O Grito de Eva – BTCast #408
20/07/2021O Grito de Eva – BTCast #408
Fonte: Bibotalk VLOG
Legendas automáticas:
eu converso agora o Bento e Rastro teologia é nosso esporte é é muito bem muito bem muito bem com essa mais um PT cast hoje número 408 eu sou o Rodrigo Bíblia e histórias muitas histórias e infelizmente elas não são exceção eu tô eu tô bombardeado aqui nessa manhã gravando esse podcast não é nenhuma frase né já é um desabafo já é essa Silvana e eu estou aqui por esta e pela geração futuro Olha aí dentro da barriga defendendo minha Olha aí é verdade ali já tá inclusive Silvana gravando já com contrações é uma gravação de risco essa daqui Eu sou a Marília César eu sou autora de O Grito de erva e vem falar sobre as histórias das ervas que estão querendo gritar e não consegue tá nós Olha aí gente estamos aqui em um podcast muito sério de verdade gente um podcast que eu creio que vocês deverão colocar nos grupos de igreja deverão discutir é isso porque nós precisamos falar mais uma vez sobre violência doméstica já tivemos um BT Cash falando um pouco sobre isso mas agora a gente vem aqui com a Marília para falar sobre este livro que ela está lançando pela Thomas Nelson Brasil o grito de EVA EA gente precisa enfim por que que a gente vai falar sobre isso porque esse nome grito de EVA infelizmente muitas coisas acontecem na própria igreja e a gente precisa falar sobre isso a gente precisa dar voz para essas mulheres que estão gritando para essas mulheres que precisam ser ouvidas e a Marília tá aqui para compartilhar um pouco a gente essas histórias e também os insights que ela teve e posturas que a igreja pode ter para evitar esses gritos para evitar essa dor e para evitar essas histórias mais antes os recados paroquiais e a água alguma o papelão música dessa semana galera o seguinte o rapidão aqui a gente tá fazendo a pesquisa para conhecer audiência do bcash e puxa é simples é um questionário que você responde em menos de um minuto Bibo eu não estou achando esse questionário aqui no Spotify a no dizer na Amazon na Apple gente às vezes é da problema nesses lugares aí então o lugar mais certo sem erro para você responder a nossa pesquisa é acessa botar o ponto com vem aqui neste podcast que você está ouvindo na descrição deste BT Cash e vai ter o link para você preencher essa pesquisa preenchendo a pesquisa você nos ajuda a conhecermos a nossa audiência e também concorre a 10 livros repito After me você concorre a 10 livros dez livros que a gente vai pegar as nossas parceiras Thomas Nelson e Mundo Cristão Beleza então seguinte galera responde rápido essa pesquisa aí para isso você tem entrar aqui em botar o ponto com o link está ali para você participar desta pesquisa e nos ajudar bastante e ainda de quebra concorrer aí a 10 livros dessas editoras parceiras do pivotal Por falar em Editora parceira a Thomas Nelson tem lançado muita coisa boa galera o fato é esse a Thomas Nelson que tem uma grade muito interessante de publicações de lançamentos uma variedade teológica bem legal e a gente tá falando desse livro aí o grito de EVA que é o livro que a gente vai estar explorando agora aqui neste podcast E é claro sempre tem que desconto que a gente consegue de 10 porcento Então é só presta atenção você vai usar o cupom Eva 10 escrito Eva maiúsculo é Eva tudo maiúsculo Ok Eva e o número 10 Eva 10 Frontier galera entra aqui no site copia o que vai dar tudo certo você tem 10 por cento de desconto na cópia física lá na Submarino Lembrando que a gente tem também o link de afiliado da Submarino e você compra no nosso barradinho também nos abençoe vivo eu não compro cópia física eu quero cópia digital bem temos 10 por cento de desconto para cópia digital lá na Amazon também os links tanto da Amazon quanto da Submarino estão aqui da descrição deste BT quer aliás reforçando somente a cópia digital na Amazon esse cupom não vale para a cópia física Então você tem que fazer o seguinte cálculo tá vou comprar aqui na Submarino não tem o frete grátis tal deu 10 porcento mais o frete por lá na Amazon eu tenho frete grátis e eu comprando livros sai mais barato faz esses cálculos aí e tá tudo certo uma coisa eu voltei para vocês esse livro O Grito de EVA você vai ouvir o podcast agora mas eu diria que é uma leitura obrigatória para quem trabalha na igreja para quem quer entender um pouco mais a realidade que acontece por aí então assim um livro pesado a mente urgente e você vai ouvir o podcast vai entender bem o que eu estou falando então compre o grito de EVA com desconto de 10 porcento basta usar o cupom Eva 10 e olha só esse cupom só vale até o dia seis de agosto 6 de Agosto Então aproveita para comprar esse livro com desconto porque é um baita livro e Vale demais ter meditar a estudar esse livro com as meninas da igreja Sabe por que venha ouvir o ponto que seja que houve você vai entender que eu tô falando Marina obrigado por ter aceito o convite para gravar esse podcast aqui com a gente eu queria que tu se apresentasse rapidamente para a nossa audiência você já participou aqui de um podcast da casa me botar o que nós nem você lembrava né então Então vale a pena você se apresentar Você já fez um fora do Éden com o nosso Rogerinho e mas eu queria que você se apresentar sobrevivente aí para nossa audiência por o qual eu sou a Marília o seu jornalista e escritora tem um já cinco livros publicados ele trabalha no valor econômico ou minha carreira de jornalista eu fiz na área de jornalismo de negócios na sempre em jornal de economia e paralelamente desenvolve a minha carreira como escritora e livros cujos temas é o meu objetivo é contribuir com os debates das dos Desafios que a igreja evangélica precisa encarar né e problemas dificuldades e a Igreja Evangélica enfrenta Então os temas que eu escolho para os meus livros estão sempre relacionados em geral há algum tempo os temas em geral São controversos né Parece que é justamente para provocar discussão e tem a ver com o meu perfil que é de jornalista mesmo de questionar de fazer perguntas é um fazer essa investigação né E agora você vem aí com esse o grito de EVA porque esse tema da violência doméstica entre os evangélicos Marília o que que qual foi o start para tu Opa Precisamos falar sobre isso eu tô Como eu disse sempre antenada com as funções como eu sou jornalista Poli leio muito tempo todo ligado ali no noticiário e Em algum momento eu estava buscando um novo tema para um novo livro eu sempre oro bastante antes de quando eu tô procurando esse tema Eu sempre peço muito a Deus que coloque no meu coração um assunto que seja relevante né e em seja relevante para os dias de hoje e eu tava nesse momento ali de buscar um tema então Tava prestando atenção e de repente eu parei para refletir como o tema do empoderamento feminino tava muito em voga como está até agora e deve continuar e tem começa agenda toda Da liberação feminina do empoderamento da mulher e discussões também torno de violência né contra mulher em algum momento como repórter né aquele aquela vocação de repórter eu comecei a me enfrentar Nossa como é que será que essa questão dentro da igreja né como é que ser aquela igreja concilia as passagens bíblicas que são muitas né que falam sobre a submissão feminina que a mulher deve ser submissa ao homem como é que a igreja concilia esses ensinos como esse discurso essa nova agenda de empoderamento feminino foi assim que nasceu o meu livro nasceu e ele sempre nascem de uma pergunta que eu faço para mim mesmo de uma dúvida eu quero descobrir qual é a resposta né eu comecei a pesquisar sobre esse assunto cheguei Numa pesquisa e é Doutora Valéria Vilhena é uma tese de dissertação de Mestrado em que ela revela que quarenta por cento dos casos de violência contra a mulher reportados as mulheres são mulheres evangélicas E como eu vi aquele dado eu falei meu Deus é muita coisa quarenta por cento é isso né então eu já vi ali um tema então foi assim que nasceu esse livro de uma curiosidade de um questionamento o pessoal comecei a pesquisar Cheguei nesse dado E aí comecei a conversar com flores com psicólogos Olha você recebe mulheres evangélicas no seu consultório como é que é isso então comecei a ver que realmente tinha uma assunto ali para ser investigado né E foi assim que começou o meu livro foi a Giovana por onde a gente quê a falar um pouquinho porque a Silvana leu o livro inteiro Parabéns Silvana mesmo grávida quase aí a Lígia as portas é eu lendo livro eu tive que parar várias vezes eu leio de noite acho que talvez foi isso né Eu dormi com muitas histórias é complicadas a enfim a gente começa cio para a gente falar desse tema tão importante relevante para começar eu a coceira não ler à noite eu costumo ler antes de dormir esses ou livro que eu tive que faço não isso não vai rolar de noite eu vou ler de manhã vou ler outro horário porque realmente principalmente se a pessoa tiver algum gatilho alguma coisa assim para começar né Eu acho que eu posso falar da minha experiência de leitura antes de entrar nos pormenores do livro e assim para mim foi muito grato né nesse livro apesar de ser um livro né com matemática muito tensa porque se eu eu já tinha essa essa convicção mas Civil para o rei visitar os meus está em situações em que eu já vivi né então eu já Eu até comentei isso já comigo que eu eu me assim eu me vi no histórico de violência no relacionamento e não agente de relacionamento a tua mãe com meu marido meu marido é ótimo Tá bom gente então ele tá fora até porque o Rogério ele é mesmo eu tu consegue me bater o Rogerinho né se eu na verdade eu me preocupo com o Rogerinho Rogerinho é pequenininho parece um charme receber todo Rogério mas tudo aí agora Diga não à violência contra o homem também gente tava a gente não bata nos homens tá ia ser o eu vi eles tem tanta histórias né próximas quanto história de meninas assim né então eu eu olhando ali eu achei interessante também porque quando se fala de violência doméstica todo mundo reporta pensa na pancadaria né na violência física aí que você não sabe que a violência física ela muitas vezes ela é a culminância de uma série de outras violências né Ela é o que deixa marca o que às vezes leva a pessoa pra delegacia né para o hospital mas ela combina se outro se você se muita gente às vezes tá num relacionamento violento e não se enxerga Ele acha que ele é só problemático às vezes chama né uso o termo tóxico que hoje em dia tá na moda abusivo é até usado mas não se fala muito do tóxico elas não tóxico não então uma coisa que me chamou atenção é que a gente às vezes não têm coragem ser como assunto violento porque porque a gente não identifica como violência já que não houve violência física aí eu lembrei assim do né do relacionamento que eu vivi anti com esse marido e que eu vivia certas situações que caracterizam né violência e até tem uma parte livro bem didático né então ele ele ele não só a conta histórias mas ele vai alternando as histórias com conteúdo teórico Então tenha Lages 8 formas né de de violência que podem correr um relacionamento e tenho sim várias coisas que a gente vai sofrendo e alguém vai dizer assim armas violência doméstica é coisa é violência doméstica violência relacionamento é coisa de mulheres e letrados né vamos dar estudo para todo mundo que eu resolvi né eu não pô é né vida independente e a gente se submete a certas coisas por várias por vários motivos Eu acho que o livro também trabalha esses motivos né Então para mim serviu como uma uma visita essa história até para eu entender os motivos e poder ajudar outras pessoas né e basicamente só para resumir né primeiro a gente fica isso mesmo mulheres que são taxados na igreja com certas frases que o livro ressalta bem do tipo assim se você é uma mulher independente na vida você você tem que ser mais Submisso ainda porque você não você vai ser uma esposa porque tem tudo para mandar no seu marido se tornar uma ditadura vai acabar com ele então você você tem que se você é um perigo é você é uma mulher e inclusive e vai ser difícil de casar né então me vi nisso no relacionamento depois dos 35 anos né que eu falava assim não eu tenho que me submeter a isso porque depois de 35 então para conseguir casar então eu tenho que aturar certas abusos né certo as coisas o segundo que a gente vai a gente vai ficando a corte que eu recordo porque a gente tem aquela expectativa de que a gente vai ver o Milagre né de que Jesus vai vir vai curar criatura né das suas frustrações e do desconto que ele tá fazendo em você por conta das frustrações dele e terceiro que eu lembrei que quando eu terminei esse relacionamento eu tive que explicar para todo mundo por que que eu estava largando o relacionamento com aquele homem maravilhoso que queria casar comigo só que esse em geral acho que com alerta para quem tá ouvindo a gente gerar o cara que abusador gente ele não abusa da mulher na tua frente né ele não vai cometer aquela grosseria e quando ele promete a grosseria na tua frente aquele a ponta do icebergue em geral ele já cometeu mas 50 atrocidades fora né então quando ele conversa cima conversa superficial com pastor da igreja quando ele tem um encontro casual no evento ele vai ser um ser e ele vai até parecer uma pessoa legal você vai achar ele até o meu pessoa muito boa quando tiverem no convívio familiar dificilmente né você vai estar ali no churrasco no almoço ele vai ser aquela pessoa né Então é eu já tive que ficar prestando conta para todo mundo sabe porque aí eu chamar a pessoa que ela se senta aqui que agora você vai ouvir aí quando dava a 15 minutos de conversa a pessoa não se for eu já que ele não assim eu não entendeu já tem mais coisa então é a mulher do tempo todo tendo que ser checada né cobrada pelo que pelo que ela tava tomando como decisão Em relação a manter um relacionamento e olha que eu não tava casado no tipo tomar decisão sobre se divorciar deve uma coisa muito mais cedo que aí eu já deixo uma mensagem para quem tá ouvindo muitas mulheres tá você quer casar casar é maravilhoso mas não casa Qualquer Custo né não se você só para ver os sinais estranhos namoro o casamento foi piorar gente melhor ó E aí [Música] E aí e o Marília em relação essa questão de você perceber e até as pesquisas apontarem quarenta por cento das mulheres que sofrem violência depois a gente precisa elencar esse tipo de violência porque realmente no Imaginário Popular violência é uma coisa é que deixa marcas visíveis e Como acciona acabou de falar então é legal a gente ir lá em casa mas varia tu percebe e o percebeu ao longo da tua pesquisa que de alguma forma a teologia da igreja ou de algumas igrejas quem sabe de Muitas igrejas ela perpetua ela é um ambiente fértil para esse tipo de postura né uma coisa que eu percebi em comum nas histórias que tu com tava no teu livro é que a mulher se tipo assim não vai orar calma tipo nunca era tipo a mulher com a Silvana que abuse ela sempre tem que se justificar muito e demais e ainda prendiam era favorável o homem não é pele ele é uma ele é o provedor do are talking é um problema teológico por traje isso além do sociológico e tal patriarcal e vim queria que tu falasse um pouquinho desse ambiente em que a Eva grita e mesmo assim é questionada Eu tenho convicção agora depois de da minha pesquisa e eficiente a teologia e é ensinada Ao jeito que as passagens bíblicas que falam da submissão feminina uma maneira como uma dessas passagens são ensinadas reforçam sim e fertilizam esse campo da violência por quê Porque elas é esse tipo de ensino que eu descobri que eu não sou teólogo né Você já sabia isso há muito tempo que tem lá as duas correntes complementares tem igualitarismo EA igualitária estável um relacionamento de igual para é o nome né e Chrome mulher complementares talvez sempre a mulher como uma ajudadora do homem esse ter uma ajudadora que vem lado do Gênesis em geral ele é ensinado compreendido como uma função menor né em geral é isso mesmo na prática é o que você viu né é o que a gente aprende né A mulher foi feita para ajudar o homem né A mulher foi feita para servir o homem EA mulher chegou em segundo lugar e ficou primeiro então a mulher está em segundo lugar vai estar ali nessa posição ao dia interno não não há negociação com relação a isso então essa esse tipo de interpretação que é sem dúvida nenhuma Você pode me corrigir eu gostaria até de ouvir sua opinião não é esse podcast aqui no até vou deixar aqui um parente aqui Marília esse ponto que esse aqui para gente a sua opinião tá bom assim fica bem à vontade mas eu vou te entrevistar também não Não agora você a entrevistadas segura jornalista dentro de você aí tá bom mas é verdade aqui é a sua opinião sem julgamento tá bom marido é claro que você tá na internet na internet sempre aparece gente julgando e metendo o saco Assim você fica tranquila que aqui é o botar o que é tranquilo eu entendi como eu já disse eu não sou teólogo o longe sou uma leiga né sua mãe curiosa uma jornalista curiosa e vou lá e leio muitos livros pesquisa então o tudo que eu limpo tudo que eu pelas entrevistas que eu fiz entende que sim esse ensino e é o complementar lista que ver a mulher ou uma ajudadora sempre imposição de inferioridade em relação ao homem esse em cima é uns Campo aberto para violência porque ele pudera o homem e me o pastor não sabe mas ele tá lá ensinando a mulher a ser submissa ao seu marido e ele não sabe que aquele marido já tem um histórico de violência então quando eu chegar lá em casa o homem vai usar a palavra do pastor como uma base ali para o seu comportamento violento muitas vezes né isso acontece demais demais demais todas as histórias que eu ouvi que eu relato no livro então histórias muito deprimentes Na minha opinião e de mulheres e como a Silvana disse passaram por vários tipos de violência e de abuso não só relencia física e todas as vezes que elas foram procurar ajuda na igreja porque são mulheres tementes ao senhor são mulheres que querem acertar que querem fazer pegar uma vida correta seguindo a palavra de Deus elas vão procurar ajuda na igreja né Elas não e muitas vezes elas não tem nem condição Divina uma uma terapia de pagar um terapeuta mas primeira ajuda que ela procura é dentro da igreja Nissan fez não a pesquisa sobre isso mas pelo eu vi eu acho que 99 porcento dos casos essa mulher muitas vezes vai sair do gabinete Pastoral pior do que ela entrou ela sai pior porque o pastor jovem cima dela todo o peso a responsabilidade por aquela situação de abuso colocar vivendo Olha irmã você tem que ser mais humilde você tem que ser mais modesta você tem que orar mais você não tá orando para o teu marido você tem que ser ajudadora idônea você tem que ser a coluna da tua casa todos esses dragões que a gente conhece e que só colocam só sobre a mulher a responsabilidade de ter um casamento com Harmonia com re Ah poxa por que que esse pastor não tá pegando para os homens também né em geral a mensagem é para mulher é sempre o peso vai em cima dela e como você falou a igreja tá carregada da cultura patriarcal o Brasil é um país profundamente machista né como cor da América Latina e mais hoje é você falado é assim a hora que eu falo a palavra patriarcado aos comentários na internet Jaguar ela é petista porque a palavra patriarcado e você já é taxada de esquerda de radical de petines Olha eu não sou petista eu não tenho nem um sua afilhada nenhum partido político eu não me considero uma pessoa de esquerda talvez sempre esquerdo até falo isso no livro né Eu não eu não estou filiado a nenhum partido isso Felipe o patriarcado não estou refletindo uma visão petista do mundo eu estou dizendo que ela nossa cultura é assim mesmo né O homem sempre foi e continua sendo em relação a mulher muito mais empoderado para mulher então é todas essas situações que acontecem dentro da igreja nada mais são do que um reflexo da nossa sociedade a igreja um recorte do que a sociedade não é porque a igreja quer um bando cantinho ao contrário a igreja está cheia de pecador com problemas sérios gravíssimos laranja nós estávamos conversando aqui antes da gravação sobre o número enorme de mulheres estão contaminadas pelo vírus HIV e elas não sabem que o marido delas levou essa contaminação para dentro da para o leito conjugal né porque qual é um dos graves problemas hoje que o e tem os seus gabinetes pastorais é um vício em pornografia é homens com inversões sexuais e que ninguém fala sobre isso mas um pastor sabe porque ele recebe a Lila os problemas daquele homem daquele casal então a igreja é um pequeno recorte o reflexo da sociedade uma ver se alguém falar olha a única diferença que tem na igreja aqui é como um hospital em que as pessoas estão ali que elas sabem que elas estão doentes então elas estão custando um tratamento Ana que nem da fábrica lá não estão doentes né Elas vão para a igreja achando que elas estão ali porque elas são melhores que eu vou não é bem isso hoje eu não sei sim é o que eu vejo é o que eu vejo essa ideia de que a mulher parece que ela ainda se sente culpada por algum tipo de coisa assim né ao meu comportamento não foi adequado por isso de alguma forma é igual aconteceu né Na semana que a gente e o que é se estourou casa daquele DJ agora né que vazou hã vazou não né a mulher publicou as imagens dele agredindo e tal e aí algumas depoimentos o cara falou é mas ela tava não sei o que tipo é como se tivesse alguma justificativa para agressão que ele cometeu ela provocou você me tira do sério você me tira isso é uma fala que tem no livro né e o casal a dois missionários né trabalhando juntos lá na área de evangelização de crianças o cara branca mulher num quartinho né no quartinho lá do fundo da Nasa porque ele cismou que ela tava conversando com alguém no computador e era a irmã dela que ela tava conversando e ele ficou nervoso e tranquilo aí ela passou a noite no chão dormiu no chão do quartinho até desmaiou de tanto nervoso e no dia seguinte ele vai lá abre a porta e falar você me tira do sério e nem desculpa Ele pediu entendeu então e é isso você me tira do sério ou Marília é nessa história em que ela vai contar para o obreiro lá e o cara fala assim poxa como é que eu vou explicar a separação de dois obreiros tipo o cara não tá preocupada você é aí você me como é que ele usa o termo você me quebra as pernas aí ela chega que eu pastor e fala pastor eu quero me separar do meu marido ele a violenta ele me maltrata ele me humilha teclas de seta ou Mas aí você me quer meus é mas quem aguentou 18 anos aguenta mais um pouco nossa verdade filho do pastor cara você me quebra as pernas quer dizer ele tá preocupado com a reputação dele com a reputação da igreja dele com ao que os outros vão pensar ele não está preocupado com a pessoa sabe eu tava relendo esses dias Jesus conversando com a Samaritana tente Jesus aí olha não e os e o urso né Eu leio e ouço as palavras de Jesus eu fico mais apaixonada por ele eu eu sou eu sou profundamente apaixonada por Jesus eu acho que se eu tivesse vivido o tempo de Jesus eu seria mesmo Maria Madalena assim eu não ia sair do pé dele porque porque as palavras dele ele olha para pessoa ele tá lá conversando com uma mulher e é discriminada é um povo discriminado ninguém quer saber de conversar o menino conversa com mulher homem não conversa com mulher tem gente por perto rabinho não pode conversar com o judeu não pode falar com Samaritana então ele quebra boda os paradigmas lá os preconceitos os Barreiras né protocolo mim ir lá na conversa ele isso Me tocou muito esses dias que eu tava lendo Jesus olha para ela e fala assim então a mulher vem toda com aquele discurso religioso né querendo é porque como é que faz onde que adora onde é o lugar certo o senhor Tô vendo que você é um profeta tão em Jesus olha para ela falou assim tá bom então vai lá pegar seu marido e a gente continua conversando vai lá chamar ele né e ela fala mais eu não tenho Marinho e quando eu vi isso é sinceramente emocionada assim porque esta é a situação das nossas irmãs nas igrejas eu não tenho marido aí Jesus olha aquela sim é verdade você não tem mesmo né você tá com uma pessoa mas ele não é teu marido ele não tá a fim de cuidar de você Você já buscou em sim com relacionamentos e já temos cinco anos em quem você buscou o amor o cuidado respeito você não conseguiu encontrar e nem esse aí com quem você tá você também não conseguiu encontrar nele então eu vejo isso nas mulheres das muitas mulheres né em igrejas Se Jesus olhasse para ela separar conversar com elas irmã tá então buscar meu marido como bater um papo aqui nós três né e a resposta que essas irmãs dariam hoje elas iriam dizer assim para Jesus Jesus eu não tenho marido aí Jesus ia falar assim para ela é verdade você não tem mesmo então São pessoas que tem ali o homem do lado dela o marido colar mas estão sozinhas tão tão sem cuidado tão sem amor tão sem respeitam sem carinho tão sobe tolice sozinhos e elas vão procurar na igreja é na igreja que elas elas não tão lindo encher a cara no boteco para ficar feliz para esquecer eu problema não ela tá indo na igreja procurar ajuda toda escutando ele mas você tem que orar mais ele tem que jejuar é só peso sabe que é gerido mas uma pergunta que eu queria fazer lendo o livro é uma coisa que eu fiquei com pensando foi o seguinte a gente quando tá na igreja discutindo papéis né de homens e de mulheres e tudo mais a gente foca muito na submissão feminina né O que que é ser Submisso a venha a briga dos conceitos e tudo mais né porque que se entende por submissão e tudo mais mas assim independente Eu eu até acho importante ressaltar né você é complementar estou igualitarismo não interessa o problema está no seu colo e você tem que chupar essa manga né Independente de qual linha siga você tem que ser se você tem que aceitar que existe um problema a gente tem que resolver E aí eu fiquei pensando se o problema é que a gente vive nas igrejas principalmente é muito mais uma crise da definição de liderança do que uma crise da definição de submissão porque eu acho que essa essa discussão sobre o que que é submissão eu não é muito mais uma um desdobramento da nossa perda do que é um ser um líder que na verdade e nós não estamos formando líderes já estamos formando um bando eu deixei até anotado aqui um bando de homem mimado Reizinho que quer suas necessidades atendidas a Qualquer Custo porque querem e merecem porque tiveram um dia de trabalho pesado porque são pirracento porque são tratados como se fosse um bando de moleque né essa impressão que eu tive na leitura e eu fiquei pensando assim será que não é uma crise de liderança que a gente vive assim que que você Líder né e a gente confunde a visão de líder com o monarca com Rei com o chefe do trabalho com meu dono né que o meu dono não com alguém que é leva o seu grupo liderado de um ponto para o outro enquanto estimular as potencialidades desse grupo que essa definição de evidência por exemplo no meio corporativo né que que lidera liderar isso mas aí eu chego em casa eu quero não quero um líder eu quero monarca Eu quero um rei né Eu quero um chefe essa criança a liderança Qual a sua opinião sobre isso Marília eu creio que umas temos lideranças muito mal Preparadas né dentro das igrejas bom a gente tem um problema estrutural de Educação de baixa escolaridade isso aí o problema brasileiro isso claro também se reflete dentro das igrejas as pessoas aprendem ali a Bíblia né que a bíblia é eu diria que é suficiente mas não é suficiente você precisa estar inteirado o seu contexto social sócio-econômico você precisa fazer essas conexões né para poder aplicar Bíblia de uma maneira contextualizada então eu vejo assim poucos instrumentos de formação de obreiros líderes presbíteros né todos os pessoal que serve nas igrejas um pouco pouco as ferramentas para lidar com esse o problema as pessoas Só sabem ele citar Versículos e precisa se aprofundar um pouco mais nessa questão da violência contra mulher esse é realmente um assunto importante não é que é modismo falar disso não os nossos indicadores são muito grave são muito graves indicador de assassinato de mulheres nela o beagle mencionou aí essa essa moça que foi agredido espancada saiu do pé mídia e não são só as mulheres sem instrução não são só as camadas mais baixas da sociedade Não elas estão em todas as A violência está em todas as camadas atingir por todas todo tipo de mulher que eu do perfil é um assim eu creio que é uma crise de liderança no sentido de faltar preparo para as lideranças das igrejas lidarem de uma forma o profissional com esse tema da nós temos tantas organizações tantas tantos profissionais e pastores também e psicólogos e talentos dentro das igrejas capazes de contribuir com esse quais agenda conhecer assunto que nós não estamos procurando esse talento eu entrevistei uma Dra Regina Célia do Instituto Maria da Penha lá do Recife e ela também é pastora mas ela ela trabalha com com mulheres em situação de violência muitos anos foi uma das fundadoras do Maria da Penha e é pastora também então ela fala Manilha As igrejas não me convidam para falar sobre isso gente que tem uma uma bom fora sabe advogada do autor especializada nesse assunto e a gente não convida ela para falar sobre esse assunto nas igrejas ela falar tão pouco é mais igrejas que me chamam e quando me chama a gente sempre escuta assim Olá irmã da Maria da Penha como como comentário pejorativo como se ela fosse assim uma O Alien defendendo uma coisa exótica entendeu E que não faz parte ali da nossa realidade não é assim é isso que a gente encontra nós temos talentos nós temos psicólogos e psicólogas que ligam conhecer com esse problema né e frequente as nossas igrejas nós temos educadores nós temos advogados que podem orientar as mulheres nos homens né Dá uma aula ali Gente o que que é violência olha não é só violência física tem violência emocional psicológica patrimonial médica porque a violência médica o cara provoca machucado ferimentos na mulher e não permite que ela tá no médico se tratar Esse é um tipo de Oi Aline lhe machucar ele não deixa ela ir no médico no hospital Então pensa um vários tem a violência patrimonial cara destrói coisas da mulher uma das pessoas que eu entrevistei ela falou assim ele pisava nos brinquedos do meu filho porque ele sabia que aquele ia me aceitar e deixar brava ele pisava no meu nos meus quebra-cabeças que eu gostava de montar quebra-cabeça de milhares de peças Ele ia lá destruir os meus quebra-cabeças gente tomar um tipo de violência chamado violência patrimonial está destruindo coisas da pessoa então Puxa tem advogados dentro das igrejas pessoas que podem ensinar dar uma aula ali sobre Eta então nós temos todos esses talentos mas nós estamos usando o [Música] e o Marília tem alguns pontos aí da tua fala que eu quero não quero esquecer para gente a gente precisa falar né achei legal a gente ir lá encarar as formas de abuso ou seja pincelou alguns aí eu acho que é legal a gente lê a lista que você coloca no seu livro que eu não sei a página porque eu li No Kindle né Eu acho que é legal assim deixar bem claro por que sim por mais que a violência doméstica ela não seja uma exclusividade da classe desinformada e muitas pessoas a própria Silvana relatou aqui né que mesmo graduada e pós-graduada sofreu uma violência é fato que a falta de informação tá ali por que a pergunta é né é uma das plantas Eu quero te fazer para você responder por que que essas mulheres permanecem Em relacionamentos abusivos e o que eu vi a maioria delas responder para você no seu livro é eu não sabia que eu estava num relacionamento abusivo então sim a informação ela é muito importante para a gente se flagrar nessa situação de abuso então um podcast como esse ele quer prestar esse serviço gente olha tá acontecendo isso com você tem eu tenho uma fumaça e você está sofrendo um abuso então é por isso que é legal a gente ia lá em casa às é sobre a igreja liderança e tal Eu gostaria de falar aqui a como um homem tem lugar de falar sacanagem é que realmente eu acho que a Silvana ela é matou a charada que Independente de qual seja a sua visão a discussão aqui não é complementarismo igualitarismo porque porque vai ter pessoas complementares as super tranquilas em relação a isso com posturas bem é pró mulher e em defesa da mulher e por aí vai né porque pessoas que ensinam Efésios Capítulo 5 de forma completa né porque o problema é que a galera Foca no Versículo 22 e a perigo que começa já no Versículo 21 né uma submissão mutuante depois é falado para o homem liberar como Cristo né amar como Cristo se sacrificar pela mulher então é é esse tipo de coisa que essas o pessoal não enfatiza né fica só na mulher ser submissa EA submissão aqui é tratada como ser uma caca passa a ser uma escrava ser uma sabe uma mulher que fica quietinha vai ficar quietinha que eu sou líder da casa e você só obedece isso não tem nada a ver com o tipo de submissão que a Bíblia bom então é a gente precisa é ter esse texto com mais clareza na nossa mente mas o fato é o seguinte Independente de qual seja a sua visão estamos diante de um problema que está acontecendo né como a Silvana falou a batata tá aí e ela tá a batata quente tá no nosso colo Então a gente precisa dar voz a gente precisa ouvir as mulheres porque elas que estão sofrendo e muitas vezes sofrem caladas por quê Porque quando abrem a boca são julgadas e a gente precisa criar um ambiente da igreja onde as mulheres se sintam confortáveis em abrir o seu coração sem medo de serem julgados de uma mulher falar para o pastor que está com HIV e o pastor não vi não perguntar primeiro pela arma você fez alguma coisa de errado sem partido para esposo não que o marido dela pode ter feito alguma coisa errada entendeu assim precisa ser investigado com mais amor né mas vamos elencar a Marília aqui alguns itens que você cita que são abusos que são violência e que muitas pessoas sofrem já estão sofrendo vamos lá alguns eles são autoexplicativos é Alguns são autoexplicativos aquele que você sentir necessidade de planar e Silvana a mesma coisa fiquem à vontade eu vou sentar então uma página que do livro em e um psicólogo americano se tô 20 e situações de abuso né as quais as pessoas se submetem muitas vezes sem saber ontem o abuso físico e é só falar sobre isso abuso sexual também explica o abuso religioso ou Marília desculpa te interromper acho que o abuso sexual a gente poderia explanar um pouco porque estupros acontecem no casamento né e mulheres foram estupradas no próprio casamento e às vezes nem sabem né Eu acho que a gente não sei se a gente você pode detalhar um pouquinho que você entende pelo abuso sexual acho que é legal gente fala um pouco o abuso sexual no casamento também concordo que acontece é o homem entender que ah e tem o direito de ser ele tem o direito por ser o cabeça né da casa EA mulher deve ser submissa ao cabeça nesse sentido a gente conversou de desse ensino que coloca o homem como Um ser superior ele ele a mulher tem que atender sempre tem que sempre está disposta a atender as necessidades sexuais do seu marido então mesmo ela não estando disposta ela estando no estando com vontade com desejo desculpa a expressão mais com tesão ela não tá afim não tá afim e o marido vem com violência para cima dela e ela se sentir ela tem que atender porque aqui com agita a relações Então ela é forçada e lá no fundo né na fundo da sua consciência lá aí eu tenho que fazer isso porque eu sou a submissa até nesse sentido eu tenho que satisfazer né eu tenho satisfazer o meu esposo então muitas vezes isso é um tipo de e vim com emocional né e vem o abuso emocional no sentido assim para você não quer transar comigo agora por isso que a gente acaba procurando fora vim aqui né a gente procura e você não tá aí tal então assim é vem o abuso emocional e aí que acaba vindo se tornou abuso físico né porque ela se deita e ela pratica o ato totalmente sem vontade então uma coisa totalmente egoísta né bem complicado isso abuso religioso que é o que a gente viu bastante aí nas histórias que você relata no livro né é o o abusador uns as escrituras EA linguagem espiritual para controlar a esposa né o a pessoa abuso emocional ele xinga diminui a pessoa brinca com a sua memória ele fala coisas que ele não falou aí ele falar você não lembra você não a nossa você tá com a memória tá muito ruim você tá ficando louco né leva a essa pessoa perder a sua fidelidade ele é manipulador abuso econômico ele estabelece restrições mas ao seu trabalho e controla completamente o seu dinheiro tem uma moça que conta sua história e ela disse que ela era dona de casa ficava ali cuidando da casa ela por exemplo se faltasse acabou a carne acabou o feijão ela tinha que ligar para o cara fala olha acabou o feijão eu vou na vendinha comprar feijão ela tinha que avisar alugada gás porque ela ia fazer gente isso isso não é ficção isso aconteceu acontece esse tipo de controle entendeu Então esse é o abuso econômico né abuso financeiro à ruína o crédito da pessoa ele usa o dinheiro der o saldo dela o cartão de crédito dela né e coloca tudo no vermelho né e Divida a família toda e deixa tudo por conta da esposa alguns legal mas eu sou muito internação é que você até mostra no livro não é muitas vezes também não esse tipo de abuso uma coisa um exemplo que às vezes a mulher ela ele tem e o homem tem até uma mulher Até Um bom salário tem uma boa renda e ele fica dizendo que ela vai ter que trabalhar ela vai ter que fazer hora extra até o plano de carreira da mulher o cara coloca porque ele agora quer trocar de carro o que ele é tal coisa que ela vai trabalhar e ela tipo assim ele coloca a mulher de burro de carga da casa assim entendeu porque a gente só pensa muito na bolsa financeiro como se o homem fosse provedor mas às vezes a mulher tá trabalhando tá com bom salário e o cara tá controlando tudo não é mesmo em situações assim a mulher tá sofrendo abuso lembra disso também em uma situação no livro a moça de alta classe média de São Paulo e ela conta que ela tinha um ótimo emprego ganhava bem às vezes mais que ele porque ele tinha era variável né o é dele então é ela conta isso ela uma vez que fazer uma viagem a trabalho para o exterior e ele com solado ele falou porque que você tá Por quê que você quer dólar para viajar não precisa levar a firma vai pagar tudo vai pagar o hotel vai pagar alimentação porque não tinha levar dinheiro olha não mas eu queria comprar uns presentinhos umas lembrancinhas Não não precisa ir não deixava ela tirar dinheiro da conta deles para comprar dólar para viajar gente só uma pessoa esclarecida e ela levou escondido ela não vai escondido pela tinha ganho lá tempo antes de alguém os dólares ela tinha guardado lá e levou o cara controlava a cada um centavo da vida financeira da esposa então como a gente disse não é só em todas as classes sociais causados pelo uso o abuso de conhecimento ele se julga superior porque ele conhece mais ele é um cara mais articulado então ele usa isso para humilhar sua mulher com abuso de responsabilidade quando a vítima é responsável contudo na casa por pagar contas pelos trabalhos domésticos Pela Educação do filho tudo está por conta dela como você disse Silvana ele nada mais é do que um menininho mimado e quer ter suas necessidades atendidas né o abuso médico que a gente falou ele causa Experimente se não permite que a mulher receba também o abuso de Privilégio eles colocam como o rei do Castelo a humilhação fazer críticas públicas desprezo à aparência física esse aqui é bem Sutil é isso aqui é bem Sutil né marido e e muitas mulheres relataram ele só tava preocupados sem engordar se um quilo ele já que tava só falando aquilo que você tá gorda você tá gorda você tá como se isso fosse realmente a coisa mais importante da vida Entendeu do casal o aparência física da mulher né você não tá se cuidando você precisa malhar mais precisa fazer Esporte Você tá ficando feia isso também é um tipo de respeito sim Total total são 20 tipo você quer que eu continue falando não abuso vamos lá vão dar uma segue assim vamos deixar alguns pra galera poder comprar o livro e ver no livro O livro é que só vou falar esse último eu gosto muito gospel entre aspas né esse tipo de intimidação e é o isolamento que é uma coisa muito típica do masculino o homem que se isola emocionalmente ele não conversa ele não expõe ele não falou que ele o dele ele só se isola ele fica quieto que a mulher tem que adivinhar o que tá se passando na mente dele no coração dele tem mas aquilo também não tipo de intimidação de defesa né para que a mulher fique lá no lugarzinho dela lá e ele fica ali e protegido e não tendo que encarar não tendo que conversar dialogar sobre as dificuldades do casal então esse tipo de isolamento emocional é muito típico do masculino e enfim em uma boa lista para para estudar tem uma boa e dá uma digestão né Essa é uma lista bem de gesta é bem gente mas assim é necessário e eu acho que ele é muita gente tá passando por mais de um tipo junto não se percebe e tem muito Líder muito pastor que a pessoa a mulher vem contar sem ela não tá se percebendo o líder também tem que olhar para pessoa funciona tu tá tu tá no o que tá rolando abuso vamos vamos chamar o cara as falas né que eu acho que é uma coisa também que falta me levar e busca ajuda e o homem e o homem não é chamado pastor fica ali atendendo a esposa esposa né vamos conversar com a esposa conversar com a esposa ficar você não vai conversar com esse marmanjo não não vai bater não ele ele não pode ele não pode ser tocado por que ele tadinho ele acha porque ele é provocado um descobri que tá provocando e não ele é então ele é essa coisinha nessa flor delicada nessa redoma de cristal tratado a pão de ló que vocês aí fica difícil E aí gente aí como é que a gente caminho então ordem tem muita coisa no livro como a Silvana falou no começo ele mescla histórias pesadas infelizmente e reais e corriqueiras que a pior parte né não são casos isolados que a Marília teve que caçar e fez uma longa a busca Uma Jornada para né a Marília teve que caçar de histórias horríveis para poder impactar não infelizmente ela abriu ela foi pesquisar e já deu de cara com essas histórias porque são histórias infelizmente corriqueiras e que acontecem nas nossas igrejas meus irmãos minhas irmãs acontecem pode estar acontecendo com uma irmã sentada do seu lado da pode estar acontecendo com a irmã sentada do seu lado e vou abrir um parêntese aqui gente não seja aquele tipo de pessoa que é o comentário esse assunto fala assim ó é mas vocês também não estão falando dos homens não seja esse tipo de pessoa existem homens que sofrem violência abuso de mulheres Oi gente qual a casa está pegando fogo a desse homem ou das milhares de mulheres ao longo de séculos dizer não tem comparação tá gente vamos falar o foco aqui são as mulheres existem casos de homens existem existem até estreou o caso agora da de uma daquela aqui do caso Yoki laranja o documentário da Netflix beleza existe tal a gente o foco Não é esse Eu não sei diz tipo de pessoa que quando a mídia relatar um caso de abuso sofrido por uma mulher não seja que ele comenta é mas os homens vocês não falam né galera não tem nem comparação tá tudo é violência não tô aqui minimizando a violência tudo é violência mais gente não tem nem comparação tá com o é um sei lá eu não sei fazer conta aqui mas é um caso para milhares é um contra milhares então não tem nem comparação o PIB vou eu conheço caso de homem que sou seu abuso e o homem que teve que ir na delegacia a isso acontece é fato agora ontem meu tio levou uma facada mereceu Mas é bom para cada mulher E aí pode ser o próximo livro né obrigação não mas o fato é que existe mas olha só se você atacar o problema da violência contra a mulher você também vai atacar uma da violência contra o homem você vai trazer o ácido quebradas entendeu o fato de você é aliás né pouca gente sabe a Maria da Penha uma lei que também pode que também serve para os homens ela é para violência doméstica não é isso marido gente fala assim Aí tem que fazer a legião das couves que só fez a Lei Maria da Penha mas os José das couves lá tá contemplado na lei Maria da Penha então quando a gente leva né esse conhecimento e a gente traz o prevenção da violência a gente tá trazendo prevenção da violência contra o homem também ele também vai beneficiar no final e claro né Se um dia os homens também sofrerão uma epidemia de violência porque a gente esse problema está fonte epidemia né é uma epidemia Então se o homem também discutiram entendeu ele tem que ser tratado igual deferência a benção para todos é que hoje tem mas é a questão história que é isso gente a mulher ela ao longo dos milênios aí a mulher ela é tratada como objeto a mulher ela ela tem sim ela é tratada como um ser inferior e a história da igreja tá aí tem pais da igreja a Maria até cita alguns casos reformadores que coloca uma mulher em segundo plano para gente mulher assim tipo ó fica quietinha é até tem outros a expressão lá alemã Neto cita alguém é que aqui eu não sei falar levar a gente Mas é casa igreja e cozinha não é tipo assim ó é filhos filhos igreja e cozinha Finder curte e kkk né esse Tô sim o cara isso aqui é tô área de atuação faz bem feito que não vai ter problema é inegável até uma coisa que eu ia falar a gente que acha que dá para a gente ir falar um pouquinho aqui porque a Maria deixou a bola quicando lá atrás quando a gente fala empoderamento feminino realmente acende uma luz a vermelha na nossa cabeça no sentido aí ó feminismo petismo é progressivo Não é esse Progressista aí ó botar o quê Progressista aí levando a Marília César Progressista aí tá longe nem preciso mais você der mais Progressista né Qual o feminismo aí é inegável a gente que algumas pautas realmente foram sequestradas por partidos de esquerda ou por militantes é progresses agora o fato é o fato dessas faltas terem sido de alguma forma levantar eu não diria sequestrada mas tem um povo que fala muito sobre isso e às vezes não falar acaba implantando uma outra ditadura né é o matriarcado fosse tem até uma brincadeira assim né é que é combater uma violência com outra violência também não é o caminho agora é uma pauta que a igreja precisa falar e precisa falar porque porque a igreja tem que falar de forma correta sobre isso então assim a gente precisa tocar nesses assuntos e não é porque determinado movimento assumiu e levantou essa bandeira com mais força é que a gente não precisa falar não a gente precisa falar mesmo que com o mesmo correndo risco é colocado no Balaio junto com militantes que fazem coisas erradas e tal mas a gente precisa correr esse risco porque a gente precisa falar sobre isso mas Marília gente não tem como falar tudo aqui o seu livro tá aí também a disposição da Galera acho que um livro necessário tem que estar em Teologia Pastoral no seminário disso eu fiz um seminário e eu não lembro de ter discutido violência doméstica eu não lembro de discutido isso no meu seminário E aí a gente percebe algumas lacunas então gente eu quer dizer que eu não lembro vai com meu seminário ensinou e eu não dei bola também é uma possibilidade Ok mas realmente esse livro tem que estar nas roda gente discutir sobre isso mas e aí Marília quais caminhos do sugere para a gente falar sobre esse assunto e para que as mulheres se percebam em situação de abuso enfim quais caminhos são possíveis para a igreja falar de forma madura sobre isso o meu disse né Vamos descobrir nas nossas igrejas Quem são os profissionais interessados nessa um né quem são os Se temos ali Y é um advogado um educador um alguém ligado à área da saúde mesmo que atende muitas vezes a mulher ferida né Vamos descobrir os nossos talentos que poderiam se interessar contribuir com essa ação vamos convidar pessoas especializadas em gente muito boa de dentro da igreja e de organizações não-governamentais também da sociedade civil muito preparados para contribuir com ajudar a formar grupos a Como assim sugerir literatura sugerir leituras é que possam realmente abrir com um espaço maior para essa discussão tão acho que é começar identificando na igreja tem que se interessa pelo assunto eu sei que as igrejas sempre tem grupos de mulheres né reunião a reunião de homens a grupo de jovens vamos vamos levar para os grupos de jovens essa discussão vamos começar lá com os jovens com as nossas jovens com as nossas meninas ensinar para elas o Inter violência o que que eu percebi as pessoas envolvidas em situações assim de abuso de relacionamento a violência elas não muitas vezes elas levam anos e anos e anos para se dar conta de que elas estão numa situação assim elas não sabem por quê que elas não sabem porque ela já vem de Lares onde a violência predominava também a mãe passava por isso o pai passava por isso como o a gente falou às vezes é a mulher que a violenta mulher que é a Olha aí o homem mas em geral o predominância é da violência contra a mulher Então a menina jovem o namoro e já lá no namoro o carinha já é agressivo com ela já Empurra Ela já grita com ela mas ela tá acostumada com esse ambiente de violência Então ela acha que é normal é normal ser tratado assim é normal sem maltratado é normal sem porrada é normal ser xingada porque no lar dela na casa dela era isso que eu foi isso que ela viu então precisa é a pessoa precisa muitas vezes anos e anos e anos para ir e conversar com pessoas Mais esclarecidas ler alguma coisa sobre esse tema para descubrir para cair a ficha de que ela tá no relacionamento de violência quer dizer gente é é autoestima 10 né tipo a zero então a minha sugestão é essa vamos conversar sobre essa um pouco vamos formar grupos de pessoas se interessam por esse tema vamos ver mas vamos convidar Profissionais que são especialistas nesse assunto para falar para igreja sobre esse assunto então é é está mais a tempo né como você disse Bibo a irmã a irmãzinha que sentar ali do teu lado na igreja pode estar passando por isso e ela tem vergonha de contar Ou ela tem vergonha ou ela já tentou e viu que não deu em nada né só se sentiu mais culpada Então eu tenho lá eu vi depois até que eu terminei de escrever o livro eu tava olhando lá onde eu na internet viu depoimento de um pastor miga Me tocou muito pastor escrevendo no site quando assim eu vou carregar Até o fim da minha vida culpa pela morte de uma irmã da minha igreja porque ela veio pedir conselho para mim eu tava numa situação de violência e eu mandei ela de volta para casa com o conselho mas você precisa orar mais pelo seu marido e ela foi assassinada pelo marido marido assassinou ela eu esse pastor escreveu um artigo dizendo que ele carrega é carregar que eu sempre o peso da Morte dessa pessoa no coração de ele ele não sobre Ltda com esse assunto é pensando aqui né Eu acho importante a gente falar sobre educação dos meninos né os homens os rapazes precisam ser educados de que eles não têm licença para extravasar suas frustrações dos relacionamentos É parece uma coisa bem básica Mas se a gente olha a maioria dos casos tanto do livro quanto das estatísticas para o cara do celular Teve um dia ruim no trabalho tá eu tenho suas frustrações com emprego com carreira no que for todo mundo gente vida e suas lutas né e parece que isso dá licença para p e descontar em alguém então a gente que desconta no gato do vizinho tem gente que desconta né no no cachorro quando chega em casa dente só capota a gente que fica maltratando a esposa não vou não você não pode acho que isso tem que ser falado de forma explícita inclusive nos púlpitos né acho que a gente precisa falar de forma explícita que não que não pode você não pode agir assim você não tem licença para agir de forma mal-educada porque você tá chateado acho que a gente pensa assim parece bem básico a gente vai melhorar inclusive nas nossas relações humanas como todo não são relação doméstica né mas assim é e também assim a gente precisa voltar a pregar nas igrejas o fruto do espírito né porque tudo isso que a gente tá falando aqui sobre esse ciclo de violência sobre essas coisas é o bom discipulado não é um bom discipulado vai assim meio Eu já vi gente em reunião de oração e união de igreja irmão pediu oração porque tá passando sufoco que o que resistir a tentações muito difíceis né tentações que iriam destruir o casamento dele ele tem abertura para dentro do seu culto de oração ele daquele grupo pedir né socorro por isso né a gente precisa voltar até essa essa condição na igreja até de Socorro realmente os homens que estão com risco de entrar no ciclo de violência e socorrer as mulheres que estão é às vezes é vindo de situações muito abusivas e que não sabem como lidar com esses homens sob risco Então a gente tem que voltar sabe a raiz nela atrás do que a gente pode oferecer enquanto igreja a gente está muito é a gente fica muito preocupado em fazer tabelinha de pontos ou de seguir as vezes os modelos enlatados que trazem para a gente livro de autoajuda né Eu já li muito livro sobre relacionamento acho legal mas como uma ferramenta auxiliar a gente tem que voltar realmente a raiz né então esse homem que tá ali enchendo a paciência dessa mulher ponta vai ficar desesperada né procurar ajuda o gabinete Pastoral procurar ajuda da esposa do pastor que também é muito procurada será que esse marido ele tá testando o domínio próprio né Será que ele tem ele tem vida devocional ele a Bíblia hora e parece que os né a gente a gente esquece isso sabe então é voltar isso e a gente vai começar educando os mais jovens a gente até por mais jovem que chegar dentro de casa e falar com o pai pai você não vai mais agir desse jeito aí então a gente tem que começar de baixo trabalho de formiguinha mesmo sabe uma coisa que eu acho importante legal Sabe que eu tava vendo esses dias a minha filha gosta muito de Turma da Mônica impressionante né Imagino que vocês também curtiram Turma da Mônica na infância de vocês e a parada assustadora que a minha filha de 6 anos goste de Turma da Mônica obviamente que ela não leu o gibi ela ver os desenhos mais caro esses dias eu parei comecei a prestar atenção no trato do Cebolinha e do Cascão com a Mônica abusivo no nível horroroso horroroso aí eu moro pausem feliz hein tu acha que tá tudo errado e comecei a falar que é sim porque é muito bonitinho né E aí a Mônica eles provocam a Mônica a Mônica bate neles aquela coisa toda né filha tá tudo errado isso aqui filha é porque ele chama Mônica de gorda né tipo assim cara é impressionante assim é um bullying eu não sei qual é a idade daquele desenho porque eu confesso que eu não vi quando foi lançado mas é um pouco assustador assim parece um filho olha se algum menino te tratar dessa forma sabe ficar dizendo que você é gorda que você é feia fica rindo da tua cara filha tu não faz igual a Mônica Não bate nele Mas tu vai e fala com a professora fala para o papai fala para mamãe porque menino não pode tratar uma menina dessa maneira já foi trocando umas ideias com a minha filha entendeu porque eu fiquei aí eu falei filha eu queria que você não assiste mais Turma da Mônica Papai não tá gostando desse conteúdo e tal aí até não vi mais ela assistindo até onde eu conseguir monitorar Então mas eu fiquei assustado com o tipo de relacionamento sabe e até alguns desenhos assim é incrível como já nos desenhos a mulher é a menininha é objetificada é assim Esse é um pouco Assustado assim algumas coisas que eu vi a minha a minha filha consumindo E aí eu tenho que pedir para ela parar de ver eu tentar ensinar para ela porque para pedir para ela parar de ver eu consigo agora que ela tem 6 anos na adolescência eu não vou conseguir ela vai ver escondido então no sentido eu já prepará-la para ti filha julga então direito essas coisas né não é normal um menino sabe esse é o acionamento abusivos e porque as até no desenho vão pegar o Luca né que é um lançamento recente agora da Pixar é existe um personagem que ele é um maneira ele é o cara que tem a vespa e ele é um babaca entendeu às vezes até acabar querendo um com até você perceber que é o vilão a gente percebe porque adulto às vezes eu fico pensando a criança Poxa né Que legal ele é o cara que tem a vespa ele é o cara que todo mundo ouvir aqui no bairro e tal Pô eu quero ser como esse cara pede acaba criando né Depois eu teto percebe que ele é o vilão e tal mas eu fui eles passam um filme inteiro glamurizando a postura daquele cara assim tipo ele é o cara e tá total né no vilarejo vai lá no final Ele é tido como vilão e jogado na porta É nós mano por uma hora e meia ele foi glamourizado assim então eu fico pensando como é que é o efeito disso na cabeça não atua a gente gostava dos vilões quando era criança tava ia chamar legal porque ele também fala com o Adão dentro de nós com o pecadores de nós enfim mas é muito legal essa ideia de já desde pequeno começar educar as crianças é isso Marília Obrigado pelo teu tempo aqui por falar tocar nesse assunto tocar nessa ferida é eu eu vejo assim você aponta eu acho que você aponta um caminho tá ali mas eu penso que o teu trabalho e se eu tiver jogando errado tu me corrigir agora aqui tá mas eu penso teu trabalho é a gente tá aqui uma ferida deixa abrir o bandeide para vocês darem uma olhada deixa eu abrir essa faixa Neto até aponta caminhos e tal mas eu vejo que o que ocupo miolo Teu livro é essa ferida exposta aí na igreja evangélica brasileira e muito obrigado por esse teu trabalho e faça terapia porque eu lembro passei mal eu imagino tu conversando com essas mulheres foi muito difícil mas eu agradeço muito por mais de Sili é o tempo que Deus me capacitou a mesma escrever essas histórias e terminar mais um livro e muito obrigada pelo interesse de vocês pelas perguntas eu acho que foi muito muito legal mesmo na conversa e creio que vai ajudar as pessoas a refletirem um pouco sobre esse tema e né tomarem consciência de que é um assunto muito urgente né Já estamos atrasados a perna de nessa discussão estamos muito atrasados Obrigada pelo pelo tempo de vocês e só queria só concluir com uma sala e também eu gostei muito um prestei o Pastor Luiz Sayão no livro e ele falei eu perguntei né É pastor essa essa discussão muitas vezes pode parecer que a gente está querendo empoderar eu detesto o verbo sabe eu detesto esse verbo empoderar mas é muito usado Então pode tá parecendo que a gente está querendo puxar a sardinha para o lado do feminismo do que lhes concedeu Lógico né E no final acaba virando tudo uma disputa de poder é isso que eu eu fui percebendo e esse é o meu temor de qual falar sobre um tema ter atinge muitas mulheres de uma forma muito negativa é estimular a disputa de poder Então teve um Jornalista inglês que escrever um livro maravilhoso e disse que o problema dos movimentos estas pautas minoritários aí é é que muitas vezes a pessoa começa a defendendo uma agem daqui é para uma agenda de igualdade é buscando igualdade mas que no final ela se torna uma agenda de ser de querer ser melhor que o e no começo você tá gostando a igualdade Mas aí você sim se Encanta tanto com aquela com aquele assunto que você acaba se achando melhor que o então a mulher passa a se achar melhor que o homem quando ela entra nessa coisa ideologizado entendeu eu queria só ressaltar aqui a minha intenção não é estimular escuta disputas de poder entre homem e mulher muito pelo contrário né o modelo que a gente tem como o Bibo mencionou o dia Efésios é de muco a submissão tá então dos últimos atos de Jesus que para mim é pouco e também de chocante né das últimas atitudes de Jesus para os seus discípulos foi lavar os pés dos discípulos ele pegou Olá uma bacia e lavou os pés buscaram gente quê que é isso e Que gesto é esse que exemplo é esse então nós somos chamados as eu vi um Sazon até uma atitude de Estado está no sempre dispostos a servir mais à disposição de servir não quer dizer ser vinho não quer dizer se é masoquista né não quer dizer ser não ter amor próprio não ter autoestima não é nada de Então essa mensagem que eu queria deixar e espero que livro contribua bastante com essa discussão com certeza muito obrigado é isso gente o grito de EVA a violência doméstica em lares cristãos lançamento aí da Thomas Nelson Brasil e você acabou de ouvir aí a autora Marília de Camargo César Muito obrigado Marília pelo teu tempo aqui e estar com a gente neste podcast Lembrando que esse livro O Grito de ela está com 10 por cento de desconto é só você usar o cupom Eva 10 tá bom Eva 10 os links estão aqui na descrição deste Bete mas ela só não tá entendendo direito você gosta de desconto Submarino a Amazon digital cópia física volta nos recados paroquiais que eu expliquei tudo direitinho Sil estamos juntos daquele jeito acho que a gente não vai gravar tão cedo agora né isso aí vamos ver vai ficar difícil né com essa criança aqui para sair Que bom muito bom Deus abençoe todo o processo aí senhor é nóis tá bom obrigada obrigada pela oportunidade uma benção né é muito assim é um privilégio poder ler o livro depois começar a altura essa gente segue olha aí que chique seu vacio né são máximo e nem precisa Entrar Instagram não era de só que 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