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A fé vem pelo ouvir

Musicoterapia no tratamento de pessoas com autismo | Pablo Leão | Aline Cariri | IBNU

Musicoterapia no tratamento de pessoas com autismo | Pablo Leão | Aline Cariri | IBNU




Fonte: IB Nações Unidas

Legendas automáticas:

E aí
[Música]
E aí
[Música]
Olá
boa tarde boa noite a todos sejam muito
bem vindos a mais nova Live do projeto
tesoura azul com apoio baby New você que
está nos assistindo compartilha Nossa
Live assina nosso canal e coloca suas
dúvidas no chat que será um prazer
responder a todos hoje nosso tema é
Lúcio musicoterapia no tratamento de
pessoas com terra e eu quero convidar
agora o Pablo meião para estar conosco
seja muito bem-vindo Pablo que Deus
abençoe e Pablo e que eu quero que
gostaria que você desse suas primeiras
considerações e sejam muito bem vindos a
Live do projeto tesouras
Oi boa noite
primeiramente Eu Quero Agradecer o
convite da Line
agradecer a oportunidade de
nyor me dá para tá aqui conversando com
vocês falando de um tema
super importante né no tratamento quando
a gente fala de tratamento de pessoas
com autismo né então é
meu nome é Pablo Leandro eu sou
psicólogo
especialista em musicoterapia pela
Universidade Federal do Piauí e sou
especialista em Educação Especial
inclusiva pela Universidade Estadual do
Maranhão certo então é um tema a música
terapia então é uma uma área do
conhecimento
relativamente nova né que tá crescendo
ultimamente né e principalmente no
tratamento de pessoas com autismo então
aqui durante a minha fala né um tema que
sempre gera dúvidas gera muita
curiosidade Então já vão e anotando as
perguntas escrevendo no chat que na hora
que terminar minha fala terei o prazer
em responder tá bom pode passar
Ah então
vou falar primeiramente sobre a
musicoterapia e depois eu vou falar
sobre essa relação com a análise do
comportamento aplicada pelo hoje em dia
quando a gente ouve falar de tratamento
de pessoas com
autismo
primeira coisa que a gente é
primeira abordagem primeira intervenção
é que a gente pensa é ABA né análise do
comportamento aplicada a psicologia
comportamental mas é importante
salientar que existe outras abordagens
né que existe outras
tratamentos baseados em evidência é
porque hoje hoje em dia se fala muito
ruim tratamento baseado em evidências né
EA musicoterapia
possui Evidências
a compra vários científicamente que a é
útil né ficais no tratamento de crianças
com autismo que as crianças apresentam
boa evolução né apresenta uma boa
melhora do seu quadro é tendo mais
qualidade de vida mas autonomia então eu
vou falar né sobre essa relação sobre a
musicoterapia psicologia
comportamental né lá na frente vocês vão
perceber que tem eh é muito mais relação
assim né entre as duas
entre essas duas ciências pode passar
e também eu gosto de contextualizar né
Sempre é bom a gente voltar a história
nem olhar um pouco passado para a gente
tem uma compreensão do presente então
quando a gente tem esse essa esse
conhecimento né lá de trás fica mais
fácil para gente compreender então
sempre eu gosto de dar esse esse salto
histórico né então é o que é a
musicoterapia a musicoterapia é a
utilização dos sons dos seus elementos
para fins terapêuticos né então o termo
musicoterapia da ideia é que a
utilização da música sim a utilização da
música mas não só da música né é a
utilização dos sons e dos seus elementos
né de forma agrupada ou isoladamente né
Então quais são os elementos da música
sons o ritmo a melodia né então todo os
elementos eles são utilizados e
Independente de da qualidade decisões a
gente não faz juízo de valor né é um são
bonitos é um são feios e é uma música
bonita essa música feia né não existe é
sempre esse juízo de valor é a gente
todo tipo de música todo tipo de som
pode ser
utilizado é muito comum a gente é
falar sobre as músicas eruditas né
música clássica para relaxar né mas sim
né pode ser utilizado você também pode
ser utilizado músicas mas sim né mas é
Rio falando da história né da
musicoterapia
ela surgiu no período da segunda guerra
mundial mas antes disso nela
há milhares de anos e se tem registros
da utilização da música para fins
terapêuticos
e há registro da influência da música
Tanto no meio ambiente como
influenciado né a tantas emoções como
comportamento das pessoas né não Existem
relatos históricos né que por exemplo na
no Egito antigo a
a música Era associada a a fertilidade
da mulher nessa capacidade de gerar
filhos e e a Bíblia é cheia de exemplos
né dessa influência da música né na
Bíblia tem relatos que as muralhas de
Sião gerir o irão ao som das Trombetas
que Davi tocou harpa para o rei se
acalmar né então sempre
existe esses registros esses salários né
Napoleão ele falava que Napoleão
Bonaparte que era impossível ganhar uma
batalha sem uma boa Banda Marcial é sem
uma boa
música Ali para embalagens batalhas né
para motivar os saudades mas navios na
igreja Luz É no período da escravidão
que os escravos eram trazidos da África
para o Brasil
é Ao Som dos Tambores eram utilizados
para embalar o ritmo do Remo né dos
escravos enfim né e antigamente né
os nossos ancestrais eles utilizavam a
música muito mais para rituais
religiosos né Muito mais dessa questão
transcendental né do essa conexão do
homem como poder superior né E para fins
de cura e aí é como passar da história a
música Ela foi tendo esse papel muito
mais de entretenimento de diversão
associado a festa esse tudo né então
isso surgiu depois da
da
do período romântico que as foram
surgiram as grandes orquestras né E aí
começaram até os o Hugo faz isso né são
os precursores dos grandes shows né de
hoje em dia era as orquestras
do período romântico né enfim mas aí
essa
foi tendo essa essa evolução né EA
musicoterapia em seus registros
históricos elas datam né como eu falei
Como tá aí nos laje para eu da segunda
guerra mundial né então na segunda
guerra mundial não da primeira guerra já
tinha movimentos né mas da Segunda
Guerra Mundial se consolidou em corretam
como foi que surgiu isso
os ingressos e soldados que voltavam dos
Campos de Batalha eles voltavam muito
debilitados eles voltavam com traumas
feridos né então com muitos problemas
psicológicos E aí eles permaneciam muito
tempo
das enfermarias para e se recuperar né E
ali passavam Dias semanas até meses ali
naquele leito de Sofrimento né
convivendo ali com pessoas mutiladas tô
e
decidir a equipe médica né os
enfermeiros decidiram
contratar músicos profissionais para
tocar nas enfermarias na olha só que
ideia é interessante né E daí algo
inovador
e
perceberam que eu acho que esse momento
que a música foi inserida é o saudades
eles tiveram ao melhor uma boa evolução
esse recuperaram mais rápido né então
foi meio que acidental E aí a partir de
isso aí é começaram a se desenvolver os
estudos né um F
Ah entendeu porque né Qual é a base
disso porque que esses saudação ele foi
se desenvolvendo as técnicas foi na
década de 1950 se a gente for ver né mas
pouco tem e hoje em dia a musicoterapia
ela se caracteriza como uma área
transdisciplinar
então é uma área que ela bebe de várias
ciências que deve de várias áreas do
conhecimento como a sociologia a
filosofia
antropologia teoria musical a psicologia
principalmente não é puxando a sardinha
né porque eu sou psicólogo não mas é a
psicologia influencia muito a música
terapia e é uma prática
variada é uma prática aqui elas o grande
forte ainda aqui no Brasil a cidade que
observa a maioria dos profissionais ator
na clínica Mas é uma área que ela tá se
tivesse ficando já existe musicoterapia
organizacional nas empresas né utilizar
a música para mim
e a melhorar o a rotina laboral né dos
profissionais têm a
musicoterapia
Educacional de escolar né fica na escola
viu aqui na minha cidade também sou de
Teresina capital do Piauí também já tem
musicoterapia no tratamento oncológico
centro de oncologia né contratam
profissionais para
o tratamento de pessoas acometidas pelo
câncer e mas o grande forte ainda é a
musicoterapia clínica da e
principalmente Hoje em dia a
musicoterapia para crianças com autismo
então eu vou já já eu vou explicar o
porquê desse sucesso né porque é desse
crescimento Então pode passar
hoje eu vou trazer aqui algumas
definições disso O que é sobre
musicoterapia de vários autores
diferentes Tá pode passar
Ah
é Então definir em musicoterapia Complex
né porque envolve arte envolve ciência é
envolve esse campo multidisciplinar
então não existe só uma definição né
então vários centros várias
universidades vários autores né
envolveram definições diversas com
relação à A musicoterapia então a mais
conhecida essa definição né aí nos laje
da associação americana de musicoterapia
que a utilização da música e ou seus
elementos estão o ritmo melodia e
harmonia por um musicoterapeuta
qualificado com cliente ou grupo em um
processo destinado a facilitar e
promover
comunicação relacionamento aprendizagem
realizado
mobilização expressão organização e
outros é objetivo é relevante a fim de
atender as necessidades físicas mentais
sociais e cognitivas
com relação a isso a definição eu quero
enfatizar o fato né que Associação
americana de musicoterapia fala que tem
que ser a por um musicoterapeuta
qualificado Então o que é isso é o
musicoterapeuta ele tem que ter uma
formação de nível superior
então ele tem que ser graduado ou ele
tem que ser pós graduado em
musicoterapia para ele poder exercer
certo ah eu sou fonoaudiólogo sou
psicólogo eu sou são músico muito bom
então um terapeuta ocupacional sou
músico muito bom eu posso
atuar como musicoterapeuta não né então
a gente sempre Levanta a bandeira né
musicoterapia só com e eu e
musicoterapeuta
certificado né esteja e tem seu número
de registro deve tem que ter tem que ser
registrado
Associação né ao órgão de plástico
Associação de musicoterapia então em
quase todos os estados do Brasil existem
associações de musicoterapia né então é
assim como os registros profissionais de
outros na categoria esta o grande é
ímpar se aliás neném empate né seria um
dilema né seria porque a música terapia
ainda não é uma profissão regulamentada
né E aí abre margem para o charlatanismo
Né pessoas se aproveitarem disso sem ter
uma qualificação
adequada de atuar né como
musicoterapeuta é o mesmo dilema A taba
Infelizmente ainda não é o uma profissão
regulamentada né então
entre aspas se uma pessoa é
enfim é atuar né na área não ele não vai
ter maiores consequências por causa
disso não é diferente de um psicólogo de
um fonoaudiólogo né se for a tua ali era
né vai ser vai ter que comprar estão
transtornos da Leila vai ser preso enfim
vai receber todo uma coisa tanto que eu
gostaria de enfatizar isso essa questão
do profissional
qualificado como dá para perceber tem
vários processos que são trabalhados né
comunicação relacionamento
mobilização expressão organização estão
sempre em busca de ser autoconhecimento
a música é de
autonomia né de mais qualidade de vida
não pode passar
bom então outra definição da Barcelos né
já a Lia
Rejane Barcellos ela é um ícone aqui no
Brasil não se fala não a maior expoente
na altura muito famosa
no campo da música Era ela fala que a
musicoterapia utilização da música os
elementos integrantes com objetos com
objeto intermediário durante uma relação
que permite o desenvolvimento de um
processo terapêutico mobilizando reações
biopsicossociais no indivíduo com
propósito de Minimizar seus problemas
específicos e facilitar sua integração
Reintegração do seu ambiente social
natural né então a música é um objeto
intermediário ou seja né para ela para
música indivíduo assim
a música precisa ter essa ajuda nessa
intermédio do profissional do
musicoterapeuta né Deixa eu ouvi muito
falar do Poder da música que a música
tem poder ela tem um poder se ela for
utilizado de uma maneira adequada se ela
for utilizada por quem sabe né a música
por si só nela não ela até pode tem
feito estava perdido a gente não não tem
como afirmar que ela é uma terapia é
porque o conceito de terapia é envolve
nessa ajuda intencional para uma pessoa
qualificada né com a intenção de ajudar
o próximo então
musicoterapeuta né
intencionalmente ele manipula a música
manipula Um sons né Para que o indivíduo
ele consiga é para que ele seja
beneficiado ruim pode passar
E aí
então outra definição né que diz que a
musicoterapia nas escolas aqui já tá
falando na
musicoterapia Educacional né das escolas
falei anteriormente a utilização
funcional da música para atingir o
progresso dos alunos nas áreas acadêmica
social
motora e ou da linguagem musicoterapia
para crianças especiais né vida com
comportamentos inadequados
ou
incapacidade funções como um serviço
integrado no serviço de apoio que
auxilia a criança deficiente agora só
lembrando que aqui é uma definição
antiga Tá bom então já ainda feliz a
termos absoletos né que não utilizado
hoje em dia criança deficiente né mas a
gente tem que ver que a definição de
referência de 1979 Tá bom então hoje em
dia nos eu usaria em SP
criança deficiente a se beneficiar da
Educação Especial então a música como
ele envolve os afetos das emoções a
gente sabe que existe uma ligação direta
entre as emoções EA pesagem entre a
motivação e apresentar né então a música
era utilizada nesse processo e na
linguagens adiantando aqui é para
crianças com autismo
falante linguagem a quantas alterações
que as pessoas com autismo tem na
prosódia que a entonação né Tem comum a
gente ver a criança que fala Falar de
forma mais
pausada né mas é que a prosódia sem
entonação então a música como ela é
trabalha isso né a prosódia entonação da
música tem as pausas a hora de cantar e
a às vezes é mais alta às vezes é mais
pianinho né mas baixo então o
musicoterapeuta ele vai manejando isso
né para trabalhar essa fluência da fala
essa fluência da linguagem certo pode
passar
bom então outra
definição é do bem lesão que também é um
dos autores mais é impossível de que é
impossível né estudar música terapia sem
passar por Beleza então
das principais figuras principais
autores da é que nem e presentes da
Psicologia sem passar por Freud e
esquina né Assim não tem é o que é que o
beleza não fala a música terapia o campo
da Medicina ele já traz essa perspectiva
mas biomédica que estudo complexo Tom
ser humano som para utilizar o movimento
o som EA música como objetivo de Abrir
canais de comunicação nos ser humano
para produzir efeitos
terapêuticos
psicoprofilático se EA reabilitação do
mesmo e na sociedade não percebe ele
traz essa perspectiva a médica Traz essa
relação social
psicoprofilático serve né para
prevenção
e fala desses canais de comunicação
Então já falando sobre a utilização da
musicoterapia com crianças com autismo é
comum a gente observar que as pessoas
com autismo ela tem a dificuldade se
expressar verbalmente né e tem as que
são verbais Elas têm muita muita
dificuldade em entender questões
subjetivas relacionadas a sentimentos as
emoções né criança tem todo o sofrimento
psicológico tem todas as angústias e
preocupações ela não consegue se
expressar ela não consegue falar né e o
ser humano ele tem essa necessidade de
se expressar a gente falar os seus
sentimentos das suas emoções né
não é comum quando a gente tá triste eu
tava com chato que a gente fala né é o
desabafo né utilizando uma linguagem
mais popular a gente desabafa
parece que alivia né que tem uma uma
melhora né mas isso é porque essa
expressão era próprios ia isso a imagina
né a pessoa com autismo ela não consegue
fazer isso E aí uma forma alternativa é
uma forma muito eficiente da criança se
expressar né ela
projetar esse sentimento é através da
música Tão ali na música Criança ela
coloca e suas emoções para fora é muito
comum da sessão de musicoterapia a gente
vê criança
copiando os instrumentos com muita força
às vezes arremessando um instrumento
nessas as os melhores instrumentos mais
estridentes que tem uma projeção sonora
maior é tão ali
a criança ela tá se expressando nela tá
então é isso é muito bem né na forma ela
é
Ltda se ajustar a sua carga de estresse
com essa carga emocional certo pode
passar
Oi e aí outra definição né disse que a
música terapia já fala que que é uma
ciência que utilizarem elementos sonoros
ritmos musicais no tratamento da
educação reabilitação e Recuperação de
indivíduos portadores é isso aqui é
outro termo é que é
obsoleto né
portadores de ti sabe hoje em dia que os
indivíduos eles não portam nada eles não
carregam nada mas aí a gente faz essa
ressalva que é uma definição antiga tá
então portadores das mais diversas
patologias ou ainda da área preventir
procura estabelecer a
a procura estabelecer uma relação de
Equilíbrio entre as três áreas da
conduta humana mente por e o mundo
externo né então mais uma vez essa
relação né é
da mente do corpo nem análise do
comportamento gente enxerga mente corpo
como uma unidade né E essa relação com o
meio ambiente que é o mundo externo pode
passar
Ah então tá aí mais uma definição né que
a musicoterapia é um método de
tratamento
prescritas por médico Então observa e já
é já traz essa perspectiva biomédica né
que a realizados por pessoas com
treinamento
pessoas com treinamento apropriado ela é
um método terapêutico com espécie
especificidade diagnóstica que tenta
influenciar é recentemente o processo
físico através de estímulos acústicos e
musicais é baseado na experiência e no
conhecimento dos efeitos da música Sobre
as emoções das pessoas físicas e
mentalmente doentes em sai a definição
da
Associação austríaca dos profissionais
de musicoterapia na gestação
e
pronto então quem tem esse preâmbulo né
feito toda essa introdução falando da
história falando dos conceitos né agora
eu vou falar de forma mais prática né
como é que é feito como é que é
realizado esse tratamento é de pessoas
com autismo é utilizando a moça tá lá
música terapia da considera essas duas
vertentes né um aspecto biológico né e o
aspecto psicológico lembrando como eu
falei que essa mente o nosso corpo ela é
uma unidade a gente sempre tem a
tendência de parar né a mente ativa
natureza né e a a e o corpo é de outra
natureza né mas é uma unidade é a música
Ela influencia tantos aspectos
biológicos como psicológicos Então os
musicoterapeutas eles aqui o que o ser
humano ele é especialmente é musical
ele é especialmente musical ou sejam
desde o ventre materno
o indivíduo Ele tá em contato com os
sonhos e isso é Como assim né tá em
contato com os sons é uma criança né
quando ela é
gerada né quando ele tá no ambiente
intrauterino ele já tem contato com os
sonhos os seus viscerais da mãe o som
binário do batimento cardíaco né E aí
depois ele já vai ter
contato com os sons do ambiente né
quando todos se o aparelho auditivo já
já estiver é
desenvolvido né ainda já consegue
escutar então a gente
o que o ser humano ele é essencialmente
musical não existe até teorias do
surgimento da fala que acredita-se que o
ser humano ele é fala surgiu imitando o
canto dos pássaros né então é uma das
teorias
mas enfim então é por isso que a maioria
das pessoas elas gostam de música então
vocês conhecem alguém que não gosta de
música é é muito difícil então mas você
não gosta de um tipo de música né Mas a
música Ela permeia nossa nossa vida né
há duas semanas atrás eu fui a um
casamento a cerimônia belíssima então e
eu ficava me perguntando o que seria
daquela cerimônia se não fosse a música
Se não fosse a trilha sonora lida que
envolvia de todo aquele ambiente
a fazer aquela atmosfera
né então é interessante não é podem
observar é a música está presente nas
festas
nos cultos religiosos presentes a no Dia
a Dia Enfim então é por isso né que os
seres humanos eles são musicais é porque
não utilizar isso como terapia e aí é
interessante que essa perspectiva
mais científica terapêutica ainda é uma
novidade né então
como falei a música Ela sempre
como é que eu posso dizer
enfatizado Esse aspecto da Diversão há
um tempo atrás eu tava indo para um
Congresso de musicoterapia em Brasília e
aí eu encontrei um amigo meu no
aeroporto E aí ele falou perguntou para
onde eu estava indo e eu acho que você
tava indo para uma um congresso de
música terapinga Brasília aí ela tá indo
se divertir eu tô indo para trabalhar aí
ele é médico que tava indo um congresso
de Medicina né então percebe como a
música Ainda até na expressões e
musicoterapia não sou psicólogo né então
aos pais Fala meu filho Vá para a sessão
de musicoterapia
quando é a sessão de
musicoterapia é a aula de música terapia
né ela tá entendendo né porque ainda é
muito difícil né é
relacionar a música com algo
terapêutico né mas isso está mudando a
música Caráter ela tá deixando de ser
uma terapia secundária né por muito
tempo é Esse é um algo a mais para ser
encarada como uma terapia de primeira
escolha para o tratamento de autismo por
quê Porque em evidências científicas que
realmente funciona né então só lembrando
não é só aba que
funciona é a evidências para tratamento
de autismo existe outros tipos de
terapia Mas entre elas eu posso falar
com propriedade que a musicoterapia
também possui a vidência científicas
pode passar
e depois passa
Olá
eu sou alguns princípios né da da música
terapia Então existe o princípio do iso
né que ele foi postulado pelo bem eles O
que quer dizer igual resumo essa noção
de existência de um som um conjunto de
sonhos ou fenômenos sonoros que nos
caracterizam e nos individualiza Ou seja
é não existe
música boa ou música ruim né O que
importa é que essa música ela faça parte
da realidade desse indivíduo tem que ser
músicas que a pessoa goste tenha relação
com as experiências
então por exemplo eu não sou a pessoa
nunca escutou ba nunca escutou Beethoven
nunca escutou Tchaikovsky E aí eu vou
trabalhar né a música desses
compositores vocês eu não vou né porque
vai ser algo que não vai ter e nenhum
para essa pessoa né a gente utiliza
músicas que fazem parte ali do contexto
né E aqui o Ben 10 e me fala né do Riso
grupal né que foi invoca a
cultura ele vai
esmiuçando isso né Falando de vários
tipos de identidade sonora pode passar
é né então a música né como objeto
intermediário não é um objeto
intermediário é um instrumento de
comunicação capaz de atuar
terapeuticamente sobre o paciente
mediante a relação em desencadear
Estados de alarma intenso a música Por
Ser potência caráter lúdico no trabalho
com crianças com autismo isso é essa
mente né porque não parece nem eu digo
que o brinco eu digo que é uma terapia
disfarçada né As crianças adoram e
sempre muito divertido é muito lúdico né
esse crianças elas gostam muito de sonho
e aí uma pergunta muito comum é ao meu
filho ele tem hipersensibilidade
auditiva né ele não são porta sons ele
pode se beneficiar ele pode fazer uma
sessão de musicoterapia a resposta sim
é né E deve ele vai ser muito melhor
ficar mais Como assim Pablo seguinte
geralmente são sons específicos né que a
pessoa pontilhismo ela tenha mais
sensibilidade maior é preciso
identificar Que tipo de som é esse às
vezes é um timbre específico às vezes é
um som mais brilhante né às vezes é uma
canção ali é
específico pontual então é preciso a
gente identificar isso a gente faz todo
avaliação anamnese outra coisa a gente
pode trabalhar isso
fazendo a já interface com a psicologia
comportamental é
só falando né que onda é essa boca da
gente né
da musicoterapia musicoterapia
comportamental que é reconhecido pela
federação mundial de musicoterapia
o que trabalha a relação da Aba é com
a música terapia Mas voltando aqui aí
deixa o princípio do nosso comportamento
é o princípio da África é que o
princípio da habituação fala né que
quando um organismo Ele é exposto a um
estilo de forma de forma
repetida né continuada aquele estímulo
ele perde a magnitude
é repetindo quando o organismo Ele é
exposto a um
estímulo repetidamente aquele estímulo
ele perde a magnitude
traduzido né quando o indivíduo ele é
exposto a um estímulo várias vezes
aquele estímulo ele perde a importância
por exemplo a meu prato preferido é
lasanha adoro lasanha mas se eu comer
lasanha todo dia no café no almoço e na
janta eu vou abusar cara lasanha e é ou
não é vai perder a importância para mim
então quer que eu tenho que fazer a
lasanha voltar a ser importante para mim
tenho que comer outros alimentos você
tem que ficar um tempo sem comer lasanha
ficar privado aí a lasanha volta sem
importante eu volto a gostar é o que é
que isso tem a ver pabllo sim é a vida
então no procedimento de
dessensibilização sistemática a gente
expõe a criança
gradativamente né os estímulos São
Borges
a gente vai respondo ela e gente vai
aumentando esse estímulo gradativamente
né nem de forma repetida para que a
criança se habitue né baseado nesse
princípio da habituação e isso é feito
sistematicamente de forma continua certo
não é feito todo epa um simples né mas
existe muita experiência muito manejo
terapêutico aí né então e associado aí
se a gente faz o processo de contra
condicionamento que é isso aquele som
que a princípio era associada ao a vez
Iva o conhece a gente faz o se algo
legal algo que a criança gosta certo
então respondendo essa pergunta né dá
para trabalhar
Pablo tem contra indicação a
musicoterapia tem contra indicação é mas
é algo assim extremamente pontual é que
eu nunca
Particularmente eu nunca não conheço
ninguém não conheço nenhum amigo
musicoterapeuta que já tem atendido
nunca vi em congresso gente eu já vi
relatos ensino livros que fala da
epilepsia musical genta é que existe
relação os quais na literatura que falam
sobre pessoas que tem epilepsia induzida
pela música e também tem é o caso de
amor Luzia né que são pessoas que essa
resistência a música mas sim algo que
particularmente da minha sou música o
terapeuta tenha quase dez anos eu no clã
presenciei certo então
99,9999 por cento das pessoas podem se
beneficiar Independente de
idade
como umidade enfim independente de
qualquer coisa e seguindo aqui no dos
princípios a música como objeto
integrador né é instrumento que pode ser
papel de liderança né você quer mais na
área técnica da intervenção Tá bom não
vou me atentar a questão do objeto
entrar integrador tá pode passar
E
aí aqui é mais por questões de
curiosidade né como é que funciona os
elementos técnicos as pessoas perguntam
muito tem muita curiosidade como é que é
uma sessão de uma sessão de
musicoterapia né na sala de música com a
terapia deve ser uma sala ventilado e
iluminado dimensões irregulares né Deve
ser muito grande nem muito pequeno para
esse nem outros né o ideal chão de
madeira isolamento acústico e como é que
é trabalhado são utilizados quase pode
passar
e vai passar
E aí falando do do instrumental né são
utilizados instrumentos de percussão A
grande maioria
dos musicoterapeutas utilizam
instrumentos de percussão na verdade
tudo que faz som pode ser utilizado pelo
profissional né o próprio povo pergunte
o próprio corpo posso usar panelas posso
usar enfim o que acredita criatividade
permitir né mas a rico ou a gente
utiliza instrumentos de percussão pelo
fato de serem um instrumento de fácil
manejo
para criança Mas enfim vamos utilizar
piano violão qualquer tipo de existe
restrições Claro tem que ser
instrumentos que não
Tragam risco a integridade da criança né
Que ela possa se machucar e tem que ser
instrumentos com a qualidade que a
criança vai golpe E aí a gente não pode
está me imitando a criança da forma como
ela vai tocar os instrumentos Então tem
que ser instrumento realmente
resistência daqui consiga suportar a
água né
tarefa ali que é ele é a sessão de
musicoterapia Nelly do instrumento você
cowpea dali várias vezes né então todo
elemento capaz de produzir um som
audível ou mais ainda que possa produzir
um movimento capaz de ser vivenciado
como mensagem como meio de comunicação
será parte integrante dela me aspectos
da música terapia ou seja qualquer
instrumento musical e outra coisa
interessante é que as peca ela não é
valorizar aliás eu não vou nem falar
valorizado ela não é enfatizada ela não
é não tem papel principal ela tem um
papel seco eu quero na sessão de
musicoterapia
ou seja gente não se importa se
afinado se não está afinado tá fora do
ritmo se não está Sky não importa o mais
importante é expressão né se o
musicoterapeuta consegui isso né aliar o
belo né e o terapêutica ótimo perfeito
né
porque o bonito também ele é
ele é importante né até que existe entre
as correntes da filosofia como a
estética né estética é uma uma corrente
filosófica que lida com um belo né
mas enfim na sessão de musicoterapia
isso não é é importante às vezes
trabalho barulhaço né Muito barulho
muitos ruídos Mas isso é o importante é
que o e eu já alcançado né Tá bonito não
tá É isso aí é é isso aí em segundo
plano pode passar
ah ah
eu falei de simples maneira os
instrumentos da gente fácil de
deslocamento de grande potência sonora
que tem da expressão e não entrou versão
né porque é os instrumentos é a
percussão o ritmo é o elemento musical
que traz o movimento né então na
trabalho com crianças tem muito
movimento tem a dança que faz parte da
sessão também é um por isso que história
que se fala né de usar instrumentos que
propiciem isso se esse movimento né e
não a introversão
e vai passar
e eu falei estou esse corporais a outro
ponto importante né quem está
relacionado até a sustentabilidade
é que é a criação de instrumentos
musicais também faz parte das sessões de
musicoterapia
instrumentos criados improvisado
fabricados pelos próprios pacientes É
isso aí é muito legal é porque já pensou
você ali tocando o instrumento que você
mesmo criou com timbre que você
escolheu que você pensou e ainda mais
aproveita né materiais que iriam ser
descartados e jogados no lixo que deu
poluir o meio ambiente enfim é muito
interessante aí também você trabalha
Fábio tá aspectos né quando a gente fala
no tratamento de crianças com autismo a
a operação
habilidades sociais vai ser trabalhado a
motricidade É pode ser trabalhado
as funções executivas como um todo mês
freio inibitório
enfim é aqui vai dependendo dos
objetivos terapêuticos Mas tem uma uma
miríade de aqui de possibilidades é
quando a gente se fala de criação
destruir a gente fala de intervenções
mediadas por música nem pra gente fala
de música Trap pode passar
e a isso aqui é muito
importante sobre o uso inadequado da
música né estou com os olhos
contradições as contraindicações aliás
as contraindicações Eu já falei né eu
interior mente e sobre o uso inadequado
é muito comum esses profissionais
utilizarem a música mas foi
intervenções só que é importante a gente
salientar que a música não é um estimula
sentou e na ofensivo a musicoterapia ela
pode trazer danos você pode trazer
trauma responde vida né porque a música
é
Ela pode estar associado a vários
traumas ela pode estar associado né
condicionado com vários acontecimentos
ruins na vida nesse diria a e por
exemplo atende uma vez uma senhora que
ela não pode não podia escutar bolero
por quê Porque o bolero estava associado
a um período muito traumático da vida
dela só um instante
Oi desculpa estava associada a um
período muito traumático da vida dela de
muitas dificuldades então ficou tão
dicionado né que na psicologia a gente
chama de
condicionamento ficou associada aquela
música né aquela
aquele período da vida dela imagina só
se um terapeuta vai usar bolero na
sessão com ela né então iria trazer
essas lembranças iria trazer mais
traumas é iria trazer mais é problemas
psicológicos praia né então é também é
muito comum eu tô dando alguns exemplos
né é muito comum por exemplo
associações da natureza
músicas é com cantos de pássaros com
cantos
os seus relacionados à natureza mas
imagina só se por exemplo
a pessoa ela foi
violentada em uma floresta então no
momento que ela foi violentada ela tava
no meio ali de todos aqueles olhos
Imagina só se o terapeuta for usar esse
sons na terapia Esse é o
pão danoso Isso vai ser né queria trazer
Todas aquelas lembranças
esses exemplos só para enfatizar que a
música Ela Não é um estímulo assim então
inofensivo ela pode trazer problemas ela
pode trazer
prejuízos para o indivíduo Tá certo Ah e
outra coisa sobre as contas em dia
contra indicações né coloquei aí sobre a
música eletrônica isso aqui é só um
recorte histórico porque antigamente
achava-se que a música eletrônica
Ela poderia trazer estados alterados de
consciência
ele poderia induzir a convulsões e toda
mas a gente sabe que hoje em dia a gente
escuta música eletrônica né ninguém anda
funcionando mas isso aqui é só uma
curiosidade mesmo
histórica que antigamente né a paciência
evolui né a forma de pensar mas eu
coloquei com achei muito interessante
pode passar
[Música]
e pronto aí falando
essa parte vai ser um pouquinho mais
rápido né porque a gente já tá com tempo
já alcançado já vai chegar aí a uma hora
mas é é só falando dessa relação né da
música terapia com a aba né com a
análise do comportamento aplicada porque
tem tudo a ver né só falando novamente
uma das
Linhas né uma das metodologias das
abordagens da musicoterapia é a música
terapia comportamental que tem como base
a análise do comportamento aplicada
assim como a psicologia tem as suas
linhas as suas escolas as suas
abordagens né dentro da Psicologia
tem a gastar o terapia tem açúcar nariz
nessa tem várias
de dentro da psicanálise tem as
abordagens humanistas né abordagem
centrada na pessoa
o psicodrama enfim a psicologia tem
todas essas abordagens na música terapia
também né É tem várias
vários modelos seu modelo do bem eu sou
tem a o modelo nor da ó bens é tem
abordagem plurimodal enfim tem várias né
então é é muito fácil mas só faltando
que uma delas é a análise do
comportamento
aplicado né Então imagina só como isso é
benéfico
para uma pessoa com autismo né É duas
abordagens nos ciências que tem
evidências científicas juntas né a aba
adicionada a ciência da musicoterapia né
e como isso é fantástico pode passar
e pronto e aqui é falando coloquei aqui
falando sobre
reflexos né é
fazendo essa
relação com a música né que a música ela
eles ia né sentimentos emoções
pensamentos
né Isso é um instrumento do trabalho do
musicoterapeuta pode passar
E aí
o país passa
e
pronto mas passar
Tu vais passar
e pronto aí aqui eu vou falar de algumas
formas vão utilizar como exemplo alguns
experimentos né É
é lá do início da história da análise do
comportamento só para
servir como exemplo de como a
musicoterapia ela pode ser utilizada
hoje com pessoas com autismo pode passar
em prol mais passar
sim pode passar
e
pronto então eu vou utilizar aqui como
um exemplo experimento do pequeno Albert
né isso aqui é um exemplo é um
experimento aliás que o John Watson ele
utilizou de um outro se ele for um
preco.so do birreveurismo radical né que
é a base filosófica da análise do
comportamento ele desenvolveu Me rever
orismo metodológico o antes de revelar
isso radical né o Skinner que é o pai da
Psicologia Se apropriou desses
conhecimentos né E aí ele criou hoje que
é chamado de birreveurismo rasgar o que
é a base filosófica da Harpa né mas aqui
é interessante esse experimento que foi
que ele fez né para vocês perceberem com
uma música né como ições eles podem
influenciar as nossas emoções né Então
esse é um esse experimento aqui hoje bom
grado experimentos antiéticos certo ele
tem valor histórico para deixar bem
claro hoje a gente não faz isso
então mas antigamente a ética é
diferente as práticas da Ciência da
gente sabe que eram diferente hoje em
dia Isso mudou né mas isso aqui eu tô
falando lá da década de 40 por aí certo
então experimento do pequeno Albert ele
ele mostra como os sons podem pagar a
nossa vida então o que foi o que o João
o Alison fez né ele mostrou um rato para
o o Albertina aí percebeu que o alcance
gostava do Ratinho
brincava com ele e aí o que foi o
Anderson fez tirou o rato pegou uma
barra de ferro igual e ou a barra de
ferro né que é o segundo a segunda
imagem aí de cima para baixo igual que
eu essa barra de ferro com o martelo ea
e ver o que o pequeno-almoço está
assustou ele ficou com medo daqueles
troco percebe aí foi o estrondo né tô
martelo no ferro mas poderia ser uma
música né E poderia ter colocado a
música bem alto dentro de estridente que
teria a mesma função desse martelo
depois o que foi que ele fez ele
associou o rato com sons estridentes e
aí percebeu que o
que o álbum ficar se eu estou ficou
comer depois ele associou né ele
apresentou o rato o alguns e percebeu
que ele ficou com medo do rato percebe
antes o rato era reforçador o rato ele
gostava desse rato mas quando o rato foi
associado ao ao som o rato né ganhou as
propriedades aversivas do som e do som
alto né que a gente O
condicionamento que esse essa Associação
destino né então aqui é um exemplo com
som mas poderia ser uma música né então
como percebe como ele manipulou essa
música né tá nesse caso aqui trouxe
problemas né
calma pro pequeno Albert né mas aí a
gente manipula essa música né para fazer
benefícios para criança e que peneficio
então é esse enfim da música terapia os
mesmos benefícios de uma sessão de
psicoterapia por exemplo eles podem ser
alcançados uma sessão de musicoterapia
trabalhar habilidades sociais
seguimento de instruções
freio inibitório não apresenta a música
Ela tem um começo tem um meio Delfim tem
as pausas né criança vai aprendendo as e
eu tô dando só uma pincelada aqui né por
causa do tempo né mas para vocês se
vocês quiserem se minha fala não contém
lá vocês podem fazer a pergunta aí no
chat que já já eu respondo não a
linguagem como eu falei anteriormente
é tão isso é a forma como vai ser
trabalhado vai depender do plano é
terapêutico do da criança
o perdão não vai depender do plano
terapêutico da criança né então a gente
faz todo um
é uma lista de objetivos a serem
seguidas isso vai depender da demanda de
cada um perto mas assim é
demandas cognitivas estimulação
cognitiva comportamental Outro fator
importante pode passar slide 1
e ele volta no ainda não é
e é não pode faltar para slide se eu
tenho mais uma raiva é
[Aplausos]
e com relação ao desenvolvimento
cerebral né a a musicoterapia ela
trabalha quase todas as áreas do cérebro
ao mesmo tempo né E aí é
ele propicia essa plasticidade a
neuroplasticidade que é tão comentada né
é tão falada nas neurociências né a
neuroplasticidade essa capacidade do
cérebro se recompor ou né do cérebro se
como é que eu posso falar se regenerar
né fazer novas conexões sinápticas então
por exemplo eu como psicólogo quando eu
vou fazer uma um trabalho de estimulação
cognitiva
ali são recrutados áreas específicas do
cérebro naquela intervenção né o
trabalho mais atenção eu trabalho mais a
percepção trabalho rastreio visual
a área de forma fragmentada legal que na
sessão de musicoterapia
quase todas as áreas do cérebro né áreas
relacionadas a emoção a razão tudo a lei
a trabalhado ao mesmo tempo motricidade
né E aí é muito rico na estimulação é
muito rica né então é outro aspecto
importante
pode passar
e agora sim então aí são algumas
referências importantes quem quiser se
aprofundar mais né sobre musicoterapia
tem esse livro da Barcelos né
musicoterapia alguns vídeos não era do
Rio de Janeiro principais nomes da
música terapia do Brasil do pênis o que
é um esse livro é clássico manual de
musicoterapia né Aí tem alguns meses de
análise do comportamento não é o do Yuri
Martins José Firmo educação
comportamento Moreira princípios básicos
de análise do comportamento também Um
clássico né esse do Éden Roth também tá
bom caminhos da musicoterapia e os
principais livros da ciência
comportamental que o Ciência e
comportamento humano do esquina é só que
eu quero agradecer né e agora tá aberto
para parece pergunta E aí
Oi Oi
Pablo boa noite todos Antes de a gente
iniciar com as perguntas tirar as dúvida
você é de cortar um vídeo para vocês
assistir nada e depois a gente volta com
as perguntas a
e
foi então a Clara e vai colocar o de
novo para vocês para vocês ouvirem com o
sol que é o
Christopher ele é uma marquinha era uma
criança ele é uma criança com autismo
ele tem deficiência visual E hoje é o
ministro de louvor né é um super é
extremamente
enriquecedor ao vivo que fortalece a
nossas vidas vou colocar agora para
vocês
E aí
[Música]
E aí
[Música]
eu sei
eu quero
passar a Carolina a
[Música]
E aí
a
coisa
boa chegando aqui ó
[Música]
E aí
Oi
Tatiane a
[Música]
o som
[Música]
E aí
[Música]
[Aplausos]
[Música]
Vai
[Música]
dormir meu Deus
E aí
[Música]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
E aí
[Música]
[Aplausos]
E aí
G1
E aí
[Música]
E aí
[Música]
a
partir os
no vídeo de um
[Música]
escorregador e
[Música]
E aí
a partir do
inveja é
[Música]
E aí
a pana na vida da pessoa
ela trouxe fala e fiz em essa essa
palavra circulou vou com amor com nossa
muito linda de ver o Christopher novo
quando a Deus ele nasceu nasceu com
deficiência visual e autismo e mesmo
assim não for não consegui imitou né
então vejo que nós faz profissionais
devemos dar mais é sabe confiança nessas
crianças que elas cada dia mais elas
enfrentam suas dificuldades e consegue ó
você vê o Cristo para um exemplo de uma
pessoa que é usada por Deus e hoje é o
início de louvor já é um rapaz e tá indo
mundo louvando e exaltando ao Senhor
oi
pá você começou a falar sobre a
hipersensibilidade
da pessoa com autismo que muitas vezes a
criança que que tem é muito sensível ao
sol barulho né E você falou da que é
possível trabalhar a musicoterapia essa
é uma dúvida da Érica Cândido que faz
uma pergunta assim é para crianças e
integrada musculatura na rosca terapia
se ela se incomodam com som como que faz
para esse manejo sabe Pablo porque você
sabe que quando a criança Ela tem o
avesso alguma coisa aversão ao algo como
que faz para integrá-la para se sentirem
bem na nesse ambiente
É sim é que o os sons eles fazem parte
do ambiente né é
assim estudiosos de música chamou em
cima de paisagem sonora Então os
ambientes possuem são permeados pelos
sons né acontece no autismo essa
hipersensibilidade ela pode trazer
sérios problemas porque compromete a
convivência em sociedade o indivíduo ele
deixa de ir para escola ele deixa de ir
para igreja ele deixa de ir para o
shopping ele deixa de passear deixa de
ir no parque né Por causa dessa
sensibilidade Nossa intervenção ela é
essencial é porque vai trazer mais
qualidade de vida assim dívida ele vai
conseguir né é ampliar os acessos de
lembre para vários ambientes como eu
falei não intervenção que é feito
musicoterapeuta ele faz eu sou a música
terapeuta não música trapézio mais
presente terapeuta ocupacional trabalho
mas aí muda a forma de trabalhar isso
então como eu falei como é feito né a
gente tenta identificar Que tipos de
ções com esses né Vocês deixam de se 10
existe uma frequência específica a
partir de quantos decibéis Que tipo de
som é esse seus sonhos eles variam né
então é um som mais estridente é um som
específico de algum tipo de ruído a
gente tenta identificar isso né EA
identificado feita toda avaliação a
gente vai fazendo um trabalho
sistemático né tem que ser
continuado não adianta fazer um dia não
adianta fazer três dias não adianta
fazer uma semana né então a inter venceu
ela é continuar das vezes aí dura meses
né então o terapeuta é bem Peças o nego
não pode a uma um dia não deu certo dois
dias a gente vai a gente tem que
persistir Então a gente vai
expondo essa criança criança enfim dois
qualquer pessoa com autismo que tem essa
sensibilidade
gradativamente a esse existimos né então
ele vai aumentando essa frequência
aumentando o tempo gradativamente
Neca a dessensibilização sistemática
baseado lá naquele tem que ser que eu
falei da Live da habituação que quando o
organismo Ele é exposto a um estímulo
repetida às vezes e o estímulo ele perde
a magnitude Entendi então aí eu vou
expondo né Para que ocorra a habituação
ao mesmo tempo eu vou fazer o
contracondicionamento eu associo aqueles
ou que a princípio era associado com
algo ruim eu acho a seu com algo legal
para criança algo o chama quer
reforçadora o que é bom então o
procedimento é em torno disso
dessensibilização sistemática e um
contra condicionamento eu falando assim
parece muito muito simples né mas não é
isso aí a todo o processo exige
experiência do profissional manejo
Clínico né Aí a gente faz o consultório
orienta aos pais instruir os pais aí é
importância do treino parental para que
isso seja tem a extensão em casa eu
tenho extensão dos outros ambiente né
mas funciona não é o garanto porque eu
já apliquei várias
crianças já já se beneficiaram com isso
né e pronto depois que a gente consegue
fazer isso né diminui assim
consideravelmente né cresça continua com
ele continua né porque é uma
característica
é mas a criança começa a lidar melhor a
conviver melhor né então tá certo no seu
dentro da dentro da apresentação de dos
solos apresentação dos ritmos para as
crianças é possível aí como foi o certo
Serra faz uma pergunta aqui é possível
entender Qual som a gente a criança
gosta mais nesse manejo
os sons é aí entra lá que ele princípio
do juízo a música é a gente utilizando a
sessão de terapia músicas que fazem
parte do convívio dela geralmente a
criança tem muito contato com música dos
Pais escutam músicas infantis música
infantil enfim qualquer tipo de música
pode ser utilizado agora com a música
que o tipo de som que incomoda aí a
observação clínica
o que a gente não tem como a dizer a
gente vai a gente vai prestando a gente
vai observando né para ter um
procedimento que a gente vai de teste
ficar são que a mesma linha de base da
análise do comportamento o que é que a
testificação gente joga são do início do
procedimento uma ou duas sessões e o
terapeuta vai observar né vai ser um
instrumento que a criança gosta Qual o
tipo de timbre que ela gosta né então a
gente vai observando isso tem que ter um
instrumento que a criança não gosta de
jeito nenhum né Na hora que escuta não é
nem a altura não mas é um timbre
específico que a criança jogos muito lá
para lá não quero saber né então por que
por algum motivo aquele ele timbre né
que eles são específico incomodou né E
aí a gente já não usa para Estação de
música terapia Então a gente vai fazendo
essa observação para saber disso
E aí
é
através da observação que a gente
consegue ter essa visão do que a criança
gosta para trabalhar dentro da
musicoterapia né E esata você também
tava falando da integração e
reintegração da criança na sociedade
trabalhando a musicoterapia né José
Serra serva Faz uma pergunta aqui
podemos incentivar aquela criança em
algum tipo específico de instrumento
para ajudá-la em vida e seus
relacionamentos
Eu quero ser a integração dela você
assistir consegue pegar algum tipo de
instrumento que eu gosto mais para
manejar ela dentro da relação social
dela para ela aprender esses também
então ela top assim faz isso tocar
aprender tocar Esse instrumento ajudá-la
em vida mas também na sua relação social
né a gente consegue fazer sem integração
e aí bom né a criança e isso é excelente
né aí ele respondeu a pergunta que eu
queria fazer a diferença né Qual é a
diferença da do ensino de música né da
musicalização
proteção de música terapia a
musicalização tem fins didáticos né traz
vários benefícios e se a gente não pode
negar mas tem a função de ensinar
te dá asco da criança aprender os
fundamentos da música os elementos EA
partir da musicalização ela conseguir
ter essa formação musical e
posteriormente era seguir seus estudos
estudar um instrumento né é específico
enfim tem tem Felicidade com a
musicalização a musicoterapia tem fins
terapêuticos né para trabalhar
até transtorno nos dificuldades
emocionar e a criança pode aprender um
instrumento pode né isso a gente
incentivar quando a gente percebe que a
criança se interessa muito por um
instrumento e que a gente vê que ela
quer aula né ela quer aprender ali na
sessão de terapia o instrumento a gente
encaminha para o professor né E isso
ajuda muito na socialização dela porque
eu geralmente as aulas né são aulas em
grupo né ela pode tocar numa bandinha
ela pode fazer um canto coral né que
ainda o sabe então tudo isso vai
trabalhando a a socialização dela tudo
isso vai trabalhar né
passar só se habilidade nessa
interação né até falei na Live passada
aqui alguns princípios da Saúde Mental é
do desenvolvimento são os contatos
sociais nessa interação e eu não veio
musical criança ela vai ter isso né é o
que a gente chama de cúspide
comportamental não é feio não mas é esse
aqui com a cúspide comportamental né É
uma aula de música que vai abrir e numa
responsibilidade para essa criança então
é fantástico
E aí eu vejo um exemplo aqui vou dar um
exemplo do Arthur lá que eu não é verbal
no com conversa conosco e só pede o que
ele precisa assim só parte de que ele
pede né mas quando ele tá escutando
música ele canta uma voz tão linda
aquela voz maravilhosa né que ele acaba
fazendo a imitação sabe que eu tô saindo
dar o tom de time até que ponto a
imitação EA musicoterapia ela tem essa
integração como que funciona isso
Oi desculpa Aline a música terapia aí
imitação você vê que era o Artur ele faz
aquela parte da imitação ele imita o sol
e Ritmo e faz aquela carga o dia né como
receber ético junto com a imitação para
criança que tem muita cola ali revisão e
beneficiam com a musicoterapia é porque
o espaço não deu para eu falar né É o
tempo mas
entre as intervenções do musicoterapeuta
musicoterapeuta pode trabalhar os que a
gente vai para escola hoje
comportamental disappearances verbais
Deus operantes verbais são a sala né do
indivíduo então a imitação né ou ecoico
né É um tipo de treino que serve como
pré-requisito para o ensino de outros a
par antes né é humano a fazer
solicitações o tatu né é o na sessão de
musicoterapia a gente pode fazer é isso
né então por exemplo trabalho muito
imitação com a música do Seu Lobato né
as onomatopeias LED
de imitar o som dos animais É isso aí a
gente trabalha requisito
ecolalia né a prosódia a gente trabalha
também com as letras das músicas
E aí a tendência trabalha a motricidade
orofacial
E isso também entra
transdisciplinalidade porque a gente
também trabalha com outros profissionais
muito comum música terapeuta trabalhar
com o psicólogo psicoterapeuta trabalhar
o fonoaudiólogo né
Trabalhando essa questão da linguagem né
internação a é muito comum já trabalhei
com fundo trabalhar a festa de bradar
nessa Deus se e é de vibrar a língua
para pronunciar as frases corretamente
então é outra intervenção com música
terapeuta faz nesse Campo da
linguagem
assim quando você trabalha com quem essa
pequena assim
que
ele não
consegue
ele quando ele vai para a musicoterapia
ele fica tenso e não quer participar né
qual é o problema de manejo alguma coisa
um som cê acha que sobre isso quando a
criança Ela tem muita resistência nos
ficou terapia
É sim sim a
ações de musicoterapia não existe uma
idade também a mãe gestante a criança já
existem intervenções já é de
musicoterapia uma criança
no ambiente intra-uterino né então
questão da faixa etária até não existe
as pessoas podem se beneficiar agora
Aline sentir verdade é muito amplo essa
pergunta que a gente não tem dados né
Para eu te responder isso quer desistir
uma série de fatores aí né pode ser
dificuldade do manejo pode ser essa
hipersensibilidade auditiva
pode ser a relação terapêutica
não é pode ser um monte de fatores né
não é não é a questão de ter a sessão de
musicoterapia
e ela é bom observar a mãe tem a
identificar o porquê é um pouquinho né
ela já é sempre a gente não acredita que
nada acontece por acaso é sempre tenho
um motivo eu sempre psicólogo quando ele
vai entender sempre se pergunta o porquê
o que é que tá causando isso né E aí
para poder solucionar isso tem que
tentar identificar fica muito difícil
para eu responder que eu não conheço
essa criança eu não conheço o terapeuta
não conheço ela sabe fica difícil né
Será se mudando de profissional Será se
mudando de clínica testando né mas o
fato é que não é a musicoterapia em si
né mas aí deve ter outros fatores o
exatamente ambiente é
é
uma pergunta sobre os ritmos mais
trabalhados que você realizou mais
trabalho com criança jovem tem algo
ritmo assim que é bem mais
interessante para a gente falar sobre os
ritmos aqui pronto e tá o ritmo é o
elemento da música que traz movimento né
então às vezes você tá no ambiente e
você nem gosta da música
Tá mas pensa que não você tá ali batendo
o pezinho né Então tá batendo porque a
música é o ritmo ele estica o movimento
ele ele por exemplo samba né eu tava eu
não gosto de samba mas eu tô no lugar
precisa perguntar se mexendo né eu o
ritmo enfim
e aí depende do ritmo que é utilizado na
sessão de música terapia Depende das
necessidades da criança né Por exemplo
uma criança que é imperativa uma criança
que é muito agitada eu vou utilizar
músicas do andamento acelerado a música
muito ritmada com essa criança não vai
deixar ela mais agitada Entendi então o
terapeuta ele tem que ter essa
sensibilidade então geralmente eu
utilizo músicas mais tranquilas né eu
utilizo músicas do andamento e
é
lento mas pianinho né que a gente chama
mais baixo né utiliza instrumentos que
tenha menos projeção sonora
justamente com o objetivo de acalmar né
aí a gente também utiliza muito música
técnicas receptiva seu seja de audição
né mas passiva em vez de lhe tocar a
gente já faz mais exercícios de
relaxamento né vai querer escutar mas
que é uma das técnicas música terapias
que a música receptiva audição musical
Então
os ritmos qualquer tipo de ritmo Mas vai
depender aí do Objetivo terapêutico vai
depender da criança se a criança mais
tímida nessa criança é mais retraída e
uma das queixas da mãe é essa criança é
muito tia aí eu já vou utilizar música o
mar eu vou trabalhar mais um ovo
movimentos corporais já vou trabalhar
mais a
festa da inseminação né enfim é isso
cheyennes possibilidades para trabalhar
mas aí a aquela coisa depende né Depende
do paciente da pena dos objetivos
terapêuticos
e é como José serva fala cada um tem o
seu gosto musical verdade né
verdade
e a gente não faz e a gente não faz não
existe juízo de valor não
existe
então eu gostaria de fazer as
considerações finais e agradeço você
Pablo que foi excelente Live Muito
obrigada mesmo por você está aqui no
projeto zona azul com aí Benil também
conosco e gostei das suas considerações
finais
eu quero agradecer ao convite da e
benilda Line ar ele é
eu estou à disposição
vocês quiserem me seguir nas redes
sociais Abra o leão com dois olhos dela
o Instagram
vocês vocês quiserem ter um contato mais
próximo né e em breve vão ter é mas é
ventos né sobre musicoterapia sobre
psicologia comportamental é sobre
autismo nem temos que estão relacionados
a esse universo mais o meu
meu coração é só gratidão né por estar
aqui com vocês né Falando desse tema
desses temas tão relevantes
Obrigado tem uma última pergunta aqui
você é certa podemos contar histórias
com música nas aulas de aula
pode pode pode agora é que a criança só
vai associar a história com a música não
pode ter esse problema também né Pois é
é importante fazer uma cheka diante e
essa música Ela não está associada na
vida dessa criança com algo ruim né
Então pergunta para os pais
seu filho tem alguma música que seu
filho tem ao a calma que eu falo isso
porque já aconteceu isso acontece a
história da tempo aí
eu atendi uma criança que ela
não podia escutar Patati Patatá é porque
porque
ele estava escutando Patati Patatá ou
pai chegava e a grande a mãe ao som da
música do Patati e do Patatá e isso
aconteceu várias vezes então a música do
Patati Patatá ficou associado com a cena
de violência de de agressão hoje então
quando a criança escutava Patati Patatá
né começava a chorar começava né então
antes dele fazer essa internet é bom só
Shankar dessas crianças se não existe
nenhum problema com aquelas músicas né
porque muitas vezes o profissional
coloca a criança começa a chorar né que
aquela aquela rua que lições eles iam né
trazem emoções eu passei ela fica sem
saber sem entender né mas assim essa
mente utilizar música
histórias cantar muito divertido as
crianças adoram é muito lúdico
pode utilizar sim mas
isso
o exemplo eu não coloquei a toa porque
música ela não é tão inofensiva assim se
utilizado de forma inadequada pode
trazer novas
É isso mesmo eu quero agradecer a todos
muito bem vindos para trajeto tesoura a
sua e bem um curta nossa página
Compartilha essa Live aqui que foi
extremamente enriquecedora nossas vidas
e também curte a página do
Pablo@Pablo leal com 2 a 1 no final né
Pablo e muito obrigado a todos Deus
abençoe a ti final de semana até a
próxima semana que na próxima
sexta-feira com mais uma live do projeto
tesoura Azul Deus os abençoe