A ARTE PRECISA SER BELA PARA SER CONSIDERADA ARTE? | NORMA BRAGA
25/08/2021A ARTE PRECISA SER BELA PARA SER CONSIDERADA ARTE? | NORMA BRAGA
Fonte: Edições Vida Nova
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em uma segunda pergunta aqui também ligado é aparência da Norma A Arte precisa ser bela para ser considerada arte é essa pergunta é muito interessante porque eu me lembro de mulher né aí trazendo toda essa atmosfera de questionamento das ideias do que era Belo Antes de ele na ideias assim mais relacionadas a razão no sentido da ordenação no sentido da correlação Estreita com a realidade ele chega e diz o belo é sempre bizarros então é uma enfim a gente tem que tentar entender o que seria o conceito de Belo de acordo com as escrituras né Esse é um trabalho gigantesco enfim eu nem saberia por onde começar mas isso que ele falou e ele fala isso também dentro do Espírito romântico que veio antes dele é talvez até um pouco mais realista do que os anteriores aí punham que não é um belo idealizado mas um belo que comporta o feio também penso na literatura por exemplo a literatura dentro da Graça comum de Deus às vezes ela Age de um modo Profético no nosso espírito porque ela expõe o mal de modo cruamente modo cru e como Jonas falou a gente não tem só uma apreciação intelectual do mal mas a gente sente o mal na pele do personagem que faz experimentando aquele mal então é muito poderosa né como denúncia do mal então eu não e eu acredito que a ideia idealizada grega e toda certinha do equilíbrio não relacionada o belo também ignorava Esse aspecto da realidade eu não acredito que seja nem como os antigos neoclássicos diziam aqui tá falando mais em relação a teoria francesa né porque eu estudei eu acredito que não era nem como os neoclássicos que eles meio que embelezavam a realidade de um modo que o feio não podia comparecer e nem como os modernos que acaba que só o fez rir muitas vezes acaba aqui você tira a técnica você tira a ordenação você tira tanto que no final sobra como você já devem ter visto por aí né o aquele italiano aqui Colocou as próprias fezes dentro de um saquinho e fé em dia o nome era Mazzoni E aí mas outra palavra e vendeu loucamente então assim o que que sobrou também foi tirada tanta coisa que nos que não sobra nada então a gente tem que ir procurar aí uma concepção de fato é que pudesse ser vista dentro de uma cosmovisão Cristã sem tirar o pecado mas sem tirar a queda mas sem tirar a criação sem ser a redenção que compareçam juntos para formar um sentido que como o Davi Charles Gomes falou para mim uma vez uma conversa sobre a arte né que a arte a conta para si e para Deus mas não tem essa duplas e mensagem né arte mesmo quando ela denuncia o mal e aponta o feio ela cria em nós a fome do Belo a fome do bem a fome e ele é nisso que ela conta para Deus o Jonas brincou a pouco do cs2 dizendo que se encontrado lá no século 13 14 zonas será que as reflexões de Anselmo da Cantuária microblog em monologue eu não daria um pistas pra gente conceituar o belo sim sim com certeza eu acho que ia Selmo seria um excelente é fonte de inspiração para pensar a questão do Belo mas eu confesso para você frango aqui quem me veio mais a mente até mais do que Anselmo podiam traidores cabeça é o que eu penso que o Jonathan está dizendo deu para gente dois parâmetros para beleza primeiro lugar Beleza é porque que existe a beleza porque não desiste não é e que todo crente deveria ter as suas afeições né para dizer nesses temos as suas paixões né aguçados a contemplação da Beleza Divina porque é a beleza Divina que deve nos atrair e o que caracteriza esse padrão de beleza Divino duas coisas ordem e proporção então a tudo aquilo que apresenta a ordem e que presenta proporções que não são desproporcionais e não são desordeiras estariam dentro desse parâmetro daquilo que refletiria a beleza Isso é uma isso a gente pode tirar da própria criação a gente vê na ligação as proporções a gente vê na criação as ordens que a gente sabe identificar a queda nas desordens identificar a guerra nas desproporções daquilo que é desproporcional e tudo aquilo que é desordem é aquilo que de alguma forma nos agride Então eu acho que a gente tem uma pista aí também com Jonathan e duas para pensar questão de uma estética aí O que é estranha pintada aí no soli deo Glória aqui que teria aí uma uma uma abertura para uma espécie de de contemplação da obra de arte humana à luz de uma ordem Divina de uma proporção de virar vendeu os é mais belo que é né exato já sinergia ai perispírito e isso tira a gente Franklin do gnosticismo lá em porque o que nós precisamos é a maneira de você transformar Deus é apenas um ente lógico sem mente que você pode compreender apenas racionalmente e do outro lado também a rejeição da criação né que é outro ponto exato de sismo na prensa com por meio de uma iluminação misteriosa esotérica mas torneio a rejeição de uma pintura de Rembrandt amo um filme como Amadeus na música bonita mesmo tocada por alguém que não é cristão não aí quando a gente pega a holandesa né dos da tradição reformada do jogo é que eles deixam são os primeiros né a a representarem a natureza não é mais do que as as imagens sacras né as imagens religiosas né mostrando ali na própria reprodução a da natureza morta não é a proporção a beleza lá então é isso aí só acho interessantíssimo acho que isso Responde um pouco também é a pergunta que a norma fez a provocação nós isso que tá acontecendo com a gente que te perdeu a imaginação lá acho que boa parte da nossa maneira de de trabalhar a fé se tornou bastante agnóstica Mirim o que que eu tento dizer que nós Para justamente não cair naquela naquele erro e às vezes eu acho que esse é o Às vezes o problema que o Smith Às vezes cai quando ele vai trabalhar a questão de Agostinho EA questão dos afetos etc dizendo ir né a gente precisaria a e esse racionalismo e se entregar mais ao coração e etc é uma usa tem uma crítica muito interessante esse pensamento dos níveis e quando ele disse que a gente precisa quebrar o gnosticismo não oferecendo um fideísmo um não ofender oferecendo mais emocionalismo mais sentimentalista verdade você vai para o outro lado Ai bem então não seria você fazer uma escolha seria você entender que a natureza e o ser de Deus exige do ser humano muito mais do que seus pensamentos ele não elas pensamentos mas até mesmo né