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O EXPOSITOR, a Teologia Pública e os Direitos Humanos | Prof. Michel Augusto

O EXPOSITOR, a Teologia Pública e os Direitos Humanos | Prof. Michel Augusto




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

E você está no canal exposição bíblica
sejam bem-vindos todos vocês todos os
nossos alunos que nos acompanham a um
prazer enorme tá em mais uma série A
acerca desse tema pregação ao tema da
nossa pesquisa eu tô falando agora sobre
pregação e interpretação do espaço
público é uma série de vídeos
e eu fiz um vídeo introdutório né É
agora eu vou falar sobre o expositor a
teologia pública e os direitos humanos
e eu tenho visto a muitos pregadores é
trabalhando uma teologia pública seja
aquilo que deveria aquilo que é e deve
ser expressão do Evangelho na vida na
cultura na sociedade na comunidade mas
trabalhando usando muito a linguagem dos
direitos humanos
ah e hoje eu quero trabalhar com alguns
fatores históricos para tentar ajudar
você expositor a não entrar nesse nesse
jogo tá ok então jogo um pouco muito
perigoso a gente tem que ter e analisar
os pressupostos para a gente chegar a
defender alguma coisa aí tem que
entender os pressupostos daquilo que a
gente tá vivendo e acreditando de certa
forma vamos lá eu queria
o convidar a curtir dá um deixar um like
nesse vídeo se inscrever no nosso canal
e ativar o sino tá bom Ative o cima e
vamos em frente e mais um vídeo da
pregação EA interpretação do espaço
público Ok vamos lá então a eu queria
primeiro fazer uma introdução
e citando George gusdorf sobre a
teologia da linguagem
e para a gente entender o porquê nós
devemos ter cuidado com a linguagem dos
direitos humanos na para o Cristão no
espaço público eu não tô querendo dizer
que você vai anular isso porque não é
não é inteligente mas você tem que ter
um cuidado porque muitos teólogos
pastores querem usar uma linguagem dos
direitos humanos no espaço público de
forma a defender isso com unhas e dentes
e sem perceber os pressupostos que estão
por trás dessa linguagem dos Direitos
Humanos bom a até o século 16
resumidamente nós temos uma linguagem
divina
a linguagem Divina a teologia tendo uma
ampla participação da trazendo a
linguagem da Revelação descrito nas
escrituras uma linguagem divina para os
debates do espaço no espaço público
o Iluminismo a partir do século 17 Ele
trouxe premissas
o que deveriam a excluir essa linguagem
Divina do espaço público
bom e olha aí no slide o Iluminismo ele
parte do pressuposto de um certo tipo de
sonho ecumênico desodiol de gusdorf esse
sonho ecomenico é o sonho de a partir da
Razão criar uma linguagem Universal
e consequentemente abolir toda linguagem
divina
e não e agora a nova ontologia seria
exatamente um trabalho independente
autônomo seja da tradição da igreja
romana na Idade Média ou a tradição
protestante é o Iluminismo vai trabalhar
a ideia de que nós estávamos presos ao
Papa na Idade Média Agora nós estamos
presos ao Papa de papel
e a escritura sagrada
e é tão defendida pelos protestantes no
século 16
bom então o Iluminismo ele parte do
pressuposto que a razão é um modo
ecumênico de ter uma linguagem Universal
uma linguagem universal para que as
pessoas saírem desses dois domínios seja
do domínio Romano o domínio protestante
Ok bom um
e hoje
é aonde nós estamos hoje pregadores do
Evangelho nós estamos numa nova
Ontologia
Olá hoje nós estamos no mundo que não
quer mais saber da linguagem divina
é e nem também da linguagem da razão
e depois que o fraco depois que ouvi o
fracasso do nazismo
E aí foi instalada uma nova forma de uma
nova forma de linguagem vamos dizer
assim
o ovo em fracasso olha no próximo slide
houve um fracasso fracasso geral a
linguagem Divina né para essa turma
fracas ou o sonho ecomenico do
Iluminismo de ter a razão como a
linguagem Universal não satisfaz mais
a e agora a linguagem deve se
desenvolver
e é através da realidade humana
O que traz uma afirmação de si própria o
encontro na palavra seria o modo de
afirma de se afirmar o problema agora é
o homem que tem é o detentor nesse meio
que a gente vive o homem se torna o
dente em torno a atualidade da palavra
então nós estamos aí nos em outro
deslocamento Saímos da questão da
linguagem Divina passamos pela linguagem
da razão e agora a linguagem que
predomina é da realidade humana após o
fracasso lá do nazismo onde entre os
direitos humanos exatamente aqui
e a ONU 1948 né tem aquela declaração
universal dos direitos humanos
Oi e a Uno nada mais é do que essa
perpetuação de um individualismo
exacerbado
E aí perpetua segunda Georges gusdorf a
maldição de Babel
em muitas línguas são formadas Então os
direitos humanos Eles não conseguem
unificar
e a linguagem
E por que que eles não conseguem ficar
aí eu vou usar aqui
e é outro autor chamado Michel villey em
francês
eu ia escrever um livro chamado a
necessidade dos direitos humanos e ele
vai dizer a seguinte coisa ele vai fazer
uma crítica aos direitos humanos Olha aí
e enfim o Diomar cobertor que é um
teólogo que escreve é uma crítica aos
direitos humanos ele vai acontecer uma
crítica ao Michel villey também ok então
lá na frente eu vou fazer outro vídeo
tratando disso
é mas a eu posso até citar algumas
coisas também agora mas a crítica que o
próprio Michel villey faz os direitos
humanos
e ela é muito contundente que ele diz o
seguinte ele disse que esses esses
direitos humanos eles são irreais
o porquê Porque eles se contradizem por
exemplo a realidade do próprio
desemprego
a ele se ele se contradizem a realidade
os próprios desemprego a segunda crítica
que o Michel villey vai fazer os
direitos humanos que eles prometem
demais e e não conseguem cumprir
é porque os países que aderem aos
tratados internacionais dos direitos
humanos
e eles aderem aos tratados mas eles não
conseguem cumprir os seus termos
e isso é uma pesquisa que eu fiz também
na questão de tratar dos direitos
internacionais o que o Michel villey
fala chorei nasceu no início do século
20 Mas o que ele trata exatamente o que
realmente existe é muito direito para
pouco cumprimento para pouca exigência
e tem um livro publicado em português
que é um livro chamado os direitos são
exigíveis é tratado exatamente dos
direitos humanos e do aba convite né e
ele vai falar que esses direitos são
exigíveis aí ele vai trazer os meios
pelos quais esses direitos podem ser
exigidos Mas a questão toda que é esses
direitos humanos eles vão se desdobrando
em vários direitos e se tornam até o
Michel villey vai dizer que se tornam
contraditórios
Esse é o exemplo os direitos dos jovens
serem eles mesmos
e parece ter uma piada jovens são eles
mesmos Independente de um direito
declarar que eles são por exemplo a
liberdade contratual
e o carro próprio Karl Marx faz uma
crítica à liberdade contratual dos
Direitos Humanos Porque ele disse que a
liberdade contratual dos Direitos
Humanos priva as massas
é o Michel villey vai dizer também Olha
cada um dos Direitos Humanos EA negação
de outros direitos
a afirmação de um direito prejudica a
afirmação do direito do outro
é mas é claro que os direitos humanos
tem aqui uma uma questão importante que
é a proteção dos abusos do estado é
impossíveis arbitrariedades dos direitos
positivos
É sim isso é uma verdade bom diante
disso
e nós temos duas considerações finais a
fazer
a primeira consideração caro expositor
do evangélico
e a centralidade do Evangelho na
pregação é fundamental é triste quando a
gente vê pregadores
e usando bases do Iluminismo
as bases das revoluções francesas
Americana a primeira a primeira
revolução que tem Americana em relação
aos direitos humanos depois da Revolução
Francesa ann-a até o edmund edmund Burke
faz uma crítica é isso e depois 948 a
ONU vem com essa declaração que se torna
mais mais a universalizada
é mas é triste quando a gente ver
pregadores expositores ou eu vou dizer
vou colocar a palavra pregadores que o
verdadeiro esposa todos os Evangelhos
não se deixe enganar com os pressupostos
das cosmos' visões que conflitam com a
com os a Cosmópolis não Cristão então
quando eu vejo um pregador falando
fazendo querendo influenciar no espaço
público a partir dos Direitos Humanos eu
chego à conclusão de que esse pregador
ele não não está baseado na central do
Evangelho de caro em segundo ele não
conhece os pressupostos do próprio
evangelho e os pressupostos a por
exemplo do Iluminismo a e das
declarações de direitos humanos embora o
mundo precise é de ornamentar a sua base
jurídica
se nos entendemos que nós não podemos
ajudar a florear o excesso de
individualidade de liberdade que esses
direitos trazem porque esses direitos
eles partem do pressuposto que o homem
ele não precisa de Deus para viver e não
precisa dos princípios divinos da
Revelação divina para ver se estabelecer
um homem com base no Iluminismo os
direitos humanos é a medida de todas as
coisas é tanto que como eu falei no
outro vídeo as pessoas estão baseando as
suas liberdades sexuais EA influência
que elas podem exercer nas suas
ideologias em relação ao espaço público
ela se basel literalmente numa Liberdade
e a liberdade da sexualidade é baseada
numa liberdade de expressão que não
deixa de ser religiosa Porque toda
expressão no espaço público tem um
fundamento religioso
Oi e o pregador tá usando essas bases
para alimentar o culto
e dentro do contexto da política atual
dentro do contexto das da polarização
nós como pregadores temos que ter muito
cuidado
e com a centralidade do Evangelho mais e
mais
e mais e mais
e para você não cair nesses nesses erros
procura estudar os pressupostos
e não procure entender o que está por
trás desse mundo sem Deus
E conforme Desejo de Amar cobertor esse
mundo que consolida um credo humanista
um credo humanista de um mundo ímpio e
Ah e você tá argumentando lata a sua
ação na esfera pública baseado nesses
créditos humanista
Oi querido Pregador Não tenha medo de
ensinar para o teu povo que a partir do
evangelho que o povo de Deus vai se
manifestar na esfera pública Nossa
estamos aqui mas nós não somos daqui
e nunca se esqueça que a os direitos
humanos conforme desorber tou são
substitutos da lei de Deus para esse
espaço público ocidental
e tem um canal tem um caráter
totalitário eles acusam os protestantes
de serem totalitários mas houve uma
substituição a lei de Deus foi
substituído agora pela lei Ultra
individualista
Ah e outra libertária dos homens isso
tudo é incompatível com a palavra de
Deus Então tome cuidado a com o uso
dessas linguagens no ponto de
preferência primordialmente use o
evangelho
e sempre sempre e tenha uma uma atuação
crítica as demais cosmovisões a partir
do Evangelho a igreja foi reformada
Oi e a função da igreja é refletir a
glória de Deus no mundo
e essa glória que foi visto em Cristo
a imagem de Deus no mundo é o que nós
temos que te mostrar não é a nossa
própria imagem
e os direitos humanos vai nos mostrar
que nós temos que imprime a nossa
própria imagem na vida
e nós somos a medida de todas as coisas
conforme a acordo uma visão dos direitos
humanos
é mas como regenerados em Cristo nós
imprimimos no mundo a imagem da glória
de Deus
é revelada no Cristo perfeito totalmente
homem totalmente Deus
Ah tá bom se tiver alguma pergunta aí eu
vou aguardar tem alguma pergunta aí se
tiver eu espero né
é um chat aí
é muito bem
e não tem então ok Quero te pedir um
favor nós temos um clube de assinatura
lá no academia do expositor. Com.br é
algo que a gente está trabalhando aos
pouquinhos Mas a nossa Nosso Clube
depositou se investe 1990 por mês esse
clube é para fazer missões e nós temos
lá Augustus Nicodemus o seu chat deixou
de vídeos para nós jilton Moraes mãe do
Mark Johnson Michel Augusto Paulo
Correia Luciano Paes Landim Emílio
garófalo em breve nós vamos ter outros
colaboradores como Daniel Charles Gomes
então tem uma turma lá para uma
plataforma específica de treinamento de
pregadores você investe 1990 e tem
acesso ilimitado a esses conteúdos nós
estamos aqui no YouTube estamos no
Facebook estamos aí batalhando pela
pregação do
Ah tá bom
e foi bom que vocês aqui conosco fique
com Deus um grande abraço
e tchau tchau tchau