Nem Zumbi, Nem Finados, Dia Abençoado | Luiz Sayão, Susie Lee, Ákilla Nascimento, Jônatas Hübne
28/10/2022
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[Música] [Aplausos] [Música] Olá muito boa tarde boa noite e para alguns Bom dia seja bem-vindo a mais uma live da nossa ibmu e hoje é que é a coisa tá meio assustadora o pessoal disse que essa Live é de matar mas matar curiosidade a gente vai estar aí conversando sobre o tema que foi anunciado antes de me delogar aí já digo a todos não se esqueçam aí de se inscrever no canal ativar o Sininho divulgar né e eu vou cumprimentar a todos aqui boa tarde Jonatas Áquila Suzy qual é mesmo assunto que a gente vai falar hoje Boa tarde Saião Boa tarde os meus queridos aqui também aqui na Áquila e Suzy Boa tarde todo mundo que tá boa tarde a gente fala porque o sol ainda tá tá começando a chegar o verão né mas já são 6:30 já em alguns lugares é boa noite e realmente hoje o assunto é de matar né Como diz hoje nós vamos ou de morrer né vamos falar sobre essa questão do que passou há pouco tempo né que é o Dia dos Mortos a gente vai bater um papo sobre isso aí também sobre perspectivas dentro do que a bíblia aponta para a gente a respeito justamente desse tema que é vamos dizer assim então desconhecido né O tema é bastante conhecido mas o que que acontece ninguém sabe então a gente vai falar um pouco sobre isso Boa tarde a todos prazer a gente tá mais uma terça-feira aqui conversando com vocês eu acho que esses assuntos de vida e morte sempre despertam o interesse o fascínio e precisam de fato de um conhecimento bem fundamentado nas Escrituras para que a gente não se perca nessas várias narrativas que a gente encontra por aí Só uma curiosidade vou mandar um beijo especial para mainha porque hoje é o aniversário dela no Dia de Finados mas a contradição é da celebração da vida no momento que naturalmente muitas pessoas também estão lembrando de uma data diferente e é um momento para muitas pessoas também de celebração como hoje Boa noite ou Boa tarde ainda a todos né sejam muito bem-vindos aí e muita gente também além do Fascínio tem né um temor Um medo assim de desesperador né desse dia ou dos Mortos né então a gente pode falar até tem muita coisa sobre zumbis né sobre os mortos vivos né muitas coisas assim porque será que a gente fala tanto pensa tanto sobre essa questão né então é isso que a gente vai falar hoje à noite vamos lá então começando aí já que a gente já tá falando dessa questão dos Mortos pessoal né Jonatas Por que será que esse é um tema Tão sim relevante importante é uma realidade tão presente na cultura humana né o ser humano Parece que em todos os lugares né eu lembro que eu tava conversando com um mexicano ele tava falando que lá é uma festa assim né de arrombar assim eles param tudo para Celebrar preparo comida prepara um monte de coisa porque os mortos Vem visitar Então por que será que isso acontece eu acho que é porque a gente tem pouquíssimas certezas na vida Uma delas é que a gente vai morrer olhando para a diferença de experiência que todo mundo tem olhar para essa experiência em como Exige uma explicação por que que a gente experimenta isso e sempre também envolvendo dor envolvendo separação envolvendo tristeza Eu acho que o fascínio Universal vem pela universalidade do fenômeno todos experimentamos isso e também nos coloca diante dessa realidade do que está além né nos faz questionar sobre Será que é o ponto final da nossa vida porque todos nós parecemos ser alguns desejos e anseios de eternidade e a morte parece contradizer isso então necessariamente começamos a pensar e imaginar se realmente esse é o fim da história eu acho que esse isso é parte da explicação de porque temos tanto interesse e Fascínio por isso E como você colocou muitas vezes grande temor sobre a morte também eu acho que também tem a questão do fator especulativo da Morte né as suas mencionou aí por exemplo a questão da da do Dia dos Mortos que é uma festa muito famosa no México e também havia outras festas e outras cerimônias que celebravam por exemplo na cultura Viking na cultura Celta E aí o que que cada povo cada região meio que desenvolveu é justamente uma cultura ou algum tipo de celebração dos Mortos né justamente pela vamos dizer assim pela falta de informações a respeito do que que tem do lado de lá né então assim fica um caráter extremamente especulativo né o que que acontece o que que passa por outro lado como é que funciona né como Aquela até colocou será que esse é o final mesmo da da nossa existência eu tenho mais alguma coisa depois disso então como tem essa esse caráter especulativo muito forte a a mente humana ela é capaz de imaginar coisas a gente se a gente fazer uma comparação eu vou fazer uma comparação aqui entre culturas e e os ritos populares né a gente vai falar dos folclores brasileiros e de outras culturas você percebe como imaginativo é a mente do ser humano né então nós temos o Boitatá como é aquele que anda aquele que anda com a pé para trás que me assumiu o nome agora Curupira aí tem a deusa do Lago a Dama do Lago aí você tem um monte de coisa assim que a gente vai a nossa imaginação imagina tem uma história eu vou entrar com essa história aqui já que tá falando de morte é tem uma ilha muito famosa no no Recôncavo baiano ali naquela Baía de Todos os Santos né Nós estamos justamente no tema aqui da época e tem uma ilha chamada Ilha dos Frades e tem uma do lado da Ilha dos Frades tem a ilha chamada ele é do Medo E aí ele é do Medo conta a história de que era o local onde os portugueses quando eles vieram primeiro fizeram os contatos indígenas com os locais depois que eles dominaram e aí começaram alguns levantes indígenas contra a dominação Portuguesa e tiveram alguns embates obviamente tiveram mortes e os portugueses lançavam os corpos nessa Ilha eles pegavam a ilha você não consegue chegar com embarcação que tenham Aquilo é muito profunda tem que chegar com barcos mais rasos E aí você encostava na praia da Ilha e eles iam lá e jogavam os corpos e obviamente a ciência sabe hoje que essa decomposição do corpo quando ele tá exposto ele não tava enterrado tava exposto gera vários processos químicos ali e alguns desses processos luminescentes então o pessoal que estava aqui no continente na parte de Salvador que via ele à noite via algumas luzes subindo da praia então o pessoal achava que era os espíritos dos corpos que eles tinham jogado lá e ninguém se aproximava dessa Ilha eu quero dizer uma coisa eu já a gente tentou duas vezes chegar nessa Ilha as duas vezes a embarcação deu problema a gente não conseguiu chegar tem alguma coisa lá mas eu vou deixar para sair eu explicar esse negócio aí Rapaz fiquei até com medo da Ilha que eu não sei nem o que que eu vou dizer né Ah bom nessa história aí de falar sobre a morte e os Finados só com comentários refinados aqui para poder trazer luz sobre esse assunto né mas eu tava pensando né porque parece de Fato né que a morte ela ela sempre Traz esse elemento de uma certa estranheza né eu me lembro por exemplo das reflexões aí de um filósofo como marketing Heider né ele dizia que o ser humano é movido né porque ele chamava de hamster né que é exatamente esse medo essa relação de estranheza né E nesse ambiente tem toda uma discussão né na história da filosofia recente e até mesmo na psicanálise sobre uma espécie de impulso de morte né e uma relação difícil com a questão da Morte que envolve mistério temor medo por isso que uma das coisas mais características do ser humano assim que até faz a ponte né com a questão da fé é exatamente que você tem os grupos humanos mais digamos rudimentares em termos de complexidade de civilização enterrando seus mortos né curioso uma das coisas que me chamou atenção lá no museu de arqueologia de Israel né são uns ossuários assim feito de argila mas muito antigo aquilo tem milênios né onde eram guardados os ossos né então você vê um predomínio assim da cultura Mundial digamos assim de uma relação difícil com a morte né essa relação difícil com a morte é curioso que ao mesmo tempo que traz todo o medo um Pavoro um distanciamento né um sentimento de estranheza aí que vem ao lado meio assustador de hoje tem um lado mórbido né e é curioso isso é como a gente vê esse lance do Fascínio eu gosto de me lembrar por exemplo da civilização egípcia né o pessoal vivia e em função da Morte né então quer dizer a vida de um egípcio era construir um caixão gigante chamado pirâmide né para o faraó que era um divino humano né e o Livro dos Mortos do Egito né a ideia da pessoa passar vida toda pensando sobre isso né e é assustador como diante dos mistérios por exemplo praticavam sacrifícios humanos né isso você vai ver na história do habitas você vai ver na história de povos de cananitas em torno de Israel né E aí é uma coisa interessante né que que o Pensamento bíblico num primeiro momento se distancia da Morte né é uma coisa curiosa Porque como a galera era meio assim fascinada parece que esse negócio de filme de terror é coisa antiga né como todo mundo muito ligado com isso na Bíblia existe uma ênfase dizer que Deus é o senhor da vida né Então muitos por exemplo mandamentos do Antigo Testamento eles tinham a intenção de ter uma postura de distanciamento daquilo que envolvia a realidade da Morte né então é realmente uma coisa tá clara né a morte não é trabalhada de boa na história da Cultura né ela tem um sempre um ritual que acompanha o digerir da Morte né ela ela marca um amedrontamento uma atitude difícil de lidar o estranhamento está presente e quando se aproximam se aproxima de uma maneira eu diria assim problemática né até o ponto de ter o que a gente chama do elogio da Morte né eu sei de tribos indígenas onde o indivíduo quando ele acha que chegou o tempo dele ele larga todo mundo vai lá para o alto da montanha e fica lá até falecer que você tem culturas e que até valorizam o suicídio né aquela coisa da pessoa tirar a própria vida né com você tem por exemplo no contexto japonês por exemplo o araquiri né E claro que isso tem elementos aí culturais específicos e não é só lá mas a gente tem uma coisa bem complicada com a morte e por isso acho que é isso que o pessoal hoje talvez pense negar que tá falando sobre Halloween falando sobre media de Finados todos os santos Que história é essa né então eu acho que a cultura de hoje uma coisa que eu andei pesquisando e lendo que que os estudiosos falam que hoje nós temos a prática da repressão da morte na cultura Consumista e absolutamente superficial né porque antigamente as crianças né adolescentes cresciam por exemplo nervosos bisavós falecendo hoje não a morte está escondida nos hospitais né acho que a situação da covid trouxe um susto muito grande né e a maneira de lidar com isso quer dizer ou é uma fuga pelo medo ou é uma entrega assustadora apavorante e de certa forma disfuncional por isso é que a gente tem essas datas no calendário falando disso né Isso não tem importância né aí vale a pena então a gente pensar e refletir sobre o que Deus e as escrituras têm a dizer para a gente a respeito desse assunto importante a coisa realmente é de matar É verdade é inclusive assim só por curiosidade o Dia dos Mortos lá no México e aí nas comunidades mexicanas em outros lugares foi considerada pela Unesco como o dia né como um Patrimônio imaterial da Humanidade é tanto é tão grande é essa questão tão forte é essa questão e eu me assusto um pouco porque as pessoas usam eu vi também que as pessoas usam e hoje tá uma moda isso usa caveirinha toda enfeitada camiseta com caveira tudo com caveira né como se isso fosse algo assim também divertido né Acho interessante assim essa superficialidade mesmo essa forma de lidar também elementos que falam da Morte dessa talvez não sei se é uma negação né se algo assim mas vamos lá agora é interessante essa você já comentou saiam essa questão do Halloween né mas o Halloween Não Era exatamente o Halloween a gente falou também que em outras culturas né eu sei que na Ásia tem esse dia não é bem um Finados mas é um dia que você prepara todo assim você visita cemitério mas também tá ligado com a colheita é interessante isso tem a ver com a colheita você faz uma festa prepara uma mesa para os seus antepassados e recebe também a visita deles porque lá tem na Ásia tem isso né o culto aos antepassados também no fundo são dos mortos e essa questão do Halloween Dia de todo santo da onde que vem essas questões que o pessoal parece que tá com tanto receio tanto medo também e fica só né então porque isso né Jonathan que que vocês acham quem gosta de Halloween é o Jonatas e quem gosta de abóbora eu sou a cara da caveira né só olhar para mim já lembra uma caveira jerimum com carne de sol é muito bem ele falou abóbora eu lembrei só do do Camarão da moringa mas aí a gente deixa para uma outra oportunidade é a questão do Halloween é uma questão muito interessante né o nome inclusive que é uma corruptela do nome original não é que era o óleos que era o dia anterior ao Dia de Todos os Santos que é primeiro de novembro e aí SUS mencionou uma coisa que é interessante eu tava lendo sobre Halloween nessa nesse momento do ano que era justamente no dia 31 de outubro falando que o halloween Como ele é celebrado hoje principalmente nas culturas da anglosfera né dos Estados Unidos e nas pessoas que estão ali envolvidas eles têm muita ligação com um tipo de Cerimônia Celta justamente da colheita como você falou não é E aí havia uma cerimônia que você falou lá da Ásia a gente tá falando aqui do outro lado da Europa né como as coisas parece que transitam e as culturas acabam assim tendo similaridades muito interessantes E aí nessa festa que era festa feita Antes desse dia que era o Dia de Todos os Santos se fantasiavam e se faziam homenagem sim aos antepassados aí no caso dos Estados Unidos eu não sei se ele também não emprestou um pouco do cu do da celebração lá dos Mortos né do dia dos mortos porque ele pode ter emprestado essa cultura de você fantasiar de caveira e tudo mais que isso já era comum no México e é bem comum no Dia dos Mortos do México Então assim é só para a gente entender que antes ele era uma uma celebração a ser uma festa até aqui no caso o cristianismo empresta essa festa e aí hoje as igrejas estão vamos dizer assim morrendo de medo do da cultura e aí eu acho interessante que alguns têm levantado uma bandeira a gente tá no momento da nossa história infelizmente tão polarizado que você ou você é uma coisa você é outra então agora as igrejas resolveram exaltar a reforma protestante que também é no mesmo dia 31 de outubro e aí rivalizar o Halloween com a reforma protestante que são coisas que não tem nada a ver uma coisa com a outra mas assim são partes da história da igreja né então é interessante a gente ver por esse viés que era realmente uma um dia específico que era um dia antecipado não era um dia esperado havia no calendário Cristão esse dia do dia inferior ao Dia de Todos os Santos e à noite anterior né que era o Ivi né do evening então eles esperavam aí o Dia de Todos os Santos aí muitas culturas muitas regiões da Europa por exemplo faziam vigílias nesse dia não é E então não é impossível que você pensar que transitar disso aí para uma relembrança memorial dos seus antepassados né lembrados que morreram lembrando que em algumas o catolicismo durante muito tempo ainda é doutrina deles é a questão do purgatório então para muitas dessas pessoas eles estavam talvez até intercedendo por aqueles que estariam no purgatório porque era uma doutrina era uma doutrina presente aí na cultura mas eu vou deixar o pessoal falar mais sobre a questão do Halloween que tem gente que tem mais conhecimento que dá uma curiosidade que tá conversando com um pessoal né vai ser ambiente que comemora muito e aí eles estavam falando que você se fantasia porque aos espíritos passam quando você tá fantasiado ele passa por cima achando que você é um deles então eles passam adiante Essa é um dos motivos é para pensar né Talvez o próprio medo da morte causou isso e hoje virou uma uma festa né onde fantasia e aí Áquila a Na verdade eu tinha essas informações colocadas daquilo que foi a migração de uma festa Celta foi assimilado como uma festa Cristã Também com outro significado né a o Panteão Romano anteriormente que havia sido consagrado como um símbolo agora Cristão e isso aconteceu aí se eu não me engano no século 6 passou a também simbolizar essa festa que é celebrada um dia primeiro de novembro né que é o Dia de Todos os Santos então todo o período de 31 de outubro primeiro de novembro e o dia 2 de novembro seria um período para lembrar daqueles que morreram o Halloween seria uma espécie assim de lembrança mais generalizada Originalmente A partir dessa perspectiva Cristã O Dia de Todos os Santos por aqueles que morreram e já estão no paraíso já são santos e o Dia de Finados seria então o momento de interceder ou lembrar dependendo também da fonte que a gente consulta ou da tradição que se pertence daqueles que morreram mas não estavam completamente purificados dos seus pecados e por isso estão no purgatório como a doutrina católica sustenta né então esse período do Halloween seria uma lembrança dos Mártires lembrança daqueles que morreram já estão no paraíso uma lembrança daqueles que morreram e continuam no purgatório mas claramente envolvendo elementos cristãos né dos primeiros séculos do cristianismo celtas como o Jonatas apontou de uma festa Originalmente pagar e também a daquilo que eram as tradições religiosas romanas então nos parece que até chegar a forma atual que também não parece com aquilo que eram essas celebrações originariamente houve uma grande mistura de crenças conversão de símbolos né e tradições que nos fazem entender um pouco por que que isso é Celebrar também de tantas formas diferentes já citamos algumas vezes a questão do Dia dos Mortos no México e lá houve uma uma fusão de culturas até distintas porque já se celebravam alguns ritos dedicados aos mortos no México muito antes de essa celebração Cristã acontecer lá né então os povos que habitavam a essas regiões da América do Sul México e várias etnias que podem ser pontuadas para região que hoje é o México tinham celebrações que envolvia inclusive o Deus da morte então é muito diferente a gente ver aquilo que é o Halloween representado nos filmes O celebrado já aqui no Brasil para algumas pessoas daquilo que é o Dia dos Mortos para o mexicano né isso porque existem elementos muito fortes dessas culturas que anteriormente tinham os ritos de adoração a um deus da morte ou Deuses relacionados à morte que também eram Deuses relacionados a algum tipo de fertilidade de vida então é mais ou menos essa ligação de morte vida ou renovação da terra e de outras coisas que justificava inclusive algumas coisas que são muito estranhas a nós como por exemplo sacrificar pessoas nesses ritos ligados a um deus da morte porque era ideia que isso era necessário para que houvesse algum tipo de renovação da vida então as caveiras eram expostos como troféus ou sacrifícios valiosos entregues a esse Deus e que era necessário para continuidade da vida dessas culturas então aquilo a gente percebe de formas de assimilação da Morte inclusive nessa celebrações que compartilham a mesma data são muito variadas as interpretações e as junções culturais variam muito ao longo do tempo que é interessante a gente observar é que a gente vê que essa data né ela marca esse momento aí do final né do fim do para o outono no meio na direção do inverno e essa é uma data também de colheita né E A grande questão né que às vezes antes do pessoal ter muita opinião forte é importante ver a dinâmica como é que isso se desenvolve né as culturas tem aquele pavor né diante da ameaça da Morte né numa situação complicada e como estava ligado ao mundo espiritual então eles tinham esse esse receio e até a gente vai ver que por exemplo o próprio Halloween tem esse lance da abóbora e apesar que o jackier lembra lá de um irlandês que morreu alcoolizado é uma história meio assustadora né mas é porque tem que haver com do Outono né das folhas secas e também como um momento de última colheita E aí você tem o preto por causa da escuridão que começa a aumentar né especialmente no hemisfério norte e aí o que que os antigos tinham em mente Olha quando a gente vai mexer com o mundo espiritual a gente tem que fazer alguma coisa e duas reações aconteciam uma era tentar agradar né Essas realidades aí espíritos poderes do mundo espiritual e por isso se fazia alguma coisa e o outro Era exatamente afastá-los que é uma cultura que permanece você vai ver isso em vários lugares no mundo essa ideia da careta né Essa Ideia da coisa feia supostamente para ludibriar né inclusive Isso você vê tanto na Europa como na Ásia como outros lugares por exemplo ninguém percebe né que as igrejas as catedrais Elas têm uma de gárgulas assim né que ficam lá com Aquelas caras estranhas porque a ideia era que a igreja era um ambiente né onde estava a mão de Deus e então os espíritos os poderes maus dos quais os pagãos tinham medo Eles eram assustados ali né e não poderiam entrar né por isso que até na hora da morte a pessoa era enterrada junto à igreja ou no jardim da igreja no cemitério nessa ideia de tentar limitar né a realidade espiritual ao espaço geográfico Então tudo isso tá envolvido e é curioso porque o que que acontece né quando a cristandade cresce sobre a influência da cultura bíblica ela dá um tom diferente nessa história né ela dá um tom diferente porque aí você tem né o momento da celebração dos Mártires né você tem é por isso que fala Dia de Todos os Santos né mas quando a cristandade chega nessas culturas E aí a gente tem que ver né que o Evangelho se espalha desde o mundo Greco Latino chega no mundo germânico e depois chega no mundo Celta né e o celtas não são germânicos são os habitantes que estavam nas ilhas britânicas antes da chegada dos germânicos especialmente os ângulos né E também juntos e depois saxões né E lá estavam os Picos os escrotos né aqueles povos originários dali Pelo menos antes dos germânicos chegarem E eles tinham essa relação um filme interessante um pouco antigo que mostra um pouco desse ambiente Pagão assim forte é o chamado homem de palha e que a gente vê esse elemento aí pertinente a essa situação e então lá se desenvolve a tradição mais ligada Raízes do ambiente com simbologia pagã E aí que acontece os irlandeses que migraram em grande quantidade para os Estados Unidos levaram isso para lá então na verdade é uma coisa principalmente ligada ao mundo né de origem Celta e irlandesa e a coisa então adquiriu esse perfil agora eu não sei se a gente pode assustar as pessoas aqui ou se elas vão morrer de susto né mas na verdade na verdade apesar do Halloween ainda mais para nós brasileiros é uma coisa tão esquisita né tão estranha tão assim desaculturada né nunca foi assim a cara do brasileiro gostar dessa coisa mais macabra assim né brasileiro gosta é bater bola na praia gosta de outras coisas assim historicamente né esse elemento macabro nunca teve tanta força né diferente das culturas do Hemisfério Norte onde essa relação é mais intensa a gente vai ver na verdade se a gente for atrás muitas das práticas festas elementos culturais que nós temos a nossa tradição ele tem um pezinho no mundo Pagão né então desde por exemplo as coisas que a gente tem na Páscoa tem no Natal nas festas de aniversário né a cultura não é pura e a coisa mais impressionante até na própria Bíblia muita coisa que se tornou realidade na tradição do povo de Israel entrou na cristandade originariamente tinha esse contexto Pagão por isso que a gente tem que analisar isso como atenção e com o enfoque bíblico missiológico né no sentido em que em vez da gente comprar né a ideia do Halloween como se fosse a todo mundo tá fazendo a gente faz também e sair vestido de morcego por aí e em vez que a gente por exemplo diabolizar e achar que qualquer osso né de frango que fique no prato pode ser um sinal do Halloween que invadir o seu almoço né a gente precisa ver qual oportunidade que a gente tem nesse contexto para mostrar como é que a bíblia trata como é que Deus trata com essa questão que envolve a dor e a luta que envolve a relação com a morte muito bem é realmente é interessante essa questão né do Halloween mas para a gente falar a gente está falando sobre a morte a morte ele realmente não é algo comum normal para gente né a gente como cristãos a gente parece que assim a realidade de Deus a gente entende essa realidade que não é uma realidade que Deus colocou como algo né para ser vivido Então como a gente lida com a morte como a gente deve lidar com essa questão da Morte e parece que a gente tem uma eternidade né dentro do nosso coração assim parece que a gente quer todo mundo busca isso mas a gente às vezes também não sabe lidar com essa questão da Morte como a gente tem que lidar com ela né Vocês podem falar um pouquinho olha Suzy eu acho que até voltando para a pergunta Inicial sobre o porquê de tanto Fascínio ou tanto medo mas tanto interesse em relação à morte e juntando com a forma que acredito ser adequada de olhar para a morte também a luz da Bíblia é enxergar que a morte nos coloca diante da finitude um fato de que nós temos no coração a eternidade mas nós não conseguimos alcançá-la Nós pensamos sobre isso desejamos não passar pela experiência dolorosa de se separado da das pessoas que amamos nós temos a sensação de que o tempo é muito curto às vezes para fazer tudo aquilo que a gente gostaria de fazer e o fato de que a morte também imprevisível não só nosso tempo é menor do que o esperado Mas a gente não sabe quando vai acontecer nos coloca num ponto de vulnerabilidade assim de estar sujeito as coisas que nós não controlamos Então acho que um ponto fundamental de nós olharmos para a Bíblia e percebermos é é que de fato a morte é uma coisa que está além do nosso controle individual nós não podemos resolver o problema da morte não somos seres infinitos pelo nosso trajeto aqui por aquilo que simplesmente a gente pode construir para aquilo que a gente pode determinar e isso nos coloca diante da necessidade de se tivermos algum de alguma forma o nosso Anseio e até certo ponto no nosso coração a necessidade de atendida isso tem como uma dependência Divina isso vem com uma dependência de Deus então a morte nesse sentido ainda que ela em si não seja boa ela nos coloca diante de um questionamento que pode sim ter uma resposta muito positiva que é eu sou um ser completamente infinito independente Eu preciso da ação divina e uma outra coisa aí tem vários que a gente com certeza vai pontuar mas só para trazer a nossa reflexão agora é também não Romantizar a morte como você colocou tem muitas pessoas que lidam com a morte como se fosse algo que pudesse ser suavizado ou até mesmo tornado em algo positivo a gente pode brincar com os elementos da morte a gente pode achar que ela não é um problema assim e a forma como a Bíblia lida com isso é como inimigo a morte é um inimigo a ser vencido é o último inimigo a ser vencido como primeira Coríntios 15 e a gente precisa enfrentar o problema de frente é dolorido parece ser anti-natural porque ela não foi uma coisa que veio a fazer parte da nossa existência como todo o resto a morte não é algo que pode ser tornado em um elemento agradável a gente não pode lidar com a morte como se fosse eu vejo essa forma de tratar inclusive dentro de Muitas igrejas como um rito de passagem simplesmente como uma transformação de um estado para o outro não é assim que a se refere à morte a morte é um inimigo nós temos convicção de vitória sobre esse inimigo mais existe sim todo esse elemento negativo que precisou ser superado E aí talvez a gente possa falar mais à frente sobre essas questões explicadas a superação da Morte mas que precisa ser tomado na natureza como ela de fato é né então são alguns elementos eu acho que uma questão que também a gente pode abordar a respeito disso é o porquê da Morte né aquilo ela falou muito bem aí como a Bíblia ela ela apresenta a morte no caso ali de primeira Coríntios 15 até uma pessoa unificação dessa morte que é vencida né E como sendo o último adversário mas a gente entende que quando vai se aprofundando e vai vendo a história da Redenção que é apresentado desde lá do Antigo Testamento nós vemos que a morte ela é uma consequência e Inclusive eu não vou responder isso vou deixar para o Saião Mas tem uma ideia muito interessante de que a morte ela como consequência ela é uma consequência que tem dois como se fosse uma moeda que tem dois lados é uma moeda um lado da moeda punitivo né ou seja pela sua transgressão pelo seu pecado pelo seu erro você agora vai precisar pagar por esse erro e esse erro é o que você vai ao estar afastado de Deus vai chegar o final da sua existência né como todos nós vamos passar mas por outro lado ela também tem Esse aspecto vamos dizer assim da da Misericórdia barra Redenção de Deus porque a nossa existência atual se ela não houvesse finitude se não tivesse um encerramento nós viveremos eternamente nesse estado de pecado e isso não foi eu que essa essa A análise inclusive que eu vi uma vez o querido saudoso já falecido o Dr russeld falando dessa questão justamente com esse viés né que tem esse lado da Morte que realmente não não porque a gente pensa muito assim para pessoa que morre faz muito sentido essa ideia de rito de passagem a pessoa que morre em Cristo Jesus morre com a certeza da sua salvação Então ela realmente passou ali a partir daquele momento a ingressar esse novo estágio de existência que nós não temos muita informação a não ser aquilo que o texto bíblico nos apresenta não é e também falaram aqui depois a gente pode até ver uma pergunta que é a questão das experiências de quase morte né a gente depois entra nesse assunto tem uma live inclusive muito boa no nosso canal falando sobre isso pastor seu chefe também falando sobre isso mas na questão da Redenção ela faz parte ela para fazer parte desse plano de Redenção completo que Deus apresenta ali nas escrituras Então eu vou deixar o Saião falar um pouquinho mais sobre isso eu acho muito interessante essa essa linha de pensamento de que essa morte também faz parte desse plano de Redenção a falar eu queria só colocar como que a realidade a morte é uma realidade a gente não pode negar isso né é uma realidade que a gente vive a gente viu muito mais de perto aí na pandemia mas eu acho que também tem a questão do luto de você enfrentar essa questão que que é uma realidade não é uma ilusão não é algo né que a gente consegue passar é uma certeza né então a gente precisa aprender a lidar com isso aprender realmente a realidade dessa morte e também precisa viver o luto eu já vi muita gente que assim nega né nega a questão da morte da pessoa e ela acaba vivendo a vida toda com aquela sensação de que a pessoa não foi mas foi então ela não viveu aquilo a tristeza continua então eu acho que é importante a gente falar sobre essa questão também como viver como enfrentar e como viver bem essa questão do luto a questão né da morte mesmo dessa realidade saíamos podia falar também um pouquinho mais sobre isso sem dúvida Como lidar com a morte é o grande desafio né porque é interessante que a gente tem na cultura popular essa relação problemática que ela ela varia né o medo de um temor desesperançoso diante da Morte Ela traz acho que especialmente no ambiente secular uma tentativa de negação de não pensar de fazer de conta que olha a gente não deve né É quase que uma postura de avestruz né no mundo em que pratica assim a repressão do Sagrado né e a gente tem ao mesmo tempo essa coisa em que se desdobra além de um ritual religioso onde as pessoas de fato tem uma relação problemática com a morte como que não aceitando então eles fazem negociações com entidades eles buscam contato com os mortos eles fazem rituais assim que se distancia por exemplo da proposta bíblica né É interessante como a proposta bíblica é curiosa sobre isso né Enquanto muitos por exemplo veneram ancestrais eu achei interessante visitando um país do Oriente Médio eu descobri que lá na região os mais idosos vem a falecer eles são sepultados na casa né E o pessoal seputa e se menta ali simplesmente O vovô tá dormindo no quarto de baixo né é uma coisa assim né e traz para gente uma ideia que que eu vejo curioso na Bíblia porque o jeito na Bíblia pensar também não é como um ocidental moderno como as pessoas imaginam né a gente tem um distanciamento complicado em relação à morte e não sabe lidar com isso o que que a bíblia faz é interessante ela trata a morte com naturalidade nesse viés duplo que o Jonatas mencionou né que o Áquila também antecipou a Suzy também tocou aí falando sobre essa realidade que a morte tá ligado na nossa relação de ruptura para com Deus ela é vista de maneira negativa ela é confrontada por uma postura de esperança da solução desse conflito e ao mesmo tempo ela marca a plenitude da fragilidade humana né e a pergunta que a gente faz o ser humano Mesmo Sem Pecado um dia você teria que ter um desfecho dessa condição natural frágil da parte aqui então a Bíblia faz o que a Bíblia tem uma teologia do lamento né a cultura do Israel antigo tinha famosa a presença das carpideiras né que que Jesus fez no sepultamento de Lázaro Jesus Chorou né então é muito importante e lidar com a morte do ponto de vista dessa capacidade de digerir isso do ponto de vista psicológico e espiritual porque as pessoas despreparadas onde não lidam com isso porque não pensam não tem expectativa quando aquilo acontece eu já Participei de sepultamento assim difíceis demais onde a maioria das pessoas não tinha qualquer reflexão ou ideia sobre aquilo então é um desespero Total ou então uma atitude de fuga que eu acho que é mais grotesca que acontece é o que nós temos na cultura de hoje que é vamos dizer assim a postura de chacota da Morte que eu acho que é um problema dessa cultura popular do Halloween onde você meio que trata isso com essa atitude zombeteira com essa atitude que é uma fuga que a gente compreende né a gente entende o movimento da cultura para lidar com isso mas é uma fuga nada sábia né você tá lidando com aquilo que é o seu cheque mate de uma maneira assim a trabalhar com elementos de zombaria né que não chega a lugar algum então que que a gente tem a gente precisa ter uma atitude de solidariedade de saber chorar com os que choram de ter uma postura talvez diferente de muita gente que diante da Morte começa a explicar um monte de coisa e ao mesmo tempo isso que é impressionante na Bíblia né você tem não só a cultura de saber conviver com a de a morte como no mesmo texto de João 11 onde Jesus Chorou existe a proclamação da Ressurreição Jesus fala né ali sobre a ressurreição do último dia lá em João 11:25 e depois Lázaro Vem Para Fora e ele ressuscita então a coisa especial e o que faz a gente ter coisas assim na nossa tradição né que hoje se perdeu faz tempo que eu não ouço um Cântico contemporâneo sobre a morte porque nós estamos praticando a repressão da Morte né a gente tem hinos famosos né como fim da lida até real né muita além desse desse mundo além nesta vida tão gloriosa ou me encontrar ou hinos que de fato celebram né a esperança e a vitória sobre a morte é que a gente vê com clareza na expectativa Cristã especialmente aí na re não né o testamentária e é aquela coisa tão espetacular do Apocalipse vem aventurados felizes são os mortos que agora morrem no Senhor que as suas obras nos acompanhem Então a gente tem uma coisa interessante uma uma relação adequada com os antepassados a gente evoca a memória deles eles estão conosco por exemplo Hebreus 11 é a galeria dos Mortos né Aliás a interpretação inadequada de Hebreus 11 é que gerou aí o negócio de todos os santos né Hebreus 11 ali tem a galeria dos que se foram e que de alguma forma estão presentes nesse nessa Galeria da história da fé mas não de uma maneira que estejam preso que nós precisamos ter contato com eles a história deles Fala alto É nós nos alinhamos com os nossos antepassados na fé nós celebramos Essa realidade nós temos condição de lidar com a dor com luto e a comunidade da fé serve como consolo e além de chorar o quanto é necessário chorar e isso é importante tem gente que às vezes tem que engolir o choro Tenta né dar uma de vamos dizer super Santo aliena-se né mas a coisa não funciona assim na Bíblia a gente tem assim esse lamento bíblico tão importante e terapêutico e ao mesmo tempo a gente chega Nessa amadurecimento da experiência celebrando a grande Vitória porque a morte não é o fim ela é apenas a formatura né quando a gente chega do lado de lá Saião surgiram algumas perguntas aqui a gente vai começar a ver Por causa também do horário uma das perguntas é justamente sobre aquela questão do que eles chamam de experiência de quase morte né que parece que há um como é que eu posso dizer uma voz assim muito próxima das pessoas que passam por experiências de quase morte e relatam as experiências que viveram eu falei naquela na minha fala anterior a respeito da de uma não foi uma live foi uma aula na verdade né que o doutor Russo é de Deus né Benny o nome da Live é céu e vida eterna e tá no nosso canal e ele comenta um pouco sobre isso mas aí a gente trazendo para nossa discussão aqui para nossa bate-papo que que a gente pode falar por exemplo sobre as pessoas que tiveram experiências assim e relataram o que sentiram que viram e o que estava até porque como a gente já mencionou a gente tem muito pouca informação exata e precisa do que tem lá apocalipse nos faz uma descrição dos novos céus e nova terra né gloriosa e grandiosa mas a gente até tem estudo sobre apocalipse no nosso canal também a gente sabe que tem muitas simbologia envolvida ali e essas pessoas trazem uma coisa até certo ponto mais concreta vamos dizer assim porque elas estão falando da experiência delas O que que a gente conhece disso que que a gente pode mencionar a respeito disso bom Jonatas e todos os nossos queridos aí a gente recomenda né essa mensagem do Dr Shed aqui está na glória né sobre o céu tá aí no canal da ibmu já tá disponibilizado tem uma outra mensagem muito boa que o que será depois da morte em Lucas Capítulo 16 que é trabalhada e que pode ser também apreciada por todos inclusive vocês estão inscritos no canal cada vez que uma mensagem ao estudo especial vem você é avisado então isso ajuda a nós e a vocês também mas olha Jonatas depois de uma espécie de em parte da cultura acadêmica do mundo ocidental houve uma ideia assim um tanto quanto o materialista mecanicista tentando dizer que tudo você poderia explicar dentro dos limites do empírico né e do que observava o que seria constatável mensurável do ponto de vista da ciência experimental o pessoal começou a ter surpresas né um livro que fez sucesso falando sobre isso era a vida depois da vida o autor era chamado Raymond Júnior né que vendeu muito e levou o pessoal a discutir é isso giro né alguns livros inclusive Cristão Nós também saíram e a coisa interessante de pessoas que de fato são dadas como mortas clinicamente né E essas pessoas não têm sinais vitais e a maioria delas Inclusive tem filmes sobre isso interessante a pessoa diz que ela viu né o distanciasse do seu próprio corpo contemplou o corpo viu as pessoas que estavam no ambiente onde ela tava ali deitada e às vezes conta né mais outras coisas que ela saiu do lugar ela viu um outro ambiente junto a sala ou o ambiente onde é que ela tava e algumas dizem ter entrado numa numa realidade para mais distância né da realidade Nossa aqui e muitos falam de estarem passando por um lugar muito escuro de terem visto uma luz de terem visto algum tipo de vulto alguns apresentam uma ideia de um medo de um pavor de uma situação horrível do lado de lá outros falam de uma experiência de profunda felicidade alegria extraordinária e alguns até dizem que eu quem eles estão vendo na de luz que é identificada do como Deus ou como Jesus e alguns já chegou olha você ainda não tá na hora de vir sujeito volta e acorda no corpo né E aí é uma discussão sobre isso porque algumas pessoas chegam a dizer o seguinte não isso aí é memória do indivíduo que ele tá lá né aí só uma combinação de coisas que ele já tem na mente ou na verdade isso é um tipo um sonho porque o cara tá sabendo que ele vai morrer e é um debate sobre isso agora O Curioso que eu até acho que pode ser né que pode ser que a pessoa tenha tido uma experiência psicológica a gente tem que tomar um certo cuidado com isso mas eu tenho pelo menos algumas considerações que eu acho muito válidas nisso uma é do relato de pessoas que mencionam o que os outros disseram enquanto ela tava desacordada numa outra sala então a pessoa tá lá né ali falecida E aí os seus parentes estão do lado de lá na outra sala e ela então foi lá isso a gente sabe que é absolutamente impossível de acontecer né e eu tive também a oportunidade de conversar pessoalmente de uma pessoa que passou por uma situação dessa O Curioso é que esse indivíduo era ateísta e ele não tinha qualquer inclinação Religiosa e aquilo me chamou atenção porque ele tava vamos dizer pensativo sobre isso porque ele afirmou né que quando ele teve um acidente onde ele foi dado como morto e depois houve aquela chamada ressuscitação ele passou algumas horas nesse estado ele afirma ter visto ele se deslocar no seu corpo e ver o corpo lá embaixo então ele disse o seguinte para mim eu não sei o que que é a verdade eu não sei que se é isso que vocês cristãos falam tá certo mas uma coisa eu sei não é verdade que morreu acabou porque eu vi ali eu sabia na hora eu percebi e de repente aquilo apagou e eu quando eu voltei eu tava ali de volta mas aquilo foi muito claro para mim então de fato é muito razoável até do ponto de vista de muitos pesquisadores que tem a um elemento Além disso agora a gente tomar um certo cuidado cuidado duplo né primeiro o seguinte eu já vi gente falando não eu tive uma experiência dessa aí eu fui lá no céu e ouvi o castelo do pai do filho e do Espírito Santo e aí eu fui lá ver o livro da vida e o livro da vida tava escrito na página tal tal coisa quando a gente entra num caminho desse em que alguém se sente autorizado por uma pretensa visão espiritual Obrigada ao céu ao inferno ou qualquer outra realidade isso não deve ser aceito Porque nós não temos fundamento bíblico para considerar experiências particulares quaisquer que sejam elas vão de diretrizes para nossa realidade após essa vida e outra que a gente também precisa diante desse cenários tem um pouquinho de vamos dizer bom senso né porque há certas coisas que podem ser uma experiência real Mas quem tá vendo interpretando e dizendo que aconteceu é um indivíduo comum que pode Nesse contexto fazer alguma interpretação ou achar que a luz equivale a b ou c Porque tudo que passa pelo elemento humano né merece sempre um ponto de interrogação por causa da nossa limitação então nunca faça dessas coisas uma diretriz absoluta para a vida mas que isso é uma realidade Na minha opinião Com certeza acredito realmente que seja uma pergunta para os nossos especialistas e Antigo Testamento Osmar questiona a motivação ou qual é a motivação de José quando faz os israelitas jurarem levar seus restos mortais para serem sepultados na Terra Prometida e não só é o caso de José em outras passagens a gente vê o fato de que eles eram sepultados patriarcas numa localidade específica vai lá sair vamos lá ok então Se alguém quiser falar então uma coisa interessante é que a nossa cultura ela é uma cultura individualista né e que também não entende Às vezes a importância de um símbolo concreto e a sua relevância dentro da realidade cultural e teológica completa então o que que acontece no antigo testamento você tem essa ideia de que nem na morte você pode ser separado da comunidade né para gente que não tá nem aí o cara se desliga da família se desliga da igreja faz o que ele bem quer vai isso é muito estranho né Mas o negócio é que você faz parte do Povo né então quando um Patriarca vai falecer alguém morre na época dos patriarcas diz o texto que ele foi reunido ao seu povo por isso essa questão da Sepultura envolve a coletividade né é uma coisa que a gente até mantém esse negócio né do sepulcro da família isso que eu falei do Oriente Médio do pessoal morrer e continuar por ali né evoca Essa época né e portanto o que que a gente tem a gente tem lá né a Sepultura de Abraão de Isaque né E aí a pergunta é como é que o Jacó vai ficar separado né você tem até hoje em Israel lá em Hebrom né que é o lugar da lembrança da do sepultamento lugar da dos patriarcas E você tem até das matriarcas né que também são lembradas lá né Nós temos aí nessa área Rebeca e Raquel Então esse primeiro elemento tá aí o segundo é que assim o Egito é muito complicado né tem que lembrar disso é outra realidade a maneira como se vê os mortos então Além do valor que tem a terra de Israel no contexto herança abraâmica você tem essa questão da coletividade E você tem aí o fato de que a maneira de sepultar os mortos seu significado é totalmente diferente Então faz todo sentido né E aí esse tipo de postura no texto aliás a tradição Judaica leva isso tão a sério né o respeito pelos mortos a diferença do paganismo que toda hora vai lá mexe no cemitério põe a mão do osso não Aquilo é Inviolável né Aquilo é separado aquilo é um lugar de impureza toda a proposta da Lei no Levítico né você não pode se envolver com nada que represente o perigo da morte então você não pode tocar num cadáver quem fizer isso tem que passar por uma situação de purificação né Toda essa base de higiênica que a gente descobre mais tarde tem muito presente nessa tradição he antiga né E aí consequentemente o que que acontece isso Israel ficou tão forte que até hoje eles têm digamos o cemitérios especiais e o mais especial de todos está no Monte das Oliveiras porque porque o sepultamento e a maneira como isso é lidado com tanto valor elevoca a esperança na ressurreição e como Monte das Oliveiras é o lugar mais especial assim no sentido do do da vinda Messiânica Vitoriosa os judeus religiosos acreditam que quando a ressurreição chegar quem estiver no Monte das Oliveiras vai ressuscitar primeiro né vai ser Ala Vip da eternidade e vai sair na frente né não tem nenhuma nenhum texto bíblico mas só para a gente ver o valor e a importância a relação que isso tem na questão da Morte diferente por exemplo que acontece na Cremação a cremação ela parte do preço Poço na sociedade ocidental mais prático né na sociedade por exemplo indiana a cremação a ideia de libertar o espírito logo da prisão do povo para ele voltar para a reencarnação mais rápido possível né O que não é uma ideia bíblica como a gente sabe de jeito nenhum mencionou que a pergunta ali é que envolve tanto Jacó Como José né na questão dos ossos do Egito e a gente lembra que na volta de Jacó quando ele volta de labão lá da terra de padano para a região onde ele vai se estabelecer depois que é o sul de da região de Israel depois ele vai para o Egito quando os filhos dele buscam ir lá que José já está lá já tinha sido vendido já tinha sido colocado como chefe é a questão do embalsamamento né Saião porque assim a tecnologia que o Egito tinha para a preservação dos Mortos é uma das coisas que permitiu por exemplo que depois que eles fossem sair os ossos fossem levados né até porque Êxodo vai falar isso né na saída do Êxodo fala que eles levaram os ossos de José e no caso os israelitas que não tinham essa tecnologia ainda eu acho interessante porque você citou Hebrom e Raquel não tá sepultada lá Raquel tá sepultado em Belém não é próximo a Belém e as outras matriarcas estão lá junto com os patriarcas então é uma questão interessante até para você se localizar vamos dizer assim historicamente né para você perceber essa mudança de tecnologia mais essa questão que o senhor mencionou realmente é eu acho que é o grande diferencial que nós encontramos nas culturas orientais para as ocidentais as culturas ocidentais principalmente pós iluministas são extremamente individualistas elas apontam muito para o indivíduo para satisfação do indivíduo pessoal Enquanto nas culturas que são culturas mais comunitárias você não é ninguém fora da sua comunidade você não é ninguém sozinho Você é parte de um todo isso eu acho eu até mencionei numa das minhas aulas eu nem lembro qual foi a aula que Eu mencionei mas eu me lembro que Eu mencionei isso ele não lembro qual foi a matéria que eu tava dando que Eu mencionei isso mas eu falando sobre porque que essas culturas perduram na história né Por que que você tem tradições como o judaísmo como outras tradições históricas e hoje não tem uma cultura Romana propriamente dita vocês têm os reflexos da cultura Romana que foram abraçados por outras culturas se tem um reflexo da cultura grega mas você não tem mais hoje uma uma grande cultura grega vamos dizer assim como era descrita pelos historiadores antepassados né esse sucombe por conta talvez até dessa visão mais individualista e contraste com a visão social com a visão Comunitária que tem as culturas orientais em geral realmente tem essa Cultura né tudo é em comunidade inclusive os mortos ou próximos ou na terra natal é muito normal comum você voltar e pedir para ser enterrado na terra Natal né apesar de ter muita mudando um pouquinho agora essa questão saiu já que a gente está falando aí do Dia dos Mortos dessa questão e o Cristão como ele tem que lidar com isso né já que é um pensa no Dia dos Mortos aí com essa questão de presença de espíritos essa fantasia né que as pessoas até usam para afastar os espíritos Será que isso já não seria o motivo suficiente para os cristãos não participarem ou rejeitarem como é que tem que ser a nossa postura nessa questão olha Suzi isso nos leva ao ver a realidade por exemplo da Igreja Primitiva né Onde você tá no ambiente onde tudo está contaminado então num certo sentido o cristão não participa de nada dessas coisas de modo porque ele não tem essas convicções Pelo menos eu espero né que ele não tenha medo de fantasma que não tenha medo dos mortos que ele não acredite em nada disso e não tenha qualquer envolvimento direto intencional com essas coisas como um participante realmente ativo isso realmente não tem cabimento em nenhum aspecto por outro lado o mesmo Apóstolo Paulo que disse que o Cristão precisava fugir de todo e qualquer idolatria por exemplo em Corinto ele diz olha vocês comam lá de tudo que é vendido no mercado sem se preocupar por causa da consciência e toda a carne que se comia ali na Ágora né no mercado na praça de venda do Corinto vinha diretamente do sacrifício aos Deuses seria como a gente hoje pegar aí um animal sacrificado num culto qualquer que a gente conheça né E até porque essas carnes tinham um preço melhor e os cristãos na maioria eram pobres né como Paulo mesmo diz que a maioria de vocês é Deus não escolheu os ricos desse século né então e aí o que acontece não havia um pavor de que se eles tocasse alguma coisa e seria prejudicado até Paulo Você não Coma Se isso foi escandalizar uma outra pessoa eu me lembro também de Naamã né quando ele reconhece o Deus verdadeiro e ele fala né para eles eu falei eu tenho que ir lá no templo né E aí quando o meu senhor que é o rei né que vai lá se inclinar provavelmente da Síria eu tenho que ir com ele apoiar no seu braço aí eles vai em paz né então acho que duas atitudes perigosas que a gente tem é de fato de entrar nesse caminho e refletidamente Conheço pessoas até que começa a se envolver com ocultismo e eu eu quando era jovem ou confessar o meu Pecado aqui né não sei se é possível se arrepender ainda né mas uns 19 20 anos de idade eu comecei a assistir filme de terror e me ligar nessas coisas né E aí aquilo tá meio aí um dia um sujeito descrente foi lá parece você acredita tanto em Deus na Bíblia que você fica vendo esses negócios acho que tá certo aí eu fiquei assim com a cabeça baixa Olha que de fato eu acho que esse negócio não tá fazendo bem né eu tinha aquela coisa pelo mistério né aquele negócio de vampiro né Eu tive um passado meio Halloween tipo assim né que graças a Deus aí depois eu pensei Não isso não tem nada a ver com a minha vida como com alguém que quer Cristão né então eu saí fora eu percebi que esse negócio não tava fazendo bem então ele tem que olhar né Eu acho que tem pessoas que tem uma fragilidade maior né para algumas pessoas por exemplo se envolver com certas coisas ele pode se afundar então se você percebe que você tem uma veia Mística perigosa Sai fora né Isso não é agora por outro lado eu não posso ter essa atitude às vezes assim apavorante que o pessoal tem olha isso aqui tô dentro Demônio A gente não pode nem chegar perto Se você ver a pessoa vem te cumprimentar você nem fala com elas se não vai pegar alguma coisa do mal em você né porque não era essa atitude da Igreja Primitiva a nossa postura deve ser a que Paulo tem ele chega em Atenas lá no monte de Altares gregos e chega lá e ver um Deus que não tinha a ver com Deus da Bíblia eles tinham medo né de vários vários deuses e tinha um Deus queira chamar um desconhecido ó se ficar algum de Fora para que não ficar bravo com a gente Paulo chega lá em vez de quebrar os altar de falar que aquilo ali do demônio que aquilo tem coisa ele fala eu vim falar sobre isso ele achou uma ponte para anunciar o evangelho então uma época como essa quando as pessoas estão vamos da atitude de escapismo e lembrando da realidade da morte eu acho que é uma oportunidade da gente anunciar o evangelho Então se alguém chega na sua casa ela falou olha eu vim aqui pedir doce não tem problema você dar um doce para pessoa vai lá e dá uma palavra de evangelho ou pode até orar pela pessoa ou cria uma ponte em vez de você tipo assim outra pessoa né ou se alguém tá fantasiado e vem falar qualquer coisa para fazer uma brincadeira isso não vai pegar em você então eu acho que tem um grupo de pessoas que entra assim numa polêmica desnecessária né além do que é sábio e você não vê isso no Novo Testamento né os discípulos lá né Por exemplo imagina Paulo e Barnabé chegam lá quando vão visitar a lista e quando deve e os cara fala o quê que Júpiter e Mercúrio desceram Até nós imagina se fosse o pessoal não como assim Júpiter não selar esse negócio agora não tem mais nada não sou Júpiter coisa nenhuma nem mergulho agora quando eles partiram para cultuar E trouxeram mesmo ali sacrifício não espera aí agora o pessoal realmente tá precisando de Então você tem que ter esse equilíbrio né de usar a oportunidade para pensar sobre a realidade da Morte e entrar com aquilo que o evangelho pode fazer de diferença abençoar as pessoas né e ter uma atitude Claro sóbria né de não entrar de cabeça em qualquer caminho ocultista porque isso certamente não tem nada a ver com a proposta a bíblica e da palavra de Deus Eu discordo aí com saiam só de uma coisa quando ele disse que se alguém vier pedir doce aqui você tem que dar eu não porque vai acabar os meus doces eu fico com os meus doces aqui em casa é Saião tem uma pergunta muito boa é assim eu nada com Sonrisal na mão tem uma pergunta interessante aqui que envolve justamente hoje né que é o dia 2 Dia de Finados Muitas pessoas têm costume de visitar né fazer uma uma visita ao túmulo das pessoas que foram enterradas da sua família e tudo mais e para algumas pessoas isso pode soar meio como se fosse realmente um culto aos mortos né ou uma uma celebração em homenagem eu não sei exatamente como pontuais aqui e aí tem uma mesma pessoa faz a outra pergunta foi Elizabeth fez as duas que eu acho que você pode aí tem essa questão de você chegar lá e fazer ir ao túmulo e tem muita gente que aproveita esse dia até para limpar né porque como cemitério não é o que a gente costuma passar todo dia pode juntar poeira cair folhas de árvores e coisas tudo tem muita gente que faz uma limpeza noturno e também tem o caso daquelas pessoas que quando vão almoçar chamam a família e coloca um prato com falecido né Deixa lá o espaço do Falecido como é que a pessoa ou como é que nós devemos vamos dizer assim publicamente pensando lidar com esse tipo de atitude né Nós devemos continuar praticando isso Isso é uma questão cultural como é que você vê isso aí olha Jonatas É de fato as posturas são diferentes né então tem gente que vai lá só visitar o túmulo como uma espécie de memória honrosa né dos antepassados tem gente que acredita na possível ajuda para as pessoas na realidade espiritual então eles lá sempre uma vela fazem alguma prece algum ritual achando que isso vai ajudá-lo tem outras crenças que sugerem que se você for e fizer suas antepassados vão ajudar você não é você que ajuda é você que é ajudado então eles entendem que esse elemento honroso isso é mais comum no Oriente né vai garantir a sua caminhada aqui né E algumas culturas e rituais de fato tem até o costume levar alimentos e fazer algum tipo de celebração é raramente Você tem uma coisa que é efetivamente culto aos ancestrais como se fosse uma adoração mas existe vamos ver algo que chega perto de uma veneração então se você é um cristão autêntico é claro que isso não cabe para nós isso não tem fundamento bíblico Ninguém vai né aí numa atitude como essa agora se você tá num ambiente em que você eu estive num país da Ásia alguns anos atrás dando uma série de estudos numa região onde isso era muito comum eu tinha uma pessoa em crise lá porque ela falava Olha eu o meu esposo né faz isso ele tem que ir Isso é uma coisa exigida na nossa cultura se eu não for significa Como se eu tivesse dando um tapa no rosto né da família dele né E a questão da honra dos pais dos avós é algo muito sério e aí eu eu tenho receio Se eu for eu tô né desobedecendo a Deus E se eu não for eu vou ter um conflito com o marido com a família com toda a sociedade Então nesse sentido é algo que você tem que ter uma relação de Equilíbrio meu conselho é que a pessoa vá e esteja socialmente presente mostrando uma atitude de solidariedade e de reconhecimento sem se envolver e nenhum ritual religioso né esses dias alguém me chamou por exemplo aqui Alguém me convidou por exemplo para ser padrinho numa cerimônia numa igreja que não é Nossa a igreja que tem outra tradição de Ensino você acha que tá errado foi bom se você vai ser o padrinho ou a madrinha né [Música] segundo essa tradição você vai ter a oportunidade de ensinar sobre a fé para essa pessoa a responsabilidade do pessoal lá é outra né E aí então a gente tem muito uma mentalidade Jônatas Suzi Acre que tudo que pega na gente contamina tudo vai a gente tem que pensar um pouco diferente quer dizer eu sou luz eu vou entrar no ambiente e lá eu é que vou trazer a influência não é o que você contaminado por isso é interessante que no Israel antigo muita coisa que fazia parte do mundo Pagão Quando Israel entrou em contato é transformou aquilo trazendo uma ressignificação então por exemplo se eu vou no ambiente desse e eu conheço igrejas e comunidades que fazem isso com muita atenção eles estão presentes por exemplo num dia como esse eles estão ali para consolar as pessoas e eles estão oferecendo ajuda né uma vez eu fui convidado para falar no ambiente onde as pessoas tinham perdido todos os seus entes queridos inclusive filho jovens né E eles estavam dizendo o seguinte Olha tem um pessoal de um grupo misto que diz que os nossos filhos estão aparecendo lá e eles estão querendo conversar com a gente a gente tá com dúvida sobre a questão da morte ou pode nos ajudar a entender sobre a morte e eu fui lá no ambiente inclusive que nem era religioso para falar sobre esse tema Então a gente tem que talvez perder um pouco dessa paranoia Mística e entender que a gente pode entrar no ambiente que as pessoas que estão lá são seres humanos né a efeitos a imagem e semelhança de Deus com dor no coração buscando a resposta e a gente pode fazer é diferença né e agora claro isso tem um limite né Eu não posso ir lá e receber algum tipo de ritual totalmente ligado a algo contrário a Bíblia não posso ter um envolvimento assim nesse sentido mas não há nenhum problema que não é contaminado por pisar no outro espaço religioso e isso fica muito claro né no Novo Testamento se eu puder propor a última pergunta não sei na verdade isso é a última Mas uma pergunta que surgiu no chat eu achei interessante que é não é uma coisa de talvez primeira necessidade de termos teológicas mas é curiosa que é como é que vai ficar a ressurreição de Corpos carbonizados ou pessoas que foram completamente desfiguradas no momento da sua morte um acidente alguma coisa assim que que você aproveitar né para a gente falar da questão pós morte né como Nós cremos como a Bíblia fala dessa questão aproveitando essa pergunta acho que vale a pena a gente falar das duas muito bem Um abraço para o nosso querido Jefferson aí que conhece bem a realidade da Ásia e tá interagindo com a gente né e Outros tantos outros queridos também Mas de fato né o que que acontece toda a realidade da Ressurreição é apontado na Bíblia como absolutamente Milagrosa na ressurreição vai depender do estado de conservação do corpo da pessoa pela funciona bem né Então quem foi carbonizado né quem foi comido por leões Quem morreu de morte natural Quem morreu de alguma traga ou Doença terrível Quem morreu de velhice né a expressão do Apocalipse é interessante deu um mar os mortos que nele havia né Então nesse sentido a ressurreição será igualmente poderosa para todas as pessoas que morreram das causas mais variadas possíveis né E nesse sentido O que que a gente tem assim a gente tem o que a gente chama de um paradigma né de escatologia individual e escatologia vamos dizer histórica geral né quando a gente morre a gente vai para a realidade do mundo dos mortos e essa realidade a Bíblia deixa clara ou é uma realidade de bem-aventurança de felicidade né como continuidade da vida que a gente teve aqui sobre a graça de Deus através do perdão e da salvação que temos em Cristo Jesus ou a pessoa entra numa situação de tormento e sofrimento dando sequência ao tipo de vida de ruptura para com Deus isso na naquele Episódio lá do rico e Lázaro Lucas né Capítulo 16 muitas pessoas imaginam que quando a gente morre a gente fica dormindo né Não acho que essa ideia faz ah mas porque a Bíblia fala lá que aqueles que dormem Isso é uma linguagem figurada né não é o caso Paulo diz eu gostaria muito de partir e estar com Cristo né o ladrão da cruz não tem uma promessa de que ele vai passar né um período lá de de descanso para depois ele encontrar a eternidade Então essa não parece ser a realidade né e portanto a gente vai para a presença de Deus mas nesse momento que a gente desfruta ou então sofre as consequências da vida mal vivida a gente vai aguardar o momento que se define as catologia geral Quando Deus era ordem né e chegar ao final dos tempos aí você está lá na presença de Deus em espírito né quando chegar o momento final vai haver a ressurreição dos mortos e e nós teremos teremos integrados plenamente né a nossa realidade de termos o corpo unido ao estudo ao Espírito para ter o corpo glorificado a semelhança de Jesus que é chamado aquele que as Primícias os primeiros frutos né e assim então vamos ter a eternidade e infelizmente a grande verdade é que aqueles que depositaram a sua fé em Cristo que encontraram a graça de Deus que responderam ao chamado Divino Essas pessoas vão ter o que a bíblia chama de vida eterna a sua Plenitude então com o criador e Redentor e quem na sua ruptura Com Deus Não Abriu a sua vida né para essa realidade essa pessoa vai passar por aquilo que é morte eterna que significa alienação permanente da relação com Deus e sendo digamos assim refém de da caminhada que o colocou em condenação que historicamente a gente tá mais acostumada a chamar de inferno né Tem até uma mensagem também na ibmu falando sobre isso por isso que a questão da Morte muito importante para a gente pensar não só porque ela representa com o desafio desse lado antes de atravessarmos o outro lado mas como também a realidade de que a gente precisa estar preparado para a realidade da vida eterna então todo aquele que nos ouve não pensa nisso hoje pense sinceramente Abra o seu coração para graça de Deus para receber Cristo Jesus no seu coração porque todo aquele que nele crê a Bíblia afirma tem a vida eterna e que Deus nos abençoe a todos Deus abençoe a todos e obrigada pela participação dessa Live vamos ter um momento de finalização aí Jonatas eu quero agradecer aí o Saião pelas explicações realmente muita coisa para a gente pensar e rever vários conceitos né e deixar esse recado final aqui né que como nós vemos a morte como não como uma personagem na história mas como acontecimento A Bíblia nos fala que ela vai ter um fim não é e esse fim esse Marco final que representa aí o a completude dessa Redenção que nós lemos no novo testado na Bíblia como todo mas principalmente também ali no Novo Testamento no livro do apocalipse que mostra essa vitória final do Reino de Deus é o momento que nós temos é agora né Nós temos esse momento para nós revemos nossas atitudes revemos nosso pensamento revemos aquilo que temos feito e entendermos essa expressão de amor de Deus através do seu filho Cristo Jesus para nós então temos que realmente tomar uma decisão tomar uma atitude e a morte continua trazendo todas as dificuldades que nós temos hoje mas agora com uma nova perspectiva de estarmos com Deus quando nós saímos dessa existência então boa noite a todos e um forte abraço todo mundo que nos acompanhou bom falar sobre a morte é importante mas Bom mesmo é falar sobre a ressurreição e o centro da mensagem do Evangelho é a ressurreição de Cristo se Cristo não morreu nada do que a gente querer Faz Sentido e nós somos dignos da mais profunda Piedade dos outros como coloca a Paula em primeira Coríntios 15 na verdade aquilo que é a ressurreição de Jesus é o que dá sentido para tudo que a gente vê na mensagem do Evangelho na pregação dos Apóstolos e é o coração da Esperança Cristã que nós passaremos pela ressurreição venceremos com Cristo a morte e herdaremos com ele todas as coisas como Cordeiros como Paulo também coloque em romanos e isso nos dá num sentido de vida completamente diferente o Sofrimentos que nós experimentamos agora não estão na mesma escala de comparação com aquilo que nós experimentaremos a partir da Glória da Ressurreição e por isso nós nos alegramos quando lembramos da morte porque ela também nos lembra da Ressurreição do nosso senhor Jesus Muito obrigado a todos Deus abençoe a sua vida obrigado por pela participação importante aí A Susi Áquila Jonatas né E você que nos acompanha continue sintonizado com a gente né e viva a sua vida como uma vida dedicada ao nosso criador e ao nosso salvador né porque exatamente vivendo assim que a gente constrói uma realidade promissora para a eternidade é um prazer muito grande fique sintonizado com a gente aí bem ou está aí para servir no reino de Deus e todos estão convidados né inclusive agora as nossas celebrações estão acontecendo não só né através do online mas também presencialmente esteja conosco e que Deus nos abençoe [Música]