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A fé vem pelo ouvir

Nem Zumbi, Nem Finados, Dia Abençoado | Luiz Sayão, Susie Lee, Ákilla Nascimento, Jônatas Hübne

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[Aplausos]
[Música]
Olá muito boa tarde boa noite e para
alguns Bom dia seja bem-vindo a mais uma
live da nossa
ibmu e hoje é que é a coisa tá meio
assustadora o pessoal disse que essa
Live é de matar mas matar curiosidade a
gente vai estar aí conversando sobre o
tema que foi anunciado antes de me
delogar aí já digo a todos não se
esqueçam aí de se inscrever no canal
ativar o Sininho divulgar né e eu vou
cumprimentar a todos aqui boa tarde
Jonatas Áquila Suzy qual é mesmo assunto
que a gente vai falar hoje
Boa tarde Saião Boa tarde os meus
queridos aqui também aqui na Áquila e
Suzy Boa tarde todo mundo que tá boa
tarde a gente fala porque o sol ainda tá
tá começando a chegar o verão né mas já
são 6:30 já em alguns lugares é boa
noite e realmente hoje o assunto é de
matar né Como diz hoje nós vamos ou de
morrer né vamos falar sobre essa questão
do que passou há pouco tempo né que é o
Dia dos Mortos a gente vai
bater um papo sobre isso aí também sobre
perspectivas dentro do que a bíblia
aponta para a gente a respeito
justamente desse tema que é vamos dizer
assim então
desconhecido né O tema é bastante
conhecido mas o que que acontece ninguém
sabe então a gente vai falar um pouco
sobre isso
Boa tarde a todos prazer a gente tá mais
uma terça-feira aqui conversando com
vocês eu acho que esses assuntos de vida
e morte sempre despertam o interesse o
fascínio e precisam de fato de um
conhecimento bem fundamentado nas
Escrituras para que a gente não se perca
nessas várias narrativas que a gente
encontra por aí Só uma curiosidade vou
mandar um beijo especial para mainha
porque hoje é o aniversário dela no Dia
de Finados mas a contradição é da
celebração da vida no momento que
naturalmente muitas pessoas também estão
lembrando de uma data diferente e é um
momento para muitas pessoas também de
celebração como hoje
Boa noite ou Boa tarde ainda a todos né
sejam muito bem-vindos aí e muita gente
também além do Fascínio tem né um temor
Um medo assim
de desesperador né desse dia ou dos
Mortos né então a gente pode falar até
tem muita coisa sobre zumbis né sobre os
mortos vivos né muitas coisas assim
porque será que a gente fala tanto pensa
tanto sobre essa questão né então é isso
que a gente vai falar hoje à noite
vamos lá então
começando aí já que a gente já tá
falando dessa questão dos Mortos pessoal
né Jonatas
Por que será que esse é um tema Tão sim
relevante importante é uma realidade tão
presente na cultura humana né o ser
humano Parece que em todos os lugares né
eu lembro que eu tava conversando com um
mexicano ele tava falando que lá é uma
festa assim né de arrombar assim eles
param tudo para Celebrar preparo comida
prepara um monte de coisa porque os
mortos Vem visitar Então por que será
que isso acontece
eu acho que é porque a gente tem
pouquíssimas certezas na vida Uma delas
é que a gente vai morrer
olhando para a diferença de experiência
que todo mundo tem olhar para essa
experiência em como Exige uma explicação
por que que a gente
experimenta isso e sempre também
envolvendo dor envolvendo separação
envolvendo tristeza
Eu acho que o fascínio Universal vem
pela universalidade do fenômeno todos
experimentamos isso e também nos coloca
diante dessa realidade do que está além
né nos faz questionar sobre Será que é o
ponto final da nossa vida porque todos
nós parecemos ser alguns desejos e
anseios de eternidade e a morte parece
contradizer isso então necessariamente
começamos a pensar e imaginar se
realmente
esse é o fim da história eu acho que
esse isso é parte da explicação de
porque temos tanto
interesse e Fascínio por isso E como
você colocou muitas vezes grande temor
sobre a morte também
eu acho que também tem a questão do
fator especulativo da Morte né as suas
mencionou aí por exemplo a questão da da
do Dia dos Mortos que é uma festa muito
famosa no México e também havia outras
festas e outras cerimônias que
celebravam por exemplo na cultura Viking
na cultura Celta E aí o que que cada
povo cada região meio que desenvolveu é
justamente uma cultura ou algum tipo de
celebração dos Mortos né justamente pela
vamos dizer assim pela falta de
informações a respeito do que que tem do
lado de lá né então assim fica um
caráter extremamente especulativo né o
que que acontece o que que passa por
outro lado como é que funciona né como
Aquela até colocou será que esse é o
final mesmo da da nossa existência eu
tenho mais alguma coisa depois disso
então como tem essa esse caráter
especulativo muito forte
a a mente humana ela é capaz de imaginar
coisas a gente se a gente fazer uma
comparação eu vou fazer uma comparação
aqui entre culturas e e os ritos
populares né a gente vai falar dos
folclores brasileiros e de outras
culturas você percebe como imaginativo é
a mente do ser humano né então nós temos
o Boitatá como é aquele que anda aquele
que anda com a pé para trás que me
assumiu o nome agora
Curupira aí tem a deusa do Lago a Dama
do Lago aí você tem um monte de coisa
assim que a gente vai a nossa imaginação
imagina tem uma história eu vou entrar
com essa história aqui já que tá falando
de morte é tem uma ilha muito famosa no
no Recôncavo baiano ali naquela Baía de
Todos os Santos né Nós estamos
justamente no tema aqui da época e tem
uma ilha chamada Ilha dos Frades e tem
uma do lado da Ilha dos Frades tem a
ilha chamada ele é do Medo E aí ele é do
Medo conta a história de que era o local
onde os portugueses quando eles vieram
primeiro fizeram os contatos indígenas
com os locais depois que eles dominaram
e aí começaram alguns levantes indígenas
contra a dominação Portuguesa e tiveram
alguns embates obviamente tiveram mortes
e os portugueses lançavam os corpos
nessa Ilha eles pegavam a ilha você não
consegue chegar com embarcação que
tenham Aquilo é muito profunda tem que
chegar com barcos mais rasos E aí você
encostava na praia da Ilha e eles iam lá
e jogavam os corpos e obviamente a
ciência sabe hoje que essa decomposição
do corpo quando ele tá exposto ele não
tava enterrado tava exposto gera vários
processos químicos ali e alguns desses
processos luminescentes então o pessoal
que estava aqui no continente na parte
de Salvador que via ele à noite via
algumas luzes subindo da praia então o
pessoal achava que era os espíritos
dos corpos que eles tinham jogado lá e
ninguém se aproximava dessa Ilha eu
quero dizer uma coisa eu já a gente
tentou duas vezes chegar nessa Ilha as
duas vezes a embarcação deu problema a
gente não conseguiu chegar tem alguma
coisa lá mas eu vou deixar para sair eu
explicar esse negócio aí
Rapaz fiquei até com medo da Ilha que eu
não sei nem o que que eu vou dizer né Ah
bom nessa história aí de falar sobre a
morte e os Finados só com comentários
refinados aqui para poder trazer luz
sobre esse assunto né mas eu tava
pensando né porque parece de Fato né que
a morte ela ela sempre Traz esse
elemento de uma certa estranheza né eu
me lembro por exemplo das reflexões aí
de um filósofo como marketing Heider né
ele dizia que o ser humano é
movido né porque ele chamava de hamster
né que é exatamente esse medo essa
relação de estranheza né E nesse
ambiente tem toda uma discussão né na
história da filosofia recente e até
mesmo na psicanálise sobre uma espécie
de impulso de morte né e uma relação
difícil com a questão da Morte que
envolve mistério
temor medo por isso que uma das coisas
mais características do ser humano assim
que até faz a ponte né com a questão da
fé é exatamente que você tem os grupos
humanos mais digamos rudimentares em
termos de complexidade de civilização
enterrando seus mortos né curioso uma
das coisas que me chamou atenção lá no
museu de arqueologia de Israel né são
uns ossuários assim feito de argila mas
muito antigo aquilo tem milênios né onde
eram guardados os ossos né então você vê
um predomínio assim da cultura Mundial
digamos assim de uma relação difícil com
a morte né essa relação difícil com a
morte é curioso que ao mesmo tempo que
traz todo
o medo um Pavoro um distanciamento né um
sentimento de estranheza aí que vem ao
lado meio assustador de hoje tem um lado
mórbido né e é curioso isso é como a
gente vê esse lance do Fascínio eu gosto
de me lembrar por exemplo da civilização
egípcia né o pessoal vivia e em função
da Morte né então quer dizer a vida de
um egípcio era construir um caixão
gigante chamado pirâmide né para o faraó
que era um divino humano né e o Livro
dos Mortos do Egito né a ideia da pessoa
passar vida toda pensando sobre isso né
e é assustador como diante dos mistérios
por exemplo praticavam sacrifícios
humanos né isso você vai ver na história
do habitas você vai ver na história
de povos de cananitas em torno de Israel
né E aí é uma coisa interessante né que
que o Pensamento bíblico num primeiro
momento se distancia da Morte né é uma
coisa curiosa Porque como a galera era
meio assim fascinada parece que esse
negócio de filme de terror é coisa
antiga né como todo mundo muito ligado
com isso na Bíblia existe uma ênfase
dizer que Deus é o senhor da vida né
Então muitos por exemplo mandamentos do
Antigo Testamento
eles tinham a intenção de ter uma
postura de distanciamento daquilo que
envolvia a realidade da Morte né então é
realmente uma coisa tá clara né a morte
não é trabalhada de boa na história da
Cultura né ela tem um sempre um ritual
que acompanha o digerir da Morte né ela
ela marca um amedrontamento uma atitude
difícil de lidar o estranhamento está
presente e quando se aproximam se
aproxima de uma maneira eu diria assim
problemática né até o ponto de ter o que
a gente chama do elogio da Morte né eu
sei de
tribos indígenas onde o indivíduo quando
ele acha que chegou o tempo dele ele
larga todo mundo vai lá para o alto da
montanha e fica lá até falecer
que você tem culturas e que até
valorizam o suicídio né aquela coisa da
pessoa tirar a própria vida né com você
tem por exemplo no contexto japonês por
exemplo o araquiri né E claro que isso
tem elementos aí culturais específicos e
não é só lá mas a gente tem uma coisa
bem complicada com a morte e por isso
acho que é isso que o pessoal hoje
talvez pense negar que tá falando sobre
Halloween falando sobre
media de Finados todos os santos Que
história é essa né então eu acho que a
cultura de hoje uma coisa que eu andei
pesquisando e lendo que que os
estudiosos falam que hoje nós temos a
prática da repressão da morte na cultura
Consumista e
absolutamente
superficial né porque antigamente
as crianças né adolescentes cresciam por
exemplo
nervosos bisavós falecendo hoje não a
morte está escondida nos hospitais né
acho que a situação da covid trouxe um
susto muito grande né e a maneira de
lidar com isso quer dizer ou é uma fuga
pelo medo ou é uma entrega
assustadora apavorante e de certa forma
disfuncional por isso é que a gente tem
essas datas no calendário
falando disso né Isso não tem
importância né aí vale a pena então a
gente pensar e refletir sobre o que Deus
e as escrituras têm a dizer para a gente
a respeito desse assunto importante a
coisa realmente é de matar
É verdade é inclusive assim só por
curiosidade o Dia dos Mortos lá no
México e aí nas comunidades mexicanas em
outros lugares foi considerada pela
Unesco como o dia né como um Patrimônio
imaterial da Humanidade
é tanto é tão grande é essa questão tão
forte é essa questão e eu me assusto um
pouco porque as pessoas usam
eu vi também que as pessoas usam e hoje
tá uma moda isso usa caveirinha
toda enfeitada camiseta com caveira tudo
com caveira né como se isso fosse algo
assim também
divertido né
Acho interessante assim essa
superficialidade mesmo essa forma de
lidar também
elementos que falam da Morte dessa
talvez não sei se é uma negação né se
algo assim mas vamos lá
agora é interessante
essa você já comentou saiam essa questão
do Halloween né mas o Halloween Não Era
exatamente o Halloween a gente falou
também que em outras culturas né eu sei
que na Ásia tem esse dia não é bem um
Finados mas é um dia que você prepara
todo assim você visita cemitério mas
também tá ligado com a colheita é
interessante isso tem a ver com a
colheita você faz uma festa prepara uma
mesa para os seus antepassados e recebe
também a visita deles porque lá tem na
Ásia tem isso né o culto aos
antepassados também no fundo são dos
mortos e essa questão do Halloween Dia
de todo santo
da onde que vem essas questões que o
pessoal parece que tá com tanto receio
tanto medo também
e fica só né então porque isso né
Jonathan que que vocês acham
quem gosta de Halloween é o Jonatas e
quem gosta de abóbora
eu sou a cara da caveira né só olhar
para mim já lembra uma caveira jerimum
com carne de sol é muito bem
ele falou abóbora eu lembrei só do do
Camarão da moringa mas aí a gente deixa
para uma outra oportunidade é a questão
do Halloween é uma questão muito
interessante né o nome inclusive que é
uma corruptela do nome original não é
que era o óleos que era o dia anterior
ao Dia de Todos os Santos que é primeiro
de novembro e aí SUS mencionou uma coisa
que é interessante eu tava lendo sobre
Halloween nessa nesse momento do ano que
era justamente no dia 31 de outubro
falando que o halloween Como ele é
celebrado hoje principalmente nas
culturas da anglosfera né dos Estados
Unidos e nas pessoas que estão ali
envolvidas eles têm muita ligação com um
tipo de Cerimônia Celta justamente da
colheita como você falou não é E aí
havia uma cerimônia que você falou lá da
Ásia a gente tá falando aqui do outro
lado da Europa né como as coisas parece
que transitam e as culturas acabam assim
tendo similaridades muito interessantes
E aí nessa festa que era festa feita
Antes desse dia que era o Dia de Todos
os Santos se fantasiavam e se faziam
homenagem sim aos antepassados aí no
caso dos Estados Unidos eu não sei se
ele também não emprestou um pouco do cu
do da celebração lá dos Mortos né do dia
dos mortos porque ele pode ter
emprestado essa cultura de você
fantasiar de caveira e tudo mais que
isso já era comum no México e é bem
comum no Dia dos Mortos do México Então
assim é só para a gente entender que
antes ele era uma uma celebração a ser
uma festa até aqui no caso o
cristianismo empresta essa festa e aí
hoje as igrejas estão vamos dizer assim
morrendo de medo do da cultura e aí eu
acho interessante que alguns têm
levantado uma bandeira a gente tá no
momento da nossa história infelizmente
tão polarizado que você ou você é uma
coisa você é outra então agora as
igrejas resolveram exaltar a reforma
protestante que também é no mesmo dia 31
de outubro e aí rivalizar o Halloween
com a reforma protestante que são coisas
que não tem nada a ver uma coisa com a
outra mas assim são partes da história
da igreja né então é interessante a
gente ver por esse viés que era
realmente uma um dia específico que era
um dia antecipado não era um dia
esperado havia no calendário Cristão
esse dia do dia inferior ao Dia de Todos
os Santos e à noite anterior né que era
o Ivi né do evening então eles esperavam
aí o Dia de Todos os Santos aí muitas
culturas muitas regiões da Europa por
exemplo faziam vigílias nesse dia não é
E então não é impossível que você pensar
que transitar disso aí para uma
relembrança
memorial dos seus antepassados né
lembrados que morreram lembrando que em
algumas o catolicismo durante muito
tempo ainda é doutrina deles é a questão
do purgatório então para muitas dessas
pessoas eles estavam talvez até
intercedendo por aqueles que estariam no
purgatório porque era uma doutrina era
uma doutrina presente aí na cultura mas
eu vou deixar o pessoal falar mais sobre
a questão do Halloween que tem gente que
tem mais conhecimento que dá uma
curiosidade que tá conversando com um
pessoal né vai ser ambiente que comemora
muito e aí eles estavam falando que você
se fantasia
porque aos espíritos passam quando você
tá fantasiado ele passa por cima achando
que você é um deles então eles passam
adiante
Essa é um dos motivos é para pensar né
Talvez o próprio medo da morte causou
isso e hoje virou uma uma festa né onde
fantasia e aí Áquila
a Na verdade eu tinha essas informações
colocadas daquilo que foi a migração de
uma festa Celta foi assimilado como uma
festa
Cristã Também com outro significado né a
o Panteão Romano anteriormente que havia
sido consagrado como um símbolo agora
Cristão e isso aconteceu aí se eu não me
engano no século 6
passou a também simbolizar essa festa
que é celebrada um dia primeiro de
novembro né que é o Dia de Todos os
Santos então todo o período de 31 de
outubro primeiro de novembro e o dia 2
de novembro seria um período para
lembrar daqueles que morreram
o Halloween seria uma espécie assim de
lembrança mais generalizada
Originalmente A partir dessa perspectiva
Cristã O Dia de Todos os Santos por
aqueles que morreram e já estão no
paraíso já são santos e o Dia de Finados
seria então o momento de interceder ou
lembrar dependendo também da fonte que a
gente consulta ou da tradição que se
pertence daqueles que morreram mas não
estavam completamente purificados dos
seus pecados e por isso estão no
purgatório como a doutrina católica
sustenta né então esse período do
Halloween seria uma lembrança dos
Mártires lembrança daqueles que morreram
já estão no paraíso uma lembrança
daqueles que morreram e continuam no
purgatório mas claramente envolvendo
elementos
cristãos né dos primeiros séculos do
cristianismo
celtas como o Jonatas apontou de uma
festa Originalmente pagar e também a
daquilo que eram as tradições religiosas
romanas então nos parece que até chegar
a forma atual que também não parece
com aquilo que eram essas celebrações
originariamente houve uma grande mistura
de crenças conversão de símbolos né
e tradições que nos fazem entender um
pouco por que que isso é Celebrar também
de tantas formas diferentes já citamos
algumas vezes a questão do Dia dos
Mortos no México e lá houve uma uma
fusão de culturas até distintas porque
já se celebravam alguns ritos dedicados
aos mortos no México muito antes
de essa celebração Cristã acontecer lá
né então os povos que habitavam a essas
regiões da América do Sul México e
várias etnias que podem ser pontuadas
para região que hoje é o México tinham
celebrações que envolvia inclusive o
Deus da morte então é muito diferente a
gente ver aquilo que é o Halloween
representado nos filmes O celebrado já
aqui no Brasil para algumas pessoas
daquilo que é o Dia dos Mortos para o
mexicano né isso porque existem
elementos muito fortes dessas culturas
que anteriormente tinham os ritos de
adoração a um deus da morte ou Deuses
relacionados à morte que também eram
Deuses relacionados a algum tipo de
fertilidade de vida então é mais ou
menos essa ligação de morte vida ou
renovação da terra e de outras coisas
que justificava inclusive algumas coisas
que são muito estranhas a nós como por
exemplo sacrificar pessoas
nesses ritos ligados a um deus da morte
porque era ideia que isso era necessário
para que houvesse algum tipo de
renovação da vida então as caveiras eram
expostos como troféus ou sacrifícios
valiosos entregues a esse Deus e que era
necessário para continuidade da vida
dessas culturas então aquilo
a gente percebe de formas de assimilação
da Morte inclusive nessa celebrações que
compartilham a mesma data são muito
variadas as interpretações e as junções
culturais variam muito ao longo do tempo
que é interessante a gente observar
é que a gente vê que essa data né ela
marca esse momento aí
do final né do fim do para o outono no
meio na direção do inverno e essa é uma
data também de colheita né E A grande
questão né que às vezes antes do pessoal
ter muita opinião forte é importante ver
a dinâmica como é que isso se desenvolve
né as culturas tem aquele pavor né
diante da ameaça
da Morte né numa situação complicada e
como estava ligado ao mundo espiritual
então eles tinham esse esse receio e até
a gente vai ver que por exemplo o
próprio Halloween tem esse lance da
abóbora e apesar que o jackier lembra lá
de um irlandês que morreu alcoolizado é
uma história meio assustadora né mas é
porque tem que haver com do Outono né
das folhas secas e também como um
momento de última colheita E aí você tem
o preto por causa da escuridão que
começa a aumentar né especialmente no
hemisfério norte e aí o que que os
antigos tinham em mente Olha quando a
gente vai mexer com o mundo espiritual a
gente tem que fazer alguma coisa e duas
reações aconteciam uma era tentar
agradar né Essas realidades aí espíritos
poderes do mundo espiritual e por isso
se fazia alguma coisa e o outro Era
exatamente
afastá-los que é uma cultura que
permanece você vai ver isso em vários
lugares no mundo essa ideia da careta né
Essa Ideia da coisa feia supostamente
para
ludibriar né inclusive Isso você vê
tanto na Europa como na Ásia como outros
lugares por exemplo ninguém percebe né
que as igrejas as catedrais Elas têm uma
de gárgulas assim né que ficam lá com
Aquelas caras estranhas porque a ideia
era que a igreja era um ambiente né onde
estava a mão de Deus e então os
espíritos os poderes maus dos quais os
pagãos tinham medo Eles eram assustados
ali né e não poderiam entrar né por isso
que até na hora da morte a pessoa era
enterrada junto à igreja ou no jardim da
igreja no cemitério nessa ideia de
tentar limitar né a realidade espiritual
ao espaço geográfico Então tudo isso tá
envolvido e é curioso porque o que que
acontece né quando a cristandade cresce
sobre a influência da cultura bíblica
ela dá um tom diferente nessa história
né ela dá um tom diferente porque aí
você tem né o momento da celebração dos
Mártires né você tem é por isso que fala
Dia de Todos os Santos né mas quando a
cristandade chega nessas culturas E aí a
gente tem que ver né que o Evangelho se
espalha desde o mundo Greco Latino chega
no mundo germânico e depois chega no
mundo Celta né e o celtas não são
germânicos são os habitantes que estavam
nas ilhas britânicas antes da chegada
dos germânicos especialmente os ângulos
né E também juntos e depois saxões né E
lá estavam os Picos os escrotos né
aqueles povos originários dali Pelo
menos antes dos germânicos chegarem E
eles tinham essa relação um filme
interessante um pouco antigo que mostra
um pouco desse ambiente Pagão assim
forte é o chamado homem de palha e que a
gente vê esse elemento aí pertinente a
essa situação e então lá se desenvolve a
tradição mais ligada
Raízes do ambiente
com simbologia pagã E aí que acontece os
irlandeses que migraram em grande
quantidade para os Estados Unidos
levaram isso para lá então na verdade é
uma coisa principalmente ligada ao mundo
né de origem Celta e irlandesa e a coisa
então adquiriu esse perfil agora eu não
sei se a gente pode assustar as pessoas
aqui
ou se elas vão morrer de susto né mas na
verdade na verdade apesar do Halloween
ainda mais para nós brasileiros é uma
coisa tão esquisita né tão estranha tão
assim
desaculturada né nunca foi assim a cara
do brasileiro gostar dessa coisa mais
macabra assim né brasileiro gosta é
bater bola na praia gosta de outras
coisas assim historicamente né esse
elemento macabro nunca teve tanta força
né diferente das culturas do Hemisfério
Norte onde essa relação é mais intensa
a gente vai ver na verdade se a gente
for atrás muitas das práticas festas
elementos culturais que nós temos a
nossa tradição ele tem um pezinho
no mundo Pagão né então desde por
exemplo as coisas que a gente tem na
Páscoa tem no Natal nas festas de
aniversário né a cultura não é pura e a
coisa mais impressionante até na própria
Bíblia muita coisa que se tornou
realidade na tradição do povo de Israel
entrou na cristandade originariamente
tinha esse contexto Pagão por isso que a
gente tem que
analisar isso como
atenção e com o enfoque bíblico
missiológico né no sentido em que em vez
da gente comprar né a ideia do Halloween
como se fosse a todo mundo tá fazendo a
gente faz também e sair vestido de
morcego por aí
e em vez que a gente por exemplo
diabolizar e achar que qualquer osso né
de frango que fique no prato pode ser um
sinal do Halloween que invadir o seu
almoço né a gente precisa ver qual
oportunidade que a gente tem nesse
contexto para mostrar
como é que a bíblia trata como é que
Deus trata com essa questão que envolve
a dor e a luta que envolve a relação com
a morte
muito bem é realmente
é interessante essa questão né do
Halloween mas para a gente falar a gente
está falando sobre a morte a morte ele
realmente não é algo comum normal para
gente né a gente como cristãos a gente
parece que assim a realidade de Deus a
gente entende essa realidade que não é
uma realidade que Deus colocou
como algo né para ser vivido Então como
a gente lida com a morte como a gente
deve lidar com essa questão da Morte e
parece que a gente tem uma eternidade né
dentro do nosso coração assim parece que
a gente quer todo mundo busca isso mas a
gente às vezes também não sabe lidar com
essa questão da Morte como a gente tem
que lidar com ela né Vocês podem falar
um pouquinho
olha Suzy eu acho que até voltando para
a pergunta Inicial sobre o porquê de
tanto Fascínio ou tanto medo mas tanto
interesse em relação à morte e juntando
com a forma que acredito ser adequada de
olhar para a morte também a luz da
Bíblia é enxergar que a morte nos coloca
diante da finitude um fato de que nós
temos no coração a eternidade mas nós
não conseguimos alcançá-la Nós pensamos
sobre isso desejamos não passar pela
experiência dolorosa de se separado da
das pessoas que amamos nós temos a
sensação de que o tempo é muito curto às
vezes para fazer tudo aquilo que a gente
gostaria de fazer e o fato de que a
morte também imprevisível não só nosso
tempo é menor do que o esperado Mas a
gente não sabe quando vai acontecer nos
coloca num ponto de vulnerabilidade
assim de estar sujeito as coisas que nós
não controlamos
Então acho que um ponto fundamental de
nós olharmos para a Bíblia e
percebermos é é que de fato a morte é
uma coisa que está além do nosso
controle individual nós não podemos
resolver o problema da morte não somos
seres infinitos pelo nosso trajeto aqui
por aquilo que simplesmente a gente pode
construir para aquilo que a gente pode
determinar e isso nos coloca diante da
necessidade de se tivermos algum de
alguma forma o nosso Anseio e até certo
ponto no nosso coração a necessidade de
atendida isso tem como uma dependência
Divina isso vem com uma dependência de
Deus então a morte nesse sentido ainda
que ela em si não seja boa ela nos
coloca diante de um questionamento que
pode sim ter uma resposta muito positiva
que é eu sou um ser completamente
infinito independente Eu preciso da ação
divina e uma outra coisa aí tem vários
que a gente com certeza vai pontuar mas
só para trazer a nossa reflexão agora é
também não Romantizar a morte como você
colocou tem muitas pessoas que lidam com
a morte como se fosse algo que pudesse
ser suavizado ou até mesmo tornado em
algo positivo a gente pode brincar com
os elementos da morte a gente pode achar
que ela não é um problema assim e a
forma como a Bíblia lida com isso é como
inimigo a morte é um inimigo a ser
vencido é o último inimigo a ser vencido
como primeira Coríntios 15 e a gente
precisa enfrentar o problema de frente é
dolorido parece ser anti-natural porque
ela não foi uma coisa que veio a fazer
parte da nossa existência como todo o
resto a morte não é algo que pode ser
tornado em um elemento agradável a gente
não pode lidar com a morte como se fosse
eu vejo essa forma de tratar inclusive
dentro de Muitas igrejas como um rito de
passagem simplesmente como uma
transformação de um estado para o outro
não é assim que a se refere à morte a
morte é um inimigo nós temos convicção
de vitória sobre esse inimigo mais
existe sim todo esse elemento negativo
que precisou ser superado E aí talvez a
gente possa falar mais à frente sobre
essas questões explicadas a superação da
Morte mas que precisa ser tomado na
natureza como ela de fato é né então são
alguns elementos
eu acho que uma questão que também a
gente pode abordar a respeito disso é o
porquê da Morte né aquilo ela falou
muito bem aí como a Bíblia ela ela
apresenta a morte no caso ali de
primeira Coríntios 15 até uma pessoa
unificação dessa morte que é vencida né
E como sendo o último adversário
mas a gente entende que quando vai
se aprofundando e vai vendo a história
da Redenção que é apresentado desde lá
do Antigo Testamento nós vemos que a
morte ela é uma consequência e Inclusive
eu não vou responder isso vou deixar
para o Saião Mas tem uma ideia muito
interessante de que a morte ela como
consequência ela é uma consequência que
tem dois como se fosse uma moeda que tem
dois lados é uma moeda um lado da moeda
punitivo né ou seja pela sua
transgressão pelo seu pecado pelo seu
erro
você agora vai precisar pagar por esse
erro e esse erro é o que você vai ao
estar afastado de Deus vai chegar o
final da sua existência né como todos
nós vamos passar mas por outro lado ela
também tem Esse aspecto vamos dizer
assim da da Misericórdia barra Redenção
de Deus porque a nossa existência atual
se ela não houvesse finitude se não
tivesse um encerramento nós viveremos
eternamente nesse estado de pecado e
isso não foi eu que essa essa
A análise inclusive que eu vi uma vez o
querido saudoso já falecido o Dr russeld
falando dessa questão justamente com
esse viés né que tem esse lado da Morte
que realmente não não porque a gente
pensa muito assim para pessoa que morre
faz muito sentido essa ideia de rito de
passagem a pessoa que morre em Cristo
Jesus morre com a certeza da sua
salvação Então ela realmente passou ali
a partir daquele momento a
ingressar esse novo estágio de
existência que nós não temos muita
informação a não ser aquilo que o texto
bíblico nos apresenta não é e também
falaram aqui depois a gente pode até ver
uma pergunta que é a questão das
experiências de quase morte né a gente
depois entra nesse assunto tem uma live
inclusive muito boa no nosso canal
falando sobre isso pastor seu chefe
também falando sobre isso mas
na questão da Redenção ela faz parte ela
para fazer parte desse plano de Redenção
completo que Deus apresenta ali nas
escrituras Então eu vou deixar o Saião
falar um pouquinho mais sobre isso eu
acho muito interessante essa essa linha
de pensamento de que essa morte também
faz parte desse plano de Redenção
a falar eu queria só colocar como
que a realidade a morte é uma realidade
a gente não pode negar isso né é uma
realidade que a gente vive a gente viu
muito mais de perto aí na pandemia
mas eu acho que também tem a questão do
luto de você enfrentar essa questão que
que é uma realidade não é uma ilusão não
é algo né que a gente consegue passar é
uma certeza né então a gente precisa
aprender a lidar com isso aprender
realmente a realidade dessa morte e
também precisa viver o luto eu já vi
muita gente que assim nega né nega a
questão da morte da pessoa e ela acaba
vivendo a vida toda com aquela sensação
de que a pessoa não foi mas foi então
ela não viveu aquilo a tristeza continua
então eu acho que é importante a gente
falar sobre essa questão também como
viver como enfrentar e como viver bem
essa questão do luto a questão né da
morte mesmo dessa realidade saíamos
podia falar também um pouquinho mais
sobre isso
sem dúvida Como lidar com a morte é o
grande desafio né porque é interessante
que a gente tem na cultura popular essa
relação problemática que ela ela varia
né o medo de um temor
desesperançoso diante da Morte Ela traz
acho que especialmente no ambiente
secular uma tentativa de negação de não
pensar de fazer de conta que olha a
gente não deve né É quase que uma
postura de avestruz né no mundo em que
pratica assim a repressão do Sagrado né
e a gente tem ao mesmo tempo essa coisa
em que se desdobra além de um ritual
religioso onde as pessoas de fato tem
uma relação problemática com a morte
como que não aceitando então eles fazem
negociações com entidades eles buscam
contato com os mortos eles fazem rituais
assim que se distancia por exemplo da
proposta bíblica né É interessante como
a proposta bíblica é curiosa sobre isso
né Enquanto muitos por exemplo veneram
ancestrais eu achei interessante
visitando um país do Oriente Médio eu
descobri que lá na região os mais idosos
vem a falecer eles são sepultados na
casa né E o pessoal seputa e se menta
ali simplesmente O vovô tá dormindo no
quarto de baixo né é uma coisa assim
né e
traz para gente
uma ideia que que eu vejo curioso na
Bíblia porque o jeito na Bíblia pensar
também não é como um ocidental moderno
como as pessoas imaginam né a gente tem
um distanciamento complicado em relação
à morte e não sabe lidar com isso o que
que a bíblia faz é interessante ela
trata a morte com naturalidade nesse
viés duplo que o Jonatas mencionou né
que o Áquila também antecipou a Suzy
também tocou aí falando sobre essa
realidade que a morte tá ligado na nossa
relação de ruptura para com Deus ela é
vista de maneira negativa ela é
confrontada por uma postura de esperança
da solução desse conflito e ao mesmo
tempo ela marca a plenitude da
fragilidade humana né e a pergunta que a
gente faz o ser humano Mesmo Sem Pecado
um dia você teria que ter um desfecho
dessa condição
natural frágil da parte
aqui então a Bíblia faz o que a Bíblia
tem uma teologia do lamento né a cultura
do Israel antigo tinha famosa a presença
das carpideiras né que que Jesus fez no
sepultamento de Lázaro Jesus Chorou né
então é muito importante e lidar com a
morte do ponto de vista dessa
capacidade de digerir isso do ponto de
vista psicológico e espiritual porque as
pessoas despreparadas onde não lidam com
isso porque não pensam não tem
expectativa quando aquilo acontece eu já
Participei de sepultamento assim
difíceis demais onde a maioria das
pessoas não tinha qualquer
reflexão ou ideia sobre aquilo então é
um desespero Total ou então uma atitude
de fuga que eu acho que é mais grotesca
que acontece é o que nós temos na
cultura de hoje que é vamos dizer assim
a postura
de
chacota da Morte que eu acho que é um
problema dessa cultura popular do
Halloween onde você meio que trata isso
com essa atitude zombeteira com essa
atitude que é uma fuga que a gente
compreende né a gente entende o
movimento da cultura para lidar com isso
mas é uma fuga nada sábia né você tá
lidando com aquilo que é o seu cheque
mate de uma maneira assim a trabalhar
com elementos de zombaria né que não
chega a lugar algum então que que a
gente tem a gente precisa ter uma
atitude de solidariedade de saber chorar
com os que choram de ter uma postura
talvez diferente de muita gente que
diante da Morte começa a explicar um
monte de coisa e ao mesmo tempo isso que
é impressionante na Bíblia né você tem
não só a cultura de saber conviver com a
de a morte como no mesmo texto de João
11 onde Jesus Chorou existe a
proclamação da Ressurreição Jesus fala
né ali sobre a ressurreição do último
dia lá em João 11:25 e depois Lázaro Vem
Para Fora e ele ressuscita então a coisa
especial e o que faz a gente ter coisas
assim na nossa tradição né que hoje se
perdeu faz tempo que eu não ouço um
Cântico contemporâneo sobre a morte
porque nós estamos praticando a
repressão da Morte né a gente tem hinos
famosos né como fim da lida até real né
muita além desse desse mundo além nesta
vida tão gloriosa ou me encontrar ou
hinos que de fato celebram né a
esperança e a vitória sobre a morte é
que a gente vê com clareza na
expectativa Cristã especialmente
aí na re não né o testamentária e é
aquela coisa tão espetacular do
Apocalipse vem aventurados felizes são
os mortos que agora morrem no Senhor que
as suas obras nos acompanhem Então a
gente tem uma coisa interessante uma uma
relação adequada com os antepassados a
gente evoca a memória deles eles estão
conosco por exemplo Hebreus 11 é a
galeria dos Mortos né Aliás a
interpretação inadequada de Hebreus 11 é
que gerou aí o negócio de todos os
santos né Hebreus 11 ali tem a galeria
dos que se foram e que de alguma forma
estão presentes nesse nessa Galeria da
história da fé mas não de uma maneira
que estejam preso que nós precisamos ter
contato com eles a história deles Fala
alto É nós nos alinhamos com os nossos
antepassados na fé nós celebramos
Essa realidade nós temos condição de
lidar com a dor com luto e a comunidade
da fé serve como consolo e além de
chorar o quanto é necessário chorar e
isso é importante tem gente que às vezes
tem que engolir o choro Tenta né dar uma
de vamos dizer super Santo aliena-se né
mas a coisa não funciona assim na Bíblia
a gente tem assim esse lamento bíblico
tão importante e terapêutico e ao mesmo
tempo a gente chega Nessa amadurecimento
da experiência celebrando a grande
Vitória porque a morte não é o fim ela é
apenas a formatura né quando a gente
chega
do lado de lá
Saião surgiram algumas perguntas aqui a
gente vai começar a ver Por causa também
do horário
uma das perguntas é justamente sobre
aquela questão do que eles chamam de
experiência de quase morte né que parece
que há um como é que eu posso dizer uma
voz assim muito próxima das pessoas que
passam por experiências de quase morte e
relatam as experiências que viveram eu
falei naquela na minha fala anterior a
respeito da de uma não foi uma live foi
uma aula na verdade né que o doutor
Russo é de Deus né Benny o nome da Live
é céu e vida eterna
e tá no nosso canal e ele comenta um
pouco sobre isso mas aí a gente trazendo
para nossa discussão aqui para nossa
bate-papo que que a gente pode falar por
exemplo sobre as pessoas que tiveram
experiências assim e relataram o que
sentiram que viram e o que estava até
porque como a gente já mencionou a gente
tem muito pouca informação exata e
precisa do que tem lá apocalipse nos faz
uma descrição dos novos céus e nova
terra né gloriosa e grandiosa mas a
gente até tem estudo sobre apocalipse no
nosso canal também a gente sabe que tem
muitas simbologia envolvida ali e essas
pessoas trazem uma coisa até certo ponto
mais concreta vamos dizer assim porque
elas estão falando da experiência delas
O que que a gente conhece disso que que
a gente pode mencionar a respeito disso
bom Jonatas e todos os nossos queridos
aí a gente recomenda né essa mensagem do
Dr Shed aqui está na glória né sobre o
céu tá aí no canal da ibmu já tá
disponibilizado tem uma outra mensagem
muito boa que o que será depois da morte
em Lucas Capítulo 16 que é trabalhada e
que pode ser também apreciada por todos
inclusive vocês estão inscritos no canal
cada vez que uma mensagem ao estudo
especial vem você é avisado então isso
ajuda a nós e a vocês também mas olha
Jonatas depois de uma espécie de
em parte da cultura acadêmica do mundo
ocidental houve uma ideia assim um tanto
quanto o materialista mecanicista
tentando dizer que tudo você poderia
explicar dentro dos limites do empírico
né
e do que observava o que seria
constatável mensurável do ponto de vista
da ciência experimental o pessoal
começou a ter surpresas né um livro que
fez sucesso falando sobre isso era a
vida depois da vida o autor era chamado
Raymond Júnior né que vendeu muito e
levou o pessoal a discutir é isso giro
né
alguns livros inclusive Cristão Nós
também saíram e a coisa interessante de
pessoas que de fato são dadas como
mortas clinicamente né E essas pessoas
não têm sinais vitais e a maioria delas
Inclusive tem filmes sobre isso
interessante a pessoa diz que ela viu né
o distanciasse do seu próprio corpo
contemplou o corpo viu as pessoas que
estavam no ambiente onde ela tava
ali deitada e às vezes conta né mais
outras coisas que ela saiu do lugar ela
viu um outro ambiente
junto a sala ou o ambiente onde é que
ela tava e algumas dizem ter entrado
numa numa realidade para
mais distância né da realidade Nossa
aqui e muitos falam de estarem passando
por um lugar muito escuro de terem visto
uma luz de terem visto algum tipo de
vulto alguns apresentam uma ideia de um
medo de um pavor de uma situação
horrível do lado de lá outros falam de
uma experiência de profunda felicidade
alegria extraordinária e alguns até
dizem que eu quem eles estão vendo na de
luz que é identificada do como Deus ou
como Jesus e alguns já chegou olha você
ainda não tá na hora de vir sujeito
volta e acorda no corpo né
E aí é uma discussão sobre isso porque
algumas pessoas chegam a dizer o
seguinte não isso aí é memória do
indivíduo que ele tá lá né aí só uma
combinação de coisas que ele já tem na
mente ou na verdade isso é um tipo um
sonho porque o cara tá sabendo que ele
vai morrer e é um debate sobre isso
agora O Curioso que eu até acho que pode
ser né
que
pode ser que a pessoa tenha tido uma
experiência psicológica a gente tem que
tomar um certo cuidado com isso mas eu
tenho pelo menos algumas considerações
que eu acho muito válidas nisso uma é do
relato de pessoas que mencionam o que os
outros disseram enquanto ela tava
desacordada numa outra sala então a
pessoa tá lá né ali falecida E aí os
seus parentes estão do lado de lá na
outra sala e ela então foi lá isso a
gente sabe que é absolutamente
impossível de acontecer né
e eu tive também
a oportunidade de conversar pessoalmente
de uma pessoa que passou por uma
situação dessa O Curioso é que esse
indivíduo era ateísta
e ele não tinha qualquer inclinação
Religiosa e aquilo me chamou atenção
porque ele tava vamos dizer
pensativo sobre isso porque ele afirmou
né que quando ele teve um acidente onde
ele foi dado como morto e depois houve
aquela chamada ressuscitação ele passou
algumas horas nesse estado ele afirma
ter visto ele se deslocar no seu corpo e
ver o corpo lá embaixo então ele disse o
seguinte para mim eu não sei o que que é
a verdade eu não sei que se é isso que
vocês
cristãos falam tá certo mas uma coisa eu
sei não é verdade que morreu acabou
porque eu vi ali eu sabia na hora eu
percebi e de repente aquilo apagou e eu
quando eu voltei
eu tava ali de volta mas aquilo foi
muito claro para mim então
de fato é muito
razoável até do ponto de vista de muitos
pesquisadores que tem a um elemento Além
disso agora a gente tomar um certo
cuidado cuidado duplo né primeiro o
seguinte eu já vi gente falando não eu
tive uma experiência dessa aí eu fui lá
no céu e ouvi o castelo do pai do filho
e do Espírito Santo e aí eu fui lá ver o
livro da vida e o livro da vida tava
escrito na página tal tal coisa quando a
gente entra num caminho desse em que
alguém se sente autorizado por uma
pretensa visão espiritual Obrigada ao
céu ao inferno ou qualquer outra
realidade isso não deve ser aceito
Porque nós não temos fundamento bíblico
para considerar experiências
particulares quaisquer que sejam elas
vão de diretrizes para nossa realidade
após essa vida e outra que a gente
também precisa diante desse cenários tem
um pouquinho de
vamos dizer bom senso né
porque há certas coisas que podem ser
uma experiência real Mas quem tá vendo
interpretando e dizendo que aconteceu é
um indivíduo comum que pode Nesse
contexto fazer alguma interpretação ou
achar que a luz equivale a b ou c Porque
tudo que passa pelo elemento humano né
merece sempre um ponto de interrogação
por causa da nossa limitação então nunca
faça dessas coisas uma diretriz absoluta
para a vida mas que isso é uma realidade
Na minha opinião Com certeza
acredito realmente que seja
uma pergunta para os nossos
especialistas e Antigo Testamento Osmar
questiona a motivação ou qual é a
motivação de José quando faz os
israelitas jurarem levar seus restos
mortais para serem sepultados na Terra
Prometida e não só é o caso de José em
outras passagens a gente vê o fato de
que eles eram sepultados patriarcas numa
localidade específica
vai lá sair vamos lá ok então Se alguém
quiser falar então uma coisa
interessante é que a nossa cultura ela é
uma cultura
individualista né e que também
não entende Às vezes a importância de um
símbolo concreto e a sua relevância
dentro da realidade
cultural e teológica completa então o
que que acontece no antigo testamento
você tem essa ideia
de que nem na morte você pode ser
separado da comunidade né para gente que
não tá nem aí o cara se desliga da
família se desliga da igreja faz o que
ele bem quer vai isso é muito estranho
né Mas o negócio é que você faz parte do
Povo né então quando um Patriarca vai
falecer alguém morre na época dos
patriarcas diz o texto que ele foi
reunido ao seu povo por isso
essa questão da Sepultura envolve a
coletividade né é uma coisa que a gente
até mantém esse negócio né do sepulcro
da família isso que eu falei do Oriente
Médio do pessoal morrer e continuar por
ali né evoca Essa época né
e portanto o que que a gente tem a gente
tem lá né a Sepultura de Abraão de
Isaque né
E aí a pergunta é como é que o Jacó vai
ficar separado né você tem até hoje em
Israel lá em Hebrom né que é o lugar da
lembrança da do sepultamento lugar da
dos patriarcas E você tem até das
matriarcas né que também são lembradas
lá né Nós temos aí nessa área Rebeca e
Raquel Então esse primeiro elemento tá
aí o segundo é que assim o Egito é muito
complicado né tem que lembrar disso é
outra realidade a maneira como se vê os
mortos então Além do valor que tem a
terra de Israel no contexto herança
abraâmica
você tem essa questão da coletividade E
você tem aí o fato de que a maneira de
sepultar os mortos seu significado é
totalmente diferente Então faz todo
sentido né E aí esse tipo de postura no
texto aliás
a tradição Judaica leva isso tão a sério
né
o respeito pelos mortos a diferença do
paganismo que toda hora vai lá mexe no
cemitério põe a mão do osso não Aquilo é
Inviolável né Aquilo é separado aquilo é
um lugar de impureza toda a proposta da
Lei no Levítico né
você não pode se envolver com nada que
represente o perigo da morte então você
não pode tocar num cadáver quem fizer
isso tem que passar por uma situação de
purificação né Toda essa base de
higiênica que a gente descobre mais
tarde tem muito presente nessa tradição
he antiga né E aí consequentemente o que
que acontece isso Israel ficou tão forte
que até hoje eles têm digamos o
cemitérios especiais e o mais especial
de todos está no Monte das Oliveiras
porque porque o sepultamento e a maneira
como isso é lidado com tanto valor
elevoca a esperança na ressurreição e
como Monte das Oliveiras é o lugar mais
especial assim no sentido do do da vinda
Messiânica Vitoriosa os judeus
religiosos acreditam que quando a
ressurreição chegar quem estiver no
Monte das Oliveiras vai ressuscitar
primeiro né vai ser Ala Vip da
eternidade e vai sair na frente né não
tem nenhuma
nenhum texto bíblico mas só para a gente
ver o valor e a importância a relação
que isso tem na questão da Morte
diferente por exemplo que acontece na
Cremação
a cremação ela parte do preço Poço na
sociedade ocidental mais prático né na
sociedade por exemplo indiana a cremação
a ideia de
libertar o espírito logo da prisão do
povo para ele voltar para a reencarnação
mais rápido possível né O que não é uma
ideia bíblica como a gente sabe de jeito
nenhum
mencionou que a pergunta ali é que
envolve tanto Jacó Como José né na
questão dos ossos do Egito e a gente
lembra que na volta de
Jacó quando ele volta de labão lá da
terra de padano para a região onde ele
vai se estabelecer depois que é o sul de
da região de Israel depois ele vai para
o Egito quando os filhos dele buscam ir
lá que José já está lá já tinha sido
vendido já tinha sido colocado como
chefe é a questão do embalsamamento né
Saião porque assim a tecnologia que o
Egito tinha para a preservação dos
Mortos é uma das coisas que permitiu por
exemplo que depois que eles fossem sair
os ossos fossem levados né até porque
Êxodo vai falar isso né na saída do
Êxodo fala que eles levaram os ossos de
José e no caso os
israelitas que não tinham essa
tecnologia ainda eu acho interessante
porque você citou Hebrom e Raquel não tá
sepultada lá Raquel tá sepultado em
Belém
não é próximo a Belém e as outras
matriarcas estão lá junto com os
patriarcas então é uma questão
interessante até para você se localizar
vamos dizer assim historicamente né para
você perceber essa mudança de tecnologia
mais essa questão que o senhor mencionou
realmente é eu acho que é o grande
diferencial que nós encontramos nas
culturas orientais para as ocidentais as
culturas ocidentais principalmente pós
iluministas são extremamente
individualistas elas apontam muito para
o indivíduo para satisfação do indivíduo
pessoal Enquanto nas culturas que são
culturas mais comunitárias você não é
ninguém fora da sua comunidade você não
é ninguém sozinho Você é parte de um
todo isso eu acho eu até mencionei numa
das minhas aulas eu nem lembro qual foi
a aula que Eu mencionei mas eu me lembro
que Eu mencionei isso ele não lembro
qual foi a matéria que eu tava dando que
Eu mencionei isso mas eu falando sobre
porque que essas culturas perduram na
história né Por que que você tem
tradições como o judaísmo como outras
tradições históricas e hoje não tem uma
cultura Romana propriamente dita vocês
têm os reflexos da cultura Romana que
foram abraçados por outras culturas se
tem um reflexo da cultura grega mas você
não tem mais hoje uma uma grande cultura
grega vamos dizer assim como era
descrita pelos historiadores
antepassados né esse sucombe por conta
talvez até dessa visão mais
individualista e contraste com a visão
social com a visão Comunitária que tem
as culturas orientais
em geral realmente tem essa Cultura né
tudo é em comunidade inclusive os mortos
ou próximos ou na terra natal é muito
normal comum você voltar e pedir para
ser enterrado na terra Natal né apesar
de ter muita mudando um pouquinho agora
essa questão saiu já que a gente está
falando aí do Dia dos Mortos dessa
questão e o Cristão como ele tem que
lidar com isso né já que é um pensa no
Dia dos Mortos aí com essa questão de
presença de espíritos essa fantasia né
que as pessoas até usam para afastar os
espíritos Será que isso já não seria o
motivo suficiente para os cristãos não
participarem ou rejeitarem como é que
tem que ser a nossa postura
nessa questão
olha Suzi isso nos leva ao ver a
realidade por exemplo da Igreja
Primitiva né Onde você tá no ambiente
onde tudo está contaminado então num
certo sentido
o cristão não participa de nada dessas
coisas de modo porque ele não tem essas
convicções Pelo menos eu espero né que
ele não tenha medo de fantasma que não
tenha medo dos mortos que ele não
acredite em nada disso e não tenha
qualquer envolvimento direto intencional
com essas coisas como um participante
realmente ativo isso realmente não tem
cabimento em nenhum aspecto por outro
lado o mesmo Apóstolo Paulo que disse
que o Cristão precisava fugir de todo e
qualquer idolatria por exemplo em
Corinto
ele diz olha vocês comam lá de tudo que
é vendido no mercado sem se preocupar
por causa da consciência e toda a carne
que se comia ali na Ágora né no mercado
na praça de venda do Corinto vinha
diretamente do sacrifício aos Deuses
seria como a gente hoje pegar aí
um animal sacrificado num culto qualquer
que a gente conheça né E até porque
essas carnes tinham um preço melhor e os
cristãos na maioria eram pobres né como
Paulo mesmo diz que a maioria de vocês é
Deus não escolheu os ricos desse século
né então e aí o que acontece não havia
um pavor de que se eles tocasse alguma
coisa e seria prejudicado até Paulo Você
não Coma Se isso foi escandalizar uma
outra pessoa eu me lembro também de
Naamã né quando ele reconhece o Deus
verdadeiro e ele fala né para eles eu
falei eu tenho que ir lá no templo né E
aí quando o meu senhor que é o rei né
que vai lá se inclinar provavelmente
da Síria eu tenho que ir com ele apoiar
no seu braço aí eles vai em paz né então
acho que duas atitudes perigosas que a
gente tem é de fato de entrar nesse
caminho e refletidamente Conheço pessoas
até que começa a se envolver com
ocultismo e eu eu quando era jovem ou
confessar o meu Pecado aqui né não sei
se é possível se arrepender ainda né mas
uns 19 20 anos de idade eu comecei a
assistir filme de terror e me ligar
nessas coisas né E aí aquilo tá meio aí
um dia um sujeito descrente foi lá
parece você acredita tanto em Deus na
Bíblia que você fica vendo esses
negócios acho que tá certo aí eu fiquei
assim com a cabeça baixa Olha que de
fato eu acho que esse negócio não tá
fazendo bem né eu tinha aquela coisa
pelo mistério né aquele negócio de
vampiro né Eu tive um passado meio
Halloween tipo assim né que graças a
Deus aí depois eu pensei Não isso não
tem nada a ver com a minha vida como com
alguém que quer Cristão né então eu saí
fora eu percebi que esse negócio não
tava fazendo bem então ele tem que olhar
né Eu acho que tem pessoas que tem uma
fragilidade maior né para algumas
pessoas por exemplo se envolver com
certas coisas ele pode se afundar então
se você percebe que você tem uma veia
Mística perigosa Sai fora né Isso não é
agora por outro lado eu não posso ter
essa atitude às vezes assim apavorante
que o pessoal tem olha isso aqui tô
dentro Demônio A gente não pode nem
chegar perto Se você ver a pessoa vem te
cumprimentar você nem fala com elas se
não vai pegar alguma coisa do mal em
você né porque não era essa atitude da
Igreja Primitiva a nossa postura
deve ser a que Paulo tem ele chega em
Atenas lá no monte de Altares gregos e
chega lá e ver um Deus que não tinha a
ver com Deus da Bíblia eles tinham medo
né de vários vários deuses e tinha um
Deus queira chamar um desconhecido ó se
ficar algum de Fora para que não ficar
bravo com a gente Paulo chega lá em vez
de quebrar os altar de falar que aquilo
ali do demônio que aquilo tem coisa ele
fala eu vim falar sobre isso ele achou
uma ponte para anunciar o evangelho
então uma época como essa quando as
pessoas estão vamos
da atitude de escapismo e lembrando da
realidade da morte eu acho que é uma
oportunidade da gente anunciar o
evangelho Então se alguém chega na sua
casa ela falou olha eu vim aqui pedir
doce não tem problema você dar um doce
para pessoa vai lá e dá uma palavra de
evangelho ou pode até orar pela pessoa
ou cria uma ponte em vez de você tipo
assim outra pessoa né ou se alguém tá
fantasiado e vem falar qualquer coisa
para fazer uma brincadeira isso não vai
pegar em você então eu acho que tem um
grupo de pessoas que entra assim numa
polêmica
desnecessária né além do que é sábio e
você não vê isso no Novo Testamento né
os discípulos lá né Por exemplo imagina
Paulo e Barnabé chegam lá quando vão
visitar a lista e quando deve e os cara
fala o quê que Júpiter e Mercúrio
desceram Até nós imagina se fosse o
pessoal não como assim Júpiter não selar
esse negócio agora não tem mais nada não
sou Júpiter coisa nenhuma nem mergulho
agora quando eles partiram para cultuar
E trouxeram mesmo ali sacrifício não
espera aí agora o pessoal realmente tá
precisando de Então você tem que ter
esse equilíbrio né de usar a
oportunidade para
pensar sobre a realidade da Morte e
entrar com aquilo que o evangelho pode
fazer de diferença abençoar as pessoas
né e ter uma atitude Claro sóbria né de
não entrar de cabeça em qualquer caminho
ocultista porque isso certamente não tem
nada a ver com a proposta
a bíblica e da palavra de Deus
Eu discordo aí com saiam só de uma coisa
quando ele disse que se alguém vier
pedir doce aqui você tem que dar eu não
porque vai acabar os meus doces eu fico
com os meus doces aqui em casa é Saião
tem uma pergunta muito boa é assim eu
nada com Sonrisal na mão tem uma
pergunta interessante aqui que envolve
justamente hoje né que é o dia 2 Dia de
Finados Muitas pessoas têm costume de
visitar né fazer uma uma visita ao
túmulo das pessoas que foram enterradas
da sua família e tudo mais e
para algumas pessoas isso pode soar meio
como se fosse realmente um culto aos
mortos né ou uma uma celebração em
homenagem eu não sei exatamente como
pontuais aqui e aí tem uma mesma pessoa
faz a outra pergunta foi Elizabeth fez
as duas que eu acho que você pode aí tem
essa questão de você chegar lá e fazer
ir ao túmulo e tem muita gente que
aproveita esse dia até para limpar né
porque como cemitério não é o que a
gente costuma passar todo dia pode
juntar poeira cair folhas de árvores e
coisas tudo tem muita gente que faz uma
limpeza noturno e também tem o caso
daquelas pessoas que quando vão almoçar
chamam a família e coloca um prato com
falecido né Deixa lá o espaço do
Falecido como é que a pessoa ou como é
que nós devemos vamos dizer assim
publicamente pensando lidar com esse
tipo de atitude né Nós devemos continuar
praticando isso Isso é uma questão
cultural como é que você vê isso aí
olha Jonatas É de fato as posturas são
diferentes né então tem gente que vai lá
só visitar o túmulo como uma espécie de
memória honrosa né dos antepassados
tem gente que acredita na possível ajuda
para as pessoas na realidade espiritual
então eles lá sempre uma vela fazem
alguma prece algum ritual achando que
isso vai ajudá-lo tem outras crenças que
sugerem que se você for e fizer suas
antepassados vão ajudar você não é você
que ajuda é você que é ajudado então
eles entendem que esse elemento honroso
isso é mais comum no Oriente né vai
garantir a sua caminhada aqui né E
algumas culturas e rituais de fato tem
até o costume
levar alimentos e fazer algum tipo de
celebração é raramente Você tem uma
coisa que é efetivamente culto aos
ancestrais como se fosse uma adoração
mas existe vamos ver algo que chega
perto de uma veneração então se você é
um cristão autêntico é claro que isso
não cabe para nós isso não tem
fundamento bíblico Ninguém vai né aí
numa atitude como essa agora se você tá
num ambiente em que você eu estive num
país da Ásia alguns anos atrás
dando uma série de estudos numa região
onde isso era muito comum eu tinha uma
pessoa em crise lá porque ela falava
Olha eu o meu esposo né faz isso ele tem
que ir Isso é uma coisa exigida na nossa
cultura se eu não for significa Como se
eu tivesse
dando um tapa no rosto né
da família dele né E a questão da honra
dos pais dos avós é algo muito sério e
aí eu eu tenho receio Se eu for eu tô né
desobedecendo a Deus E se eu não for eu
vou ter um conflito com o marido com a
família com toda a sociedade Então nesse
sentido
é algo que você tem que ter uma relação
de Equilíbrio meu conselho é que a
pessoa vá e esteja socialmente presente
mostrando uma atitude de
solidariedade e de reconhecimento sem se
envolver e nenhum ritual religioso né
esses dias alguém me chamou por exemplo
aqui Alguém me convidou por exemplo para
ser padrinho numa cerimônia numa igreja
que não é Nossa a igreja que tem outra
tradição de Ensino você acha que tá
errado foi bom se você vai ser o
padrinho ou a madrinha né
[Música]
segundo essa tradição você vai ter a
oportunidade de ensinar sobre a fé para
essa pessoa a responsabilidade do
pessoal lá é outra né E aí então a gente
tem muito uma mentalidade Jônatas Suzi
Acre que tudo que pega na gente
contamina tudo vai a gente tem que
pensar um pouco diferente quer dizer eu
sou luz eu vou entrar no ambiente e lá
eu é que vou trazer a influência não é o
que você contaminado por isso é
interessante que no Israel antigo muita
coisa que fazia parte do mundo Pagão
Quando Israel entrou em contato é
transformou aquilo trazendo uma
ressignificação então por exemplo
se eu vou no ambiente desse e eu conheço
igrejas e comunidades que fazem isso com
muita atenção eles estão presentes por
exemplo num dia como esse eles estão ali
para consolar as pessoas e eles estão
oferecendo ajuda né uma vez eu fui
convidado para falar no ambiente onde as
pessoas tinham perdido todos os seus
entes queridos inclusive filho jovens né
E eles estavam dizendo o seguinte Olha
tem um pessoal de um grupo misto que diz
que os nossos filhos estão aparecendo lá
e eles estão querendo conversar com a
gente a gente tá com dúvida sobre a
questão da morte ou pode nos ajudar a
entender sobre a morte e eu fui lá no
ambiente inclusive que nem era religioso
para falar sobre esse tema Então a gente
tem que talvez perder um pouco dessa
paranoia Mística e entender que a gente
pode entrar no ambiente que as pessoas
que estão lá são seres humanos né a
efeitos a imagem e semelhança de Deus
com dor no coração buscando a resposta e
a gente pode fazer é diferença né e
agora claro isso tem um limite né Eu não
posso ir lá e
receber algum tipo de ritual totalmente
ligado a algo contrário a Bíblia não
posso ter um envolvimento assim nesse
sentido mas não há nenhum problema que
não é contaminado por pisar no outro
espaço religioso e isso fica muito claro
né no Novo Testamento
se eu puder propor a última pergunta não
sei na verdade isso é a última Mas uma
pergunta que surgiu no chat eu achei
interessante que é não é uma coisa de
talvez primeira necessidade de termos
teológicas mas é curiosa que é como é
que vai ficar a ressurreição de Corpos
carbonizados ou pessoas que foram
completamente
desfiguradas no momento da sua morte um
acidente alguma coisa assim que que você
aproveitar né para a gente falar da
questão pós morte né
como Nós cremos como a Bíblia fala dessa
questão
aproveitando
essa pergunta acho que vale a pena a
gente falar das duas
muito bem Um abraço para o nosso querido
Jefferson aí que conhece bem a realidade
da Ásia e tá interagindo com a gente né
e Outros tantos outros queridos também
Mas de fato né o que que acontece toda a
realidade da Ressurreição é apontado na
Bíblia como absolutamente Milagrosa na
ressurreição vai depender do estado de
conservação do corpo da pessoa pela
funciona bem né Então quem foi
carbonizado né quem foi comido por leões
Quem morreu de morte natural Quem morreu
de alguma traga ou Doença terrível Quem
morreu de velhice né a expressão do
Apocalipse é interessante deu um mar os
mortos que nele havia né
Então nesse sentido
a ressurreição será igualmente poderosa
para todas as pessoas que morreram das
causas mais variadas possíveis né E
nesse sentido O que que a gente tem
assim a gente tem o que a gente chama de
um paradigma né
de escatologia individual e escatologia
vamos dizer histórica geral né quando a
gente morre a gente vai para a realidade
do mundo dos mortos e essa realidade a
Bíblia deixa clara ou é uma realidade de
bem-aventurança de felicidade né como
continuidade da vida que a gente teve
aqui sobre a graça de Deus através
do perdão e da salvação que temos em
Cristo Jesus ou a pessoa entra numa
situação de tormento e sofrimento dando
sequência ao tipo de vida de ruptura
para com Deus isso na naquele Episódio
lá do rico e Lázaro Lucas né Capítulo 16
muitas pessoas imaginam que quando a
gente morre a gente fica dormindo né Não
acho que essa ideia faz ah mas porque a
Bíblia fala lá que aqueles que dormem
Isso é uma linguagem figurada né não é o
caso Paulo diz eu gostaria muito de
partir e estar com Cristo né o ladrão da
cruz não tem uma promessa de que ele vai
passar né um período lá de de
descanso para depois ele encontrar a
eternidade Então essa não parece ser a
realidade né
e portanto a gente vai para a presença
de Deus mas nesse momento que a gente
desfruta ou então sofre as consequências
da vida mal vivida
a gente vai aguardar o momento que se
define as catologia geral Quando Deus
era ordem né e chegar ao final dos
tempos aí você está lá na presença de
Deus em espírito né quando chegar o
momento final vai haver a ressurreição
dos mortos e e nós teremos teremos
integrados plenamente né a nossa
realidade de termos o corpo unido ao
estudo ao Espírito para ter o corpo
glorificado a semelhança de Jesus que é
chamado aquele que as Primícias os
primeiros frutos né e assim então vamos
ter a eternidade e infelizmente a grande
verdade é que aqueles que depositaram a
sua fé em Cristo que encontraram a graça
de Deus que responderam ao chamado
Divino Essas pessoas vão ter o que a
bíblia chama de vida eterna a sua
Plenitude então com o criador e Redentor
e quem na sua ruptura Com Deus Não Abriu
a sua vida né para essa realidade essa
pessoa vai passar por aquilo que é morte
eterna que significa alienação
permanente da relação com Deus e sendo
digamos assim refém de da caminhada
que o colocou em condenação que
historicamente a gente tá mais
acostumada a chamar de inferno né Tem
até uma mensagem também na ibmu falando
sobre isso por isso que a questão da
Morte muito importante para a gente
pensar não só porque ela representa com
o desafio desse lado antes de
atravessarmos o outro lado mas como
também a realidade de que a gente
precisa estar preparado para a realidade
da vida eterna então todo aquele que nos
ouve não pensa nisso hoje pense
sinceramente Abra o seu coração para
graça de Deus para receber Cristo Jesus
no seu coração porque todo aquele que
nele crê a Bíblia afirma tem a vida
eterna e que Deus nos abençoe a todos
Deus abençoe a todos e obrigada pela
participação dessa Live vamos ter um
momento de finalização aí Jonatas
eu quero agradecer aí o Saião pelas
explicações realmente muita coisa para a
gente pensar e rever vários conceitos né
e deixar esse recado final aqui né que
como nós vemos a morte como
não como uma personagem na história mas
como acontecimento A Bíblia nos fala que
ela vai ter um fim não é e esse fim esse
Marco final que representa aí o
a completude dessa Redenção que nós
lemos no novo testado na Bíblia como
todo mas principalmente também ali no
Novo Testamento no livro do apocalipse
que mostra essa vitória final do Reino
de Deus é o momento que nós temos é
agora né Nós temos esse momento para nós
revemos nossas atitudes revemos nosso
pensamento revemos aquilo que temos
feito e entendermos essa expressão de
amor de Deus através do seu filho Cristo
Jesus para nós então temos que realmente
tomar uma decisão tomar uma atitude e a
morte continua trazendo todas as
dificuldades que nós temos hoje mas
agora com uma nova perspectiva de
estarmos com Deus quando nós saímos
dessa existência então boa noite a todos
e um forte abraço todo mundo que nos
acompanhou
bom falar sobre a morte é importante mas
Bom mesmo é falar sobre a ressurreição e
o centro da mensagem do Evangelho é a
ressurreição de Cristo se Cristo não
morreu nada do que a gente querer Faz
Sentido e nós somos dignos da mais
profunda Piedade dos outros como coloca
a Paula em primeira Coríntios 15 na
verdade aquilo que é a ressurreição de
Jesus é o que dá sentido para tudo que a
gente vê na mensagem do Evangelho na
pregação dos Apóstolos e é o coração da
Esperança Cristã que nós passaremos
pela ressurreição venceremos com Cristo
a morte e herdaremos com ele todas as
coisas como Cordeiros como Paulo também
coloque em romanos e isso nos dá num
sentido de vida completamente diferente
o Sofrimentos que nós experimentamos
agora não estão na mesma escala de
comparação com aquilo que nós
experimentaremos a partir da Glória da
Ressurreição e por isso nós nos
alegramos quando lembramos da morte
porque ela também nos lembra da
Ressurreição do nosso senhor Jesus
Muito obrigado a todos Deus abençoe a
sua vida obrigado por pela participação
importante aí A Susi Áquila Jonatas né E
você que nos acompanha continue
sintonizado com a gente né e viva a sua
vida como uma vida dedicada ao nosso
criador e ao nosso salvador né porque
exatamente
vivendo assim que a gente constrói uma
realidade promissora para a eternidade é
um prazer muito grande fique sintonizado
com a gente aí bem ou está aí para
servir no reino de Deus e todos estão
convidados né inclusive agora as nossas
celebrações estão acontecendo não só né
através do online mas também
presencialmente esteja conosco e que
Deus nos abençoe
[Música]

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