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EP 08: Palavras e obras: um testemunho equilibrado | Ministério de Misericórdia | Timothy Keller

EP 08:  Palavras e obras: um testemunho equilibrado | Ministério de Misericórdia | Timothy Keller

EP 08: Palavras e obras: um testemunho equilibrado | Ministério de Misericórdia | Timothy Keller

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Olá aqui é o Daniel Piovezan eu sou
membro do ministério tag que o
ministério de jovens aqui de nenhum e
nós vamos dar continuidade hoje ao nosso
devocional sobre este livro aqui
Ministério de misericórdia do timothler
Quero te convidar dar uma olhadinha aí
na nossa playlist que nós temos outros
vídeos de outros livros tem também os
vídeos dos Capítulos anteriores desse
livro aqui caso você ainda não tenha
assistido te convido a dar uma olhadinha
lá enfim vamos então dar continuidade o
último te quero ele vai começar esse
capítulo partindo do texto de Lucas
Capítulo 10 versus 36 a 37 Eu quero ler
com você e a partir disso a gente vai
ter uma breve reflexão sobre a forma com
que Jesus trata a questão quem é o meu
próximo né então é diz o texto qual
destes vocês perdão qual destes três
você acha que foi o próximo do homem que
caiu nas mãos dos assaltantes
aquele que teve misericórdia dele
respondeu o perito na lei Jesus lhe
disse vá e Faça o mesmo então aqui é
interessante porque Jesus ele inverte a
pergunta
naquele contexto seria muito natural
para esse perito na lei Se Jesus tivesse
que dar um exemplo
e alguém né seria Óbvio para alguém que
Jesus daria esse exemplo com o próprio
perito da lei porque o exemplo seria ele
ele daria a resposta de quem é o próximo
dele
só que Jesus ele coloca como a pessoa
que ficou ferida necessitada como sendo
uma pessoa assim como que aquele perito
na lei um homem provavelmente um judeu
justamente para que aquele perito na lei
é observasse essa questão né porque o
Samaritano que ajudou foi o próximo né e
o próximo daquele homem que caiu nas
mãos do salteadores foi esse Samaritano
então a resposta para pergunta é só
poderia ter sido aquele que teve
misericórdia dele que é o Samaritano só
que se fosse um inverso se o Samaritano
tivesse caído no chão provavelmente
aquele perito na lei ele é ele não ele
naquela situação ele não ajudaria aquela
pessoa porque porque existe é uma uma
grande elenosidade entre samaritanos e
judeus naquele tempo né então Jesus ele
usa esse exemplo para dizer que o
próximo é a pessoa que está necessitada
né E foi esse ensinamento de Jesus que
foi tão forte impactou tanto o mundo
Romano porque os pagãos eles não se
preocupavam com os pobres e e os
cristãos ajudavam pobres tanto cristãos
como não cristãos né então a gente tem
uma mensagem como essa que Jesus passa
ali para esse Doutor na lei vai ser
redigida ali nos Evangelhos né no
Evangelho de Lucas essa mensagem ela tem
muita força e ela causa muito Impacto
naquela época
e a pergunta que a gente vai tentar
responder aqui hoje é como é que a gente
pode unir esse ensinamento de Jesus a
nossa vida prática Então como é que isso
causa impacto no nosso dia a dia né Essa
que A grande questão aqui porque algumas
pessoas vão dizer que as boas obras elas
são mais importantes do que o ministério
da palavra e vai ter gente que vai dizer
que é o ensino da palavra né o
evangelismo o evangelização seria mais
importante do que o ministério de
Misericórdia ou as boas obras só que o
problema é que a gente vai ver aqui que
a escritura ela não deixa espaço para
nós adotarmos uma ou outra coisa como
mais importante né a gente pode ver por
exemplo que no antigo testamento existia
o Ofício do Rei do profeta e também do
sacerdote no novo por exemplo você vai
ter o ministro né o
presbítero e vai ter também um diácono
quer dizer são exemplos de ofícios de
funções que são exercidas ali
tão importante uma tão importante quanto
a outra né
então a gente vem aqui que existe uma
série de questionamentos e a gente vai
Vamos responder aqui esses
questionamentos ou argumentos que
algumas pessoas Poderiam colocar que até
a gente mesmo poderia ter né
Para a gente não cair num extremo de
achar que uma coisa boa obra é mais
importante por exemplo do que o
ministério da palavra ou vice-versa
então vamos lá o primeiro argumento que
eu queria destacar aqui é que algumas
pessoas vão vão pensar assim a
finalidade da Misericórdia né da boa
obra é o evangelismo as boas obras elas
são aí um meio para levar as pessoas a
Cristo Algumas pessoas pensam dessa
forma só que por exemplo se a gente for
levar em Primeiro a João no capítulo 3
verso 17 o texto vai dizer assim se
alguém tiver recursos materiais e vendo
seu irmão não se compadecer dele como
pode permanecer nele o amor de Deus quer
dizer a motivação do que a gente faz
deve ser sempre o amor de Deus aquilo
que move As Nossas ações as nossas boas
obras é o amor de Deus e quando a gente
olha para uma pessoa né motivado pelo
amor de Deus a gente vai desejar com
certeza tanto atender as necessidades
dessa pessoa pode ser uma necessidade
física Enfim uma cura alguma coisa a
gente vai ter vai vai ter tanto desejo
de atender a essa necessidade da pessoa
quando tu falar da mensagem do Evangelho
porque é impossível você como Cristão é
amar alguém e não se importar nem com a
necessidade que essa pessoa está tendo
nem com o chamado do Evangelho porque
você tem isso como a coisa mais
importante no seu coração né a salvação
Cristo Jesus Então a gente tem a gente
tem essa essa questão muito forte na
escritura de que a motivação Nossa tanto
para uma coisa como para outra é o amor
de Deus e o amor de Deus nos motiva a
ambas as coisas
outro pensamento também que alguém
poderia ter né é que nenhuma igreja por
exemplo numa igreja tenha como ajudar
todo mundo então ajudar é algo opcional
vai depender da circunstância a gente só
ajuda realmente quando der e tal Só que
essa acaba sendo uma desculpa é que a
gente poderia dizer que é uma desculpa
esparrapada né vai usar essa palavra
aqui no livro de tradutores né usaram
essa palavra no livro aqui onde quer
porque nenhuma igreja por exemplo tem
como pregar o Evangelho a todas as
pessoas né e a ordem de Jesus era pregar
o evangelho para o mundo todo só que
nenhuma igreja tem como fazer isso
prática a gente faz isso na medida da
nossa limitação aqui né então ajudar as
pessoas também devem ser feito na medida
dessa limitação Então
nós não podemos utilizar isso como uma
desculpa para não fazer nada ou só fazer
quando a gente sentir vontade não
a gente também tem que pregar o
Evangelho E também temos que fazer as
boas obras né outro pensamento que
alguém poderia ter é se forem feitas
obras de Misericórdia nós podemos aí
gerar crentes interessados apenas no
alimento ou apenas no dinheiro e nós
temos que pregar o evangelho e se a
pessoa aceitar daremos a ajuda só que o
problema dessa abordagem é que ela acaba
gerando muitos crentes nominais Imagina
você chegando por uma pessoa né Eu posso
te ajudar que com ajuda material com
dinheiro mas antes você tem que
acreditar em Jesus quer dizer é lógico
que você vai acabar gerando crentes
nominais né pessoas que se converteram
entre aspas mas que de fato na verdade
elas estão só tentando ser atendidas
nessa necessidade por isso que a
motivação mais uma vez aqui a gente
ressaltando né por isso que a motivação
das obras Será sempre o amor porque
tanto evangelizar quanto satisfazer as
necessidades das pessoas são duas coisas
que a bíblia ela coloca para gente como
imperativos né
outro pensamento também muito comum e
também que a gente deve se afastar é de
que a ação social ou as boas obras são
em si o evangelismo não são né a gente
não pode confundir as duas coisas uma
coisa é ajudar a pessoa na necessidade
outra coisa é pregar o Evangelho se é um
Ministérios que são diferentes né mas
eles não podem ser considerados
separados essa que a questão a gente não
pode separar os dois tem que estar
presentes justamente porque como eu
falei lá atrás né Um pouquinho antes
Aqui é a nossa motivação
é o amor e o amor ele vai nos motivar a
olhar para pessoa tanto na sua
necessidade física quanto na sua
necessidade de receber a Cristo é então
a gente percebe aqui que a forma correta
da gente entender
essa questão né é que tanto o
evangelismo quanto as boas obras ambos
têm a finalidade de proclamar o reino de
Deus
então último ele vai dar aqui no
finalzinho desse capítulo um exemplo
muito interessante para a gente poder
pensar um pouco de forma prática né
então ele dá um exemplo extremo ele fala
assim ó imagina que um tornado
devastores uma cidade enfim e caiu uma
árvore na numa casa e tem pessoas lá
enfim você precisa ajudar essas pessoas
pessoa o pessoal ficou sem carta né É
lógico que uma igreja que tá nossa
cidade que pode ajudar é ela não vai
chegar lá na casa e vai falar assim
vocês não querem aceitar Jesus essa
situação seria no mínimo estranha né
óbvio que se alguém puder ajudar vai lá
para tirar a árvore para reconstruir a
casa para ajudar essas pessoas para
colocar um teto sobre a casa das pessoas
sobre a cabeça das pessoas enquanto elas
têm a casa reconstruída enfim ajudar
essas pessoas primeiro e é lógico que a
motivação vai ser pregar o Evangelho vai
ser simplesmente por amor a essas
pessoas né ao passo que em outras
realidades talvez é para o ensino ou
evangelismo seja acaba assim se tornando
ali um pouco mais importante então
Depende muito do contexto da igreja do
contexto e da situação em que você se
encontra pode ser que ali seja hora ou
momento né o ambiente adequado para o
ministério da palavra e pode ser que
seja um ambiente mais adequado para
fazer a boa obra lembrando sempre que
ambos estão andando juntos você não pode
confundir as coisas e não pode
separá-las Jesus por exemplo ele cura um
cego de nascença lá em João Capítulo 9
Ele cura esse cegos só depois da cura
que Jesus vai chegar nesse cego e vai
anunciar quem ele é vai anunciar o reino
de Deus para esse cego isso não acontece
no momento em que ele simplesmente cura
então a gente percebe essa forma de
atuação de Jesus que nos ajuda aí a
entender um pouco melhor como que a
gente faz como que a gente deve proceder
nessa questão Essa foi a reflexão de
hoje que Deus abençoe a sua vida
[Música]

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