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Breve Histórico da Pregação progressista na América Latina

Breve Histórico da Pregação progressista na América Latina

Breve Histórico da Pregação progressista na América Latina

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Olá nós estamos começando a gravação
agora sobre a pregação Progressista na
América Latina Uma Breve História
esse vídeo vai para o canal do exposição
bíblica no YouTube você que vai nos
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exposição bíblica sobre o treinamento de
pregadores eu sou Michel Augusto sou
pastor da Igreja Batista formato em
Brasília e diretor do projeto de
Exposição bíblica que está no ar desde
2012 Ok eu quero falar hoje algo que eu
falei na conferência da convenção
Batista reformada do Brasil que é sobre
a pregação Progressista um breve
histórico da pregação Progressista na
América Latina
vamos lá eu quero
falar de dois tópicos três tópicos
praticamente a breve um breve recorte da
história da pregação histórico redentivo
segundo um breve contexto histórico da
pregação Progressista na América Latina
e uma proposta de Exposição bíblica
redentiva teoramática
eu tô usando essas bibliografias
o Pablo Gimenez
slime e o mapf
vamos lá a problemática
eu separei quatro tópicos da
problemática aquilo que nós podemos
enxergar com o problema na América
Latina
os cristãos enfrentam uma série complexa
de questões públicas no mundo de hoje e
existem
dinâmicas na política na saúde na mídia
no mercado questões de raça cultura que
fazem com que os cristãos busquem textos
bíblicos e dinâmicas teológicas para dar
sentido as suas vidas no espaço público
é um tipo de
busca no texto bíblico de algo que
chancele a sua dor o seu sofrimento
chancele no sentido de explicar de fazer
sentido né terceiro problema é as ondas
da globalização faz com que essas
pessoas buscam respostas
quarto lugar para dar respostas a essas
demandas
muitos líderes cristãos buscarão muitas
formas de interpretar a Bíblia a partir
da Ótica do leitor Então essa é a
problemática eu diria que o quarto
tópico é faz parte desse deslocamento
hermenêutico né
após modernidade
busca leituras a partir do leitor a
partir da Ótica do leitor a partir da
dinâmica existencial do leitor e aí na
minha opinião que mora o problema porque
ao invés do leitor ser interpretado
pelas escrituras de modo rede antigo
o leitor interpreta ele começa a
interpretar as escrituras
a partir da sua dor do seu sofrimento a
partir da sua história de vida a partir
da sua própria narrativa E aí
cria-se um relativismo Sem Fim no
processo da interpretação bom a nossa
proposta é diante dessa querela
moderna e pós-moderna
essas disputas por quem é por autoridade
no espaço público dentro da modernidade
da pós-modernidade nós precisamos
identificar os acertos e erros de cada
período e a nossa proposta trabalhar uma
pregação bíblica
redentiva e ter o dramática ao final
Essa será a nossa proposta bom
nós precisamos entender que quando a
gente trata de pregação bíblica a
pregação bíblica em si ela é uma
pregação que aponta para Cristo para
redenção de Cristo e essa Redenção é uma
meta narrativa é uma narrativa superior
é uma cosmovisão e abrange e cobre todas
as narrativas não no sentido de ignorar
porque Cristo teve compaixão
misericórdia mas um sentido de através
da Regeneração em Cristo Jesus nós
temos uma nova história o Novo
Nascimento trouxe para nós Uma Nova
História e essa nova história baseada na
redenção Cristã em detrimento da Ilha de
Deus por causa do pecado de Adão essa
nova história Deve nos levar viver uma
nova vida e não a vida de ressentimentos
sociais mais uma vida baseada na
autoridade das escrituras na revelação
bíblica que aponta para uma Redenção
espiritual em Cristo Jesus que consuma
as nossas vidas e as nossas histórias no
Novo Céu e uma nova Terra Então nossa
leitura precisa ser redentiva né um
exemplo de leitura redentiva por exemplo
a partir do Antigo Testamento David traz
aí alguns tópicos de como por exemplo
você vai ler o antigo testamento de modo
redentivo em primeiro lugar todas as
partes do Antigo Testamento seja a lei
os profetas e os escritos apontam para
Jesus e Jesus esse Jesus que os escritos
do Antigo Testamento apontam não é um
Jesus revolucionário como vocês
identificam nessa imagem aí né a imagem
de um homem com objeto
[Música]
expande a voz
num sentido de reivindicação no sentido
de
revolução de revolucionário Jesus não
era revolucionário irmãos Jesus era Deus
ele fez parte do processo final da
Redenção de Deus
os textos do antigo testamento em que
não há antecipação explícita de Jesus
São parte do cano do Antigo Testamento
que pela própria natureza é um
testemunho do Senhor Jesus
três nenhum texto do Antigo Testamento
pode ser interpretado da forma correta
sem a compreensão de seu cumprimento de
seu cumprimento em Jesus Cristo então a
gente não pode pegar textos do antigo ou
do novo testamento e transformá-los em
narrativas de revolução
existe uma tessitura bíblica onde as
partes menores devem estar conectadas a
uma parte maior e essa parte maior é um
Deus Trino buscando o seu povo
redentivamente
livrando esse povo de uma condenação
eterna
por causa da própria ira do pai em
detrimento do pecado de Adão quarto
tendo sido ensinados por Jesus a ler a
Bíblia os apóstolos adotaram um amplo
entendimento Profético no antigo
testamento então a leitura interbíblica
a relação entre antiga e novo é uma
relação
revolucionária quinto dos Apóstolos
estimularam a leitura de todo o antigo
testamento como escritura Cristã então a
leitura
bíblica não é uma leitura ideológica
é uma leitura Cristã
bom
Essa é um tópico Inicial e agora vamos
falar sobre um breve histórico da
pregação histórico e redentiva eu vou
fazer um recorte não vou falar de tudo
né eu falei da relação Bíblica da
Redenção e agora vou entrar em alguns
tópicos na história da igreja bom
essa pregação histórico e redentiva
essa abordagem
para unificar todas as escrituras em
torno da mensagem Redentora de Cristo
inspirou os pais da igreja
essa mesma metodologia essa mesma forma
de interpretar energizou a pregação da
reforma e capacitou um despertar do
Evangelho da justificação pela fé e de
fato
caminhou a Passos largos na história da
igreja mas como tudo
Tem
reações todo o movimento tem reação esse
trem Redentor conforme disbrand shapel
ele começou a sair dos Trilhos
Então os teólogos liberais Eles
sequestraram alguns aspectos chaves da
teologia bíblica histórico redentiva
tornando os evangélicos céticos ou
postos ao seu uso então tiraram questões
fundamentais da teologia bíblica como a
revelação
inspiração autoridade final em termos de
fé e prática né então Tirou toda a
questão sobre a naturalista da
interpretação bíblica bom voltando a
reforma
tanto Lutero quanto Calvino reconheceram
os abusos e tentaram oferecer correções
e embora as abordagens de Calvino e
Lutero não tivessem sido completas mesmo
porque é nenhum teólogo na história da
igreja teve a pretensão penso eu os mais
lúcidos não teve a pretensão não tiveram
pretensão de
de tentar resolver todos os problemas na
sua geração eles ofereceram
contribuições mas as contribuições que
alguém ofereceram são contribuições
residentivas tanto bullying pesa eles
tentam refinar também essa perspectiva
Redentora dentro da sua época
a contra-reforma traz aí
um freio né traz contra pontos
essas batalhas
da contra-reforma
trouxeram uma nuvem escura sobre a
mensagem Redentora
e os reformadores holandeses eles
começaram a revisitar a teologia bíblica
chamada histórico redentiva eles
influenciaram os puritanos e o Jonathan
Edward em 1703 a
1758 é muito prolífero nesse sentido né
ele busca entender
as afeições religiosas como estilo da
Graça e ele busca unificar toda a Bíblia
em torno da Redenção esse projeto do
Jonathan Eduardo é um projeto que foi
interrompido por uma morte prematura mas
assim eu quero indicar o livro do Thomas
neros pregação doutrinário publicado
pela pro nobres editora e vai tratar
exatamente dessas bases importantíssimas
do Jonathan Edwards para a revisitação
da teologia histórico redentiva e as
consequências disso para os dias atuais
1862 a
1949
ele agita de novo a disciplina teologia
bíblica
quando os teólogos liberais tentam usar
aspectos da teologia bíblica para minar
a velocidade das escrituras então vocês
observam que a teologia bíblica ela tem
altos e baixos na história da pregação
então eles argumentaram que assim como a
trajetória das escrituras do antigo
apontava para Cristo além das
expectativas antigas os pregadores
modernos podiam apontar além do cano das
escrituras para divulgar o espírito de
Jesus ou seja guerra do vosso vai lutar
contra o sistema Liberal que pretendia
trabalhar somente conceitos de fé e
ética mas voltados por um tipo de
relação religiosa da fé cristã e não é
uma relação eletiva puramente por assim
dizer errado voz
ele como consequência de tudo isso ele
começa a combater a teologia Liberal que
tenta advogar ideias novas ideias além
dos limites canônicos né teologia
Liberal trabalha mais um fator cultural
e histórico cultural
histórico crítico cultural e não e
dispensa os limites canônicos e muito
menos aquilo que a gente acredita como
cano né como os pressupostos do cano né
inspiração Revelação autoridade enfim
em Essência a teologia bíblica torna-se
uma arma do liberalismo né e de fato
dentro do contexto da briga da do
liberalismo e fundamentalismo no século
20
a teologia bíblica ao invés de trazer os
trilhos redentores na mão dos liberais
ela se torna uma arma bom
Então nós vamos ver aqui a partir do
século 20 ao século 21
nós temos o trabalho de Sidney greyder
nos Edmundo cloney e Johnson esses
homens vão lembrar os pregadores do
final do século 20 que a unidade das
escrituras não poderia ser descartada e
sem prejudicar Nossa compreensão dos
detalhes então esses homens eles começam
a apontar para os pais da igreja
começam a lembrar do próprio Cristo em
Lucas 24 João 5 39
de que tudo aponta para Cristo Jesus e
que essa Redenção vai muito além de
revoluções vai muito também vai muito
além de ideologias vai muito além de uma
análise puramente religiosa do
cristianismo porque os liberais tentaram
fazer isso liberais tentaram
interpretar o cristianismo como algo que
fazia parte de mais um sistema religioso
bom o que Cid Negreiro da Luz
faz vai além do alegoriasmo antigo de
tentar procurar Cristo em cada detalhe
que eles fazem é conectar as partes ao
todo redentivo
bom
então nós temos aí do século 20 ao
século 21 alguns homens que defenderam a
teologia histórico Redentora
John single Ferguson
E aí vai
vamos lá então
então esses movimentos hermenêuticos na
história da igreja eles influenciam
movimentos homiléticos então não tem
como por que porque a pregação envolve
interpretação e o desafio para nós hoje
é de fato resgatar a boa teologia
histórico Redentora para que
o Cristo a justiça de Cristo seja
honrada porque não foi a nossa Justiça
própria que nos salvou foi a justiça de
Cristo então ela deve ser honrada e deve
ser honrada Além muito além daquilo que
que os teólogos liberais tentam colocar
para as pessoas acerca de Cristo como
revolucionário como
como
um teólogo ético né que vai trazer um
tipo de paz universal mas que se
assemelha mais parecido com direitos
humanos do que porque provavelmente com
uma coisa escatológica né Isso é
perigoso então nós precisamos vencer
essas questões parte 2 como deu como se
deu os movimentos progressistas na
pregação Então dentro desse contexto de
altos e baixos da pregação histórico
redentiva nós temos aí
o desenvolvimento
o desenvolvimento da dos movimentos
progressistas na história da igreja
vamos lá como se deu
os movimentos progressistas na pregação
Essa é a parte 2
vamos fazer aqui um recorte da do
contexto da pregação Progressista na
América Latina
bom
o contexto pós-moderno na verdade é uma
crítica à modernidade Então quando você
vê esse homem na imagem com
ar de revolucionário
no contexto pós-moderno isso nada mais é
do que uma crítica modernidade porque
porque
a modernidade se tornou um ambiente
cientista mas um ambiente
um ambiente vamos ver assim
impessoal então
após modernidade faz uma crítica
modernidade trazendo para um momento
atual um contexto mais
plural um contexto onde
as experiências
as
narrativas de dor de Sofrimento de tudo
que faz parte do ser humano do ponto de
vista existencial que tudo isso pudesse
ser analisado que tudo isso pudesse
passar por um por uma sensibilidade em
todas as áreas do saber então o problema
todo é que
embora após modernidade parta de
críticas de algumas críticas que são
válidas nós não podemos comprar essas
críticas todas essas críticas o que se
gerou na pós-modernidade foi uma
teologia pluralista ou seja o
cristianismo começou a ser visto como
mais um sistema religioso
nasceu aí a teologia da libertação a
teologia da libertação ela enxerga
os textos bíblicos mais dentro de uma
perspectiva ideológica do que de uma
perspectiva histórica redentiva
Cristo é se torna aquele que veio sanar
que veio incluir
é um processo de inclusão eu digo sempre
que a teologia da libertação é uma
teologia que se assemelha muito com as
bandeiras de direitos humanos
né bom existem questões de direitos
humanas são interessadas como liberdade
religiosa e tal mas assim boa parte das
bandeiras dos Direitos Humanos hoje
são Bandeiras inclusive vistas que na
verdade
deixa a liberdade religiosa muito a pena
é você vê o que é tá acontecendo aí o
delayon
publicou aí um projeto de lei que tenta
suprimir
alguns versículos bíblicos do contexto
das redes sociais
Então as narrativas de direitos humanos
tá bom precendo porque porque os
direitos é uma nova religião né E aí tem
a questão
em relação Ajax tem que dar essa virada
linguística é uma série de fatores mas
existe um fator de desconstrução por
exemplo que nas altas críticas
literárias que busca desconstruir todo o
texto sobre o argumento de que nós não
temos como descobrir se o Real
significado de um texto Isso é uma
grande bobagem né o movimento
pós-moderno ele parte de críticas ao
movimento moderno mas ele acaba entrando
num processo de quase de irracionalidade
Bom vamos lá
como nasce então a pregação Progressista
vamos lá vamos buscar o histórico a
teoria homilética protestante
chega na América Latina por volta de
1900
e chega de mãos dadas com os
missionários né Então até então o
protestantismo tinha uma história
bastante longa e quanto
conturbada na América Latina os
primeiros protestantes tinham chegado na
América do Sul e no Caribe no século XVI
na época da conquista espanhola então
1900 é uma é uma é um Marco onde
missionários chegam na América Latina e
quando eles chegam eles chegam
para formar pessoas também para pregar o
evangelho
Então a primeira etapa dos Missionários
na América Latina Os Missionários
americanos na América Latina
vamos lá ok é uma etapa chamada de
transculturação o que que seria esse
etapa de transculturação é uma etapa
onde os missionários trazem a pregação
americana eles trazem manuais para
formar pregadores na América Latina com
toda uma carga de pregação tradicional
de pregação centrada no evangelho uma
pregação bíblica centrada no evangelho
uma pregação escatológica
Então olha aí
nessa fase de transculturação
manuais protestantes de pregação são
trazidos
e começam a trazer a formar pessoas para
pregarem o evangelho então Quatro
manuais aí olha só quatro manuais que
eram usados para formar pregadores
talvez vocês estão aqui aqui no mid tem
algum deles e quem vai assistir depois
no YouTube também tem
palestras para meus alunos do Charles
halden spearjan
sobre a preparação entrega de sermões
por John Brothers a preparação de ser
mães bíblicos por Andrew blackwood e o
quarto manual que era usado para formar
pregadores na América Latina a partir de
1900 era o sermão eficaz do James
guindaste Então você observa
que no início
existia sim uma formação histórico
Redentora histórico redentiva na
formação de pregadores o segundo estágio
é um estágio chamado de inculturação
onde esses
essas aulas que América traz para
América Latina América do Norte traz
para América Latina Elas começam a ser
adaptadas a uma cultura local Essa é um
processo então o primeiro processo é
transculturação onde uma carga de
pregação
tradicional
voltada para busca da intenção do autor
do texto que considera o texto como
autoridade final inspirado por pelo
senhor que considere que a pregação
precisa ser cristocêntrica então
isso chega na América Latina mas na
segunda fase de inculturação
o processo de adaptação começa a
acontecer vamos lá
vamos lá
o terceiro estágio a gente chama de
contextualização que estágio é esse é o
estágio onde novos manuais de pregação
começam a ser produzidos na América
Latina e as teorias de pregação começam
a ser
interpretadas e aí que nasce o púlpito
Progressista na América Latina Então vou
repetir contextualização
né é o desaguarda a teologia da boa
teologia redentiva chegando na América
Latina em cultural um processo onde
começa a se analisar e
aquilo que é trazido de Fora começa a
misturar com o que é de dentro
e contextualização
manuais teóricos e manuais começam a ser
produzidos sobre o argumento de que a
América Latina precisava de uma teologia
mais contextual voltada para a realidade
da pobreza latino-americana
mas parece que o Evangelho não serve
para pobreza também né o evangelho
bíblico Redentor para eles parece que a
gente o Evangelho é para ricos e para
pobres independentemente onde o
evangelho chega a mensagem do Evangelho
é única né mas vamos lá
esse terceiro tópico onde os autores
começam a reinterpretar as teorias
hominéticas tradicionais
eles começam a
criar dentro da sua própria cultura
Latina uma nova forma de de trazer de
formar pregadores na América Latina
sobre essa esse argumento de que eles
precisavam de uma nova roupagem da
Teologia da pregação Então olha só Aí
três etapas transculturação inculturação
e contextualização
repetindo trânsito
ministros
trazem de Fora
uma Teologia da pregação que eu repulto
com uma teologia boa
conforme eu disse para vocês
é então
e esses manuais como do Charles spurger
que era um pregador Batista reformado
centrado no evangelho você ouviu um
sermão do esposo você vai ver como ele
pregava Cristo
então esses manuais treinavam pregadores
leigos
então aqui a gente tem de novo no solo
Latino a influência de quatro livros no
início palestra para os meus alunos de
preparação de sermões
preparação de sermões por Wendell
blackwood e o sermão eficaz do James
guindaste
segundo processo é o processo da
inculturação aqui vem a questão da
realidade latino-americana
aqui as coisas começam a se misturar
a maioria dos pregadores
latino-americanos eles não tinham nem o
ensino médio
né E esses pregadores populares que
tinham pouco acesso à educação teológica
eles começaram a desenvolver o seu
próprio estilo de pregação e a pregação
dos pregadores populares na América
Latina se tornou aquele tipo de sermão
por concordância onde o pregador Cita
uma série de versículos bíblicos com
textos prova mas assim com muita
deficiência de conexão por exemplo do
antigo ao Novo Testamento como é que
você vai conectar a história do antigo
a cruz de Cristo né como é que você vai
conectar textos do novo testamento a
cruz do Senhor Jesus porque a gente sabe
irmãos que tem pregadores que são tão
mal treinados que eles conseguem pregar
um texto de Lucas 24 que trata da
Ressurreição e eles conseguem destronar
Cristo daquele texto
uma vez ouvi um pregador dizendo no
texto de Lucas 24 sobre a ressurreição
que a nossa esperança do Cristão né ele
disse olha Deus vai ressuscitar os seus
sonhos Puxa vida
então o pregador despreparado ele
consegue tirar Cristo até onde Cristo
está claramente evidente
para os pregadores populares a
importação da teoria homilética
expositiva centrada no Evangelho com um
sermão mais elaborado era um curso muito
era um discurso muito complicado e eles
diziam o seguinte isso aí não tem um
poder do Espírito Santo de Deus como se
preparar uma palavra se preparar um
estudo bíblico como se preparar uma
pregação fosse ser desprovido do
Espírito Santo de Deus olha aqui loucura
bom nesse processo de inculturação
alguns manuais começaram a ser
produzidos
então primeiro passo transculturação
manuais foram trazidos para cá uma
pregação
centrada no evangelho de Cristo
no segundo passo de enculturação manuais
são produzidos
já com já com
uma mistura daquilo que a realidade
local segundo eles demandava então
começou a ser produzida a arte da cristã
da pregação
o Engel
comunicação através da pregação do
Orlando costas
Britney Mission que é uma perspectiva
Pastoral do Oswaldo Montese e a teoria e
prática da pregação do Angel Marvel
Então são manuais que começam a ser
produzidos
esses manuais por exemplo do Orlando
costas
ele seguiu alguns passos tradicionais da
pregação tradicional centrada no
evangelho
do Jon Brothers mas ele traz ele faz
algumas adaptações Ele trouxe a
perspectiva latino-americana para o
campo da da homilética né então embora
ele se definisse como o evangélico o
Orlando costas mesmo neste estágio
inicial de sua carreira aqui a gente
começa a identificar a pregação
Progressista
entrando
em diálogo com ortodoxia e com a
teologia católica então assim vamos lá
o honrando costas então a gente entende
que a teologia Progressista na América
Latina entra através do manual de
pregação do Nando costas ele apresenta a
pregação como um processo de comunicação
então a gente começa a enxergar uma
deficiência do fator cristocêntrico
redentivo a gente começa
nessa segunda fase da inculturação na
América Latina da mistura da
pregação tradicional com a questão da
realidade da pobreza mas
ignorando
Jesus colocando Jesus mas como a
revolucionário
vamos lá
o Oswaldo Montese Ele estudou homilética
com James guindaste e uma tese ele
ensina homilética contra o pano de fundo
oferecido pela mitologia evangélica
radical que é radical que eles chamam é
aquilo que veio de fora por exemplo
manual do Esponja manual do Jon Brothers
para Oswaldo Montese Isso é uma teologia
radical mas para quem já leu esposa já
leu brother sabe
que eles não tem nada de radical o que
eles têm É bíblico e é centrado no
evangelho
mas na América Latina isso é um discurso
muito duro porque eles dizem que essas
pregações ignoram a questão social
esse livro do Osvaldo Montese tem um
sabor Latino Americano decidido então
repetindo
a pregação
histórico Resident Evil entra na América
Latina
entra na América Latina
com a pregação tradicional central do
evangelho e depois ela passa por essa
fase de inculturação onde manuais são
produzidos para alcançar uma nova
realidade que eles falam que é uma
realidade da pobreza
ele produziu também algo para a América
Latina a pesquisa dele não era um manual
de homilética tradicional
ele dizia que a congregação local era
uma comunidade hermenêutica
bom para o Cecílio arrastia a
congregação tinha que participar da
preparação e avaliação e até a entrega
do sermão
então a gente vê claramente que Cecília
rastia ele já estava contaminado e ele
já tinha como pressuposto as teologias
que eram voltadas para o leitor chamadas
novas hermenêuticas Então as novas
hermenêuticas que são leituras a partir
da Ótica do leitor não a partir não a
partir
da intenção do autor do texto essas
leituras começam a predominar na América
Latina e o Cecília rastrea entendia
Exatamente isso olha que loucura né
enfim a gente sabe que a pregação toda
pregação ela ensina ensina a pregação
mas a gente precisa entender que a boa
pregação redentiva histórico redentiva é
uma busca pela intenção autoral do texto
nós precisamos ser interpretados pela
Redenção de Cristo e não
interpretar a Bíblia de acordo com as
nossas os nossos gostos
de acordo com as nossas
vontades de acordo com as nossas
narrativas isso é muito perigoso tentar
interpretar o texto com as nossas
narrativas isso aí cai no relativismo
muito complexo
bom
então a pregação Progressista dentro do
contexto latino-americano
graças a merda eu acostas amotece
arrastia o pregador expositivo
esse tipo de pregação expositiva que foi
importada da América começa a ser vista
com embrulho no estômago os latinos
começam a enxergar a pregação expositiva
como algo muito chato que é indiferente
a realidade do ouvinte bom Eu discordo
disso mas vamos lá
terceiro passo da pregação Progressista
é a questão da contextualização
contextualização né bom
essa questão da contextualização é algo
terrível né porque aqui começa a entrar
a questão do
do progressivo no púlpito
aqui os manuais de pregação começam a
ser formulados literalmente levando em
consideração a questão latino-americana
aqui na contextualização
a pregação ela se torna mais uma
pregação ideológica
bom nesse passo há uma reformulação dos
ensinos de mega o costas Motéis e
arrastia
a teologia da pregação de Esponja ou
de um Brothers já foi embora há muito
tempo nesse período aqui
movimento teológico agora começa a
surgir de modo distinto
né E aqui começa uma teologia contextual
chamada teologia
política que é feita a partir de uma
perspectiva Latina e o ponto de partida
é uma localização social
hispânica ok
bom aqui a experiência religiosa da
comunidade e a marginalização
sofrida pelo povo
começa a fazer parte dos manuais de
pregação como ponto de partida
interpretativo e aqui a gente vai ver a
Praxis da libertação que começa a buscar
uma transformação da realidade opressiva
então a gente começa a entender aqui
que a partir
da reformulação dos manuais tradicionais
e de outros que estavam surgindo
A análise bíblica estava sendo realizada
a partir da narrativa do ouvinte
isso é perigoso
bom no processo de contextualização
alguns manuais de pregação foram
produzidos
aqui a gente tem do Orlando costas
o manual
do justo González para quem não sabe
justo Gonzales é Progressista é nós
temos aqui o Pablo de Menezes luz para a
massa
entrar muita gente aqui calma aí vamos
lá
então no processo de contextualização
manuais de pregação foram produzidos é
esses quatro manuais
Orlando costas por exemplo ele se define
como um teólogo da libertação evangélica
e consequentemente ele não vai abordar a
homilética tradicional
vamos lá
o justo Gonzales ele vai analisar por
exemplo a contribuição para homilética
de uma ampla Gama de teologias
contextuais políticas e de libertação
ele vai ler a Bíblia do ponto de vista
dos impotentes ele vai examinar as
interpretações bíblicas dominantes
através de uma um tipo de hermenêutica
suspeita né E aí a partir dessas
questões sociais de impotência opressão
pobreza racismo e discriminação o justo
Gonzales vai
é estimular no manual de homilética
a que o ouvinte faça perguntas políticas
a partir do texto seja quem são os
poderosos Quem são os impotentes
Quem são
especial e político e aí a gente aqui em
justo Gonzales uma uma teologia política
no processo da pregação e a questão
histórica Redentora uma narrativa
superior de Redenção que abrange todas
as narrativas começam a solapar começa a
não fazer tanta tanta diferença
na teoria da homilética latino-americana
bom nós temos aqui do Daniel Rodrigues
a pregação evangélica e justiça
social
que saiu
e esse livro vai enfatizar a relação
entre pregação e questões sociais eu
prefiro trabalhar o termo Justiça
bíblica de justiça social
nos leva a uma prática de amar a Deus e
ao próximo
que inclui atos de Misericórdia porque o
evangelho em si
a
doutrina que fundamenta a nossa fé que a
doutrina da justificação pela fé que
leva em consideração que a justiça de
Cristo foi suficiente para aplacar a ira
do pai em detrimento do pecado
isso já contempla em si uma igreja que
ama
a partir da Justiça de Cristo uma igreja
que serve uma igreja que ama então a
gente não precisa dessa síntese nós já
temos uma robustez própria a nossa
hermenêutica Nossa forma de interpretar
é a Bíblia é bíblica
a nossa hermenêutica não é baseada nas
narrativas do leitor Ok então vamos lá
primeira coisa que eu queria destacar
aqui como proposta
a história da Redenção é uma narrativa
bíblica em desenvolvimento ela não é
Progressista ela progride em toda a
história bíblica
em um ápice em Cristo Jesus
e Deus o Deus primo Deus pai filho
espírito santo era o senhor da história
então na pós-modernidade quem é
Quem era a o senhor da história o senhor
da história era o Deus treino Nós não
somos os senhores da história A bíblia é
sobre o Deus todo poderoso Redentor não
é sobre nós então todo interpretação
antropocêntrica vai destronar Deus o
Deus primo como a figura do Redentor e a
redenção começa a ser política social
Educacional E aí vai
bom uma teologia evangélica deve de modo
semelhante está inserido na estrutura do
senhorio de Deus sobre toda a história
a essência da teologia é a Interpretação
da história da Redenção
a estrutura teológica dos Evangélicos de
hoje precisa incluir essa interpretação
intencional da história
ok
Nossa Matriz interpretativa deve ser a
matriz
interpretativa das escrituras nós não
interpretamos as escrituras a partir do
ambiente do leitor
se a gente fizer isso a gente cai no
relativismo em outros dízimos os
reformadores eles proporam é o solo
scriptura somente as escrituras Ou seja
a partir da Justiça de Cristo e da
palavra de Deus como como
suficiente e superior as tradições
nós temos
uma forma
de interpretação das escrituras sagradas
os leitores não podem dominar a leitura
da escritura conforme suas narrativas
história
pregar a redenção é um mergulho
dramático que envolve questões objetivas
Ou seja a nossa fé canônica
e não apenas cultural e toda e tudo
aquilo que a gente vive em subjetivo a
gente a gente submete isso a palavra de
Deus então nossa fé não é um mergulho em
algo que não pode ser explicado a nossa
fé é um mergulho vivo
poderoso na ação do Espírito Santo que é
explicado pelo texto bíblico João 3 por
exemplo quando fala do Novo Nascimento
de Jesus fala com Nicodemos sobre o Novo
Nascimento
a Bíblia destaca O que que significa
nascer de novo o próprio
a própria terceira a primeira carta de
João vai trabalhar as características do
Novo Nascimento então quando eu tenho
uma experiência subjetiva Quando eu digo
Olha eu sou agora uma nova criatura sou
cristão Isso deve ser conferido com
textos objetivos Então dentro dessa
questão da modernidade da
pós-modernidade a gente precisa conectar
fatos objetivos aos fatos subjetivos
fatos subjetivos ao fato objetivo mas na
pós-modernidade o que tem imperado é a
subjetividade né é subjetividade Em
algum momento da teologia Liberal a
teologia Liberal trouxe simplesmente
análise objetiva crua sem a
autoridade bíblica sem a revelação
Divina do texto
já após modernidade que é trabalhar um
tipo de subjetivismo transformando o
cristianismo numa melhor experiência
mais uma experiência religiosa e na
verdade é o drama da Redenção quando eu
prego drama da Redenção eu tô pregando
eu tô sendo fiel a Cristo em toda a
escritura sagrada e Nação do Espírito
Santo os ouvintes estão sendo chamados a
salvação e aqueles que estão já são
salvos estão sendo santificados e eles
de forma dramática
nação do Espírito estão sendo conduzidos
a uma nova história e quando eu falo
então que a proposta para os dias atuais
tem que ser uma Redenção teoramática É
no sentido de que a nossa pregação não é
uma pregação que leva em consideração
somente um fato objetivo somente o texto
objetivo a gente entende que o Espírito
Santo ele age quando eu prego Cristo
Jesus de modo Fiel em toda a escritura
sagrada Só que essa experiência que o
povo de Deus vive com o Evangelho é
respaldado é respaldado pelo Cano
sagrado então uma pregação é bíblica
redentiva teu dramática é
sair não é ignorar a nossa narrativa de
dois sofrimento mas é ser inserido numa
nova relação com Deus treino através de
Jesus Cristo é mergulha numa nova
dimensão no novo reino preparado para
nós em algo que é diferente de tudo que
a gente vive o reino de Deus é diferente
do reino deste mundo tudo que a gente
vive hoje como servos de Cristo
regenerados pela graça do senhor vai
muito além das nossas dores do nosso
sofrimento com isso eu não tô dizendo
que Deus não seja poderoso para curar
não sei que nós não tenhamos que agir
com uma prática que a gente não tem que
socorrer as necessidades de forma alguma
mas o que eu tô querendo dizer que a
nossa pregação vai além de uma pregação
social a nossa Teologia da pregação vai
além de uma teologia de pregação social
a nossa teologia é Redentora ela mostra
para o ser humano que ele está debaixo
da Ira de Deus que só debaixo da Justiça
de Cristo Ele vai ser liberto não
somente hoje a gente mostra para os
nossos ouvintes que além do pão que
alimenta a nossa nosso corpo nós temos
um pão Vivo que desceu do céu céu
conforme destaca na no texto do
Evangelho de João e esse pão Vivo que
desceu do céu nos alimenta
ela não vai colocar a cura acima de
Jesus Cristo ela não vai colocar as
questões sociais acima do Evangelho de
Jesus Cristo essas questões todas podem
existir pode porque Deus por exemplo a
cura Deus é soberano
de acordo com a vontade dele ele é
poderoso para curar ou não curar
né o evangelho bíblico vai nos levar uma
prática mas essa prática não é uma
prática que leva o ação social como um
fim em si mesmo
né ah se possível
se possível pregue não a pregação a fé
vem pelo ouvir a pregação de Cristo
Jesus então a pregação histórico
Redentora é uma pregação
é uma pregação
que não ignora
não ignora a prática Essa é a grande o
grande
tamarise da teologia social que a nossa
pregação tradicional ela ignora
a prática Cristã pelo contrário
ela ela ela nos leva uma prática mas uma
prática que glorifica Deus uma prática
que leva em consideração acima de tudo a
redenção em Cristo nada pode solapar a
centralidade do Evangelho de Cristo e
a pregação redentiva teu dramática leva
em consideração que há pontos assertivos
na modernidade a pontos positivos na
pós-modernidade mas a críticas que nós
iremos fazer a modernidade por exemplo a
gente critica os liberais e a crítica
que nós devemos fazer na pós-modernidade
em relação aos progressistas
a pregação histórico redentiva Teo
dramática ela entende que a nossa fé não
é baseada somente em Fatos objetivos mas
que os fatos subjetivos são explicados
pelos fatos objetivos que estão
descritos na palavra escrita na palavra
de Deus de Gênesis Apocalipse enfim é um
mergulho né não drama que de fato não
ignora Nossa narrativa mas insere Nossa
narrativa numa meta narrativa e esse
mergulho é constante
gente eu queria agradecer vocês nós
tivemos em um momento de
conturbação
nessa Live eu divulguei na no Facebook
eu acho que entrou algumas coisas assim
que não deveriam ter entrado pessoas
colocando áudio slides e coisa e tal eu
acho que eu não vou cometer mais esse
erro vou divulgar só para WhatsApp de
amigos que eu conheço para participar
dessas lives aí tá bom
eu agradeço aí pastor Edvaldo e todos
que entraram por aqui
esse vídeo vai estar na Live
vai estar no YouTube ainda hoje tá bom
Um grande abraço para todos vocês
Fique com Deus
tchau tchau gente

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