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A fé vem pelo ouvir

Pregação e o contexto da Desconstrução de Jacques Derrida.

Pregação e o contexto da Desconstrução de Jacques Derrida.




Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd

Legendas automáticas:

o Olá pessoal bom dia tudo bem aqui
Michel Augusto você está no canal
exposição bíblica e eu queria te pedir
um favor deixe o seu like nesse vídeo se
inscreva no canal Ative o Sininho para
você receber as nossas notificações
eu queria falar hoje sobre a pregação no
contexto da desconstrução pós-moderna
hoje eu vou falar exatamente no Jacques
derrida Não o
filósofo vamos ver assim a gente tem até
dificuldade chamada de filósofo porque é
a crítica literária dele vai muito além
de Filosofia
mas vamos falar sobre ele tá bom vamos
lá então
eu tô usando alguns referenciais
teóricos como que é irmã Rose a própria
Kátia kozik
que a área da filosofia do direito
também que vai nos auxiliar a entender
melhor essa questão da desconstrução
pós-moderna bom
Jacques derrida nascido 1930 morre em
2004 então é um contemporâneo é nós não
estamos falando aqui de de algo que tá
ultrapassado ao que está arcaico é uma
discussão bem contemporânea
e ele era um ativista de em causas
políticas e daí a gente encontra a
dentro dessa desse ativismo político
dele algumas coisas que serviram de
insights até mesmo para aquilo que ele
propõe como desconstrução
e a no início de 60 da década de 60 ele
escreve um texto três Professor sign and
play in this Curse Of The Human sciences
e esse texto foi incluído no livro
lighting and Friends publicado pela
Editora perspectiva
é produzido com a frase o título
escritura e diferença marca o início da
desconstrução literária bom ele foi
criticado não os americanos que ele
ficou muito ele por ele não realizar uma
pesquisa filosófica propriamente dita
que a marca da humanidade e sim
trabalhar estudos literários bom é
difícil a gente entender o que que se
trata desse construção mas a gente
poderia dizer que é um emaranhado de
significações
e é algo que acontece e acontece
constantemente internamente algo que não
tem fim uma sempre uma coisa tá
desconstruindo outra não existe uma
metodologia própria para isso está
relacionado muito a leitura de um texto
por LER e pensar aquele texto bom existe
uma base embora não haja uma metodologia
própria existe uma base que é a própria
desestabilização e como de lidar era um
ativista político
Nada
melhor do que tratar isso como uma
desestabilização da interpretação
dominante
aquela questão antiga né das formas de
poder
a gente tem que derrubar as estruturas
de poder
é algo sem fim Pois todas se torna
dominante na sua época
bom então essa questão da desconstrução
é um troço tão perigoso porque nunca vai
ter fim aquilo que dominava a
modernidade deixe dominar na
pós-modernidade
e
outra estrutura de poder vem e domina
daqui a pouco vem outra situação e
derruba então sempre a desconstrução tá
partindo do pressuposto
da incríveis da
construção de algo novo é esse algo novo
que está sendo construído Vai ser
desconstruído lá na frente a gente vê
muito essa questão da desconstrução na
no próprio no próprio construtivismo
educacional
é porque coloca o protagonismo no aluno
que tem que deve ter o poder de a partir
do seu contexto social e político de
trazer essas contribuições para o campo
do conhecimento
então a desconstrução fui muito ligado
também como construtivismo porque o
construtivismo nada mais é do que é uma
ressignificação
com base nas questões sociais e
políticas e você como pregador nós como
pregadores evangélicos precisamos
compreender bem esse momento é esse
momento não é tão atual mas ele persiste
ainda é o de dar é vamos descer um nível
hard de
desconstrução essa desconstrução começa
infectar a gente sabe muito bem que essa
desconstrução começa lá no Éden a partir
a das das insinuações
a
Eva aí e consequentemente para Adão isso
passa por Jesus lá no monte da Tentação
então a desconstrução é uma obra
Demoníaca EA o medo sempre da posição
dominante né fazendo uma ponte aqui de
Jacques derrida para a questão do
próprio
diabo né A questão toda que Deus tinha
dado uma ordem para dão é uma ordem com
autoridade é uma posição dominante
divina e isso com certeza é
e traz uma situação de uma sugestão de
desconstrução pelo próprio diabo então
tudo que a gente vê hoje nada mais é do
que a aquilo que já aconteceu então
partindo de Jacques derrida uma leitura
ou interpretação é sempre uma escrever
um texto do passado
é a tradução desse texto para o presente
só que quando você traduza o texto para
o presente
e esse essa tradução sempre envolve a a
ressignificação desse texto porque para
ele o texto presente é um não-texto
existe apenas enquanto possibilidade
para a construção futura de um novo
texto Então essa reconstrução Essa
ressignificação ela sempre estará estará
aberta nunca tem um fim
isso rompe com a filosofia ocidental
porque filosofia ocidental parte sempre
de aspectos aqui tecnológicos do
conhecer que envolve o conhecimento A
Busca Pela verdade e critérios de razão
Claro trabalhando aqueles pêndulos entre
Aristóteles e Platão né Aristóteles
apontando para baixo e Platão para o
alto enfim a preocupação
do Jacques derrida é descrito é muito
pelo Saimon cri Crisley que diz que a
existe uma preocupação de reduzir a a
cidade a unidade o outro ao eu a
domesticação do outro a desconstrução
vai partir desse pressuposto que nós não
podemos ver no ambiente de domesticação
Hum
bom uma um ponto chave no de lidar é a
busca pela alteridade
EA alteridade sempre a busca da presença
do outro
nesse processo interpretativo sim é nós
entendemos e precisamos compreender que
todos nós temos o poder de interpretação
o ouvinte que tá te ouvindo que tá
ouvindo o teu sermão e não se enganem
ele tem o poder de interpretação é mesmo
porque a interpretação não é não é Nossa
né Nós não somos donos da interpretação
assim como era na Idade Média não é
verdade então o protestantismo não pode
partir do pressuposto da idade média que
o papo é o dono da interpretação por
outro lado e é os ouvintes precisa
entender que embora o pastor EA igreja
não seja dona da interpretação
a interpretação tem princípios próprios
que a comunidade deve entender
é porque a reforma protestante ela não
quebrou a estrutura da igreja dos seus
ministros como todo o que ela fez foi
dizer olha a igreja ela não é dona da
interpretação mas é a reforma não disse
que a igreja não é importante no
processo Deixa de ser importante no
processo interpretativo a reforma não
diminuiu a importância do pastor e
mestre
no resguardo
doutrinário Não isso não aconteceu então
esses extremos são muito perigosos bom
para Jacques derrida dar e a ética é a
primeira filosofia a ética para ele no
sentido de relação entre pessoas
e como ele influenciado por leminas ele
consegue essa questão ética como
liberdade e espontaneidade
subjetividade e o outro o problema que a
subjetividade em Jacques derrida é algo
que não tem fim
Oi e essa subjetividade leva ao
entendimento de que
um texto é um não texto você já
dificilmente nós vamos conseguir
encontrar o significado de um texto
dado essa carga Essa alta carga de
subjetividade que um texto tem
e eu gosto sempre de citar o William
Lane Craig ele diz olha ninguém quer ser
subjetivo quando precisa ler a bula de
um remédio
para se tratar quando alguma doença a
pessoa que é lê e encontrará fatos
objetivos naquela bula para
se medicar conforme a prescrição médica
Então esse é um pouco é troncado né
Outra coisa aqui em Jacques derrida a
questão da justiça
ele fala que a justiça é definida por
essa relação ética com outro em resposta
ao sofrimento do outro então como ele
era um ativista política noção de
justiça para ele era muito forte e a
noção de justiça para ele está valendo
direito porque ele fala seguinte o
direito
estabelece regras que a gente só aceita
por uma questão de autoridade
mas a justiça está muito vai muito além
e do direito à justiça infinita e ela
não representa necessariamente um
direito o posto algo que está ali é
estatutariamente estabelecido E aí que
os teólogos eles se perdem porque
quando você deixa de enxergar a Bíblia
como um estatuto firme seguro para todas
as relações em todas as épocas com as
aplicações de vidas é claro com a
hermenêutica e aplicação de vida você
começa a enxergar que a sua justiça
própria a sua condição social e política
deve prevalecer sobre um texto bíblico
Então essa relação de justiça social com
a palavra de Deus tem muito a ver com a
própria desse construção de Jacques
derrida no sentido de que um ouvinte ele
tem uma dor e tem um sofrimento ele tem
uma causa de existência E essa causa de
existência deve e
politicamente socialmente
algo que iria a praça e aquele texto que
fornece uma ética de vida para ele não
vai dizer muito para ele porque porque
aquele texto que faz parte de uma base
legal hum ta muito limitada a questão da
sua justiça que tá muito envolvida com
aquilo que ele sente com aquilo que ele
vive com o seu contexto social com seu
contexto político EA sua existência se
torna um clamor infinito que a Bíblia
não atende a autoridade da Bíblia não
vai aprender aquilo
então a ideia de desconstrução é uma
ideia de transformação de recriação de
repensar de reformular e o ideal de
emancipação que as pessoas devem sempre
seguir bom dito isto
e nós precisamos entender que por trás
conforme Barros verdes por trás da
estratégia de dar de desfazer nasce um
temor que ele tem com a questão dos
recursos legítimos de poder tudo aquilo
que autoridade a Bíblia tudo que envolve
a autoridade é isso traz uma
desconfiança por achar que alguém possa
ter encontrado o sentido único da
Verdade do conhecimento da existência
então ele acaba Chamando essas pessoas
que dizem que encontraram a verdade de
todas
então o próprio derrida contesta a
pretensão do filósofo e do teólogo e ter
chegado uma visão fixa e correta das
coisas agora imagine
é aonde tudo isso vai parar né Essa
desconfiança sem fim uma desconfiança em
relação a revelação é uma desconfiança
em relação a própria razão é uma
desconfiança em relação a própria
interpretação porque tudo vai ser
reinterpretado sempre Então nada que tem
valor fixo tudo é variável tudo se torna
fluido e aplicando por contexto por
exemplo ideológico de gênero a gente vai
identificar muito bem o que que a
desconstrução o feminismo por exemplo
ele ele exibe muito bem o que que a
desconstrução
e a ponto de
chegarmos numa numa área de subversão de
identidade que o igualitarismo que luta
contra o patriarcado ele vai desembocar
exatamente na grande questão se o homem
é igual a mulher do ponto de vista de
funções bíblicas eu tô falando sentido
bíblico homem e mulher podem ser iguais
também no ponto de vista sexista
e como tudo passa por uma questão de
subversão aquilo que era dominado ou se
torna dominante e assim sucessivamente
bom nós temos que tomar muito cuidado
porque a nossa fé tem uma razão
e a nossa fé parte de pontos subjetivos
sim por exemplo eu digo quando eu digo
que eu nasci de novo isso é um fato
subjetivo mas esse fato subjetivo ele
tem uma razão ele tem uma explicação que
que é o Novo Nascimento a Bíblia trata
do que que eu Novo Nascimento então nós
precisamos entender que houve uma
mudança de paradigma de pontos
históricos para pontos literários na
doutrina nessa Doutrina do Dr da e
e para ele o começo da sabedoria é a
dúvida só aqui para nós o começo da
sabedoria é Cristo a exata expressão
imagem do pai ele a sabedoria encarnada
ele a resposta de toda a busca pelo
conhecimento verdade e razão que nós
temos e quando nós pregamos nós pregamos
exatamente
sentado em Cristo Jesus por ser essa
expressão exata de Deus nós temos que
compreender a desconstrução e precisamos
voltar a ao sentido do conhecimento da
Razão
centrado na revelação de Jesus Cristo e
entender que a questão de de lidar EA
desconstrução é algo incoerente não só
para nossa fé é mas tem sido incoerente
para o próprio direito por exemplo
e é os grandes filósofos do direito
muitos deles como Michel villey vai
destacar
o quanto tem sido prejudicial Essa visão
subjetivismo individualista
o que gera interpretações sem fim
a turma da pedagogia algumas fazem
críticas ferrenhas em relação ao
construtivismo nada que na verdade na
minha opinião nada mais é do que uma
desconstrução
é porque
gera na criança um senso uma falta de
senso de
dá-se do sentido do mestre a formação
cognitiva se torna tão fluida que ela é
prejudicada não só nas questões Morais
Mas ela é prejudicada até mesmo nas
próprias questões do conhecimento e os
índices
internacionais da educação
construtivista tem mostrado tanto que
esse processo é prejudicial não só do
ponto de vista espiritual moral mas do
próprio do ponto de vista também da
cognição não é quando não há essa
preocupação em transferir conhecimento
ok bom pregadores do Evangelho
precisamos nós precisamos compreender só
que quando nós pregamos o evangelho nós
eu vou nós estamos envolvidos no texto e
é nós temos um texto nós temos um
ouvinte que é um leitor Hum E nós temos
um processo
que envolve essas duas partes
e nesse processo a um tipo de
subjetivismo Sim claro que a quando eu
pego a pessoa que recebe ela é impactado
por exemplo com ação do espírito que
trabalha no seu cê que que a Move para
mudanças e transformações mas nunca se
esqueça de que se envolvimento no culto
público de quem fala com o texto O que
diz e o subjetivismo do ponto de vista
da experiência está cerceado pelo por
fatores objetivos a gente chama esse de
cano
bom então essa obra prima etária que
acontece no culto seja o prego a Cristo
e o Espírito Santo Coloca esse Evangelho
no coração gerando transformação nas
vidas que é uma obra subjetiva um blog
fatos objectivamente escritos ordenados
canônicos é isso que nós precisamos como
pregadores e entender tá bom Espero ter
te ajudado
e
vamos em frente passa na academia de
expositor que eu tenho curso completo
sobre isso aí Esse vídeo foi foi só uma
deixa mas eu tenho lá 12 vídeos gravados
sobre essa questão da desconstrução
academia dispositor. Com.br tchau tchau