Musicoterapia no tratamento de pessoas com autismo | Pablo Leão | Aline Cariri | IBNU
22/04/2022Musicoterapia no tratamento de pessoas com autismo | Pablo Leão | Aline Cariri | IBNU
Fonte: IB Nações Unidas
Legendas automáticas:
E aí [Música] E aí [Música] Olá boa tarde boa noite a todos sejam muito bem vindos a mais nova Live do projeto tesoura azul com apoio baby New você que está nos assistindo compartilha Nossa Live assina nosso canal e coloca suas dúvidas no chat que será um prazer responder a todos hoje nosso tema é Lúcio musicoterapia no tratamento de pessoas com terra e eu quero convidar agora o Pablo meião para estar conosco seja muito bem-vindo Pablo que Deus abençoe e Pablo e que eu quero que gostaria que você desse suas primeiras considerações e sejam muito bem vindos a Live do projeto tesouras Oi boa noite primeiramente Eu Quero Agradecer o convite da Line agradecer a oportunidade de nyor me dá para tá aqui conversando com vocês falando de um tema super importante né no tratamento quando a gente fala de tratamento de pessoas com autismo né então é meu nome é Pablo Leandro eu sou psicólogo especialista em musicoterapia pela Universidade Federal do Piauí e sou especialista em Educação Especial inclusiva pela Universidade Estadual do Maranhão certo então é um tema a música terapia então é uma uma área do conhecimento relativamente nova né que tá crescendo ultimamente né e principalmente no tratamento de pessoas com autismo então aqui durante a minha fala né um tema que sempre gera dúvidas gera muita curiosidade Então já vão e anotando as perguntas escrevendo no chat que na hora que terminar minha fala terei o prazer em responder tá bom pode passar Ah então vou falar primeiramente sobre a musicoterapia e depois eu vou falar sobre essa relação com a análise do comportamento aplicada pelo hoje em dia quando a gente ouve falar de tratamento de pessoas com autismo primeira coisa que a gente é primeira abordagem primeira intervenção é que a gente pensa é ABA né análise do comportamento aplicada a psicologia comportamental mas é importante salientar que existe outras abordagens né que existe outras tratamentos baseados em evidência é porque hoje hoje em dia se fala muito ruim tratamento baseado em evidências né EA musicoterapia possui Evidências a compra vários científicamente que a é útil né ficais no tratamento de crianças com autismo que as crianças apresentam boa evolução né apresenta uma boa melhora do seu quadro é tendo mais qualidade de vida mas autonomia então eu vou falar né sobre essa relação sobre a musicoterapia psicologia comportamental né lá na frente vocês vão perceber que tem eh é muito mais relação assim né entre as duas entre essas duas ciências pode passar e também eu gosto de contextualizar né Sempre é bom a gente voltar a história nem olhar um pouco passado para a gente tem uma compreensão do presente então quando a gente tem esse essa esse conhecimento né lá de trás fica mais fácil para gente compreender então sempre eu gosto de dar esse esse salto histórico né então é o que é a musicoterapia a musicoterapia é a utilização dos sons dos seus elementos para fins terapêuticos né então o termo musicoterapia da ideia é que a utilização da música sim a utilização da música mas não só da música né é a utilização dos sons e dos seus elementos né de forma agrupada ou isoladamente né Então quais são os elementos da música sons o ritmo a melodia né então todo os elementos eles são utilizados e Independente de da qualidade decisões a gente não faz juízo de valor né é um são bonitos é um são feios e é uma música bonita essa música feia né não existe é sempre esse juízo de valor é a gente todo tipo de música todo tipo de som pode ser utilizado é muito comum a gente é falar sobre as músicas eruditas né música clássica para relaxar né mas sim né pode ser utilizado você também pode ser utilizado músicas mas sim né mas é Rio falando da história né da musicoterapia ela surgiu no período da segunda guerra mundial mas antes disso nela há milhares de anos e se tem registros da utilização da música para fins terapêuticos e há registro da influência da música Tanto no meio ambiente como influenciado né a tantas emoções como comportamento das pessoas né não Existem relatos históricos né que por exemplo na no Egito antigo a a música Era associada a a fertilidade da mulher nessa capacidade de gerar filhos e e a Bíblia é cheia de exemplos né dessa influência da música né na Bíblia tem relatos que as muralhas de Sião gerir o irão ao som das Trombetas que Davi tocou harpa para o rei se acalmar né então sempre existe esses registros esses salários né Napoleão ele falava que Napoleão Bonaparte que era impossível ganhar uma batalha sem uma boa Banda Marcial é sem uma boa música Ali para embalagens batalhas né para motivar os saudades mas navios na igreja Luz É no período da escravidão que os escravos eram trazidos da África para o Brasil é Ao Som dos Tambores eram utilizados para embalar o ritmo do Remo né dos escravos enfim né e antigamente né os nossos ancestrais eles utilizavam a música muito mais para rituais religiosos né Muito mais dessa questão transcendental né do essa conexão do homem como poder superior né E para fins de cura e aí é como passar da história a música Ela foi tendo esse papel muito mais de entretenimento de diversão associado a festa esse tudo né então isso surgiu depois da da do período romântico que as foram surgiram as grandes orquestras né E aí começaram até os o Hugo faz isso né são os precursores dos grandes shows né de hoje em dia era as orquestras do período romântico né enfim mas aí essa foi tendo essa essa evolução né EA musicoterapia em seus registros históricos elas datam né como eu falei Como tá aí nos laje para eu da segunda guerra mundial né então na segunda guerra mundial não da primeira guerra já tinha movimentos né mas da Segunda Guerra Mundial se consolidou em corretam como foi que surgiu isso os ingressos e soldados que voltavam dos Campos de Batalha eles voltavam muito debilitados eles voltavam com traumas feridos né então com muitos problemas psicológicos E aí eles permaneciam muito tempo das enfermarias para e se recuperar né E ali passavam Dias semanas até meses ali naquele leito de Sofrimento né convivendo ali com pessoas mutiladas tô e decidir a equipe médica né os enfermeiros decidiram contratar músicos profissionais para tocar nas enfermarias na olha só que ideia é interessante né E daí algo inovador e perceberam que eu acho que esse momento que a música foi inserida é o saudades eles tiveram ao melhor uma boa evolução esse recuperaram mais rápido né então foi meio que acidental E aí a partir de isso aí é começaram a se desenvolver os estudos né um F Ah entendeu porque né Qual é a base disso porque que esses saudação ele foi se desenvolvendo as técnicas foi na década de 1950 se a gente for ver né mas pouco tem e hoje em dia a musicoterapia ela se caracteriza como uma área transdisciplinar então é uma área que ela bebe de várias ciências que deve de várias áreas do conhecimento como a sociologia a filosofia antropologia teoria musical a psicologia principalmente não é puxando a sardinha né porque eu sou psicólogo não mas é a psicologia influencia muito a música terapia e é uma prática variada é uma prática aqui elas o grande forte ainda aqui no Brasil a cidade que observa a maioria dos profissionais ator na clínica Mas é uma área que ela tá se tivesse ficando já existe musicoterapia organizacional nas empresas né utilizar a música para mim e a melhorar o a rotina laboral né dos profissionais têm a musicoterapia Educacional de escolar né fica na escola viu aqui na minha cidade também sou de Teresina capital do Piauí também já tem musicoterapia no tratamento oncológico centro de oncologia né contratam profissionais para o tratamento de pessoas acometidas pelo câncer e mas o grande forte ainda é a musicoterapia clínica da e principalmente Hoje em dia a musicoterapia para crianças com autismo então eu vou já já eu vou explicar o porquê desse sucesso né porque é desse crescimento Então pode passar hoje eu vou trazer aqui algumas definições disso O que é sobre musicoterapia de vários autores diferentes Tá pode passar Ah é Então definir em musicoterapia Complex né porque envolve arte envolve ciência é envolve esse campo multidisciplinar então não existe só uma definição né então vários centros várias universidades vários autores né envolveram definições diversas com relação à A musicoterapia então a mais conhecida essa definição né aí nos laje da associação americana de musicoterapia que a utilização da música e ou seus elementos estão o ritmo melodia e harmonia por um musicoterapeuta qualificado com cliente ou grupo em um processo destinado a facilitar e promover comunicação relacionamento aprendizagem realizado mobilização expressão organização e outros é objetivo é relevante a fim de atender as necessidades físicas mentais sociais e cognitivas com relação a isso a definição eu quero enfatizar o fato né que Associação americana de musicoterapia fala que tem que ser a por um musicoterapeuta qualificado Então o que é isso é o musicoterapeuta ele tem que ter uma formação de nível superior então ele tem que ser graduado ou ele tem que ser pós graduado em musicoterapia para ele poder exercer certo ah eu sou fonoaudiólogo sou psicólogo eu sou são músico muito bom então um terapeuta ocupacional sou músico muito bom eu posso atuar como musicoterapeuta não né então a gente sempre Levanta a bandeira né musicoterapia só com e eu e musicoterapeuta certificado né esteja e tem seu número de registro deve tem que ter tem que ser registrado Associação né ao órgão de plástico Associação de musicoterapia então em quase todos os estados do Brasil existem associações de musicoterapia né então é assim como os registros profissionais de outros na categoria esta o grande é ímpar se aliás neném empate né seria um dilema né seria porque a música terapia ainda não é uma profissão regulamentada né E aí abre margem para o charlatanismo Né pessoas se aproveitarem disso sem ter uma qualificação adequada de atuar né como musicoterapeuta é o mesmo dilema A taba Infelizmente ainda não é o uma profissão regulamentada né então entre aspas se uma pessoa é enfim é atuar né na área não ele não vai ter maiores consequências por causa disso não é diferente de um psicólogo de um fonoaudiólogo né se for a tua ali era né vai ser vai ter que comprar estão transtornos da Leila vai ser preso enfim vai receber todo uma coisa tanto que eu gostaria de enfatizar isso essa questão do profissional qualificado como dá para perceber tem vários processos que são trabalhados né comunicação relacionamento mobilização expressão organização estão sempre em busca de ser autoconhecimento a música é de autonomia né de mais qualidade de vida não pode passar bom então outra definição da Barcelos né já a Lia Rejane Barcellos ela é um ícone aqui no Brasil não se fala não a maior expoente na altura muito famosa no campo da música Era ela fala que a musicoterapia utilização da música os elementos integrantes com objetos com objeto intermediário durante uma relação que permite o desenvolvimento de um processo terapêutico mobilizando reações biopsicossociais no indivíduo com propósito de Minimizar seus problemas específicos e facilitar sua integração Reintegração do seu ambiente social natural né então a música é um objeto intermediário ou seja né para ela para música indivíduo assim a música precisa ter essa ajuda nessa intermédio do profissional do musicoterapeuta né Deixa eu ouvi muito falar do Poder da música que a música tem poder ela tem um poder se ela for utilizado de uma maneira adequada se ela for utilizada por quem sabe né a música por si só nela não ela até pode tem feito estava perdido a gente não não tem como afirmar que ela é uma terapia é porque o conceito de terapia é envolve nessa ajuda intencional para uma pessoa qualificada né com a intenção de ajudar o próximo então musicoterapeuta né intencionalmente ele manipula a música manipula Um sons né Para que o indivíduo ele consiga é para que ele seja beneficiado ruim pode passar E aí então outra definição né que diz que a musicoterapia nas escolas aqui já tá falando na musicoterapia Educacional né das escolas falei anteriormente a utilização funcional da música para atingir o progresso dos alunos nas áreas acadêmica social motora e ou da linguagem musicoterapia para crianças especiais né vida com comportamentos inadequados ou incapacidade funções como um serviço integrado no serviço de apoio que auxilia a criança deficiente agora só lembrando que aqui é uma definição antiga Tá bom então já ainda feliz a termos absoletos né que não utilizado hoje em dia criança deficiente né mas a gente tem que ver que a definição de referência de 1979 Tá bom então hoje em dia nos eu usaria em SP criança deficiente a se beneficiar da Educação Especial então a música como ele envolve os afetos das emoções a gente sabe que existe uma ligação direta entre as emoções EA pesagem entre a motivação e apresentar né então a música era utilizada nesse processo e na linguagens adiantando aqui é para crianças com autismo falante linguagem a quantas alterações que as pessoas com autismo tem na prosódia que a entonação né Tem comum a gente ver a criança que fala Falar de forma mais pausada né mas é que a prosódia sem entonação então a música como ela é trabalha isso né a prosódia entonação da música tem as pausas a hora de cantar e a às vezes é mais alta às vezes é mais pianinho né mas baixo então o musicoterapeuta ele vai manejando isso né para trabalhar essa fluência da fala essa fluência da linguagem certo pode passar bom então outra definição é do bem lesão que também é um dos autores mais é impossível de que é impossível né estudar música terapia sem passar por Beleza então das principais figuras principais autores da é que nem e presentes da Psicologia sem passar por Freud e esquina né Assim não tem é o que é que o beleza não fala a música terapia o campo da Medicina ele já traz essa perspectiva mas biomédica que estudo complexo Tom ser humano som para utilizar o movimento o som EA música como objetivo de Abrir canais de comunicação nos ser humano para produzir efeitos terapêuticos psicoprofilático se EA reabilitação do mesmo e na sociedade não percebe ele traz essa perspectiva a médica Traz essa relação social psicoprofilático serve né para prevenção e fala desses canais de comunicação Então já falando sobre a utilização da musicoterapia com crianças com autismo é comum a gente observar que as pessoas com autismo ela tem a dificuldade se expressar verbalmente né e tem as que são verbais Elas têm muita muita dificuldade em entender questões subjetivas relacionadas a sentimentos as emoções né criança tem todo o sofrimento psicológico tem todas as angústias e preocupações ela não consegue se expressar ela não consegue falar né e o ser humano ele tem essa necessidade de se expressar a gente falar os seus sentimentos das suas emoções né não é comum quando a gente tá triste eu tava com chato que a gente fala né é o desabafo né utilizando uma linguagem mais popular a gente desabafa parece que alivia né que tem uma uma melhora né mas isso é porque essa expressão era próprios ia isso a imagina né a pessoa com autismo ela não consegue fazer isso E aí uma forma alternativa é uma forma muito eficiente da criança se expressar né ela projetar esse sentimento é através da música Tão ali na música Criança ela coloca e suas emoções para fora é muito comum da sessão de musicoterapia a gente vê criança copiando os instrumentos com muita força às vezes arremessando um instrumento nessas as os melhores instrumentos mais estridentes que tem uma projeção sonora maior é tão ali a criança ela tá se expressando nela tá então é isso é muito bem né na forma ela é Ltda se ajustar a sua carga de estresse com essa carga emocional certo pode passar Oi e aí outra definição né disse que a música terapia já fala que que é uma ciência que utilizarem elementos sonoros ritmos musicais no tratamento da educação reabilitação e Recuperação de indivíduos portadores é isso aqui é outro termo é que é obsoleto né portadores de ti sabe hoje em dia que os indivíduos eles não portam nada eles não carregam nada mas aí a gente faz essa ressalva que é uma definição antiga tá então portadores das mais diversas patologias ou ainda da área preventir procura estabelecer a a procura estabelecer uma relação de Equilíbrio entre as três áreas da conduta humana mente por e o mundo externo né então mais uma vez essa relação né é da mente do corpo nem análise do comportamento gente enxerga mente corpo como uma unidade né E essa relação com o meio ambiente que é o mundo externo pode passar Ah então tá aí mais uma definição né que a musicoterapia é um método de tratamento prescritas por médico Então observa e já é já traz essa perspectiva biomédica né que a realizados por pessoas com treinamento pessoas com treinamento apropriado ela é um método terapêutico com espécie especificidade diagnóstica que tenta influenciar é recentemente o processo físico através de estímulos acústicos e musicais é baseado na experiência e no conhecimento dos efeitos da música Sobre as emoções das pessoas físicas e mentalmente doentes em sai a definição da Associação austríaca dos profissionais de musicoterapia na gestação e pronto então quem tem esse preâmbulo né feito toda essa introdução falando da história falando dos conceitos né agora eu vou falar de forma mais prática né como é que é feito como é que é realizado esse tratamento é de pessoas com autismo é utilizando a moça tá lá música terapia da considera essas duas vertentes né um aspecto biológico né e o aspecto psicológico lembrando como eu falei que essa mente o nosso corpo ela é uma unidade a gente sempre tem a tendência de parar né a mente ativa natureza né e a a e o corpo é de outra natureza né mas é uma unidade é a música Ela influencia tantos aspectos biológicos como psicológicos Então os musicoterapeutas eles aqui o que o ser humano ele é especialmente é musical ele é especialmente musical ou sejam desde o ventre materno o indivíduo Ele tá em contato com os sonhos e isso é Como assim né tá em contato com os sons é uma criança né quando ela é gerada né quando ele tá no ambiente intrauterino ele já tem contato com os sonhos os seus viscerais da mãe o som binário do batimento cardíaco né E aí depois ele já vai ter contato com os sons do ambiente né quando todos se o aparelho auditivo já já estiver é desenvolvido né ainda já consegue escutar então a gente o que o ser humano ele é essencialmente musical não existe até teorias do surgimento da fala que acredita-se que o ser humano ele é fala surgiu imitando o canto dos pássaros né então é uma das teorias mas enfim então é por isso que a maioria das pessoas elas gostam de música então vocês conhecem alguém que não gosta de música é é muito difícil então mas você não gosta de um tipo de música né Mas a música Ela permeia nossa nossa vida né há duas semanas atrás eu fui a um casamento a cerimônia belíssima então e eu ficava me perguntando o que seria daquela cerimônia se não fosse a música Se não fosse a trilha sonora lida que envolvia de todo aquele ambiente a fazer aquela atmosfera né então é interessante não é podem observar é a música está presente nas festas nos cultos religiosos presentes a no Dia a Dia Enfim então é por isso né que os seres humanos eles são musicais é porque não utilizar isso como terapia e aí é interessante que essa perspectiva mais científica terapêutica ainda é uma novidade né então como falei a música Ela sempre como é que eu posso dizer enfatizado Esse aspecto da Diversão há um tempo atrás eu tava indo para um Congresso de musicoterapia em Brasília e aí eu encontrei um amigo meu no aeroporto E aí ele falou perguntou para onde eu estava indo e eu acho que você tava indo para uma um congresso de música terapinga Brasília aí ela tá indo se divertir eu tô indo para trabalhar aí ele é médico que tava indo um congresso de Medicina né então percebe como a música Ainda até na expressões e musicoterapia não sou psicólogo né então aos pais Fala meu filho Vá para a sessão de musicoterapia quando é a sessão de musicoterapia é a aula de música terapia né ela tá entendendo né porque ainda é muito difícil né é relacionar a música com algo terapêutico né mas isso está mudando a música Caráter ela tá deixando de ser uma terapia secundária né por muito tempo é Esse é um algo a mais para ser encarada como uma terapia de primeira escolha para o tratamento de autismo por quê Porque em evidências científicas que realmente funciona né então só lembrando não é só aba que funciona é a evidências para tratamento de autismo existe outros tipos de terapia Mas entre elas eu posso falar com propriedade que a musicoterapia também possui a vidência científicas pode passar e depois passa Olá eu sou alguns princípios né da da música terapia Então existe o princípio do iso né que ele foi postulado pelo bem eles O que quer dizer igual resumo essa noção de existência de um som um conjunto de sonhos ou fenômenos sonoros que nos caracterizam e nos individualiza Ou seja é não existe música boa ou música ruim né O que importa é que essa música ela faça parte da realidade desse indivíduo tem que ser músicas que a pessoa goste tenha relação com as experiências então por exemplo eu não sou a pessoa nunca escutou ba nunca escutou Beethoven nunca escutou Tchaikovsky E aí eu vou trabalhar né a música desses compositores vocês eu não vou né porque vai ser algo que não vai ter e nenhum para essa pessoa né a gente utiliza músicas que fazem parte ali do contexto né E aqui o Ben 10 e me fala né do Riso grupal né que foi invoca a cultura ele vai esmiuçando isso né Falando de vários tipos de identidade sonora pode passar é né então a música né como objeto intermediário não é um objeto intermediário é um instrumento de comunicação capaz de atuar terapeuticamente sobre o paciente mediante a relação em desencadear Estados de alarma intenso a música Por Ser potência caráter lúdico no trabalho com crianças com autismo isso é essa mente né porque não parece nem eu digo que o brinco eu digo que é uma terapia disfarçada né As crianças adoram e sempre muito divertido é muito lúdico né esse crianças elas gostam muito de sonho e aí uma pergunta muito comum é ao meu filho ele tem hipersensibilidade auditiva né ele não são porta sons ele pode se beneficiar ele pode fazer uma sessão de musicoterapia a resposta sim é né E deve ele vai ser muito melhor ficar mais Como assim Pablo seguinte geralmente são sons específicos né que a pessoa pontilhismo ela tenha mais sensibilidade maior é preciso identificar Que tipo de som é esse às vezes é um timbre específico às vezes é um som mais brilhante né às vezes é uma canção ali é específico pontual então é preciso a gente identificar isso a gente faz todo avaliação anamnese outra coisa a gente pode trabalhar isso fazendo a já interface com a psicologia comportamental é só falando né que onda é essa boca da gente né da musicoterapia musicoterapia comportamental que é reconhecido pela federação mundial de musicoterapia o que trabalha a relação da Aba é com a música terapia Mas voltando aqui aí deixa o princípio do nosso comportamento é o princípio da África é que o princípio da habituação fala né que quando um organismo Ele é exposto a um estilo de forma de forma repetida né continuada aquele estímulo ele perde a magnitude é repetindo quando o organismo Ele é exposto a um estímulo repetidamente aquele estímulo ele perde a magnitude traduzido né quando o indivíduo ele é exposto a um estímulo várias vezes aquele estímulo ele perde a importância por exemplo a meu prato preferido é lasanha adoro lasanha mas se eu comer lasanha todo dia no café no almoço e na janta eu vou abusar cara lasanha e é ou não é vai perder a importância para mim então quer que eu tenho que fazer a lasanha voltar a ser importante para mim tenho que comer outros alimentos você tem que ficar um tempo sem comer lasanha ficar privado aí a lasanha volta sem importante eu volto a gostar é o que é que isso tem a ver pabllo sim é a vida então no procedimento de dessensibilização sistemática a gente expõe a criança gradativamente né os estímulos São Borges a gente vai respondo ela e gente vai aumentando esse estímulo gradativamente né nem de forma repetida para que a criança se habitue né baseado nesse princípio da habituação e isso é feito sistematicamente de forma continua certo não é feito todo epa um simples né mas existe muita experiência muito manejo terapêutico aí né então e associado aí se a gente faz o processo de contra condicionamento que é isso aquele som que a princípio era associada ao a vez Iva o conhece a gente faz o se algo legal algo que a criança gosta certo então respondendo essa pergunta né dá para trabalhar Pablo tem contra indicação a musicoterapia tem contra indicação é mas é algo assim extremamente pontual é que eu nunca Particularmente eu nunca não conheço ninguém não conheço nenhum amigo musicoterapeuta que já tem atendido nunca vi em congresso gente eu já vi relatos ensino livros que fala da epilepsia musical genta é que existe relação os quais na literatura que falam sobre pessoas que tem epilepsia induzida pela música e também tem é o caso de amor Luzia né que são pessoas que essa resistência a música mas sim algo que particularmente da minha sou música o terapeuta tenha quase dez anos eu no clã presenciei certo então 99,9999 por cento das pessoas podem se beneficiar Independente de idade como umidade enfim independente de qualquer coisa e seguindo aqui no dos princípios a música como objeto integrador né é instrumento que pode ser papel de liderança né você quer mais na área técnica da intervenção Tá bom não vou me atentar a questão do objeto entrar integrador tá pode passar E aí aqui é mais por questões de curiosidade né como é que funciona os elementos técnicos as pessoas perguntam muito tem muita curiosidade como é que é uma sessão de uma sessão de musicoterapia né na sala de música com a terapia deve ser uma sala ventilado e iluminado dimensões irregulares né Deve ser muito grande nem muito pequeno para esse nem outros né o ideal chão de madeira isolamento acústico e como é que é trabalhado são utilizados quase pode passar e vai passar E aí falando do do instrumental né são utilizados instrumentos de percussão A grande maioria dos musicoterapeutas utilizam instrumentos de percussão na verdade tudo que faz som pode ser utilizado pelo profissional né o próprio povo pergunte o próprio corpo posso usar panelas posso usar enfim o que acredita criatividade permitir né mas a rico ou a gente utiliza instrumentos de percussão pelo fato de serem um instrumento de fácil manejo para criança Mas enfim vamos utilizar piano violão qualquer tipo de existe restrições Claro tem que ser instrumentos que não Tragam risco a integridade da criança né Que ela possa se machucar e tem que ser instrumentos com a qualidade que a criança vai golpe E aí a gente não pode está me imitando a criança da forma como ela vai tocar os instrumentos Então tem que ser instrumento realmente resistência daqui consiga suportar a água né tarefa ali que é ele é a sessão de musicoterapia Nelly do instrumento você cowpea dali várias vezes né então todo elemento capaz de produzir um som audível ou mais ainda que possa produzir um movimento capaz de ser vivenciado como mensagem como meio de comunicação será parte integrante dela me aspectos da música terapia ou seja qualquer instrumento musical e outra coisa interessante é que as peca ela não é valorizar aliás eu não vou nem falar valorizado ela não é enfatizada ela não é não tem papel principal ela tem um papel seco eu quero na sessão de musicoterapia ou seja gente não se importa se afinado se não está afinado tá fora do ritmo se não está Sky não importa o mais importante é expressão né se o musicoterapeuta consegui isso né aliar o belo né e o terapêutica ótimo perfeito né porque o bonito também ele é ele é importante né até que existe entre as correntes da filosofia como a estética né estética é uma uma corrente filosófica que lida com um belo né mas enfim na sessão de musicoterapia isso não é é importante às vezes trabalho barulhaço né Muito barulho muitos ruídos Mas isso é o importante é que o e eu já alcançado né Tá bonito não tá É isso aí é é isso aí em segundo plano pode passar ah ah eu falei de simples maneira os instrumentos da gente fácil de deslocamento de grande potência sonora que tem da expressão e não entrou versão né porque é os instrumentos é a percussão o ritmo é o elemento musical que traz o movimento né então na trabalho com crianças tem muito movimento tem a dança que faz parte da sessão também é um por isso que história que se fala né de usar instrumentos que propiciem isso se esse movimento né e não a introversão e vai passar e eu falei estou esse corporais a outro ponto importante né quem está relacionado até a sustentabilidade é que é a criação de instrumentos musicais também faz parte das sessões de musicoterapia instrumentos criados improvisado fabricados pelos próprios pacientes É isso aí é muito legal é porque já pensou você ali tocando o instrumento que você mesmo criou com timbre que você escolheu que você pensou e ainda mais aproveita né materiais que iriam ser descartados e jogados no lixo que deu poluir o meio ambiente enfim é muito interessante aí também você trabalha Fábio tá aspectos né quando a gente fala no tratamento de crianças com autismo a a operação habilidades sociais vai ser trabalhado a motricidade É pode ser trabalhado as funções executivas como um todo mês freio inibitório enfim é aqui vai dependendo dos objetivos terapêuticos Mas tem uma uma miríade de aqui de possibilidades é quando a gente se fala de criação destruir a gente fala de intervenções mediadas por música nem pra gente fala de música Trap pode passar e a isso aqui é muito importante sobre o uso inadequado da música né estou com os olhos contradições as contraindicações aliás as contraindicações Eu já falei né eu interior mente e sobre o uso inadequado é muito comum esses profissionais utilizarem a música mas foi intervenções só que é importante a gente salientar que a música não é um estimula sentou e na ofensivo a musicoterapia ela pode trazer danos você pode trazer trauma responde vida né porque a música é Ela pode estar associado a vários traumas ela pode estar associado né condicionado com vários acontecimentos ruins na vida nesse diria a e por exemplo atende uma vez uma senhora que ela não pode não podia escutar bolero por quê Porque o bolero estava associado a um período muito traumático da vida dela só um instante Oi desculpa estava associada a um período muito traumático da vida dela de muitas dificuldades então ficou tão dicionado né que na psicologia a gente chama de condicionamento ficou associada aquela música né aquela aquele período da vida dela imagina só se um terapeuta vai usar bolero na sessão com ela né então iria trazer essas lembranças iria trazer mais traumas é iria trazer mais é problemas psicológicos praia né então é também é muito comum eu tô dando alguns exemplos né é muito comum por exemplo associações da natureza músicas é com cantos de pássaros com cantos os seus relacionados à natureza mas imagina só se por exemplo a pessoa ela foi violentada em uma floresta então no momento que ela foi violentada ela tava no meio ali de todos aqueles olhos Imagina só se o terapeuta for usar esse sons na terapia Esse é o pão danoso Isso vai ser né queria trazer Todas aquelas lembranças esses exemplos só para enfatizar que a música Ela Não é um estímulo assim então inofensivo ela pode trazer problemas ela pode trazer prejuízos para o indivíduo Tá certo Ah e outra coisa sobre as contas em dia contra indicações né coloquei aí sobre a música eletrônica isso aqui é só um recorte histórico porque antigamente achava-se que a música eletrônica Ela poderia trazer estados alterados de consciência ele poderia induzir a convulsões e toda mas a gente sabe que hoje em dia a gente escuta música eletrônica né ninguém anda funcionando mas isso aqui é só uma curiosidade mesmo histórica que antigamente né a paciência evolui né a forma de pensar mas eu coloquei com achei muito interessante pode passar [Música] e pronto aí falando essa parte vai ser um pouquinho mais rápido né porque a gente já tá com tempo já alcançado já vai chegar aí a uma hora mas é é só falando dessa relação né da música terapia com a aba né com a análise do comportamento aplicada porque tem tudo a ver né só falando novamente uma das Linhas né uma das metodologias das abordagens da musicoterapia é a música terapia comportamental que tem como base a análise do comportamento aplicada assim como a psicologia tem as suas linhas as suas escolas as suas abordagens né dentro da Psicologia tem a gastar o terapia tem açúcar nariz nessa tem várias de dentro da psicanálise tem as abordagens humanistas né abordagem centrada na pessoa o psicodrama enfim a psicologia tem todas essas abordagens na música terapia também né É tem várias vários modelos seu modelo do bem eu sou tem a o modelo nor da ó bens é tem abordagem plurimodal enfim tem várias né então é é muito fácil mas só faltando que uma delas é a análise do comportamento aplicado né Então imagina só como isso é benéfico para uma pessoa com autismo né É duas abordagens nos ciências que tem evidências científicas juntas né a aba adicionada a ciência da musicoterapia né e como isso é fantástico pode passar e pronto e aqui é falando coloquei aqui falando sobre reflexos né é fazendo essa relação com a música né que a música ela eles ia né sentimentos emoções pensamentos né Isso é um instrumento do trabalho do musicoterapeuta pode passar E aí o país passa e pronto mas passar Tu vais passar e pronto aí aqui eu vou falar de algumas formas vão utilizar como exemplo alguns experimentos né É é lá do início da história da análise do comportamento só para servir como exemplo de como a musicoterapia ela pode ser utilizada hoje com pessoas com autismo pode passar em prol mais passar sim pode passar e pronto então eu vou utilizar aqui como um exemplo experimento do pequeno Albert né isso aqui é um exemplo é um experimento aliás que o John Watson ele utilizou de um outro se ele for um preco.so do birreveurismo radical né que é a base filosófica da análise do comportamento ele desenvolveu Me rever orismo metodológico o antes de revelar isso radical né o Skinner que é o pai da Psicologia Se apropriou desses conhecimentos né E aí ele criou hoje que é chamado de birreveurismo rasgar o que é a base filosófica da Harpa né mas aqui é interessante esse experimento que foi que ele fez né para vocês perceberem com uma música né como ições eles podem influenciar as nossas emoções né Então esse é um esse experimento aqui hoje bom grado experimentos antiéticos certo ele tem valor histórico para deixar bem claro hoje a gente não faz isso então mas antigamente a ética é diferente as práticas da Ciência da gente sabe que eram diferente hoje em dia Isso mudou né mas isso aqui eu tô falando lá da década de 40 por aí certo então experimento do pequeno Albert ele ele mostra como os sons podem pagar a nossa vida então o que foi o que o João o Alison fez né ele mostrou um rato para o o Albertina aí percebeu que o alcance gostava do Ratinho brincava com ele e aí o que foi o Anderson fez tirou o rato pegou uma barra de ferro igual e ou a barra de ferro né que é o segundo a segunda imagem aí de cima para baixo igual que eu essa barra de ferro com o martelo ea e ver o que o pequeno-almoço está assustou ele ficou com medo daqueles troco percebe aí foi o estrondo né tô martelo no ferro mas poderia ser uma música né E poderia ter colocado a música bem alto dentro de estridente que teria a mesma função desse martelo depois o que foi que ele fez ele associou o rato com sons estridentes e aí percebeu que o que o álbum ficar se eu estou ficou comer depois ele associou né ele apresentou o rato o alguns e percebeu que ele ficou com medo do rato percebe antes o rato era reforçador o rato ele gostava desse rato mas quando o rato foi associado ao ao som o rato né ganhou as propriedades aversivas do som e do som alto né que a gente O condicionamento que esse essa Associação destino né então aqui é um exemplo com som mas poderia ser uma música né então como percebe como ele manipulou essa música né tá nesse caso aqui trouxe problemas né calma pro pequeno Albert né mas aí a gente manipula essa música né para fazer benefícios para criança e que peneficio então é esse enfim da música terapia os mesmos benefícios de uma sessão de psicoterapia por exemplo eles podem ser alcançados uma sessão de musicoterapia trabalhar habilidades sociais seguimento de instruções freio inibitório não apresenta a música Ela tem um começo tem um meio Delfim tem as pausas né criança vai aprendendo as e eu tô dando só uma pincelada aqui né por causa do tempo né mas para vocês se vocês quiserem se minha fala não contém lá vocês podem fazer a pergunta aí no chat que já já eu respondo não a linguagem como eu falei anteriormente é tão isso é a forma como vai ser trabalhado vai depender do plano é terapêutico do da criança o perdão não vai depender do plano terapêutico da criança né então a gente faz todo um é uma lista de objetivos a serem seguidas isso vai depender da demanda de cada um perto mas assim é demandas cognitivas estimulação cognitiva comportamental Outro fator importante pode passar slide 1 e ele volta no ainda não é e é não pode faltar para slide se eu tenho mais uma raiva é [Aplausos] e com relação ao desenvolvimento cerebral né a a musicoterapia ela trabalha quase todas as áreas do cérebro ao mesmo tempo né E aí é ele propicia essa plasticidade a neuroplasticidade que é tão comentada né é tão falada nas neurociências né a neuroplasticidade essa capacidade do cérebro se recompor ou né do cérebro se como é que eu posso falar se regenerar né fazer novas conexões sinápticas então por exemplo eu como psicólogo quando eu vou fazer uma um trabalho de estimulação cognitiva ali são recrutados áreas específicas do cérebro naquela intervenção né o trabalho mais atenção eu trabalho mais a percepção trabalho rastreio visual a área de forma fragmentada legal que na sessão de musicoterapia quase todas as áreas do cérebro né áreas relacionadas a emoção a razão tudo a lei a trabalhado ao mesmo tempo motricidade né E aí é muito rico na estimulação é muito rica né então é outro aspecto importante pode passar e agora sim então aí são algumas referências importantes quem quiser se aprofundar mais né sobre musicoterapia tem esse livro da Barcelos né musicoterapia alguns vídeos não era do Rio de Janeiro principais nomes da música terapia do Brasil do pênis o que é um esse livro é clássico manual de musicoterapia né Aí tem alguns meses de análise do comportamento não é o do Yuri Martins José Firmo educação comportamento Moreira princípios básicos de análise do comportamento também Um clássico né esse do Éden Roth também tá bom caminhos da musicoterapia e os principais livros da ciência comportamental que o Ciência e comportamento humano do esquina é só que eu quero agradecer né e agora tá aberto para parece pergunta E aí Oi Oi Pablo boa noite todos Antes de a gente iniciar com as perguntas tirar as dúvida você é de cortar um vídeo para vocês assistir nada e depois a gente volta com as perguntas a e foi então a Clara e vai colocar o de novo para vocês para vocês ouvirem com o sol que é o Christopher ele é uma marquinha era uma criança ele é uma criança com autismo ele tem deficiência visual E hoje é o ministro de louvor né é um super é extremamente enriquecedor ao vivo que fortalece a nossas vidas vou colocar agora para vocês E aí [Música] E aí [Música] eu sei eu quero passar a Carolina a [Música] E aí a coisa boa chegando aqui ó [Música] E aí Oi Tatiane a [Música] o som [Música] E aí [Música] [Aplausos] [Música] Vai [Música] dormir meu Deus E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] [Aplausos] E aí G1 E aí [Música] E aí [Música] a partir os no vídeo de um [Música] escorregador e [Música] E aí a partir do inveja é [Música] E aí a pana na vida da pessoa ela trouxe fala e fiz em essa essa palavra circulou vou com amor com nossa muito linda de ver o Christopher novo quando a Deus ele nasceu nasceu com deficiência visual e autismo e mesmo assim não for não consegui imitou né então vejo que nós faz profissionais devemos dar mais é sabe confiança nessas crianças que elas cada dia mais elas enfrentam suas dificuldades e consegue ó você vê o Cristo para um exemplo de uma pessoa que é usada por Deus e hoje é o início de louvor já é um rapaz e tá indo mundo louvando e exaltando ao Senhor oi pá você começou a falar sobre a hipersensibilidade da pessoa com autismo que muitas vezes a criança que que tem é muito sensível ao sol barulho né E você falou da que é possível trabalhar a musicoterapia essa é uma dúvida da Érica Cândido que faz uma pergunta assim é para crianças e integrada musculatura na rosca terapia se ela se incomodam com som como que faz para esse manejo sabe Pablo porque você sabe que quando a criança Ela tem o avesso alguma coisa aversão ao algo como que faz para integrá-la para se sentirem bem na nesse ambiente É sim é que o os sons eles fazem parte do ambiente né é assim estudiosos de música chamou em cima de paisagem sonora Então os ambientes possuem são permeados pelos sons né acontece no autismo essa hipersensibilidade ela pode trazer sérios problemas porque compromete a convivência em sociedade o indivíduo ele deixa de ir para escola ele deixa de ir para igreja ele deixa de ir para o shopping ele deixa de passear deixa de ir no parque né Por causa dessa sensibilidade Nossa intervenção ela é essencial é porque vai trazer mais qualidade de vida assim dívida ele vai conseguir né é ampliar os acessos de lembre para vários ambientes como eu falei não intervenção que é feito musicoterapeuta ele faz eu sou a música terapeuta não música trapézio mais presente terapeuta ocupacional trabalho mas aí muda a forma de trabalhar isso então como eu falei como é feito né a gente tenta identificar Que tipos de ções com esses né Vocês deixam de se 10 existe uma frequência específica a partir de quantos decibéis Que tipo de som é esse seus sonhos eles variam né então é um som mais estridente é um som específico de algum tipo de ruído a gente tenta identificar isso né EA identificado feita toda avaliação a gente vai fazendo um trabalho sistemático né tem que ser continuado não adianta fazer um dia não adianta fazer três dias não adianta fazer uma semana né então a inter venceu ela é continuar das vezes aí dura meses né então o terapeuta é bem Peças o nego não pode a uma um dia não deu certo dois dias a gente vai a gente tem que persistir Então a gente vai expondo essa criança criança enfim dois qualquer pessoa com autismo que tem essa sensibilidade gradativamente a esse existimos né então ele vai aumentando essa frequência aumentando o tempo gradativamente Neca a dessensibilização sistemática baseado lá naquele tem que ser que eu falei da Live da habituação que quando o organismo Ele é exposto a um estímulo repetida às vezes e o estímulo ele perde a magnitude Entendi então aí eu vou expondo né Para que ocorra a habituação ao mesmo tempo eu vou fazer o contracondicionamento eu associo aqueles ou que a princípio era associado com algo ruim eu acho a seu com algo legal para criança algo o chama quer reforçadora o que é bom então o procedimento é em torno disso dessensibilização sistemática e um contra condicionamento eu falando assim parece muito muito simples né mas não é isso aí a todo o processo exige experiência do profissional manejo Clínico né Aí a gente faz o consultório orienta aos pais instruir os pais aí é importância do treino parental para que isso seja tem a extensão em casa eu tenho extensão dos outros ambiente né mas funciona não é o garanto porque eu já apliquei várias crianças já já se beneficiaram com isso né e pronto depois que a gente consegue fazer isso né diminui assim consideravelmente né cresça continua com ele continua né porque é uma característica é mas a criança começa a lidar melhor a conviver melhor né então tá certo no seu dentro da dentro da apresentação de dos solos apresentação dos ritmos para as crianças é possível aí como foi o certo Serra faz uma pergunta aqui é possível entender Qual som a gente a criança gosta mais nesse manejo os sons é aí entra lá que ele princípio do juízo a música é a gente utilizando a sessão de terapia músicas que fazem parte do convívio dela geralmente a criança tem muito contato com música dos Pais escutam músicas infantis música infantil enfim qualquer tipo de música pode ser utilizado agora com a música que o tipo de som que incomoda aí a observação clínica o que a gente não tem como a dizer a gente vai a gente vai prestando a gente vai observando né para ter um procedimento que a gente vai de teste ficar são que a mesma linha de base da análise do comportamento o que é que a testificação gente joga são do início do procedimento uma ou duas sessões e o terapeuta vai observar né vai ser um instrumento que a criança gosta Qual o tipo de timbre que ela gosta né então a gente vai observando isso tem que ter um instrumento que a criança não gosta de jeito nenhum né Na hora que escuta não é nem a altura não mas é um timbre específico que a criança jogos muito lá para lá não quero saber né então por que por algum motivo aquele ele timbre né que eles são específico incomodou né E aí a gente já não usa para Estação de música terapia Então a gente vai fazendo essa observação para saber disso E aí é através da observação que a gente consegue ter essa visão do que a criança gosta para trabalhar dentro da musicoterapia né E esata você também tava falando da integração e reintegração da criança na sociedade trabalhando a musicoterapia né José Serra serva Faz uma pergunta aqui podemos incentivar aquela criança em algum tipo específico de instrumento para ajudá-la em vida e seus relacionamentos Eu quero ser a integração dela você assistir consegue pegar algum tipo de instrumento que eu gosto mais para manejar ela dentro da relação social dela para ela aprender esses também então ela top assim faz isso tocar aprender tocar Esse instrumento ajudá-la em vida mas também na sua relação social né a gente consegue fazer sem integração e aí bom né a criança e isso é excelente né aí ele respondeu a pergunta que eu queria fazer a diferença né Qual é a diferença da do ensino de música né da musicalização proteção de música terapia a musicalização tem fins didáticos né traz vários benefícios e se a gente não pode negar mas tem a função de ensinar te dá asco da criança aprender os fundamentos da música os elementos EA partir da musicalização ela conseguir ter essa formação musical e posteriormente era seguir seus estudos estudar um instrumento né é específico enfim tem tem Felicidade com a musicalização a musicoterapia tem fins terapêuticos né para trabalhar até transtorno nos dificuldades emocionar e a criança pode aprender um instrumento pode né isso a gente incentivar quando a gente percebe que a criança se interessa muito por um instrumento e que a gente vê que ela quer aula né ela quer aprender ali na sessão de terapia o instrumento a gente encaminha para o professor né E isso ajuda muito na socialização dela porque eu geralmente as aulas né são aulas em grupo né ela pode tocar numa bandinha ela pode fazer um canto coral né que ainda o sabe então tudo isso vai trabalhando a a socialização dela tudo isso vai trabalhar né passar só se habilidade nessa interação né até falei na Live passada aqui alguns princípios da Saúde Mental é do desenvolvimento são os contatos sociais nessa interação e eu não veio musical criança ela vai ter isso né é o que a gente chama de cúspide comportamental não é feio não mas é esse aqui com a cúspide comportamental né É uma aula de música que vai abrir e numa responsibilidade para essa criança então é fantástico E aí eu vejo um exemplo aqui vou dar um exemplo do Arthur lá que eu não é verbal no com conversa conosco e só pede o que ele precisa assim só parte de que ele pede né mas quando ele tá escutando música ele canta uma voz tão linda aquela voz maravilhosa né que ele acaba fazendo a imitação sabe que eu tô saindo dar o tom de time até que ponto a imitação EA musicoterapia ela tem essa integração como que funciona isso Oi desculpa Aline a música terapia aí imitação você vê que era o Artur ele faz aquela parte da imitação ele imita o sol e Ritmo e faz aquela carga o dia né como receber ético junto com a imitação para criança que tem muita cola ali revisão e beneficiam com a musicoterapia é porque o espaço não deu para eu falar né É o tempo mas entre as intervenções do musicoterapeuta musicoterapeuta pode trabalhar os que a gente vai para escola hoje comportamental disappearances verbais Deus operantes verbais são a sala né do indivíduo então a imitação né ou ecoico né É um tipo de treino que serve como pré-requisito para o ensino de outros a par antes né é humano a fazer solicitações o tatu né é o na sessão de musicoterapia a gente pode fazer é isso né então por exemplo trabalho muito imitação com a música do Seu Lobato né as onomatopeias LED de imitar o som dos animais É isso aí a gente trabalha requisito ecolalia né a prosódia a gente trabalha também com as letras das músicas E aí a tendência trabalha a motricidade orofacial E isso também entra transdisciplinalidade porque a gente também trabalha com outros profissionais muito comum música terapeuta trabalhar com o psicólogo psicoterapeuta trabalhar o fonoaudiólogo né Trabalhando essa questão da linguagem né internação a é muito comum já trabalhei com fundo trabalhar a festa de bradar nessa Deus se e é de vibrar a língua para pronunciar as frases corretamente então é outra intervenção com música terapeuta faz nesse Campo da linguagem assim quando você trabalha com quem essa pequena assim que ele não consegue ele quando ele vai para a musicoterapia ele fica tenso e não quer participar né qual é o problema de manejo alguma coisa um som cê acha que sobre isso quando a criança Ela tem muita resistência nos ficou terapia É sim sim a ações de musicoterapia não existe uma idade também a mãe gestante a criança já existem intervenções já é de musicoterapia uma criança no ambiente intra-uterino né então questão da faixa etária até não existe as pessoas podem se beneficiar agora Aline sentir verdade é muito amplo essa pergunta que a gente não tem dados né Para eu te responder isso quer desistir uma série de fatores aí né pode ser dificuldade do manejo pode ser essa hipersensibilidade auditiva pode ser a relação terapêutica não é pode ser um monte de fatores né não é não é a questão de ter a sessão de musicoterapia e ela é bom observar a mãe tem a identificar o porquê é um pouquinho né ela já é sempre a gente não acredita que nada acontece por acaso é sempre tenho um motivo eu sempre psicólogo quando ele vai entender sempre se pergunta o porquê o que é que tá causando isso né E aí para poder solucionar isso tem que tentar identificar fica muito difícil para eu responder que eu não conheço essa criança eu não conheço o terapeuta não conheço ela sabe fica difícil né Será se mudando de profissional Será se mudando de clínica testando né mas o fato é que não é a musicoterapia em si né mas aí deve ter outros fatores o exatamente ambiente é é uma pergunta sobre os ritmos mais trabalhados que você realizou mais trabalho com criança jovem tem algo ritmo assim que é bem mais interessante para a gente falar sobre os ritmos aqui pronto e tá o ritmo é o elemento da música que traz movimento né então às vezes você tá no ambiente e você nem gosta da música Tá mas pensa que não você tá ali batendo o pezinho né Então tá batendo porque a música é o ritmo ele estica o movimento ele ele por exemplo samba né eu tava eu não gosto de samba mas eu tô no lugar precisa perguntar se mexendo né eu o ritmo enfim e aí depende do ritmo que é utilizado na sessão de música terapia Depende das necessidades da criança né Por exemplo uma criança que é imperativa uma criança que é muito agitada eu vou utilizar músicas do andamento acelerado a música muito ritmada com essa criança não vai deixar ela mais agitada Entendi então o terapeuta ele tem que ter essa sensibilidade então geralmente eu utilizo músicas mais tranquilas né eu utilizo músicas do andamento e é lento mas pianinho né que a gente chama mais baixo né utiliza instrumentos que tenha menos projeção sonora justamente com o objetivo de acalmar né aí a gente também utiliza muito música técnicas receptiva seu seja de audição né mas passiva em vez de lhe tocar a gente já faz mais exercícios de relaxamento né vai querer escutar mas que é uma das técnicas música terapias que a música receptiva audição musical Então os ritmos qualquer tipo de ritmo Mas vai depender aí do Objetivo terapêutico vai depender da criança se a criança mais tímida nessa criança é mais retraída e uma das queixas da mãe é essa criança é muito tia aí eu já vou utilizar música o mar eu vou trabalhar mais um ovo movimentos corporais já vou trabalhar mais a festa da inseminação né enfim é isso cheyennes possibilidades para trabalhar mas aí a aquela coisa depende né Depende do paciente da pena dos objetivos terapêuticos e é como José serva fala cada um tem o seu gosto musical verdade né verdade e a gente não faz e a gente não faz não existe juízo de valor não existe então eu gostaria de fazer as considerações finais e agradeço você Pablo que foi excelente Live Muito obrigada mesmo por você está aqui no projeto zona azul com aí Benil também conosco e gostei das suas considerações finais eu quero agradecer ao convite da e benilda Line ar ele é eu estou à disposição vocês quiserem me seguir nas redes sociais Abra o leão com dois olhos dela o Instagram vocês vocês quiserem ter um contato mais próximo né e em breve vão ter é mas é ventos né sobre musicoterapia sobre psicologia comportamental é sobre autismo nem temos que estão relacionados a esse universo mais o meu meu coração é só gratidão né por estar aqui com vocês né Falando desse tema desses temas tão relevantes Obrigado tem uma última pergunta aqui você é certa podemos contar histórias com música nas aulas de aula pode pode pode agora é que a criança só vai associar a história com a música não pode ter esse problema também né Pois é é importante fazer uma cheka diante e essa música Ela não está associada na vida dessa criança com algo ruim né Então pergunta para os pais seu filho tem alguma música que seu filho tem ao a calma que eu falo isso porque já aconteceu isso acontece a história da tempo aí eu atendi uma criança que ela não podia escutar Patati Patatá é porque porque ele estava escutando Patati Patatá ou pai chegava e a grande a mãe ao som da música do Patati e do Patatá e isso aconteceu várias vezes então a música do Patati Patatá ficou associado com a cena de violência de de agressão hoje então quando a criança escutava Patati Patatá né começava a chorar começava né então antes dele fazer essa internet é bom só Shankar dessas crianças se não existe nenhum problema com aquelas músicas né porque muitas vezes o profissional coloca a criança começa a chorar né que aquela aquela rua que lições eles iam né trazem emoções eu passei ela fica sem saber sem entender né mas assim essa mente utilizar música histórias cantar muito divertido as crianças adoram é muito lúdico pode utilizar sim mas isso o exemplo eu não coloquei a toa porque música ela não é tão inofensiva assim se utilizado de forma inadequada pode trazer novas É isso mesmo eu quero agradecer a todos muito bem vindos para trajeto tesoura a sua e bem um curta nossa página Compartilha essa Live aqui que foi extremamente enriquecedora nossas vidas e também curte a página do Pablo@Pablo leal com 2 a 1 no final né Pablo e muito obrigado a todos Deus abençoe a ti final de semana até a próxima semana que na próxima sexta-feira com mais uma live do projeto tesoura Azul Deus os abençoe