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Feminismo Evangélico. 2. Pregamos a Justiça de Cristo e não a linguagem opressor x oprimido.

Feminismo Evangélico. 2. Pregamos a Justiça de Cristo e não a linguagem opressor x oprimido.




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

o Olá tudo bem Vocês estão no canal
exposição bíblica
e e eu estou fazendo uma série
desafiadora uma série de 36 vídeos sobre
a questão do feminismo como pregador do
Evangelho que é um um pastor ou um
presbítero e quando eu falo pregador
aquele que assumir responsabilidades
numa igreja local eu não estou me
referindo a todo a toda a proclamação
que envolve o corpo de Cristo
Ah tá
e com 36 vídeos que vão destacar muitos
Pontos importantes nem todos têm acesso
a boas literaturas os livros são muito
caros e eu quero ajudar nós queremos
ajudar pastores Professores de Escola
Bíblica Dominical presbíteros diáconos
irmãos em geral a entender esse tema bom
hoje eu queria falar sobre a uma justiça
que procede da palavra de Deus uma
justiça que procede da palavra de Deus
quando nós tratamos no tema feminismo é
um tema muito amplo e dentro dos
deslocamentos hermenêuticos
interpretativos
e é nós temos duas características
básicas falando bem de forma bem geral
e eu quero puxar dois recortes se você
olhar para reforma protestante você vai
identificar uma interpretação que busca
a intenção autoral do texto Se você
olhar para a pós-modernidade você vai
encontrar uma leitura a partir da
percepção social do leitor ou o ouvido
do ouvido ele interpretando aquilo que
se fala da forma como lhe apraz de
acordo com a sua sensibilidade com suas
necessidades sociais dentro nesse
recorte né se tem inúmeras
características desse período nós
vivemos hoje em uma das características
que não vem de hoje é a questão da
Injustiça
e o direito já trata disso mas você
pegar em Thomas Hobbes por exemplo você
vai identificar um deslocamento do
direito clássico que têm influências em
Aristóteles em e Tomás Aquino para um
direito mais subjetivo no direito mais
individualista um direito que vai tocar
profundamente em Dores em Dores
individualista
é um problema aqui isso foi crescendo
desde o século 16 a reforma protestante
e o contexto de Thomas Hobbes isso foi
crescendo e hoje hoje na atualidade o
que nós temos é são os efeitos é
triplicados daquilo que se começa em
Thomas Hobbes é o individualismo a o
individualismo é dentro do processo do
direito por exemplo ele é terrível
pessoas vão buscar na justiça ou vão
provocar leis
o que defendem situações que de fato vão
prejudicar o direito da liberdade
religiosa de outro por isso que essas
Michel villey vai dizer que essas
liberdades ela se confrontam por isso
que as legislações elas não podem tocar
nesses aspectos que envolvem tanto a
moralidade cristã ou ou aquilo que
movimentos atuais entendem como
moralidade porque vai tirar a choques
então o sentimento feminista seja ele
histórico ou evangélico atualmente é um
sentimento é que se sente injustiçado
injustiçado e eles vão provocar um tipo
de igualitarismo por esse sentimento de
injustiça
Olá tudo bem a gente sabe que as
primeiras a primeira onda por exemplo
trouxe questões de direitos tudo bem o
problema que esse sentimento de
injustiça ele foi perpassando na
história inclusive na história da igreja
o sentimento de que Deus ele foi Injusto
né para os que acreditam de alguma forma
ou os autores bíblicos são misóginos ou
são machistas Ok então a questão do
feminismo hoje toca muito no sentimento
da Injustiça Ok historicamente o velho
injustiças sim muito bem mas de onde
procede a nossa Justiça
bom então nós pastores pregadores
precisamos reforçar a compreensão da
Justiça bíblica nos nossos púlpitos Não
a pós-modernidade vai trabalhar as
concepções de justiça social e é um dos
temas predominantes
é porque a gente tem que entender a
diferença entre justiça social e
ideológica e cosmovisão bíblica Ok e tem
duas pessoas que eu quero trazer para
esse vídeo que é o Scott Allen EA Mary
Kepler que vão contribuir conosco nessa
discussão então primeiro Scott Allen vai
trabalhar a questão da diferença da
justiça social ideológica e da cosmobile
são bíblica Ok bom de acordo de acordo
com o Scott Allen
é o problema fundamental para aqueles
que vivem e se sentem oprimidos seja
pela sociedade seja pela Bíblia ou seja
pela igreja ou pelos autores bíblicos o
sentimento deles é de que a linguagem
predominante é uma linguagem a da
opressão
ó e esses oprimidos são vítimas e eles
devem desconstruir e derrubar essas
estruturas sistemas e instituições de
poder nessas instituições de poder estão
envolvidas o que a igreja a família a
palavra de Deus as autoridades
constituídas Scott Ali vai lembrar que a
cosmovisão bíblica ela trabalha na
Perspectiva da cruz de Cristo do
Evangelho de Jesus o Deus encarnado que
suportou o castigo que merecemos pela
rebelião pecaminosa e nos mostrou uma
misericórdia que nunca poderíamos
merecer Então a nossa justiça é a
justiça que Cristo suportou na cruz sua
morte na cruz e sua ressurreição Elas
abrem o caminho para a reconciliação
e nos lembrando do do fogo eterno da
própria Ilha do pai n restaurando os
relacionamentos quebrados e quando eu
falo de relacionamentos quebrados eu tô
falando realmente dessas estruturas
essas estruturas de ódio de opressão de
poder de no Evangelho não existe
opressor e Oprimido no evangelho existem
regenerados em Cristo que se relacionam
para que o pai seja glorificado eu não
vou citar todos os fatores que o Scott
Allen trás porque eu vou trazer isso aos
poucos mas eu queria a destacar o que a
Mary Kelly vai falar de uma forma muito
muito categórica é e sobre essa questão
de ser Oprimido e injustiçado Então
nesse mundo caído homens e mulheres
os pecadores não há nenhum justo sequer
todos pecaram e destituídos estão da
glória de Deus
e esses homens sejam opressores ou
oprimidos eles precisam de uma justiça é
que vence essas estruturas de poder de
opressão sejam eles eleitores políticos
cidadãos empregados todos eles não
precisar de algo em comum e o evangelho
de Jesus Cristo é esse algo em comum
então um perdão O arrependimento a
justiça de Cristo a justiça que Cristo
viveu a ilha derramada sobre a a vida de
Jesus Cristo a justificação a justiça
que ele conquistou por nós o direito que
nós temos hoje de chamar Deus de pai é a
estrutura de justiça que nós precisamos
e nós precisamos tomar cuidado seja com
a figura do opressor ou com a
vitimização do Oprimido
e essa é uma grande questão tomar
cuidado com figuras de opressão e
figuras de oprimido a justiça bíblica
ela não vai ela não vai andar nesses
nessas nessas polares ações de opressão
e oprimida justiça bíblica ela é vista
da seguinte forma nós estávamos perdidos
e fomos encontrados por um Cristo que
reconcilia com Deus consigo mesmo todas
as coisas e reconciliar os homens uns
com os outros brancos se reconciliam com
negros se houverem divergências raciais
que isso é horrível um todas as
estruturas raças povos se reconciliam
mas se reconciliam em arrependimento se
reconciliam reconhecendo que são
pecadores e que precisam de Cristo
bom e que precisam de fato ser Santos
como vamos senhor é santo essa
reconciliação não é todo custo também
essa reconciliação é baseada na redenção
estávamos perdidos
e nos nossos pecados dos nossos delitos
em Cristo fomos reencontrados e hoje
podemos Dori ficar a Deus no mundo
aquilo que Adão errou Cristo acertou e
hoje em Cristo em Cristo como Videiras
enxertadas nos tornamos Videiras porque
fomos enxertados na videira que é Cristo
nós podemos glorificar a Deus no mundo
bom então essa estrutura que nós
precisamos resgatar tá bom que Deus te
abençoe em nome de Jesus amém e amém