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A fé vem pelo ouvir

TEOLOGIA BÍBLICA: ANTIDOTO ÀS LEITURAS ID30L0G1C4S PÓS-MODERNAS

TEOLOGIA BÍBLICA: ANTIDOTO ÀS LEITURAS ID30L0G1C4S PÓS-MODERNAS

TEOLOGIA BÍBLICA: ANTIDOTO ÀS LEITURAS ID30L0G1C4S PÓS-MODERNAS

Legendas automáticas:

o
Olá sejam bem-vindos a jornada de
teologia bíblica eu sou Michel Augusto o
diretor do projeto exposição bíblica que
nasceu a 2012 nós estamos aqui nesses 10
anos trabalhando Firme com a pregação do
evangelho e o nosso último
projeto desenvolvido 2019 e academia do
expositor entre lá na nossa plataforma
exclusiva de treinar pregadores
www.academia.edu expositor. Com ponto br
22 disciplinas a finalidade da
plataforma e missionária nós temos 15
professores dos melhores lá se pode
entrar lá e você vai ver tá bom vamos lá
eu queria falar nessa jornada de
teologia bíblica sobre a questão a
da teologia bíblica ser um antídoto um
e
as leituras ideológicas da Bíblia
aventuras
pós-modernas ou das novas e Renner
óticas as novas formas de interpretar as
escrituras Olha aí o nosso conjunto de
bibliografias e eu vou acrescentando a
cada vídeo nós temos nossa jornada em de
15 dias uma jornada rica em cima de
teologia bíblica Tá ok Olha aí as
bibliografias a bom
e eu queria tratar hoje sobre essa
questão
da autoridade bíblica em choque com os
pressupostos da exegese feministas e
depois eu vou trabalhar
a alguns pontos
cardiais
da teologia bíblica Tá bom vamos lá
então quando nós lemos a Bíblia como eu
já falei no primeiro vídeo nós temos a
tendência de interpretar a Bíblia de
acordo com os nossos interesses
ou outras pessoas vão dizer que a bíblia
precisa ser atualizada com fome a
cultura
receptora não embora Bíblia precisa ser
aplicada no contexto atual
essa aplicação nós precisamos tomar
muito cuidado com essa aplicação porque
tem princípios bíblicos que são
prescritivos para todas as épocas e eles
leituras ideológicas
elas vão desmantelar na verdade a
autoridade bíblica sob o argumento de
que a
essa autoridade ela essa autoridade
bíblica ela é um tipo de opressão a
textual de acordo com interesses de
grupos maiores que não se aplica a todas
as épocas porque a em cada época existe
uma existe uma demanda diferente que
deve ser suprida né bom nós vamos contar
por isso tá ok parei na exegese
feminista né isso publicado Pela Luz
suthoff né uma alemã acho que o
pronunciamento É esse mesmo a pronúncia
nós vamos identificar
a que existem
as questões perigosas
e nós vamos contra Pulgas
bom o método da
exegese feminista é inovadora né do
ponto de vista de metodologia de
organização no ponto de vista de
questionamento crítico
agora o grande problema
das análises feministas do texto das da
exegese e feminista é que eles não
buscam uma interpretação
Oi Gilma sessão textual o DIU um texto
de acordo com uma coerência de
autoridade bíblica
que está em toda a roupagem bíblica em
todo o cano bíblico nesse porque eles
não acreditam na autoridade bíblica a
não ser quando é para os seus próprios
interesses
eles não acreditam na inspiração das
escrituras não acreditam na autoridade
dessa Bíblia não acredita que essa
Bíblia seja uma revelação Divina Tá ok
então a Bíblia tem sido trabalhado
nesses cantões como um livro humanista
que deve ser aplicada a situações
específicas
tá bom esse é um quadro geral né bom
década de 60 e 70 além do método
histórico-crítico clássico
e nós vamos identificar
no nas interpretações
enfoques da linguística das ciências da
literatura da história etnologia
sociologia
vão a vai ter uma um diálogo forte com
ciências da religião com a psicologia e
isso vai trabalho e isso vai trazer
resultados diferenciados
essa crítica textual é
é aliada a esses enfoques da linguística
desses enfoques que eu acabei de citar
vai reconstruir o texto original
com sentido de proporcionar uma
linguagem que faça Justiça as mulheres e
não só as mulheres mas há outros tipos
de grupos chamados minoritários que
segundo eles são é
sem fados por essa altura essa
interpretação tradicional da Bíblia que
é usada pela Teologia da reforma
especificamente Ok bom
e a crítica da forma e do gênero
literário
é um método mais novo da ciência
literária né E ela evita uma perspectiva
centrada no texto da exegese tradicional
lógico
o nosso Quando vamos interpretar as
escrituras nós usamos aspectos do gênero
literário
mas levando em consideração alguns
princípios
na como autoridade inspiração e
inerrância
EA aplicação para o mundo pós-moderno de
todas as prescrições bíblicas a tem
questões bíblicas que a São Clemente
culturais para aquela época mas existem
que ações prescritivas para todas as
épocas então nós precisamos entender que
a teologia bíblica vai buscar
compreender também esses fatos uma
interpretação a luz da história da
Redenção que leva em consideração que
tem fatos que não se aplicam mais mas
tem fatos sim que se aplicam a todas as
épocas ok
bom então eles vão trabalhar também com
as ciências fisiológicas e literários
mais recentes é bom trabalhar com a
psicanálise para mitologia com aspectos
generalizados da linguística da
semiótica do estudo do estruturalismo e
também do pós-estruturalismo
bom nós vamos ter também na exegese
feminista o uso da nova crítica
literária é o chamado também William
response
que é uma crítica da reação do leitor né
E vai ter também um tipo de abordagem de
Psicologia que é uma tendência atual né
eu digo que muito perigosa porque
e a nós temos uma metodologia própria de
interpretação das escrituras
bom e nós temos uma robustez de teologia
bíblica suficiente para sermos
interpretados
né então existe o um excesso de diálogo
da teologia com outras áreas do saber
que tem deslocado a nossa forma de ver a
a Bíblia do ponto de vista redentivo
para a visões mais centradas no homem
nas suas necessidades
tudo isso é muito perigoso ok
Tá bom nós vamos
compreender então o último tópico para
gente passar pela teologia bíblica
propriamente dita que essa mentalidade
histórico-crítica
é né ela ela ela ela tem alguns perigos
que eu queria destacar né embora
abordagem atual
ultrapasse a histórico-crítica seja
abordagem
no contexto atual de interpretação ela
seja um salto maior do que da prova
histórica crítica A mentalidade trazida
pela eta linnemann é um livro que ela
escreveu pela Editora cultura Cristã ela
faz uma crítica a esse movimento
corrobora com aquilo que nós precisamos
entender da teologia bíblica a Eta Lima
e ela vai dizer que a essa turma aí ela
argumenta que a Bíblia foi escrita por
homens bom se eles não acreditam na
autoridade bíblica eles não vão
acreditar em segunda de Pedro 21 em
segunda de Timóteo 3:16 então segundo
ela como como foi escrita por mente
humana segunda letra argumenta contrário
a isso lógico só pode ser entendida a
luz do tempo em que apareceu então o
tempo atual é a única forma que existe
para entender um texto antigo
E por quê Porque a mentalidade do texto
é um ano segundo essas Vertentes de
exegese feminista e outros tipos de
exegese então só pode ser entendida a
luz do tempo em que aquilo é aplicado só
loucura né o conhecimento para eles é só
uma decisão uma decisão que cada um tem
que tomar de acordo com a com seu
ambiente com seu status né então é o
status
receptor que vai interpretar aquilo que
vem
e na verdade tudo isso é uma rejeição da
Verdade Revelada e adoção de da
sabedoria deste mundo
essas novas interpretações
é
vamos ver que é um salto do historicismo
crítico para o ambiente de
desconstrução
vai mostrar para nós que essas formas
ideológicas de interpretar as escrituras
nada mais é do que colocar um homem como
medida de tudo já que a para eles
autoridade bíblica não pertence a
revelação divina
e o que eles estão fazendo a verdade é
rejeitar a verdade e adotando a
sabedoria deles mesmos a sabedoria deste
mundo a sabedoria do homem caído né
então eles dizem que precisam fazer uma
leitura sem influência da dogmática
e é bom meu amigo não existe
neutralidade
não existe neutralidade se eu interpreto
a Bíblia levando em consideração que ela
é autoridade que ela é revelação Divina
que ela inspirada inerrante ela ela ela
ela tem um conjunto de situações
prescritivas aplicadas a qualquer época
e isso só pressupostos se outra pessoa
interpreta a Bíblia de outro jeito
também são pressupostos não existe
neutralidade
é isso é um mito muito grande né Então
aí tá linda vai dizer que essa turma que
deu esse salto do historicismo crítico
para né esse contexto atual é uma é uma
turma que faz uma leitura
autônoma do eu
eles julgam a palavra segunda sua
discricionariedade
é é é um eu radicalmente autônomo na
verdade ela vai dizer que isso tudo é
uma teologia
ateísta né olha para que nos a Bíblia
para querer fundamentar a sua descrença
seria melhor não mexer com a palavra de
Deus né Mas a questão toda que o
pós-modernismo ele tem uma
característica de espiritualização ele
tem um ar de espiritualidade tão forte
que as pessoas não elas não vão querer
deixar de lado os textos bíblicos até
mesmo para fundamentar uma um tipo de
cristianismo não tipo de cristianismo
que eu diria bem Liberal não tem nada a
ver com o cristianismo bíblico dentro do
contexto da sua autoridade ou então esse
aqui foi alguns passos que eu passei
para vocês do contexto de toda a exegese
e deu o que
segunda não só o feminismo mas outras
áreas também tá bom quando a gente fala
de teologia bíblica né
Hamilton Junior vai nos mostrar que nós
precisamos trabalhar uma narrativa maior
da Bíblia e não a narrativa das pessoas
nós precisamos considerar um cenário
mundo que foi criado para que houvesse
um lugar para Deus ser adorado
não é um homem que tem que ser adorado
não é expectativa dos homens tem tem que
ser levado em consideração
e quando eu aplico a Bíblia no mundo
pós-moderno eu aplico levando em
consideração Deus que em Cristo no Salva
para que ele esteja Dourado por
intermédio da obra vicária daquele
Cristo é essa interpretação tradicional
que a exegese e feminista luta é exegese
feminista na verdade É ateísta como diz
a e tá Lima eles têm uma dificuldade
muito grande e acreditar em Deus e se
identificar de muito grande com a
autoridade bíblica
é
esse Deus que Criou todas as coisas para
ser adorado e o templo era terra
né Esse tempo foi profanado
ouvir período de escravidão
mas houve também esperança de
restauração é disso que a teologia
bíblica é falar e essa esperança de
restauração Era exatamente o Cristo que
viria e vicariamente pagaria aquilo que
nós não conseguiríamos pagar
e ele ele ele ele ele
viveria no seu próprio corpo a ira do
pai para que nós não vivesse mas é sair
eternamente
Oi e a partir daí a nossa vida era ela
ela é reconstruída a partir dessa
história da Redenção a nossa vida é
reconstruída e o detalhe especial é que
Deus quando cria
ele é o dono do cenário Quando Deus nos
redime por intermédio de Cristo ele
continua sendo bolo do cenário
a
autoridade continua sendo dele não é do
leitor a pós-modernidade autoridade do
leitor o leitor ele interpreta da forma
como ele quer ele cria um Deus conforme
a sua própria Imagem e Semelhança
a minha teologia bíblica mostra
diferente a teologia bíblica mais que
tudo é para ele é dele é para ele trata
trata-se sobre ele sobre ele Deus primo
né e a gente vê que o tabernáculo e
tempo depois da queda se tornaram
versões pequena em pequenas escalas do
local de adoração
e nós temos a inimigos a serpente e sua
semente que tentam sempre profundar a
Deus
mas tudo que conseguiram profanar foi o
tempo o temporário de Deus e esse
Tabernáculo templo são profanadas também
assim como o Jardim do Éden e destruídos
apontando aqui para um tipo de um juízo
sobre o mundo
mas apontando também para algo melhor
após a redenção nós temos a consumação
de todas as coisas
nova o céu e Nova Terra então a teologia
bíblica nos ajuda nos auxilia
a buscar nessa nessa nessa teologia
tradicional os fundamentos da nossa fé
para que a nossa fé não gira em torno de
nós mesmos a nossa fé gira em torno de
uma esperança que vai além de nós uma
esperança perdida mas restaurada em
Cristo Jesus os personagens dessa
teologia bíblica
nós vamos ver aqui o Deus primo é um
protagonista o John stott vai dizer que
na pós-modernidade existe o problema da
E aí
e o ouvinte ou o leitor pós-moderna ele
quer ele quer dialogar
contexto bíblico mas ele quer dialogar
de tal forma que ele se torna o
proprietário do texto
ele se torna o dono do texto ele se
torna o
ele se torna o dono desse faz o texto
que ele quer e o meu estoque vai dizer
olha
Deus ele tem um monólogo e esse monólogo
não pode ser visto como arrogante tão a
pós-modernidade nós pregadores
precisamos muito da Teologia da boa
teologia bíblica que trata da história
da Redenção porque a pós-modernidade ela
coloca o homem como protagonista
o quanto ela ela quebra ela não aceita
autoridade do Deus primo que é o
protagonista e coloca um homem comprou
Barões e os personagens no contexto da
teologia bíblica estão bem delineados e
Deus Trina o protagonista Satanás é um
antagonista
ambos Vão buscar obediência dos seres
humanos e eles vão Contender na história
da progressiva da Revelação Divina do
antigo até o Novo Testamento pelo
domínio é uma guerra de autoridade nós
temos humanos a semente da mulher que
são os nascidos de Deus e a semente de
Deus
permanece nele conforme primeiro de 139
ou a semente da serpente que Jesus é a
semente singular da mulher falar em
Gênesis 3 15 então através desse Jesus
e o causo é restabelecido é o caos ele
instaurado ele é modificado é nós temos
aí agora de uma idolatria causada por
Adam nós temos uma vivência de adoração
por intermédio de Jesus Cristo por isso
que ele é a semente singular da mulher
então um enredo da teologia bíblica que
diz tô completamente de uma exegese
feminista outro tipo de exegese que leva
em consideração somente a dor da pessoa
que leva em consideração somente o
estado da pessoa tem exegese gay tem
exegese que em exegese para tudo onde as
pessoas vão
buscar no texto bíblico um tipo de Deus
que se encaixe com a sua performance
humana
e isso é perigoso né o enredo bíblico é
criação queda redenção e restauração
é Satanás introduziu esse conflito mas
esse conflito será vencido
Deus respondeu a orgulho de satanás de
qual forma com humildade de Jesus
e os redimidos
eles respondem ao mundo a carne é o
diabo sendo seguidores de Jesus mas
seguidores de Jesus de acordo com tudo
que a escritura diz sobre Jesus
não é usando princípios e isolados é de
imitação a Jesus Cristo porque as
leituras ideológicas elas são terríveis
o progressismo vai querer usar leituras
em Lucas né para justificar a um tipo
ideológico político baseado na questão
do Cuidado que Jesus e os apóstolos
tiveram no tocante as viúvas os órfãos
e é os pobres
é bom embora a gente tem aqui a nossa
doutrina tenho que se revestirem uma
piedade prática a Bíblia Tá longe de ser
considerada como um manual e como um
processo Onde nós encontramos políticas
progressistas por outro lado as pessoas
querem identificar na Bíblia como se ela
fosse um livro capitalista então o
Evangelho é o que distingue a narrativa
bíblica a teologia bíblica vai nos
ajudar Exatamente isso a criar um
distintivo a partir do evangelho para
que a nossa leitura não se torne é
desfocada da história da Redenção tá
vendo como é importante a teologia
bíblica a cruz a cruz é a Grande Virada
da trama e o nossos heróis chegou foi
rejeitado morto mas ressurgiu
Oi e a morte não foi a derrota mas a sua
conquista
Deus o Gol o pecado o condenou e Cristo
morreu na cruz para pagar essa
penalidade essa é a nossa história pelo
juiz o que recaiu sobre Jesus Deus salva
a todos quantos nele confio do a Bíblia
não é a história da Redenção não é uma
história de Redenção política não é uma
história de Redenção nacionalista é uma
história de Redenção a salve fica eterna
Oi e o enredo culminará com a volta de
Jesus para julgar os seus inimigos
salvar seu povo os alvos o serviram
adoraram vendo sua fácil Novo Tempo a
Nova Jerusalém Todos estaremos
transformados a imagem de Cristo no novo
Palco da glória de Deus
o
Steam Redondo maior da teologia bíblica
nos tira da limitação da brevidade desta
vida às vezes a exegese feminista está
muito preocupada em resolver
algo que a Bíblia já resolveu o problema
é mais resolveu de outra forma
resolveu apontando
e é homens e mulheres com funções
distintas como a esperança em comum
é mas a esperança Da exegese feminista é
um tipo de igualitarismo para solucionar
as dores emocionais de diferenças por
exemplo homem pode ser Pastor mulher não
pode ser pastora isso é humilhante para
mulher não não é humilhante para mulher
as funções distintas no milho ninguém as
funções distintas num processo de
serviço ou senhor glorificam a Deus
e enquanto essa Nova Jerusalém não não
não se tornem
efetiva nas nossas vidas nós estamos
aqui não usando o princípio de justiça
social nós estamos aqui usando o
princípio de Justiça bíblica conforme a
história da Redenção
homens e mulheres servindo a Deus com
seus dons dentro de um processo de
complementaridade e assim sendo a igreja
edificada em Deus glorificado
principalmente e o enredo de teologia
bíblica nos tira dessa brevidade da vida
nos tira dessas tensões sociais nos tira
dessas confusões ideológicas e faz com
que homens e mulheres têm uma mesma
esperança a esperança não está
simplesmente em que todas as injustiças
sejam corrigidas porque elas não serão
mesmo porque o fruto do pecado de Adão é
um é uma desordem
Oi e o quê que Jesus fez na cruz do
Calvário não foi um tipo de Redenção
política
e Embora tenha teólogos que
descontextualizando ou negando princípio
de teologia bíblica de história da
Redenção
apontem para esse tipo de coisa
bom hoje por hoje é só
espero ter te ajudado que Deus te
abençoe em nome de Jesus amém e amém e
[Música]

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