Contextualizando para o Mundo Muçulmano | Jeferson Chagas | IBNU-AME
16/01/2023
Contextualizando para o Mundo Muçulmano | Jeferson Chagas | IBNU-AME
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Fonte: Igreja Batista Nações Unidas
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[Música] pessoal bom dia e eu me lembro que nós estávamos no interior da China e não tinha era bem de manhã e não tinha lugar para tomar café e tava eu e o Saião e tinha um KFC aberto [Música] piada já foi contada né eu cheguei lá e falei para moça olha ele queria tomar o café inclusive o dono do KFC tá aqui olha a foto dele e aí o senso de humor nas culturas muda né e eles levaram a série serviram que estavam querendo ser uma brincadeira né brincadeira então com o pessoal olhou ali e tem sido muito bom tem sido uma benção poder tá Caminhando com saião aprendizado aprendizado na veia né e eu louvo a Deus pela lei Benil também e Louva Deus pela pela igreja aquela igreja Taiana a igreja Taiana é uma o pastor voo tem sido também um motivador né de poder ser parceiro de um projeto né do Rota 66 e mandarim a gente coordena esse projeto e vocês podem olhar que eu não tenho nenhuma aparência chinesa na minha na minha família pode buscar de qualquer jeito vocês não vão achar e aí a igreja apoiar né um projeto como esse então é muito legal a gente vê esse projeto do Rota 66 e Mandarim atingindo ali Hong Kong atingindo Singapura né E isso desce da Ásia a gente sabe muito bem da maior migração de chineses né a diáspora acontece ali então é uma das ações que a gente tem orado para que a gente possa mobilizar chineses naquela região para eles poderiam entender a necessidade de alcançar os muçulmanos ali na Ásia no sudeste asiático Então a gente vai prosear um pouquinho queria compartilhar algumas coisas com vocês mas antes eu queria mostrar um vídeo para a gente dar uma pensada E aí a gente vai falar algumas coisas A ideia é apresentar um pouquinho da experiência Nossa e a gente refletir um pouco e depois poder trocar figurinha no almoço quem tiver quiser conversar alguma coisa sobre isso e vamos lá e eu gostei muito da primeira palestra do Timor né qual é o nome dele o Júnior não sei se ele tá aqui Acho que não deve tá eu gostei bastante porque a gente vê pessoas né é dois nerds né dois nerds que Deus usa né então Deus usa nerd né então a esperança né A Esperança então se tem algum nerd aqui ainda hoje Você de hoje você não escapa eu queria passar aqui um vídeo para a gente entender um pouco é uma coisa bem rapidinho tá é para a gente vê se vai dar certo [Música] [Aplausos] [Música] fotos rótulos não foram feitos para pessoas né e feito para latas acho que esse vídeo a gente entende bastante essa ideia de que é muito fácil a gente rotular as pessoas e também automaticamente quando a gente tá no campo dependendo da nossa atitude dentro de um contexto completamente diferente do seu da uma cultura nova É muito fácil as pessoas também rotularem a gente então é um exercício nosso como missionário a gente tentar entender mergulhar na Cultura né tá aberto a entender essa cultura nova Qual a gente tá imerso e às vezes o gato cultural é tão grande né do Brasil para Ásia e aí você tem um esforço muito grande Às vezes a própria igreja enviadora as pessoas que enviam a igreja né e acaba não entendendo né sempre falo da importância de nós explicarmos para a igreja enviadora o campo que a gente vai servir porque os relatórios não serão os mesmos de alguns outros lugares né quantidade quantos batizados não sei se vocês já passaram por isso mas quando convertidos quando ele vazio naquele pela coisa dá para ouvir um grilo lá da Indonésia né você não tem aquela resposta que se espera e aí o que você faz nos primeiros anos é olha melhorei a melhorei O Mandarim melhorei o barraça Indonésia e depois mesma coisa não sei que aí então é algo que a gente precisa preparar também os nossos parceiros né para isso que eu queria nessa manhã é dar uma andada pela Ásia é um eu gosto muito da Ásia a variedade cultural da Ásia das línguas né Eu gosto muito de caminhar nesse mundo e a gente minha filha ela cresceu no ambiente desse né Eu queria apresentar um pouquinho aqui a gente vai falando daqui a pouco tempo passa e eu não quero a gente vai falar um pouquinho sobre a asa muçulmana e uma ideia geral e depois a gente pode estar conversando Ok um texto que eu gosto bastante por causa disso né Apocalipse sete nove o trecho que diz de todas as nações tribos povos e línguas de pé diante do trono e do cordeiro essa variedade de línguas Quando você vai na Ásia na Sudeste Asiático a quantidade separa na Malásia por exemplo você vê ali quantidade de uma lei chineses na quantidade de iranianos e sauditas que vão passar as férias ali né o povo tamil e é muito interessante isso eu me sinto muita vontade nesses ambientes para entender Islã é muito simples Olha só quantas divisões existem qual que vocês querem começar né é muito complexo falar sobre Islã porque não dá nada não dá para falar uma coisa isso representa se eu falar aqui olha esse pedaço da Malásia representa não representa a uma variedade cultural muito grande linguística então no próprio mundo árabe por exemplo porque ela no início lá do lado esquerdo da Ásia né a gente vê que lá dentro do bloco existe muitas divisões Quando você vai para o Sudeste Asiático isso aí duplica triplica né então a gente tem que entender tudo e aí para a gente entender um pouquinho por que que o Islã aqui se eu fizer tal coisa eles cortam meu dedo e a pessoa tem que andar com uma roupa igual a mulher tem que vestir igual Batman e na outra a pessoa fica à vontade põe um lencinho seu marido deixar porque existem escolas de jurisprudência islâmica teologia islâmica então o convite para os netos aí então nós estamos falando de uma variação muito grande 1.9 bilhão de muçulmanos né se você pega ali do Senegal As Filipinas a variação que tem então não dá para dizer que o melhor método é esse a melhor isso Varia muito do local para local né mas a gente vai falar algumas coisas que tem semelhanças também então Dando um giro aí para só lembrar a Ásia nós estamos falando aí de 1.3 bilhão de muçulmanos gente se no mundo muçulmanos 9 um ponto três tá na Ásia é uma concentração muito grande de muçulmanos né Dentro do continente Asiático e aí quando você pega por exemplo vamos dar uma olhada por exemplo vamos começar da esquerda para direita Oriente Médio com 92% de muçulmanos aí você vai para área Central aqueles ão que dá 86% aí você vai para o sul da Ásia Olha que interessante você vê no mapa aí no diagrama de pizza a quantidade alta por causa da Índia do hinduísmo só que quando você olha o número de muçulmanos na Índia nós estamos falando que esse ano chegou a 200 milhões de muçulmanos dentro da Índia então é um negócio que tem hora que a estatística não diz o número a porcentagem não diz exatamente o que é né duas pessoas na sala uma murçou e a outra não 50% das pessoas não almoçaram né Às vezes tem que tomar cuidado para os números o leste asiático daí eu já parto que já começa a apreciar mais gostar mais sentir o cheirinho da comida né Então aí tem aí China na China por exemplo nós estamos falando aí as estatísticas gira em torno de padrão é bem grande Tá é de 50 a 110 milhões de muçulmanos e depende da onde você pega a fonte 80 mil mesquitas em dentro de todo o país a gente tá falando de 11 etnias que dentro da China em que são etnias majoritariamente muçulmanas eu trabalhei com a etnia roer então eles falam o dialeto ruim então a gente aprendeu Mandarim é a hora que eu achei que ia fazer alguma coisa foi para os Way para você aprender de novo a questão do dialeto roe é uma mistura de árabe do Face e o Mandarim escreve-se com caracter chinês mas você tem a influência né do Persa e do missionário não é muito bom da cabeça né a gente vai levando Sudeste Asiático a gente vê toda essa variedade de países e alguns deles a gente sabe de maioria muçulmana você pega aí o brunnai você pega a Indonésia né a gente tem aí Malásia mas aí a gente não pode desprezar por exemplo Filipinas por exemplo uma influência toda ela islamizada né problemas ali internos você pega outros lugares aí também Singapura né Ficar pura também tem muitos muçulmanos ali né pessoalmente origem uma lei né E hoje com essa com deslocamento de todas as pessoas de todas as pessoas deslocando de todos os lugares para todos os lugares você tem muita gente por exemplo você tem iranianos é que invadiram a Malásia Você tem uma igreja iraniana crescendo dentro da Malásia já mandando missionários para o Irã Então tá acontecendo isso Esses dias eu tava não sei se foi a gente tava que nasceu na conferência entrou um pastor africano a gente milionário era só chineses né numa conferência de chineses e tirando a gente né E o pastor africano lá e ele subiu no olho subiu lá no púlpito para salada nós precisamos que vocês enviem missionários para a África porque a quantidade de chineses que tá chegando na África muito grande Nós não sabemos questão da língua cultura Mas não sabemos alcançar os chineses então o mundo tá nessa perspectiva nessas mudanças né E aí quando a gente olha no sudeste asiático é interessante a gente ver que só no sudeste asiático estamos falando de um ponto um né um ponto um bilhão é muçulmano que não acaba mais Indonésia Claro é o que tem mais quantidade de muçulmano você tem a Malásia também Singapura você pegar também Filipinas Tailândia muita gente muitos muçulmanos tailandeses muitos e originaram da China também então esse é um mosaico né Essa para a gente poder entender um pouco essa distribuição do Islã dentro da Ásia a necessidade né da gente poder estar orando por esses para que Deus envie missionários para que Deus desperte a igreja do Sudeste Asiático para alcançar os povos ali dentro para alcançar os muçulmanos não é muito fácil quem vive nesse contexto sabe e por exemplo na Malásia Existem várias igrejas de origem chinesa né e a dificuldade que é para essa igreja compreender né existem problemas étnicos questões históricas e eu creio que mobilização é uma área que nós Missionário Não precisa trabalhar bem caminhar com essas igrejas na própria Indonésia eu encontrei um pastor uma vez na Indonésia ele é de origem chinesa ele falou olha se vocês forem para Indonésia não vai sozinho passa por aqui e leva Alguns de nós aqui para a gente poder ser mobilizado também para a gente alcançar os muçulmanos na Indonésia então mobilização então é um trabalho fácil a gente sabe que eu falo que eu falo que falar pegar em Meca é mais fácil do que mobilizar uma igreja para fazer missões a gente sabe que é difícil mas é necessário que o Missionário também ele esteja envolvido com a mobilização lá na igreja no povo que você está trabalhando né bom quando a gente fala nesse mundo que eu mostrei aí uma coisa que não precisa lembrar é que as pessoas são eles são de Marketing e nós somos de Júpiter então a gente é diferente então há necessidade da gente compreender compreender que nesse contexto asiático prevalece duas características de Cultura a cultura da vergonha e da honra ou seja se eu faço alguma coisa eu afeto a todos eu não posso fazer uma coisa só para eu faço e eu sou dono do meu umbigo isso não existe uma cultura asiática numa cultura do Sudeste Asiático Então eu preciso pensar na coletividade culturas dessa natureza são culturas que fala bastante gosta de falar né as pessoas gostam de comunicar tudo acontece ao redor da mesa come-se bastante não é e você leva horas e horas o tempo é isento antes da chuva depois da chuva e tal muda muito a maneira né então quem sai desse mundo mas ocidental e vai para esse contexto cada coisa vamos começar o culto às 71 já não sei quê lá é sete dependendo do local é 75 76 40 povo vai chegando e que horas que acaba não tem hora para acabar também você não sabe como é que funciona então é um novo ajuste Mas temos que estar abertos a esses novos aprendizados ou seja se nós queremos comunicar o evangelho efetivamente nesse mundo nós temos que fazer parte da vida diária deles paga esse preço para isso você tem que abrir a sua casa a prioridade a palavra prioridade você apaga É privacidade desculpa a palavra privacidade você apaga porque muda as pessoas chegam na sua casa ela não vão ligar para você mas no interior principalmente elas não vão ligar para você elas vão chegar aí você não sabe por que que ela tá aqui ela chega senta e aí certo tem algum momento que vai ter o ápice da conversa e não tem ácido da conversa o que tem é que a hora que você vai ver ela já levantou e foi dormir na sua cama E aí tudo bem vamos entender o que tá acontecendo E aí acabou voltou conversou daqui a pouco a pessoa vai embora a ideia não fazer nada junto e isso é muito importante nessas culturas de vergonha onça Então tem que tomar cuidado e aprender isso não é cartesiano você não comunica o evangelho de a para B numa linha reta Jesus quando ele encontrou o doutor da Lei Doutor ele fez uma pergunta para ele e falou quem é o próximo Jesus falou assim rapaz saiu um ano de Jerusalém para Jericó e tal e tal ele não respondeu da forma que talvez a gente esperaria no dicionário tal ponto número um ponto número dois não fez isso ele contou uma história Agora imagina se esse doutor doutor da Lei fosse Alguém de São Paulo da correria de São Paulo Trabalho na Paulista aquela coisa tudo contadinho e ele encontra com Jesus e pergunta quem é o próximo e aí Jesus começa a contar a história meu pai do céu que que esse cara meu Jesus da próxima vez por que que eu fui perguntar eu só queria que ele falasse para mim quem é o próximo ele tá contando uma história já não sei quem que é o cara que caiu eu não sei quem bateu eu não sei quem que não sei aconteceu e é assim que funciona as coisas não funcionam na maneira você não tem dizer sim não não é desse jeito então a gente tem que aprender que dia para B você faz curvas né por isso que nessas culturas tem muitos provérbios muitas histórias muitos causos aprender as histórias os casos a maneira melhor para a gente tem para ajustar o evangelho para gente comunicar histórias B tudo que eu já falei rapaz lembrei de uma história certa vez Jesus tá rapaz é a história tudo se faz com história eu me lembro que na China tinha uma história eu aprendi eu comecei a aprender eu trabalhava como muçulmanos chineses Então você tem uma parte que fala roer mas todo mundo fala Mandarim e aí você começa a contar histórias vai conversar com a pessoa em vez de te explicar uma história rapidinho por exemplo é de um homem que ele passou em frente uma loja e nessa loja tava vendendo uma espada e era a melhor espada do reino cortava tudo qualquer coisa que chegasse ele ficou olhando ali de vocês Padre é boa quando tiver dinheiro eu vou comprar no outro dia ele passou e viu e tava vendendo um escudo e o cara falando compra esse escudo melhores escudo que tiver esse é o melhor do segundo reino o dia que tiver uma briga tal o compra esses poder ele ficou pensando no outro dia ele passou ele falou com o senhor olha você falou um dia que é melhor espada outro dia você falou que era melhor escudo porque no chinês você tem mal E tem dono espada escudo e aí o senhor falou que um dia era o melhor mal depois outro dia o melhor dum e no dia que tiver uma briga entre essas espadas e esses escudos e a história acabou aí porque a palavra mal dono é contradição então uma história para falar o sentido de uma palavrinha com dois caracteres e que você pode não discipulado usar essa história e falar olha o cliente não pode ser negócio de maldua né Existe animal dono né Professor você não tá em alta em alta em alta contradição Celso né E essa é a maneira Só que também nessa cultura você tem a cultura do medo e do Poder mistura se eu faço alguma coisa eu sinto medo e aí você entra no medo o que acontece eu preciso agora procurar alguma coisa para fazer igual esse medo então eu vou atrás de pessoas Poderosas homens poderosos homens líderes muçulmanos que você fala que está precisando de alguma coisa você vai lá paga uma caixinha ele faz dá um tatuar vai te dar um grigri vai te dar um amuleto ele vai pegar por exemplo um chá umas ervas ele vai pegar texto do Alcorão vai colocar num papel ele vai escrever vai pôr Num chá um chá de [Música] você é bebê e aí apazigua então as pessoas vivem com medo o que eu quero dizer é que o Islã o Islã da Ásia ele não é um Islã ortodoxo ou normativo ele é um Islã Popular era chamando de folk islam não é o Islã dos livros que a gente aprende porque tem essa coisa essa pitada das coisas do animismo então querer explicar o Islã da Ásia usando os modelos ocidentais a gente não entende porque porque você tem o natural ou natural sobrenatural e existe um vazio e a gente geralmente a gente não considera esse vazio e na verdade é vai e volta né Eu até falo até brinco né você é tipo Teologia da Cassiane antes que sobem que descem que vão sei lá um desse lugar né então porque acontece toda essa então é mais complexo tudo funciona com medo eu preciso fazer tal coisa então o Islã não é igualzinho como a gente pensa em outras partes do mundo e aí nós que somos os orientais por exemplo é o que eu falei vergonha e medo prevalece bastante não pode é que tipo de mensagem se comunica a gente pega a mensagem seria uma narrativa de poder textos bíblicos histórias que envolve essa questão da cultura de vergonha e honra mas também de um Jesus que vem para reconectar você você é muçulmano foi você aceita Jesus você foi desconectado e agora Jesus vem para reconectar você para nova família mas ao mesmo tempo é uma mensagem que você tem que explicar que esse Jesus Ele É Poderoso Ele É mais poderoso do que os amuletos o medo que você tem tudo que você tem que ser vive debaixo do medo ele vem para tirar esse medo então as histórias bíblicas baseadas em narrativas de poder né esse para entender bem essas questões de culpa e Inocência esse livro é um livro bem legal Eu até tenho trouxe algumas mochila aí depois pode pegar lá comigo e ele trabalha bem essa ideia de ensinar a preparar histórias bíblicas nas culturas de medo e poder então é o exame Popular que eu falei para vocês e aí que eu queria para finalizar que tá indo para o final aí algumas coisas que eu acho importante primeiro é entender o que que tem levado muçulmanos dessa área do mundo a conhecer a Cristo Quais são os fatores que tem levado esses muçulmanos à conversão e aí a gente ou fala muita coisa é sonho é visão e é tudo isso mesmo só que a gente tem que lembrar que o fator número um é o contato com as escrituras é o contato com as escrituras isso pode ser pela internet pode ser pelo áudio pode ser conversando com seu amigo contando uma história bíblica mas é o contato com as escrituras e esse contato que leva tudo toda essa experiência vários testemunhos lindos que a gente vê ali no sudeste asiático de pessoas que tem conhecido a Cristo através de sonhos visões pessoas que estão Alcorão vai ler lá Jesus lá Salta do texto lá e a pessoa começa vai procurar um cristão para entender o que é então tá acontecendo essa é uma realidade e a gente tem que agradecer a Deus porque os muçulmanos estão se entregando a Jesus mas nós temos um probleminha que existe alguns obstáculos quando ele se converte muitos deles ficam no Limbo ou Retornam para o Islã e existe alguns fatores para isso então quando a gente entende esses fatores melhor a maneira que a gente vai cuidar dele a gente vai discipular não é então alguns deles tá gente eu tô aqui passando mesmo bem rápido a questão da pressão da sociedade o status social dele ele é desconectado da comunidade dele ele não pertence mais a comunidade E aí se você não entende o que é comunidade é tá junto é fazer parte de tudo E aí ele vem para igreja se essa igreja não entende que a comunidade o que acontece é que ele não consegue permanecer nessa comunidade ele acha que as pessoas eram iguais o tipo de conexão que ele tinha antes né questões financeiras ele vai perder emprego o filho vai ter problema na escola muitas coisas podem acontecer o que ele precisa de gente para caminhar com ele né o medo o sofrimento quando tá sendo falado aqui eu me lembro de um de um irmão ele é da wiggle e ele é muçulmano ali do Oeste da China e um dia conversando com ele ele falou para mim olha tá tudo bem com a nossa vida aqui estamos felizes com Jesus sofrimento sofrimento faz parte da vida E nós queremos que vocês venham aqui para ensinar a Bíblia para nós né então sofrimento é parte da vida pelo sofrimento precisa ser mais estudada mas trabalhado no nosso meio não é E aí outras questões aqui a questão das famílias os problemas da família eu tenho cinco minutos o analfabetismo muitos questões de analfabetismo não funciona analfabetos por necessidade e outros por opção e na verdade comunicação oral histórias Bíblicas muito sentido nesse nessa área do mundo né então e o Deus que ele acreditava é um Deus distante A lá ele tá sentado no trono ele permanece sempre escondido ele não se revela que ele tinha que revelar ele revelou no Alcorão E aí essa pessoa que tá agora caminhando na fé ele precisa entender que o Deus nosso o Deus da Bíblia o Deus Emanuel é o Deus conosco quando precisa entender o que é o amor de Deus ele precisa entender o que a graça de Deus não é mais salvação por obra né então é muito importante a gente entender isso para a gente caminhar com os nossos irmãos novos irmãos na fé e aí quando a gente fala de apresentar o evangelho algumas coisas simples que a gente tem falado aqui mas o que eu queria enfatizar aqui é que a gente precisa tomar cuidado com as nossas atitudes primeiro Que nós às vezes nós demonizamos os muçulmanos e nós somos chamados não é para isso né Nós temos que trabalhar na humanização dele e mais do que isso mas temos que entender que nós estamos falando de como Cristão nós temos que visitar o conceito de hospitalidade bíblica preparando o espaço para o outro é a ideia de uma mesa aonde todos são bem-vindos os muçulmanos são bem-vindos E aí a pessoa mais importante dessa mesa é o Espírito Santo e tem o poder de convencer o homem do pecado da Justiça do juízo e é nessa mesa que a gente come nessa mesa que a gente conversa que a gente chora essa área do mundo essa parte do mundo poder muito emotivo né o povo gosta de conversar eu não tenta chorando você vai pedir para alguém da Sudeste Asiático dar um testemunho deixa o lenço perto o papelzinho porque vai chorar todo mundo né E aí as escrituras o poder das escrituras histórias bíblicas e a questão da compaixão e da ternura e eu queria finalizar aqui lembra quando Naamã Ele entrou lá em Samaria as meninas pegou aquela menina como escrava tava na casa dele e ele ficou doente e ela chegou e olhou para ele e falou assim poxa se ele soubesse que lá na minha terra tem um homem lá que ele tem pode orar por ele curar ele né e houve vários milagres aí primeiro que ela não viu aquela situação de ele tirou era da casa tirou da família do povo e ele é obedeceu ouviu aquela história e foi lá né Então Deus é essa menina ela saiu de Israel né mas o Deus de Israel não saiu dela então essa atitude de ternura a gente precisa tá pensando nisso a humanidade hospitalidade bíblica compaixão e ternura [Música]