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EP 5 Narrativas falsas | Integre comenta: Uma igreja chamada TOV | Scot M. & Laura B. | IBNU

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Olá Sou Daniel Piovesan sou membro do
ministério integra Ministério de jovens
aqui dbm e hoje eu quero fazer com vocês
aí mais um devocional nesse livro
maravilhoso que nós estamos lendo juntos
uma igreja chamada tove e Hoje vamos
falar sobre o capítulo 4
narrativas falsas mas antes da gente
continuar eu quero te convidar a dar uma
olhadinha aqui no nosso canal nós temos
outros vídeos que podem abençoar muito
sua vida tem vídeos do outros vídeos
desse livro mesmo de outros livros
também que nós gravamos já então não
deixe de dar uma conferida não deixa de
se inscrever aí e enfim compartilhar com
as pessoas esse conteúdo
bom vamos então começar aqui o nosso
pequeno estudo sobre o capítulo 4
narrativas falsas os autores Eles
começam falando um pouquinho para gente
sobre como as narrativas elas são muito
importantes porque nós só conseguimos
nos enxergar nos entender e
admitir quem nós somos né através de uma
narrativa nós nos inserimos numa
narrativa nós nos inserimos nessa enfim
qualquer narrativa que seja seja a
narrativa da sua vida a narrativa de
algo maior enfim nós estamos sempre nos
colocando dentro de uma narrativa isso é
muito importante para o ser humano e as
igrejas essas grandes igrejas né muitas
vezes elas acabam numa situação de crise
tentando justamente administrar essa
narrativa para controlar a opinião das
pessoas e isso acaba resultando em
situações muito esquisitas muito
montanhas muito preocupantes e
complicadas porque o que se busca na
verdade é justamente tentar
apagar desviar o foco dessa situação de
crise de que tipo de situação de crise
nós estamos falando falamos aqui por
exemplo de
imagine um caso em que se descobre um
abuso Se descobre uma situação de
perseguição dentro de uma igreja dentro
de uma comunidade pelo por parte de um
líder ou dos líderes enfim imagine uma
situação dessas né o autor dá alguns
exemplos práticos que de fato
aconteceram e mas aqui eu quero ter mais
as ideias dele mesmo nesse capítulo
então ele vai dar
esse esse alguns exemplos dessas
narrativas falsas e ele menciona né que
tem muitos casos de situações desse tipo
uma crise dentro de uma igreja enfim que
se contratam empresas que especializadas
nisso da mesma forma que acontece por
exemplo no meio corporativo imagina uma
empresa que acontece alguma situação uma
grande calamidade isso tem um potencial
de destruir uma empresa né então
contrata-se outras empresas que ajudam a
administrar uma crise enfim e o primeiro
exemplo que eles dão aqui nesse capítulo
é o argumento a de homem quer dizer
desacreditar os críticos
desacreditar a pessoa que está fazendo
aquela acusação muitas vezes é a própria
vítima a ideia toda aqui é chamar o
outro cara de mentiroso a pessoa que tá
acusando desse dessa situação dessa
crise que está acontecendo dentro da
igreja é acusar a pessoa que está
acusando de Algo pior ou de alguma outra
coisa para desviar o foco e de
preferência para tornar aquela pessoa
alguém que não seja digno confiança e aí
muitas vítimas na verdade elas acabam
não denunciando justamente porque elas
têm medo de serem humilhadas em uma
situação como essa né outra forma também
que é muito parecida é meio irmã dessa
primeira desse primeiro exemplo é
demonizar os críticos quer dizer você
falar que essa pessoa que está acusando
esse Líder ou a liderança de perseguição
de abuso ou qualquer coisa do tipo é
dizer que essa pessoa na verdade é
perversa ela tá tentando atrapalhar a
obra de Cristo porque a igreja tem um
plano maior porque a igreja é a mão de
Cristo sobre a face da terra ou alguma
coisa exagerada como essa né quer dizer
uma tentativa aí de
demonizar essa pessoa como se essa
pessoa fosse da ordem de Satanás da
origem do Inferno para tentar
desmanchar a obra Santa de Cristo Então
seria esse meio que o Espírito do
argumento né um terceiro exemplo seria
distorcer a história quer dizer roubar a
narrativa do acusador e criar uma
narrativa que seja falsa e isso
intencionalmente né É Para apoiar esse
pastor e essa igreja e também para criar
dúvidas a respeito dessas alegações
então cria-se todo uma história criasse
todo um grande uma grande narrativa que
engloba essa história que aconteceu na
tentativa de desviar o foco das pessoas
né de criar dúvida a respeito daquilo
que se alegra contra o líder contra a
liderança
outra opção também muitas vezes pode
acontecer e essa extremamente
especialmente grave que é questionar a
sanidade daquela pessoa que está fazendo
aquela crítica fazendo aquela acusação
que é uma técnica que o autor os autores
eles explicam o livro né a técnica do
lighting que é uma manipulação
psicológica na qual o agressor nessa
dúvidas na própria vítima acerca de sua
própria sanidade quer dizer tenta-se
aqui argumentar junto aquela vítima que
diz ter sofrido o abuso disse que eu
sofrido uma perseguição é argumentar que
aquela pessoa na verdade Olha eu acho
que você tá é ficando maluco você tá
perdendo a sua sanidade alguma coisa e a
pessoa que sofreu aquele aquela situação
ela realmente pode começar a acreditar
que ela está louca que ela está perdendo
a sanidade e isso é uma é uma técnica né
uma manipulação psicológica é algo
gravíssimo que de fato pode acontecer e
o autor os autores aqui do livro eles
dão alguns exemplos e nesse caso aqui dá
um exemplo bastante forte
situação também pode ser o quinto
Exemplo né seria transformar o agressor
em uma vítima quer dizer aquele pastor
aquele Líder que tá sendo acusado de uma
situação de abuso ou de perseguição
enfim qualquer outra coisa é aquela
pessoa ela começa a se apresentar diante
da igreja como uma vítima de uma
situação que enfim Na tentativa de se
colocar como vítima diante das pessoas
ou seja como eu disse no início né
manipular a opinião das pessoas acerca
daqueles fatos que estão sendo alegados
um sexto exemplo que o autor dá é
silenciar a verdade quer dizer isso
acaba acontecendo com
assinatura de documentos de
confidencialidade né E esses documentos
eles acabam justamente eles funcionam
muito bem especialmente no contexto
americano onde existe uma cultura de
assinar esse tipo de documento né é
esses documentos eles funcionam muito
bem então a igreja ela pede para aquela
pessoa falar olha não fala mais sobre
isso vamos assinar aqui um tempo de
pouco deles confidencialidade eu não
revelo para as pessoas isso acerca de
você e você não revela essas coisas
cerca da igreja e cada um vai para o seu
canto e tá tudo certo Enfim então
Acontece muito isso
novamente existem exemplos aqui no livro
que são bastante interessantes né um
sétimo uma sétima situação um sétimo
tipo de situação seria supressão da
Verdade quer dizer quando existe uma
tentativa de apagar os dados que possam
revelar esses abusos por exemplo então
no livro eles falam de uma situação em
que o pastor tentou apagar uns e-mails
quer dizer os e-mails revelavam toda uma
história toda uma situação de frete
Aquela aquele aquele Líder ele ele fazia
com relação a outras pessoas e essa
pessoa tentou apagar os e-mails tentou
dar um jeito de sumir com esses
registros justamente para que não
houvesse aí provas acerca da sua culpa
e um oitavo exemplo e o último exemplo
aqui que é dado no livro são os falsos
pedidos de desculpa que condenam a
vítima e que tentam na verdade a paz
igual os ouvintes e
esses falsos pedidos de desculpa eles
são bastante interessantes porque
eles vem acompanhados de diversos
argumentos ou
frases né evasivas Eles procuram
justificar o comportamento inapropriado
e no português mais
comum aí do dia a dia é para passar o
pano né Então na verdade é um discurso
geralmente é lido lá na frente na igreja
é algo que é apresentado para as pessoas
justamente com uma uma tentativa de
manipular essa situação que aconteceu né
E ao mesmo tempo que condena vítima ele
na verdade
justifica ou tenta justificar o
comportamento
inapropriado do líder por exemplo ou de
perseguição né se aquilo fosse algo é
uma tentativa de convencer as pessoas de
que aquilo é algo aceitável bom então é
esses são os principais pontos aí deste
capítulo que a gente pode enumerar nesse
vídeo e espero vocês aí para os próximos
vídeos e que Deus abençoe sua vida
[Música]

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