonhou
é uma coisa natural que então estava
acontecendo com Nabucodonosor e ele não
sabia ali o que estava acontecendo
e o que que nós percebemos aqui primeiro
pedir naturalmente naturalmente pela
interpretação de Daniel bem trouxe esse
sonho para Nabucodonosor Foi Deus Ok
então Deus está por trás deste sonho
para Nabucodonosor o que nos mostra aqui
certo que embora Nabucodonosor fosse um
rei extremamente Poderoso Ele era um rei
frágil diante de Deus ele era um rei que
conseguia ser vencido um sonho ele era
um rei que era inferior
e são mero sonho dado a ele por Deus Ok
então aqui você já é semi esse traço de
humilhação de Nabucodonosor diante de
Deus traço esse que vai apenas se
afunilando até a chegada no capítulo 4 a
segunda parte agora nós temos aqui a o
pedido perturbador de Nabucodonosor essa
essa parte Sinhá ela é organizada em
torno das três respostas dos caldeus no
Versículo 4 versículo 7 no Versículo 10
a primeira os caldeus então a disseram
ao rei em aramaico então Aqui começa a
Sessão em aramaico de Daniel Ok então
Aqui começa oficialmente a sessão em
aramaico de Daniel você talvez se você
não sai do aramaico
E era uma língua comum na Babilônia
durante o período de Nabucodonosor era a
língua comum que se falava não só ali
como em toda aquela região então eles
pedem para que dá na boca gozou revele a
eles o sonho e eles então daria a
interpretação Note que quem toma a
frente dos sábios são os caldeus são os
religiosos mostrando que existe uma
diferença entre os sábios puramente
intelectuais e os religiosos Os
Religiosos eram aqueles mais voltados
para as ações Sobrenaturais havia o
reconhecimento de que o sonho por vezes
poderia ser um ato de Revelação
Sobrenatural por isso ele chama aqui os
religiosos e os religiosos tomam a
frente
bom então o rei faz aqui uma sentença
uma uma ordem muito perturbadora que
eles precisavam revelar não apenas qual
era o sonho como também a sua
interpretação sobre pena de morte deles
e das suas casas certo mas se eles
fizessem isso eles receberiam todo o
toda sorte de bençãos por parte de
Nabucodonosor então perceba aqui nessas
duas partes vizinhas a a forma como
Nabucodonosor ainda insiste em manter a
sua soberania em manter o seu controle
Mas então os seus servos AC os caldeus
diz que respondem para ele diga o rei o
sonho a seus servos e lhe darei
interpretação ou seja eles
e assim aqui a sua fragilidade Eles não
sabem revelar Qual o sonho de
Nabucodonosor teve o rei então desconfia
que eles estavam querendo ganhar tempo
certo tem como se eles estivessem
querendo que se o rei dissesse Qual é o
sonho eles iriam criar ali qualquer
interpretação Ok então ele faz mais uma
vez aqui é a sua sentença se não me
fizeres sabe fazer saber o sonho uma só
sentença será a vossa que é essa que ele
já vida aclarado então ele desconfia que
eles estavam com mentiras e com pvc
cidades certo então ele queria saber o
sonho note aqui o paralelo de novo me
diga o sonho interpretação Diz aí meu
sonho então vocês saberão a
interpretação E aí começa a terceira PA
e onde eles reconhecem o seguinte não a
mortal sobre a terra que possa revelar o
que o rei exige então ele descrevem eles
descrevem aqui a fragilidade humana a
fragilidade dos sábios deste mundo mas
não apenas a fragilidade dos sábios ele
diz que também não houve rei que por
maior que fosse exibir-se coisa de um
Mago encantador ou um caldeu ou seja e
não apenas a fragilidade nos sábios como
a fragilidade do Rei e isso tudo para
exibir a fragilidade dos reinos deste
mundo diante de um sonho dado por Deus
então a coisa que o rei exige é difícil
e ninguém há que possa revelar-se não os
deuses e estes não moram com os homens
ou seja os homens os reis e os deuses
todas essas toda essa casta ela é frágil
diante de Deus e na terceira parte Então
vem aqui a sentença perturbadora de
Nabucodonosor ele se ira E ordenou que
matassem a todos os sábios da Babilônia
E então quando o Daniel ficou sabendo
ele disse que iria falar com o rei e
pediu ao Rei disse que ele revelaria ao
rei a interpretação
bom então Daniel revelaria ao rei a
interpretação é um esse aqui é o lote
isso aqui é já a primeira exibição de
que Daniel estava ao lado do Deus de
Israel e por isso ele estava ao lado
daquele que dá os sonhos e que dá a
revelação tão Daniel Decidi Confiar no
Senhor Ok a lição então aqui Que Nós
aprendemos pessoal é que toda todo todo
o sentimento de altivez diante de Deus
ele um dia é humilhado Ok sentimento por
mais grandiosa e tenha sido a sua obra
por mais famoso por mais um
se for mais histórico que sejam os seus
atos Como foram os atos de Nabucodonosor
diante de Deus Nós não somos nada sem
nada diante de Deus nós somos humilhados
por pequenas coisas Diante do Senhor
então Nabucodonosor ele era capaz de
vencer os reis mais poderosos da terra
como o rei do Egito e o Rei da Síria mas
ele não era capaz de vencer um sonho
dado por Deus mas Daniel que estava do
lado de Deus sem Ok então qualquer
altivez diante do Senhor Ela será
humilhada Tá bom então com isso eu
encerro aqui essa aula na próxima aula a
gente prossegue Então nossa análise do
Capítulo dois fique com Deus e até