Pregação e o contexto da Desconstrução de Jacques Derrida.
19/08/2021Pregação e o contexto da Desconstrução de Jacques Derrida.
Fonte: Centro de Pós-Graduação Russel Shedd
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o Olá pessoal bom dia tudo bem aqui Michel Augusto você está no canal exposição bíblica e eu queria te pedir um favor deixe o seu like nesse vídeo se inscreva no canal Ative o Sininho para você receber as nossas notificações eu queria falar hoje sobre a pregação no contexto da desconstrução pós-moderna hoje eu vou falar exatamente no Jacques derrida Não o filósofo vamos ver assim a gente tem até dificuldade chamada de filósofo porque é a crítica literária dele vai muito além de Filosofia mas vamos falar sobre ele tá bom vamos lá então eu tô usando alguns referenciais teóricos como que é irmã Rose a própria Kátia kozik que a área da filosofia do direito também que vai nos auxiliar a entender melhor essa questão da desconstrução pós-moderna bom Jacques derrida nascido 1930 morre em 2004 então é um contemporâneo é nós não estamos falando aqui de de algo que tá ultrapassado ao que está arcaico é uma discussão bem contemporânea e ele era um ativista de em causas políticas e daí a gente encontra a dentro dessa desse ativismo político dele algumas coisas que serviram de insights até mesmo para aquilo que ele propõe como desconstrução e a no início de 60 da década de 60 ele escreve um texto três Professor sign and play in this Curse Of The Human sciences e esse texto foi incluído no livro lighting and Friends publicado pela Editora perspectiva é produzido com a frase o título escritura e diferença marca o início da desconstrução literária bom ele foi criticado não os americanos que ele ficou muito ele por ele não realizar uma pesquisa filosófica propriamente dita que a marca da humanidade e sim trabalhar estudos literários bom é difícil a gente entender o que que se trata desse construção mas a gente poderia dizer que é um emaranhado de significações e é algo que acontece e acontece constantemente internamente algo que não tem fim uma sempre uma coisa tá desconstruindo outra não existe uma metodologia própria para isso está relacionado muito a leitura de um texto por LER e pensar aquele texto bom existe uma base embora não haja uma metodologia própria existe uma base que é a própria desestabilização e como de lidar era um ativista político Nada melhor do que tratar isso como uma desestabilização da interpretação dominante aquela questão antiga né das formas de poder a gente tem que derrubar as estruturas de poder é algo sem fim Pois todas se torna dominante na sua época bom então essa questão da desconstrução é um troço tão perigoso porque nunca vai ter fim aquilo que dominava a modernidade deixe dominar na pós-modernidade e outra estrutura de poder vem e domina daqui a pouco vem outra situação e derruba então sempre a desconstrução tá partindo do pressuposto da incríveis da construção de algo novo é esse algo novo que está sendo construído Vai ser desconstruído lá na frente a gente vê muito essa questão da desconstrução na no próprio no próprio construtivismo educacional é porque coloca o protagonismo no aluno que tem que deve ter o poder de a partir do seu contexto social e político de trazer essas contribuições para o campo do conhecimento então a desconstrução fui muito ligado também como construtivismo porque o construtivismo nada mais é do que é uma ressignificação com base nas questões sociais e políticas e você como pregador nós como pregadores evangélicos precisamos compreender bem esse momento é esse momento não é tão atual mas ele persiste ainda é o de dar é vamos descer um nível hard de desconstrução essa desconstrução começa infectar a gente sabe muito bem que essa desconstrução começa lá no Éden a partir a das das insinuações a Eva aí e consequentemente para Adão isso passa por Jesus lá no monte da Tentação então a desconstrução é uma obra Demoníaca EA o medo sempre da posição dominante né fazendo uma ponte aqui de Jacques derrida para a questão do próprio diabo né A questão toda que Deus tinha dado uma ordem para dão é uma ordem com autoridade é uma posição dominante divina e isso com certeza é e traz uma situação de uma sugestão de desconstrução pelo próprio diabo então tudo que a gente vê hoje nada mais é do que a aquilo que já aconteceu então partindo de Jacques derrida uma leitura ou interpretação é sempre uma escrever um texto do passado é a tradução desse texto para o presente só que quando você traduza o texto para o presente e esse essa tradução sempre envolve a a ressignificação desse texto porque para ele o texto presente é um não-texto existe apenas enquanto possibilidade para a construção futura de um novo texto Então essa reconstrução Essa ressignificação ela sempre estará estará aberta nunca tem um fim isso rompe com a filosofia ocidental porque filosofia ocidental parte sempre de aspectos aqui tecnológicos do conhecer que envolve o conhecimento A Busca Pela verdade e critérios de razão Claro trabalhando aqueles pêndulos entre Aristóteles e Platão né Aristóteles apontando para baixo e Platão para o alto enfim a preocupação do Jacques derrida é descrito é muito pelo Saimon cri Crisley que diz que a existe uma preocupação de reduzir a a cidade a unidade o outro ao eu a domesticação do outro a desconstrução vai partir desse pressuposto que nós não podemos ver no ambiente de domesticação Hum bom uma um ponto chave no de lidar é a busca pela alteridade EA alteridade sempre a busca da presença do outro nesse processo interpretativo sim é nós entendemos e precisamos compreender que todos nós temos o poder de interpretação o ouvinte que tá te ouvindo que tá ouvindo o teu sermão e não se enganem ele tem o poder de interpretação é mesmo porque a interpretação não é não é Nossa né Nós não somos donos da interpretação assim como era na Idade Média não é verdade então o protestantismo não pode partir do pressuposto da idade média que o papo é o dono da interpretação por outro lado e é os ouvintes precisa entender que embora o pastor EA igreja não seja dona da interpretação a interpretação tem princípios próprios que a comunidade deve entender é porque a reforma protestante ela não quebrou a estrutura da igreja dos seus ministros como todo o que ela fez foi dizer olha a igreja ela não é dona da interpretação mas é a reforma não disse que a igreja não é importante no processo Deixa de ser importante no processo interpretativo a reforma não diminuiu a importância do pastor e mestre no resguardo doutrinário Não isso não aconteceu então esses extremos são muito perigosos bom para Jacques derrida dar e a ética é a primeira filosofia a ética para ele no sentido de relação entre pessoas e como ele influenciado por leminas ele consegue essa questão ética como liberdade e espontaneidade subjetividade e o outro o problema que a subjetividade em Jacques derrida é algo que não tem fim Oi e essa subjetividade leva ao entendimento de que um texto é um não texto você já dificilmente nós vamos conseguir encontrar o significado de um texto dado essa carga Essa alta carga de subjetividade que um texto tem e eu gosto sempre de citar o William Lane Craig ele diz olha ninguém quer ser subjetivo quando precisa ler a bula de um remédio para se tratar quando alguma doença a pessoa que é lê e encontrará fatos objetivos naquela bula para se medicar conforme a prescrição médica Então esse é um pouco é troncado né Outra coisa aqui em Jacques derrida a questão da justiça ele fala que a justiça é definida por essa relação ética com outro em resposta ao sofrimento do outro então como ele era um ativista política noção de justiça para ele era muito forte e a noção de justiça para ele está valendo direito porque ele fala seguinte o direito estabelece regras que a gente só aceita por uma questão de autoridade mas a justiça está muito vai muito além e do direito à justiça infinita e ela não representa necessariamente um direito o posto algo que está ali é estatutariamente estabelecido E aí que os teólogos eles se perdem porque quando você deixa de enxergar a Bíblia como um estatuto firme seguro para todas as relações em todas as épocas com as aplicações de vidas é claro com a hermenêutica e aplicação de vida você começa a enxergar que a sua justiça própria a sua condição social e política deve prevalecer sobre um texto bíblico Então essa relação de justiça social com a palavra de Deus tem muito a ver com a própria desse construção de Jacques derrida no sentido de que um ouvinte ele tem uma dor e tem um sofrimento ele tem uma causa de existência E essa causa de existência deve e politicamente socialmente algo que iria a praça e aquele texto que fornece uma ética de vida para ele não vai dizer muito para ele porque porque aquele texto que faz parte de uma base legal hum ta muito limitada a questão da sua justiça que tá muito envolvida com aquilo que ele sente com aquilo que ele vive com o seu contexto social com seu contexto político EA sua existência se torna um clamor infinito que a Bíblia não atende a autoridade da Bíblia não vai aprender aquilo então a ideia de desconstrução é uma ideia de transformação de recriação de repensar de reformular e o ideal de emancipação que as pessoas devem sempre seguir bom dito isto e nós precisamos entender que por trás conforme Barros verdes por trás da estratégia de dar de desfazer nasce um temor que ele tem com a questão dos recursos legítimos de poder tudo aquilo que autoridade a Bíblia tudo que envolve a autoridade é isso traz uma desconfiança por achar que alguém possa ter encontrado o sentido único da Verdade do conhecimento da existência então ele acaba Chamando essas pessoas que dizem que encontraram a verdade de todas então o próprio derrida contesta a pretensão do filósofo e do teólogo e ter chegado uma visão fixa e correta das coisas agora imagine é aonde tudo isso vai parar né Essa desconfiança sem fim uma desconfiança em relação a revelação é uma desconfiança em relação a própria razão é uma desconfiança em relação a própria interpretação porque tudo vai ser reinterpretado sempre Então nada que tem valor fixo tudo é variável tudo se torna fluido e aplicando por contexto por exemplo ideológico de gênero a gente vai identificar muito bem o que que a desconstrução o feminismo por exemplo ele ele exibe muito bem o que que a desconstrução e a ponto de chegarmos numa numa área de subversão de identidade que o igualitarismo que luta contra o patriarcado ele vai desembocar exatamente na grande questão se o homem é igual a mulher do ponto de vista de funções bíblicas eu tô falando sentido bíblico homem e mulher podem ser iguais também no ponto de vista sexista e como tudo passa por uma questão de subversão aquilo que era dominado ou se torna dominante e assim sucessivamente bom nós temos que tomar muito cuidado porque a nossa fé tem uma razão e a nossa fé parte de pontos subjetivos sim por exemplo eu digo quando eu digo que eu nasci de novo isso é um fato subjetivo mas esse fato subjetivo ele tem uma razão ele tem uma explicação que que é o Novo Nascimento a Bíblia trata do que que eu Novo Nascimento então nós precisamos entender que houve uma mudança de paradigma de pontos históricos para pontos literários na doutrina nessa Doutrina do Dr da e e para ele o começo da sabedoria é a dúvida só aqui para nós o começo da sabedoria é Cristo a exata expressão imagem do pai ele a sabedoria encarnada ele a resposta de toda a busca pelo conhecimento verdade e razão que nós temos e quando nós pregamos nós pregamos exatamente sentado em Cristo Jesus por ser essa expressão exata de Deus nós temos que compreender a desconstrução e precisamos voltar a ao sentido do conhecimento da Razão centrado na revelação de Jesus Cristo e entender que a questão de de lidar EA desconstrução é algo incoerente não só para nossa fé é mas tem sido incoerente para o próprio direito por exemplo e é os grandes filósofos do direito muitos deles como Michel villey vai destacar o quanto tem sido prejudicial Essa visão subjetivismo individualista o que gera interpretações sem fim a turma da pedagogia algumas fazem críticas ferrenhas em relação ao construtivismo nada que na verdade na minha opinião nada mais é do que uma desconstrução é porque gera na criança um senso uma falta de senso de dá-se do sentido do mestre a formação cognitiva se torna tão fluida que ela é prejudicada não só nas questões Morais Mas ela é prejudicada até mesmo nas próprias questões do conhecimento e os índices internacionais da educação construtivista tem mostrado tanto que esse processo é prejudicial não só do ponto de vista espiritual moral mas do próprio do ponto de vista também da cognição não é quando não há essa preocupação em transferir conhecimento ok bom pregadores do Evangelho precisamos nós precisamos compreender só que quando nós pregamos o evangelho nós eu vou nós estamos envolvidos no texto e é nós temos um texto nós temos um ouvinte que é um leitor Hum E nós temos um processo que envolve essas duas partes e nesse processo a um tipo de subjetivismo Sim claro que a quando eu pego a pessoa que recebe ela é impactado por exemplo com ação do espírito que trabalha no seu cê que que a Move para mudanças e transformações mas nunca se esqueça de que se envolvimento no culto público de quem fala com o texto O que diz e o subjetivismo do ponto de vista da experiência está cerceado pelo por fatores objetivos a gente chama esse de cano bom então essa obra prima etária que acontece no culto seja o prego a Cristo e o Espírito Santo Coloca esse Evangelho no coração gerando transformação nas vidas que é uma obra subjetiva um blog fatos objectivamente escritos ordenados canônicos é isso que nós precisamos como pregadores e entender tá bom Espero ter te ajudado e vamos em frente passa na academia de expositor que eu tenho curso completo sobre isso aí Esse vídeo foi foi só uma deixa mas eu tenho lá 12 vídeos gravados sobre essa questão da desconstrução academia dispositor. Com.br tchau tchau