Feminilidade Negra – BTCast 479
17/11/2022
Feminilidade Negra – BTCast 479
Muito bem, muito bem, muito bem, começa mais um BTCast, o seu podcast de teologia! Nesse episódio de estreia da nossa BTWeek, Rodrigo Bibo conversa com Ana Bezerra e Jacira Monteiro para falar sobre a feminilidade negra e o cristianismo. Como a mulher negra e cristã deve lidar com esses assuntos? Por que se preocupar com ele é importante para nós? A mulher deve seguir o modelo de Provérbios 31 ou mudamos essa percepção? Isso e muito mais agora, nesse BTCast!
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O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio a fim de ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
[Música] teologia é nosso Esporte muito bem muito bem muito bem começa mais um btcast nesta btwick e o btcast de número 479 eu sou Rodrigo e hoje vamos receber aqui a Ana e a Jacira para falarmos sobre feminilidade Negra o lugar da mulher dentro do discurso de feminilidade que nós vemos Lemos e ouvimos por aí galera Episódio sensacional valoriza porque a gente acordou bem cedo para gravar esse episódio aliás uma marca dessa vtwick é que estamos gravando alguns Episódios bem cedo pela manhã porque a galera aqui tem que sair trabalhar ralar e pô obrigado demais já agradeço aqui ó de novo aos meus amigos e amigas dessa btwick que tão ralando para você ter esse conteúdo aí gratuitamente do seu feed Lembrando que essa btwick sobre Bíblia e racismo chega até graças á Thomas Nelson Brasil essa Editora que é amiga e parceira do bibotal que galera Deixa Eu Dizer para vocês novamente engajamento Cultural de Joshua e da Karen é um livro sensacional para você pensar questões contemporâneas e as diferentes perspectivas cristãs um ótimo livro pra te introduzir inclusive no tema do racismo fé e trabalho arte e cultura tem muitos temas envolvidos aqui neste livro não é o livro difícil de ler é um livro bem bacana é uma ótima introdução para você pensar aí as questões contemporâneas como política criação e cuidados das criaturas guerra arte trabalho e muitas outras coisas é um livro sobre engajamento cultural inclusive o tema está no título um curso intensivo sobre questões contemporâneas e as diferentes perspectivas cristãs vale a pena você dar uma atenção para esse livro que inclusive ele é parecido com o livro O crist Em uma sociedade não cristã do Johnny stott livro esse que inclusive estamos utilizando do btcast Plus um livro sensacional galera ou seja uma ótima porta de entrada para a cosmovisão Cristã por assim dizer uma ótima porta de entrada a diferença desse engajamento cultural para o estoque é que no engajamento cultural nós temos vários autores e perspectivas nesse aqui é o John stot dando seus preciosos pitacos sobre os mais variados temas do nosso mundo e quero reforçar que também o livro do Dr Martin Luther King Júnior eu tenho um sonho e tenho prefácio diamanda gourman é da Harper Collins Brasil mas para quem não sabe a Harper colins Brasil é parceira da Thomas Nelson Brasil ambas aí são debaixo do guarda-chuva da Harper Collins Christian publicher então tem esse livro gente capa dura é uma edição comemorativa do grande discurso do marketing Luther King eu tenho um sonho então capa dura é uma versão bilíngue então assim você já treina o seu inglês inclusive e é uma ótima tradução tem uma pequena biografia mas é um livro comemorativo aí do discurso eu tenho um sonho discurso esse que marca a luta do Luther King Júnior contra a segregação racial inclusive se você tá chegando nesse Episódio por conta do tema nesta btwick a gente fez um episódio só sobre o Martin Luther King Júnior tá bom vai lá conferir tá bem legal com o professor Igor e o professor Paulo Cruz e tem essa edição aqui bem especial da Harper Collins Brasil ficou bem bonita mesmo um ótimo presente aí para você lembrando Tá chegando o dia da consciência negra Às vezes você pode presentear algum amigo com esse discurso tão emblemático é isso vamos então para esse episódio que está sensacional a Ana e a Jacira Dá uma aula e a gente tem muita coisa para aprender aqui e pensarmos juntos [Música] e neste penúltimo episódio da btui que racismo e Bíblia estou aqui com as Duas maravilhosas Jacira Monteiro e Ana Bezerra Felício minhas amigas muito bem-vindas aqui a essa btu e que mais uma vez muito obrigada Hoje vamos falar de um assunto muito importante estou empolgada por favor ah eu tô muito empolgada eu tô muito muito empolgado muito feliz Acho que vai ser bem legal a piada aqui do empolgado ou empolgada é porque a gente começou a gravar 7 horas da manhã esse episódio sendo que para a Ana é 5 horas da manhã lá em New York City e para Jacira Temos alguma diferença de fuso horário aqui Jacira não não estamos no mesmo fuso horário gente feminilidade negra tá Jacira tem um livro que fala sobre o racismo de forma Ampla que é o estigma da cor da editora Quitanda e no capítulo 4 ela fala então sobre existe espaço para a mulher negra na feminilidade bíblica na feminilidade que nós ouvimos por aí que nós vemos nas páginas de e até mesmo em livros publicados ou até em palestras e conferências E por aí vai meninas quero entender um pouco isso eu não sei nem por onde começar devido à delicadeza desse assunto e eu sei que a gente vai alguém a gente vai desagradar nesse Episódio Então acho que vocês eu espero que vocês que são meninas online estejam preparados psicologicamente para isso né que a gente vai desagradar alguém nesse Episódio porque falou em masculinidade falou em feminilidade aliás principalmente feminilidade é muito difícil a gente ter um discurso que todo mundo fala nossa Concordo É isso aí então vocês estão Preparadas psicologicamente para desagradar algumas pessoas né okay Que bom adoro pessoas Preparadas para gravar comigo porque é isso que vai acontecer nesse tema mas Jacira Ana apertei no mute né E foi só quando tiver dúvida eu apareço aqui por favor os próximos 40 minutos são de vocês eu acredito que uma das bases né do meu Capítulo é o provérbios 31 né que é o a base praticamente para se falar sobre feminilidade em todos os grupos de feminilidade em todos os as reuniões sobre feminilidade em todo dia da mulher quando se fala sobre feminilidade se fala sobre provérbios 31 eu acredito que existe um problema muito grande que as pessoas não leem totalmente provérbios 31 não vem totalmente que é quais são as características Quais são as qualidades da mulher virtuosa A mulher lá do provérbios 31 eu acho que essa é uma das bases uma das falhas para se excluir pessoas da feminilidade bíblica que a Bíblia não exclui eu sigo aí a linha mais reformada minha teologia um pouco mais reformada e eu sempre caio nessa coisa de criação queda Redenção né então com relação a feminilidade Eu acredito que a criação tem a ver com a doutrina do Mago dele que Deus criou todas as coisas daquela doutrina que a gente já sabe a queda Na verdade seria feminilidade que eu chamo de feminilidade cultural existe uma feminilidade que é muito mais da cultura que se coloca como bíblica mas que na verdade ela não é bíblica e aí ao longo do episódio a gente vai pedir para tu desenhar que vocês querem chamar como feminilidade cultural para ficar bem claro mesmo mas se ao longo do episódio vai rolar vamos lá então vamos pro pro terceiro três pontos você falar né E isso eu acho que com o tempo fica mais claro talvez fique mais claro para os nossos ouvintes então a queda seria essa feminilidade cultural e a redenção seria realmente feminilidade bíblica O que é de fato o que que a Bíblia está dizendo sobre as mulheres e aí eu trago como referência provérbios 31 se a gente falar então dessa feminilidade que foi estabelecida por uma certa cultura ela vai se aplicar somente a o período histórico talvez que a gente vive E aí se a gente voltar até mesmo 100 Anos Atrás a gente não pode falar que aquela mulher que vivia 100 anos atrás porque muitas vezes Tinha que cuidar né de uma família assim tô falando da aristocracia né que tinha que trabalhar dentro e fora de casa cuidar dos animais tinha que plantar e tudo então assim realmente a gente vai falar desse fato que como essa feminilidade que se prega muitas vezes ela tá totalmente inserida no contexto numa sociedade numa história e até não se aplica nem mesmo ao nosso país né ao Brasil consequentemente a mulher negra porque assim já é difícil ser mulher no Brasil o pessoal acha que isso aqui é discurso de esquerda que isso aqui é discurso gente eu acompanho Eu sou amigo de muitas mulheres nem para academia mulher consegue em paz muitas vezes dependendo do contexto Então eu tenho agravante de ser mulher e tem ainda a ideia de ser uma mulher negra então assim vocês têm dupla dificuldade né ser mulher e ser uma mulher negra e aí tem essa questão aí de onde fica a mulher negra dentro do discurso da feminilidade atual acho que a gente podia caminhar então pra responder essa pergunta lembrando gente que obviamente Eu imagino né até em defesa das meninas aqui não que elas precisam ser defendidas mas aqui como o roxo do podcast a gente é tudo meio geral a gente faz análise mais gerais do que a gente vê das páginas não estão batendo martelo e ninguém e tal e nem bater no Martelo sobre o assunto mas é que de forma geral se criou mesmo nas últimas décadas um discurso de feminilidade e eu queria entender que discurso é esse E por que que muitas diz a mulher negra não se encaixa e nem a mulher pobre né Por assim dizer né exatamente tem a ver com a pobreza e tem a ver com o fato que a maioria dos pobres no Brasil é negro né Exatamente esse discurso ele é pregado seja em páginas de Instagram seja em grupos reunidos seja inclusive nos grupos das nossas igrejas né Eu já Visitei vários locais vários lugares e eventos na verdade sobre feminilidade que se prega também esse discurso Então eu acho que é importante também deixar claro que não é só uma coisa de rede social e como o bíblico mesmo falou né em livros a gente consegue perceber isso então eu trouxe alguns casos aqui que deixa bem claro que feminilidade é essa que a gente tá falando se pesquisar no Google consegue ver a notícia do Edir Macedo sugerindo que mulheres Não façam faculdade para ter casamento feliz aí ele disse que deve se casar com macho ele fala isso numa pregação E aí algumas pessoas vão malhar não é de Macedo ele é o pe tá não sei o que a teologia é ruim mas também existe alguns pastores reformados inclusive alguns de vez em quando na internet fica mostrando o vídeo de uma pessoa específica eu não vou ficar nomes não só esse pastor mas também outros pastores da linha reformada tem livros sobre grandes teólogos reformados se envolvendo em coisas como esses dizendo aí por exemplo que a mulher ela tem que ser intelectualmente preguiçosa não deve estudar muito para poder conseguir um casamento não pode olhar fora do Lar tem que ficar sempre dentro de casa que é errado que biblicamente que uma mulher trabalha fora de casa e existe esse discurso né de que a mulher ela deve simplesmente existir para fornecer conforto dar comida sexo e Vida familiar feliz então basicamente é essa ideia né de que a mulher ela foi criada para um matrimônio para uma eternidade ela deve ser fraca e se limitar a isso e aí Esse é um problema que eu tenho porque tem a ver muito mais com uma questão cultural do que coma questão bíblica em si porque quando a gente vai olhar para a Bíblia como as mulheres atuam como as mulheres da Bíblia ao longo da Bíblia do antigo ao Novo Testamento E também o que que nós vemos na própria mulher de provérbios 31 nós vemos incoerências E aí é uma coisa interessante você que tá ouvindo você pode até dar um Google e ver tem algumas alguns jornais de época nos jornais no período mais antigo chamado jornais de mulheres jornais para as mulheres né nos períodos mais antigos existiam jornais para as mulheres tente notar a estética mesmo desses jornais é incrível de vez em quando eu faço esse exercício você olha o jornal a estética do que se fala e as imagens das mulheres que são colocadas as saias rodadas as mulheres com os bolos né com a cozinha e tal e aí você olha das páginas de feminilidade é literalmente igual enquanto nós cristãos somos chamados para sermos contraculturais ou coisa do tipo você percebe que na verdade essa feminilidade que é pregada muito mais do que algo foi construído pela cultura de uma época específica de um período específico essa feminilidade vai surgir diretamente da época vitoriana é aí no Reino Unido do século XIX vai ser também construída a partir de uma visão do american way of life do estilo de vida americano isso é que acontece mais ou menos depois do período da Guerra em que as mulheres tinham que ficar dentro de casa e os homens iam para guerra elas tinham que se responsabilizar e a ideia aqui era simplesmente falar realmente da domesticidade porque a mulher ela tinha que ficar dentro de casa cuidando dos seus filhos a da educação familiar enquanto o homem ia pregar mas aí esse é meu problema como é que a gente pega algo de um período específico de uma realidade específica de pessoas específicas e aplica um Brasil de 2022 com uma realidade outra com uma questão Econômica outra financeira e que simplesmente não se alinha e a gente coloca a ideia de que é bíblica quando não é E aí a gente entra também a questão que também se fala muito né no Brasil especificamente que é a questão da Solidão da mulher negra né que em geral e suas estatísticas mostram de como as mulheres negras são preferidas nos relacionamentos se a gente encontra essa esse preterimento E aí uma mulher negra Cristã Pode ser que ela nunca venha casar Pode ser que ela fique solteira a vida toda ela vai ser menos mulher porque ela e aí ela não vai ter que estudar porque ela vai ter que esperar um homem que estude por ela que isso se sente ela enfim é realmente não se aplica a eu acredito que não se aplica isso há muitas mulheres é brasileiras e muito menos as mulheres negras né que muitas vezes é como a maioria das mulheres mais pobres tem que lutar todo dia né pelo seu destino e para conseguir melhorar um pouquinho de vida [Música] tem uma série de questões econômicas é que a gente não tem como fazer uma análise completa aqui mas por exemplo a questão de educação pública a ter onde deixar os filhos e tal a gente sabe que é pesa muito sobre a mulher e a mulher pobre né Essa responsabilidade é muitas mulheres é mãe solteiras né por conta que o marido que era para estar ali no lar e e tá junto pegando junto não tá né simplesmente some então tem uma série de questões e é por isso que esse modelo de feminilidade da mulher doméstica assim vamos eu vou falar agora como em branco privilegiado aqui né E aí vocês me corrigem por favor é legal a mulher se ela quiser ficar em casa cuidar dos filhos fazer home schooling que seja cuidar da casa e que é um baita trabalho né cuidar de uma casa é um trabalho honérico isso é uma coisa legal eu penso que sim né eu falando aqui do privilégio de homem branco né tipo assim se a mulher deseja isso se é um combinado né o famoso combinado não sai caro é uma coisa bacana de fato você está mais presente com os filhos você tem mais tempo fim você a o marido Então vai vai trabalhar e chega a mulher tá ali preparando aquela vem é propaganda Doriana sabe E aí tem a janta e tal é uma realidade que milhares de pessoas conseguem viver e tudo bem eu acho que vocês não têm um um Eu imagino né pelo pouco que eu conheço de vocês que tudo bem se você consegue viver isso eu acho que pra galera entender e talvez você não esteja tão antenado neste universo O problema é que essa imagem do homem que sai pra trabalhar e da mulher que fica trabalhando em casa né com a sua saia midi com a sua batedeira e fazendo bolo entendeu E ainda depois que as crianças dormem e ela tira aquela saia miga ela tá com uma mega lingerie pronto para fazer aventuras sexuais com seu marido vocês não são contra isso né O problema é você pegar esse modelo e Ó gente é isso que a Bíblia ensina e é por isso que a Jacira fala do do provérbios 31 porque não não casa com provérbios 31 o problema pegar isso e colocar como se fosse bíblico E também como você disse tem pessoas que conseguem viver esse modelo justamente pela condição de vida que tem pelo combinado pela pelo Desejo que a mulher também expressa fala não vou ficar em casa e tudo mais só que quando a gente vive num país que ganhar 3000 uma casa né uma casa que ganha r$ 3000 por mês tá bem tipo esse é o Brasil né tá tipo assim entre os 10% da população porque esse é o Brasil Quer dizer que o resto da população ganha muito menos e o resto da população que é muita gente é muita gente não tem como viver essa condição Eu acho que é Um Mundo Ideal e eu deixo isso muito Claro no capítulo Logo no início no Mundo Ideal talvez a mulher talvez o homem ele ele trabalha ele ganha um valor um salário que dê para sustentar toda a família mas em um mundo quebrado é um mundo de Pecado não é assim que as coisas acontecem e esse é o problema de o ideal que nem todas as pessoas possam seguir então as pessoas colocam aí um peso espiritual de como se a mulher elas tivessem pecado Há muitas mulheres se questionam pelo fato de estar trabalhando fora se elas estão pecando quando a Bíblia não está dizendo isso então esse peso espiritual é algo que assim é errado e eu acho que é importante a gente deixar isso claro para que as pessoas elas entendam que não estão pecando simplesmente não tem como né existe uma questão uma realidade muito específica e no Brasil nós temos abandono parental ou da mulher se torna chefe do ar especialmente nas periferias nas mulheres mais pobres né ah existe questão de viver e se a mulher ficar viúva como como funciona como é que ela vai deixar de ser bíblica só porque ela ficou viúva de cortar mas é que eu já vivenciei de perto isso pelo menos uns quatro casos Davi vez e do abandono do marido né tipo divórcio E aí a mulher foi a vida inteira do e Gente pelo amor de Deus não tô sabe a gente não tá diminuindo a mulher que é do Lar Tá mas a dica que eu daria eu não sei se as minhas amigas concordam é você quer ser do Lar combinaram vocês lá em casa lá em casa a gente convidou achando tá se dedicando Full Time a casa e até e principalmente o kaleo né que tem uma condição especial então assim é Beleza mas se eu morrer ou eu me separar da Xanda que Deus livre assiste até isolar aqui na madeira afinal eu sou de sagitário se eu me separar ou eu morrer achando ainda tem uma profissão ela consegue voltar para o mercado de trabalho e se virar nos 30 então assim e eu já vi muitas mulheres que se dedicaram lá e a única coisa que ela sabiam fazer é cuidar de um lar aí não tem mais o provedor né pra usar essa linguagem Ok como é que eu ah eu tenho eu vou limpar o ar dos outros então né então eu vou me tornar uma diarista uma mensalista enfim porque era o que a mulher sabia fazer então esse discurso da feminilidade que veio muito forte na última década eu acho ele perigoso pro mundo que a gente vive eu acho ele perigoso porque tem muita menina que Ah então eu vou fazer um curso de culinária vou fazer aqui um curso e vou ser uma grande beleza faça mas não esqueça de ter também uma profissão aí porque o maridão pode vir a faltar e mulheres isso implica né que mulheres assim sem ser mãe e pai né a gente tem realidade em vários vários filhos que foram criados simplesmente pela mãe e a mãe teve que ser mãe e pai Essa é a realidade do Brasil Então tem que fazer um discurso que seja condizente com a realidade não simplesmente algo que não se aplica e como como você falou aqui desses casos realmente dessas mulheres eu acredito que esse discurso quando entra na igreja esconde algumas outras questões teológicas que precisam ser discutidas eu acho que tem a ver com uma primeiro justificação por meio da domesticidade casamento é muito interessante como ela se vem justificadas perante Deus pelo que elas estão fazendo pelo fato de casarem ou seja se não casar meu Deus é o desespero né Eu já ouvi amigas dizendo eu quero muito que Jesus volte mas que ele volte depois de eu casar eu tenho que casar primeiro então Existe sim uma certa idolatria do casamento é interessante a gente eu gosto muito de primeiro fazer definições O que é feminilidade segundo o dicionário de Cambridge são as características de incentivas o ser feminino então quando eu vou num grupo de feminilidade eu quero que a fale sobre Deus sobre Jesus sobre as doutrinas do evangelho e aplica-me enquanto mulher enquanto uma pessoa que é diferente de um homem quanto as características que eu tenho quanto mulher para servir ao Senhor Mas nos discursos de feminilidade é simplesmente sobre casamento e domesticidade E se eu nunca casar a mulher solteira onde é que fica nesse discurso então tem muita coisa por trás parece que é uma justificação por meio da domesticidade o próprio Keller em deuses falsos no livro Deus descalços ele no capítulo 2 ele fala sobre essa justificação essa idolatria do casamento Quando ele fala sobre Lia que tentava se justificar parecia tentar se ficasse mesmo né a partir do amor que ele que ela buscava de Jacó né ela procurava encontrar a sua identidade a partir do amor de Jacó o Keller diz isso E aí É bem interessante que muitas das vezes parece que esse discurso retroalimenta essa justificação por meio do casamento eu acho também que existe um discurso de justificação por meio da docilidade né então a mulher ela precisa ser fraca E aí é que o que eu acho que vale a pena dar uma olhada muito bem no que nas características de gengivas da mulher de provérbios 31 porque a Bíblia fala primeiro que ela é confiável traz características da de qualidade Ela é confiável Versículo 11 ela trabalha Versículo 13 mostra que ela trabalha então quando começa essas discussões sejam na internet ou seja nesses grupos de feminilidade Ah mulher pode trabalhar mulher pode trabalhar fora de casa é muito sem sentido segundo a realidade que a gente tá vendo aqui e a gente tá falando de um período Bíblico onde as mulheres de fato eram sustentados pelos seus maridos mas mesmo assim ela estava trabalhando e a gente vê vários relatos bíblicos de muitas mulheres também trabalhando ela dá mantimento a sua casa ela cuida do seu lar Versículo 15 vai deixar isso muito claro ela compra ela Versículo 16 ela tem força Versículo 17 Ou seja quando vai falar sobre essa questão da docenidade e que a mulher precisa ser fraca não é raro ver textos pregações das pessoas falando a mulher ela precisa ser fraca quando a gente vê são mulheres fortes na Bíblia são mulheres eu não vou usar a expressão empoderada porque é uma expressão politizada mas são mulheres fortes são mulheres que que vão lá e fazem as coisas que são necessários ela ajuda necessitados Versículo 20 ela tem uma preocupação com as pessoas necessitadas ela tem uma preocupação com as pessoas que estão invulnerabilidade inclusive antes de falar das características distintivas da mulher de provérbios no iníciozinho do Capítulo 31 se fala sobre o rei também e diz que esse rei ele julga com a entidade ele observa as condições dos Pobres ele não deixa as pessoas que passam necessidades ao Léo o que é interessante né Para nós enquanto cristãos as boas obras que nós devemos praticar essa mulher ela vende Versículo 24 ela é sabe bondosa por último Versículo 28 Versículo 31 eles dizem sabe fala né que essa mulher ela é louvada e ela é louvada não porque ela é boa coisa do tipo ela não é louvada pelas boas obras que ela faz mas ela é louvado porque ela teme ao Senhor Então qual é a característica distintiva e principal da mulher enquanto Cristã é temer ao Senhor uma boa Cristã ela vai ser uma boa mulher ela vai ser uma mulher em suas características específicas aí de feminilidade uma boa mulher eu acho que é importante ressaltar isso e mostrar que as características da feminilidade vão muito além do que essas caixinhas que muitas das vezes são colocados que é isso nos coloca né diante da compreensão de que a referência seja para o homem seja para mulher é o próprio Cristo né é a gente ser como Cristo eu sendo mulher eu sendo casado eu sendo solteira eu sendo uma dona de casa conhecendo uma profissional no meu trabalho e eu acredito que esse parâmetro de Cristo né ele pode realmente nos guiar e muitas vezes quando a gente coloca essas outras coisas culturais aí acho que a gente pode fazer até a prova dos nove eu posso me perguntar mas Jesus seria assim Jesus que que ele fez e aí eu acho que eu posso também ver como eu posso ser como mulher e desenvolver essa mulher que serve né que tá lá em provérbios [Música] hoje a Cida para ficar bem claro que a gente está falando porque eu tenho certeza que alguns ouvintes e gente aqui a gente não tá te julgando tá é porque às vezes a gente vive numa bolha eu tenho 40 anos e muitos assuntos que eu trago aqui no bivotal que eu fui ter noção deles depois de velho então por favor não se sinta mal o que a gente só quer trazer para você que a gente não tá aqui inventando um discurso Ela não é uma vitimização Não é nada disso né Conheço as duas são duas mulheres bem resolvidas aqui mas algumas coisas a gente precisa falar Jacina alguma história você tem para ilustrar porque histórias marcam né alguma história você teria para nos contar que exemplifica que desenha né A verdade é essa que desenha o que você está falando para nós você é Ana estão falando para nós aqui sim alguns anos atrás em que o feminismo chegou contudo de uma forma mais pública aqui no Brasil mesmo e aí os reformados especialmente eu estou mais nesse ambiente tradicional reformado começamos a falar muito sobre feminilidade resgatar as questões de feminilidade para que as nossas mulheres e as meninas né não sejam somadas pelo discurso feminista E aí nisso Tinha muitos grupos muitos grupos de feminilidade e eu eu participava assim desses grupos Inclusive eu promovi alguns encontros sobre essa questão na minha igreja gente teve alguns problemas de algumas meninas que viraram feministas viraram lésbicas inclusive saíram da igreja a gente teve um problemão Inclusive a primeira participação que eu tive em livros foi um livro da minha igreja tinha 17 anos quando escrevi sobre essa questão do feminismo e feminilidade em que eu fiz algumas críticas ao feminismo porque era o que realmente tava crescendo muito na nossa igreja e tal então nessa época tava muito enfermeirado essa essa questão e eu participei do e que uma das a palestrante Ela é conhecida no Brasil todo e no final quando eu fui começar com ela ela disse assim nossa não imaginava alguém como você da sua cor tipo nesse evento e era uma palestra no seminário Cristão do seminários principais aqui do Nordeste então foi algo que me assustou e foi nessa época foi nesse momento que ligou um start para mim do tipo Puxa tem alguma coisa errada veio um estado assim tipo o que que tá de errado por que que ela fez esse comentário aí eu comecei a pesquisar um pouco mais e observar a questão da estética especialmente eu olhei o meu redor realmente só tinha mulher branca eu era a única que ele estudava e tal é e eu comecei a olhar a estética também das páginas dos eventos dos lugares aonde eu tinha ido que eu não tinha parado para perceber e realmente não tinha Pessoas igual a mim e o discurso eu comecei a observar um pouco mais aprofundadamente e eu vi também que não fazia muito sentido com a história da mulher negra quer dizer as pessoas estavam perguntando se a mulher podia trabalhar e a mulher negra ela sempre teve de trabalhar porque foi trazida como escrava que sempre teve de trabalhar tinha mulher podia ser forte e historicamente as mulheres negras e eu sou do Nordeste né as mulheres Nordestinas toda Paraíba né Tem uma música aí do Luiz Gonzaga Paraíba masculina Mulher macho sim senhor porque as mulheres elas faziam absolutamente todas as coisas que os homens faziam porque eram mulheres do Sertão na verdade os pobres que elas tinham de trabalhar porque senão os filhos não ia comer então eu comecei a observar os discurso comecei a observar a estética comecei a observar as coisas e percebi que de fato fazia sentido era errado o que ela falou é errado que ela falou né mas é fazia sentido de acordo com as coisas funcionava Foi aí que eu comecei a observar mesmo na Bíblia o que que a Bíblia fala sobre feminilidade e o que que ela não fala o que que é cultural que foi imputado para a Bíblia como se fosse bíblico da Betty bar que a gente até tem podcast aqui construção da feminilidade bíblica acho que é seu nome a da Thomas Elson Brasil sensacional tem um traz muito esses pontos históricos que a Jacira e Ana colocaram aqui e tem também uma entrevista maravilhosa que nós fizemos com a christianie que tá o Vitor Fontana a Bruna Santini e o Léo entrevistando a autora do livro Jesus e John Wayne também lançado aqui pela Thomas Nelson Brasil o link para essa entrevista tá aqui também na descrição deste btcast tanto podcast sobre o livro da Beth bar como a entrevista com a Christian e do mee você encontra aqui na descrição deste podcast dessa btwick.com Ana pra gente finalizar aqui gente só pra vocês saberem É que eu queria falar muito mais com as meninas aqui mas é que elas têm compromisso às 8 horas da manhã e eu quero aproveitar então Ana em 5 minutos uma história que pra ti representa um pouco e coroa isso tudo que a gente tá falando perfeito Então eu tenho uma história maravilhosa que se eu não soubesse que é real eu diria sem refil isso aí é infecção né que a história de vida essa mulher negra cristã do Estado de Nova York cozinha onde eu agora ela nasce na em 1797 nasce já escravizado porque seus pais eram escravos ela diferente dos irmãos dela que a mãe dela teve 10 filhos teve entre aspas o privilégio de crescer com a mãe dela porque os irmãos dela eram vendidos então era e um irmãozinho ficaram com a mãe até a mãe morrer ela conta porque que eu tô falando da mãe dela porque ela na biografia dela ela conta de como foi a mãe dela que ensinou ela a orar a Deus né então a mãe dela só falava Holandês porque o primeiro senhor de escravos deles e o único Senhor de escravos da mãe era um holandês então a mãe dela não falava inglês porque vivia só lá na casa e ela fala assim Ah então a minha mãe me ensinava falava assim olha quando você for espancada Olha o que uma mãe ensina para uma filha né quando você for espancada a hora para Deus porque é somente ele que nos ajuda a suportar isso e tudo e aí ela fala que ela lembra da mãe dela orando algum salve geralmente falando ó Deus até quando e enfim e aí ela e ela tem esses que ela tinha com a mãe dela mas mãe onde está Deus Aí ela fala Deus está no céu olha para o céu e ora e toda essa formação né que a mãe dela tão simples deu para ela porque a mãe dela também não sabia né grandes teologias de tudo é foi aquilo que levou e caracterizou depois toda a vida dessa de ornitor porque depois ela foi vendida para sucessivas e senhores de escravos e ela cuida de como foi difícil porque ela só falava Holandês com nove anos e aí ela foi para um senhor de escravas falava inglês que maltratava ela porque ela fala assim ele me entendia mas eu não entendia ele e aí quando ele dava uma ordem e ela entendia errada ela era espancada Até ela aprender inglês né E aí quando ela tinha mais ou menos 30 anos o estado de Nova York aboia escravidão mesmo né que no norte escravidão foi abolida bem antes que no sul e ela se torna uma mulher livre e aí ela começa a trabalhar em casa de família limpar a casa ela começa a frequentar uma igreja e nisso ela escreve o livro dela e ela também começa a ser uma pregadora ambulante e ela também é uma abolicionista ela é como a não é ainda não era abolido em todos os Estados Unidos é ela é uma ativista a favor da abolição e uma mulher extremamente forte que tem todas essas memórias esses relatos né por isso que a gente sabe tanto da vida dela que ela chegou a sobreviver né enquanto tantos morreram ela viveu para ser liberta E aí contar tudo isso e como ela sempre faz referência a Deus em tudo que ela coloca na nos discursos dela e também sobre ser mulher porque era diferente ser um escravo homem e uma escrava mulher que era muitas vezes abusada e não podia viver a sua maternidade a própria cinco filhos e não teve como crescer esses filhos Então ela nem sabia onde eles estavam então todos esses Sofrimentos de uma mulher que não consegue viver a sua maternidade ama seus filhos é uma mulher que Como já será de ter que trabalhar desde sempre não é essa questão e nesse período Como é final de 1700 1800 e tava também nascendo os discursos feministas da primeira onda nos Estados Unidos é ela chega com isso ela fala vocês falam que o homem tem que tratar a gente a mulher com delicadeza eu não sou tratada com delicadeza eu nunca fui tratada com delicadeza não sou eu uma mulher ou discurso muito forte dela que ficou muito famoso inclusive que ela faz várias vezes essa pergunta eu não sou uma mulher Eu sempre tive que trabalhar e eu continuo e eu sou uma mulher ela fica perguntando isso e eu quero só terminar eu vou ler para vocês verem só o quanto Deus era muito importante na vida dessa mulher e como vocês podem encontrar livros que tem a biografia dela tem um em português porque é muito lindo e aí tem um relato né que outro abolicionista estava falando que era o Frederick Douglas que no caso ele já foi um ex escravizado que se libertou sozinho ele brigou até o sangue com o próprio Senhor e foi embora então outra história e mais a mesma época e depois tornou um ativista do abolicionismo e tudo e esses essas pessoas elas estavam todas no contexto Cristão porque todo mundo foi formado como Cristão e aí ela tava assistindo um discurso de Frederick Douglas e ele tava falando e ela conta que ele tava falando cheio de raiva dizendo que não havia nenhuma esperança pelos negros que os negros não podiam esperar Nenhum Nada dos brancos que eles tinham que lutar pelas próprias mãos e tudo mais e ela fala que ele estava cheio de Ira e tudo mais e aí ela Sentada né na plateia na primeira fileira ela fala assim Frederick por acaso seu Deus está morto porque ela vê que o Frederico no discurso dela tá tirando a esperança de Deus está colocando a esperança assim numa força numa luta e assim e eu só coloquei assim esse contexto não dizendo que um Tá certo tá errado mas dizendo como Deus permeia toda o discurso e a éticabolicionistas desses escravizados aí um lê de um jeito outro lê de outro jeito como o evangelho e a relação deles com Deus foi tão importante para ele se entenderem como pessoas Livres né E também para se julga e ela entender a dignidade dela como mulher porque ninguém dava essa dignidade para ela e ela e ela encontrava isso ela fala de Deus em relação a esse ser mulher dela [Música] tem várias histórias também que você conta no seu livro e estima da cor Jacira Fala um pouquinho para gente do seu livro Por gentileza sim o meu livro se encontra na Amazon você consegue encontrar na Amazon o objetivo dele é falar sobre o racismo a partir da Bíblia luz da Bíblia mesmo a ideia é falar a parte das doutrinas cristãs né como que a gente pode falar desse problema desse mal observando aí as escrituras o que ele o que elas dizem então não sei se é para fazer já o fechamento aqui o cronômetro 7:59 minutos eu quero que você mas eu quero mais você vai conseguir cancelar o compromisso tô dentro aqui ó a Ana já acordou de madrugada né para orar e se preparar podcast então e depois tem que sair para estudar e trabalhar né que é a vida então no livro eu pego um pouco da pesquisa que eu fiz né da contabilidade no período da escravidão sou né e eu fiz uma pesquisa sobre a contabilidade no período da escravidão sobre como os senhores e escravos contabilizavam seus escravos porque eles eram tratados como mercadoria mesmo civilmente então essa instrumentalização e observando isso a luz da Bíblia né falou no seu livro Cristão numa sociedade não Cristã ele fala que os cristãos que lutaram contra a escravidão eles tinham que mostrar aqui de maneira nenhuma os negros Eles não eram objeto mas sim que eles eram criados na imagem e semelhança de Deus que eles eram seres humanos tinha começado ali então trazendo as doutrinas cristãs com os fatos históricos né que de como as coisas aconteceram Então você consegue adquirir o meu livro aí pela pela Amazon mas para só fazer um fechamento sobre esse assunto eu acho muito legal o texto do saião que ele que ele intitula assim não existe mulher virtuosa Eu acho esse texto muito bom e aí ele vai explicar porque que ele diz isso aqui a palavra no hebraico não não se traduz melhor por Virtuosas sim por guerreira e aí ele vai explicando que as características distintivas dessa mulher nós vemos que uma mulher plena né Eu acho legal que ele coloca é uma mulher plena então eu recomendo esse texto acho que faz muito sentido e de novo irmãs a gente não tá colocando nenhuma pressão se você é uma mulher do Lar a gente não acha isso ruim não estamos falando contra você nós estamos mostrando que o que nós vemos na Bíblia seja pelas mulheres desde o antigo testamento Rute seja Rebeca sendo pastora seja Maria Madalena lá estudando com Cristo seja as mulheres que estavam lá aos pés de Jesus estudando né porque Jesus era um Rabino era um mestre né enfim seja o que a gente vê todas as escrituras não tem essa caixinha que muita das vezes limita nas vezes às vezes as mulheres então nosso recado aqui é mais do tipo não limite as mulheres e não coloca que Deus não coloca na Bíblia para colocar aí uma uma opressão espiritual mais ou menos né do que a gente vê e eu gostaria de concluir dizendo é que o papel da esposa é algo específico e isso é diferente do papel da mulher que é algo amplo opa olha aí olha aí pô tudo Solta essa agora no final jaciram no Episódio segundo Ana a Jacira vai com nós aqui na cabeça é para me chamar de novo depois tá marcado não tá marcado então acredito que a feminilidade bíblica matrimonial é diferente da feminilidade bíblica que é algo um pouco mais Ampla muito boa vai ter que voltar pra gente esclarecer um pouquinho melhor isso mas eu entendi e acho que quem prestou atenção fica claro aí Se você prestar atenção na própria Bíblia Acho que você consegue dizer nisso também Ana Muito obrigado pela tua presença aqui a sua palavra final por favor não deixa coisa quicando aí na nossa cabeça aí a Jacira já fez isso muito obrigada pela participação é de verdade eu gosto muito de falar desse assunto e só como eu tava falando desse jornal e a Jacira falou que os escravos eram contabilizados com mercadoria ela só vou terminar falando isso ela foi vendida com 9 anos junto com 300 ovelhas para outro Senhor nossa gente essa que tá chegando ao fim esse é o penúltimo episódio mas amanhã a galera volta Ana Jacira Léo e Igor para falarmos aí sobre racismo e o racismo brasileiro enfim tem mais um episódio muito importante para pensarmos esse tema os links dos livros que falamos aqui estão na descrição deste podcast Obrigado Jacira obrigado Ana e até amanhã e a gente continua e termina esse tema e essa PT aí que tão especial [Música] esse podcast Foi editado por bibotal que Produções