Evangelho de João – Aula 1: Cap 1 | Ákilla Nascimento | IBNU
05/04/2023
Evangelho de João – Aula 1: Cap 1 | Ákilla Nascimento | IBNU
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[Música] Boa noite olá para todo mundo que está acompanhando aqui o nosso canal da ibmu você é muito bem-vinda muito bem-vindo para a nossa conversa e hoje a gente está começando um novo ciclo naquilo que são os custos da ibmu Você já conhece provavelmente os nossos cursos aqui durante a semana e hoje a gente tá começando um novo bimestre tratando do Evangelho de João hoje a gente vai falar sobre alguns aspectos introdutórios do Evangelho de João e olhar também para o primeiro Capítulo do quarto evangelho Então você vai ser muito importante na nossa conversa na nossa reflexão Como já é de praxe a gente pede para você colocar seus comentários aqui no chat para você participar com perguntas para que você interaja conosco muito boa noite a Nádia Wellington Jacira Cátia o pessoal que já tá entrando dando aí seu Boa noite no chat vem para todo mundo que vai acompanhar essa aula e essa conversa em algum momento do futuro eu espero que seja um momento de aprofundamento de compreensão de confrontação com a palavra e que a gente possa ser bastante enriquecido por esse que é um evangelho bastante peculiar eu vou compartilhar aqui a projeção e eu começo inclusive afirmando que esse é um evangelho peculiar porque esse não é um dos Evangelhos sinóticos você já deve ter ouvido falar dessa divisão nós temos quatro Evangelhos na Bíblia Mateus Marcos Lucas e João os três primeiros Evangelhos tem uma perspectiva histórica os eventos que são narrados muito semelhantes Mateus Marcos e Lucas e o quarto evangelho Evangelho de João se distingue por fatores que ficaram bastante Claros ao longo da nossa conversa mais o evangelho de João ele desempenha um papel muito importante na história da igreja na construção da teologia do novo testamento na nossa compreensão da figura de Jesus por aspectos que não foram profundamente trabalhados É nos outros três Evangelhos e esse evangelho complementa de uma forma muito profunda e também a naquilo que era um propósito de selecionar os eventos que eles selecionou para contar a história da mesma pessoa que já havia sido tratado a mesma história que havia sido narrada nos outros três Evangelhos o evangelho de João tem um propósito muito particular eu espero que isso é comece a ficar claro na nossa conversa de hoje mas que isso fique ainda mais Evidente ao longo dos nossos próximos encontros eu vou pedir para vocês observarem bem esse fragmento é que tem a ver com o nosso primeiro tópico da aula de hoje que é os fragmentos de highlands Deixa eu só alternar aqui para apresentação espero roupa passo Legal são os fragmentos de highlands que está em Manchester na Inglaterra O que que a gente pode afirmar sobre a autoria do Evangelho de João a tradição mais antiga da igreja que esse evangelho foi escrito por João o apóstolo o apóstolo Amado como é referido dentro do próprio Evangelho o apóstolo João que é conhecido inclusive também das narrativas dos outros três Evangelhos essa tradição se firmou por uma linha muito clara e muito bem definida na história que é a missão de Irineu um dos Pais da igreja ao fato de que João era o apóstolo responsável por esse evangelho e Irineu foi discípulo de Policarpo Policarpo foi discípulo do próprio João Então a gente tem uma cadeia histórica muito curta muito próxima atestando com documentos que são acessíveis até hoje que esse é o evangelho que foi escrito pelo Apóstolo João alguns críticos é na história recente a afirmaram que o evangelho poderia ter sido escrito por um outro João o ancião que aparece em alguns documentos da história que alguns Dizem que o ancião e o apóstolo são a mesma pessoa algumas pessoas inclusive afirmam que a aparição do nome ancião em vários textos de Eusébio é uma menção aos 12 apóstolos e por isso João Ancião é também João Apóstolo mas esses críticos afirmam que o evangelho teria sido escrito por volta da de meados do segundo século da metade para frente do segundo século então a gente está falando de 150 depois de Cristo ou uma data posterior só que aí é onde entra o fragmento que a gente mencionou foi encontrado esse fragmento vou até voltar aqui na imagem o fragmento é de ryalands ou os fragmentos de willans que dentre esses fragmentos está essa porção de texto que é datada de 135 depois de Cristo e foi encontrada no interior do Egito a dentro desse fragmento ou escrito nele e estão algumas passagens de João 18 e isso é muito importante porque sim 135 esse papiro já estava esse fragmento foi encontrado no interior do Egito Então não parece ser um hipótese plausível que ele tivesse sido o primeiro papiro ou o manuscrito original escrito por algum outro João que não fosse o apóstolo no interior do Egito no ano 135 o mais provável e bastante aceito é que esse é evangelho foi escrito numa data anterior a 135 foi copiado e transmitido a comunidades que reconheceram a autoridade do apóstolo João nesse escrito de tal forma que depois de algumas décadas esse escrito já havia sido copiado e transmitido para interior do Egito então a gente está tratando de uma data bastante anterior ao ano de 135 e cai é com bastante segurança essa hipótese de que ele foi um escrito muito posterior aos Apóstolos que não teria sido João apóstolo que escreveu e então a gente tem fragmentos inclusive posteriores ao fragmento de islands atestando essa hipótese mais forte de que em algum momento do primeiro século boa parte dos estudiosos concordam que é perto da década de 90 ou na própria década de 90 do primeiro século e esse Evangelho é escrito pelo Apóstolo João é interessante também olhar algumas evidências internas desse evangelho Por quê o autor reivindica o privilégio de ter sido uma testemunha ocular dos eventos que aconteceram em torno de Jesus no Capítulo 1 Versículo 4 também João 19:35 E no fim do Evangelho 21 Capítulo 21 Versículo 24 e 25 se trata ou se usa um tom de quem presenciou Tais eventos se afirma explicitamente que foi isso que aconteceu uma outra coisa é que o autor se identifica ou faz menção ao discípulo Amado em vários momentos do evangelho e o que que isso quer dizer quem é o discípulo Amado que aparece no Evangelho de João nós temos três Apóstolos que eram mais próximos a Jesus Pedro Tiago E João Tiago na época provável da escrita do evangelho já havia morrido Pedro pelas missões e pelas passagens em que o discípulo amado é mencionado é uma figura distinta do discípulo Amado ele não chama Pedro de ser tomado mas coloca na mesma cena Pedro e o outro discípulo Amado então a grande probabilidade O que é mais razoável imaginar que o autor está fazendo uma referência a si mesmo como sendo esse discípulo amado isso não por uma forma de auto engrandecimento não chamando para cima a autoridade maior do que os outros discípulos mas sim revelando uma Face daquilo que era relação do autor de João com Jesus e também como uma forma de reafirmar que essa é uma testemunha fiel que esse é um relato digno de confiança como aparecem expressões semelhantes também no Apocalipse de João então a gente percebe que o discípulo Amado parece ser o próprio autor do Evangelho bom passando então dessa figura ou desse tópico da autoria a gente tem o aspecto do suplemento da complementariedade que o Evangelho de João tem em relação aos três Evangelhos sinóticos ele conscientemente trata de tópicos ou aborda as questões de um ângulo que complementa aquilo que está nos outros Evangelhos por exemplo os outros Evangelhos é em geral priorizam Jesus realizando seu ministério na Galileia em João você vai ver grande ênfase para o ministério de Jesus na Judeia ele omite parábolas que tomam muito espaço que são a grande ênfase no Evangelho de Lucas e também aparece no evangelho de Marcos e de Mateus não aparecem parábolas no Evangelho de João assim como não há menção ao tema mais importante dos três primeiros Evangelhos que é o Reino de Deus por que será que isso acontece Será que João acha que é menos importante tratar do Ministério da Galileia ou tratar do ministério de Jesus as mensagens e menções de Jesus é o Reino de Deus não a ideia não é essa a ideia que João já tem compreensão Muito provavelmente dos outros escritos que já circulavam entre as comunidades ou mesmo que a gente Admita que João foi escrito numa data anterior a década de 90 e talvez as pessoas com quem ele esteja se comunicando não tivessem tido acesso ainda Aos três evangelho sinóticos mas o João sabia muito bem ou pressupõe que essas comunidades já conheciam as histórias em torno da pessoa de Jesus é preciso lembrar que as pessoas não conheciam a história de Jesus e a narrativa em torno de Jesus apenas por meio dos escritos mas também por meio da tradição oral então João está escrevendo para um público que ele pressupõe que já conhece as narrativas em torno de Jesus seja para tradição oral seja pelo contato com os Evangelhos sinóticos os escritos dos Apóstolos e dos herdeiros dos Apóstolos como é o caso de Lucas e de Marcos bom a gente tem então é essa complementariedade de tema é no que João percebe que já eram coisas conhecidas e muito bem trabalhadas dos seus ouvintes das pessoas que leriam seus escritos a mensagem do reino as questões da parábola a ênfase no narrativa mais detalhada João usa narrativa mas o seu foco não está no nas narrativas do ministério de Jesus e se nos discursos de Jesus e a gente percebe também que existem eventos que só estão narrados só estão registrados no Evangelho de João como por exemplo as três páscoas que acontecem durante o seu ministério e essas três páscoas são um dos pontos do evangelho que mais nos ajudam até uma noção da extensão do ministério de Jesus o da extensão temporal lendo inicialmente os Evangelhos sinóticos E se a gente tivesse apenas eles como Fontes talvez a gente tivesse a impressão de que o ministério de Jesus resumiu a pouco mais de um ano Mas quando a gente percebe que ele celebrou três páscoas alguns argumentam que até mais de três passos estão registrados ali a gente percebe que o ministério de Jesus teve entre três anos e três anos e meio isso é um dado que João nos ajuda a complementar nessa imagem que nós construímos do ministério de Jesus um outro ponto importante é que João retrata os discursos de Jesus de uma forma muito singular tirando o discurso no início do Livro de Mateus que também é bem longo O João é o livro que traz os maiores discursos de Jesus em comparação com os Evangelhos sinóticos não só ele dá mais atenção aos discursos de Jesus mas ele registra a interação de Jesus com as pessoas com seus ouvintes até mesmo com seus opositores no nível de detalhe maior do que os outros Evangelhos então ele aponta as perguntas que foram feitas aos questionamentos as oposições a interação de Jesus com essas pessoas as objeções e isso traz também um estilo peculiar não só para a interação de Jesus com essa pessoa essas pessoas mas a forma como Jesus diz o que diz por que que esse estilo de fala é de Jesus no Evangelho de João parece ser tão diferente em alguns momentos do estilo de fala que aparece nos três Evangelhos sinóticos Muito provavelmente porque a gente está tratando com dois fenômenos importantes um é o da tradução Jesus alguns estudiosos o gumbre por exemplo é que foi a fonte que eu utilizei para esses aspectos introdutórios a Robert e também outros estudiosos apontam que Possivelmente Jesus falava três línguas grego mais boa parte daquilo que ele fala a maior parte daquilo que ele fala é teria sido falado em aramaico então João teria traduzido do aramaico Possivelmente hebraico para o grego a língua em que ele escreve o seu evangelho e nessa tradução já existe uma adequação daquilo que era o grego dominado por João e o grego usado por João não é dos gregos mais rebuscados como a gente tem no Evangelho de Lucas é um grego um pouco mais simples então isso pode afetar um pouco o estilo daquilo que é falado um outro aspecto é que se a gente está falando é de um João perto do fim do primeiro século falando daquilo que Ele presenciou quando ele começou a seguir Jesus a gente tá falando de um ancião um homem muito experiente Lembrando das suas Memórias de adolescente João É possivelmente um dos apóstolos mais novos quando ele começa a seguir Jesus no grupo dos 12 isso quer dizer que eu não lembrava muito bem o que ele estava relatando Não não é essa ideia mas ele está tratando de uma memória muito rica muito densa é muito longa para pessoas que não testemunharam aquilo e possivelmente ele traz uma paráfrase daquilo que são os relatos mais literais como registrados no sinóticos então na força da explicação da parábola e da compreensão em privilegiar compreensão dos seus leitores e dos seus ouvintes isso pode entrar como uma forma de João facilitar a compreensão do ensino de Jesus para as pessoas com quem ele está se comunicando e por isso entraria um pouco do estilo de João no registro das palavras de Jesus em certa medida todos nós quando relatamos uma história colocamos um pouco do nosso estilo não porque a gente quer deturbar não porque a gente quer florear necessariamente a história mas porque a gente sempre conta a história da nossa perspectiva E isso também de certa maneira é afeta ou influencia a maneira como Mateus Marcos e Lucas narram nos Evangelhos sinóticos mas contam um pouco mais acentuado nessa pessoalidade João nesse evangelho bom sobre os temas teológicos O que que a gente pode aprender com o evangelho primeiro é importante perceber que o evangelho em certa medida complementar do reforçado pelas três cartas de João tivemos um podcast recente aqui na ibiu sobre as cartas de João e os mesmos temas que aparecem João vários deles são desenvolvidos ou são colocados em prática porque ali é diferente do relato do evangelho que João está tratando de uma situação particular de uma igreja está resolvendo problemas de uma comunidade que tenta lidar com mestres Possivelmente ligados ao que posteriormente vai se tornar alguém noticismo e ele está aplicando a teologia dele mas o plano de fundo teológico com os temas que motivam o João a tomar uma decisão ou outras são coincidentes entre o evangelho e as três cartas e também a gente encontra uma certa intercessão com apocalipse de João João apresenta os temas que ele apresenta por meio de uma alternância muito habilidosa entre narrativa e discurso como a gente colocou ele não traz Gradiente ênfase na narrativa mas existe sim uma parcela do evangelho que se preocupa com a narrativa mas sempre integrando essa narrativa com a preocupação de mostrar o que Jesus disse o que Jesus ensinou e essa preocupação é especificamente com o interior das obras que Jesus realizou veja que João mesmo afirma que Jesus fez muitas coisas que não foram registradas no Evangelho de João e por complementariedade a gente também pode aplicar que não foram registrados nos três Evangelhos sinóticos ele selecionam as obras de Jesus que julgam mais importantes para revelar quem Jesus quer para demonstrar que o Seu ensino estava fortemente integrado também a sua missão os milagres que ele fez em último caso sempre a morte e ressurreição de Jesus mas no caso de João em especial Ele está preocupado com os atos simbólicos as obras que demonstram o significado de tudo aquilo que jesus veio fazer então se um milagre torna mais Evidente o sentido daquilo que jesus veio realizar João priorizará ou priorizou esse milagre ele narrou com um pouco mais de cautela de cuidado de atenção para que o símbolo fosse interpretado e compreendido por exemplo a gente tem a lavagem dos pés no Evangelho de João Por que que existe tanto espaço dedicado para descrição do que aconteceu nessa lavagem dos pés em torno da celebração da Última Ceia antes da morte ressurreição de Jesus porque a lavagem dos pés era um símbolo aquilo que Jesus fala para Pedro perdão e também para os discípulos é a ideia de que se eles não fossem lavados não só nos seus pés Mas pelo seu sangue naquilo que estava prestes a acontecer com a sua morte eles não poderiam tomar parte no reino de Deus então a lavagem de pés aponta para um significado maior do que o evento em si assim como alguns Milagres apontam para um significado maior do que a cura imediata a cura imediata de um leproso ou de um cego mas que está associado ao perdão dos pecados demonstra que Jesus não veio simplesmente para transformar aqueles que eram de alguma forma debilitados em sua saúde em pessoas com um corpo pleno mas sim a ideia de que o pecado era uma prisão que tinha como consequência no corpo a doença mas também tinha como consequência no espírito a escravidão então sempre o milagre está integrado aquilo que é o perdão dos pecados e João faz um trabalho muito habilidoso um trabalho bastante profundo em demonstrar conexão entre o ato como um símbolo para uma realidade maior que Jesus está concretizando por meio da sua morte e ressurreição em último lugar a dentro desses atos simbólicos na verdade não não em último lugar mas como o principal exemplo de um tema teológico que é focado e aqui eu não vou me deter é em exemplificar muitos temas teológicos porque isso vai vai ser próprio da nossa do nosso passeio pelo texto da nossa conversa diretamente sobre o texto mas é importante a gente perceber que o principal tema é a fé João é o evangelho da fé a palavra-chave do Evangelho de João é justamente crer a gente pode perceber isso tanto na abertura como a gente vai ver hoje como pelo último capítulo O que que João afirma lá no capítulo 20 ou nas últimas passagens no Capítulo 20 Versículo 30 e 31 Jesus realizou na presença dos seus discípulos muitos outros sinais miraculosos que não estão registrados neste livro mas que isso foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o cristo o filho de Deus e Crendo tenham vida em seu nome João 20 Versículos 30 e 31 a gente percebe então que existe essa ênfase muito forte na no desejo de João de escrever essas coisas de tal forma que os seus leitores creiam que os seus ouvintes creiam e creiam em um Jesus de um caráter ou de uma natureza muito específica porque a gente percebe isso mais claramente nas epístolas quando ele está confrontando os falsos Mestres mas a gente já percebe um tom muito acentuado em João em demonstrar que Jesus de fato era Deus era o filho de Deus e partilhava da natureza da mesma natureza que o pai possuía e era com ele um único Deus a gente vê isso nos discursos de despedida de João que ele e o pai são um e ele ora para igreja para que a igreja também seja uma é e a gente vê que essa preocupação em demonstrar que Jesus é Deus transmite a Jesus uma autoridade que não existia para nenhum outro profeta e para nenhum outro mestre então Jesus é colocado desde o começo como o único filho de Deus e Presidente a todas as coisas por meio dele é que tudo foi criado esse Deus se torna humano como um ato de obediência ao pai e como é feito da Redenção da humanidade por meio da morte sacrificial então Esse aspecto Divino de Jesus é muito importante no Evangelho de João uma outra aspecto importante é a humanidade de Jesus ao mesmo tempo que ele é Deus João se preocupe em demonstrar atos muito concretos em torno e as limitações em torno do corpo de Jesus antes da Ressurreição para demonstrar essa plena identificação comunidade o seu sacrifício Vale como um sacrifício substitutivo para humanidade porque ele era plenamente humano ele sente sede ele chora ele fica cansado ele morre fisicamente Jesus não deixa de sofrer com a dor e com o sofrimento envolvido na cruz ele não deixa de morrer quando ele é crucificado e por isso a gente tem a uma imagem muito clara concreta e huma como é construído no Evangelho de João para pessoa de Jesus e a Jesus não só é retratado como uma pessoa digna de confiança como ele também exige que seja é crido como Cristo como Messias O Enviado da parte do pai isso fica muito claro nas sete grandes afirmações que Jesus faz do eu sou ou uma expressão bastante conhecida do grego do Ego em mim porque que isso é importante porque a gente lembra diretamente quando Jesus fala que ele é ou eu sou na primeira pessoa daquilo que o próprio e a velha afirma para Moisés na sarça ardente Quando Moisés o questiona sobre como ele deveria apresentar para Israel o Deus que o enviou então Jesus de uma forma muito clara para qualquer ouvinte judeu do primeiro século se fica com esse Deus ele faz isso por meio de certas afirmações que descrevem quem e é esse que afirma eu sou a semelhança do que ia haver também afirmou mas existem várias outras passagens que ele simplesmente afirma eu sou sem descrever quais são todos os sentidos e nuances por trás dessa expressão apenas como uma forma de identificação entre ele mesmo e a velha e o que que afirmam esses sete discursos ou essas sete declarações vocês vão lembrar bem dessas expressões eu sou o pão da vida ele afirma eu sou a luz do mundo eu sou a porta eu sou o bom pastor eu sou a ressurreição e a vida Eu sou o caminho a verdade e a vida eu sou a videira verdadeira essas sete afirmações e o número 7 não me parece ser aleatório considerando que esse é o mesmo autor do Apocalipse são sete afirmações que demonstram a perfeição uma completude em sete missões que explicam Quem é esse Deus verdadeiro que se encarnou e é a pessoa de Jesus e explicam de uma forma bastante contínua e coerente com aquilo que foi anunciado que o Messias deveria realizar e fazer quando ele fosse enviado pela por parte do Pai então a gente percebe aqui nesses aspectos introdutórios é coisas que vão orientar na interpretação do Evangelho de João como um todo a gente tá falando do apóstolo João é um evangelho que complementa os outros Evangelhos em vários sentidos os discursos de Jesus serão a ênfase não tanto no primeiro capítulo mas do segundo capítulo em diante isso vai ficar mais claro os temas teológicos são reforçados pela epístola de João mas estão todos centralizados nesse propósito de que se creia que ele é o messias que ele é o Cristo enviado para salvação da humanidade então mantenham esses pontos aí na mente e como lembrança para aquilo que a gente vai conversar nas nossas próximas aulas mas vamos então seguir para o texto de João e aí eu vou pedir para que você abra aí o acesso o texto no seu computador na Bíblia Caso esteja ao alcance da sua mão para que a gente trate pelo menos dos blocos e dos principais temas que são tratados no primeiro Capítulo do Evangelho de João próximo encontro a gente deve prosseguir com capítulo 2 até o Versículo 4 mas hoje a gente vai dar um pouco mais de atenção aqui para esse que é um capítulo emblemático certamente vocês conhecem ou lembram dos primeiros Versículos do Evangelho de João quando ele começa dizendo assim No princípio era aquele que é a palavra ele estava com Deus e era Deus ele estava com Deus no princípio E aí é para qualquer leitor um pouco mais experiente da Bíblia que não tenha o seu primeiro contato com a Bíblia no Evangelho de João ele vai lembrar de uma outra passagem quando a gente começa a lendo o Evangelho com essa expressão No princípio era o que que a gente lembra do texto de Gênesis o livro de Gênesis narra a criação do mundo a criação da humanidade a criação dos animais de todas as coisas é afirma que tudo que viu existir Veio pela palavra de Deus e por isso quando a gente ouve ou a gente lê Mais especificamente um autor judeu que começa o seu livro com essa expressão No princípio era aquele que é a palavra a gente percebe que João está claramente querendo narrar um novo Gênesis João está construindo com seu evangelho um novo Gênesis Ele está querendo recontar a história da criação e Mais especificamente contar a história da nova criação A Redenção de todas as coisas que foram feitas como boas por parte de Deus por meio da sua palavra mas que foram profundamente deturpada por meio das Trevas um outro dualismo presente no Evangelho de João luz e trevas as trevas que entraram no mundo e corromperam essa boa Criação Divina então a gente já entra no Evangelho de João com a perspectiva muito clara ele está contando a história da criação como todo ou da nova criação e ele faz isso introduzindo todos os temas todas as questões mais importantes do seu evangelho logo nos primeiros 18 versículos essa passagem esse trecho é como uma grande introdução ou uma introdução muito rápida muito densa de tudo aquilo que ele vai desenvolver por meio dos Capítulos das cenas que ele retoma da história de Jesus e dos discursos que vão detalhar como é que Deus Então está fazendo nova todas as coisas a gente percebe na verdade que o Evangelho de João como um todo é uma casa muito grande e muito imponente a teologia joanina é uma coisa profunda muito além do que a gente conseguiria tratar nesse espaço de tempo curto que temos aqui mas ao mesmo tempo é uma casa que não é possível de se explorar de se compreender de se tirar proveito daquilo que está sendo apresentado apenas para pessoas que têm uma capacidade de interpretação muito profunda para quem pode utilizar os textos originais e tudo em é muito impressionante perceber que o mesmo texto que toma a vida inteira de alguns estudiosos de alguns estudiosos com uma compreensão bastante apurada profunda da história é o mesmo texto que encanta pessoas que talvez só tiveram acesso à sua Bíblia como sendo o livro que ela pode ler ou as histórias que estão contidas no Evangelho de João é basicamente tudo que ela conhece da Bíblia pessoas se convertem lendo pela primeira vez dentro da Bíblia o evangelho de João então ao mesmo texto que traz uma profundidade um nível de detalhe muito profundo e João é mestre em coordenar em fazer com que vários temas diferentes andem paralelo é também aquele consegue contar uma história de forma simples o suficiente que a pessoa que está lendo pela primeira vez da Bíblia entenda aquilo que está sendo narrado aquilo que está sendo dito ali bom quando a gente faz então esse comparativo com o livro de Gênesis a gente percebe que João não está preocupado em contar a biografia de uma pessoa em particular que tenha importância histórica como outras grandes figuras da história o que João está querendo fazer nos contar a história de Deus e a história do mundo e dentro do livro de Gênesis Qual que é o ponto culminante dos Capítulos 1 e 2 em especial a criação do ser humano aquilo que é de mais importante é quando Deus faz o homem a sua imagem e semelhança dentro do Evangelho de João também logo no primeiro capítulo ele nos apresenta como sendo a cena mais importante o verbo que vira ser humano e o ser humano que é capaz de trazer redenção para todos os outros seres humanos e na verdade para toda a criação de Deus então a gente tem um paralelo muito direto entre a ênfase da criação humana e Gênesis e a ênfase do Deus que se faz carne e habita entre nós no Evangelho de João no antigo testamento a gente percebe que a principal forma como Deus age no mundo é por meio da sua palavra pela palavra ele queria todas as coisas pela sua palavra ele ordena é que Moisés lidere o povo de Israel pela sua palavra ele faz com que Vitória sejam ganhas por meio da sua palavra ele repreende o povo de Israel por meio dos seus profetas pela sua palavra ele promete redenção para Israel e que retornará para o meio do povo pela sua palavra ele promete Messias então a gente percebe uma grande ênfase no antigo testamento na ação por meio da palavra de Deus a palavra é um aspecto muito importante naquilo que a tradição bíblica e naquilo que a formação do povo como um todo que percebe que Deus fala com eles e aquilo que Deus fala está registrado na Torá aquilo que Deus fala está registrado nos profetas e nos escritos a palavra é de um dos aspectos mais importantes na compreensão da relação de Deus com a sua criação não apenas Porque por meio da palavra ele faz coisas surgirem mas por meio da palavra ele se revela ao seu povo e quando a gente percebe que essa palavra tem uma ênfase muito forte no antigo testamento é retomada no Evangelho de João claramente ele está fazendo com que o seu evangelho ressoe nos ouvidos judeus quem ajuda judeu e entende essa tradição da palavra e o valor da palavra vai prestar muito atenção vai entender aquilo que João está enfatizando aqui e obviamente vai fazer todo o link entre aquilo que ele está narrando do primeiro na primeira parte do seu evangelho e aquilo que era a história fundante ou aquilo que era narrativa mais importante para o povo de Israel que era a Torá em especial a narrativa da criação só que João constrói o começo do seu Evangelho não apenas de forma que os judeus entendem mas também os gregos compreendem muito bem aquilo que João tá falando ainda que por razões diferentes dos judeus porque dentro do pensamento grego já pensando naquilo que a filosofia uma das grandes contribuições do povo grego pré-história do ocidente em especial mas a História do Pensamento mundial a palavra é o princípio da razão e a razão era aquilo que estava intrigado aquilo que estava imerso na criação do Cosmos como um todo e do ser humano em particular então ter compreensão dessa palavra ter compreensão daquilo que era esse Princípio Fundamental de construção da existência era um meio pelo qual grego encontrava sentido para a vida ou pelo menos isso era afirmação da filosofia grega é preciso ter contato com o princípio formado de todas as coisas eu princípio formador de todas as coisas está diretamente relacionado com aquilo que é a palavra ou aquilo que também é a sabedoria fortemente associado com a palavra eu já estou pensando na sabedoria como um link entre o desejo do conhecimento e compreensão presente na filosofia grega mas também a sabedoria como fortemente valorizada pelos judeus então João inicia o seu evangelho como uma estrutura de pensamento com uma narrativa e uma apresentação da pessoa de Jesus que ressua tanto no ouvido dos judeus quanto no ouvido dos gregos um outro ponto que a gente percebe é que ele usa as palavras ou a palavra ele apresenta a palavra e usa a linguagem No Limite do que a linguagem consegue exprimir No Limite do que a linguagem consegue expressar a linguagem desses primeiros Evangelhos de João é muito particular parece ser uma coisa metafórica e é ele faz essa alusão a coisas como aquilo que parece ser abstração da palavra mas conecta com uma pessoa que é o verbo aquilo que é a pessoa de Jesus Ele também faz essa esse uso da palavra luz é aquilo que são as trevas em sentido metafórico e ele apresenta então a missão de Jesus de dissipar as trevas e as trevas não puderam resistir a palavra e a gente percebe que por meio do uso dessas dessas metáforas por meio do emprego há bastante poético da linguagem ele está tensionando os limites da linguagem para falar aquilo que não se pode falar apenas por meio da palavra a palavra revela muito em forma muito transforma em grande medida mas ele sabe que por trás das palavras que ele utiliza seja em grego Ou seja no português como nós temos acesso o poder do que está sendo narrado é a pessoa de Jesus e não necessariamente a explicação que se dá a respeito da pessoa de Jesus nós conhecemos a Jesus por meio da palavra mas nós entendemos que nós não temos simplesmente uma compreensão informacional da pessoa de Jesus mas essas palavras trazem a vida aquilo que é uma pessoa viva então eles revelam a existência de um Deus vivo e presente que fala conosco inclusive para além dos limites da linguagem então a gente percebe uma um uso muito peculiar da linguagem nesses Versículos iniciais e João Não faz isso simplesmente porque ele parece interessante mas porque a própria pessoa de Jesus exige que qualquer explicação nem de como aquilo que é o máximo daquilo que a linguagem pode nos oferecer e também a quando a gente percebe o desenvolvimento que ele faz tanto nos Versículos 1 e 2 primeiros Versículos do Evangelho quanto no último Versículo desse bloco A gente percebe que João está nos informando que para que nós saibamos O que é essa palavra Esse princípio por trás de todas as coisas O que é essa palavra aquele que estava com Deus e por meio de quem todas as coisas foram criadas se você quiser realmente encontrar o criador falando especificamente para a ressonância Judaica Ou se você quiser encontrar o sentido da vida por trás de todas as coisas você deve olhar para uma pessoa você não deve se firmar em um conjunto de Abstrações você não deve achar que esse Deus se revelou apenas das formas que se revelou mas não tem nenhum novo capítulo na sua história mas Deus agora inaugura um novo tempo Deus agora faz uma coisa que ele nunca fez antes que é se tornar homem se você quiser ver fácil de Deus Se você quiser compreender todas as coisas Você precisa olhar para pessoa de Jesus olhar de forma firme e longa para aquilo que Jesus nos revela a respeito de Deus porque quem vê o filho vê O Pai então a gente olha para esse primeiro capítulo como sendo uma introdução muito rica uma introdução muito densa e também a uma introdução como a gente colocou antes para vários temas que ele vai desenvolver em seguida porque João afirma para a gente que olhar para a palavra é também olhar para o criador e ele faz esse contraste logo no primeiro Capítulo de dizer que a criação não recebe o criador as criaturas não reconhecem o endurecem o seu próprio coração para usar uma linguagem de Êxodo em relação ao Deus que Criou todas as coisas mais do que isso o povo de Deus não recebe o próprio Deus como o resto do mundo assim como o resto do mundo também não recebe Deus então a gente vê que existe uma condição muito assim particular no livro que é demonstrar que Deus fez todas as coisas e a sua criação não reconhece o criador mas Deus fez um povo em particular por meio de quem ele faria com que a redenção de toda a humanidade de toda a criação Viesse a acontecer mas esse povo se torna parte do problema esse povo assim como todos os povos não reconhecem o criador isso não é a afirmação de que nenhum judeu reconhece a figura do Messias ou de que nenhum judeu tem um papel de fé ou representa a capacidade ou exemplifica aqueles que reconheceram em Jesus o Messias mas sim a ideia de que de forma geral aqueles para quem ele veio não reconheceram e isso é um grande contraste com as expectativas que foram criadas desde os livros do Antigo Testamento desde as profecias de que se deveria ser um povo que estava anunciando Pela chegada do Messias a gente percebe também então que se o povo de Israel se torna parte do problema é preciso uma nova graça é aquilo que no Versículo 16 João vai afirmar que a vinda de Jesus é Graça sobre Graça é a ideia de que Deus já se manifestou com graça para o seu povo mais a vinda de Jesus é uma graça sobre a graça que já havia sido concedida e essa graça é um anúncio de esperança Universal Versículo 12 ele afirma que é para todos que o aceitaram ele não está anunciando um Jesus que veio apenas para os Judeus mas claramente um Jesus que veio por meio dos judeus ele mesmo sendo judeu para alcançar todas as nações a todos que eu aceitaram deles o direito de serem chamados de serem feitos filhos de Deus os quatro Evangelhos então é compõem essa imagem que João dá uma contribuição muito particular mas até já passando para o nosso próximo bloco do texto que é os quatro Evangelhos contam essa história inserindo uma figura muito especial que a figura de João Batista no Versículo 19 o evangelho havia o seguinte Este foi o testemunho de João quando os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e Levitas para lhe perguntar quem ele era ele confessou e não negou declarou abertamente não sou o Cristo perguntaram e então quem é você é Elias ele disse não sou é o profeta ele respondeu não vamos entender um pouquinho é porque que são essas as perguntas feitas para João e qual é o papel de João então é nesse anúncio que está sendo feito aqui primeiro é importante perceber que o povo Judeu Apesar que não ter reconhecido em boa parte Jesus como sendo o Messias em especial falando do momento do seu ministério no fato de que ele foi rejeitado em último caso pelo povo e por isso foi crucificado a gente percebe que essas pessoas elas tinham expectativa Messiânica muito forte muito definida existem movimentos messiânicos antes de Jesus durante o período que Jesus realizou o seu ministério e depois de Jesus então não foi o único movimento messiânico aquele O que Jesus de Nazaré protagonizou o que nós acreditamos é que ele era de fato o Messias mas candidatos ao Messias existiram existiu durante um período de tempo bastante considerável então quando é os sacerdotes aqueles que são enviados por parte dos fariseus questionam João a respeito do seu ministério se ele era o Messias ele é categoria quem dizer que ele não é uma espécie então primeiro ponto é as pessoas estavam esperando pela chegada do Messias e João faz questão de dizer que apesar de seu ministério se aceita pelas pessoas como uma pregação de autoridade e era uma mensagem de arrependimento que estava sendo ouvida pelas pessoas ele não desempenhava esse papel a outra coisa é por que que eles perguntaram que Jesus ou João Batista era Elias porque estava anunciado é que a Elias viria antes desse momento de um novo tempo em que o Deus de Israel se revelaria de forma particular era esperado então que o profeta Elias viesse para anunciar essa ação de Deus e João Batista é comparado com Elias não só aqui mas também tem outras partes dos Evangelhos sinóticos e ele faz questão de dizer que não e vocês vão se lembrar que Elias não não morre propriamente da forma como nós esperamos que qualquer ser humano morre Elias então ele é arrebatado e existe essa expectativa de retorno e o anúncio de João Batista de que o reino de Deus está próximo é muito semelhante ao que se esperava que Elias anunciasse como esse tempo do juízo da parte de Deus esse tempo da ação gloriosa de Deus em que de fato o Messias seria enviado e para muitas pessoas a gente já tem tratado aqui em outros podcasts e outros cursos sobre isso mas o Messias seria enviado para estabelecer um reino que em boa medida era compreendido como reino político assim como Roma era um império como poder militar com território Condomínio sobre outras Nações assim se esperava que o de Deus quando estabelecido iria destronar todos os ímpios todos os poderes que primeiro colocavam Israel sobre cativeiro os judeus sub cativeiro e que tinham poder em alguma medida de corrupção E domínio de mal sobre alguma porção da criação Então o que está sendo alimentado na cabeça do judeu do primeiro século é quando Elias viesse então ele anunciaria a chegada desse Messias e esse Messias estabeleceria ao reino que seria um reino sobre todos os outros reinos chegaria ao fim essa história de que a gente é dominado por outras Nações então a gente vê aqui é que ele também não se identifica com Elias ainda que a sua missão seja semelhante sim aquilo que foi anunciado que Elias cumpriria ele é o profeta ele responde não ele não é esse Profeta em especial é que o povo estava esperando ou talvez na forma como o povo está esperando e enfim ele é questionado quem é você demos uma resposta para que ela vemos aqueles que nos enviaram que diz você acerca de si próprio João respondeu com as palavras do profeta Isaías eu sou a Voz Do Que Clama No Deserto façam um caminho reto para o Senhor então grande propósito de João Batista era anunciar a chegada do Messias ele faz questão de não se identificar com esse Messias porque pense bem não cenário de tanta turbulência política social e religiosa como sempre foi ou como foi de forma muito definida Israel nesse período o Judá nesse momento aqui a qualquer pessoa que tivesse uma mensagem de arrependimento linguagem que tratasse sobre reino e que tivesse um grande número de seguidores estaria tentado assumir um papel de liderança e de revolta contra Roma e que a de alguma forma reafirmar se a expectativa das pessoas de que o libertador havia chegado e é muito importante perceber a clareza da missão que João tem sobre si mesmo de que ele não veio ser essa pessoa ele não veio o seu grande Libertador algumas pessoas Inclusive tem dificuldade de fazer a transição de ser seguidor de João para ser seguidor de Jesus mesmo quando João anuncia que ele era o cordeiro que Tiraria o pecado do mundo mesmo quando João afirma que Ele é maior do que o próprio João de que Jesus é maior do que o próprio João de que ele batiza com água mas Jesus não batiza apenas com água mas por meio do Espírito Então veja que a figura de João foi uma figura de liderança muito preponderante no primeiro século muito forte que inclusive gerou seguidores que não compreenderam muito bem o seu papel transitório de preparar o caminho para a chegada do Messias o texto Então vai prosseguir vai dizer que alguns fariseus o interrogaram perguntando Então por que você batiza se não é o Cristo nem Elias nem o profeta E aí João responde eu batizo com água mas entre vocês está alguém que vocês não conhecem Ele é aquele que vem depois de mim e eu não sou digno de desamarrar as correias de suas sandálias tudo isso aconteceu em Betânia do outro lado do Jordão onde João estava batizando a posição seguinte vai dizer o seguinte afirmar o seguinte João Viu Jesus aproximando-se disse vejam é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo Este é aquele é quem eu me referi quando disse vem depois de mim um homem que é superior a mim porque já existia antes de mim eu mesmo não conhecia mas por isso é que vim batizando com água para que ele viesse a ser revelado a Israel então João vê o seguinte testemunho eu vi o espírito descer dos céus como pomba e permanecer sobre ele eu não teria reconhecido se aquele que me enviou para batizar com água não me tivesse dito aquele sobre quem você viu o espírito descer e permanecer Esse é o que batiza com o Espírito Santo eu vi e testifico que este é o filho de Deus uma coisa importante para a gente interpretar o evangelho de João e também outros escritos de João é perceber essa relação muito clara que ele tem com os profetas assim como outros Evangelhos fazem numerosas menções ao antigo testamento mas um profeta em especial é importante para esse texto que é Isaías o texto do profeta Isaías anuncia anuncia essa chegada de uma figura que seria autorizada pelo próprio espírito Isaías 11 fala sobre essa figura que receberia o Espírito de Deus como espírito de conhecimento de interpretação autoridade para ensinar várias funções que claramente são representadas por João como marcas do ministério que Jesus desenvolveu e aqui João Batista reconhece que em Jesus o espírito havia descido como pomba a gente não tem a narrativa é do batismo de Jesus no Evangelho de João como a gente colocou João pressupõe que os seus leitores e os seus ouvintes já conhecem muitas das narrativas em torno do ministério de Jesus e certamente o batismo de Jesus é pressuposto aqui mas ele faz missão de que ele acredita ou que ele recebeu da parte de Deus a revelação de que Jesus era de fato o Messias pelo fato de que Deus disse que naquele em que o espírito repousasse ele era o Messias ele era o cordeiro de Deus é importante a gente perceber essa figura do cordeiro de Deus como uma referência ao sacrifício mas um sacrifício definitivo ele não é um Cordeiro perfeito simplesmente mas é o sacrifício enviado pelo próprio Deus E essa relação de de obediência de Jesus de assumir o seu papel como um sacrifício e também o seu efeito de ser identificado como um sacrifício válido para a humanidade como um todo é retomado várias vezes ao longo do evangelho e aí a gente vai para uma narrativa importante que é dos primeiros discípulos de Jesus Versículo 35 diz no dia seguinte João estava ali novamente com dois dos seus discípulos vejam que dos discípulos de Jesus dois antes mesmo antes mesmo da chegada de Jesus gera discípulo de João Batista quando viu Jesus passado disse vejam é o cordeiro de Deus ouvindo dizer isso os dois discípulos seguiram Jesus voltando se vendo Jesus que os dois seguiam perguntou isso o que vocês querem eles disseram Rabi que significa mestre Onde está hospedado respondeu Ele venham e verão então foram por volta das 4 horas da tarde viram onde ele estava hospedado e passaram com ele aquele dia então perceba que aqui é mencionado os dois primeiros discípulos de Jesus e um pouco mais adiante a gente vai perceber que um terceiro discípulo é mencionado que é Pedro no Versículo 40 André irmão de Simão Pedro era um dos dois que tinham ouvido o que João dissera e que haviam seguido Jesus o primeiro que ele encontrou foi Simão seu irmão ele disse achamos o Messias a gente tem a narrativa de três discípulos de André aqui já de Pedro a partir do versículo 41 e de um terceiro discípulo que não é mencionado Quem é esse o que não é nomeado melhor dizendo Quem é esse terceiro que é mencionado mas não nomeado os estudiosos responderam de várias formas mas dado que ele tem uma importância significativa no início da jornada E aparentemente é um dos três primeiros dentre os 12 que vão formar o grupo dos Apóstolos Possivelmente Esse é o próprio João o próprio discípulo Amado autor do Evangelho então a gente percebe que João a Batista ele atrai para ser seguidores dentre esses seguidores estão muito provavelmente o próprio João está André está então o irmão de André que passa a ser de Jesus na verdade André João é que são mencionados diretamente como sendo seguidores de Jesus e que passam a seguir Jesus e aqui a gente já tem uma menção bastante especial para Pedro que ele passa a ser chamado de sefas um ponto importante é perceber que certas é uma palavra Hebraica ou aramaica na verdade que significa pedra o mesmo é traduzido para o grego como sendo Pedro então é o mesmo nome não está se transformando o significado do nome mas está se dando um nome aramaico aqui para Pedro e depois a gente tem a narrativa da da do chamado de Natanael e dentro desse chamado dos vários aspectos importantes que a gente poderia mencionar está uma passagem muito interessante que é o finalzinho desse bloco nos Versículos 551 Jesus disse você crer porque eu vi debaixo da Figueira Você verá coisas maiores do que essa então acrescentou digo-lhe a verdade Vocês verão céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o filho do homem e quando Jesus usa essa imagem do céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o filho do homem Qual é a outra imagem que a gente lembra dentro da narrativa bíblica a gente lembra da narrativa de Jacó Jacó teve esse encontro com Deus bastante marcante e que veio a se tornar também um dos pontos de culto o local onde ele teve esse encontro e nesse Encontro com Deus ele vê anjos subindo e descendo por uma escada e os céus se abrindo a gente falou que muitos muitos atos que são escolhidos por João por João para serem narrados são narrados por conta do seu valor simbólico Por exemplo essa esse diálogo com Natanael nos parece ser uma forma como logo no primeiro Capítulo Jesus está o João está mostrando como Jesus esse ponto de ligação entre céu e terra em que o céu se abre para se manifestar ou para manifestar a presença de Deus que está em boa medida restrita aos céus se reconectando com a terra qual era o Outro ponto em que isso acontecia o Templo de Jerusalém mas desde o exílio é narrado que a glória de Deus se afasta do santo dos santos e isso representa um afastamento de Deus daquilo que era a sua presença protetora para Jerusalém a para ajudar de forma especial para o reino do sul e por isso inclusive aqueles São dominados Jesus retoma esse tema da presença de Deus sendo ele mesmo a conexão que o criador faz com a sua criação ele é a presença de Deus no meio da sua criação no meio do seu povo e aquele usa uma imagem dívida de que não só Natanael se impressionaria com o fato de que Jesus enxergou debaixo da Figueira da árvore mas o fato de que ele teria coisas muito maiores acontecendo na pessoa de Jesus não era necessariamente o fato de que ele veria Anjos de forma sensorial mas que ele veria a presença de Deus agindo por meio do Messias que só poderia acontecer se os anjos estivesse servindo o próprio Messias ele viria a própria presença poderosa de Deus se conectando novamente com a terra por meio daquilo que seriam os atos Os Milagres de Jesus o ensino de Jesus e o seu a sua morte sacrificial autenticada pela ressurreição isso é muito importante a gente relembrar como sendo a aquilo que abre os olhos dos discípulos porque a gente tá as vésperas da celebração da páscoa Então logo nos primeiros contatos com os apóstolos Jesus revela que novamente Deus o criador e até ele se conecta com a sua criação se revela com a sua criação e ele usa essa imagem muito vida própria da narrativa de Jacó quer dizer que Deus está habitando no meio das suas criaturas Deus que habitou poderosamente no tempo agora habita na pessoa de Jesus na verdade a pessoa de Jesus é o próprio Deus que se encarna para viver entre os homens então Natanael presenciaria coisas muito maiores do que simplesmente Esse ato de conhecimento que é até Aquele momento que era secreto eu acho que até existe um tom um pouco irônico um pouco cônico na fala de Jesus quando ele afirma você crer porque eu disse que eu vi debaixo da Figueira e ele é quase como se ele se surpreendesse você você Creu em tanto você querer que eu sou Messias simplesmente porque eu vi isso porque eu afirmo algo que você acreditava que ninguém tinha visto você verá coisas muito maiores que comprovarão que de fato eu sou Messias Então se existe qualquer Tom cômico um pouco irônico no começo da fala de Jesus rapidamente ele passa a manifestar aquilo que de fato era o vínculo que mostraria para Natanael que ele de fato tinha encontrado Messias então a gente destacou aqui alguns pontos do primeiro Capítulo do Evangelho de João alguns pontos introdutores com certeza existe muito mais muito mais para a gente explorar na no primeiro capítulo mas por uma até restrição de tempo para a gente poder conversar um pouco aqui sobre o que vocês pontuam que Vocês perguntam a gente selecionou essas questões Mas vamos lá vamos ver se a gente tem algumas perguntas pontuações que vocês queiram colocar para nossa conversa aqui deixa eu ver aquilo que vocês colocaram no nosso chat bom a Maria Judite Faz uma pergunta muito interessante veio o outro Messias falso antes de Jesus e por isso os judeus tinham também dificuldade de crer que Jesus era o Cristo entendia errado não Maria Judite você não não entendeu errado de fato existe uma existiram muitos movimentos messiânicos antes de Jesus e depois de Jesus é movimentos mecânicos que a gente quer dizer não é que Jesus ou Deus de fato enviou outros Messias mas pessoas que se pretendiam Messias ou que anunciavam que era o Messias a gente tem uma revolta muito importante revolta de parkoba no segundo século 132 a 135 que demonstra um outro tipo de movimento messiânico a gente tem os o movimento dos essênios por exemplo que ainda que existisse uma figura Central que talvez não se associasse ou não se identificasse como Messias era uma figura de grande revelação e eles como um grupo eram o único remanescente Fiel de Israel e acreditavam que Deus estava voltando no futuro muito próximo e por isso eles precisavam de todos aqueles ritos de purificação e de demonstração da sua fidelidade a Deus porque o juízo era iminente então a gente percebe que existe sim outros homens outros outras pessoas que se propuseram a ser Messias agora é por isso que boa parte dos judeus não aceitaram Jesus como Messias não o evangelho de João vai ser muito claro que o problema não foi simplesmente confusão mas o endurecimento do próprio coração a falta é de arrependimento a falta de reconhecimento que jesus veio estabelecer um reino que não era o reino que eles esperavam a falta de reconhecimento do que Deus estava construindo ao longo de toda a história retomando nos grandes embates de Jesus com os outros mestres da Lei com os outros rabis a gente vê a que Jesus afirma a respeito da Lei coisas que sempre estiveram escritas aquilo que sempre foi a intenção da Lei comunicar Mas quem boa medida foi deturpada pelos Mestres da lei porque porque eles não entenderam ou não quiseram entender aquilo que era o espírito da lei por exemplo aquilo que era a vontade de Deus sobre a preservação da vida sobre a preservação daquilo que era o descanso necessário para mim aquilo que era a vontade de Deus de misericórdia e não de sacrifícios temas todos esses tratados pelos profetas do Antigo Testamento e que Jesus afirma que Jerusalém é uma cidade que matou os profetas que vieram antes dele e que mataria o próprio Jesus então a gente percebe que o problema não é necessariamente a confusão entre vários várias propostas de Messias ainda ainda que isso compusesse essa imagem que talvez fosse confusa em boa medida o problema principal não é excesso de informação ou dificuldade de identificar quem de fato ao Messias mas era muito mais um problema espiritual é o problema de não querer se arrepender e de não reconhecer os caminhos que Deus estava concretizando a luz de todos os profetas que anunciaram no antigo testamento que viria ao Messias Como Jesus de fato concretismo bom é só mudar o nome do idioma porque não sei se eu entendi muito bem mas a ideia do do nome de Pedro como pedra é também algo que é retomado um pouco mais para frente não sei se vai ajudar é Maria Judite como sendo essa essa fundação da igreja e é um texto que é bastante discutido a interpretação entre protestantes e outras entre o catolicismo por exemplo é um pouco diferente o que que significa Pedro ser essa pedra essa Rocha ou essa espécie de fundação para igreja mas é importante entender o nome por trás o significado por trás do nome de Pedro que é a igreja ela é construída sobre o fundamento dos Apóstolos e Pedro é a figura principal de liderança dentre os apóstolos né existem vários momentos em que ele é age como líder entre os após tolos mas que ele recebe da parte de Deus uma responsabilidade específica também de ensinar e de cuidar das ovelhas de Jesus Então o que a gente vê como significado por trás do nome de Pedro e que é afirmado por outros textos é que a igreja ela é construída com base em testemunho que os apóstolos dão também pela liderança de Pedro de quem é o Cristo então a igreja é o corpo de Cristo obviamente que Pedro não é aquele na nossa interpretação aquele na qual a igreja encontra a sua importância a sua autoridade ao seu valor mas a igreja depende do testemunho desses que viram e ouviram essas coisas em primeira mão para que tenham acesso a palavra a palavra que é registrada e a palavra viva Então a gente tem uma relação sim aqui de ênfase no significado do nome de Pedro desde o começo é do Evangelho de João como sendo uma figura de grande autoridade para aquilo que será o testemunho da igreja nos momentos seguintes não tem uma outra um outro ponto que eu não consegui entender muito bem Maria Judite se você conseguir Refazer a pergunta talvez a gente possa dar uma palavrinha final mas eu gostaria de estimular vocês a participar conosco colocando suas perguntas se Os questionamentos e convidá-los desde já para as nossas próximas aulas a gente vai ter aqui a cada semana um professor dando uma aula diferente a gente está segmentando os Capítulos em grupos de dois ou três capítulos Essa foi a única aula que eu dei um único Capítulo porque a gente tinha ainda esses aspectos introdutórios do Evangelho de João e convidados para participar também do nosso curso que acontecerá as quintas-feiras amanhã a gente terá a primeira aula do livro de Samuel estaremos estudando o primeiro e segundo Samuel A Jonatas rubner que vai estar coordenando o curso vai dar a primeira aula mas também teremos a alternância dos professores e chamar vocês para as nossas programações de Páscoa quem está aqui em São Paulo teremos a celebração presencial da ibmu é que está se reunindo no Hotel Transamérica a gente vai ter uma celebração especial de Páscoa com a cantata sobre o tema a gente vai ter outras programações acontecendo até a Páscoa no final de semana sexta sábado fiquem atentos aí para o anúncio que faremos por muitas redes sociais por meio do WhatsApp tratando especificamente do tema da Ressurreição como a gente colocou aqui um dos temas mais importantes para que os discípulos e Apóstolos compreendessem tudo aquilo que se transcorreu na vida de Jesus que foi precisamente a sua ressurreição muito do que Jesus fez permaneceu enigmático até que ele morresse e ao terceiro dia ressuscitasse e um tema que vai ficar muito claro para as nossas próximas aulas é o tema do Espírito Santo é por meio do espírito que João Batista identifica que Jesus é o messias mas também é por meio da Ressurreição conectando com a Páscoa que nós temos acesso ao Espírito Santo então celebrem conosco um dos momentos mais importantes na minha opinião uma celebração ainda mais importante do que a celebração do Natal a celebração da morte da Ressurreição de Jesus tenhamos esse tempo para Celebrar e também para compartilhar anunciar por meio da nossa palavra da nossa adoração aquilo que acontece em torno de Jesus que é tão profundamente retratado por esse é evangelho por esse escrito que nos chega a mão com tanta riqueza que é o evangelho de João e a gente então a ter essas programações para que possamos como igreja anunciar e celebrar a morte e ressurreição de Jesus para a gente fechar uma última pergunta aqui você acha que os demais autores dos Evangelhos sinóticos compartilhavam de uma mesma fonte comum de texto Alguns falam que Marcos compartilha com os demais Evangelhos você vê isso em João olha É de fato a composição dos três Evangelhos sinóticos parecem apontar para uma fonte comum Quais são as propostas por bastante tempo se falou de uma fonte que que é uma fonte que nós não temos acesso direto mas seria uma fonte que explica esse material em comum entre Mateus Marcos e Lucas é quando a gente compara os três Evangelhos sinóticos existe uma porção de texto de Marcos muito grande que reaparece assim com algumas palavras diferentes talvez com tom diferente de Mateus e Lucas tem pouquíssimo material é que pertence apenas a Marcos existe um pouco mais de material original em Mateus e ainda mais material original em Lucas então por isso alguns explicam que essa fonte que seria a fonte que os três Evangelistas usaram como uma espécie de registro que alguém fez da vida de Jesus e que foi feito antes dos Evangelhos e que foi usado pelos Evangelhos a outros admitem que Marcos o evangelho mais antigo e que o Lucas e Mateus teriam tido acesso a esse evangelho e por meio desse acesso ao evangelho de Marcos Eles teriam escrito o seu próprio Evangelho com a perspectiva particular e Com Adição de material original ali mas João é diferente não existe uma grande intercessão textual entre João e os três Evangelhos sinóticos é por isso que inclusive ele não é um dos Evangelhos sinóticos então a gente não tem boa base para acreditar que João ele consultou esses outros três Evangelhos ou supostamente uma fonte que para compor o seu evangelho existe muito mais material e até uma perspectiva uma teologia é muito singular em João que dificilmente poderia ser explicado por meio de uma consulta ao evangelho mais antigo ainda que alguns como a gente colocou admitam que ele já tivesse tido contato com esses Evangelhos e Justamente por isso tivesse escrito seu evangelho de uma forma tão diferente e ele pressupôs que os seus ouvidos e leitores também já tinham tido acesso essas histórias e aí ele tá complementando a história complementando a teologia né mais uma pergunta aqui do Paulo Gomes Boa noite como você interpreta o versículo não nasceram de sangue nem de vontade da Carne nem da vontade do homem mas de Deus será que este é Versículo aponta para eleição de Deus olha no tema de João essa questão de um novo Nascimento é muito especial é eu lembro agora do encontro de Jesus com Nicodemos em que ele ressalta a necessidade de nascer de novo e Nicodemos não entende muito bem Nicodemos interpreta isso de uma forma bastante literal e não pode compreender como um homem adulto voltaria ao ventre de sua mãe mas a gente tem naquele discurso de Jesus como a gente colocou um discurso que revela o interior do Ministério do ensino e dos Milagres de Jesus mais uma vez uma metáfora falando sobre um tipo de nascimento que é o nascimento que acontece por meio do Espírito aquele que nasce por meio do espírito e Através da morte ressurreição de Jesus é aquele que Experimenta Um Novo Nascimento me parece que essa é uma passagem que também está fazendo essa missão não é não é aquele que nasce simplesmente em corpo nasce de sangue ou aquilo que seria o que Nicodemos imaginou ou dá vontade de dar a carne não é algo que nós podemos fazer em especial existe esse contraste de carne e espírito também de mundo ou de trevas e luz em João não nasce a partir de uma obra humana muito menos de uma obra que surge como o homem pecaminoso é capaz de gerar mas nasce dá vontade de Deus muito mais para dizer que o meio de um novo Nascimento vem a partir da ação de Deus da eleição de Deus ou da Escolha de Deus de enviar um homem por meio de qual todos os homens são salvos Por que que isso é importante porque essa Esperança Universal me parece ser muito clara também em João no Versículo 12 do capítulo 1 a gente tem essa ênfase no todo e ali não existe uma discussão sobre eleição muito forte ainda que eleição seja um tema importante e existe uma passagem assim que Talvez possa se pensar com mais clareza sobre essa questão eu não acredito que isso seja uma referência ao fato de que Deus elegeu alguns para serem salvos e outros não E é isso que esse texto está tratando Acredito eu que é um texto que fala sobre o fato de que a redenção acontece pela vontade de iniciativa de Deus e não pela vontade iniciativa humana bom gente é essa questão final obviamente sempre Levanta a polêmica sobre a predestinação sobre a escolha humana mas eu recomendo que vocês vejam outros vídeos que a gente tem aqui no canal da IBI News sobre livre arbítrio e Soberania de Deus Pastor Luiz saiu também já falou em diversos momentos sobre esse tema eu acho que a gente pode parar para analisar com um pouco mais de Cuidar dessa questão em um momento em particular uma mensagem uma aula que tenha sido especificamente sobre esse tema mas sobre essa passagem especial acho que não é o que está em vista em ser a escolha Divina Muito obrigado para todo mundo que nos acompanhou na nossa primeira aula curte por favor esse vídeo a gente tem crescido no canal o último mês foi um mês e bastante crescimento e obviamente que isso não é porque a gente acha legal tem um canal com muitas visualizações muitas horas de visualização mas porque a gente em que esse conteúdo pode transformar a vida das pessoas pode transformar a compreensão que muitas pessoas têm da Bíblia da pessoa de Jesus em último caso é a forma como também acreditamos que Jesus disse para as trevas anunciando essa mensagem ajude a gente a fazer isso se inscreva no canal compartilhe esse 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