PROJETO ABRACE – Transtornos, Deficiências e Síndromes: O que a igreja pensa sobre isso?
02/09/2021PROJETO ABRACE – Transtornos, Deficiências e Síndromes: O que a igreja pensa sobre isso?
Fonte: IP Goiânia
Legendas automáticas:
o [Música] aleluia aleluia EA [Música] sua palavra tem poder [Música] para criar o Universo a Vida todo dia [Aplausos] O Tempo Rei aleluia aleluia glória a Deus [Aplausos] [Música] aleluia aleluia meu Deus aqui [Música] tudo bem [Música] a todos juntos na igreja música [Aplausos] Autor da criação [Música] do Rei aleluia glória a Deus né [Música] Oi tá boa noite meus irmãos bom ter vocês aqui no canal da ppg nós estamos hoje dando início a um a um projeto que se chama abrace esse projeto tem como a proponente a união de crianças presbiterianas departamento infantil da PG e nós temos como ideia Inicial apenas nesses primeiros primeiros encontros que teremos tanto aqui através de webinar que será feito pelo Canal dá para ir PG Como também outras ocasiões de ensino na ppg a ideia de concientizar e informar a igreja sobre esse assunto que nós estaremos tratando e ao mesmo tempo englobando dentro do projeto abrace transtornos deficiências e síndromes essa é a nossa a nossa ideia como é que a igreja pode abraçar não só os nossos irmãos na fé que vivem e convivem com isso mas ao mesmo tempo também bom então eu projeto abraço nós estamos dando início hoje e pedimos aos irmãos que Orem por isso e ao mesmo tempo também que se coloquem como voluntários para participar com esse projeto conosco e nesse nosso primeiro encontro que tem como tema transtornos deficiências e síndromes o que a igreja pensa sobre isso nós temos aqui um convidado muito especial que a Deborah Ana Débora Lopes tudo bem Ela é uma das parceiras desse projeto né Ana com muita alegria muita alegria mesmo eu me sinto honrada em participar desse projeto a inclusão a paixão EA motivo de eu estar aqui hoje né E tá aqui de trabalhar eu trabalho com isso já há 13 anos das parceiras uma das mentoras teórica sair desse projeto também que vai nos ajudar em toda a parte prática desse projeto aí pelos próximos quando os próximos meses anos e que o Senhor nos abençoe início né não quero daqui um André a banana Débora graduado em pedagogia psicopedagogia Clínica neuropedagogia e especialista em educação inclusiva especialista em análise do comportamento aplicada aba aba isso mesmo é que é a sigla em inglês para análise do comportamento e aí o pessoal conhece muito pela sigla porque é uma terapia é aplicado a crianças com autismo e deficiência e transtornos desenvolvimento é o pessoal fala sempre aba Que bom E tem também que conosco Presbítero Alexandre Lustosa Pereira O Alexandre é cirurgião dentista doutor e mestre nesta área né Alexandre autor e especialista em periodontia certo Alexandre net cima alguém pode estar se perguntando o que que um dentista vai fazer uma live dessa hahaha mas há uma explicação a explicação na verdade que o senhor Presbítero indisponibilidade o convite do pastor pele que muito me honrou MD ah ah é pelo fato de tentar aqui fazer algumas colocações ou levanta algumas dúvidas do aspecto Pastoral né da vida da igreja mesmo frente a essa realidade que a cada vez mais frequente no nosso meio que legal que bom Alexandre Então vamos começar aqui nessa mesa nessa mesa que nós iremos bater um papo sobre isso você está em casa aí pode participar também pelo chat né nos mandando aí as suas dúvidas e nós iremos tentar ao final aqui colher algumas perguntas dúvidas e responder através dos nossos combinação começar aqui com a Débora Débora Existe diferença entre integração e inclusão E como que isso aí funciona na prática dentro de uma pet uma igreja como a nossa existe uma diferença assim é parece [Música] integração inclusão parece ser a mesma coisa mas são duas coisas distintas completamente distintas e a íntegra e a parte da Dilma esforço unilateral da pessoa para se adequar ao que está proposto então não existe uma mudança para que essa pessoa ela esteja no ambiente quando eu falar em ambiente estou falando também não só de espaço físico mas de pessoas Então ela faz um esforço unilateral para se adequar essa estrutura que já tá aposta né e a integração ela vem agregada É principalmente a questão da do movimento de social que a gente tinha é muito mais de assistencialismo do que de mudança mesmo então por que que ela se difere da inclusão a inclusão ela é um processo muito mais completo e maior do que a integração bom então na inclusão a uma mudança do ambiente então da estrutura física e das pessoas para agregar né E aí a gente quando fala de inclusão de integração Agorinha a gente sabe por quê que a gente tá falando isso a gente tá falando das pessoas com deficiência E aí essa necessidade de mudança do ambiente ela é o processo de inclusão então do ambiente estrutural e do ambiente pessoa porque porque a inclusão que é que ela faz ela dá acesso e permanência essas pessoas ela não só dá acesso mas ela permite que essas pessoas estejam ali participando de forma é a construir junto o que é integração não faz então o que que acontece na inclusão é possível reconhecer que todos os indivíduos mesmos nas suas diferenças e individualidades eles passam a ser Construtor deste desse ambiente E comunicacional comportamental então existe uma valorização das diferenças e é isso vem para minimizar as barreiras que são impostas no próximo no processo de integração tão integrou mas não deu acesso essa pessoa e permanência ele deu acesso mas permanência não na inclusão a gente faz isso né E aí quando a gente fala de inclusão a gente fala Claro tá mais do que implícito aí é a pessoa com deficiência que é o nosso assunto principal esse aqui né então assim como que isso acontece no contexto da igreja como acontece em todo contexto social Ah tá nós somos seres sociais a igreja ela é mais um dos grupos que nós encontra o indivíduo transitamos então quando a gente fala de igreja na verdade para nós cristãos a igreja não é só o lugar onde a gente transita mas é a família que a gente tem né A família escolhida foi meio da fé que a gente que a gente escolheu na verdade que Deus nos escolheu né que a fé que a gente prova essa então essa pessoa dentro da igreja ela tem que transitar como qualquer outro membro dessa igreja ela tem que ter acesso e ela tem que estar permanente aqui neste lugar e aí para entender um pouquinho mais isso a gente vai ampliar já já quando a gente entra lá no conceito de deficiência Alexandre dois duas coisas importantes aquilo aqui nossa questão do acesso e permanência né E às vezes a gente não pensa nessa perspectiva a gente pensa que é Se colocarmos uma rampa na igreja e darmos acessibilidade a pessoa gente às vezes pensa que isso é incluir a pessoa dentro da igreja exata e a Débora dos trouxe aqui uma percepção que não né a gente pode com isso integrar a pessoa né a pessoa vem assistir o culto aqui vai embora a gente nunca dá para Cidade do pra ela de ser incluída de permanecer desenvolver os dons e talentos dela nosso Lena que que você pensa sobre isso eu não tenho enquanto ela tava falando eu não pude deixar de me lembrar quando ela falou de dar acesso e permanência eu não pude deixar de me lembrar do de como Deus age conosco né na nossa na nossa salvação na nossa conversão mas também na nossa Santificação Deus age de modo muito semelhante conosco né ele não apenas nos faz integrar a Família da Fé como ele também nos assegura que nós permaneceremos nela até o dia Olá meu nome é isso isso me marcou muito é ainda mais dentro desse contexto de igreja a gente pode fazer esse esse tipo de paralelo né Eu acho que essa essa bandeira na verdade ela precisa ser levantada não apenas porque é algo da moda agora o que é algo que é surgiu recentemente está ganhando força em todas as os setores da sociedade Mas é porque é assim que Deus age conosco ele não apenas nos aceita e não apenas nos recebe na sua presença mas ele faz com que nós permaneçamos ali na presença dele e o próprio Senhor Jesus disse que nada nos Tiraria das mãos dele e ele faz assim até o dia em que ele voltar eu tava me lembrando que alexandru somos incluídos Aí lá tem família do senhor né Graças a Deus por isso sim mas a Laura uma coisa importante que é sobre integração e inclusão você nos nos mostrou a diferença mas assim qualquer Qual que é a importância para nós como igreja quer saber a diferença entre inclusão integração existir este valor em saber isso não existe porque na verdade quando a gente faz a diferença é quando a gente conhece o conceito amplo de incluir que ele é muito mais aí eu vou pegar a outra ver aqui porque a gente passa a gente teve vários modelos de que trouxeram o conceito de integrar que a gente vem lá do histórico aí a gente vai falar um pouquinho para eu falar disso então vou ter que conceituar falar aqui da deficiência né então assim a gente fala da deficiente a pessoa com deficiência né que é o termo mais apropriado hoje na falta de outro porque a gente vai ver daqui a pouco eu vou evolução desses termos ela é uma pessoa com impedimento né em alguma das áreas ou física ou sensorial ou cognitiva E aí e ao saber disso a gente pensa no modelo social a inclusão ela pensa no modelo social que é de transformações de condições de transformação social comunicacional e comportamental né então é importante porque porque a partir do momento que eu conheço o indivíduo inclusivo o que precisa ser incluída e o Alexandre falou essa questão não é de Deus nos incluir a gente pensa no que é a pluralidade que Deus fez né nós vivemos num mundo totalmente plural a gente conhece muitos tipos de flores porque Deus vezes muitos tipos de coisa a gente conhece muitos tipos de animais e outras coisas porque Deus fez a natureza plural e olhando para essa mesa aqui a gente vê a pluralidade de Deus também as pessoas então pensando nessa polaridade nessa diversidade é que é importante a gente dá para incluir conhecer a necessidade do outro não só primeiramente mais conhecer a habilidade dele e aí a partir da habilidade dele e daquilo que Ele falta conhecer a necessidade Porque por meio do conhecimento dessa necessidade é que eu pro vou poder incluir essa pessoa então falando uma pessoa com deficiência vamos ao exemplo uma pessoa na igreja que é uma deficiência auditiva então para eu incluir essa pessoa aqui eu vou precisar no mínimo ter uma noção de comunicação com a pessoa com deficiência auditiva vou falar LIBRAS né vai ter uma pessoa um intérprete no culto um intérprete na sala então isso eu dou eu faço o que eu mais inclusão dessa pessoa é hoje eu ouvi de uma colega de trabalho que uma pessoa com deficiência auditiva e falou para ela Nossa eu tô na minha igreja e eu fico tri é porque não tem nenhuma pessoa que fala libras né Não posso me comunicar Então aí nesse momento você ver qual a importância porque se alguém conhece essa pessoa eu dou acesso a ela na forma da comunicação que ela precisa que a Libras que a gente sabe que é a segunda que é a primeira língua do surdo eu enquanto ouvinte não preciso né então eu não preciso da libras mas enquanto deficiente auditivo eu preciso né o cego ele precisa a igreja precisa ter um material em Braile Então eu só sei disso a partir do momento que eu conheço porque a necessidade ela ela só aparece quando tem uma demanda Oi e aí por isso que eu sei que eu vou saber incluir a partir do momento que o conhecimento chega até mim ou que a necessidade chega que é o que a gente chama de demanda né entendi Alexandre e aí pontuação aí mais uma vez é interessante como é que é a Bíblia ela é atual e ela fala sobre os mais diversos assuntos a gente pode extrair dela ensinamentos preciosos de novo ouvindo a na Débora falar não dá para nos lembrar de do texto né de Romanos Capítulo 12 quando ele fala ali da diversidade dos dons né quando o Paulo escrevendo aos romanos nos diz assim porque assim como um só corpo tem muitos membros mas nem todos os membros têm a mesma função assim também nós conquanto muitos somos um só corpo em cristo e membros uns dos outros né essas essa diversidade essa essa multiplicidade de características de dons que as pessoas têm que Deus colocou em cada e ela é importante cima para que a gente possa como corpo de Cristo poder exaltá-lo poder adorá-lo poder anunciar o evangelho e não é diferente com quem tem limitações ou com quem tem deficiência sou quem tem dificuldades né eu me lembro de um rapaz uma vez que eu encontrei que tinha uma deficiência não me lembro Qual era qual era a dificuldade que ele tinha mas ele tinha muita dificuldade de se expressar e alguém perguntou para ele qual que era o dom que Deus tinha dado e ele falou eu tenho o dom da Alegria e onde eu tô as pessoas sorrirem comigo brincam comigo e se alegram comigo e onde ele chegava era festa eu achei muito interessante aquilo que a gente pensar também né que nós a Bíblia fala que nós somos feitos à imagem e semelhança de Deus então Deus fez diversidade né então assim a deficiência ela também o manifestar ela é uma manifestação da diversidade de Deus então a e às vezes na deficiência como o que falta mas não é quando a gente olha no processo inclusivo a gente olha deficiência com o que está impedindo essa pessoa de desenvolver as habilidades que ela tem igual você falou ele tem o dom da Alegria então quando eu olho para por uma pessoa com deficiência né hoje em dia a gente não fala mais pessoas portadoras de deficiência porque eu porta esse copo aí daqui a pouco eu não importo mais né isso não acontece com a pessoa que tem uma deficiência Mas eu vejo no processo de inclusão eu penso tal pastor citou tá agora tem uma rampa mas o que que impede da pessoa ficar aqui no tempo nosso o tempo é quase todo de escadas Então eu tenho um impedimento aqui para que essa pessoa permaneça o banco da igreja ele é o único Cadê o espaço para essa pessoa colocar a cadeira dela então eu vou olhar para a pessoa com deficiência autor é um processo de inclusão eu vou pensar nas Barreiras que eu preciso eliminar para outra pessoa tá aqui ele participando de forma integral bilateral né entendeu e eu aprendo muito com isso porque aí meu olhar muda porque eu começo a não ver mais a deficiência mas eu começo ver as possibilidades você é um ponto importante menina que você passa a enxergar eu acho que acho que a reflexão que eu acho que ela é muito válida não só a parte teórica Mas também como o Alexandre tá trazendo aqui sem parar na parte das escrituras né então caminhando juntas as duas As duas ideias é como que às vezes na igreja é a pessoa que tem deficiência ela certa ponta invisível né nós acabamos fazer uma vez que elas sejam invisíveis eu tava vendo essa semana o filme chamado somos todos iguais Netflix o filme muito interessante que fala sobre moradores de rua e eu acho lindo que a gente parou aqui o nosso que reflexão que o morador de rua está lá aí um dos personagens principais do filme né traz uma uma coberta para ele e aí ele falou assim quando você traz uma coberta para mim Isso demonstra que eu não sou invisível para você mas o que que muda ou seja ele certa forma ele trouxe alguma coisa para ele né Vocês não é mais invisível que você falou quando a gente coloca acessibilidade na igreja está dizendo que ele é mais invisível mas o próximo passo é o que que nós podemos fazer para incluir em nosso meio assim e aí que eu acho que é o grande. Você falou que sobre conhecer como quando nós conhecemos O que que a inclusão Qual é o tipo de deficiência que a pessoa tem fica mais fácil essa pessoa ser vista como imagem e semelhança de Deus né no processo de inclusão Então eu queria que você me ajudasse a pensar aqui lá no seguinte qual que é a diferença entre transtornos deficiências e síndromes existe em alguma coisa tudo mesmo pacote pastor Inclusive eu quero voltar só um pouquinho para falar sobre essa questão de ser do invisível né Porque que a gente fala hoje de inclusão Por que que o Alexandre falou assim não é só uma coisa da moda né inclusive no momento muito propício a gente tá aqui falando de inclusão de Brasil é o sexto colocado na paraolimpíada com 19 medalhas de ouro e aí a gente vê as possibilidades senão a deficiência e um ponto elefante atletas de alto rendimento e alto rendimento em todas as modalidades e aí a gente pensa assim foi modismo não tem uma caminhada atrás disso né então a gente tem nos anos remotos E aí vale também a gente se tal contexto bíblico porque a gente tem um contexto histórico EA gente sempre análise as coisas do contexto histórico-cultural né o inclusive o uso de certas tem terminologias que são pejorativas como o coxo manco Cego surdo né muda o que a gente não usa mais e aí pessoas que sempre viveram à margem social pessoas que estavam em excluídas e a gente vem caminhando Nesse contexto então na década de50 de60 no Brasil a gente tinha e a os depositários que a gente chama depositores né no contexto histórico de pessoas que eram as casas de repouso de os hospitais psiquiátricos que eram chamados de Manicômio ou essas pessoas estavam trancafiados em casa então aí pela luta dessas famílias pela luta dessas famílias de quererem participar socialmente vez caminhando no processo e aí a gente tem é um movimento social 1971 é dona de Clara né Aí a gente fala de legalidade é claro a convenção universal de direitos da pessoa com deficiência e depois disso vem As convenções né convenção de Guatemala com a versão de Salamanca E aí começa a se rediscutir pera aí mas essa pessoas são seres elas preciso contar Nesse contexto social e a gente vê um movimento e começa a primeiro pelo movimento de Educação na começaram de Salamanca existe uma preocupação em traçar um plano Educacional porque saiu um pouco desse contexto do depositores foice para as escolas especiais e aí pela luta dessas pessoas e a gente respeita demais essas instituições como instituição como a pai que Associação de Pais né as pessoas apertar lojas e outras associações que trouxeram essas crianças que estavam no contexto em caso de isolamento para dentro das escolas especiais mas viu-se que não o ideal dentro de todas as discussões das Convenções E aí até a gente chegar o Brasil é signatário né nessas Convenções até a gente chegar a convenção brasileira sobre os direitos da pessoa com deficiência que tem aí vem em cima disso aqui vem as leis né traça-se o plano nacional de educação é de sócio entende-se que as escolas especiais elas não são ideais mas que essas crianças precisam esses jovens está no contexto social cria-se a lei da Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva e sai da escola especial para a sala de ensino regular ou para a escola regular a sala de ensino comum que é como a gente fala hoje né até a última vez que a lei Berenice Piana Eliana que é a lei do autismo Então existe todo um movimento histórico até chegar aqui né essa população que hoje segundo o IBGE é um percentual de doze por cento da população brasileira né Ela vem ela vem caminhando um longo caminho até chegar aqui então a deficiência Existe diferença o que que é deficiência né segundo o conceito biológico é tu o caso o impedimento e a pessoa seja ela a nível físico sensorial cognitivo Existe diferença existe a gente tem deficiência física né E aí a gente fala das deficiências é paraplegia hemiplegia eterna poesia e aqui no no Brasil como a gente tem essa tem essa liberdade os países signatários eles tem liberdade também foi colocado as pessoas com nanismo é e conheci essa Economy deficiência e até a ostomia né que é uma deficiência Onde tem um orifício aberto para permissão de excreção de fezes e urinas Então essa pessoa ela tem ali uma deficiência então a ostomia também foi colocada E aí a gente tem a deficiência do tipo sensorial que é a deficiência auditiva a deficiência bom então a gente tem dentro de deficiência auditiva o que a gente chama de perda bilateral de audição parcial ou total então tem tipos Ainda tem as classificações né a deficiência visual que a pessoa pode ser ter a cegueira Ou baixa acuidade visual Então a gente tem aí e dentro da deficiência que antes era chamada deficiência mental e hoje se lê intelectual cognitiva a gente tem pessoas com funcionamento cognitivo abaixo da Média que são manifestações antes dos 18 anos e onde que entra isso aqui são pessoas onde tem comprometimento nas áreas adaptativas comunicação cuidado pessoal habilidades sociais utilização de recursos comunidade comunicação saúde e segurança habilidades acadêmicas lazer e trabalho então Existe diferença entre síndrome Antônio descer não deficiência o e dentro da deficiência a gente tem as síndromes e os transtornos que que são as síndromes é um conjunto né na verdade a gente não sabe o que causa uma síndrome existem é Vou colocar aqui só para eu é um conjunto de sintomas né vamos dar exemplo a síndrome de Down a gente sabe que a síndrome de Down ou trissomia do 21 é uma longamento de uma terceira arte no cromossomo 21 o que causa isso e a gente sabe que é uma mutação genética que tá ali faz um alongamento da terceira acha e é uma síndrome né a síndrome de praia de Williams a gente tem a outra também que eu esqueci o nome científico mais é conhecida como síndrome do do gato do miado de gato né Cheio do chá Então a gente tem o had to her Então são um conjunto de sintomas que define uma condição patológica e sem causa específica pode ser orgânica né pode servir ao gente não sabe ainda o transtorno o que que ele se diferencia da assim dormir ele é um efeito de organização né a gente fala que o transtorno ele é uma desordem uma alteração da Saúde relacionada ao que ao desequilíbrio mental psicológico então afeta a área neurológica né a gente tem transtorno do espectro autista é uma síndrome do neuro é um transtorno do neurodesenvolvimento não é uma síndrome né Transtorno do Déficit de atenção com hiperatividade causa uma perturbação que causa isso também podem ser causas variadas ou nenhuma delas ainda encontrada Então existe dentro da deficiência a gente tem a síndrome de os transtornos muita coisa é é essa aqui que ela tá falando uma quantidade né de nomes né que se enquadra aqui diferença tipos de deficiências né que pensar que a igreja nessa pluralidade convive com tudo isso né a gente às vezes não pára para pensar que convivo com tudo isso convive às vezes não ao mesmo tempo né ou não na mesma igreja né Mas se a gente for considerar que a igreja o corpo de Cristo em todo o mundo né sim a igreja convive com todas elas e e nem sempre a gente tá preparado eu quase nunca né a bem A bem da verdade é isso é minhas quase nunca estamos preparados eu acho que essa semente que que está sendo plantado agora ela realmente possa Que ela possa germinar e crescer e produzir frutos e que a gente possa ser é referência né nesse nesse processo e Quem sabe dá um start para que essa essa centelha na verdade se virem uma uma coisa maior né E isso possa atrair o que outras igrejas outras terminações possam adotar isso como prática também é verdade Ana Deborah Blando aqui né aqui existem alguns alguns tipos de deficiência que não sabe né e onde que vem aí eu lembro de Moisés né mas aí você fala assim eu não posso homens pesado na que o senhor quem fez o cego ainda aquilo que você falou eu te enxergar de fato a pessoa com deficiência criado e mais segurança para o senhor né então acho que é um é um ponto importante que a gente tá pensando aqui para conseguir então e aí ela déboras mais uma perguntinha para você nos ajudar aí a pensar e refletir né nós falamos e temos começado hoje aqui falar muito sobre incluir as pessoas na aqui possui algum tipo de deficiência na vida da igreja mas assim como é que ele forma prática nós podemos incluir vão pegar aqui alguém com Alexandre ajuda que ela citou tanto e vamos tipo de deficiência não é é não pensar aqui um Quem te falou muito é autismo é que pode ir ontem mas eu queria pensar uma outra como é que a gente poderia incluir uma outra pessoa com deficiência é por exemplo do que você citou aqui que é conhecido como o miado de gato né que é o querido chato do chato mas a gente poderia incluir por exemplo no ambiente de igreja uma pessoa que sofra aqui só falam que convive com esse tipo de deficiência a gente Vale lembrar que uma deficiência Ela não é uma coisa transitórias né então se não é uma doença é importante ressaltar a isso porque muitas vezes as pessoas dentro contexto da igreja e aí a gente pega né Jesus lá curando tantas pessoas deficientes na Bíblia mas a gente tem que lembrar que tinha um propósito naquilo ali né Jesus queria mostrar e e principalmente a importância dessas pessoas que Ele olhou com tanto carinho e ele queria que as pessoas vissem Então olha eu tô olhando para essas pessoas Então vale primeiro tempo do culto meu filho que levantou que só pode cortar para mim não perder a ameaça que está nos ouvindo em casa e também não tem conotação com pecado né assim como outros problemas que acontece na existência humana é por conta nossa condição caída assim mas o próprio Jesus lá em João Capítulo 9 quando o questionou Jesus é o senhor esse cego de nascença O que é o pé dele pecado é dele ou dos pais se eu for de nenhum dos dois é para que a glória do Senhor se manifeste a então só para fazer essa dentro porque às vezes quem tá em casa pode entender errado bonito né Tato l e a gente lembrar como você falou do filme ele falou assim somos todos desabrigado então quero dizer somos todos potencialmente deficiente né o Como é que é o nome o e falou assim eu lembro de você eu lembrei dessa voz mas você usa óculos né Hahaha o Diego então assim eu tenho eu tô aqui usando fazendo uso de uma tecnologia assistiva que são lente de contato mas eu como Alexandre também uso óculos então eu tenho uma deficiência né então a gente pensar que nós somos todos potencialmente de deficientes esse nosso corpo que hoje a gente Avisa ele tá sujeito é muito frágil ele está sujeito hoje a qualquer após é a qualquer acidente momento a gente poder mudar a nossa condição de pedestres para cadeirantes né de visuais para uma pessoa com deficiência visual isso também acontece no processo de envelhecimento do nosso corpo então Daqui uns dias a gente muita gente usa vai precisar de um recurso de um andador de uma bengala né quem tem uma triste e os movimentos motores Então a gente tem que pensar que a gente também é potencialmente deficiente E aí voltando Aí eu quero dizer que assim a deficiência Ela não é uma doença então a gente não está buscando a cura para deficiência né reto contexto da igreja a gente tá assim Nesse contexto como a gente pode incluir uma pessoa como a síndrome de cri-du-chat chá primeiro preciso conhecer a síndrome de cri-du-chat o que que eu sou síndrome traz com ela o comprometimento motor Severo comprometimento intelectual características de histeroscopia vocal então movimentos bruscos porque essa pessoa tem uma hipertonia que é uma hipertonia dos músculos são rígidos né ela tem uma mobilidade deficitária e aí primeiro passo para inclusão não só da crise do chá do que qualquer outra deficiência é conhecer as características segundo né Eu preciso de aliás eu digo que esse é o segundo passo porque o primeiro é conhecer a pessoa a pessoa não é deficiência a gente tem uma no costume horrível né de nome é as pessoas pelo que ela faz outra né eu simples as pessoas fazem o marido da dulcenir né você só essa medida do cinema Alexandre não é o nome dela é incomum e o meu e tomou relativamente com o PAS Oi Arlei né a psicopedagoga na Débora não é lei que é pastor da igreja é o Alexandre que é o esposo é casado com design é a Anna Débora que exerce que tem uma profissão de bicicleta então a pessoa não é a deficiência ela é antes de tudo uma pessoa então eu vou conhecer a Anna por exemplo que que a Anna a Anna ela é Ela é membro da igreja é filha de um membro da igreja por acaso a Anna tem uma deficiência que a síndrome de cri-du-chat ar Nossa o que é isso tá que que ela tem comprometimento motor Severo deficiência intelectual é dificuldade na Comunicação na interação na dificuldade locomoção que que ela precisa para frequentar a escola a sala da escola bíblica olha Primeiro ela precisa estar numa sala no primeiro andar ou um lugar tiver dois andares que tem um elevador para que dá acesso a ela segundo ela precisa de uma cadeira especial porque ela tem uma hipertonia uma dificuldade de se manter com a coluna com a coluna reta estava precisa de uma cadeira adaptada Ela precisa também de materiais na sala que são recursos visuais então o professor vai ter que usar o projetor porque ela se beneficia mais do recurso visual do que do que da do falado da aula expositiva somente né Segunda ela precisa de um cuidador por quê Porque ela não consegue se locomover sozinha ela precisa de alguém que ajude a manter ali na da água para ela quando ela precisa assegurar o material dela então esses são os pontos eu conheço a pessoa eu conheço as características de deficiência que ela tem E aí eu desenvolvo e do acesso para ela através dos em Busca Ela precisa dentro contexto da igreja e diz que bom que legal Alexandre eu acho que você eu acho interessante porque a gente sempre fica nessa nessa veia né da da socialização ou de imprimir a pessoa é torná-la na verdade parte de um meio social Eclesiástico o que quer que seja né e a gente deve se lembrar sempre né que esse esse movimento social ou relacional ele nasce na verdade lá na Trindade muito antes do mundo existir né a Trindade o pai o filho e o Espírito Santo eles são relacionais entre si e são mais importantes do que isso são auto-suficientes entre si eles não precisavam ter criado nada do que foi criado eles não precisavam ter criado o homem como criou e não precisaria ter se relacionado com ele né mas ele o faz de maneira Graciosa de maneira bondosa o E mesmo quando este homem vira as costas para o Deus Criador né no pós queda né É esse mesmo Deus quem vai atrás do homem e o chama de volta né e o regime e o traz de volta para sim Cristo ruim e não ordenou Em inclusive novo né Eu acho que que é isso é maravilhoso né esse todo esse esse conceito né ele passa necessariamente Por Esse aspecto teológico que para mim é muito importante é verdade Eu Quero aqui agradecer aqueles que estão participando conosco pelo pelo chat pelo chat né da igreja aí só algumas menções aqui importantes o Fábio estou feels stoffels né amigo da família que precisamos adaptar os espaços e os corações para receber todos verdade minha Fábio a Flávia Mendonça Simone José Marcos a Alda que falando que é importante não acredito em é mais ver isso essa Live como providência divina do Senhor que é importante falarmos sobre isso a Laíse dizendo que muito importante pertinente esse assunto José Marcos fazendo algumas algumas carinhas com coração estrela Deus abençoe que eles vão seguir então a E aí nós vamos pensar numa perspectiva aqui um pouco mais de direitos e deveres né você já já nos falou que que existe sim Convenções né então certa forma já existe regulamentação na está tão Então existe direitos mas também deveres por parte de quem tem deficiência um quando a gente fala de legalidade EA convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência lá parte do artigo 5º da Constituição Brasileira né todos são iguais perante a lei E aí é detentores de direito e dever está toda pessoa é é é bom falar nisso Porque lá é quando a gente tinha um modelo que era o modelo é assistencialista o deficiente ele não responde a pessoa com deficiência ele não respondia por ela então ela era considerada incapaz Então quem desse dia tudo por essa pessoa era a família ou era um tutor né na falta da família que no caso por exemplo Vamos citar as pessoas que eram colocadas nessas nessas nesses lugares dessas clínicas então a família havia uma questão de abandono mesmo né então ao abrir mão elas abandonavam então nós Tutelar vão instituição tornava-se responsável pela aquela pessoa hoje não hoje a pessoa com deficiência ela sim segunda constituição brasileira e a convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência é responsável por ela mesmo então dentro desse contexto as leis tantas que favorecem a permanência EA inclusão dessas pessoas na escola na no ensino regular seja na sala de na sala de ensino como seja no ensino fundamental 12 né no ensino superior onde criou-se leis que as leis de cotas onde tem né e ele essas pessoas que passam por esse processo educacional elas recebem amparo legal tanto na questão é de receber recursos dentro da educação e aí hoje a gente tem vários programas como é que criou tem a sala de recurso multifuncional tem todo o material que a pessoa com deficiência visual Essa é bergvet digitalizadora livro em Braille material sensorial E aí a gente tem a ti e da libras como primeira língua então ensino bilíngue EA é a legalização do intérprete dentro da escola então a criança o o aluno o jovem surdo Ele precisa do intérprete porque ele é um recurso ou e de material adaptado para isso e Libra então tem todo isso ele como cidadão ele também tentou direito como qualquer um né existe a lei de o benefício de prestação continuada que algumas deficiências recebe a pessoa com deficiência visual com deficiência auditiva o autista o Down tem esse benefício é um benefício de prestação continuada que é uma é não é uma aposentadoria é uma um salário que ele recebe para ele usar em prol o dele para melhorar a vida dessas pessoas têm financiamentos dos bancos para você adquirir equipamento os carros né a gente sempre vê hoje nas propagandas né com facilidade para perceber né pessoas com deficiência e aí a gente é entende que essas pessoas hoje elas têm essa autonomia porque tirando as pessoas é que tem alterações severas e a gente está falando de ordem mental não de ordem de deficiência cognitiva Aí sim elas precisam ser tutelados mas quanto a isso Não elas são Donas da própria vida participam de concurso público de vestibular tem profissão a gente tem leis no mercado de trabalho onde toda a empresa precisa ter uma cota para pessoas com deficiência na sua no seu quadro de trabalho e essas lê e favorecendo a inclusão dessas pessoas em todos os setores porque não adianta dar só Acesso na escola que essa pessoa vai fazer depois que ela terminar os amigos né Nós somos antes de tudo pessoas que têm no trabalho nosso senso de utilidade né Nós somos seres sociais que devemos transitar Entre todos os grupos da sociedade EA lei favorecendo isso né então se a empresa não quer mais assim você precisa Então tá aqui na lei ele tem direito Então mas ele tem deveres como qualquer outro cidadão ele claro que diferenciado sim né uma pessoa que quer saber BPC ela não declaro Imposto de Renda até porque ela tá abaixo do teto mas se ela for uma pessoa que recebe a mais né uma época eu conheci um diretor de um centro aqui de Goiânia ele era deficiente visual então ele é diretor de um centro formado o mestrado doutorado e eu fiquei impressionada com aquele homem porque eu cheguei eu falei gente a gente só não pode porque ele me recebeu ele transitou por todos os ambientes e eu conversando com ele só um minuto que eu preciso anotar ele abriu o computador dele e eu assim virei para minha amiga né tava comigo uma colega de trabalho feito tem certeza que ele é deficiente visual seguida ela falou assim uma pessoa totalmente autônoma dirigia né de tinha o próprio carro adaptado Então essa pessoa assim só que com alguns ressalvas na lei porque Como diz né ela temos os desiguais com desigualdade Então nesse caso a gente precisa assim como o idoso que aí teu Estatuto do Idoso da Criança e do Adolescente aí fica é triste é triste pensar que nós precisamos ser provocados pelo Estado e é como ela falou aqui né criar cotas né para que uma empresa por exemplo eu abrir a possibilidade da pessoa com deficiência desenvolveu né o seu seu talento seu dom sua capacidade né porque às vezes estou lembrando aqui que o pastor Reverendo Sergio lida é um pastor que é cadeirante né ela passou presbiteriano Se não me engano hoje ele tá em Olinda é excelente passou passou que escrever um livro sobre cidades do interior levantamento eu senti como que como que as cidades funcionam como que o evangelho tem que ser diluído e Pregado em cada uma dessas cidades antiori fala se Poxa tem pessoas que têm deficiência mas são realmente capazes né E aí você parar para pensar que a lei tem que tem que ser tão incomodar cutucar cutucar do Caroá você olha como ano Débora fosse né olha olha para uma pessoa que você trata quando desigual Mas pela lei é igual né É porque que você me ajudasse a pensar nisso né isso existe nele também Alexandre vai só na hahaha é uma situação delicada e é difícil e às vezes acontece Sim infelizmente né É Ah eu acho que a gente perde às vezes nós como igreja é perdemos a oportunidade de sermos referência e de sermos os catalisadores de determinadas mudanças que precisam ocorrer E aí eu me lembro é de Calvino né que muitos das das coisas que Calvino idealizou e criou são referências até hoje para o nosso mundo contemporâneo né ele influenciou a sociedade de um de um modo tal né que muitas das coisas que ele preconizava o criava são referências hoje né a própria questão da leitura bíblica né da da escola não é para ensinar as crianças a lerem para para para poder Miller a a Bíblia eu acho que nós como igreja precisamos voltar a ser referência né até mesmo nesses aspectos em todos né um ano naquilo que é bom naquilo que é desejável naquilo que agrada a Deus naquilo que beneficia pessoas né acho que nós precisamos reconquistar isso precisamos na verdade recomeçar a fazer isso é fundamental a Manuela tá comentando aqui né que nós no chat que nós precisamos oferecer cursos professores da EBD sobre como incluir as crianças com deficiência preparar uma aula que as crianças possam compreender o que está sendo ensinada Manoel essa é a nossa ideia quando que vem né mas Deus abençoe que venha estou Vamos abrir uma clássica do Miguel para trabalhar só sobre isso pensando aí no próximo passo do projeto abrace é nós vamos seguir aqui e aí eu queria pular que uma pergunta que nós colocamos aqui ela no roteiro porque de certa forma você já já respondeu que nossa conversa eu vou pular você pergunta eu vou para a próxima que nós vamos falar um pouquinho sobre Igreja acabamos entrando um pouquinho sobre isso mas eu quero me aprofundar mais aqui com as suas considerações e também com as participar e antes aqui do nosso irmão Alexandre na esposa do seria acho qual motivo as igrejas sabem muito pouco sobre isso Ana qual que é a Sua percepção você que trabalha nessa área né E aí você pode trazer até para gente que se você tiver dados quantas igrejas elas elas pensam nisso ah então nós vamos sair daqui porque que as igrejas sabem pouco sobre isso e automaticamente saber pouco sobre isso produz muito pouco sobre isso né Existe algum motivo aí que você você como profissional da área tenha paz para o pastor eu acho que é por isso é esse é o caminho então eu penso que está muito ligado ao contexto histórico mesmo tá então assim porque que a igreja sabe tão pouco sobre isso porque essas pessoas estão em poucos números na igreja ou quase nunca é e quando elas aparecem na verdade é existe um olhar que pa a indiferença para essas pessoas mas na verdade eu chamo isso de um olhar de desconhecimento então assim a pessoa ver mas ela não por não conhecer ela não sabe como agir então assim é vou dar um exemplo chega um surdo na igreja não é uma pessoa com deficiência auditiva E aí ele você vê que aquela pessoa diferente quem não conhece né olha e pensa que que tem né E aí foi não conhecer e por não saber como abordar não existe um receio com relação a essa aproximação então o não conhecer dificulta e a gente só conhece a partir do momento como eu disse uma demanda Ela Só Ela só vem a partir do momento que ela que a gente tem conhecimento dela então assim por muito tempo eu entendo que assim como em outros em outros lugares nem outros grupos sociais essas pessoas também ficaram em casa elas estão em casa não porque a família quer mais porque existe uma nesse as necessidades dessa pessoa não são atendidas dentro da igreja pois não conhecer então ou até mesmo realmente a igreja ele fala assim Nossa a gente não consegue a gente não dá conta disso porque eu não tenho dentro da igreja uma pessoa que me ajude a trabalhar me ensinar a lidar com essa pessoa né então assim por muito tempo a diferença porque a gente conhecia nossa irmã fulana tem uma filha que vive numa cama eu já ouvi isso quando era criança né na minha igreja só que eu nunca ouvi ninguém dizendo assim vamos visitar a irmã fulana porque de certa forma a dor dela se tu não se tornou a dor do outro mas o silêncio dela a gente acabou então as pessoas acataram o silêncio dela então eu penso o que é isso talvez o conhecimento a compreensão da deficiência da pessoa com deficiência Ela traz uma mudança no olhar como eu disse aqui e ao mudaram o olhar a gente também muda a nossa ação bom Então na verdade eu entendo que existe realmente essa dificuldade de porque não é uma coisa em grande número né é uma parcela pequena eu não tenho dados sobre as igrejas porque você fala muito pouco nesse livro aqui da Brenda Dark deficiente que eu quero até recomendar pessoal né foi comentei pastor ele tá da conta comigo deficiente o desafio da inclusão na igreja ela fala justamente sobre isso né que a gente existe essa indiferença porque na verdade até a própria contexto familiar não permite a participação efetiva dessa pessoa dessa pessoa na igreja porque quando uma pessoa que tem uma uma criança um jovem um adulto com uma deficiência que mobiliza toda ela demanda muito da família muito tempo da família e às vezes é algo a pessoa essa família ainda tá vivendo a dor a dor dessa pessoa é acometida por uma deficiência tão grave a dor de um diagnóstico a dois e ainda ela tá vivenciando luta ela não consegue ainda falar sobre isso é porque ela não tem certeza que ela vai ser acolhida na dor dela então eu não tenho dados a como eu falei que no livro A Brenda da que ela fala sobre isso existe muito pouco né da de trabalhos com pessoas com deficiência nas igrejas cristãs Mas isso não quer dizer que a gente não tem a vontade a gente tem tanta vontade que a gente está aqui falando sobre isso né a gente tem tanta vontade de fazer esse trabalho de conhecer essas pessoas e as suas famílias o que nós estamos aqui falando sobre isso é verdade bem bem contigo aí eu penso mais ou menos como a Débora eu acho que ela vem de uma questão histórica e provavelmente de um pouco ou quase que nenhum conhecimento sobre o assunto né Há Décadas atrás A ideia é como ela Ana mesmo disse a ideia era família às vezes até abandonava essas essas pessoas né no manicômio no centro em que elas pudessem ficar ali né a família ignorava a simplesmente a existência da pessoa ou depois de um tempo ou dependendo da circunstância isolava a pessoa em casa né Não essa pessoa não era incluída na sociedade ou não era ela não se relacionava com outras pessoas além da própria família né e com o passar do tempo a isso foi sendo desmistificado né o conhecimento vai chegando né o conhecimento científico conheci o técnico sobre o assunto sobre a síndrome sobre as deficiências sobre os transtornos vai chegando e as pessoas vão perceber que aqui não é um bicho de sete cabeças né E que essas pessoas precisam assim como qualquer ser humano né qualquer homem qualquer mulher criado À imagem e semelhança de Deus que é um Deus relacional elas precisam se relacionar né claro que tenha suas limitações tem as suas dificuldades Tem situações em que as vezes pode criar algum constrangimento Esse é natural eu penso né mas nós temos que saber lidar com isso né É uma questão que nós como igreja precisa estar na Vanguarda né até por sermos é na verdade povo de Deus que é o Senhor do Universo que quem faz todas as coisas e que cria tudo e que nos ensina que nos dá Graça sobre Graça todos os dias nós possamos distribuir graça e e agir graciosamente com essas pessoas que acha que é esse o princípio É bem interessante porque eu tô aqui pensando eu lembrei aqui de Moisés que a gente que sintomas alguns minutos atrás e aí Moisés só você pegar a dinâmica de vida de Moisés ele argumenta que ele é difícil na fala não é o senhor coloca alguém para auxiliá-lo mas com passar do tempo você percebe que Moisés já não tem mais o auxílio de diário já começa aí sozinho na frente Faraó né ou seja ela o que às vezes a gente precisa mesmo como está fazendo aqui hoje bem disse a Anna Débora é de fato mostrar que existe interesse por parte da igreja em seu o Arão na vida de muitos desses irmãos que estão na nossa igreja e que às vezes passam desapercebidas né mas tem um ponto que eu acho que é importante refletir também E aí eu vou muito por aquilo que vocês dois falaram aqui né o que ela contexto histórico das pessoas é certa forma com vergonha por conta de preconceito que existia por conta dos nomes estereótipos né maldição é pecado a missão Divina então escondia os filhos com alguma síndrome com alguma deficiência né é eu penso que hoje também essa foto a informação que você citou aqui é é aquilo que vocês fazer isso a igreja ela quer fazer mas por outro lado também a família ela não quer informar isso a igreja né Eu não sei se por parte dela existe o receio de conta igreja vai se comportar com isso só que muitas vezes tô falando por mim que eu já dei algumas situações por exemplo programação de criança programações para adolescentes que você faz alguma coisa existe alguém em um ambiente que tenha algum problema cognitivo por exemplo só que vocês não sabem E aí você faz alguma Você faz algum tipo de programação em que em que você De certa forma expõe Aquela minha raça Ou aquele bradou recente mas vocês pô sem saberem saber ainda vai Antes quando você vê a reação você fala a reação foi diferente porque foi diferente aí em cima vai começa a conversar eu confesso para os irmãos que já fui constrangido algumas situações Porque sim eu trabalhando com pré-adolescentes e pensa é um programação no global né E quando você faz do Global você faz e aí quando eu tenho essas reações que às vezes são brincadeiras que a gente pensa no global e e tem esse tipo de reação eu alguma vez que é constrangidos que envergonhado Poxa expulsos né o pré-adolescente mas não sabia aí quando você conversa com o pai com a mãe e o pai e a mãe Fala meu filho tem tem um problema deve ser atenção alguma coisa assim aí você pensa poxa Se eu soubesse eu teria pensado uma outra forma de atividade em que iria participar juntamente com todos os outros Mas não seria exposto Então acho que assim dos dois lados não existe o lado da igreja que às vezes falem dizioli existe interesse da igreja nós queremos abraçá-los queremos cuidar queremos pastorear Mas isso também o lado da família não diz a igreja Ah tá que alguém da família que precisa do Cuidado diferente de um olhar diferente vamos trabalhar juntos então acho que eu acho que as duas vezes eu acho que na igreja erra mas também eu acho que alguns momentos a família ela concorda ela tem esse receio de trazer isso pro ambiente de igreja não sabe como é que vai ser a reação da igreja que que você acha disso no dentro Eu concordo existe esse medo mesmo e assim é tão se a gente pensar né no avanço da Medicina na no aumento dos diagnósticos né que antes passavam despercebidos então a gente tinha eu tive colegas né eu tive específico um colega que era meu vizinho e ele tinha era visível que ele tinha ele tinha muitas dificuldades as habilidades sociais e ele denotava já alguma uma deficiência ele dele né E a gente não sabia como agir eu tava na brincadeira então existe uma sim um receio da família de que é assim de que essa criança esse jovens e adolescente ele seja rotulado então assim o meu filho vai ser vai ser visto é um estereótipo como a criança especial por isso que nem um momento aqui eu usei a palavra especial porque se a gente olhar especial Somos Todos nós né Todos nós temos as nossas a nossa especialidade então é de que o meu filho especial ou a criança né que vira que deixa de ser a pessoa como eu disse aqui a gente tem que conhecer a pessoa mas vira a o transtorno diagnóstico dela né ela vira simplesmente o que a gente fala né é o Cid E aí existe esse receio mas em si O que é uma coisa eu que trabalho com famílias trabalho ali na tanto na atendimento educacional especializado quanto na intervenção terapêutica nós enquanto seres né caído a gente tem uma questão da expectativa muito grande os pais né quando a pessoa vai ter filho eles geram Uma expectativa muito grande em cima desse indivíduo E aí quando as suas expectativas são frustradas por por algum motivo que seja e um diagnóstico é uma dificuldade para o pai porque porque de certa forma você quer poder pegar aquilo e fazer alguma álcool aquilo Desde que seu filho não sofra que ele não passe por situações que você não pode estar ali protegendo ele só que o pai não vai estar em todos os lugares e aí onde a gente fala qual é a função dos pais e de toda a comunidade cristã quando uma criança vem aqui na eu sentada se não é ajudar na educação desse indivíduo então nós como família de Cristo nós temos o dever né de ajudar de dividir essa demanda com a sua família e a gente só pode dividir essa demanda a gente só pode fazer parte da rede de apoio que a gente chama se eu souber né mesmo com a sua dor e ali ao receber um laudo né o médico um diagnóstico onde o médico Lauda Eles estão no processo de luto vivenciado por essa família mas lembre-se que a igreja ela é a sua família também e nós estamos aqui para dividir e para ajudar vocês ser mais um apoio então a importância de trazer isso é justamente nos ajudando para que a gente não coloca essa essa criança sobre uma demanda que ela não consegue umas no é uma claque de ensino né tanto uma demanda é carro acadêmica corta uma demanda emocional quanto à demanda social porque ao conhecer a você trazer esse conhecimento nós vamos poder manejar de forma mais assertiva né a relação dessa criança na Igreja e aí eu não esponho eu não coloca nos ajuda né E nós ajudamos você porque a medida que isso aparece a gente fala assim opa pera aí o pai do fulaninho me disse que ele tem uma dificuldade na leitura ele tem um transtorno de linguagem ele tem uma dislexia eu não vou por Ele para ler na sala de aula 1 Versículo antes de prepará-lo entendeu Ah tá o fulaninho ele é ele tem um transtorno de Déficit de Atenção hiperatividade ele é medicado durante a semana mas no fim de semana eu a ele para vir para a igreja então pera aí como é que ele fica mãe ele fica mais agitado ele tem uma atenção menor então pera aí eu preciso colocar essa criança na frente e precisa um suporte para ela dentro da sala de aula vai fazendo ali uma intermediando as relações sociais porque a gente sabe que essa criança tem essa dificuldade né essa criança ideia tá até um transtorno do espectro autista tá ela não gosta que Abraça ela ela não gosta de atividades coletivas ela não gosta de lugar que tem muito barulho Porque isso é uma característica ela tem uma hipersensibilidade sensorial ela tem uma questão com o toque eu enquanto pessoa da igreja que conheço ela não vou chegar e aí passa na mão na cabeça bate aqui né então assim tem aqui esse conhecimento eu vou poder me comportar de forma adequada que aquela pessoa e vou auxiliar ela e nas relações dela porque o que que a gente quer é que essa criança e que esse adolescente que esse jovem essa pessoa que ela que ela seja realmente é incluída e participe de forma efetiva de todas as atividades da igreja né da EBD das dos eventos sociais do culto e que essa família também possa participar porque o momento do pai fala assim não não posso deixar minha minha criança lá na sala de beber porque os as pessoas que estão lá não sabem como lidar com ele então não posso assistir a minha classe Oi e aí eu fico na minha casa com a minha criança agora vê no online né Então essa importância né Por mais que você ainda esteja ali por mais que existam olha por mais que existam medo só da gente tá falando aqui hoje a gente eu queria que esses pais que ainda não chegou né que eles ainda não tiveram essa vamos dizer se essa iniciativa de compartilhar conosco que eles têm sem aqui na igreja uma rede mais uma rede de apoio muitas anotações tá escrevendo livro na verdade não eu tô fazendo algumas algumas pontuações aqui eu acho que sim diante de tudo isso eu acho que eu vou mais chegar outros outros momentos outras questões mais práticas aqui como a questão do que fazer e como como tá tranquilo e tal mas eu acho que a gente precisa ter por princípio eu enquanto Quando passou a gente me convidou para participar da mesa uma visão Pastoral da coisa eu confesso que primeiro texto que me veio à mente foi o texto de segunda Samuel Capítulo 9 quando fala de mefibosete né que é que é o filho deficiente né de Giovana eu não pude deixar de me lembrar daquele texto né e em certo sentido né com quanto nós estejamos falando aqui de deficiência física social e cognitiva né nosso lembramos nessa na verdade dessa deficiência física que me quebrou sete tinha e nós acabamos por lembrar que naquele contexto daquela época qualquer descendente do Rei antigo que existisse ele era amor e ele era morto né Para que não pudesse reivindicar para si o reino que era do seu do seu antecessor na do seu pai né o de quem quer que seja E no entanto Davi ao perguntar se havia alguém da faca da casa de Saul e de Jônatas para quem pudesse exercer bondade para com ele Davi demonstra uma graça tão grande para com aquele com aquele rapaz né com o meu filho buffet que ele era a Bíblia diz que ele era coxo de ambos os pés né Davi chama mefibosete para sua casa e o texto diz lá no final do capítulo é interessante isso me marca muito né no capítulo 9 no verso no verso é 13 diz assim morava mefibosete em Jerusalém por quanto comia sempre a mesa do rei e ele repete ele era coxo de ambos os pés Davi convida para comer na sua mesa aquele que era o seu inimigo entre aspas e como poderia vir a ser o seu inimigo e não dá para gente olhar para esse texto de ver toda essa situação e deixar de reconhecer que nós somos deficientes espirituais né Nós somos nós somos na verdade é incapazes espiritualmente de todo tipo e não poderiamos jamais Buscar nos relacionar com Deus com o pai com o criador éramos por por nossa própria causa por nossa própria culpa Inimigos de Deus né E Deus no entanto vai atrás de nós age como Davi agiu como é que bosetti com graça e com bondade para conosco e nos convida comer sempre na mesa dele né É É muito é muito interessante nós deficientes espirituais né completamente incapazes por nós mesmos por causa de Cristo por causa da Graça de Deus em Cristo na cruz nós fomos feitos filhos dele e nós participamos sempre da Mesa do Rei Não é eu levanto é maravilhoso e a gente precisa usar isso como premissa para exatamente agir da mesma forma com essas pessoas né Nós precisamos ter esse exemplo né e agir dessa dessa forma com com essas pessoas pessoal aqui pelo pelo short tô participando bastante né Manuela Disse que precisamos oferecer recurso aos professores da EBD sobre como incluir crianças com deficiências eu lá e falou que talvez o que nos falte é como Cristão de misericórdia é teve um outro que diz que a referência Assessoria totalmente que a referência religiosa hoje é programas e campanhas de prosperidade não subjetivos e toca tornado-os conhecidos a não Laura falou com professor DVD As muito importante a gente valorizar a pessoa completa além da deficiência pessoa também produtor de conhecimento né valeu Lair falou que Equidade não é tratar os desiguais como desiguais por isso é tão importante atender às necessidades específicas Ana Laura falando sobre desvalorize em todas as crianças com deficiência Manoela se tá naquela Débora né com amor e competência sempre contribuindo com as crianças que precisam tanto serem valorizadas e incluídas e abraçadas a Graziele participou de um assunto que nós falamos aqui na acredito que o que leva os pais aumente a deficiência do filho seja o receio da discriminação nós falamos um pouquinho sobre isso né Ah E aí Ana Beatriz dizendo realmente super importante que suporte da igreja ou suas considerações finais nosso tempo aqui já deu uma caminhadinha estendida E aí eu quero como considerações finais pedir para a nossa querida na Débora aqui falar não lembro quais os desafios de uma igreja que passa a enxergar as pessoas com deficiências né com transtorno com síndromes e deficiências como você não falou que é uma tudo incluindo deficiência né como é que a igreja qual os desafios que nós partir de hoje né que nós estamos usando aqui o stat né E algumas pessoas ainda estão participando aqui conosco pelo pelo chat outros terão acesso a ele através das e ainda nossa igreja Então quais os desafios como igreja nós passamos a enfrentar quando passamos a enxergar pessoas com deficiência primeira coisa é a gente se livrar da ideia de que o deficiente é doente Tá gente precisa entender a deficiência como algo parte da nossa vida de pessoas com deficiências elas são parte da nossa vida como Alexandre falou Nós também né e eu coloquei aqui nós somos deficientes potencialmente deficientes é uma pessoa citou aí misericórdia Então as pessoas com deficiência elas não carecem ainda nossa pena né mas da nossa compaixão do nosso altruísmo do nosso olhar é de minucioso tão o nosso desafio é em primeiro lugar começa a olhar tem um olhar mais apurado né olhar para para congregação a receber as pessoas com deficiência na nossa igreja e a gente tem né a física né como Alexandre citou mefibosete é a mais fácil da gente ver né E como pastor colocou numa situação ali a deficiência intelectual Iva um transtorno de ordem de ordem emocional psicológica né E aí a gente é mais difícil então o primeiro desafio é olhar é conhecer essas pessoas saber quem elas são depois a gente se interar de Quais os tipos de deficiência que a gente tem na igreja e buscar conhecer sobre as deficiências a partir do momento o conhecimento ele traz mudança que tipo de mudança mudança comportamental mudança social né mudança é comunicacional então aba e acabou conheça eu vou me comunicar melhor com essa pessoa eu vou me comportar de forma adequada então eu não vou usar termos pejorativos porque eu já conheço né eu vou chamar a aquela deficiência pelo nome certo eu vou saber como abordar essa pessoa então esses são os desafios o desafio é ver conhecer e a partir de isso aí todo a o nosso comportamento ele vai ser no mudar ele vai sendo moldado a partir do convívio Porque eu só mudo né quando eu convivo com outro a minha aprendizagem ela é Antes de tudo eu só a prendo com outro né quando Alexandre colocou assim e Deus na a Trindade por si só né relacional e quando Deus fez Adão ele disse não é bom que o homem esteja só então por isso que a gente tem tantas pessoas das nossa volta em nenhum momento a gente tá só na nossa o nosso trabalho no lazer né em todo lugar a gente está rodeado de pessoas e aí Lembrando que nós vivemos num mundo plural de inverso que Deus seis isso no site também me chamar relacionamentos diferenciados conforme aquilo aquele que a gente se relaciona tá na sua indivíduo individualidade e nas suas possibilidades desenvolvendo e aprendendo com o outro ensinando e aprendendo porque aprendizagem ela é uma via de Mão Dupla não havia de uma única né A partir do momento que eu me relaciono com outro eu modifico Eles são modificados por ele então ao conviver com pessoas com deficiência trazer esse conhecimento esse olhar automaticamente a gente vai ser modificado quando a gente vê essas pessoas que estão aí agora no nosso meio Que bom também Boa tarde forma efetiva vamos fazer mudança para que quando chegar outras pessoas o ambiente já tá totalmente incluída essa pessoa vai estar ajudando ali né então assim não é a possibilidade de uma pessoa com deficiência visual frequentar a sua igreja mas ele também são professores da igreja ele cantar no coral ele tocasse ele tiver uma habilidade musical de um surdo seu intérprete do culto né de uma criança que precisa de recurso como a Manuela tanto falou Ana Laura aí de ter ali na sala de ensino da Escola Bíblica Dominical onde quer que seja nos acampamentos né ela ter ao acesso dela recursos que facilitem evangelização e que depois ela pode estar recebendo outros né E também ser um ser que pode ser efetivamente dessa comunidade Então esse é o grande desafio né do meu olhar eu acho que a primeira coisa que eu fico muito boa Oi e aí Alexandre vocês considerações finais dentro desse isso essa Panorama aí de desafios uma igreja que nós enfrentamos aí eu acho que talvez o maior desafio que nós enfrentemos né frente a essa essa situação seja de como eu já disse anteriormente reconhecer que todos nós somos deficientes espiritualmente né E aqueles que se tem alguma deficiência física eles também são deficientes espiritualmente Abrantes e assim como nós precisamos de Cristo no Assim como nós precisamos do Evangelho transformador do Senhor Jesus Eles também precisam né eles também tem essa necessidade e essa deficiência boa notícia é que essa deficiência espiritual ela tem cura EA cura o evangelho do Senhor Jesus é ele quem transforma a nossa mente transformam nosso coração e faz com que pecadores Miseráveis como nós que estamos aqui tenham é é acesso a ao trono de graça né Essa cura ela nos capacitam nos habilita está na eternidade com o senhor onde não vai lavar não vai haver mais dor não vai haver mais sofrimento não vai haver mais enfermidade não vai haver mais limitações né nós seremos plenos em Cristo né e a a boa notícia melhor ainda é que por causa de Cristo nosso Consolo é que nós já podemos experimentar dessa Plenitude hoje nós que somos crentes são salvos pelo Senhor Jesus nós vai experimentar vamos a Plenitude em Cristo hoje que se possa ser o consolo para todos nós para aqueles que nos assistem agora pela pela internet nos lembrar sempre disso a meios querido só fazer uma lição aqui ó vários comentários aqui no nosso os irmãos participando conosco né eu lá ih citando aqui no caso do IP de uma forma que um filho de um amigo foi tratado pela escola de uma forma que a igreja do texto é uma criança que tinha deve ter atenção a Elizete e precisamos conhecer para poder ajudar a entender as pessoas com deficiências a Graziele falando que é parabéns a vocês por esse trabalho lindo deveria ser comum em nossa sociedade mas infelizmente e sabemos que não ocorre isso larga muito enriquecedora a Larissa que lá de importante o Marcos dando parabéns ao papel da igreja apresentar Cristo hoje e sempre enfim Várias Vários comentários nós queremos agradecer Eu quero agradecer aqui a você Alexandre pela sua empregados estão está conosco viu Muito obrigado mesmo foi o prato muito muito bom sua participação nos trouxe aí no olhar um olhar bíblico olhar pastor odontológica na água hahaha Rapaz você rapaz você é você falando rapaz suas palavras Alexandre então tão Profundas nosso coração quando você correndo implantes lá na veículo que eu falar entrega E olha que essa comparação você ao mesmo tempo que você provoca-me voador você Obrigado galera também pela sua participação e só lembrando né que a Ana vai ser figurinha presente aqui nas nossas dos nossos encontros nós teremos Ainda mais eu não vou nem me despedir de você não viu aceita marcar outras vezes aqui então nós teremos ainda mais três umas três binários a ideia que a gente possa ainda conversa mais sobre isso né então na próxima nós estaremos aqui com participação da Laila e o outro Presbítero ou Pastor aqui conosco dividindo a mesa a e depois nós teremos ainda mais outras duas em novembro e dezembro e aí as duas outras arma Débora estará participando conosco juntamente com outros com outros convidados então eu quero agradecer você que participou da sua boa noite assim Obrigada Pastor eu fico muito feliz né e convidar as pessoas que estavam agora e e já que iniciativa Nossa iniciativa né é alcançar o maior número de pessoas possíveis então que também divulguem o trabalho da igreja e que nos ajude que se voluntaria trabalhar conosco nesse projeto então muito obrigada e até o próximo né pronto obrigada dez anos lembrando também para você que estou em casa aí nos assistindo é no próximo domingo aí na escola dominical a solução aula conjunto aqui na igreja e os além dessa aula e nós vamos falar justamente sobre a questão de uma perspectiva bíblica na teologia da inclusão trazendo aqui pressupostos bíblicos teológicos do por quê que tudo aquilo que foi dito aqui para Alexandre pela nós vamos tentar fazer isso transformar por uma forma mais mais didática ainda para você e trazer outras informações também que o nosso tempo aqui é um pouco é bom também vou colocar essa literatura essa literatura que a eu trouxe aqui é um livrasso muito bom e tem outros que no domingo vai na escola dominical eu vou apresentar para o e é tem um vaso a literatura sobre isso então tem muita gente escrevendo sobre esse assunto que é bom o que é bom e tem alguns projetos também algumas igrejas aí que estão sendo feito realizados que merecem ser copiado esse isso é mencionado então nós teremos aí para conscientização na informação de concentração desse assunto que é o primeiro passo né o nosso dentro desse projeto abrace Mas queremos desde já pedir que você que participou que você pela pelo chat você olhe né se que assistir essa Live que você olha por esse projeto e que você também participe desse projeto né Se voluntaria olha pastora Débora Alexandre é que eu faço para participar desse projeto aí irmão tem muita coisa para ser feita viu e existem muitas muitos irmãos irmãos na fé que na nossa igreja e de fato vivem né com com deficiência a e nós como Igreja do Senhor iremos abraçá-los amá-los e fazer aquilo que está ao nosso alcance para é super acesso e permanência acesso e permanência que esse número no mais duas irmãos Muito obrigado pela vida de vocês obrigado por ter nos acompanhar Obrigado pelo Diego pelo Wesley que estão na parte técnica e que nos auxiliaram aqui nessa dinâmica e louvamos a Deus pela vida de cada um obrigado Prefeito Alexandre obrigado a Débora obrigado a você que está em casa Tenham todos uma excelente noite que Deus abençoe a vida de cada um de vocês Amém vamos apurar a um eterno Rei aleluia aleluia o [Música] o Lucas [Música] tu verbo era Deus [Música] sua palavra tem poder [Música] para criar um universo essa vida dormia [Aplausos] Vamos adorar o rei aleluia aleluia glória a Deus aqui ó o [Aplausos] [Música] Aleluia meu Deus aqui [Música] tudo bem [Música] todos juntos e [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] e vamos apurar a bater no Rei aleluia glória a Deus a criança [Música] Vamos adorar a Deus né