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Introdução ao Novo Testamento | Aula 6 – O Ambiente Religioso do NT 1 | Susie Lee | IBNU

Introdução ao Novo Testamento | Aula 6 – O Ambiente Religioso do NT 1 | Susie Lee | IBNU

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[Música]
boa noite bom dia boa tarde para todo
mundo que tá acompanhando mais uma live
aqui da ibmil Mais uma aula do nosso
curso de introdução ao Novo Testamento
hoje é o nosso sexto encontro desse
curso de introdução ao Novo Testamento e
foram temas até que bastante importantes
que afetam diretamente a forma como a
gente abre lei interpreta os textos e
muitas vezes não nos damos conta de
quanta história quanta relação social
quanta visão de mundo estão envolvidos
nas páginas do novo testamento e a nossa
missão é tentar ajudar você pelo menos
experimentar um pouco do saber do Sabor
e do saber que está envolvido nessa
contextualização do novo testamento
tivemos duas aulas muito interessantes
com Jonatas elas duas quartas-feiras
passadas tratando do ambiente social e
agora a gente vai na aula de hoje a
primeira aula sobre o ambiente religioso
e a Susi tá aqui já é muito conhecida de
todo mundo que faz parte da ibmu
acompanha a ibmu pelas redes e ela vai
então falar um pouquinho para gente a
respeito do ambiente religioso e suas eu
acho que nem todo mundo tem noção de
como esse ambiente era diversificado né
acho que a aula de hoje vai servir para
desmistificar essa falta de mistificação
tão presente no ambiente
do novo testamento bem-vinda mais uma
vez aqui no nosso curso e vamos lá para
nossa aula sobre o ambiente religioso no
Novo Testamento
Boa noite Boa noite a todos hoje a gente
tá eu tenho uma tarefa muito difícil né
porque é falado o ambiente religioso mas
não ambiente religioso é que a gente
está acostumado que a gente está
acostumada a falar sobre o judaísmo né
sobre o meio em que cresce o
cristianismo a gente hoje vai falar do
paganismo desse ambiente que é avesso né
ou na verdade é o Deus monoteísta é meio
diferente contraditório e é o ambiente
onde as pessoas do novo testamento estão
vivendo e que elas estão experimentando
aquilo que elas vivem no dia a dia até
que chega
o evangelho né evangelho através de
Jesus e através dos Apóstolos depois
nas viagens missionárias de Paulo nós
vamos ver isso muito marcado e muito
forte aí no Novo Testamento então é
sobre isso que a gente vai falar muito
obrigada aquela pelo convite aí de estar
junto com o pessoal e é um prazer muito
grande de poder compartilhar um pouco
sobre isso então hoje
é a gente vai falar aqui sobre essa
questão então é a gente tá dentro desse
curso introdução ao Novo Testamento
entendendo um pouco é esse é todo o
contexto todo ambiente que é
que se dá o Novo Testamento né E hoje a
gente vai falar justamente desculpa em
estar religioso é do paganismo tá
nesse ambiente a gente precisa entender
um pouco né do que você já conhece mas a
gente precisa entender um pouquinho
do que que a gente está falando a gente
sabe que a exceção de Lucas e Atos dos
livros de Lucas e atos né O Novo
Testamento inteiro ele foi escrito por
judeus tá só que que ambiente que é esse
que todo mundo que ela já deve ter
falado né o Jonatas também
é um ambiente helenizado né o ambiente
em que apesar da cultura toda ser
helenizada eles têm uma plateia
totalmente
greco-romana greco-romana porque com a
eliminação e depois com a vinda do
Império Romano acaba se tornando uma
coisa só quase que né é o sistema Romano
tudo a parte
toda política Romana mas se você olha
para cultura língua todas as coisas que
é tão ligadas à arte com toda essa parte
cultural é grega né então só para a
gente poder entender um pouquinho vamos
conversar um pouco sobre esse ambiente
ele não dá para falar da Grécia
sem falar do Monte Olimpo né de como
eram as divindades aí gregas né E a
gente tem que entender que isso vende
muito tempo atrás mas na verdade até
Platão ali no século 4 antes de Cristo
né
existe uma questão muito importante a
ser tratada que até Platão ele levantou
essas questões que é uma falta de
valores positivos Morais em todas essas
lendas que ele consideravam lendas né
que sustentavam essa existência dos
Deuses né os deuses eram petrolantes as
deusas eram sedutoras né Elas seduziam
os que eram os mortais e Os Imortais
também né eles ensinavam uns aos outros
o comportamento assim meio infantil de
criança né porque um ofendi o outro aí
quando eles eram ofendidos pelos humanos
Então tinha uma Ira um desejo de acabar
com tudo então o objetivo do ser humano
era apaziguar essa Ira né então no
templo no tempo de Platão é poucas eram
as pessoas assim muito instruídas né que
pudessem levar sério assim levar a
religião do olynca a sério então existia
uma coisa tipo
um ceticismo tá Franco e aberto que
dominava então a classe alta Romana
então a classe alta Romana eu vou passar
um pouquinho aqui para vocês entenderem
depois a gente volta aí
eles tinham uma visão muito mais
racional
sobre os deuses Então o que eles diziam
eles sabiam que as opiniões dos
filósofos a respeito dos Deuses
assemelham-se A Fúria dos loucos então é
interessante pensar aí de chamar a
questão
dos Deuses
e toda a relação aí
que é toda essa relação de loucura né
igualmente absurda a hemorragia dos
Poetas
insidiosas pois revestidas de Charme ele
diz assim é o Cícero né quando ele
comenta aí na natureza dos Deuses ele
fala os poetas escrevem seus Deuses
inflamados de Ira cuspindo Fúria ardendo
de cobiça e os colocam em forma de arte
para que apreciene suas guerras suas
batalhas seus ferimentos bem como seu
ódio sua utilidade suas Intrigas
sua licenciosidade seu Adultério sua
escravidão sua ligação com os romanos e
os mortais nascidos da imortalidade
palavras e artes pronunciadas sem um
mínimo controle essas confusões dos
Poetas podem ser associadas a
monstruosidade dos magos e ao misticismo
demente dos egípcios bem como a opinião
da multidão que forma a base da
ignorância
inconsciente Então isso é tirado de um
trecho aí né de Cícero
falando sobre essa questão
irracional em que o som de que os
romanos conseguiam enxergar a questão
dos Deuses e da religião até né mas a
gente não pode esquecer é que depois até
os romanos de certa forma
[Música]
num grupo mais menos instruído a massa
vamos dizer assim ele seguiam acabam
seguindo tá não só alguns Deuses né que
vem dessa cultura grega mas também o que
a gente vai ver um pouquinho mais para
frente que eram os imperadores tá
entendendo um pouquinho melhor esses
deuses do Olimpo eles estavam
Originalmente Associados aos Deuses dos
12 meses do ano tá mas claro que na
época dos Romanos na época Romana já não
valia ninguém sabia mas sobre isso tá
mas parece que é interessante esse culto
ou do Olimpo né
que você já começa a
descartar essa forma humana
dos Deuses né agora
tinha
o Cícero por exemplo mesmo Cícero ele
afirmava que a ideia de um Deus sem
corpo ele ia falar é incompreensível por
quê Porque uma identidade sem corpo ele
não teria sentimentos ele não teria
sabedoria ele não saberia o que que é
prazer e todos esses conceitos
são compreendidos na concepção de que
temos de uma deidade né do Deus então a
natureza de um Deus é deveria chegar até
essa questão da forma tá então isso não
não conseguia dissociar dissociado então
um Deus ele tinha que ter alguma forma
ou pelo menos humano ou muito parecidos
do ser humano né
aqui ele pudesse ter essas todas esses
sentimentos Tá uma coisa interessante
também é que quando o povo grego começa
a ter a ideia dos Deuses né ou não só os
gregos mas na antiguidade como se quando
se tem a ideia dos Deuses você tem a
ideia de que esses você precisa né o ser
humano
ele não consegue viver
fazendo na época eles tinham agricultura
como
a forma básica de subsistência e nesse
contexto eles precisavam de
lidar com Sobrenatural como é que se
lida com esse Sobrenatural é por exemplo
como é que se lida com as chuvas como é
que se lida com a falta delas é como é
que se você tem uma garantia de uma
fertilidade como é que se garante que
por exemplo o os céus ou uma da chuva né
enfim todo tudo isso precisava de uma
certa garantia né e a ideia dessa
garantia vem da ideia de que existem
então Deuses que estão nesse mundo para
controlar todos esses fenômenos e eles
como é que eles têm que ser esses Deuses
apesar de serem Sobrenaturais Eles são
de certa forma a imagem do ser humano
eles têm por isso que fala desses Deuses
irados né cuspindo a fúria cobiça eles
tinham todas as características que o
ser humano tem então ele sentiam ciúmes
Eles brigavam entre si né tudo isso mas
eram Deuses que precisavam ser
apaziguados né eles precisavam ter essa
porque eles sempre estavam a base e aqui
isso eles sempre estavam de certa forma
irados né então você precisava através
de sacrifícios através de ofertas
através de alguma coisa
agradar esses Deus né para que eles
possam ficar calmos e felizes e aí
garantir a questão da fertilidade da
Sobrevivência deles tá Então essa é a
principal questão envolvida
nessa relação dos Deuses então A ideia é
que eles precisam você precisa desses
Deuses E aí quando chega na época romana
você tem um sincretismo né que se mescla
magia oculto do Imperador esses Deuses
que já viam já vinham
misturados já com a filosofia essa
religião da Cultura helenística né Então
tudo isso não pode ser descartado em
nenhum momento porque porque eles fazem
parte do mundo
é humano o ser humano precisa disso
então a gente pode ver lá
exemplo no Novo Testamento a gente vê lá
em Atos 14 8 a 18 uma questão ligada por
exemplo a Paula e Barnabé quando eles
curam paralítimo Extra né eles são
aclamados como que como Júpiter Mercúrio
tá então são os deuses olímpicos né
então todo mundo acha que eles Opa
chegaram os deuses aqui e quase que eles
são
aclamados não só como Deus isso mas
também eles quase que não conseguem
impedir o pessoal de trazer o
sacrifícios para eles né
então para a maioria
das pessoas né daquele daquele povo é
adoração no monte olimpo é quase que um
culto oficial do estado tá é uma coisa
que demonstra até um certo patriotismo
Você tem uma coisa
focada né estabelecida E isso se torna
parte não só da tradição da vivência mas
também é algo ligada ao estado tá então
os deuses que a gente conhece por
exemplo Júpiter Mercúrio Juno
Apolo todos esses Deuses né eles eles
nunca têm um relacionamento pessoal com
o ser humano tá eles têm uma ideia de
que eles são Deuses
Deuses ligados
a
mais assim há um clã né Por exemplo
naquela época quando eu tinham né os
clãs as tribos né ou até uma cidade tá
então eles esses Deuses Estão apenas
preocupados com o coletivo né então os
templos eles eram até edificados e
mantidos pelo próprio estado tá o
sacerdotes eram indicados ou até eleitos
né colocados ali pelo estado pelo
governo né e os festivais as festas eram
algo assim Popular tá Então
na verdade não se esperava tanto numa
crença real numa fé real nesses Deuses
tá seja no Deus masculino feminino né
não era esse o objetivo era
para ter um culto uma coisa que levava
na verdade a fidelidade ao próprio
Estado como a gente falou né então os
deuses eram assim não eram exclusivos
por isso que você tem na verdade muitos
deuses e não só muitos Deuses mas você
tem
até essa ideia aqui que eu coloquei
esse altar
Altar A um Deus desconhecido que a gente
vê Paulo encontrando lá
na Grécia né então por que que Paulo
chega encontra isso porque Eles olham
todos os deuses eles falam pera aí se a
gente
deixar de adorar ou deixar de
fazer um altar ou um templo para
qualquer Deus e se ele ficar nervoso o
que que acontece né então vamos colocar
aqui um altar ao Deus desconhecido eu
não conhecemos Mas qualquer coisa a
gente deixa pronto para que nenhum deles
fique de fora né Então essa é a ideia
então é quando os cristãos vem é com uma
Confissão de Fé recusando-se adorar
esses Deus ou até o próprio Imperador
isso é visto
de uma maneira assim contrária com
certeza
uma falsa
falta de patriotismo falta de cidadania
ou até uma desersão da Pátria por isso
que é se conhece o Mundo Cristão naquele
momento conhece um perseguição porque
eles não estão entrando
nesse sistema criado que é
essa mistura né esse sincretismo Total
entre filosofia os deuses do Limpo né
todas as partes política né a crença e
ao culto ao Imperador tudo isso então tá
em vista aqui tá até é interessante é
mais ou menos assim é como se
o povo né o Cristão
tivesse
sabe quando a gente tem o juramento a
bandeira né ou prestação depois né de
honra a bandeira e tudo é mais ou menos
isso é como se eles não quisesse prestar
essa homenagem né a bandeira ou alguma
coisa é a mesma história tá a mesma
ideia aqui então os deuses que a gente
conhece esses muitos Deuses eles estavam
apenas preocupados com a própria assim a
prosperidade do povo então o que que a
gente poderia dizer a gente poderia
dizer que tem algum benefício por ser
humano ou ela por um indivíduo
pessoalmente na minha vida diária isso
faz alguma
diferença
na verdade
não o Quase nada tá isso tá mais ligado
a questão quando eu tenho um momento
difícil né as pessoas ofereciam
sacrifícios extras né
para ter essa bênção esse né seu
benefício que na verdade era mais uma
barganha era uma negociação com esses
Deuses né era uma forma de você dar
alguma coisa para poder pedir outra por
isso que isso tá muito enraigado em toda
tudo que vem depois mesmo o próprio
cristianismo inicialmente quando as
pessoas não entendem é a graça que é
dada através do Evangelho né da mensagem
do Evangelho as pessoas ficam querendo
barganhar então uma das coisas por
exemplo
o Simão né que tenta comprar o poder de
Deus né o poder do Espírito aí de
expulsar demônios né era uma barganha
era uma forma de barganhar de nego
aquilo seja poder seja saúde seja bênção
o que fosse ou a necessidade da pessoa
ou o desejo da pessoa tá
E aí se ele não não fosse atendido tá
ele podia achar puxa Será que alguma
coisa que eu entreguei um sacrifício não
agradou o Deus né ou Será que algum
ritual uma parte daquilo que eu fiz tava
errado né então isso era muito forte
nesse momento é importante a gente poder
pensar nisso hoje porque quando a gente
lê a Bíblia Às vezes a gente não tá
entendendo esse ambiente né que tava por
trás tá E aí a gente não consegue
entender o que tá acontecendo né quando
a história bíblica ou né são contadas as
são contadas para gente tá
aí a gente tem alguns Claro tem isso não
tem como dissociar né as coisas
assim
sobre deuses não tem como dissociar de
milagres de coisas que aconteciam então
eles também tinham essa ideia a gente
vai falar um pouquinho daqui a pouco tá
mas a maioria dos gregos dos Romanos
eles queriam sim ter a imortalidade
mas eles não acharam que isso era
possível por exemplo de ter algo depois
da morte isso não era uma algo muito
forte para eles tá então como é que eles
achavam que conseguiriam obter a
imortalidade eles achavam que a
imortalidade viria gerando filhos tá E
nesse caso mulheres filhas não porque
porque só os filhos dão continuidade ao
nome da família né então ele só
conseguiram ter glórias por exemplo na
carreira militar política ou até
Empreendimentos artísticos né tudo isso
só ia se perpettar né perpetuar aí
através dos filhos elas descem dos
descendentes tá então isso era muito
importante entre eles
e
tem a filosofia por exemplo histórica né
eles
negavam né que existisse alguma
consciência alguma coisa depois da morte
tá então por isso que eles falavam de
viver aí aquilo que a gente tem hoje tá
[Música]
vamos entender então um pouquinho
adiante agora
a questão da
que é um exemplo aqui do Oráculo de
Delfos né que a gente conhece o tempo de
Apolo tá onde uma das sacerdotisas aí
preview futuro
Esse é o mais famoso e mais conhecido né
que a gente conhece aí e aí a gente tem
Chega a uma época que vem
o culto ao Imperador isso isso não vem
tanto dos gregos os gregos não tem essa
ideia isso já vem a partir a uma certa
ideia o início
vem através do Alexandre o Grande porque
ele foi o grande conquistador né Ele é
chamado é um bom homem isso é muito
importante esse bom homem ele tinha que
ter uma autoridade colheres sobre todos
tá então
ele achava por em vários toteles Traz
essa ideia do bom homem né
E quem deveria ser considerado bom homem
mas quando entra aí a época do Júlio
César tá ele vem como o primeiro ser
humano o primeiro homem
a quem foi dada essa honra essa honra de
um de um Deus ou Semideus ele foi
danificado considerado Divino mas ele
ele não foi não foi ele que pediu para
ser né ele que não foi ele mesmo que
instituiu isso mas foi o seu a pedido de
Augusto tá ele pediu E aí esse tempo foi
construído em sua honra
aí depois de muitos anos o Augusto ele
permitiu que o próprio gênio né o
espírito protetor fosse adorado
juntamente aí com a deusa Roma então
começa assim começa um pedindo para que
o Júlio César né seja bem ficado aí o
Augusto pede acaba permitindo né que seu
próprio gênio né o espírito protetor
dele seja danificado E aí depois disso
começa a ideia de deificação Mas
qualquer a questão do grande problema
ligado aí porque que os primeiros né
imperadores romanos eles não chegaram
colocando essa ideia
de identificação porque
existia uma palavra grega que era usada
um termo grego
féios né que é a ideia de ser igual a
Deus tá Só que essa palavra era usada
somente a pessoas vivas não aliás
desculpa eu tô as pessoas vivas e mortas
porque era ser igual a Deus igual a Deus
não tem problema
mas quando você coloca
num nível maior ainda que é Divino né
que no latim depois foi o divos tá é que
significa essa ideia de danificado ela
essa palavra só era aplicada só era
usada né apenas a quem
tava morto né então
era muito complicado você quebrar esse
paradigma de quem entende que tudo bem
sei qual
a um Deus tá ou semelhante a Deus agora
ter um Deus O próprio Deus é muito
complicado tá
aí o que acontece tem um cara que surge
que ele é um louco né o pessoal chama
ele de desvairado mental né então ele
surge e ele mesmo se otorga a esse
título esse título então ele
ele pede ele exige que todos
faixa o chamem de Dominus é Deus tá
mestre e Deus
tá E aí isso vai ter uma implicação
religiosa muito grande aí para o Cristão
porque o cristão não consegue não vai
dar ninguém esse título de Deus a não
ser ao próprio Deus né então
é interessante assim porque essa palavra
Dominus ainda era usada pelos em latim
pelos escravos quando eles chamavam os
seus senhores mas aí os cristãos aí a
gente vai ver na situação agita eles
usam só a palavra quírios tá que isso aí
eles não não tiveram a ousadia né de
pegar essa essa esse título para ele tá
mas o culto ao Imperador ele se torna
muito forte tá principalmente na Ásia
menor onde a gente vai ver o
cristianismo né crescendo muito tá
aqui vale a pena a gente lembrar a gente
retomar a ideia de que a classe alta
Romano eles não tinham nem essa crença
não nem os deuses
e nem nos imperadores como Deus está
eles tinham aquela ideia de bem
racionalista tá que aquilo lá era uma
loucura né
mas
adoração
aos imperadores se torna algo muito
forte uma forma de dominar impressionar
as massas
então era muito importante a gente vê
isso até
depois né hoje hoje ainda existe essa
ideia de quando
a gente foi antigamente por exemplo o
faraó é uma forma de
legitimar o poder do Imperador então
quanto mais ele for entendido como
próximo a Deus ou representantes de Deus
ou o próprio Deus né as pessoas vão
se deixar ser dominadas mais facilmente
por essa pessoa por isso a importância
do Imperador né seja na época do faraó
né em vários impérios a gente vai ver
outros impérios né assírios
sumérios né A gente vai ver vários
impérios é danificando os seus
imperadores Então nesse momento se torna
muito importante isso também isso vai
ficar muito mais forte muito mais
é assim mais assim concreto mais forte
lá no segundo terceiro e para frente
séculos né
E a gente vai ver então as histórias até
contadas aí sobre os milagres né que o
próprio os próprios imperadores tinham
feito como Vespasiano
conta que ele curou um cego e um
paralítico tá E aí ele ele falou não não
conta para ninguém então existia essa
essa crença tá
Adoração em Imperador ela era uma forma
de não só de também criar não só de
legitimar Mas também de criar uma
lealdade a esses imperadores né então é
tudo que o imperador precisava que todos
se curvasse e fossem Leais ao império tá
então isso é muito importante a gente
vai ver também Essa questão dos Milagres
como a gente falou né
uma curiosidade uma questão bem
interessante que a gente vai ver
nessa ideia é essa palavra grega né
Daimon né
que é eram empregadas a esses espíritos
esse espíritos
Sobrenaturais né espíritos né que
os maus espíritos bons porque existiam
muitos espíritos espíritos maus e bons
tá
isso não era um problema de ser aceito
milagre não era um problema de ser
aceito tá e demônio o Daimon né
[Música]
era um era empregada para esses
Espíritos ele não tinha uma conotação
tão nem negativa nem positiva era um
espíritos mas poderiam ser bons ou ruins
Quem começou
a dar uma conotação negativa e aí vem
com a Bíblia
é são os cristãos tá E aí
as pessoas queriam né Essa é uma coisa
bem interessante tá só que voltando a
essa ideia dos Espíritos né esses
espíritos que eles criam eram espíritos
meio imprevisíveis tá eles poderiam
mostrar aí amizade né chegar com
jeitinho se mostrar bons mas aí eles
poderiam de repente né fazer alguma
coisa de ruim né e da poções mágicas aí
matar não mas assim chegar a fazer
coisas ruins tá então isso é fazia parte
das crenças né coisas até ocultas desse
momento tá ok
então algumas pessoas também
entendem
alguns símbolos
até cristãos como algo que se
não que vende isso mas que
era entendido
por todos daquela época tá então por
exemplo as maldições antigas né
contém certas adulterações das palavras
hebraicas hebraicas por exemplo eram
mais maldições que invocavam ajuda de
poderes especiais né
com com o objetivo de obter assim alguma
coisa alguma ajuda material ou até um
castigo para o inimigo né tá isso até é
interessante que essas maldições que
eram invocadas no primeiro século depois
de Cristo
eles são conhecidos como escritos
Efésios tá E era ali
por serem
reduzidos lá em Éfeso tá bom e é
interessante que quando Paulo vai lá
para para Éfeso A ideia é que o Paulo
traz a ideia do cristianismo que tem
vitória sobre esses poderes demoníacos
porque ele expulsa espíritos malignos
cura os enfermos né e até mesmo então
no meio né aí da
das coisas que aconteciam
o que Paulo estava fazendo era mostrar
essa vitória né do Deus que ele tava
falando que tava pregando que era o Deus
encarnado Jesus Cristo né e o Poder
Desse Deus sobre todas essas coisas que
se tinha entendimento tá bom
aí a gente vai ver um pouquinho mais
para frente a ideia também
dos oráculos a gente vai ter essa ideia
de que
quem procura a Astrologia né quem
procura aí os oráculos né
só tirar aqui então o que que eles
faziam os oráculos eram parte já
astrologia era algo que era fazer a
parte desse mundo então não era estranho
você tem interpretação de sonhos né você
buscar na astrologia uma forma de
entendimento das coisas que estavam
acontecendo Deus oráculos né então
qualquer pessoa por exemplo na Grécia
clássica né Qualquer pessoa que tivesse
para tomar uma decisão ou então
enfrentando um problema complexo né que
que eles faziam a primeira coisa eles
iam buscar um oráculo por isso que é
interessante a gente lembrar do Oráculo
de Delfos né o oráculo que a gente já
viu aqui rapidamente que era muito
conhecido aquela época então o oráculo
já fazia parte desse mundo e Nesse
contexto o que que acontece o principal
lugar onde eles
buscavam era Apolo né e a sacerdotisa tá
então eles tinham que ter um ritual todo
né de lidar com isso tudo aquilo e até
eles tinham as respostas eram
interessantes porque as respostas não
eram diretas uma resposta assim certa
mas as respostas eram meio
ambíguas né que podiam ter várias
interpretações tá então a gente vai ver
isso que acontece por exemplo com os
romanos eles vão visitar é um lugar
chama-se Bila ela só gruda tá
E aí
essa profetiza Imortal né que seria
Imortal né É ela chega aos lugares onde
a gente conhece que vai chegar na Itália
né
vai de Tróia por exemplo a
oeste né ele vai Então nesse primeiro
século tudo isso tá muito
latente muito real muito concreto na
vida das pessoas tá
E aí a gente vai ver que
a gente chega um momento que os deuses
já não estavam falando diretamente então
eles não têm um
poder muito mais muito
real com acima né sobre as pessoas e aí
como é que as pessoas vão descobrir já
que os deuses Já não são tão não falam
diretamente com a gente como é que a
gente vai descobrir a Vontade Divina
Então a gente vai descobrir através da
astrologia astrologia é uma das formas
então por exemplo um dos imperadores que
a gente vê lá o Imperador Tibério ele
era obcecado tá ele queria sempre
saber ele era fascinado pela a energia
né a gente vê isso então algumas coisas
a gente vai ver que aparecem no Novo
Testamento que trazem um pouco essa
ideia que já é conhecida por todos nesse
momento por exemplo quando os
Lucas 21 25 a falar haverá sinais do sol
na lua e nas Estrelas tá então quem que
vai buscar quem que vai vai atrás os
magos que a gente conhece como Magos né
eles vão buscar através dessas estrelas
né chegar vão chegar até Jesus né Então
tudo isso é muito real Aí também tem
outras coisas como os sonhos aos
presságios né então a gente vê isso
muito claramente no antigo testamento
sem dúvidas né mas o Novo Testamento
também agora uma outra coisa muito
interessante
que a gente tem aí no Testamento na
verdade sempre que a gente lida com a
questão da natureza como a gente falou
que a natureza traz
uma ideia muito
ao mesmo tempo bonita né mas também é
assustadora de certa forma tá então
existia na natureza é essa ideia do
Pagani tá que eram
a gente da roça a essa palavra
animismo vem do
da palavra Latina que significa espírito
tá então o que que acontece os animistas
né que praticavam humanismo né eles na
verdade uma pessoa simples pessoas da
roça que eles estão
acostumados a lidar com a própria
natureza mas aí como tem essa ideia de
assombração de lugares
assim mais sombrios né como por exemplo
a gente vai ver no antigo testamento a
gente vai ver quando eu andar pelo vale
da sombra da morte né então por que que
tem essa ideia porque a natureza traz
isso né quando você tá
assim porque que diz que Deus vai não
vai deixar nem o sol nem à noite nem as
estrelas nada
destruir ou fazer mal a gente né Isso é
uma ideia de que é assombroso né a
natureza traz coisas muito muito
desconhecidas e assombrosas E aí a gente
vai ter isso muito suporte aqui e quando
a gente chega nesse ambiente em que é
Pagão Tá mas ao mesmo tempo eles têm
esse medo e essa
adoração essa
Fanta não fantasia seria essa maravilha
amiga encantamento né pela natureza vai
surgir por exemplo a ideia de que Deus
né habita em todas as coisas que a gente
conhece hoje de panteísmo tá E também a
gente vai ter a ideia de que você
precisa como os deuses estão ligados à
natureza a gente vai ter que
acalmar também como a gente falou no
início né
adorar acalmar esses Deuses e A ideia
mais assustadora que a gente tem é que
tudo isso tá ligado com
as a questão da fertilidade a natureza
sempre vem ligada à questão da
fertilidade Então a gente vai ver Por
exemplo quando a gente olha no antigo
testamento Deus Baal né a deusa haverá a
gente vai ver no
ambiente grego né A gente vai ver também
as deusas da fertilidade né e enfim Deus
o trovão né que tá ligado com a chuva
com as águas com os mares né para quem
ia para os mares Então a gente vai ter
sempre Deus desligados a essa natureza
tá E aí são os deuses que precisam ser
adorados e
apaziguados para que essa natureza de
sombra água fresca né de frutos né de
colheita
que não faça mal nenhum mas também
traga os seus frutos tá
tudo isso é muito
importante até quando a gente olha é
para Primeira Coríntios a gente vê essa
questão muito
muito forte que é a ideia do Deus
dos Deuses né Os cultos pagãos sempre
estavam ligados a questão da sexualidade
Então os rituais
a cerimônias religiosas pagãs eram bem
ligadas à questão da sexualidade orgia
Então as
sacerdotisas eram praticamente as
prostitutas rituais né então nos tempos
aconteciam esses rituais isso era muito
marcado e a gente já falou isso no curso
que a gente deu né
podcast do de primeira Coríntios né e
alguns que a gente já falou
anteriormente Então vale a pena vocês
irem estudarem um pouquinho sobre isso
tá e a gente vai ver também Essa esses
custos de mistérios né que é o que a
gente conhece de mais antigos curto
secretos cultos de mistérios né
Os cultos até metro e a Dionísio né
Dionísio Só que lá no antigo é lá de
1200 antes de Cristo até antes disso né
então eles tinham essas esses
mistérios que envolviam os deuses né E
algumas alguns rituais alguns
cerimoniais que envolviam aí esses
mistérios tá eram sempre
lidavam bastante com a questão
assim da Escuridão né de você com o
submundo né mas talvez para era uma
forma de tentar vencer isso a escuridão
ou você subir mundo tá
e
outras coisas também envolviam a questão
dos
inicializar alguém para alguma coisa
então seja dentro da sociedade ou dentro
de algum ambiente religioso né então
existiam esses alguns cultos secretos
que lidavam com essa iniciação das
pessoas tá os ritos né na verdade
estavam ligadas E aí
o Clemente de Alexandria
até um escritor Cristão Ele viveu lá
no segundo século né Mais ou menos
e ele desafiou que contassem abertamente
Segredos sem temor de falar sobre o que
vocês não tem vergonha de adorar eles
falam ele falou né para tem na verdade é
uma forma de ele chamar as pessoas mas
ridicularizar um pouco esse mito dos
deuses que eram conhecidos na época tá
então mas não foi possível isso não é
nem depois isso não foi conhecido tá
então o que era feito naquela época não
se sabe exatamente
mas tem algumas coisas que depois se
soube né que a questão dos mistérios
né de leucis tá
E esses mistérios tinham a ver com algo
que
a vida aí Traz uma ideia de vida após a
morte retorno a vida
não digo ressurreição mas algum retorno
alguma forma de ressurgir né de
renascimento né que era possível
não foi
talvez isso fosse muito fácil de ser
associado porque eles tinham por exemplo
a ideia dos grãos né das sementes que
elas morriam né
tinham a morte e depois
experimentavam o nascer o renascimento
né então como eles conheciam essa
realidade Talvez para eles não fossem
tão difícil
entender isso tá E aí quando
Paulo ele vai usar lá em primeira
Coríntios 15 ele vai usar uma ideia
assim né pegar já já dessa ideia que
existia dos mistérios
ele vai usar lá para falar sobre a
ressurreição tá
então é uma coisa bem interessante de se
pensar né E
aí tinha uma outra que eu acho que vale
muito a pena a gente lembrar é o que
tipo de culto
tinha naquela época
é a mãe de Éfeso né a grande Diana de
Efésios né que a gente vai ver lá em
Atos 19 a 28
da onde que surge isso então existe
sempre a ideia da grande mãe tá
justamente porque por causa da
fertilidade então a mãe
é algo assim muito muito adorado
por causa dessa ideia da fertilidade
Então existe as figuras Inicial é Cibele
e o nome o nome oficial dela é grande
mãe né é o título oficial dela tá E ela
eu prometi para o seu seguidores a
questão da Ressurreição Ah então a
existia essa forma de culto já na Ásia
menor né então diz dizem né dizia lenda
que ela concedeu vida de novo Artes que
é o seu consórcio né que tinha sido
Despedaçado lá pelo seu inimigo tá E aí
todos os sacerdotes eles
faziam um culto de fertilidade mesmo
como a gente já falou num ritual de
fertilidade tá e quando a gente olha até
a figura que é dada da Artemis ou da
Diana Efésios a gente vai encontrar uma
figura dessa é lá nos museus né da
região a gente vai ver uma figura bem
estranha bem diferente que é uma figura
de mãe uma figura de mulher né e a roupa
dela ou pelo menos o que veste ela são
feitos de testículos então é algo bem
estranho da gente pensar hoje mas para
eles é algo para ser adorado tá então a
fertilidade é algo acelerada então
a mãe a grande mãe ela tem que estar
revestida disso e a Diana de Efésios
Efésios é justamente essa figura da
grande mãe tá então É bem interessante
porque porque a gente vai ter que
entender como
quando o Paulo esteve lá o grande
problema que ele teve né justamente
porque ali era um ambiente assim tá
E aí a gente pode chegar aí
a questão dos cristãos um pouco
entendendo um pouquinho talvez mais para
o final do
novo testamento é a questão desses
mistérios né
que envolvem até o próprio cristianismo
tá
essa ideia do secreto dessa coisa do
conhecimento misterioso do que aquilo
que é secreto eu acho que sempre foi de
certa forma algo muito encantador para o
ser humano então
mesmo com o cristianismo existe
essa ideia surgindo até depois
porque as pessoas que que tanto é que
a gente vai ver alguns livros
importantes da do novo testamento é
assim falando sobre falsos profetas ou
falsos é Mestres né que traziam um
ensinamento estranho a ideia desse
ensinamento estranho tá ligado a um
pouco a esses mistérios tá que que a
ideia do Mistério que é
estranho para era estranho para eles por
exemplo pensar que Jesus e a mensagem
que ele que Paulo vem falar desse Jesus
né que ele morreu e ressuscitou e agora
é só crer porque a fé é o que vai salvar
porque Deus já fez tudo né já cumpriu
tudo Jesus já resolveu toda a situação e
agora é só crer nisso eles pensam
puxando não pode ser verdade
alguma coisa tem que ter a mais né Não
pode ser real isso então como é que a
gente vai fazer é o que que tem que ter
Ah tem que ter alguma coisa diferente
então a gente mesmo a gente nunca vai
alcançar
essa esse entendimento porque é um
conhecimento muito elevado então que não
é possível alcançar com o nosso próprio
conhecimento Então como é que acontece
Ah até alguns poucos por exemplo pregue
noticismo né alguns poucos eles vão
receber
essa luz essa
essa ideia né de
eles por exemplo tem que ter os anjos
indo e vindo então eles têm toda uma
construção em cima disso De que somente
poucos é que vão ter acesso a esse esse
mundo que é misterioso tá então isso
acontece lá e a gente já vai ver que na
verdade o gnosticismo mesmo vem depois
não não é do primeiro século e que o
Novo Testamento tá o contexto do novo
testamento mesmo mas começam já as
ideias a surgirem tá a gente vai ver
também
Essa questão do Mistério das Trevas é um
negócio tão complicado que a gente vai
ver por exemplo
o surgimento de ideias por exemplo
dualistas é um dualismo moral tá que
existem dois caminhos né isso acontece
no judaísmo do Antigo Testamento já mas
aí a gente vai ver por exemplo alguns
pergaminhos do Mar Morto né os
manuscritos do mar a gente vai ver uma
ideia daquele grupo que se retirou né
para com lã a ideia de que eles são os
filhos da luz lutando com os filhos das
trevas tá então essa ideia de luz e
trevas né
o mundo que tem um contraste muito forte
isso vai aparecer Claro nos livros de
novo testamento em João não é Primeira
João primeira pedro Mateus Lucas a gente
vai ver em vários lugares essa ideia de
que depois
o bem vai vencer as trevas o mal né e a
luz vai vencer as trevas mas isso já
surge nessa época tá então antes até do
novo testamento E aí na época do novo
testamento a gente vai ver isso muito
forte né que é na época do pessoal de
Kauan que já já né da época de João
Batista por exemplo né eles são
exterminados ali quando o templo né cai
em Jerusalém tá então algumas coisas
interessantes e importantes eu acho que
a gente já passou
esse era o contexto religioso
do novo testamento né Principalmente do
novo testamento tá então eu acho que deu
para caminhar aí por várias áreas né
difíceis né porque lida com muitas
coisas aí
que a gente tem que enfrentar ainda né
existem também mas que não era não é uma
prerrogativa nossa existia naquela época
também
Legal
tem muito muito Muitas semelhança entre
a conversa que a gente teve hoje aqui no
curso de introdução Novo Testamento com
aquilo que a gente falou no último
sábado no curso de introdução ao antigo
testamento é ainda que ali não fosse o
contexto helênico e romano que
predominasse mas também as religiões da
Mesopotâmia do Egito principalmente
influenciando toda a região do antigo
Oriente próximo tinham características
que tem suas particularidades mas tem
semelhanças aí com esse paganismo mais
presente no mundo do Novo Testamento né
é bom
tentar lidar justamente com Sobrenatural
então isso não muda em nenhum momento
enquanto você não tem um Deus é absoluto
né um Deus que é o único que tá acima de
tudo enquanto não conhece esse Deus você
tem que lidar com esse Sobrenatural com
essa forma né de ter um Deus para cada
situação e para cada coisa né E essa
questão dos Deuses
herdarem ou serem a origem de tantas
características presentes nos seres
humanos é algo também muito curioso né
boa parte da conclusão no mundo Divino a
de venda semelhança que eles têm conosco
então aí o engano a sedução tudo isso é
uma forma de pensar muito diferente do
que é estabelecido pelo monoteísmo
judaico e também obviamente porque é
característica dos cristãos né
sim com certeza
tem algumas perguntas que surgiram aqui
ao longo da conversa eu vou estimular o
pessoal que continua acompanhando a
gente a colocar em outras perguntas aí
para gente interagir sobre esse tema é
você citou inicialmente o novo
testamento é escrito por judeus ainda
que não contexto helênico né
e o Marcos questiona existe 100% de
certeza que o Lucas eram grego já ouvi
alguém dizer que Lucas poderia ser um
judeu nascido fora da Judeia
bom 100% 100% acho que a gente não tem
certeza de nada até alguém me falou um
dia né se você pode ter uma ascendência
me ajudar que eu falei eu não sei né
pelos meus ascendentes parece que não
mas sei lá né da onde que pode surgir
mas assim pelo que a gente entende do
contexto ele era um grego mas que ele
entendia muito do ambiente judaico até
porque ele andou bastante para Aquele
momento aquele lugar se a gente olhar os
escritos né de Lucas a gente tanto
no livro de Lucas quanto em Atos a gente
vai ver que ele conhece a geografia como
ninguém
ele entende exatamente por onde está
andando e eu acho que assim é muito
interessante assim isso né
Não sei se vai que ela quer falar
complementar e também já me deparei com
essa possibilidade de que Lucas fosse
pelo menos de um dos lados
descendente de judeus dado a sua
naturalidade em lidar com questões
judaicas do conhecimento
em especial das escrituras de décadas e
lembrando que Paulo nunca está associado
a Paulo enquanto autoridade que valida é
tanto o evangelho quanto o livro de Atos
e poderia se pensar que Paulo é alguém
que instrui Lucas Nessas questões mas o
domínio que ele tem é dá entender que
existe uma familiaridade também antiga
de Lucas com essas escrituras então de
fato é plausível
imaginar que talvez Lucas tivesse algum
contato com o judaísmo antes dessa
conversão ou dessa transformação se ele
de fato fosse judeu dessa transformação
causada pelo reconhecimento de Jesus
como Messias né
uma outra pergunta da do Lucas vem em
duas partes vi um vídeo de um
Historiador falando do Canon sobre sua
origem e etapa de formação e etapa de
Formação bom ele afirma que o cano
bíblico só foi concluído no século 5
depois de Cristo e portanto a ideia de
sola escritura segunda parte não era
válida para os cristãos primitivos
e parece que tal tradição que firmou os
cristãos primitivos na fé
como que funciona o ensinamento na era
primitiva
É bem interessante porque a gente pode
ver como a gente está falando de um
ambiente apesar de estar no Novo
Testamento inicialmente bastante judaico
né a gente pode ver que toda a tradição
ela é bastante oral tá então
as primeiras coisas claro que existiu
escritos existiam coisas né até eles
falam de rolos né
rolos da Bíblia do Hebraica que é o
antigo testamento Então a gente vai ver
essas
referências mas muita coisa
Era
passada também oralmente então existiam
as duas coisas e mesmo que assim tivesse
sido concluído um pouquinho mais tarde
que não fosse nos primeiros no primeiro
ou no segundo século que na verdade acho
que até bem né do quinto século
não lembrou agora Áquila exatamente no
século referência aos conselhos
posteriores né isso isso sim
mas o cano É no sentido de
reconhecimento né dos livros e tudo isso
já existia já dos primeiros pais da
igreja né
nos primeiros
né assim
vamos chamar de Apóstolos Tá mas aqueles
não Os 12 Apóstolos mas os primeiros que
vão se tornar Aí os pais da igreja
também depois então isso já existia né
esse cano mesmo que não oficial mesmo no
início assim bem no início da igreja já
existia de certa forma um reconhecimento
dos livros
do nosso curso aqui na última
quarta-feira do mês que é sobre o cano
Testamento Então a gente vai poder
destrinchar a história desse processo
com um pouco mais de detalhe mas é de
fato é importante perceber que a
tradição oral era muito importante no
início a doutrina da solo escritora como
uma coisa tão definitiva vem a partir da
reforma protestante então a gente já tá
falando
de aproximadamente 500 anos atrás século
16 né então tem um longo intervalo em
que essas questões talvez fossem
pensadas de forma um pouco diferente do
que hoje a gente articula mas a ideia de
autoridade última para o ensino dos
Apóstolos é muito importante desde o
começo da igreja né a igreja se
estabelecia e crescia pelo partido pão
pela oração e pelo ensino dos Apóstolos
como atos vai colocar para gente então
nos termos da Igreja Primitiva essa
fundamentação do ensino dos Apóstolos em
relação ao que se refere a Jesus era
muito Claro não era eles não chamavam
isso de suas escritura mas escritura que
na verdade se inspira
nessa
determinação da Igreja Primitiva de ter
certeza que aquilo que eles possuíam
venda autoridade Apostólica
e a gente tem um processo de fato de
canonização que quando é comparado ou
visto pela história da igreja tem
decisões bem mais tardias século 4
século 5 mas é importante perceber que
aquilo não era uma reunião de alguns
homens e pessoas importantes da igreja
que tinham vários livros de gente de si
e porque critérios pessoais escolheram
alguns para serem sagrados e outros não
mas sim a ideia de que já existia uma
longa tradição da igreja que reconhecia
a autoridade Apostólica em alguns livros
que estava sendo também reconhecida
formalmente por um conselho E aí já é
uma estrutura da igreja que já tem
alguns séculos de Formação que também
reconheceu esses Livros mas a ideia é
que a igreja ao longo da sua história
havia reconhecido a autoridade nesses
livros ninguém tava inventando um cano
500 anos depois de Cristo né 400 anos
depois de Cristo é interessante que você
falou aquilo lá mas essa ideia do solo a
escritura mesmo né é o grande problema
foi que as pessoas no caminhada a
questão que não tem a ver com cano no
caminhar da história eles esqueceram né
de que essa essa Bíblia essa escritura é
a base né o fundamento e autoridade de
tudo né então isso foi esquecido e foi
necessário fazer esse retorno
as escrituras na própria reforma né
então acho que foi uma das coisas mais
importantes que aconteceu na reforma
o nosso outro Internauta a pessoa que
nos acompanha aí é pergunta eles
acredito que os gregos conheciam o Deus
desconhecido que Paulo falou como sendo
e a fé é isso É bem interessante porque
eles não conheciam né na verdade o fato
de estar escrito ao Deus desconhecido ao
altar ao Deus desconhecido é justamente
porque era esse medo de não não ter não
ter se lembrado de todos os deuses e aí
deixar algum Deus aí de fora e ele ficar
muito irado né ou ficar né ou jogar um
maldição sobre eles né então o medo de
não contemplar um deles é que gera essa
ideia então vamos fazer um altar aqui
que qualquer coisa a gente fala que é
esse aqui
de alguém é esse aqui né o altar ao Deus
desconhecido E aí
é o aí o interessante de Paulo é isso e
que Paulo tinha a tanta essa facilidade
de contextualização que ele vai lá
justamente falar sobre Opa tá vendo esse
altar ao Deus desconhecido saber sabe
quem é esse Deus desconhecido aí ele vai
usar aquilo com uma um gancho né para
falar para pregar o Evangelho lá isso É
bem interessante a gente parar para
pensar
e é muito estranho para a gente a
mentalidade politeísta que era tão
natural nessa época né hoje Nós pensamos
em boa parte pelo menos no mundo
ocidental parte do mundo oriental também
como monoteístas no mundo antigo essa
era a exceção e para um politeísta essa
concepção de ortodoxia que a gente tem
não existia por tudo que é esse la você
pensar que existe uma doutrina correta
sobre o único Deus verdadeiro Era
exatamente o oposto do que era mais
natural que o povo antigo que era quanto
mais Deuses tivermos e conhecermos
melhor então a ideia de ter uma
compreensão errado uma idolatria sobre
outro Deus era inexistente na cabeça de
um politeísta a ideia se chegou um Deus
Novo vamos agregar a nossa comunidade o
que importa é ele faz por a gente que a
gente precisa dar resultado dá efeito se
dá certo então é certo então a gente
agrega o máximo de Deus possível toda
essa nossa forma de pensar de ortodoxia
de fidelidade é o único Deus tudo mais é
coisa que nasce a partir de Abraão nasce
a partir da Revelação para o povo de
Israel e é estranho para as pessoas
daquela época pensa assim né
fez um pedido que as Susi já colocou
aqui no nosso chat Susi tem algum livro
sobre esse assunto que possa nos indicar
E aí tem o
gandre Né
o panorama de Novo Testamento mas assim
geralmente a introdução ao Novo
Testamento assim trazem essas esses
assuntos né que estão ligados à vida
diária vida
ambiente social religioso econômico
enfim
do novo e do Antigo Testamento a gente
tem tem alguns livros eu não lembro
exatamente o nome
mas eu acho que ela explorando
o ambiente do novo testamento alguma
coisa assim que eu achei bem
interessante que ele traz bastante assim
específico
essas questões né Achei bem interessante
porque o judaísmo não sofreu tanto como
cristianismo em relação a adoração aos
imperadores romanos
o judaísmo é interessante a gente pensar
como é que ele é né o judaísmo ele é
mais fechado um pouco né e a partir do
momento que eles são
eles sofrem a diáspora né porque
enquanto eles estão na terra deles eles
têm aquela permissão que era pax romana
né ele sofrem bastante na época dos
gregos né dos outros domínios mas quando
vem a parte Romana eles são eles são
assim é possível de você se manter na
sua fé ninguém vai ninguém vai fazer
nada e vai perseguir e por enquanto você
tiver vivendo
conforme né
as leis máximas né
do Império Romano agora por exemplo o
cristianismo ele sai não só sai ele
uma forma de
contextávamos assim se rebelar contra o
adoração do Estado né que é aquela que a
gente falou que a ideia do Estado como
né algo principal que é importante e
o império né o Imperador então o
Imperador é que era dourado e a gente
falou que na verdade era uma forma de
você dominar as massas né então quando
você tem o cristianismo o cristianismo
ele é um cristianismo que está crescendo
e tá crescendo tem um proselitismo ele
cresce
assim proporções assim imagináveis
naquele mundo né e as pessoas estão
dispostas a da vida elas estão dispostas
a fazer tudo
e elas não se curvam a nada que é nem ao
Imperador nem aos Deuses né do gregos
enfim eles não se curvam a nada então
isso causam grande problema é para o
mundo greco-romano daquela época os
judeus o judaísmo Acaba ficando um pouco
mais restrito eles vão se espalhar então
eles estão bem espalhados né são menores
os grupos e os grupos se fecham
completamente e vivem em comunidades
então não enfrenta esse tipo de problema
eles vão enfrentar outros tipos de
problemas que a gente vai ver lá na
frente
mas não esse nesse momento tá
e talvez não seja Claro para a gente que
lê é o Novo Testamento como os judeus
não cristãos também sofreram
em vários momentos A Perseguição do
Império Romano né a queda do templo a
guerra que aconteceu entre o ano 66 e 70
redundando na queda do tempo de
Jerusalém e suas também citou é durante
a aula aqui depois a queda do tempo é
depois a outra guerra entre 132 e 135 se
eu não me engano envolvendo essas
expectativas messiânicas também que os
judeus
parte deles não reconheceram Jesus como
Messias e esperavam Messias de caráter
muito distinto e acreditavam que essa
revolta militar era uma forma de
estabelecer a pureza de Israel a
purificação do tempo tudo mais até
Porque de fato judaísmo do ponto de
vista formal na sua aliança com Roma se
corrompeu em vários sentidos né
era a revolta do pessoal de curam que
que suas excitou mais cedo também então
houve perseguição em vários momentos
para os Judeus mas nos períodos de paz
eles conseguiram encontrar um acordo
bastante interessante que era todo mundo
era obrigado a orar pelo Imperador como
Deus os judeus não oravam a ninguém como
o senhor absoluto ninguém como Deus
senão e a velha eles falaram então a
gente ora pelo Imperador em favor do
imperador para e a velha a gente
continua orando ao nosso Deus mas
pedindo para que Ele abençoe o Imperador
é claro também tinha outras questões que
não estavam envolvidas só na teologia
questões comerciais a manutenção da Paz
era muito importante para Roma e tal e o
território ali de Israel sempre foi um
ponto muito estratégico então foi um
direito adquirido por vários várias
justificativas os cristãos era
complicado porque eles muitos deles
continuam dizendo somos nascemos de Deus
e continuando precisando de Deus mas
reconhecendo Jesus como Messias aí os
judeus diziam não eles não são judeus
eles adoram esse Jesus aí isso é outra
coisa eles não são judeus por outro lado
os pagãos diziam eles também não são
pagãos eles não adoram outros deuses não
participam das festas ao Imperador eu
acho que existe uma uma peculiaridade na
condição dos cristãos que não eram
reconhecidos nem para os Judeus nem
propagandas e por isso também estavam
sujeitos algumas formas de perseguição e
condenação do estado que o judeu não
Cristão judeu não mas sempre não estava
né
agora Áquila eu que vou fazer a pergunta
agora
como a filosofia grega interpretava
ressurreição
é uma pergunta muito interessante da
Simone a filosofia grega é uma coisa
muito de pé se você tem
os platônicos você tem epicureiros você
tem
históricos e cada uma dessas tradições
interpretava de uma forma diferente a
questão da Ressurreição dentro do
próprio judaísmo Vale lembrar que Paulo
quando foi acuado diante de um
julgamento injusto ele jogou o estado
seus contra os fariseus Justamente na
questão da Ressurreição que essas duas
linhas de judaísmo tinham interpretações
diferentes assim também são as tradições
helênicas
Mas falando principalmente do platonismo
que teve grande influência no mundo
grego acredita que a morte era a
libertação do corpo então ressurreição
era uma forma de se retornar a uma
condição de prisão a uma condição é mais
baixa da natureza humana que ela está
preso ao corpo então ressurreição não
era
algo visto como
desejável ou coerente para condição
humana nesse nessa forma de pensar
platônica não não existia a ressurreição
nos mesmos termos que a gente vê por
exemplo em primeira Coríntios 15 que a
gente vê
Em Romanos 8 que a gente vê no
Apocalipse também que era uma tradição
fortemente Judaica e de um perfil
judaico que acreditava na ressurreição
dos Mortos mas os epicuristas por
exemplo também tinha uma visão diferente
que não fazia muito sentido
ressurreição quando o corpo era um
conglomerado de moléculas que eram
regidos simplesmente pelas leis naturais
redução estavam necessariamente
submetidos essa ação direta dos Deuses
era uma resposta paganista Mas
epicuristas ou o Epicuro primeiro
proponente estava respondendo a um
paganismo muito presente na sua época e
deu a seguinte resposta Os Deuses Estão
podem até existir a gente não sabe não
tem nem como verificar né então em outra
dimensão a gente está aqui dentro do
universo visível e nós somos governados
por leis e somos basicamente fruto da
matéria que existe do jeito que é então
dentro dessa visão de mundo pensar em
alma espírito ressurreição do corpo
também não faz muito sentido né mas isso
não não responde tudo porque a filosofia
grega é uma coisa bastante abrangente
também
É bem interessante você pensar porque a
filosofia grega não sou todas as
Vertentes mas a maioria
enxerga o corpo a matéria como algo que
não é
digno de muito muita atenção não é tão
importante e aí você
liga isso a tudo né Tem gente que vai
para um lado achando que você pode fazer
o que quiser com o corpo né então você
que não se você não atingir o espírito
tudo bem E tem outro lado que nega tudo
né
[Música]
se você nega o corpo você nega todas as
coisas estão ligadas né então a
ressurreição não faz sentido para muita
gente né
para os filósofos e para até muitos
outros pensamentos
que entendem o corpo como algo mal para
que que uma pessoa ia voltar ao corpo
essa é uma questão muito importante para
se pensar
verdade eu acho que a minha imagem
travou aí é isso
vou colocar aqui deixa eu ver se consigo
Então a ideia politeísta não é comum
para nós da América Latina certo Acho
que não
porque na Índia eles têm vários Deuses
né E aí Áquila que que você acha a gente
vai batendo um papo então isso depende
um pouco da época que a gente está
analisando a América Latina e também no
contexto atual é isso não é verdade para
muitas pessoas
a impressão advém do fato de que a
América Latina os vários países que
compõem a América Latina passaram por um
processo de cristianização desde o
período da colonização
então A coroa portuguesa veio tanto com
a espada e com a Cruz ao mesmo tempo e
isso
passou a definir boa parte da identidade
do povo brasileiro mas processo
semelhantes também aconteceram em outros
países da América Latina então sim a
gente tem uma marca
de pensamento Popular bastante marcado
por essa presença cristã mas
ela esteve lidando também tanto com as
religiões de matriz africana desde muito
tempo atrás com o processo da escravidão
que
formou o povo brasileiro quanto como
animismo dos índios que já estavam aqui
desde antes da chegada dos portugueses
essas coisas não desapareceram da
mentalidade brasileira então é bem comum
uma pessoa se dizer Cristão se dizer às
vezes até mesmo protestante mas ter uma
mentalidade politeísta ela pode não
afirmar as mesmas coisas que a gente
estava dizendo que os pagãos gregos do
primeiro século afirmavam mas ela tem
uma forma de pensar que tem a ver com
fazer um rito de uma forma de outra para
aplacar Ira Divina muitas vezes isso se
dá de forma explícita o cara acredita em
Deus supostamente o deus escrito nas
escrituras mas ele acredita em outros
Deuses também é de outras crenças de
perspectivas religiosas bastante
contraditórias com o que é revelado na
pessoa de Jesus e tá tudo bem na cabeça
de muitos brasileiros tá tudo bem pensar
assim então a gente percebe que é de
fato paganismo
helênico não é exatamente aquilo que nós
vivenciamos hoje mas a presença da marca
politeísta ainda se faz sentir na forma
de pensar e agir do brasileiro
eu até diria mais aquela a gente conhece
alguns ambientes mas a América Latina
Ela é bem cheia de animismo panteísmo
todas as formas assim e até o politeísmo
sim nessa matriz africana como você
falou né
Isso é muito
ainda é muito forte
na sociedades nas nos povos ainda que na
América Latina assim a gente vai para o
México a gente vai ver
todos todos esses países né que a gente
da América Latina América do Sul mesmo é
peru Colômbia né A gente vai ver tudo
isso Paraguai que a gente teve
recentemente então no Brasil mesmo
do Sul no nordeste no norte isso é muito
forte ainda então existe sim bastante
ainda
até dentro assim da cultura mesmo é como
se fosse parte da cultura eles nem
enxergam como como politeísmo mas como
parte da cultura já tá tão intrínseca né
que se considera parte da cultura ou
então você tem deturpações do monoteísmo
que se diz ainda como monoteísmo mas
está trazendo elementos de um politeísmo
muito Evidente um altíssimo a gente tem
um sincretismo muito forte também
o mal respondeu as perguntas que estavam
aqui no chat e eu agradeço a todo mundo
que acompanha a gente aqui até o final
da nossa aula sobre ambiente religioso
essa é a primeira aula desse tópico
semana que vem é a segunda e última aula
desse tópico que é um ambiente religioso
mas já falando do Judaísmo nesse período
de Jesus no período do novo testamento
que também vale a pena inclusive para
fazer contraste com tudo isso que a
gente estava estudando ouvindo e
aprendendo hoje que era a forma de
pensar de todo mundo que tava ao redor
dos judeus vocês são convidados para
participar da nossa próxima aula muito
obrigado Susi porque se dispôs aí para
trazer um tópico muito importante para a
gente
e a gente então convida vocês mais uma
vez para o curso de introdução ao antigo
testamento que tá acontecendo aos
sábados para participar da nossa
celebração online que vai ao ar todo
domingo de manhã a gente tem essa
transmissão aqui no nosso canal e
acompanhar e ganhou nas várias redes e
naquilo que a gente também tem colocado
para o crescimento para amadurecimento
de quem quer caminhar junto com a gente
Obrigado Jesus e boa noite boa noite
pessoal sua palavra aí também pessoal
boa noite a todos obrigada por estarem
juntos né E como é que ela já falou
acompanhe compartilha em tudo nosso
conteúdo com quem quer e precisa né
estudar a bíblia Deus abençoe

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