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A fé vem pelo ouvir

PROJETO ABRACE – Transtornos, Deficiências e Síndromes: O que a igreja pensa sobre isso?

PROJETO ABRACE – Transtornos, Deficiências e Síndromes: O que a igreja pensa sobre isso?




Fonte: IP Goiânia

Legendas automáticas:

o
[Música]
aleluia aleluia
EA
[Música]
sua palavra tem poder
[Música]
para criar o Universo a Vida
todo dia
[Aplausos]
O
Tempo
Rei aleluia
aleluia glória a Deus
[Aplausos]
[Música]
aleluia aleluia
meu Deus aqui
[Música]
tudo bem
[Música]
a
todos juntos na igreja
música
[Aplausos]
Autor da criação
[Música]
do Rei
aleluia
glória a Deus né
[Música]
Oi
tá
boa noite meus irmãos bom ter vocês aqui
no canal da ppg nós estamos hoje dando
início a um a um projeto que se chama
abrace esse projeto tem como a
proponente a união de crianças
presbiterianas departamento infantil da
PG e nós temos como ideia Inicial apenas
nesses primeiros primeiros encontros que
teremos tanto aqui através de webinar
que será feito pelo Canal dá para ir PG
Como também outras ocasiões de ensino na
ppg a ideia de concientizar e informar a
igreja sobre esse assunto que nós
estaremos tratando e ao mesmo tempo
englobando dentro do projeto abrace
transtornos deficiências e síndromes
essa é a nossa a nossa ideia como é que
a igreja pode abraçar não só os nossos
irmãos na fé que vivem e convivem com
isso mas ao mesmo tempo também bom então
eu projeto abraço nós estamos dando
início hoje e pedimos aos irmãos que
Orem por isso e ao mesmo tempo também
que se coloquem como voluntários para
participar com esse projeto conosco e
nesse nosso primeiro encontro que tem
como tema transtornos deficiências e
síndromes o que a igreja pensa sobre
isso nós temos aqui um convidado muito
especial que a Deborah Ana Débora Lopes
tudo bem Ela é
uma das parceiras desse projeto né Ana
com muita alegria muita alegria mesmo
eu me sinto honrada em participar desse
projeto a inclusão a paixão EA motivo de
eu estar aqui hoje né E tá aqui de
trabalhar eu trabalho com isso já há 13
anos
das parceiras uma das mentoras teórica
sair desse projeto também que vai nos
ajudar em toda a parte prática desse
projeto aí pelos próximos quando os
próximos meses anos e que o Senhor nos
abençoe início né não quero daqui um
André a banana Débora graduado em
pedagogia psicopedagogia Clínica
neuropedagogia e especialista em
educação inclusiva especialista em
análise do comportamento aplicada
aba aba isso mesmo é que é a sigla em
inglês para análise do comportamento e
aí o pessoal conhece muito pela sigla
porque é uma terapia é aplicado a
crianças com autismo e deficiência e
transtornos desenvolvimento é o pessoal
fala sempre aba Que bom E tem também que
conosco Presbítero Alexandre Lustosa
Pereira O Alexandre é cirurgião dentista
doutor e mestre nesta área né Alexandre
autor e especialista em periodontia
certo Alexandre net cima alguém pode
estar se perguntando o que que um
dentista vai fazer uma live dessa hahaha
mas há uma explicação a explicação na
verdade que o senhor Presbítero
indisponibilidade o convite do pastor
pele que muito me honrou MD ah
ah é pelo fato de tentar aqui fazer
algumas colocações ou levanta algumas
dúvidas do aspecto Pastoral né da vida
da igreja mesmo frente a essa realidade
que a cada vez mais frequente no nosso
meio que legal que bom Alexandre Então
vamos começar aqui nessa mesa nessa mesa
que nós iremos bater um papo sobre isso
você está em casa aí pode participar
também pelo chat né nos mandando aí as
suas dúvidas e nós iremos tentar ao
final aqui colher algumas perguntas
dúvidas e responder através dos nossos
combinação começar aqui com a Débora
Débora Existe diferença entre integração
e inclusão E como que isso aí funciona
na prática dentro de uma pet uma igreja
como a nossa existe uma diferença assim
é
parece
[Música]
integração inclusão parece ser a mesma
coisa mas são duas coisas distintas
completamente distintas e a íntegra e a
parte da
Dilma esforço unilateral da pessoa para
se adequar ao que está proposto
então
não existe uma mudança para que essa
pessoa ela
esteja no ambiente quando eu falar em
ambiente estou falando também não só de
espaço físico mas de pessoas Então ela
faz um esforço unilateral para se
adequar essa estrutura que já tá aposta
né e a integração ela vem
agregada É principalmente a questão da
do movimento de social que a gente tinha
é muito mais de
assistencialismo do que de mudança mesmo
então por que que ela se difere da
inclusão a inclusão ela é um processo
muito mais completo e maior do que a
integração bom então na inclusão a uma
mudança
do ambiente então da estrutura física e
das pessoas para agregar né E aí a gente
quando fala de inclusão de integração
Agorinha a gente sabe por quê que a
gente tá falando isso a gente tá falando
das pessoas com deficiência E aí essa
necessidade de mudança do ambiente
ela é o processo de inclusão então do
ambiente estrutural e do ambiente pessoa
porque porque a inclusão que é que ela
faz ela dá acesso e permanência essas
pessoas ela não só dá acesso mas ela
permite que essas pessoas estejam ali
participando de forma é a construir
junto o que é integração não faz então o
que que acontece na inclusão é possível
reconhecer que todos os indivíduos
mesmos nas suas diferenças e
individualidades eles passam a ser
Construtor deste desse ambiente
E
comunicacional comportamental então
existe uma valorização das diferenças e
é isso vem para minimizar as barreiras
que são impostas no próximo no
processo de integração tão integrou mas
não deu acesso essa pessoa e permanência
ele deu acesso mas permanência não na
inclusão a gente faz isso né E aí quando
a gente fala de inclusão a gente fala
Claro tá mais do que implícito aí é a
pessoa com deficiência
que é o nosso assunto principal esse
aqui né então assim como que isso
acontece no contexto da igreja como
acontece em todo contexto social
Ah tá nós somos seres sociais a igreja
ela é mais um dos grupos que nós
encontra o indivíduo transitamos então
quando a gente fala de igreja na verdade
para nós cristãos a igreja não é só o
lugar onde a gente transita mas é a
família que a gente tem né A família
escolhida
foi meio da fé que a gente que a gente
escolheu na verdade que Deus nos
escolheu né que a fé que a gente prova
essa então essa pessoa dentro da igreja
ela tem que transitar como qualquer
outro membro dessa igreja ela tem que
ter acesso e ela tem que estar
permanente aqui neste lugar e aí para
entender um pouquinho mais isso a gente
vai ampliar já já quando a gente entra
lá no conceito de deficiência
Alexandre dois duas coisas importantes
aquilo aqui nossa questão do acesso e
permanência né E às vezes a gente não
pensa nessa perspectiva a gente pensa
que é
Se colocarmos uma rampa na igreja e
darmos acessibilidade a pessoa gente às
vezes pensa que isso é incluir a pessoa
dentro da igreja exata e a Débora dos
trouxe aqui uma percepção que não né a
gente pode com isso integrar a pessoa né
a pessoa vem assistir o culto aqui vai
embora a gente nunca dá para Cidade do
pra ela de ser incluída de permanecer
desenvolver os dons e talentos dela
nosso Lena que que você pensa sobre isso
eu não tenho enquanto ela tava falando
eu não pude deixar de me lembrar quando
ela falou de dar acesso e permanência eu
não pude deixar de me lembrar do de como
Deus age conosco né na nossa na nossa
salvação na nossa conversão mas também
na nossa Santificação Deus age de modo
muito semelhante conosco né ele não
apenas nos faz integrar a Família da Fé
como ele também nos assegura que nós
permaneceremos nela até o dia Olá meu
nome é isso isso me marcou muito é ainda
mais dentro desse contexto de igreja a
gente pode fazer esse esse tipo de
paralelo né Eu acho que essa essa
bandeira na verdade ela precisa ser
levantada não apenas porque é algo da
moda agora o que é algo que é surgiu
recentemente está ganhando força em
todas as os setores da sociedade Mas é
porque é assim que Deus age conosco ele
não apenas nos aceita e não apenas nos
recebe na sua presença mas ele faz com
que nós permaneçamos ali na presença
dele e o próprio Senhor Jesus disse que
nada nos Tiraria das mãos dele e ele faz
assim até o dia em que ele voltar eu
tava me lembrando que alexandru somos
incluídos Aí lá tem família do senhor né
Graças a Deus por isso sim mas a Laura
uma coisa importante que é sobre
integração e inclusão você nos nos
mostrou a diferença mas assim qualquer
Qual que é a importância para nós como
igreja quer saber a diferença entre
inclusão integração existir este valor
em saber isso não existe porque na
verdade quando a gente faz a diferença é
quando a gente conhece o conceito amplo
de incluir que ele é muito mais aí eu
vou pegar a outra ver aqui porque a
gente passa a gente teve vários modelos
de
que trouxeram o conceito de integrar que
a gente vem lá do histórico aí a gente
vai falar um pouquinho para eu falar
disso então vou ter que conceituar falar
aqui da deficiência né então assim a
gente fala da deficiente a pessoa com
deficiência né que é o termo mais
apropriado hoje na falta de outro porque
a gente vai ver daqui a pouco eu vou
evolução desses termos ela é uma pessoa
com impedimento né em alguma das áreas
ou física ou sensorial
ou cognitiva E aí e ao saber disso a
gente pensa no modelo social a inclusão
ela pensa no modelo social que é de
transformações de condições de
transformação social
comunicacional e comportamental né então
é importante porque porque a partir do
momento que eu conheço o indivíduo
inclusivo o que precisa ser incluída e o
Alexandre falou essa questão não é de
Deus nos
incluir a gente pensa no que é a
pluralidade que Deus fez né nós vivemos
num mundo totalmente plural a gente
conhece muitos tipos de flores porque
Deus vezes muitos tipos de coisa a gente
conhece muitos tipos de animais e outras
coisas porque Deus fez a natureza plural
e olhando para essa mesa aqui a gente vê
a pluralidade de Deus também as pessoas
então pensando nessa polaridade nessa
diversidade é que é importante a gente
dá para incluir conhecer a necessidade
do outro não só primeiramente mais
conhecer a habilidade dele e aí a partir
da habilidade dele e daquilo que Ele
falta conhecer a necessidade Porque por
meio do conhecimento dessa necessidade é
que eu pro vou poder incluir essa pessoa
então falando uma pessoa com deficiência
vamos ao exemplo uma pessoa na igreja
que é uma deficiência auditiva
então para eu incluir essa pessoa aqui
eu vou precisar no mínimo ter uma noção
de comunicação com a pessoa com
deficiência auditiva vou falar LIBRAS né
vai ter uma pessoa um intérprete no
culto um intérprete na sala então isso
eu dou eu faço o que eu mais inclusão
dessa pessoa é hoje eu ouvi de uma
colega de trabalho que uma pessoa com
deficiência auditiva e falou para ela
Nossa eu tô na minha igreja e eu fico
tri é porque não tem nenhuma pessoa que
fala libras né Não posso me comunicar
Então aí nesse momento você ver qual a
importância porque se alguém conhece
essa pessoa
eu dou
acesso a ela
na forma da comunicação que ela precisa
que a Libras que a gente sabe que é a
segunda que é a primeira língua do surdo
eu enquanto ouvinte não preciso né então
eu não preciso da libras mas enquanto
deficiente auditivo eu preciso né o cego
ele precisa a igreja precisa ter um
material em Braile Então eu só sei disso
a partir do momento que eu conheço
porque a necessidade ela ela só aparece
quando tem uma demanda
Oi e aí por isso que eu sei que eu vou
saber incluir a partir do momento que o
conhecimento chega até mim ou que a
necessidade chega que é o que a gente
chama de demanda né entendi Alexandre e
aí pontuação aí
mais uma vez é interessante como é que é
a Bíblia ela é atual e ela fala sobre os
mais diversos assuntos a gente pode
extrair dela ensinamentos preciosos de
novo ouvindo a na Débora falar não dá
para nos lembrar de do texto né de
Romanos Capítulo 12 quando ele fala ali
da diversidade dos dons né quando o
Paulo escrevendo aos romanos nos diz
assim porque assim como um só corpo tem
muitos membros mas nem todos os membros
têm a mesma função assim também nós
conquanto muitos somos um só corpo em
cristo e membros uns dos outros né essas
essa diversidade essa essa
multiplicidade de características de
dons que as pessoas têm que Deus colocou
em cada e ela é importante cima para que
a gente possa como corpo de Cristo
poder exaltá-lo poder adorá-lo poder
anunciar o evangelho e não é diferente
com quem tem limitações ou com quem tem
deficiência sou quem tem dificuldades né
eu me lembro de um rapaz uma vez que eu
encontrei que tinha uma deficiência não
me lembro Qual era qual era a
dificuldade que ele tinha mas ele tinha
muita dificuldade de se expressar e
alguém perguntou para ele qual que era o
dom que Deus tinha dado e ele falou eu
tenho o dom da Alegria e onde eu tô as
pessoas sorrirem comigo brincam comigo e
se alegram comigo e onde ele chegava era
festa eu achei muito interessante aquilo
que a gente pensar também né que nós a
Bíblia fala que nós somos feitos à
imagem e semelhança de Deus então Deus
fez diversidade né então assim a
deficiência ela também o manifestar ela
é uma manifestação da diversidade de
Deus então a e às vezes na deficiência
como o que falta mas não é quando a
gente olha no processo inclusivo a gente
olha deficiência com o que está
impedindo essa pessoa de desenvolver as
habilidades que ela tem igual você falou
ele tem o dom da Alegria então quando eu
olho para por uma pessoa com deficiência
né hoje em dia a gente não fala mais
pessoas portadoras de deficiência porque
eu porta esse copo aí daqui a pouco eu
não importo mais né isso não acontece
com a pessoa que tem uma deficiência Mas
eu vejo no processo de inclusão eu penso
tal pastor citou tá agora tem uma rampa
mas o que que impede da pessoa ficar
aqui no tempo nosso o tempo é quase todo
de escadas Então eu tenho um impedimento
aqui para que essa pessoa permaneça o
banco da igreja ele é o único Cadê o
espaço para essa pessoa colocar a
cadeira dela então eu vou olhar para a
pessoa com deficiência autor é um
processo de inclusão eu vou pensar nas
Barreiras que eu preciso eliminar para
outra pessoa tá aqui ele participando de
forma integral bilateral né
entendeu e eu aprendo muito com isso
porque aí meu olhar muda porque eu
começo a não ver mais a deficiência mas
eu começo ver as possibilidades você é
um ponto importante menina que você
passa a enxergar eu acho que acho que a
reflexão que eu acho que ela é muito
válida não só a parte teórica Mas também
como o Alexandre tá trazendo aqui sem
parar na parte das escrituras né então
caminhando juntas as duas As duas ideias
é como que às vezes na igreja é a pessoa
que tem deficiência ela certa ponta
invisível
né nós acabamos fazer uma vez que elas
sejam invisíveis eu tava vendo essa
semana o filme chamado somos todos
iguais Netflix o filme muito
interessante que fala sobre moradores de
rua e eu acho lindo que
a gente parou aqui o nosso que reflexão
que o morador de rua está lá aí um dos
personagens principais do filme né traz
uma uma coberta para ele e aí ele falou
assim quando você traz uma coberta para
mim Isso demonstra que eu não sou
invisível para você mas o que que muda
ou seja ele certa forma ele trouxe
alguma coisa para ele né Vocês não é
mais invisível que você falou quando a
gente coloca acessibilidade na igreja
está dizendo que ele é mais invisível
mas o próximo passo é o que que nós
podemos fazer para incluir em nosso meio
assim e aí que eu acho que é o grande.
Você falou que sobre conhecer como
quando nós conhecemos O que que a
inclusão Qual é o tipo de deficiência
que a pessoa tem fica mais fácil essa
pessoa ser vista como imagem e
semelhança de Deus né no processo de
inclusão Então eu queria que você me
ajudasse a pensar aqui lá no seguinte
qual que é a diferença entre transtornos
deficiências e síndromes existe em
alguma coisa tudo mesmo pacote pastor
Inclusive eu quero voltar só um
pouquinho para falar sobre essa questão
de ser do invisível né Porque que a
gente fala hoje de
inclusão Por que que o Alexandre falou
assim não é só uma coisa da moda né
inclusive no momento muito propício a
gente tá aqui falando de inclusão de
Brasil é o sexto colocado na
paraolimpíada com 19 medalhas de ouro e
aí a gente vê as
possibilidades senão a deficiência e um
ponto elefante atletas de alto
rendimento e alto rendimento em todas as
modalidades
e aí a gente pensa assim foi modismo não
tem uma caminhada atrás disso né então a
gente tem nos anos remotos E aí vale
também a gente se tal contexto bíblico
porque a gente tem um contexto histórico
EA gente sempre análise as coisas do
contexto histórico-cultural né o
inclusive o uso de certas tem
terminologias que são pejorativas como o
coxo manco
Cego surdo né muda o que a gente não usa
mais e aí pessoas que sempre viveram à
margem social pessoas que estavam em
excluídas e a gente vem caminhando Nesse
contexto então na década de50 de60 no
Brasil a gente tinha e a os depositários
que a gente chama depositores né no
contexto histórico de pessoas que eram
as casas de repouso de os hospitais
psiquiátricos que eram chamados de
Manicômio ou essas pessoas estavam
trancafiados em casa então aí pela luta
dessas famílias pela luta dessas
famílias de quererem participar
socialmente vez caminhando no processo e
aí a gente tem é um movimento social
1971 é dona de Clara né Aí a gente fala
de legalidade é claro a convenção
universal de direitos da pessoa com
deficiência e depois disso vem As
convenções né convenção de Guatemala com
a versão de Salamanca E aí começa a se
rediscutir pera aí mas essa pessoas são
seres elas preciso contar Nesse contexto
social e a gente vê um movimento e
começa a primeiro pelo movimento de
Educação na começaram de Salamanca
existe uma preocupação em traçar um
plano Educacional porque saiu um pouco
desse contexto do depositores foice para
as escolas especiais e aí pela luta
dessas pessoas e a gente respeita demais
essas instituições como instituição como
a pai que Associação de Pais né as
pessoas apertar lojas e outras
associações que trouxeram essas crianças
que estavam no contexto em caso de
isolamento para dentro das escolas
especiais mas viu-se que não o ideal
dentro de todas as discussões das
Convenções E aí até a gente chegar o
Brasil é signatário né nessas Convenções
até a gente chegar a convenção
brasileira sobre os direitos da pessoa
com deficiência
que tem aí vem em cima disso aqui vem as
leis né traça-se o plano nacional de
educação
é de sócio entende-se que as escolas
especiais elas não são ideais mas que
essas crianças precisam esses jovens
está no contexto social
cria-se a lei da Educação Especial na
Perspectiva da educação inclusiva e sai
da escola especial para a sala de ensino
regular ou para a escola regular a sala
de ensino comum que é como a gente fala
hoje né até a última vez que a lei
Berenice Piana Eliana que é a lei do
autismo Então existe todo um movimento
histórico até chegar aqui né essa
população que hoje segundo o IBGE é um
percentual de doze por cento da
população brasileira
né Ela vem ela vem caminhando um longo
caminho até chegar aqui então a
deficiência Existe diferença o que que é
deficiência né segundo
o conceito biológico é tu o caso o
impedimento
e a pessoa seja ela a nível físico
sensorial cognitivo Existe diferença
existe a gente tem deficiência física né
E aí a gente fala das deficiências é
paraplegia hemiplegia
eterna poesia
e aqui no no Brasil como a gente tem
essa tem essa liberdade os países
signatários eles tem liberdade também
foi colocado as pessoas com nanismo é e
conheci essa Economy deficiência e até a
ostomia né que é uma
deficiência Onde tem um orifício aberto
para permissão de excreção de fezes e
urinas Então essa pessoa ela tem ali uma
deficiência então a ostomia também foi
colocada E aí a gente tem a deficiência
do tipo sensorial que é a deficiência
auditiva a deficiência bom então a gente
tem dentro de deficiência auditiva o que
a gente chama de perda bilateral de
audição parcial ou total então tem tipos
Ainda tem as classificações né a
deficiência visual que a pessoa pode ser
ter a cegueira Ou baixa acuidade visual
Então a gente tem aí e dentro da
deficiência que antes era chamada
deficiência mental e hoje se lê
intelectual cognitiva a gente tem
pessoas com funcionamento cognitivo
abaixo da Média que são manifestações
antes dos 18 anos e onde que entra isso
aqui são pessoas onde tem
comprometimento nas áreas adaptativas
comunicação cuidado pessoal habilidades
sociais utilização de recursos
comunidade comunicação saúde e segurança
habilidades acadêmicas lazer e trabalho
então Existe diferença entre síndrome
Antônio descer não deficiência
o e dentro da deficiência a gente tem as
síndromes e os transtornos que que são
as síndromes é um conjunto né na verdade
a gente não sabe o que causa uma
síndrome existem é Vou colocar aqui só
para eu é um conjunto de sintomas né
vamos dar exemplo a síndrome de Down a
gente sabe que a síndrome de Down ou
trissomia do 21 é uma longamento de uma
terceira arte no cromossomo 21 o que
causa isso
e a gente sabe que é uma mutação
genética que tá ali faz um alongamento
da terceira acha e é uma síndrome né a
síndrome de praia de Williams a gente
tem a outra
também que eu esqueci o nome científico
mais é conhecida como síndrome do
do gato do miado de gato né Cheio do chá
Então a gente tem o had to her Então são
um conjunto de sintomas que define uma
condição patológica
e sem causa específica pode ser orgânica
né pode servir ao gente não sabe ainda o
transtorno o que que ele se diferencia
da assim dormir ele é um efeito de
organização né a gente fala que o
transtorno ele é uma desordem uma
alteração da Saúde relacionada ao que ao
desequilíbrio mental psicológico
então afeta a área neurológica né a
gente tem transtorno do espectro autista
é uma síndrome do neuro é um transtorno
do neurodesenvolvimento não é uma
síndrome né Transtorno do Déficit de
atenção com hiperatividade causa uma
perturbação que causa isso também podem
ser causas variadas ou nenhuma delas
ainda encontrada Então existe dentro da
deficiência a gente tem a síndrome de os
transtornos
muita coisa é
é essa aqui que ela tá falando uma
quantidade né de
nomes né que se enquadra aqui diferença
tipos de deficiências né que pensar que
a igreja nessa pluralidade convive com
tudo isso né a gente às vezes não pára
para pensar que convivo com tudo isso
convive às vezes não ao mesmo tempo né
ou não na mesma igreja né Mas se a gente
for considerar que a igreja o corpo de
Cristo em todo o mundo né sim a igreja
convive com todas elas e e nem sempre a
gente tá preparado eu quase nunca né a
bem A bem da verdade é isso é minhas
quase nunca estamos preparados eu acho
que essa semente que que está sendo
plantado agora ela realmente possa Que
ela possa germinar e crescer e produzir
frutos e que a gente possa ser é
referência né nesse nesse processo e
Quem sabe dá um start para que essa essa
centelha na verdade se virem uma
uma coisa maior né E isso possa atrair
o que outras igrejas outras terminações
possam adotar isso como prática também é
verdade Ana Deborah Blando aqui né aqui
existem alguns alguns tipos de
deficiência que não sabe né e onde que
vem aí eu lembro de Moisés né mas aí
você fala assim eu não posso homens
pesado na que o senhor
quem fez o cego ainda aquilo que você
falou eu te enxergar de fato a pessoa
com deficiência criado e mais segurança
para o senhor né então acho que é um é
um ponto importante que a gente tá
pensando aqui para conseguir então e aí
ela déboras mais uma perguntinha para
você nos ajudar aí a pensar e refletir
né nós falamos e temos começado hoje
aqui falar muito sobre incluir as
pessoas na aqui possui algum tipo de
deficiência na vida da igreja mas assim
como é que ele forma prática nós podemos
incluir vão pegar aqui alguém com
Alexandre ajuda que ela citou tanto e
vamos tipo de deficiência não é é não
pensar aqui um Quem te falou muito é
autismo é que pode ir ontem mas eu
queria pensar uma outra como é que a
gente poderia incluir uma outra pessoa
com
deficiência é por exemplo do que você
citou aqui que é conhecido como o miado
de gato né que é o querido chato do
chato mas a gente poderia incluir por
exemplo no ambiente de igreja uma pessoa
que
sofra aqui só falam que convive com esse
tipo de deficiência a gente Vale lembrar
que uma deficiência Ela não é uma coisa
transitórias né então se não é uma
doença
é importante ressaltar a isso porque
muitas vezes as pessoas dentro contexto
da igreja e aí a gente pega né Jesus lá
curando tantas pessoas deficientes na
Bíblia mas a gente tem que lembrar que
tinha um propósito naquilo ali né Jesus
queria mostrar e e
principalmente a importância dessas
pessoas que Ele olhou com tanto carinho
e ele queria que as pessoas vissem Então
olha eu tô olhando para essas pessoas
Então vale primeiro tempo do culto meu
filho que levantou que só pode cortar
para mim não perder a ameaça que está
nos ouvindo em casa e também não tem
conotação com pecado né assim como
outros problemas que acontece na
existência humana é por conta nossa
condição caída assim mas o próprio Jesus
lá em João Capítulo 9 quando o
questionou Jesus é o senhor esse cego de
nascença O que é o pé dele pecado é dele
ou dos pais se eu for de nenhum dos dois
é para que a glória do Senhor se
manifeste a então só para fazer essa
dentro porque às vezes quem tá em casa
pode entender errado bonito né Tato l e
a gente lembrar
como você falou do filme ele falou assim
somos todos desabrigado então quero
dizer somos todos potencialmente
deficiente né o
Como é que é o nome o e
falou assim eu lembro de você eu lembrei
dessa voz mas você usa óculos né Hahaha
o Diego então assim eu tenho eu tô aqui
usando fazendo uso de uma tecnologia
assistiva que são lente de contato mas
eu como Alexandre também uso óculos
então eu tenho uma deficiência né então
a gente pensar que nós somos todos
potencialmente de deficientes esse nosso
corpo que hoje a gente Avisa ele tá
sujeito é muito frágil ele está sujeito
hoje a qualquer após é a qualquer
acidente momento a gente poder mudar a
nossa condição de
pedestres para cadeirantes né de visuais
para uma pessoa com deficiência visual
isso também acontece no processo de
envelhecimento do nosso corpo então
Daqui uns dias a gente muita gente usa
vai precisar de um recurso de um andador
de uma bengala né quem tem uma triste e
os movimentos motores Então a gente tem
que pensar que a gente também é
potencialmente deficiente E aí voltando
Aí eu quero dizer que assim a
deficiência Ela não é uma doença então a
gente não está buscando a cura para
deficiência né reto contexto da igreja a
gente tá assim Nesse contexto como a
gente pode incluir uma pessoa como a
síndrome de cri-du-chat chá primeiro
preciso conhecer a síndrome de
cri-du-chat o que que eu sou síndrome
traz com ela
o comprometimento motor Severo
comprometimento intelectual
características de histeroscopia vocal
então movimentos bruscos porque essa
pessoa tem uma hipertonia que é uma
hipertonia dos músculos são rígidos né
ela tem uma mobilidade
deficitária e aí primeiro passo para
inclusão não só da crise do chá do que
qualquer outra deficiência é conhecer as
características
segundo né Eu preciso de aliás eu digo
que esse é o segundo passo porque o
primeiro é conhecer a pessoa a pessoa
não é deficiência a gente tem uma no
costume horrível né de nome é as pessoas
pelo que ela faz outra né eu simples as
pessoas fazem o marido da dulcenir né
você só essa medida do cinema Alexandre
não é o nome dela é incomum e o meu e
tomou relativamente com o PAS
Oi Arlei né a psicopedagoga na Débora
não é lei que é pastor da igreja é o
Alexandre que é o esposo é casado com
design é a Anna Débora que exerce que
tem uma profissão de bicicleta então a
pessoa não é a deficiência ela é antes
de tudo uma pessoa então eu vou conhecer
a Anna por exemplo que que a Anna a Anna
ela é Ela é membro da igreja é filha de
um membro da igreja por acaso a Anna tem
uma deficiência que a síndrome de
cri-du-chat ar Nossa o que é isso tá que
que ela tem comprometimento motor Severo
deficiência intelectual é dificuldade na
Comunicação na interação na
dificuldade locomoção que que ela
precisa para
frequentar a escola a sala da escola
bíblica olha Primeiro ela precisa estar
numa sala no primeiro andar ou um lugar
tiver dois andares que tem um elevador
para que dá acesso a ela segundo ela
precisa de uma cadeira especial porque
ela tem uma hipertonia uma dificuldade
de se manter com a coluna com a coluna
reta estava precisa de uma cadeira
adaptada Ela precisa também de materiais
na sala que são recursos visuais então o
professor vai ter que usar o projetor
porque ela se beneficia mais do recurso
visual do que do que da do falado da
aula expositiva somente né Segunda ela
precisa de um cuidador por quê Porque
ela não consegue se locomover sozinha
ela precisa de alguém que ajude a manter
ali na
da água para ela quando ela precisa
assegurar o material dela então esses
são os pontos eu conheço a pessoa eu
conheço as características de
deficiência que ela tem E aí eu
desenvolvo e do acesso para ela através
dos em Busca Ela precisa dentro contexto
da igreja e diz que bom que legal
Alexandre
eu acho que você
eu acho interessante porque a gente
sempre fica nessa nessa veia né da da
socialização ou de imprimir a pessoa é
torná-la na verdade parte de um meio
social Eclesiástico o que quer que seja
né e a gente deve se lembrar sempre né
que esse esse movimento social ou
relacional ele nasce na verdade lá na
Trindade muito antes do mundo existir né
a Trindade o pai o filho e o Espírito
Santo eles são relacionais entre si e
são mais importantes do que isso são
auto-suficientes entre si eles não
precisavam ter criado nada do que foi
criado eles não precisavam ter criado o
homem como criou e não precisaria ter se
relacionado com ele né mas ele o faz de
maneira Graciosa de maneira bondosa
o E mesmo quando este homem vira as
costas para o Deus Criador né no pós
queda né É esse mesmo Deus quem vai
atrás do homem e o chama de volta né e o
regime e o traz de volta para sim Cristo
ruim e não ordenou Em inclusive novo né
Eu acho que que é isso é maravilhoso né
esse todo esse esse conceito né ele
passa necessariamente Por Esse aspecto
teológico que para mim é muito
importante é verdade Eu Quero aqui
agradecer aqueles que estão participando
conosco pelo pelo chat pelo chat né da
igreja aí só algumas menções aqui
importantes o Fábio estou feels
stoffels né amigo da família que
precisamos adaptar os espaços e os
corações para receber todos verdade
minha Fábio a Flávia Mendonça Simone
José Marcos a Alda que falando que é
importante não acredito em é mais ver
isso essa Live como providência divina
do Senhor que é importante falarmos
sobre isso a Laíse dizendo que muito
importante pertinente esse assunto José
Marcos fazendo algumas algumas carinhas
com coração estrela Deus abençoe que
eles vão seguir então a E aí nós vamos
pensar numa perspectiva aqui um pouco
mais de direitos e deveres né você já já
nos falou que que existe sim Convenções
né então certa forma já existe
regulamentação na está tão Então existe
direitos mas também deveres por parte
de quem tem deficiência um
quando a gente fala de legalidade EA
convenção sobre os direitos da pessoa
com deficiência lá parte do artigo 5º da
Constituição Brasileira né todos são
iguais perante a lei E aí é
detentores de direito e dever está toda
pessoa é
é é bom falar nisso Porque lá é quando a
gente tinha um modelo que era o modelo é
assistencialista o deficiente ele não
responde a pessoa com deficiência ele
não respondia por ela então ela era
considerada incapaz Então quem desse dia
tudo por essa pessoa era a família ou
era um tutor né na falta da família que
no caso por exemplo Vamos citar as
pessoas que eram colocadas nessas nessas
nesses lugares dessas clínicas então a
família havia uma questão de abandono
mesmo né então ao abrir mão elas
abandonavam então nós Tutelar vão
instituição
tornava-se responsável pela aquela
pessoa hoje não hoje a pessoa com
deficiência
ela sim segunda constituição brasileira
e a convenção sobre os direitos da
pessoa com deficiência
é responsável por ela mesmo então dentro
desse contexto as leis tantas que
favorecem a permanência EA inclusão
dessas pessoas na escola na no ensino
regular seja na sala de na sala de
ensino como seja no ensino fundamental
12 né no ensino superior onde criou-se
leis que as leis de cotas onde tem né e
ele essas pessoas que passam por esse
processo educacional elas recebem amparo
legal tanto na questão é de receber
recursos dentro da educação e aí hoje a
gente tem vários programas como é que
criou tem a sala de recurso
multifuncional
tem todo o material que a pessoa com
deficiência visual Essa é bergvet
digitalizadora livro em Braille material
sensorial E aí a gente tem a ti e da
libras como primeira língua então ensino
bilíngue EA
é a legalização do intérprete dentro da
escola então a criança o o aluno o jovem
surdo Ele precisa do intérprete porque
ele é um recurso ou e de material
adaptado para isso e Libra então tem
todo isso ele como cidadão ele também
tentou direito como qualquer um né
existe a lei de o benefício de prestação
continuada que algumas deficiências
recebe a pessoa com deficiência visual
com deficiência auditiva o autista o
Down tem esse benefício é um benefício
de prestação continuada que é uma é
não é uma aposentadoria é uma um salário
que ele recebe para
ele usar em prol o dele para melhorar a
vida dessas pessoas
têm financiamentos
dos bancos para você adquirir
equipamento os carros né a gente sempre
vê hoje nas propagandas né com
facilidade para perceber né pessoas com
deficiência e aí a gente é entende que
essas pessoas hoje elas têm essa
autonomia porque tirando as pessoas é
que tem alterações severas e a gente
está falando de ordem mental não de
ordem de deficiência cognitiva
Aí sim elas precisam ser tutelados mas
quanto a isso Não elas são Donas da
própria vida participam de concurso
público de vestibular tem profissão a
gente tem leis no mercado de trabalho
onde toda a empresa precisa ter uma cota
para pessoas com deficiência na sua no
seu quadro de trabalho e
essas lê e
favorecendo a inclusão dessas pessoas em
todos os setores porque não adianta dar
só Acesso na escola que essa pessoa vai
fazer depois que ela terminar os amigos
né Nós somos antes de tudo pessoas que
têm no trabalho nosso senso de utilidade
né Nós somos seres sociais que devemos
transitar Entre todos os grupos da
sociedade EA lei favorecendo isso né
então se a empresa não quer mais assim
você precisa Então tá aqui na lei ele
tem direito Então mas ele tem deveres
como qualquer outro cidadão ele claro
que diferenciado sim né uma pessoa que
quer saber BPC ela não declaro Imposto
de Renda até porque ela tá abaixo do
teto mas se ela for uma pessoa que
recebe a mais né uma época eu conheci um
diretor de um centro aqui de Goiânia ele
era deficiente visual então ele é
diretor de um centro formado o mestrado
doutorado e eu fiquei impressionada com
aquele homem porque eu cheguei eu falei
gente a gente só não pode porque ele me
recebeu ele transitou por todos os
ambientes e eu conversando com ele só um
minuto que eu preciso anotar ele abriu o
computador dele e eu assim virei para
minha amiga né tava comigo uma colega de
trabalho feito tem certeza que ele é
deficiente visual seguida ela falou
assim
uma pessoa totalmente autônoma dirigia
né de tinha o próprio carro adaptado
Então essa pessoa assim só que com
alguns
ressalvas na lei porque Como diz né ela
temos os desiguais com desigualdade
Então nesse caso a gente precisa assim
como o idoso que aí teu Estatuto do
Idoso da Criança e do Adolescente aí
fica
é triste
é triste pensar que nós precisamos ser
provocados pelo Estado e é como ela
falou aqui né criar cotas né para que
uma empresa por exemplo eu abrir a
possibilidade da pessoa com deficiência
desenvolveu né o seu seu talento seu dom
sua capacidade né porque às vezes estou
lembrando aqui que o pastor Reverendo
Sergio lida é um pastor que é cadeirante
né ela passou presbiteriano Se não me
engano hoje ele tá em Olinda é excelente
passou passou que escrever um livro
sobre cidades do interior
levantamento eu senti como que como que
as cidades funcionam como que o
evangelho tem que ser diluído e Pregado
em cada uma dessas cidades antiori fala
se Poxa tem pessoas que têm deficiência
mas são realmente capazes né E aí você
parar para pensar que a lei tem que tem
que ser tão incomodar cutucar cutucar do
Caroá você olha como ano Débora fosse né
olha olha para uma pessoa que você trata
quando desigual Mas pela lei é igual né
É porque que você me ajudasse a pensar
nisso né isso existe nele também
Alexandre vai só na hahaha
é uma situação delicada e é difícil e às
vezes acontece Sim infelizmente né É Ah
eu acho que a gente perde às vezes nós
como igreja é perdemos a oportunidade de
sermos referência e de sermos os
catalisadores de determinadas mudanças
que precisam ocorrer E aí eu me lembro é
de Calvino né que muitos das das coisas
que Calvino idealizou e criou são
referências até hoje para o nosso mundo
contemporâneo né ele influenciou a
sociedade de um de um modo tal né que
muitas das coisas que ele preconizava o
criava são referências hoje né a própria
questão da leitura bíblica né da da
escola não é para ensinar as crianças a
lerem para para para poder Miller a a
Bíblia eu acho que nós como igreja
precisamos voltar a ser referência né
até mesmo nesses aspectos em todos né um
ano naquilo que é bom naquilo que é
desejável naquilo que agrada a Deus
naquilo que beneficia pessoas né
acho que nós precisamos
reconquistar isso precisamos na verdade
recomeçar a fazer isso é fundamental a
Manuela tá comentando aqui né que nós no
chat que nós precisamos oferecer cursos
professores da EBD sobre como incluir as
crianças com deficiência preparar uma
aula que as crianças possam compreender
o que está sendo ensinada Manoel essa é
a nossa ideia quando que vem né mas Deus
abençoe que venha estou Vamos abrir uma
clássica do Miguel para trabalhar só
sobre isso pensando aí no próximo passo
do projeto abrace é nós vamos seguir
aqui e aí eu queria pular que uma
pergunta que nós colocamos aqui ela no
roteiro porque de certa forma você já já
respondeu que nossa conversa eu vou
pular você pergunta eu vou para a
próxima que nós vamos falar um pouquinho
sobre Igreja acabamos entrando um
pouquinho sobre isso mas eu quero me
aprofundar mais aqui com as suas
considerações e também com as participar
e antes aqui do nosso irmão Alexandre na
esposa do seria acho qual motivo as
igrejas sabem muito pouco sobre isso Ana
qual que é a Sua percepção você que
trabalha nessa área né E aí você pode
trazer até para gente que se você tiver
dados quantas igrejas elas elas pensam
nisso ah então nós vamos sair daqui
porque que as igrejas sabem pouco sobre
isso e automaticamente saber pouco sobre
isso produz muito pouco sobre isso né
Existe algum motivo aí que você você
como profissional da área tenha paz para
o pastor eu acho que é por isso é esse é
o caminho então eu penso que está muito
ligado ao contexto histórico mesmo tá
então assim porque que a igreja sabe tão
pouco sobre isso
porque essas pessoas estão em poucos
números na igreja ou quase nunca é e
quando elas aparecem na verdade é
existe um olhar que pa a
indiferença para essas pessoas mas na
verdade eu chamo isso de um olhar de
desconhecimento então assim a pessoa ver
mas ela não por não conhecer ela não
sabe como agir então assim é
vou dar um exemplo chega um surdo na
igreja não é uma pessoa com deficiência
auditiva
E aí ele você vê que aquela pessoa
diferente quem não conhece né olha e
pensa que que tem né E aí foi não
conhecer e por não saber como abordar
não existe um receio com relação a essa
aproximação então o não conhecer
dificulta e a gente só conhece a partir
do momento como eu disse uma demanda Ela
Só Ela só vem a partir do momento que
ela que a gente tem conhecimento dela
então assim por muito tempo eu entendo
que assim como em outros em outros
lugares nem outros grupos sociais essas
pessoas também ficaram em casa elas
estão em casa não porque a família quer
mais porque existe uma nesse as
necessidades dessa pessoa não são
atendidas dentro da igreja pois não
conhecer então ou até mesmo realmente a
igreja ele fala assim Nossa a gente não
consegue a gente não dá conta disso
porque eu não tenho dentro da igreja uma
pessoa que me ajude a trabalhar me
ensinar a lidar com essa pessoa né então
assim por muito tempo a
diferença porque a gente conhecia nossa
irmã fulana tem uma filha que vive numa
cama eu já ouvi isso quando era criança
né na minha igreja só que eu nunca ouvi
ninguém dizendo assim vamos visitar a
irmã fulana porque de certa forma a dor
dela se tu não se tornou a dor do outro
mas o silêncio dela a gente acabou então
as pessoas acataram o silêncio dela
então eu penso o que é isso
talvez o conhecimento a compreensão
da deficiência da pessoa com deficiência
Ela traz uma mudança no olhar como eu
disse aqui e ao mudaram o olhar a gente
também
muda a nossa ação
bom Então na verdade eu entendo que
existe realmente essa dificuldade de
porque não é uma coisa em grande número
né é uma parcela pequena eu não tenho
dados sobre as igrejas porque você fala
muito pouco nesse livro aqui da Brenda
Dark
deficiente que eu quero até recomendar
pessoal né foi comentei pastor ele tá da
conta comigo
deficiente o desafio da inclusão na
igreja ela fala justamente sobre isso né
que a gente existe essa
indiferença
porque na verdade
até a própria contexto familiar não
permite a participação efetiva dessa
pessoa dessa pessoa na igreja porque
quando uma pessoa que tem uma uma
criança um jovem um adulto com uma
deficiência que mobiliza toda ela
demanda muito da família muito tempo da
família e às vezes é algo a pessoa essa
família ainda tá vivendo a dor
a dor dessa pessoa é acometida por uma
deficiência tão grave a dor de um
diagnóstico a dois e ainda ela tá
vivenciando luta ela não consegue ainda
falar sobre isso é porque ela não tem
certeza que ela vai ser acolhida na dor
dela então eu não tenho dados a como eu
falei que no livro A Brenda da que ela
fala sobre isso existe muito pouco né da
de trabalhos com pessoas com deficiência
nas igrejas cristãs Mas isso não quer
dizer que a gente não tem a vontade a
gente tem tanta vontade que a gente está
aqui falando sobre isso né a gente tem
tanta vontade de fazer esse trabalho de
conhecer essas pessoas e as suas
famílias
o que nós estamos aqui falando sobre
isso é verdade bem bem
contigo aí eu
penso mais ou menos como a Débora eu
acho que ela vem de uma questão
histórica e
provavelmente de um pouco ou quase que
nenhum conhecimento sobre o assunto né
Há Décadas atrás A ideia é como ela Ana
mesmo disse a ideia era família às vezes
até abandonava essas essas pessoas né no
manicômio no centro em que elas pudessem
ficar ali né a família ignorava a
simplesmente a existência da pessoa ou
depois de um tempo ou dependendo da
circunstância isolava a pessoa em casa
né Não essa pessoa não era
incluída na sociedade ou não era ela não
se relacionava com outras pessoas além
da própria família né e com o passar do
tempo a isso foi sendo desmistificado né
o conhecimento vai chegando né o
conhecimento científico conheci o
técnico sobre o assunto sobre a síndrome
sobre as deficiências sobre os
transtornos vai chegando e as pessoas
vão perceber que aqui não é um bicho de
sete cabeças né E que essas pessoas
precisam assim como qualquer ser humano
né qualquer homem qualquer mulher criado
À imagem e semelhança de Deus que é um
Deus relacional elas precisam se
relacionar né claro que tenha suas
limitações tem as suas dificuldades Tem
situações em que as vezes pode criar
algum constrangimento Esse é natural eu
penso né mas nós temos que saber lidar
com isso né É uma questão que nós como
igreja precisa estar na Vanguarda né até
por sermos é
na verdade povo de Deus que é o Senhor
do Universo que quem faz todas as coisas
e que cria tudo e que nos ensina que nos
dá Graça sobre Graça todos os dias nós
possamos distribuir graça e e agir
graciosamente com essas pessoas que acha
que é esse o princípio É bem
interessante porque eu tô aqui pensando
eu lembrei aqui de Moisés que a gente
que sintomas alguns minutos atrás e aí
Moisés só você pegar a dinâmica de vida
de Moisés ele argumenta que ele é
difícil na fala não é o senhor coloca
alguém para auxiliá-lo mas com passar do
tempo você percebe que Moisés já não tem
mais o auxílio de
diário já começa aí sozinho na frente
Faraó né ou seja ela o que às vezes a
gente precisa mesmo como está fazendo
aqui hoje bem disse a Anna Débora é de
fato mostrar que existe interesse por
parte da igreja
em seu o Arão na vida de muitos desses
irmãos que estão na nossa igreja e que
às vezes passam desapercebidas né mas
tem um ponto que eu acho que é
importante refletir também E aí eu vou
muito por aquilo que
vocês dois falaram aqui né o que ela
contexto histórico das pessoas é
certa forma com vergonha por conta de
preconceito que existia por conta dos
nomes estereótipos né maldição é pecado
a missão Divina então escondia os filhos
com alguma síndrome com alguma
deficiência né é eu penso que hoje
também essa foto a informação que você
citou aqui é é aquilo que vocês fazer
isso a igreja ela quer fazer
mas por outro lado também a família ela
não quer informar isso a igreja né Eu
não sei se por parte dela existe o
receio de conta igreja vai se comportar
com isso só que muitas vezes tô falando
por mim que eu já dei algumas situações
por exemplo programação de criança
programações para adolescentes que você
faz alguma coisa existe alguém em um
ambiente que tenha algum problema
cognitivo por exemplo só que vocês não
sabem E aí você faz alguma Você faz
algum tipo de programação em que em que
você De certa forma expõe Aquela minha
raça Ou aquele bradou recente mas vocês
pô sem saberem saber ainda vai Antes
quando você vê a reação você fala a
reação foi diferente porque foi
diferente aí em cima vai começa a
conversar eu confesso para os irmãos que
já fui constrangido algumas situações
Porque sim eu trabalhando com
pré-adolescentes e pensa é um
programação no global né E quando você
faz do Global você faz e aí quando eu
tenho essas reações que às vezes são
brincadeiras que a gente pensa no global
e e tem esse tipo de reação eu alguma
vez que é constrangidos que envergonhado
Poxa expulsos né o pré-adolescente mas
não sabia aí quando você conversa com o
pai com a mãe e o pai e a mãe Fala meu
filho tem tem um problema deve ser
atenção alguma coisa assim aí você pensa
poxa Se eu soubesse eu teria pensado uma
outra forma de atividade em que iria
participar juntamente com todos os
outros Mas não seria exposto Então acho
que assim dos dois lados não existe o
lado da igreja que às vezes falem
dizioli existe interesse da igreja nós
queremos abraçá-los queremos cuidar
queremos pastorear Mas isso também o
lado da família não diz a igreja Ah tá
que alguém da família que precisa do
Cuidado diferente de um olhar diferente
vamos trabalhar juntos então acho que eu
acho que as duas vezes eu acho que na
igreja erra mas também eu acho que
alguns momentos a família ela concorda
ela tem esse receio de trazer isso pro
ambiente de igreja não sabe como é que
vai ser a reação da igreja que que você
acha disso no dentro Eu concordo existe
esse medo mesmo e assim
é tão
se a gente pensar né no avanço da
Medicina na no aumento dos diagnósticos
né que antes passavam despercebidos
então a gente tinha eu tive colegas né
eu tive específico um colega que era meu
vizinho e ele tinha era visível que ele
tinha ele tinha muitas dificuldades as
habilidades sociais e ele
denotava já alguma uma deficiência ele
dele né E a gente não sabia como agir
eu tava na brincadeira então existe uma
sim um receio da família de que é assim
de que essa criança esse jovens e
adolescente ele seja rotulado então
assim o meu filho vai ser vai ser visto
é um estereótipo como a criança especial
por isso que nem um momento aqui eu usei
a palavra especial porque se a gente
olhar especial Somos Todos nós né Todos
nós temos as nossas a nossa
especialidade então é de que o meu filho
especial
ou a criança né que vira que deixa de
ser a pessoa como eu disse aqui a gente
tem que conhecer a pessoa mas vira a o
transtorno diagnóstico dela né ela vira
simplesmente o que a gente fala né é o
Cid E aí
existe esse receio mas em si O que é uma
coisa eu que trabalho com famílias
trabalho ali na tanto na atendimento
educacional especializado quanto na
intervenção terapêutica
nós enquanto seres né
caído a gente tem uma questão da
expectativa muito grande os pais né
quando a pessoa vai ter filho eles geram
Uma expectativa muito grande em cima
desse indivíduo E aí quando as suas
expectativas são frustradas
por por algum motivo que seja e um
diagnóstico
é uma dificuldade para o pai porque
porque de certa forma você quer poder
pegar aquilo e fazer alguma álcool
aquilo Desde que seu filho não sofra que
ele não passe por situações que você não
pode estar ali protegendo ele só que o
pai não vai estar em todos os lugares e
aí onde a gente fala qual é a função dos
pais e de toda a comunidade cristã
quando uma criança vem aqui na eu
sentada se não é ajudar na educação
desse indivíduo então nós como família
de Cristo nós temos o dever né de ajudar
de dividir essa demanda com a sua
família e a gente só pode dividir essa
demanda a gente só pode fazer parte da
rede de apoio que a gente chama se eu
souber né mesmo com a sua dor e ali ao
receber um
laudo né o médico um diagnóstico onde o
médico Lauda Eles estão no processo de
luto vivenciado por essa família mas
lembre-se que a igreja ela é a sua
família também e nós estamos aqui para
dividir e para ajudar vocês ser mais um
apoio então a importância de trazer isso
é justamente nos ajudando para que a
gente não coloca essa essa criança
sobre uma demanda que ela não consegue
umas no é uma claque de ensino né tanto
uma demanda é carro acadêmica corta uma
demanda emocional quanto à demanda
social porque ao conhecer a você trazer
esse conhecimento nós vamos poder
manejar de forma mais assertiva
né a relação dessa criança na Igreja
e aí eu não esponho eu não coloca nos
ajuda né E nós ajudamos você porque a
medida que isso aparece a gente fala
assim opa pera aí o pai do fulaninho me
disse que ele tem uma dificuldade na
leitura ele tem um transtorno de
linguagem ele tem uma dislexia eu não
vou por Ele para ler na sala de aula 1
Versículo antes de prepará-lo entendeu
Ah tá o fulaninho ele é ele tem um
transtorno de Déficit de Atenção
hiperatividade ele é medicado durante a
semana mas no fim de semana eu a ele
para vir para a igreja então pera aí
como é que ele fica mãe ele fica mais
agitado ele tem uma atenção menor então
pera aí eu preciso colocar essa criança
na frente e precisa um suporte para ela
dentro da sala de aula vai fazendo ali
uma
intermediando as relações sociais porque
a gente sabe que essa criança tem essa
dificuldade né essa criança ideia tá até
um transtorno do espectro autista tá ela
não gosta que Abraça ela ela não gosta
de
atividades coletivas ela não gosta de
lugar que tem muito barulho Porque isso
é uma característica ela tem uma
hipersensibilidade sensorial ela tem uma
questão com o toque eu enquanto
pessoa da igreja que conheço ela não vou
chegar e aí passa na mão na cabeça bate
aqui né então assim tem aqui esse
conhecimento eu vou poder me comportar
de forma adequada que aquela pessoa e
vou auxiliar ela e nas relações dela
porque o que que a gente quer é que essa
criança e que esse adolescente que esse
jovem essa pessoa que ela que ela seja
realmente é
incluída e participe de forma efetiva de
todas as
atividades da igreja né da EBD das dos
eventos sociais do culto e que essa
família também possa participar porque o
momento do pai fala assim não não posso
deixar minha minha criança lá na sala de
beber porque os as pessoas que estão lá
não sabem como lidar com ele então não
posso assistir a minha classe
Oi e aí eu fico na minha casa com a
minha criança agora vê no online né
Então essa importância né Por mais que
você ainda esteja ali por mais que
existam olha por mais que existam medo
só da gente tá falando aqui hoje a gente
eu queria que esses pais que ainda não
chegou né que eles ainda não tiveram
essa
vamos dizer se essa iniciativa de
compartilhar conosco que eles têm sem
aqui na igreja uma rede mais uma rede de
apoio
muitas anotações
tá escrevendo livro na verdade não eu tô
fazendo algumas algumas
pontuações aqui eu acho que sim
diante de tudo isso eu acho que eu vou
mais chegar outros outros momentos
outras questões mais práticas aqui como
a questão do que fazer e como como tá
tranquilo e tal mas eu acho que a gente
precisa ter por princípio eu enquanto
Quando passou a gente me convidou para
participar da mesa uma visão Pastoral da
coisa eu confesso que primeiro texto que
me veio à mente foi o texto de segunda
Samuel Capítulo 9 quando fala de
mefibosete
né que é que é o filho deficiente né de
Giovana eu não pude deixar de me lembrar
daquele texto né e em certo sentido né
com quanto nós estejamos falando aqui de
deficiência física social e cognitiva né
nosso lembramos nessa na verdade dessa
deficiência física que me quebrou sete
tinha e
nós acabamos por lembrar que naquele
contexto daquela época qualquer
descendente do Rei antigo que existisse
ele era amor e ele era morto né Para que
não pudesse reivindicar para si o reino
que era do seu do seu antecessor na do
seu pai né o de quem quer que seja E no
entanto Davi ao perguntar se havia
alguém da faca da casa de Saul e de
Jônatas para quem pudesse exercer
bondade para com ele Davi demonstra uma
graça tão grande para com aquele com
aquele rapaz né com o meu filho buffet
que ele era a Bíblia diz que ele era
coxo de ambos os pés né Davi chama
mefibosete para sua casa e o texto diz
lá no final do capítulo é interessante
isso me marca muito né no capítulo 9 no
verso no verso é 13 diz assim morava
mefibosete em Jerusalém por quanto comia
sempre a mesa do rei e ele repete ele
era coxo de ambos os pés Davi convida
para comer na sua mesa aquele que era o
seu inimigo entre aspas e como poderia
vir a ser o seu inimigo e não dá para
gente olhar para esse texto de ver toda
essa situação e deixar de reconhecer que
nós somos deficientes
espirituais né Nós somos nós somos na
verdade é incapazes espiritualmente de
todo tipo e não poderiamos jamais Buscar
nos relacionar com Deus com o pai com o
criador
éramos por por nossa própria causa por
nossa própria culpa Inimigos de Deus né
E Deus no entanto vai atrás de nós age
como Davi agiu como é que bosetti com
graça e com bondade para conosco e nos
convida comer sempre na mesa dele né É É
muito é muito interessante nós
deficientes espirituais né completamente
incapazes por nós mesmos por causa de
Cristo por causa da Graça de Deus em
Cristo na cruz nós fomos feitos filhos
dele e nós participamos sempre da Mesa
do Rei Não é
eu levanto é maravilhoso e a gente
precisa usar isso como premissa para
exatamente agir da mesma forma com essas
pessoas né Nós precisamos ter esse
exemplo né e agir dessa dessa forma com
com essas pessoas pessoal aqui pelo pelo
short tô participando bastante né
Manuela Disse que precisamos oferecer
recurso aos professores da EBD sobre
como incluir crianças com deficiências
eu lá e falou que talvez o que nos falte
é como Cristão de misericórdia é teve um
outro que diz que a referência
Assessoria totalmente que a referência
religiosa hoje é programas e campanhas
de prosperidade não subjetivos e toca
tornado-os conhecidos a não Laura falou
com professor DVD As muito importante a
gente valorizar a pessoa completa além
da deficiência pessoa também produtor de
conhecimento né valeu Lair falou que
Equidade não é tratar os desiguais como
desiguais por isso é tão importante
atender às necessidades específicas
Ana Laura falando sobre desvalorize em
todas as crianças com deficiência
Manoela se tá naquela Débora né com amor
e competência sempre contribuindo com as
crianças que precisam tanto serem
valorizadas e incluídas e abraçadas a
Graziele participou de um assunto que
nós falamos aqui na acredito que o que
leva os pais aumente a deficiência do
filho seja o receio da discriminação nós
falamos um pouquinho sobre isso né Ah E
aí Ana Beatriz dizendo realmente super
importante que suporte da igreja ou suas
considerações finais nosso tempo aqui já
deu uma caminhadinha estendida E aí eu
quero como considerações finais pedir
para a nossa querida na Débora aqui
falar não lembro quais os desafios de
uma igreja que passa a enxergar as
pessoas com deficiências né com
transtorno com síndromes e deficiências
como você não falou que é uma tudo
incluindo deficiência né como é que a
igreja qual os desafios que nós partir
de hoje né que nós estamos usando aqui o
stat né E algumas pessoas ainda estão
participando aqui conosco pelo pelo chat
outros terão acesso a ele através das e
ainda nossa igreja Então quais os
desafios como igreja nós passamos a
enfrentar quando passamos a enxergar
pessoas com deficiência primeira coisa é
a gente se livrar da ideia de que o
deficiente é doente Tá gente precisa
entender a deficiência como algo parte
da nossa vida de pessoas com
deficiências elas são parte da nossa
vida como Alexandre falou Nós também né
e eu coloquei aqui nós somos deficientes
potencialmente deficientes é uma pessoa
citou aí misericórdia Então as pessoas
com deficiência elas não carecem ainda
nossa pena né mas da nossa compaixão do
nosso altruísmo do nosso olhar é
de minucioso tão o nosso desafio é em
primeiro lugar começa a olhar tem um
olhar mais apurado né olhar para para
congregação
a receber as pessoas
com deficiência na nossa igreja e a
gente tem né a física né como Alexandre
citou mefibosete é a mais fácil da gente
ver né E como pastor colocou numa
situação ali a deficiência intelectual
Iva um transtorno de ordem
de ordem emocional
psicológica né E aí a gente é mais
difícil então o primeiro desafio é olhar
é conhecer essas pessoas saber quem elas
são
depois a gente se interar de Quais os
tipos de deficiência que a gente tem na
igreja e buscar conhecer sobre as
deficiências a partir do momento o
conhecimento ele traz mudança que tipo
de mudança mudança comportamental
mudança social né mudança é
comunicacional então aba e acabou
conheça eu vou me comunicar melhor com
essa pessoa eu vou me comportar de forma
adequada então eu não vou usar termos
pejorativos porque eu já conheço né eu
vou chamar a aquela deficiência pelo
nome certo eu vou saber como abordar
essa pessoa então esses são os desafios
o desafio é ver
conhecer e a partir de isso aí todo a o
nosso comportamento ele vai ser no mudar
ele vai sendo moldado a partir do
convívio Porque eu só mudo né quando eu
convivo com outro a minha aprendizagem
ela é Antes de tudo eu só a prendo com
outro né quando Alexandre colocou assim
e Deus na a Trindade por si só né
relacional e quando Deus fez Adão ele
disse não é bom que o homem esteja só
então por isso que a gente tem tantas
pessoas das nossa volta em nenhum
momento a gente tá só na nossa o nosso
trabalho no lazer né em todo lugar a
gente está rodeado de pessoas
e aí Lembrando que nós vivemos num mundo
plural de inverso que Deus seis isso no
site também me chamar relacionamentos
diferenciados conforme aquilo aquele que
a gente se relaciona tá na sua indivíduo
individualidade e nas suas
possibilidades
desenvolvendo e aprendendo com o outro
ensinando e aprendendo porque
aprendizagem ela é uma via de Mão Dupla
não havia de uma única né A partir do
momento que eu me relaciono com outro eu
modifico Eles são modificados por ele
então ao conviver com pessoas com
deficiência trazer esse conhecimento
esse olhar
automaticamente a gente vai ser
modificado quando a gente vê essas
pessoas que estão aí agora no nosso meio
Que bom também Boa tarde forma efetiva
vamos fazer mudança para que quando
chegar outras pessoas o ambiente já tá
totalmente incluída essa pessoa vai
estar ajudando ali né então assim não é
a possibilidade de uma pessoa com
deficiência visual frequentar a sua
igreja mas ele também são professores da
igreja ele cantar no coral ele tocasse
ele tiver uma habilidade musical de um
surdo seu intérprete do culto né de uma
criança que precisa de recurso como a
Manuela tanto falou Ana Laura aí de ter
ali na sala de ensino da Escola Bíblica
Dominical onde quer que seja nos
acampamentos né ela ter ao acesso dela
recursos que facilitem evangelização e
que depois ela pode estar recebendo
outros né E também ser um ser que pode
ser efetivamente dessa comunidade Então
esse é o grande desafio né do meu olhar
eu acho que a primeira coisa que eu fico
muito boa Oi e aí Alexandre vocês
considerações finais dentro desse isso
essa Panorama aí de
desafios uma igreja que nós enfrentamos
aí eu acho que talvez o maior desafio
que nós enfrentemos né frente a essa
essa situação seja de como eu já disse
anteriormente reconhecer que todos nós
somos deficientes espiritualmente né E
aqueles que se tem alguma deficiência
física eles também são deficientes
espiritualmente Abrantes e assim como
nós precisamos de Cristo no Assim como
nós precisamos do Evangelho
transformador do Senhor Jesus Eles
também precisam né eles também tem essa
necessidade e essa deficiência boa
notícia é que essa deficiência
espiritual ela tem cura EA cura o
evangelho do Senhor Jesus é ele quem
transforma a nossa mente transformam
nosso coração e faz com que pecadores
Miseráveis como nós que estamos aqui
tenham é é acesso a ao trono de graça né
Essa cura ela nos capacitam nos habilita
está na eternidade com o senhor onde não
vai lavar não vai haver mais dor não vai
haver mais sofrimento não vai haver mais
enfermidade não vai haver mais
limitações né nós seremos plenos em
Cristo né e a a boa notícia melhor ainda
é que por causa de Cristo nosso Consolo
é que nós já podemos experimentar dessa
Plenitude hoje nós que somos crentes são
salvos pelo Senhor Jesus nós vai
experimentar vamos a Plenitude em Cristo
hoje que se possa ser o consolo para
todos nós para aqueles que nos assistem
agora pela pela internet nos lembrar
sempre disso a meios querido só fazer
uma lição aqui ó vários comentários aqui
no nosso os irmãos participando conosco
né eu lá ih citando aqui no caso do IP
de uma forma que um filho de um amigo
foi tratado pela escola de uma forma que
a igreja do texto é uma criança que
tinha deve ter atenção a Elizete e
precisamos conhecer para poder ajudar a
entender as pessoas com deficiências a
Graziele falando que é parabéns a vocês
por esse trabalho lindo deveria ser
comum em nossa sociedade mas
infelizmente e sabemos que não ocorre
isso larga muito enriquecedora a Larissa
que lá de importante o Marcos dando
parabéns ao papel da igreja apresentar
Cristo hoje e sempre enfim Várias Vários
comentários nós queremos agradecer Eu
quero agradecer aqui a você Alexandre
pela sua empregados estão está conosco
viu Muito obrigado mesmo foi o prato
muito muito bom sua participação nos
trouxe aí no olhar um olhar bíblico
olhar pastor odontológica na água hahaha
Rapaz você rapaz você é você falando
rapaz suas palavras Alexandre
então tão Profundas nosso coração quando
você
correndo implantes lá na veículo que eu
falar entrega E
olha que essa comparação
você ao mesmo tempo que você provoca-me
voador você
Obrigado galera também pela sua
participação e só lembrando né que a Ana
vai ser figurinha presente aqui nas
nossas dos nossos encontros nós teremos
Ainda mais eu não vou nem me despedir de
você não viu aceita marcar outras vezes
aqui então nós teremos ainda mais três
umas três binários a ideia que a gente
possa ainda conversa mais sobre isso né
então na próxima nós estaremos aqui com
participação da Laila e o outro
Presbítero ou Pastor aqui conosco
dividindo a mesa a e depois nós teremos
ainda mais outras duas em novembro e
dezembro e aí as duas outras arma Débora
estará participando conosco juntamente
com outros com outros convidados então
eu quero agradecer você que participou
da sua boa noite assim
Obrigada Pastor eu fico muito feliz né e
convidar as pessoas que estavam agora e
e já que iniciativa Nossa iniciativa né
é alcançar o maior número de pessoas
possíveis então que também divulguem o
trabalho da igreja e que nos ajude que
se voluntaria trabalhar conosco nesse
projeto então muito obrigada e até o
próximo né pronto obrigada dez anos
lembrando também para você que estou em
casa aí nos assistindo é no próximo
domingo aí na escola dominical a solução
aula conjunto aqui na igreja e os além
dessa aula e nós vamos falar justamente
sobre a questão de uma perspectiva
bíblica na teologia da inclusão trazendo
aqui pressupostos bíblicos teológicos do
por quê que tudo aquilo que foi dito
aqui para Alexandre pela nós vamos
tentar fazer isso transformar por uma
forma mais mais didática ainda para você
e trazer outras informações também que o
nosso tempo aqui é um pouco é bom também
vou colocar essa literatura essa
literatura que a eu trouxe aqui é um
livrasso muito bom e tem outros que no
domingo vai na escola dominical eu vou
apresentar para o e é tem um vaso a
literatura sobre isso então tem muita
gente escrevendo sobre esse assunto que
é bom o que é bom e tem alguns projetos
também algumas igrejas aí que estão
sendo feito realizados que merecem ser
copiado esse isso é mencionado então nós
teremos aí para conscientização na
informação de concentração desse assunto
que é o primeiro passo né o nosso dentro
desse projeto abrace Mas queremos desde
já pedir que você que participou que
você pela pelo chat você olhe né se que
assistir essa Live que você olha por
esse projeto e que você também participe
desse projeto né Se voluntaria olha
pastora Débora Alexandre é que eu faço
para participar desse projeto aí irmão
tem muita coisa para ser feita viu e
existem muitas muitos irmãos irmãos na
fé que na nossa igreja e de fato vivem
né com com deficiência a e nós como
Igreja do Senhor iremos abraçá-los
amá-los e fazer aquilo que está ao nosso
alcance para é super acesso e
permanência acesso e permanência que
esse número
no mais duas irmãos Muito obrigado pela
vida de vocês obrigado por ter nos
acompanhar Obrigado pelo Diego pelo
Wesley que estão na parte técnica e que
nos auxiliaram aqui nessa dinâmica e
louvamos a Deus pela vida de cada um
obrigado Prefeito Alexandre obrigado a
Débora obrigado a você que está em casa
Tenham todos uma excelente noite que
Deus abençoe a vida de cada um de vocês
Amém
vamos apurar
a um eterno
Rei
aleluia
aleluia o
[Música]
o
Lucas
[Música]
tu verbo era Deus
[Música]
sua palavra
tem poder
[Música]
para criar um universo essa vida
dormia
[Aplausos]
Vamos
adorar
o rei
aleluia
aleluia glória a Deus aqui ó
o
[Aplausos]
[Música]
Aleluia
meu Deus aqui
[Música]
tudo bem
[Música]
todos juntos e
[Música]
[Aplausos]
[Música]
[Aplausos]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
e
vamos apurar
a bater no Rei
aleluia
glória a Deus a criança
[Música]
Vamos
adorar a Deus né