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O culto contemporâneo e a contextualização – Thiago Guerra #EnsinoFiel 017

O culto contemporâneo e a contextualização – Thiago Guerra #EnsinoFiel 017

O culto contemporâneo e a contextualização – Thiago Guerra #EnsinoFiel 017

O tempo todo estamos inseridos em um cultura, todo culto e toda ação da igreja é dentro de alguma cultura. A questão não é se contextualizamos, mas se estamos fazendo isso de maneira bíblica e com fidelidade a Deus.

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[Música]
seja bem-vindo ao ensino fiel um
programa que Visa disponibilizar
conteúdos selecionados do ministério
fiel com mensagens de nossas
conferências e aulas de nossos cursos em
nosso ensino Fiel de hoje teremos uma
mensagem do pastor Tiago guerra na
conferência fiel pastores e líderes 2022
o assunto da contextualização sempre foi
polêmico no meio Cristão nas últimas
décadas diversos movimentos igrejas e
Ministérios se propuseram a servir
determinadas comunidades e nichos de
pessoas esta abordagem com tom de
inclusão não ficou somente no
evangelismo e missões mas também começou
a ser parte da liturgia de diversas
igrejas bem como suas estratégias
ministeriais veja no ensino Fiel de hoje
com Thiago Guerra que o tempo todo
estamos inseridos em uma cultura todo o
culto e toda ação da Ou seja é dentro de
alguma cultura A questão não é se
contextualizamos mas se Estamos fazendo
isso de maneira bíblica e com fidelidade
a Deus não esqueça de dar o seu like na
plataforma onde estivermos acompanhando
e de compartilhar com o máximo de
pessoas que conseguir ensino fiel
Episódio 17 o culto contemporâneo e a
contextualização com Thiago Guerra
dois anos atrás eu falei na conferência
Fiel para jovens e o Tiago Santos estava
lá e assim que terminou a conferência
ele veio falar comigo que ele gostaria
que eu repetisse aquela palestra nesta
conferência porque seria muito propício
ao tema Então essa palestra que eu estou
trazendo para vocês essa meditação é um
repeteco de dois anos atrás claro que um
pouco mais aprofundado que a gente pode
apertar um pouquinho mais o calo a gente
pode se aprofundar em algumas questões
um pouco mais de tempo então o tema que
foi pedido para que eu falasse com vocês
nessa tarde é o culto contemporâneo e a
contextualização o culto contemporâneo e
a contextualização E para isso eu queria
pedir para você por gentileza para que
você abrir sua Bíblia em primeira
Coríntios Capítulo 9 e nós vamos ler
diversos 19 ao 23
primeiro Coríntios 9
versus 19
ao 23
se você puder você pode manter sua
Bíblia aberta na medida em que nós vamos
caminhar por alguns versos aí
o texto diz assim porque sendo o livro
de todos fiz um escravo de todos a fim
de ganhar o maior número possível para
com os judeus fiz-me Como judeu a fim de
ganhar os judeus para os que vivem sob o
regime da Lei como se eu mesmo assim
vivesse para ganhar os que vivem debaixo
da lei embora não esteja debaixo da lei
ao Sem Lei como se eu mesmo fosse não
estando sem lei para com Deus mas
debaixo da lei de Cristo para ganhar os
que vivem fora do regime da lei
fiz me fraco para com os fracos a fim de
ganhar os fracos
fiz-me tudo para com todos a fim de por
todos os modos salvar alguns tudo faço
por causa do evangelho para ser também
participante dele
eu nunca vou me esquecer da experiência
que eu tive anos atrás quando Visitei
uma igreja local eu sou de 1985 então eu
participei de dois movimentos no
evangelicalismo brasileiro O primeiro é
do crescimento do bom do Movimento
Pentecostal movimento que eu mesmo fui
parte dele durante alguns anos da minha
vida o segundo movimento que eu vi
acontecendo foi o movimento da da
crescente onda das igrejas independente
igrejas essas que por vezes olhavam para
as denominações e pensavam que as
denominações não mais alcançavam de modo
eficaz alguns grupos sociais da nossa
cultura ou alguns grupos pertencentes a
subcultura dentro de uma grande cultura
a igreja que eu Visitei então era uma
dessas igrejas independentes e o que
eles visavam era alcançar a geração do
rock do heavy metal ou dos pães e a
experiência inesquecível me lembro de
chegando lá a igreja estava toda pintada
de preto por fora o nome da igreja
estava grafitado em vermelho
havia uma fila longa fora dessa igreja
todos vestidos de preto com algumas
imagens e dizeres em suas camisetas até
um pouco assim a fortes por assim dizer
todos maquiados homens e mulheres
cabelos espetados alguns cabelos bem
coloridos na frente dessa fila um
carrinho de bebida alcoólica porque
talvez o vendedor não sabia o que estava
acontecendo ali isso era um show de
rocks era um show de funk
aí você pode imaginar eu saindo de uma
igreja que ficava na Avenida Paulista
com uma camisa Florida chegando nesse
ambiente
Claro que ele simplesmente olhavam para
gente com aqueles olhares e o tipo do
que que vocês estão fazendo aqui mas aí
Nós entramos dentro daquela igreja e se
estava escuro do lado de fora pintada de
preto por dentro então era uma escuridão
era um blackout e eu me lembro de ir
para um canto daquela igreja me
acolhendo ali sem saber muito o que
esperar e o culto começou a mulher pegou
o microfone na mão deu boa noite a todos
e começou o momento da música
o estilo musical era um heavy metal e
nós não entendíamos uma única palavra
que se cantava porque ela abaixava a
cabeça usava até uma voz mais grossa
girava a sua cabeça o tempo todo o
cabelo ia para lá e para cá e quando ela
levantava inclusive o cabelo a cabeça o
cabelo caia na face dela
quando eu já estava pronto a Prestes de
sair correndo daquele ambiente
eles abriram no meio da igreja aquilo
que é conhecido como moshi uma roda punk
e eles começarem então naquela comunhão
solene a trocar socos pontapés murros
empurra pulga caneladas tudo que você
pode imaginar nessa roda para terminar
Então o momento do cântico ela se joga
sobre os fiéis ela sai carregada por
entre as mãos deles então foi um momento
da palavra E no momento da palavra agora
nós temos 10 minutos de uma devocional
sem apresentação do Evangelho aquele
apelo quem quer aceitar Jesus nessa
noite algumas mãos levantadas E aí
Alguns abraços dados e eles vão embora
com o mesmo estilo de vida mas agora com
Jesus adicionado a sua cultura
e eu me pergunto que venha a nossa mente
quando Nós pensamos acerca da
contextualização
Será que não é simplesmente nós nos
sujeitarmos a cultura aos usos e
costumes valores e crenças para que
talvez cheguemos simplesmente com o
evangelho ali e uma vez que o Evangelho
é pregado agora Leve Cristo para sua
prateleira
não é isso que aconteceu
não é isso que Paulo tá dizendo no verso
22 que nós lemos Olha o verso 22 Comigo
fiz-me tudo para com todos
fiz-me Punk para com os panques Porque
não mexe na igreja
para o surfistas fiz-me surfista
a nossa igreja então tem que ser uma
experiência do surf Tem que ter uma
prancha de surf no púlpito tem que tocar
reggae nós precisamos criar uma vibe
para os skatistas firmes skatista porque
não cultuarmos dropando no Ralph pai
para os AIDS aquela geração de 1990 1995
em diante nos fizemos aí Jazz devemos
ser hiper conectados devemos adotar o
culto online devemos entrar nesse meta
verso porque agora nós somos a
para os pós-modernistas fiz-me
pós-modernista nossa igreja deve ser
centrada no eu
devemos resolver os nossos problemas
através da Psicologia todas as crenças
são bem-vindas porque não aplicar então
Esse princípio as diferenças classes
sociais que nós temos para os ricos nos
fizemos ricos
nossa igreja é o verdadeiro Shopping
Center uma ostentação para os pobres
fiz-me pobre se você não tem uma igreja
numa comunidade carente a sua igreja não
é verdadeira
igreja verdadeira igreja da comunidade
você tinha que estar lá se não você não
é igreja verdadeira porque não aplicar
Esse princípio para o campo da
moralidade
para as prostitutas fiz-me o que
eu me lembro em 2015 Quando eu cheguei
em São José dos Campos nós fizemos parte
ajudamos o movimento chamado ruas para
Cristo movimento que nós saímos todas as
sextas-feiras à noite para pegar o
evangelho a essas mulheres
algumas ruas ali São José dos Campos E
essa era uma pergunta genuína que a
gente tinha que dialogar dentro do grupo
como vamos evangelizar Qual a nossa
roupa Qual a nossa abordagem o que
falamos O que não falamos
para os baladeiros nos fizemos
baladeiros nossas igrejas se tornarem
Night Club para os adeptos do movimento
lgbtqi mais nos tornamos igrejas
inclusivas
o Que Nós pensamos acerca da
contextualização
e eu sei que quando a gente fala essa
palavrinha contextualização dependendo
do movimento que a gente faz parte
acende aquela luz amarela para gente e é
uma luz amarela com certa causa pelo
menos duas causas que nós temos um
receio para contextualização a primeira
causa é que historicamente a má
contextualização nos levou ao
liberalismo teológico E aí nós contamos
com a ajuda daquele teólogo
Presbiteriano do século 20 ele chama
quando ele escreve aquele livrinho muito
famoso cristianismo liberalismo e a
grande crítica dele naquele livro é que
de fato a teologia foi vendida ao
espírito da época Lembrando que o
espírito da época quando ele escreve era
um espírito naturalista logo toda a
crença sobrenaturalista deveria ser
descartada por isso que a Bíblia não
pode mais ser errante por isso que Jesus
era o filho de Deus mas não
necessariamente Divino era um homem
extraordinário impregnado pelo Espírito
por isso que a morte de Jesus não era
mais um acontecimento cósmico que
aplacava a ira de Deus mas simplesmente
um exemplo a ser seguido de amor
tornar-se Cristão esquece esse papo de
Novo Nascimento isso é sobrenatural
tornar-se cristão você olhar para o
mestre
seguiu o sermão do monte e praticar
Justiça
E aí o outro que ele vai dizer é que
liberalismo não é cristianismo
a segunda razão que nós temos a
contextualização é que nós temos visto
constantemente o crescimento de igrejas
emergentes
a primeira vez que esse termo emergente
aparece na história foi em 21 de junho
de 2001 com nomes como Tony Jones Brian
McLaren e Doug pegets esses três homens
se encontram e eles têm críticas a dois
movimentos as igrejas tradicionais
e as igrejas conhecidas como sicker
Steve Movement tendo Bill haibols Willow
Creek como o ápice do pragmatismo para
ganhar pessoas e aí é um homem chamado
de imbeltcher que vai escrever um livro
chamado de Church e ele vai dizer que as
sete críticas essas igrejas emergências
as igrejas tradicionais por isso que
elas existiram
a primeira críticas tradicionais é que
eles tinham os tradicionais tinham se
tornado cativos da racionalismo
Iluminista
havia uma visão Estreita cerca da
salvação pouca ênfase em boas obras
uma ênfase no crer antes de pertencer
Imagina isso não pode todo mundo tem que
ser aceito
adoração Não era mais contextualizada a
pregação era ineficaz uma eclesiologia
fraca e havia um tribalismo no meio
deles
agora quando nós falamos os emergentes
nós precisamos fazer aquela distinção
que é ser fez dizendo que há três
modalidades de igrejas emergentes
primeira modalidade de uma igreja
emergência são os relevantes
e os relevantes são aqueles que creem na
Bíblia creem na inerrância bíblica crêem
os créditos Que Nós cremos Mas eles
querem ser relevante na parte da música
é uma nova roupagem que eles estão dando
sem problemas há uma segunda modalidade
dos emergentes que o X7 vai dizer a
segunda modalidade são os
reconstricionistas e Eles olham para a
história naquela ideia de uma era de
ouro na história pré constantiniana de
que a igreja deveria voltar aquela
igreja não é de Atos nós estamos muito
presos hoje nessas estruturas há muita
treliça na igreja então nós devemos ser
mais orgânicos nós Deveríamos ser mais
encarnacionais nós Deveríamos ser mais
vidas na vida por isso que devemos ter
igrejas em casa
a gente tem visto esse movimento
mas é um terceiro uma terceira
modalidade da das igrejas emergentes que
aquilo que é ser vai chamar de
revisionistas e os revisionistas que
questionam as principais doutrinas
evangélicas
eles vão revisitar as doutrinas e dar
uma nova roupagem essas doutrinas
eles vão querer dialogar ou mudar a
doutrina da natureza da expiação
substitutiva a realidade do inferno a
natureza do sexo e a mensagem do próprio
evangelho e é provavelmente esse
terceiro tipo de igreja emergente que
nós temos quando nós falamos acerca da
contextualização
agora gente você aceita nós aceitando ou
não fato é que todos nós
contextualizamos
aqui existe uma imagem um exemplo de
Vanusa que eu acho muito válido aqui nos
ajuda a entender de como todo mundo
contextualiza
vão reservar dizer que a nossa a nosso
relacionamento para com a cultura é o
mesmo relacionamento experiência que nós
temos quando nós sentimos o cheiro da
casa do amigo
você já visitou a casa de um amigo você
entra lá parece que ela tem um cheiro
aquela casa Se você pegar o casaco
emprestado do seu amigo e botar sobre si
mesmo você vai ver que o cheiro também
tá no casaco Às vezes o amigo tá com
você e o cheiro ainda tá no amigo só que
se você chegar para mim que falar Nossa
sua casa tem um cheiro ele nem se dá
conta que a casa dele tem um cheiro
porque porque ele mora lá ele cresceu lá
ele tá habituado com aquilo
da mesma maneira nós estamos tão imersos
na cultura que a cultura é como se fosse
o cheiro agora da nossa casa
todos nós estamos contextualizando o
tempo todo para o bem ou para o mal por
isso que vão dizer que a cultura
estabelece essas premissas
precognitivas em nós é pré-cognitivo
você nem se dá conta que você tá
inserido nela por isso que eu tô usando
aqui o idioma português para falar com
vocês porque eu tô numa cultura eu tô
contextualizando por isso que eu tô
vestido do jeito que eu estou vestido
porque espero eu que esteja de acordo
com o ambiente
por isso que nós estamos sentados do
jeito que estamos sentados por isso que
um fala e o outro ouve tudo isso está de
acordo com uma cultura todos nós
contextualizamos e aqui eu sirvo de uma
frase de Jay Carson num texto que ele
escreveu mantendo a verdade científica
que está em um mundo pós-moderno que ele
resume bem esse entendimento de que todo
mundo contextualiza Olha o que Jay
Karsten diz embora
nenhuma verdade que os seres humanos
articulem possa jamais ser articulado de
moda que transcende a cultura isso não
significa que a verdade assim articulada
não transcenda
olha como ele fecha a questão aqui tem
dois pontos principais nessa frase dele
a primeira que o modo que nós
articulamos a mensagem a verdade não
transcende a cultura
Isso significa que toda vez que nós
estamos
articulando a verdade nós estamos
articulando dentro de uma cultura por
isso que nós podemos afirmar que não
existe apresentação do Evangelho isenta
de Cultura por isso que nós podemos
afirmar que não existe uma apresentação
Universal do Evangelho apresentação não
o tempo inteiro nós estamos inseridos
dentro de uma cultura
teólogo de um frame vai dizer que se
isso é verdade se esse entendimento É
verdade então todo o culto é
contemporâneo
porque na medida em que você tenta ser
inteligível no seu culto primeira
Coríntios Capítulo 14 você já é
contemporâneo
todo mundo é contemporâneo a pergunta
que vai ficar para a gente se Estamos
fazendo isso de um modo bíblico correto
a segunda parte então da frase de caça é
que embora existe
não exista uma apresentação Universal da
Verdade a verdade é universal e a
verdade transcende a cultura uma coisa é
nós falarmos que não existe apresentação
que não transcende a cultura a outra
coisa é nós falarmos de que a verdade
sim transcende a cultura e é quando nós
não entendemos bem essas categorias que
nós vamos cair no relativismo
sincretismo liberalismo
Bruce nicoles escreveu um livrinho muito
bom sobre contextilização pelas edições
vida nova e ele vai fazer uma
diferenciação então entre
contextualização existencial e a
dogmática
a existencial vai olhar primeiro para a
cultura e vai repensar a revelação a
dogmática não diz ele a dogmática começa
pelo Dogma E aí você vai pegar o Dogma
vai olhar para cultura e se tiver que
repensar algo vai repensar a cultura mas
o Dogma continua o mesmo
E aí eu deixo então uma definição de
contextualização e já entro no texto com
a gente
definição de Tim Keller
contextualização diz ele não é falar o
que as pessoas querem ouvir
mas antes oferecer as pessoas respostas
bíblicas que elas talvez não queiram
ouvir de forma nenhuma as perguntas
sobre a vida que estão fazendo na época
e no lugar que se encontram numa
linguagem em formas que compreendam e
por meio de apelos e argumentos com uma
força que elas sejam capazes de sentir
ainda que no fim de tudo os rejeitem
contextualização é falar o que as
pessoas ainda não querem ouvir
mas com apelos com argumentos com formas
que as pessoas possam sentir o que nós
estamos falando
então contextualização não tem a ver com
conforto mas com clareza
contextualização é adaptar a comunicação
determinada cultura mas nunca
a mensagem
contextualização não implica na mudança
da mensagem mais do mensageiro e a boa
contextualização aprovará O que é bom e
uma cultura mas condenará também o que é
ruim e pecaminoso na mesma com isso em
mente a gente pode olhar agora três
princípios do apóstolo Paulo acerca da
contextualização a motivação para
contextualização o limite da
contextualização e a moldura da
contextualização comecemos então na
motivação para contextualização Olha o
verso 19 comigo por gentileza A
motivação do apóstolo Paulo
contextualizar
verso 19 Porque sendo livre de todos de
Paulo fiz-me escravo de todos a fim de
ganhar o maior número possível
a motivação você deve se lembrar que
esse argumento do apóstolo Paulo tá
dentro de argumento maior Por que que
Paulo tá falando que tá falando aqui o
argumento dele começa no Capítulo 8 de
primeira Coríntios e vai terminar no
capítulo 10 Capítulo 8 verso 1 Paulo
começa no que se refere as coisas
sacrificadas aos Ídolos Por que que ele
começa com esse argumento porque ali em
Corinto
na medida em que os pagãos iam aqueles
tempos fazer suas oferendas a carne era
repartida em três pedaços
primeiro pedaço da carne para divindade
segundo pedaço da carne é para o
sacerdote terceiro pedaço da Carne
ficava com fiel adorador Imagine você a
quantidade de carne que sobrava da
cidade de Corinto o que que o pessoal ia
fazer e ia pegar essa carne a vender no
mercado agora pensa você que é um
cristão crente com a sua família
passeando na feira ali em Corinto e tem
que comprar carne você sabe que na
medida que você vai comprar a carne a
carne foi oferecida a um Deus Pagão e a
pergunta para apóstolo Paulo é será que
eu posso comer dessa carne por isso que
Paulo vai começar o seu argumento no que
se refere as coisas sacrificadas aos
Ídolos E aí lembre-se Paulo vai tratar
dos fracos e dos fortes então no seu
argumento os fracos dispaulo em primeira
Coríntios 8:7 tem a ver com a
consciência fraca Os Fracos Não é que a
fé deles era fraca não é que eles são
mais suscetíveis aos ataques
mas é que a própria consciência deles
era fraca eles não tinham maturidade
espiritual não tinha um arcabouço
teológico necessário para pensar as
coisas do dia a dia deles isso é fraco
na Fé Às vezes a gente confunde os
fracos na fé com os legalistas são duas
coisas totalmente diferentes o fraco na
Fé aquele cara que comeu que Que adorava
não tem propagão ver você comendo a
carne agora que tava sendo entregue ao
tempo Pagão e ele vai comer da Carne vai
cair lá no templo de novo esse é o fraco
na Fé o legalista não o legalista nunca
esteve no templo vai olhar para você
comendo vai dizer eu não concordo mas
ele nunca vai comer da Carne ele nunca
vai cair no pecado Isso é legalismo o
que Paulo tá falando aqui do fraco na fé
é que ele não tem uma consciência
robusta
ele vai falar também dos fortes por
outro lado diz Paulos fortes no Capítulo
8 verso 1 todos temos conhecimentos
fortes tinham conhecimento os fortes que
tinham uma consciência mais madura
sabiam que o ídolo por si mesmo não era
nada neste mundo os fortes sabiam que
não era comida que nos torna agradáveis
a Deus e aí Paulo vai tentar então
resolver esse dilema Paulo chega então
no final do capítulo 8 dizendo que é o
serviço e não os nossos direitos que
deveria nos motivar no uso da Liberdade
Cristã Capítulo 9 agora início do
Capítulo 9 Paulo vai dar um exemplo
pessoal dele dizendo que ele tinha
inúmeros direitos mas para o bem
daqueles caminhavam com ele às vezes ele
abria mão dos seus próprios direitos
Será que nós não temos o direito de
comer e beberdes Paulo será que não
temos o direito de levar conosco uma
mulher paltinha direito mas agora ele é
o próprio exemplo de abrir mão dos seus
direitos por isso que ele diz o que diz
no verso 19 agora faz sentido porque diz
Paulo no verso 19 que nós lemos sendo
livre de todos fiz-me escravo de todos a
fim de ganhar o maior número possível
qual era a motivação do apóstolo Paulo
na contextualização ganhar o maior
número de pessoas possível a de fato
essa palavrinha ganhar aparece cinco
vezes aí em quatro versos versos 19
verso 20 verso 21 e verso 22
Quem eram esses que Paulo desejava
ganhar Quem eram esses que Paulo se fez
escravo no contexto Olha o verso 20
comigo primeiro lugar o judeus Paulo vai
dizer para com os judeus fiz-me Como
judeu e aqui é estranho o Paulo falar
assim porque nós sabemos que Paulo era
judeu Em que sentido ele se faz judeu
para com judeu Nós lemos por exemplo
Filipenses Capítulo 3 ele vai dizer que
ele foi circuncidado no oitavo dia ele
era da Tribo de Benjamin ele era hebreu
de Hebreus ele era um verdadeiro
Israelita e que sentido então o Paulo
está falando para os Judeus eu fiz me
judeu a segunda metade do verso 20
responde
para os que vivem sob o regime da Lei
como seu mesmo assim vivesse pronto é
isso que ele está dizendo ou seja judeus
Eu sei que vocês até tem essas leis
cerimoniais e outras leis mas eu não
olho mais para lei a fim de justificar a
perante Deus não é isso mas está em jogo
mas se for necessário por vezes eu vou
participar da lei cerimonial E aí nós
temos exemplo disso Atos Capítulo 16 em
Atos Capítulo 16 Paulo vai circuncidar
Timóteo Por que que ele vai se
considerar Timóteo porque o pai desse
rapaz era grego a sua mãe era judia e
Timóteo então Precisava dessa
legitimidade nacional para caminhar ao
lado do apóstolo Paulo mas quando o
assunto foi a circuncisão de Tito em
Gálatas Capítulo 2
comprometendo o evangelho aí Paulo disse
não chega
aí vocês passaram uma barreira então de
um lado Paulo tinha essa motivação para
ganhar alguns através da sua
contextualização e com os judeus Então
por vezes desde que isso não
comprometesse o evangelho Paulo
participava de algumas leis cerimoniais
e alguns ritos com eles Essa era
contextualização dele
um outro grupo está no verso 21 olha o
verso 21 comigo ao Sem Lei aos Sem Lei
de Paulo como se eu mesmo o fosse e aqui
o Sem Lei é o gentios e aqui no contexto
se adaptando ao gentios Paulo está
dizendo olha se vocês não podem comer a
carne então do mercado eu também não vou
mais comer a carne do mercado E aí Paulo
vai dizer então no verso 22 de que eu
fiz-me tudo para com todos a fim de por
todos os modos salvar alguns A motivação
do apóstolo Paulo na sua
contextualização era a salvação de
algumas pessoas e é uma motivação válida
agora meus irmãos se a motivação da
contextualização é ganhar pessoas nós
devemos então usar os meios que Deus usa
para que isso aconteça
e o nome desses meios é meios de graça
principal meio de graça para salvação é
a pregação do evangelho
principais meios de graça para
edificação sacramentos
se nós temos a motivação de ganharmos
pessoas na nossa contextualização então
devemos priorizar o principal meio de
graça que Deus usa para salvar pessoas
mesmo contextualizando a pregação do
evangelho se Paulo diz o que dizem
primeira Coríntios Capítulo 9 lembre-se
que Paulo disse em primeira Coríntios
Capítulo 1 verso 21 visto que na
sabedoria de Deus o mundo não o conheceu
por sua própria sabedoria Deus achou por
bem salvar os que creem por meio da
loucura da pregação
é por isso que o teólogo escolástico
reformado Francis torrentin quando ele
ia falar das marcas da igreja ele falava
que havia diferentes graus de
necessidade entre elas por exemplo você
pode ficar um tempo na sua igreja sem
disciplina eclesiástica Você pode você
passa aí talvez alguns meses sem
disciplina você pode ficar Durante algum
tempo na sua igreja sem batismo e ceia
talvez você não sei todos os domingos
mas você nunca pode ficar sem pregação
você nunca pode ficar sem palavra porque
uma vez que você perdeu a palavra você
perdeu a própria identidade da igreja
E aí ele vai trabalhar aquele texto de
Primeira Timóteo Capítulo 3 verso 15 de
que a Igreja Coluna e Baluarte da
verdade e não pensemos que a igreja é o
fundamento da Verdade no sentido que a
igreja sustenta a verdade É oposto é a
verdade que sustenta igreja Efésios 20 a
igreja está sobre o fundamento dos
Apóstolos e dos Profetas por isso que
torrent vai dizer que coluna nós não
deveríamos pensar no sentido
arquitetônico mas o sentido forense no
sentido político porque antigamente o
Imperador colocaria ele seu édito seu
seus comunicados suas leis na coluna
desses lugares importantes
E aí o pessoal só vai admirar a coluna
porque tem uma lei de um Imperador ali
uma vez que a lei não está mais na
coluna ninguém mais quer saber dessa
coluna mesma coisa da igreja
se a igreja perde a verdade
ela perde a razão de existir ela perde o
seu brilho perde sua identidade
portanto a verdade está para a igreja
Como a fumaça está para o fogo a verdade
está para a igreja como a respiração
está para a vida
se nós vamos contextualizar para ganhar
pessoas da nossa contextualização nós
jamais podemos abrir mão do principal
meio de graça que Deus usa para salvar
os principais os piores pecadores que é
a pregação do evangelho
nós não vamos ganhar os funks somente
tocando música punk
nós vamos nós não vamos ganhar o
Surfista simplesmente com a prancha de
surf
nós vamos ganhar mais conservadores os
da alta cultura com Belo discurso no
púlpito e um jeito mais formal na
comunicação nós vamos ganhar na medida
em que a gente prega o verdadeiro
evangelho
a segundo o segundo ponto que nós
percebemos o texto é o limite da
contextualização a motivação e agora o
limite da contextualização Olha o verso
21 comigo o limite de Paulo na medida em
que ele contextualizava ele vai dizer ao
Sem Lei como se eu mesmo fosse não
estando sem lei para com Deus mas
debaixo da lei de Cristo
aparentemente Paulo está dizendo que ele
era um foragido um Sem Lei um ano Moço
mas não é isso que Paulo está dizendo se
você lê atentamente o verso 21 ele está
dando aqui um exemplo hipotético porque
ele diz como se eu mesmo fosse Sem Lei
não é que ele não tinha lei E aí ele
afirma debaixo de qual lei ele está não
estando sem lei para com Deus mas
debaixo da lei de Cristo
ou seja Paulo estava debaixo da
autoridade do senhorio de Cristo
sem leis cerimoniais mas debaixo da lei
moral de Cristo
portanto temos Claros limites na nossa
contextualização
não somos livres para pecar moralmente
com a motivação de ganhar os pecadores
volta ao exemplo que eu comecei com
vocês duas para Cristo
hino evangelizar garotas de programa
eu me lembro que na medida em que o
grupo ia crescendo pessoas iam querendo
visitar queriam visitar o grupo para
aprender ali o que a gente estava
fazendo E aí às vezes elas faziam
algumas piadas imorais e o grupo tá
dando risada na piada imoral e aí às
vezes elas começava a falar mal da
igreja e o grupo tá dizendo sim igreja
não presta mesmo o que presta é Cristo
igreja só trabalha
e a gente tem que ter uma conversa muito
séria dentro do grupo pera aí Existe
limite para nossa contextualização
existe limites Claros na maneira que nós
estamos apresentando o evangelho
por isso que você não pode transformar
sua igreja numa balada uma igreja que
está ali simplesmente satisfazendo os
desejos da carne
por isso que igrejas inclusivas não
contextualizam mais pecam Em Nome do
Amor
eles toleram a imoralidade sexual
Paulo tinha limites meus irmãos ele não
se faz Sem Lei Para Pecar com eles Paulo
não está dizendo está tudo bem Eu estou
aqui com vocês vamos simplesmente
acrescentar Jesus essa cultura e vamos
continuar vivendo como nós estávamos
vivendo
Mas se há limites na nossa
contextualização Nós deveríamos também
pensar nos limites do nosso culto e é
aqui que entra aquele princípio
Regulador do culto tão importante não é
já desde a reforma protestante até os
dias de hoje Provavelmente você vai
ouvir muito acerca do princípio
regulador durante essa conferência é
aquela diferença básica entre elemento
de culto e circunstância de culto
elemento de culto são os aspectos do
culto que a escritura ordena ou nos dá
exemplo que nós devemos seguir no nosso
culto Quais são esses elementos oração
pregação canto Sacramento geralmente
religiosos votos jejuns e etc portanto
culto é o cumprimento de uma ordem Há
Limites
por outro lado tenha circunstâncias e o
que são circunstâncias circunstâncias é
tudo aquilo que torna um elemento
possível
por exemplo eu tenho que Pregar mas o
microfone é uma circunstância o púlpito
é uma circunstância a minha roupa é uma
circunstância então sim na circunstância
nós temos muita liberdade e podemos
mudar essa forma o tempo inteiro mais
com os elementos
a limites e aquilo que nós estamos
aprendendo com o apóstolo Paulo é que
ele tinha motivação na contextualização
para ganhar pessoas e ele tinha limites
ele se colocava debaixo da lei de Cristo
na medida em que ele contextualizava
terceiro e último ponto com vocês
a moldura da contextualização o que deve
dar a forma a ela olha o verso 23 comigo
onde eu encerro com vocês
Paulo vai dizer tudo faço por causa do
evangelho para ser também participante
dele
há duas possíveis interpretações aqui
nesse verso a primeira interpretação
desse verso é de que Paulo está dizendo
que ele gostaria que outras pessoas
também participassem das bençãos do
Evangelho é isso que ele tá dizendo tudo
faço por causa do evangelho para ser
também participante e que se tira
queremos participar da benção do
Evangelho Pode ser sem problemas mas
existe uma segunda interpretação onde eu
me encaixo com outros a comentaristas
aqui do texto e eles vão dizer que o que
Paulo está dizendo de acordo com o
contexto é que ele age do jeito que age
ele se adapta esse contextualiza do
jeito que ele faz porque ele aprendeu
isso com o evangelho
a mensagem do Evangelho da forma Ao
jeito de viver de Paulo é a moldura da
contextualização dele é como se Paulo
estivesse dizendo o Evangelho é o meu
exemplo de como eu devo me fazer de tudo
para com todos o Evangelho é Cristo
Jesus todo Glorioso criador sempre
eterno assumindo a forma humana se
adaptando a forma humana então a ideia
que passa que Paulo está dizendo eu
quero participar disso eu tenho um
exemplo da adaptação da contextualização
no próprio evangelho então nós podemos
dizer que o evangelho deve ser a moldura
da nossa contextualização
se isso é verdade
então as formas
expressões são extremamente importante
e aqui quando a gente fala de forma a
gente pode cair em dois opostos aqui
há uma turma que vai dogmatizar a forma
inclusive em coisas que a Bíblia nem
mesmo ordenou você só pode cantar esse
estilo de música
a roupa tem que ser desse jeito a
linguagem tem que ser assim coisas que a
Bíblia não dogmatizou nós
dogmatizamos por outro lado no outro
posto aquele grupo que vai pensar de que
formas são neutras
não comunicam nada e aí você chega para
esse grupo e pergunta para eles por que
que o tio da sua igreja musical é desse
jeito ele não sabe te responder
Por que que a sua igreja está pintada de
preto
Eles não sabem responder
Por que que todo mundo na igreja se
veste assim
eles não tem resposta
Por que que é Logístico a disposição das
cadeiras estão dessa forma na igreja
não sabem é a ideia de que a forma não
comunica nada
e Aqui nós temos aquela máxima de
Marshall mclohan quando ele disse na
década de 60 de que o meio é a mensagem
em outras palavras
o meio comunica algo acerca da mensagem
Nós a nossas formas estão sempre
comunicando algo acerca do Que Nós
cremos no nosso contexto nós comunicamos
sempre em nossas formas algo acerca de
Deus e algo acerca do Evangelho se eu
posso dar um exemplo de como as formas e
as práticas são extremamente importantes
lembre-se que antigamente se você
visitar até hoje uma igreja na Europa
por exemplo igreja construída na Idade
Média você chega naquela igreja eles têm
aquelas Torres bem altas ponte agudas
para lembrar a você De que você está
perante um Deus que é transcendente que
você é pequenininho e que Deus é
extremamente grande por isso que tá lá
aquela torre gigantesca perante seus
olhos
E aí você entra na igreja às vezes tem a
pia batismar logo na entrada porque
porque só pode se aproximar de Deus
mediante o batismo
Você tá no pai no filho e no espírito
agora você pode chegar para cultuar você
é bem-vindo e aí você entra na igreja
tem aqueles vistrais maravilhosos com as
pinturas e as narrativas do evangelho
para lembrar que você faz parte de uma
narrativa além da sua
você tá numa história e não enredo muito
maior do que o seu
E aí você entra ali parece que a vida
começa a fazer sentido agora há um
começo ao meio e ao fim na história e a
sua pequena narrativa tá dentro dessa
grande narrativa as formas sempre
comunicaram algo a nós
e aqui eu não estou apelando que a gente
volte a arquitetura medieval você
construa uma igreja de Torre ponte aguda
bem grande com Vitrais comunicando
evangelho mas você precisa pensar na sua
igreja que todas as formas
comunicam algo desde a exposição da
cadeira desde o estímulo musical desde a
cor da sua parede desde o púlpito você
está comunicando algo acerca do
Evangelho
aqui eu podia trazer Calvino como
exemplo de como evangelho era a moldura
da contextualização dele eu defenderia
que Calvino contextualizou para sua
época na música ele tirou latim botou a
língua do Povo
ele aproxima a música cada vez mais do
Povo Ele usou Harmonia de sua época
inclusive Lutero fez isso mas você
pensar na liturgia de Calvino a queda
dinâmica de ouvir e responder o tempo
todo na liturgia de Calvino ele organiza
sua liturgia moldada pelo evangelho
primeiro você ouve depois você tem
resposta depois você ouve você dá a
resposta o tempo inteiro a liturgia de
Calvino está comunicando algo a ordem da
liturgia comunicar
a mensagem do Evangelho
então nós devemos perguntar por exemplo
que estilo de música Nós devemos tocar
na nossa igreja que comunica melhor as
verdades do Evangelho
será que um estilo de uma roda punk
comunica melhor o evangelho
Será que nós pegarmos um estilo musical
em nossa cultura que está ligada às
vezes há uma há um estilo normalmente a
imoralidade sexual e nós simplesmente
colocarmos uma letra gospel agora será
que estamos comunicando melhor o
evangelho aí
formas são importantes e devem ser
mudadas pelo evangelho
se a contextualização é moldada pelo
evangelho Então as tribos não funcionam
igrejas tribais igrejas guettus não
funcionam não comunicam o evangelho a
igreja do surfista não comunica o
evangelho a igreja dos funks não
comunica o evangelho a igreja só de
jovens não comunica o evangelho a igreja
só de ricos não comunica o evangelho a
igreja de pobres não comunicam o
evangelho
a contextualização do Evangelho é
marcada por comunidade humildade
não por preferências
ou distinções
por último eu diria na contextualização
moldada pelo evangelho
remova todos os obstáculos possíveis
mas Mantenha um obstáculo no seu devido
lugar a mensagem da cruz
Sim a gente tem que ser bem intencional
em contextualizar eu apelo a vocês a
isso mas tem um obstáculo que a gente
tem que deixar lá
que a gente não pode remover
e esse obstáculo é a mensagem da cruz
Paulo chega no capítulo 9 diz o que diz
fiz-me tudo para com todos mas
no capítulo 1 dessa carta verso 23 ele
disse mas nós pregamos
o Cristo crucificado
escândalo para os judeus
loucura
para o
Paulo está dizendo aos judeus olha
judeus Eu até me adapto a vocês eu até
participo de alguma cerimônias e Lei
cerimoniais com vocês mas tem uma coisa
que eu não possa adaptar a mensagem da
cruz Paulo está dizendo por gentios Olha
gente eu vou até parar de comer carne
com vocês eu me submeto a isso Eu me
faço escravo de vocês mas tem uma coisa
que eu não posso abrir mão
a mensagem tá cruz
na contextualização Fiel
abra a mão de todos os obstáculos
desnecessários
mas tenha certeza de sempre manter a
pedra preciosa o verdadeiro obstáculo
perante os homens
Cristo crucificado
deixe-os escandalizarem com essa
mensagem
jamais remova isso do caminho
que Cristo seja o nosso grande exemplo e
moldura da contextualização
mas que Cristo seja sempre a nossa
mensagem
enquanto nós contextualizamos
Que Deus os abençoe
gostaria de orar com vocês
Senhor Deus nosso te louvamos nessa
tarde pela sua palavra
porque ela é viva e eficaz
e nós ouvimos a sua palavra
muito obrigado pelo acesso que temos a
ela
senhor nós estamos tratando aqui de
questões sensíveis
difíceis de aplicarmos
mas dá-nos dessa graça
da sabedoria necessária
entendendo a nossa audiência o nosso
público
entendendo as ovelhas que o Senhor tem
aproximado de nós
para que a gente possa melhor servir
essas pessoas
de modo fiel
com a mensagem do Evangelho sendo
pregada
mas também às vezes Abrindo mão de
preferências de direitos de gostos
pessoais
da sabedoria senhor para pregar
sem temer os homens
mas também sabedoria para usarmos as
formas da melhor maneira para servir os
homens
abençoe aqui os meus irmãos e todas as
igrejas representadas
nós clamamos por sabedoria
Para que sua palavra seu evangelho possa
alcançar os corações
faz isso para o seu nome Glória no nome
do teu filho Amém e Amém muito obrigado
meus irmãos que Deus abençoe
obrigado por ter nos acompanhado em mais
um episódio do ensino fiel Não esqueça
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conteúdo até a próxima fique com Deus

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