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EP 5 | Redefinindo Perdição | Integre Jovem IBNU comenta "O Deus Pródigo" do Timothy Keller

EP 5 | Redefinindo Perdição | Integre Jovem IBNU comenta “O Deus Pródigo” do Timothy Keller




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
o Olá pessoal tudo bem Eu me chamo
Romário eu faço parte do Ministério
integre da IBM O que é o ministério de
jovens aí bem um e nesse mês a gente
está tratando a respeito desse livro do
Timothy Keller o nome do livro é o Deus
Pródigo a gente está agora no capítulo
quatro então eu recomendo que se você
não leu os outros capítulos que você lê
que você faça uma leitura pause o vídeo
e vai olhar os outros vídeos que a gente
tem a respeito dos outros capítulos a
gente Já publicou já nesta plataforma os
outros vídeos a respeito do capítulo 1
do capítulo 2 e do capítulo 3 e eu e
você assistindo esses vídeos você vai tá
mais inteirado para compreender o que a
gente vai discutir agora nesse vídeo eu
até recomendo e que vocês vão na mesma
da mesma plataforma
o
cheque a respeito dos outros vídeos que
a gente tem publicados a respeito dos
livros de Juízes os livros é deuses
falsos e Gálatas a gente Já publicou uma
coletânea de vídeos a respeito desses
livros e vale muito a pena vocês
dedicaram uma visualização lá é bom a
respeito agora do Capítulo 4 Ultimate
Keller ele preferiu chamar de
redefinindo perdição a gente tratar
tratando pessoal duro da parábola mais
conhecida como a parábola do filho
pródigo é ele inclusive no início né ele
crítica é como as pessoas chamam de a
parábola do filho pródigo é Como ficou
conhecida Jesus não chamou assim na
verdade ele começa como um homem tinha
dois filhos e aqui a gente começa desse
Qual o significado de perdição
espiritual a gente sabe que a parábola
do filho pródigo como é conhecida trata
de dois filhos e que um dos filhos por
causa da sua insensatez ele acabou
perdendo todo o dinheiro do seu pai e
acabou no fundo do poço ele acabou junto
com os porcos inclusive comendo a comida
dos porcos e a naquele momento ele é
civil na perdição e é muito claro para a
gente entender que naquele momento ele
estava perdido porque a situação qual
ele se encontrava era muito clara mas é
o que último eu te quero que a gente
entenda é que Deus coloca essas duas
situações do filho mais novo e o filho
mais velho porque na verdade existem
dois tipos de perdição aí a perdição que
o filho mais novo ele é submetido é uma
p o que aos nossos olhos é muito
Evidente mas existe um outro tipo de
perdição mais Sutil que é a quando ele
trata que o filho mais velho ele ficou
Amargurado ele ficou com raiva quando
soube que o pai e a receber de volta ao
filho mais novo esse sentimento de
amargura esse sentimento de raiva ao
qual o filho mais velho passou com a
chegada algum retorno do filho mais novo
caracteriza um tipo de perdição Na
verdade eu filho mais velho ele é aquele
filho que sempre observou a lei que
sempre fez todo segundo os seus padrões
morais e de acordo porque ele pensava é
ele achava muito injusto que o pai
fizesse o jantar para o filho mais novo
ao qual ele nunca fez para ele próprio
que sempre observou
as regras as leis Morais E aí o tipo de
pele se trata de algo é interessante né
é que a gente tem esse tipo de pessoa no
nosso convívio São pessoas que acreditam
que a o nosso padrão moral o padrão com
que a gente vive ele vai determinar o
que Deus vai nos dar vai nos oferecer é
é como se fosse uma relação de troca Eu
Sigo todos os padrões morais e aí de
acordo com os padrões morais que eu sigo
eu vou receber proporcionalmente de Deus
é e esse pensamento é um pensamento que
é difícil a gente entender que isso é
perdição mas é petição é um tipo de
perdição inclusive muito perigosa que a
gente tem que tem que ser vigiar esse
policial com relação a isso é ele
inclusive cita que é quando você vive de
acordo com o esses padrões moralistas né
esses padrões e religiosas mais
moralistas você tende a seguir por um
caminho de raiva e frustração porque é
quando você segue por esse caminho você
acha que a sua vida deve ser perfeita a
sua vida ela deve ser de acordo com
aquilo que você acha que são os mais
altos padrões morais e aí você se
frustrar e é como que você fica até com
raiva de Deus por outro lado quando você
acredita nesse pensamento e não segue
sabe que não segue os padrões morais
você começa até aquele sentimento de
autocomiseração de pensar que você não
merece que você é muito pouco para Deus
que você é uma pessoa inútil Então esse
pensamento de achar aqui a gente vai
seguir padrões morais e a gente vai ser
vai receber de Deus proporcionalmente a
esses padrões morais é um pensamento que
não leva a boas a
imagem é interessante quando ele quando
ele coloca que esse pensamento que ele
coloca um pensamento do filho mais velho
o comportamento do filho mais velho
nesse padrão é um padrão que a gente
chama de um padrão moralista é ele Me se
baseia não na satisfação e incide você
fazer a de você observar as regras de
Deus e você seguir todos os padrões de
Deus é ele não se baseia na satisfação
só de cumprir na verdade Aí se baseia
justamente nessa relação de troca ele
faz ele certo é que eles padrões morais
Porque eles sabem que em troca ele vai
receber uma recompensa é e isso é o que
Deus não quer que a gente faça Deus quer
que a gente faça aquilo de acordo com o
nosso coração o nosso coração seja
direcionado para esse comportamento para
esse padrão de vida né o vídeo ser
acionado por Deus é esse padrão
moralista é ele é muito baseado também
nas quando a Bíblia trata dos fariseus
né então o filho mais velho você pode
comparar com o comportamento farisaica
no outro ponto que ele levanta é o fato
de que essas pessoas que se fazem ou no
espírito do irmão mais velho esse
espírito mais moralista eles tendem a
ter esse sentimento de superioridade
então eles acham que por é observarem é
mais a moralidade segundo os seus
padrões eles são superiores às outras
pessoas estão Oi o irmão mais velho ele
se sentia superior ao irmão mais novo e
por isso ele merecia mais é ele merecia
proporcionalmente a pelo que ele fazia e
isso é um problema quando a gente se
sente superior a outras pessoas a gente
enfrenta algumas condições como a o
perdão se você é superior a outra
dificilmente você vai perdoar e isso
aconteceu com o filho mais velho você
não tem a humildade de assumir os seus
erros você não admite que está errado e
que está perdido e se você não admite
que está perdido você não tem como
buscar a Deus para se consertar para
melhorar a sua condição E aí uma outra
outro problema grande né dessa
superioridade moral de achar que a sua
condição vai guiar o seu status é
exatamente a então o racismo e a
diferença de classes ele cita que isso
pode originar uma divergência de classes
pode originar racismo porque você é só
observa superior às outras pessoas esses
sentimentos de desigualdade ele se
origina e diz pensamento de
superioridade moral é fiel inclusive e
interessante que ele se tão logo depois
algumas questões de vazio de como é
essas pessoas elas possuem um certo
vazio espiritual por conta das suas
motivações então é até agora a gente tá
falando que o filho mais velho ele
baseado no seu conceito no seu
comportamento moral acho que deve
receber de Deus proporcional aquilo que
ele pensa que que tem de uma oralidade é
ele a gente pensa nas suas motivações
então tudo que ele faz é motivado por um
sentimento de recompensa e esse tipo de
motivação é um sentimento é perigoso ele
inclusive no livro cita um exemplo de um
amigo que falou para ele para Ultimate
quer né que a gente não deveria mentir
no trabalho o que a
mentira poderia ser descoberta e essa
descoberta poderia ser punida poderia
ser observada por outros outras empresas
com maus olhos e aí ele cita esse
exemplo como exemplo que não deve ser
seguido por nós cristãos a gente não
deve fazer ou observar certos
comportamentos pensando na punição a
gente deve fazer porque é certo ou
porque é errado e ele dá esse exemplo
inclusive
citando que nós devemos por exemplo
perdoar ou amar o outro não porque isso
é um padrão de comportamento moral e se
a gente não fizer a gente vai ser
castigado a gente deve fazer isso porque
a gente ama Deus E por que a gente ama
outro isso deve partir do nosso coração
deve partir daquilo que o Cristão
manifesta como amor pelo outro pelo
próximo isso não deve ser o notebook de
Recompensa é uma questão interessante
que eles fala também ele levanta a a
história de um agricultor que colheu uma
cenoura gigante agora ele contou que
vive em um reino e esse agricultor
colheu uma cenoura gigante e e esse
agricultor humilde que era ou para
cenoura e só eu vou dar de presente ao
Rei essa cenoura que eu colhi e vontade
todo coração ele foi lá e ofereceu ao
rei de tudo coração numa cenoura ele é o
rei vendo aquilo ele já ia indo embora
desse olhar ele ficou comovido com a
atitude do Agricultor e dou algumas
terras para o agricultor e um homem que
tava observando ali perto né um homem
até rico eles e olhe-se se por uma
cenoura ao rei recompensou a ele com
essas terras Imagina eu se eu der algo
mais nem se eu der uma coisa mais então
esse homem é oferecer o cavalo ao rei
que era e quinta à noite mais caro mais
valioso do que a cenoura pensando que o
rei ia te dá uma recompensa o que não
aconteceu porque sim esse pensamento é
exatamente o pensamento que a gente tá
falando que todo tempo que eu pensamento
que ele chama de pensamento do filho
mais velho que esse pensamento de você
pensa ficar ligado ao sempre na
recompensa o agricultor ele não está no
pensando em recompensa quase não tô tava
pensando em decoração um amor com um
gratuidade mesmo pegar a cenoura e dar
de presente ao rei porque ele gostou da
cenoura e quis dar alguém ele não tava
pensando em recompensa o outro homem o
homem rico que oferecer um cavalo eu
tava aí exatamente pensando naquilo que
ele poderia receber de troca é esse
pensamento às vezes aquele pode ser um
pouco esdrúxulo vem a gente colocando
dessa forma mas na Vida Prática a gente
também age assim a gente tende a pensar
que porque vocês a observância moral e
ele tiver segundo nos seus padrões a
gente tem que receber tudo do mais alto
padrão a gente começa a reclamar quando
a gente não tem isso né a gente começa a
ser nossa mas eu sempre faço tudo
certinho por quê que Deus não faz isso
comigo então a gente se sente no direito
de cobrar de Deus de acordo para que a
gente acha que correto do nosso
comportamento moral e a parábola do
filho pródigo Como é chamada ela nos
traz esse personagem que é o personagem
do filho mais velho que não perdoa o
irmão mais novo que se sente superior ao
irmão mais novo é e que espera te tô em
troca não só de Deus mas o seu próprio
pai aquilo que é proporcional ao seu
padrão moral outro aspecto bem
interessante também que ele cita é uma
outra característica do tipo de espírito
de irmão mais velho né que é
a certeza do amor do seu pai ele
inclusive questiona o seu nunca fez esse
banquete desse tamanho para mim né é e o
irmão mais velho ele tem essa dúvida com
relação ao amor do pai e nesse aspecto a
gente pode trazer para nossa realidade
da nossa relação com Deus como que deve
ser nossa relação com Deus e eu me sinto
no livro características de três
relações diferentes aquela relação que
você tem por exemplo como um colega de
trabalho que você não gosta a relação
que você tem com um amigo próximo e a
relação que você tem com uma pessoa que
você ama elas são que você tem como uma
pessoa que você não gosta uma relação
muito restrita minha na verdade você não
quer nem manter conversas muito
informais a relação que você tem com um
amigo próximo é aquela relação onde você
conta alguns problemas que você tem os
problemas até mais íntimos você chega a
confessar algumas coisas a para esse
amigo mas a relação que você tem com
quem você ama é uma relação de admiração
é uma relação onde você
ressalta aquilo que você acha bonito na
pessoa que você admira você fala eu te
amo você é admiro eu amo muito isso você
eu agradeço isso
então ele compara e esses 3 tipos de
relação em que ele chama de petição
confissão e adoração é o que a gente
quer com relacionamento a com Deus é
essa terceira é adorar a gente quer
chegar nesse nível de nas nossas orações
a gente tem a humildade de adorar a
Cristo a gente ter a humildade de
exaltar aquilo que ele fez o que ele faz
em nossas vidas e essa relação que a
gente quer construir com Deus então é
mais na frente no livro Ele pergunta o
que que a gente precisa saber disso
então a gente precisa saber que existe o
padrão de filho mais velho Qual é a
importância de saber desse tipo de
moralismo na verdade a nossas igrejas
elas são repletas de esse tipo de pessoa
e a gente tem que ter essa observando-se
a gente tem que ter essa autocrítica de
saber que até em nós mesmos isso pode
estar presente Esses são dois extremos
mas em nós isso pode estar presente a
gente algum momento pode se sentir
superior aos outros a gente algum
momento pode achar que Deus não está
recompensando a nossa vida de acordo com
aquele que a gente acha que tá vivendo
então é é importante que a gente reflita
sobre esse tipo de padrão de
comportamento
justamente para que a gente
observe e mantenha uma autocrítica nem é
que a a praia nessa nessa cilada põe e
para terminar é assim que pode fazer
assim o resumo aí uma conclusão
inclusive do outro ponto né do filho
mais novo a gente viu que é muito claro
que tá errado Os Dois Caminhos estão
errados a o caminho do
decide autoconhecimento dessa filosofia
da realização própria do filho mais novo
não foi um caminho que levou a Plenitude
inclusive foi um caminhão para levar à
destruição próprio e o outro caminho que
é o caminho da moralidade e do moralismo
estreia mulher da pessoa que acha que
por a fazer os seus padrões ela pode
receber proporcionalmente a isso também
não é o ideal é a gente sabe que nem
todas as pessoas que fazem o que o filho
mais novo fez ela se colhe a realidade
tão cruel e nem todo mundo que é
moralista também é tão cruel como o
filho mais velho ele Jesus colocou essas
duas situações é tão extremos para que a
gente possa entender melhor a maioria
das vezes o que ocorrem é uma zona
cinzenta entre essas duas situações a
gente não costuma haver esses extremos
estão claros e por isso que a gente
precisa ter ciência que eles existem
para que a gente possa
identificar nos outros e nós mesmos
essas características ou traços dessas
características então o que que Jesus
quer de nós é a gente viu que é muito
claro que nos dois caminhos estão
erradas Jesus quer que nós encontramos o
nosso caminho e que nós através dele a
gente possa encontrar o nosso caminho e
não seja nenhum desses extremos e que a
gente possa ao voltar para casa
encontrando ele e encontrando de Jesus
encontrando o nosso caminho e voltando
para nossa casa
então foi isso Capítulo 4 tratou
desse aspecto bem interessante eu vou
pedir para vocês a curtirem para vocês
se inscreverem no canal compartilharem
vídeo com o máximo de pessoas que vocês
conseguirem da muito interessante que
vocês possam fazer isso ajuda muito
nosso trabalho
agradeço a atenção e até a próxima tchau
[Música]