Evangelho de João – Aula 3: Cap 5 – 7 | Ákilla Nascimento | IBNU
20/04/2023
Evangelho de João – Aula 3: Cap 5 – 7 | Ákilla Nascimento | IBNU
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[Música] Olá a todos que acompanham mais uma live da ibmu mas um momento que nós temos para conversar e pensar sobre o evangelho de João hoje é o nosso terceiro encontro para estudar esse evangelho naquilo que dentro de rpnu é a nossa escola bíblica nossa escola bíblica acontece aqui virtualmente as quartas-feiras e também no momento as quintas com o curso de primeiro e segundo Samuel e hoje nós temos então desafio de tratar de três capítulos grandes densos importantes do Evangelho de João por isso eu já vou pedir para você aí abrir a sua Bíblia no computador no celular pegar a Bíblia em papel se você preferir acompanhar o texto impresso Mas o importante é que a gente esteja atento aquilo que o texto está nos apresentando aquilo que essa palavra viva nos coloca e para que a gente possa também ter uma conversa mais produtiva mais compreensível a gente pede para que você assista os dois capítulos aqui do nosso curso os dois episódios anteriores que a gente teve de introdução e João Capítulo 1 e também dos capítulos 2 a 4 com a professora Suzy na semana passada Vocês são todos muito bem-vindos aqui para nossa conversa o Emerson José Cleudo Wellington todas pessoas queridas conhecidas aí o Daniel também que tá chegando dando o seu Boa noite são todos muito bem-vindos para o nosso encontro você já conhece Possivelmente aqui a regra do jogo participe com a gente colocando suas observações no chat coloque as suas perguntas o que eu puder responder vou tentar responder e a gente também pede para que você se inscreva no nosso canal compartilhe esse conteúdo com as pessoas Isso faz parte do nosso esforço de compartilhar uma reflexão equilibrada uma reflexão séria sobre família e a gente entende que existe uma grande necessidade de que esse tipo de conteúdo também encontra a atenção das pessoas bom começando com o capítulo 5 do Evangelho de João a gente tem um episódio bastante conhecido é um episódio muito importante que a cura junto ao tanque de Betesda em paralítico é curado junto ao tanque de Betesda e esse tanque ele é um lugar de cura o texto bíblico apresenta o tanque dessa forma e esse tanque ele é possível de ser visitado ainda hoje escavações arqueológicas na parte norte de Jerusalém Encontraram o tanque de Betesda e se você tiver o privilégio de lá pode verificar em detalhes como é que era esse espaço Como Eu mencionei ele fica na parte norte da cidade de Jerusalém a ao Norte do templo é visível até hoje mas uma coisa que talvez se você ainda não tenha se deparado uma coisa que é novidade é o fato de que os pagãos também veneravam em um dado momento da história esse mesmo espaço como espaço de cura então não só aqueles que iam para Jerusalém em torno do templo para adoração que aconteceu no tempo não apenas os judeus não apenas os primeiros cristãos conheciam Betesda mas também pagãos veneravam aquele espaço como espaço sagrado considerado como um espaço de cura Inclusive dedicaram a um Deus grego que era o Deus da cura aquele local então mantenha essa dupla realidade mente é um espaço que era conhecido e buscado por judeus mas também por gentios e pagãos que acreditavam que curas aconteciam ali e a gente chega numa parte importante dessa história que é o fim do Versículo 3 e começo do versículo diz assim o fim do Versículo 3 ali o começo do Versículo 3 diz assim ali costumava ficar grande número de pessoas doentes inválidas cegos e paralíticos e a parte final eles esperavam um movimento nas águas Versículo 4 4 de vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas o primeiro que entrasse no tanque depois rejeitadas as águas era curado de qualquer doença que tivesse talvez você tenha uma impressão semelhante com a minha é que esse texto ele é muito estranho a gente não vê muitas menções no novo testamento ou no antigo testamento de um espaço em que aleatoriamente Deus enviasse um Anjo um anjo para mexer nas águas para tocar no lugar e quem tivesse mais próximo tinha a sorte de ser curado não é muito coerente com outras motivos que a gente vê da forma como Deus cura não parece ser uma coisa tanto assim ao acaso ou sem propósito ou que alguns tenham mais sorte e privilégio de ter mais condições de entrar primeiro no tanque do que outros e o que é interessante é que existe uma nota de rodapé se você ler esse texto na NVI você vai encontrar uma nota no finalzinho do Versículo 3 que diz assim a maioria dos manuscritos mais antigos não trazem essa frase fim do capítulo do Versículo 3 e todo Versículo 4 ou seja todo essa explicação de que um anjo Desce a primeira pessoa que entra curada e tal não consta nos manuscritos mais antigos é uma questão de crítica textual é possível que esse texto na verdade reflita aquilo que era a crença do Povo naquela época seja de judeus seja de Pagão seja um ponto em comum das pessoas que conheciam a fama do Tanque de Betesda e por isso acreditavam que era assim que aconteciam as cores então para você que já leu esse texto e ficou com a pulga atrás da orelha talvez ajude notar que os manuscritos mais antigos não afirmam isso ou não coloca não trazem essa parte do texto e mesmo os manuscritos posteriores que formaram a tradição da transmissão do texto de João ainda que conserve isso muito provavelmente não estão trazendo um texto normativo ou um texto de Revelação no sentido de confirmar que isso de fato acontecesse mas sim relatar aquilo que era a crença dos judeus ou de outras pessoas que estavam em torno do tanque então a gente se depara com essa realidade Independente de um texto confirmar que isso acontece ou não aquele homem aquele paralítico aparentemente acreditava que isso acontecia e por isso a gente também fica com a segunda pergunta por que será que Jesus Faz a pergunta que faz não é óbvio suficiente que é uma pessoa paralítica quer ser curada que uma pessoa doente deseja ser restaurada na sua condição de saúde e o que a gente percebe é que se o tanque de fato fazia alguma coisa ou algo de especial acontecer em torno do tanque não era uma coisa muito eficiente não era uma coisa que funcionava com muita frequência e o que o tanque não fez Jesus fez Mas a pergunta de Jesus é interessante você quer de fato ficar curado ou você acredita e deseja manter a condição de vida que você tem no momento talvez para aquele homem que tornou a espera de uma cura a sua própria forma de vida única coisa aparentemente que ele tinha a fazer durante o dia inteiro ele esperar essa cura a pergunta de Jesus é importante para esse tipo de condição você quer ser curado ele dá com os desafios de ter uma vida saudável uma vida são uma vida de responsabilidade como todas as outras pessoas têm mas mais do que isso uma vida de responsabilidade diante daquilo que está prestes a acontecer a você o que pode acontecer a você diante daquilo que eu posso fazer a pergunta ou a resposta dele não era óbvia mas o fato é que aquele homem crer que Jesus pode fazer isso e confirma que esse era o seu desejo veja que Jesus é apresentado por João como sendo o filho de Deus no evangelho como todo o que o tanque não fez e Jesus foi capaz de fazer com um toque ele foi curado o cego foi paralítico foi curado E ele tem agora é um estilo de vida muito mais difícil mas também muito mais satisfatório e muitos sentidos Jesus ele faz isso num local muito sugestivo que é um santuário Pagão a gente percebe que esse lugar não tinha significado apenas para os Judeus mas também para os pagãos e como em outras partes do livro de João a gente percebe que Jesus faz o que faz sempre de olho em algo que aconteceu antes ou de olho em uma profecia que veio antes e essa não é uma situação diferente Ou esse capítulo e os três capítulos que a gente vai ler vai deixar Vai analisar vai deixar isso muito claro essa não é uma exceção Jesus está fazendo coisas a luz do que a história de Israel já tinha construído até aquele momento mas o que é interessante é que Jesus também alcança de certa maneira as expectativas dos pagãos pessoas que não acreditavam e a fé e iam aquele Tanque de Betesda encontraram no ato de Jesus uma condição de é cura e de manifestação de poder que elas também esperavam no momento em que se aproximaram a daquele local talvez por acreditar em coisas completamente diferentes e já é uma dica de João que jesus veio para alcançar os judeus Jesus veio para o que era seu e os seus não o aceitaram não reconheceram mas Jesus também está iniciando uma nova Criação em que essa Esperança vagamente construída pelos pagãos encontra uma satisfação em Jesus de uma forma que eles jamais poderiam imaginar que era possível ser realizado Então veja que nessa nova criação é que Jesus está iniciando por meio dos seus milagres do Seu ensino em último caso por meio da sua morte e ressurreição a gente percebe que a esperança dos judeus e dos pagãos são satisfeitas e que desejo é que os pagãos sempre tiveram é feito de uma forma completamente inusitada porque o que é o paganismo no paganismo o que a gente percebe é que eles tentam controlar as forças da natureza de uma forma que possa servir os seus próprios propósitos a coisa acontece de forma muito diferente naquilo que é narrado no texto de João Jesus não está usando as forças da natureza para consertar algo que existia errado contigo a criação ele está fazendo algo completamente novo a partir de uma obra completamente diferente no Versículo 8 a gente tem uma parte importante que nos da pista sobre essa nova criação que Jesus está inaugurando no Versículo 8 Existe a palavra levante no grego essa palavra é a mesma que é usada para ressurreição e a ressurreição tem um Ponto Central naquilo que o Evangelho de João e aqui parece que ele já está sugerindo que algo que acontece ainda que simbolicamente eu ainda que em pequenas escala com esse paralítico vai acontecer em grande escala com Jesus um pouco mais à frente ainda que isso não seja atrapalhado essa coincidência de palavras ela é muito significativa não é de admirar que quando isso acontece quando Jesus faz o que faz ele levanta o homem e o texto fala que é a mesma palavra do que irá acontecer com ele as pessoas se sintam ameaçadas aquilo acontece nos tempos de Jesus aquilo acontece ainda hoje quando essa nova criação da parte de Deus se manifesta de uma forma que ninguém poderia prever de uma forma que ninguém estava conseguindo interpretar completamente as pessoas se sentem ameaçadas essa reação dos líderes judeus Essa é a reação de muitas pessoas que estão em torno de Jesus e essa é a reação daquilo que acontece conosco hoje em muitas medidas quando nós ousamos fazer a coisa de uma forma como nunca foi feita Antes quando nós ousamos manifestar que o agir de Deus traz uma nova forma de vida um novo tipo de caráter um novo tipo de poder e um novo tipo de criação quando a gente percebe que a libertação promovida por Jesus atravessa todas as camadas dessa necessidade do corpo dessa necessidade da Saúde mas que aponta para uma escravidão muito mais profunda do ser humano o mundo não aceita isso muito bem as pessoas ao nosso redor que não conheceram o verbo que não tiveram contato com a palavra não aceitam Essa realidade de forma muito pa é isso que acontece no texto de João 5 a gente chegou aí no fim do Versículo 9 Seguindo para segunda parte do Versículo 9 em diante a gente percebe um novo atrito e conflito que Jesus precisa lidar o filho de Deus não guarda o sábado como é que a gente pode entender isso parece que o texto nos apresenta que Jesus e os seus oponentes estão em dois fusos horários teológicos diferentes eles enxergam que o agir de Deus naquele tempo em que Jesus estava realizando o seu ministério estava acontecendo na interpretação das pessoas em duas eras diferentes Jesus sabia que o novo tempo tinha começado mas os líderes judeus o povo em especial de Jerusalém da Judeia estava pensando com o tempo que já estava chegando ao fim Na expressão bíblica os últimos dias como aparecem nos Evangelhos e também no restante de novo testamento se refere aquilo que é o tempo entre a primeira e a segunda vinda de Jesus aqueles que permaneceram apenas com a cabeça na antiga criação a primeira era não puderam compreender aquilo que estava acontecendo nos seus próprios Dias Jesus está inaugurando um novo tempo por é força de expressão de comparação ele está em um outro fuso horário ele está experimentando o tempo é em um outro momento daquilo que a história da salvação do Povo de Deus e por isso quando os líderes judeus é se deparam com o que Jesus faz Eles não conseguem interpretar adequadamente Jesus sabe que ele está vivendo um novo tempo em que o dia raiou e os líderes judeus acreditam que é o tempo de esperar de se manter firme de guardar lei Mas de esperar a manifestação do Deus todo poderoso que enviará o grande Libertador o Messias Jesus sabe que ele é o messias sabe que ele veio da parte do pai e ele sabe também que ele então faz parte de um novo tempo em que Deus está agindo de uma nova maneira e Vinho Novo precisa ser colocado em odres novos Roupa Nova não pode ser remendada por pano velho por isso que aquelas pessoas não conseguem compreender o que Jesus está fazendo Jesus confronta essas pessoas e ele coloca a seguinte situação este homem esteve doente e agora ele tem saúde mas veja que Jesus parece fazer de forma proposital o que ele faz um sábado parece que ele está querendo confrontar a percepção da realidade daquelas pessoas porque o homem passou a vida toda doente ou muitos anos no mínimo doente o texto não nos dá tantos detalhes mas aparentemente aquela pessoa aquele homem já está muito tempo esperando pela cura ele poderia ter curado No domingo ele poderia ter curado na sexta mas ele escolhe curar no sábado Por que que ele faz isso quando ele é confrontado ele responde eu faço o que eu vejo o pai fazer o pai está trabalhando e eu também se Deus o pai manifestou-se nessa situação nesse momento seu percebo que Deus está agindo na vida desse paralítico no sábado quem é o filho para não fazer e imitar o que o próprio pai está fazendo Por isso Jesus percebe que o tempo em que ele se insere é tempo de trabalho existe um novo fuso horário que tem precedência sobre o antigo horário existe um novo tempo e uma nova era que tem precedência que tem prioridade sobre a antiga forma de contar os dias a antiga forma de agir dentro daquilo que é o eixo do tempo Jesus Ele não está desconsiderando a necessidade de descanso Jesus não está desconsiderando a importância do Shabat mas se ele percebe que se o pai decidiu trazer vida naquele momento o filho também o fará o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado se Deus decide curar e trazer vida para o homem não sabe o filho também o fará e existe aqui uma mistério um mistério sobre a questão da doença porque Jesus sugere que a doença do paralítico decorre do pecado ou no mínimo se ele pecar Algo pior poderá voltar a acontecer ou a mesma doença poderá voltar a cometer aquele homem E aí você pode se perguntar a doença é decorrência do pecado e eu sei que essa não é uma Água Rasa eu sei que essa não é uma pergunta simples em todas as possibilidades em que ela venha se aplicar para muitas pessoas a doença necessariamente é consequência do pecado quem é fiel a Deus Quem segue os seus mandamentos quem dá o dízimo quem vai à igreja no domingo quem obedece o seu Líder espiritual quem se submete a autoridade daqueles que são lideranças religiosas supostamente essas pessoas não ficam doentes isso faz sentido isso faz sentido na mente religiosa do tempo de Jesus para muitas pessoas e faz sentido para gente hoje que mantém a mesma mentalidade religiosa a mesma mentalidade que como muitos dos líderes de Deus perdão se recusam a enxergar a forma como Deus agiu na vida e na presença de Jesus e como Deus age hoje o que é que a gente percebe no Evangelho de João no começo do Capítulo 5 a um paralítico que aparentemente tem a sua doença vinculada doença mas no capítulo 9 aparece um cego e a pergunta dos seus discípulos é quem foi que pecou ele ou seus pais para que ele nascesse cego e qual é a resposta de Jesus nem ele nem os seus pais não é possível a gente afirmar que toda doença é decorrência do pecado não é possível a gente olhar para o nosso próximo enxergar nele doença e acreditar que isso é punição de Deus isso não tem base bíblica a gente não pode chegar a conclusão de que necessariamente doença é punição da parte de Deus eu concordo que em último caso a doença entrou no mundo quando o pecado entrou no mundo quando mal entrou no mundo mas não é possível vincular a doença do indivíduo com pecado do indivíduo ficamos doentes e morremos Porque como raça fomos atingidos pelo pecado nós não morremos simplesmente porque individualmente pecamos também isso mas porque todos estamos debaixo do pecado de Adão por isso é preciso ter cuidado para não julgar de forma errada de forma que nós somos incapazes de fazer e de formas que não são sustentadas pela bíblia mas existe sim a sugestão nesse texto de João 5 de que algumas doenças decorrem do pecado do indivíduo outras não boa parte das vezes nós não temos como julgar mas muitas pessoas no seu próprio relato pessoal reconhece que o seu pecado parece ter consumido os seus ossos que o seu pecado parece ter subjugado a sua alma e quando ele confessa esse pecado quando ele se depara com a podridão dos seus hábitos pede perdão a Deus E quando ele é então Perdoado por Deus essa pessoa é liberta não só do sentimento da culpa mas também da doença as duas coisas podem acontecer um pouco mais adiante a gente tem nos Versículos 19 a 29 o texto que fala da vida do julgamento e essa parece ser uma explicação um pouco mais completa dessa maneira como Deus está trabalhando na pessoa de Jesus no começo a gente vê Jesus fazendo uma menção a forma nova como Deus está agindo nele o tempo novo que é inaugurado com seu ministério e agora a gente tem o texto em que Jesus torna explícito e claro ou um pouco mais completa a explicação de como ele tem feito isso e é interessante a imagem que Jesus usa uma imagem que é natural para muitos de nós muitos de nós já Lemos ouvimos experimentamos aquela pessoa ou Aquele filho que aprende o seu ofício em ter o pai fazer Jesus experimentou isso observando José que trabalhava com construção a gente usa a palavra Carpinteiro mas é algo um pouco mais generalista trabalhava com estruturas e Construções e ele provavelmente aprende o Ofício a partir de José a maioria das pessoas na época de Jesus é aprendiam seu ofício vendo o seu pai realizar aquele ofício e da mesma forma o filho aprende com o pai aquilo que ele mesmo deveria fazer as coisas que Jesus falou o ensino que ele teve os milagres que realizou o significado de todos os seus atos e que vai sendo desvelado para nós por meio da narrativa cuidadosa e surpreendente de João não são coisas que Jesus criou apenas a partir da própria vontade ele faz aquilo que ele vê O Pai fazer você quer saber como é que Deus age no tempo presente como é que Deus deseja que seja a vida humana como é que Deus deseja que você age em relação ao seu próximo observe a pessoa de Jesus na face de Jesus nós vemos a face do próprio Deus mas mais do que isso na caminhada na trajetória de Jesus na forma como ele exerce o seu ministério nós enxergamos a forma como o próprio Deus age em meio as suas criaturas e deseja que as suas criaturas venham agir também porque porque essa é a ordem que ele nos dá cada um pegue a sua cruz e siga-me façam vocês aquilo que vocês vêem o seu mestre de fazer sejam Santos porque eu sou santo O discípulo não é maior do que o mestre a trajetória que nós temos a fazer não é criação Nossa a trajetória que Jesus concretizou não surgiu simplesmente da sua imaginação as coisas aconteceram porque ele viu o pai fazer e ele reproduzir Mas qual foi a coisa mais importante que o filho viu o pai fazer que ele está aprendendo a fazer e que nós vemos ele fazendo de forma muito mais grandiosa completa e concreta na parte final do seu ministério Mais especificamente após a sua morte e ressurreição Jesus vê e aprende a dar vida aos mortos é isso que essa passagem nos deixa surpreso em perceber o filho está aprendendo ou o filho viu pai fazer e agora é ele mesmo está começando a realizar por meio da sua trajetória essa grande obra de dar vida aos mortos a partir desse momento a ressurreição entra em Foco a partir desse momento ainda que a palavra às vezes apareça e às vezes não é João traz uma concentração muito maior no que significa aquilo que vai ser concretizar mais à frente aquilo que vai ser concretizar no fim da vida de Jesus mas que é a chave para nós compreendermos tudo aquilo que ele fez e falou acabamos de celebrar a Páscoa acabamos de relembrar por meio da ceia O que significa participar do corpo e do sangue de Jesus palavras essas que também vão entrar aqui no capítulo 6 da nossa análise da nossa conversa mas nesse momento em que as coisas estão acontecendo os discípulos não sabem exatamente como interpretar corretamente tudo que Jesus ensina ou não sabe interpretar o significado do que Jesus faz porque não só as palavras de Jesus tem significado como os atos são simbólicos a gente vai ver mais para frente que nenhum milagre é aleatório nenhum milagre acontece fora de um propósito maior do que o efeito Imediato do milagre o milagre tem uma mensagem e os discípulos não conseguem interpretar Que mensagem é essa O que é que faz os discípulos abrirem os olhos em certa medida o fato de que o espírito é dado a eles de que o espírito faz eles lembrarem e compreenderem tudo que Jesus fez e ensinou Mas por outro lado existe um evento histórico que lança a luz a toda a trajetória de Jesus inclusive esse momento da cura do paralítico da confrontação dos líderes da Judeia daqueles que o rejeitaram e que fato histórico é esse a ressurreição de Jesus a partir desse momento parece ser o desejo de João e a necessidade do leitor que toda a história precisa ser compreendida a luz da Ressurreição da Morte Mas também da Ressurreição do fato que Jesus recebe do pai a vida e essa vida completamente incorruptível esse corpo que já não irá mais experimentar a morte mas que o filho aprende a dar vida dos Mortos da mesma forma como pai deu vida aos filhos e a crença nessa época dos judeus era que de fato iria acontecer uma ressurreição não era novidade para eles ouvir a palavra ressurreição ou ouvir da boca de Jesus de que ele ressuscitaria porque porque boa parte dos judeus se já nessa época acreditava primeiro que Deus que é o criador de todas as coisas consertaria de alguma forma em algum momento todos os problemas que foram causados pelo pecado em algum momento todas as consequências do mal que entrou no mundo e corroeu corrompeu deturrou a boa Criação Divina tudo isso seria extirpado dessa criação e Deus seria o responsável por colocar tudo no seu devido lugar não só isso mas ele também se preocuparia em condenar o mal nada que foi feito de injusto permaneceria impõe nada que foi feito de errado permaneceria encoberto tudo seria descoberto julgado e condenado isso não aconteceria no mundo etéreo isso não aconteceria em espíritos desencarnados isso aconteceria nesse mundo nessa terra e as pessoas que ressuscitariam receberiam os mesmos corpos as pessoas receberiam Óbvio que não existia esse detalhe essa discussão de como é que um corpo que se decompôs pode voltar exatamente com os mesmos átomos com as mesmas moléculas a ideia não é analisar o texto com a mente científica do Século 21 mas a ideia é que eles retornariam em corpo seriam as mesmas pessoas mas receberia uma ressurreição de uma forma que a sua primeira experiência a primeira vida o primeiro corpo ainda não tinha experimentado Jesus faz uma afirmação surpreendente sim a ressurreição vai acontecer mas mais do que isso a ressurreição já se iniciou Jesus começa a ressurreição no seu tempo e com aquelas pessoas que depositam nele a fé que acreditam que ele é o messias porque ele já começa por meio do seu ensino por meio dos seus milagres mas principalmente por meio do Perdão de Pecados que ele tem autoridade para liberar ele já começa a dar uma nova vida para aquelas pessoas então perceba que a ressurreição muito mais do que apenas relacionado ao corpo físico que está relacionado ao corpo físico é a doação de uma vida que não pode mais ser restrita pela morte não pode mais ser contida pela morte e Jesus já está oferecendo isso no tempo dele Jesus apresenta para aquelas pessoas uma condição ou uma realidade que vai ter um crescendo ao longo do Evangelho de João porque passa pela ressurreição de Lázaro E em último caso passa pela ressurreição do próprio Jesus e essas coisas vão começando a ganhar clareza vão começando a ganhar maior importância na narrativa de João e nós percebemos que o filho de Deus faz o milagre da Ressurreição a partir de dentro para fora quando ele completar essa ressurreição essa nova vida que nos é dada esse pensar julgar e se relacionar com Deus por meio do Espírito não mais apenas pela carne quando essa obra tiver o seu ápice completado a sua consumação a morte do nosso corpo que hoje temos já não significará mais nada porque porque nos é garantido que o ponto final dessa obra é que o corpo que foi dado para Jesus também será dado a nós o corpo da Ressurreição e da glorificação dado a Jesus é o ponto final dessa obra que já se iniciou no momento em que nós depositamos a nossa fé em Jesus por isso a gente percebe que Jesus antecipa uma coisa que nenhum judeu esperava no seu tempo a ressurreição não começará no dia final mas já se iniciou com essa nova vida que ele dá seguindo um pouco mais para frente no capítulo 5 a gente chega na no trecho em que Jesus trata do testemunho ao seu favor no mundo antigo assim como no mundo atual para que uma palavra seja considerada verdadeira principalmente no contexto jurídico são necessárias testemunhas são necessárias as pessoas que colocam a sua reputação que colocam a sua própria condição e integridade em jogo para afirmar ou negar a palavra de alguém isso é tratado no texto de João com muito cuidado com muita atenção e nos parece que João está construindo essa história como Se colocasse o seu leitor na cadeira do tribunal ele está vendo um julgamento sendo realizado e a testemunha é que Jesus faz menção aqui é uma testemunha muito anterior ao momento que ele está travando essa discussão esse diálogo que é a testemunha que João Batista foi João Batista havia afirmado que ele não era Jesus pede a todo momento para que as pessoas vejam que está diante dos seus próprios olhos porque João Batista foi um profeta de grande repercussão no seu tempo foi um profeta que não agradou a o status quo não estava do lado daquilo que era religião institucionalizada não veio para agradar a si mesmo tanto é que ele afirma que Ele não é o messias ele não é aquele que batiza com o espírito mas ainda assim ele é uma pessoa que conquistou grande atenção credibilidade por parte daqueles que acreditavam que viviam nos últimos dias que estavam prestes a experimentar a manifestação de Deus Trazendo a grande libertação que eles precisavam que eles necessitavam e que agora essas coisas estavam se cumprindo porque porque João Batista anuncia que o reino de Deus está próximo mas qual é a questão Apesar de o povo ter se animado com João Batista O povo não estava preparado para olhar na direção que João Batista apontou o próprio João Batista reconhece que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo o próprio João Batista aponta que esse é o messias o próprio João Batista reconhece que ele é O Enviado de Deus mas as pessoas não estavam Preparadas para reconhecer que Jesus era aquele que eles esperavam e como é que essa testemunha de João é tratada no texto é tratada como uma testemunha importante mas não há mais importante o próprio Jesus coloca uma outra testemunha que não é humana é a testemunha do pai se o judeu que ouvisse aquela palavra acreditasse que de fato o pai era testemunha do próprio Jesus não tinha mais discussão era acreditar que o pai enviou aquele homem Jesus de Nazaré como sendo o Messias para cumprir a missão que ele estabeleceu e a grande libertação o novo Êxodo para o povo de Israel só que como é que você pode comprovar que Deus está ao seu lado como é que você pode comprovar que Deus está em seu favor o texto nos coloca a seguinte pergunta como é que Jesus poderia fazer tudo o que fez se ele não estivesse lutando pela força do Senhor se ele não estivesse operando Milagres pela força do próprio Deus e a fé como é que Deus como é que Jesus poderia ter feito tudo aquilo que ele fez apenas a partir da própria força ou pior ainda como que na sugestão dos seus opositores de dizer que ele faz aquilo em nome de belzebu do próprio diabo tudo Satanás do chefe dos demônios aquilo que João apresenta aquilo que Jesus apresenta é pode uma casa dividida resistir a si mesma pode uma casa dividida permanecer de pé Jesus fala que não faz sentido ele fazer isso em nome ou na autoridade de qualquer outro senão o próprio Deus que sempre desejou que a vida que Jesus estava pregando ensinando e manifestando por meio dos seus milagres se tornava possível a vida a partir do milagre da cura a partir do milagre da multiplicação dos pães mas principalmente a partir do perdão dos pecados era a vida que o próprio Deus sempre havia anunciado que desejava que as suas criaturas desfrutassem desde o momento da criação como é que Jesus poderia ter feito tudo isso em Total coerência com a vontade de Deus expressa na lei dos Profetas e nos escritos senão pela autoridade do próprio Deus e é interessante a gente perceber que João narra os sinais de forma muito seletiva João narra os milagres a fim de comunicar uma mensagem cada Milagre no seu devido lugar mas ele mesmo afirma que Jesus fez muitas outras coisas que não estão registradas nesse livro João seleciona os milagres que selecionam os sinais que selecionam a fim de que aqueles que leem Esse testemunho creiam e mais do que isso se ele pretendesse escrever tudo que Jesus fez e ensinou não existiria espaço no mundo para conter todos os livros que ocupariam relatar a grandeza do que Jesus fez e ensinou então perceba que João está transmitindo a palavra de Jesus de que os seus sinais o seu ensino o seu testemunho vem diretamente do pai ele não faz nada que não vê O Pai fazer ele não ensina nada que não enxerga O Pai ensinando ele não mostra nada do que ele não viu primeiro na pessoa e na ação do próprio pai e diante desse testemunho do grande profeta que foi João Batista e dos grandes sinais que mostram que Jesus faz o que faz pela autoridade de aveia do pai o júri precisa tomar uma decisão e agora e agora que eu apresento as provas em meu favor e agora que eu apresento os testemunhos sem meu favor qual vai ser a decisão de vocês e o júri aparentemente não entende aquilo que está diante dos seus próprios olhos não entende o que está acontecendo diante deles mesmos a gente precisa fazer uma pausa aqui entendeu o contexto de Judeia versus Galileia o evangelho de João nos mostra Jesus indo para Judeia com muito mais frequência do que os três Evangelhos sinóticos nos apresenta existe muitas participações de Jesus na Páscoa mais explicitamente em três momentos que não são apresentados nos Evangelhos sinóticos se não a última Páscoa a última ida de Jesus a Jerusalém é a única ida que é retratada nos três Evangelhos E por que que isso é importante porque o Jesus da Galileia é um Jesus muito mais aceito em Jesus muito mais compreendido um Jesus muito mais querido as pessoas reconhecem os atos e os sinais de Jesus como sendo autoridade do próprio Deus na Judeia em torno de Jerusalém e Mais especificamente em torno do tempo que deveria ser um lugar de maior receptividade de maior exaltação pelo fato de que enfim tudo aquilo que nós esperávamos tudo aquilo que está em torno desse tempo dessa cidade que foi anunciada pelos profetas enfim se cumpriu em torno dessa cidade desse tempo dessas autoridades é que nós encontramos a maior rejeição Jesus é rejeitado na Judeia de uma forma que ele não era rejeitado na Galileia Jesus ele se dirige em vários momentos para Judeia com a consciência de que ali se concentra sua maior oposição de que ali estão Reunidas as forças do mal que parecem ter tomado os espaços As instituições as imaginações e interpretações em torno da Torá da Lei e do ensino que era transmitido ao povo por pessoas que não estavam sendo fiéis e agradando a Deus que não estavam abrindo a Torá para enxergar e adorar ao Deus que deu a torar e a Lei mas sim para satisfazer o seu próprio ego E em último caso não estavam servindo a Deus mas ao diabo não estavam sendo instrumentos de libertação mas e aprisionamento por isso a gente percebe que o Evangelho de João ele confronta de forma muito dura os líderes judeus os que são da Judeia e especificamente é esses que deveriam ser os que mais receberiam a palavra de Deus agora a gente precisa ter cuidado com a forma que nós interpretamos os sinais que são colocados aqui ao longo do texto porque ao longo da história da igreja cristã textos como do Evangelho de João foram usados para justificar antissemitismo textos utilizados do Evangelho de João foram usados para justificar supostamente a culpa dos judeus acima de todos os outros povos de matar o nosso salvador seria culpa dos judeus ter condenado Jesus a cruz não dos gentios teria sido culpa dos que são da Judeia aquilo que nos traz a dor de perceber que foi o sacrifício do Senhor isso não é de forma nenhuma sustentado pelo texto de João até porque a gente percebe que o paralítico é da Judeia a gente percebe que os discípulos de forma geral São judeus a gente percebe que Jesus é o messias judeu e ele se entrega como sacrifício não simplesmente assassinado também é injustamente julgado e assassinado mas ele se entrega como sacrifício e por isso nós não podemos colocar a culpa desse sacrifício em uma etnia em um povo apenas nos judeus nós todos somos responsáveis por isso e nós todos também precisamos interpretar o texto de João dizendo uma outra coisa parece ser um contexto específico nesse momento em que as forças do mal se concentram em torno de Jerusalém e em especial em torno do tempo por isso é que o contraste é tão trabalhado por Jesus Mas voltando a imagem do julgamento a gente percebe uma outra coisa que não são as pessoas que ouvem Jesus e julgam a sua mensagem que de fato compõem o júri nesse julgamento Jesus é apresentado como juiz o Versículo 30 deixa muito claro de que ele recebe autoridade do pai para julgar as coisas julgar aqueles que são infiéis e aqueles que são infiéis aqueles que serão perdoados e aqueles que serão condenados Jesus inverte aquilo que era expectativa das pessoas elas acreditavam que estava em posição de julgar as palavras de Jesus de fato é ou não é o messias quando na verdade é Jesus que está colocando para aquelas pessoas eu sou aquele que tem o poder de julgar quem crê em mim já está perdoado quem crê em mim não será julgado quem crê em mim não será condenado E em último caso a única testemunha que de fato importa nesse julgamento é o juízo do o pai testemunha em favor do filho e o declara justo por isso que existe o julgamento aparente e o julgamento real o julgamento O Julgamento aparente é o que você faz Qual o milagre que você apresenta como é que você comprova que o pai está ao seu lado e o julgamento real é eu sou aquele que tenho domínio poder para julgar todas as coisas por isso creiam em mim a fim de que vocês não sejam condenados mas para frente no capítulo 5 dos Versículos 39 a 47 a gente vê uma comparação muito relevante para toda essa nossa para todo esse cenário de juízo e julgamento que é a relação entre Jesus e Moisés porque parece que o povo Judeu havia se Encantado Muito mais com seu chamado do que com o fato de que eles foram chamados para um propósito o fato de ter sido um povo eleito de ter recebido além de deus Tomou muito mais atenção do coração e da mente daquelas pessoas do que o fato de que isso foi dado com uma missão como propósito que era agradar a Deus as pessoas se permitiram ser tão consumidas pela primeira parte em acreditar que era um povo especial uma nação e eles se desviaram do caminho de fazer tudo isso com vistas aquilo que o próprio Deus estava apontando aquilo que Deus estava mostrando que faria por isso é que é doloroso ler parte do Capítulo 1 de João e perceber que ele veio para o que era seu mas os seus não receberam e parece que Jesus lida com uma realidade aqui no capítulo 5 que João o perdão que Paulo também faz menção em Gálatas 1:14 que é a realidade de uma competição para saber quem é mais Zeloso pela Torá uma competição de saber quem sabe mais a respeito da Lei quem consegue interpretar com o maior é habilidade com maior destreza aquilo que estava nos cinco primeiros livros da Bíblia e isso é capaz de impressionar a Deus não Paulo e Jesus na ordem correta primeira mente Jesus e depois Paulo entram em um início no completo em dizer que saber mais da Lei não importa conhecer simplesmente mais a lei não é importante isso não é capaz de agradar a Deus muito menos de impressionar O próprio Deus senão as pessoas quando na verdade aquilo que agrada o pai ou aquilo que era o propósito do pai era explícito na pessoa de Jesus agrada ao pai quem reconhece o filho os versículos 17 e 18 deixam isso muito claro de que na comparação entre a lei e a graça nós percebemos que a lei é manifestação de Deus é parte boa da revelação de Deus porém o povo não foi capaz de conhecer a graça se não nesse momento em que Jesus manifesta aquilo que era a sua missão aquilo que era a vontade de Deus que estava oculta de durante tantas gerações conhecer a lei é bom com tanto que isso leve promessas por isso que existe essa ideia de pedagogo o papel pedagógico da lei a lei cumpriu a sua função até o momento em que ela levou o povo de Israel a conhecer o Messias a lei cumpriu a sua função até o momento em que ela apontou na direção do Messias a lei serve justamente para apontar para a vida plena e para o cordeiro que tira o pecado do mundo e não para dar a vida por si mesmo as pessoas Leiam de forma errada e as pessoas se perdiam no texto elas se deixavam ser consumidas pelo simples ato de estudar de interpretar de ler sem necessariamente ser lidos por esse texto sem necessariamente ser consumidos pelo Desejo de que aquelas profecias se compressem e de se submeter a vontade de Deus que estava explícita na lei isso é um alerta para todos nós hoje nós somos o povo da Bíblia Nós somos o povo que reconhece que as escrituras são a nossa maior fonte de autoridade a forma como nós conhecemos mais seguramente a vontade de Deus e não existe outra autoridade que Deus manifesta sobre nós se não autoridade da sua própria palavra que está na Bíblia mas nesse processo de ler interpretar Nós também podemos nos tornar orgulhosos Nós também podemos cair na presunção de que nós temos a interpretação invariavelmente mais correta Ortodoxa mais incontornável e que todos precisam se submeter a nossa própria forma de enxergar o texto isso passa a ser em muitos casos tão importante para algumas pessoas que eles são capazes de brigar pela sua interpretação brigar fora daquilo que a legitimidade do texto de defender a doutrinação e cometer o pecado de excluir e differir e de afastar o próximo em nome da interpretação do texto mas que grande contracenso é interpretar o texto sem ser submeter o texto que grande contra senso é tentar entender a escritura sem ser submeter escritura por isso a gente percebe que Jesus acusa os líderes judeus e de fazer algo que também nós temos que ter o cuidado de não fazer hoje no capítulo 6 a gente entra Então nesse grande milagre que foi a alimentação das cinco mil pessoas veja que a segunda menção a Páscoa que acontece no livro de João a primeira vez acontece quando Jesus Expulsa os Comerciantes do tempo é Capítulo 2 Versículo 13 a terceira vez vai acontecer mais adiante e essa menção da última Páscoa ela é repetida justamente pela centralidade que tem a construção dos Capítulos finais do ministério de Jesus Capítulo 11 12 e 13 Vão falar da última Páscoa da terceira Páscoa e aqui a gente tem essa segunda missão a Páscoa e a missão a Páscoa é muito significativa porque Voca alguns temas fundamentais para o leitor de João Primeiro todo judeu que eu disse falar da páscoa lembraria do Egito a libertação do Egito o Êxodo a libertação do cativeiro de 400 anos que o povo foi submetido lembraria do que aconteceu na primeira Páscoa que Jesus participa quando está em Jerusalém que foi a grande purificação do templo e para esses que leem o evangelho de João obviamente depois que Jesus morreu e ressuscitou lembraria da terceira Páscoa lembraria da Ressurreição lembraria do fato de que Jesus celebra uma páscoa sem Cordeiro Porque ele é o próprio cordeiro que é apresentado como sacrifício então quando João menciona aqui a Páscoa pela segunda vez ele faz isso de forma muito consciente esses três temas precisam estar presentes na mente do leitor libertação do Egito purificação do templo e ressurreição de Jesus perdão o paralelo que a gente tem do Egito e o deserto ele é tão forte que ele ultrapassa simplesmente essa comparação com a Páscoa original e a nova Páscoa que Jesus estabelece existe aqui a um paralelo da multiplicação dos pães que Jesus faz é com 5.000 e a multiplicação ou na verdade a provisão Milagrosa dos pães que Deus dá para o povo de Israel em Êxodo 16 então a gente percebe como a gente falou que os atos de Jesus São simbólicos e mais do que isso os atos que Jesus que João Seleciona do ministério de Jesus tem um significado todo especial para forma como João está contando a história de Jesus Ele Escolheu narrar esse milagre porque a ressurreição a Páscoa é vocariam também a história da provisão dos pães um milagre é dado a Israel no deserto Jesus multiplica os pães no contexto em que pão era difícil eles não estavam próximos a Nenhuma cidade existia uma multidão que havia se reunido para ouvir Jesus ninguém tinha pão suficiente para compartilhar e alimentar todo mundo e milagrosamente então Jesus é providencia multiplica esses pães e não apenas satisfaz a necessidade imediata mais Demonstra o Deus que proveu os pães no deserto é o mesmo Deus que proveu o pão hoje por meio do meu ministério por meio daquilo que eu estou dando a conhecer a vocês o Deus que vocês nunca viram agora se faz Manifesto a palavra de Deus por meio de quem tudo foi criado agora é uma palavra revelada E isso se aprofunda quando depois do Milagre as pessoas reconhecem que Jesus é o profeta O Profeta lembra uma outra passagem do Antigo Testamento que é Deuteronômio 18 quando é dito que virá um profeta como Moisés Porque como Moisés porque Moisés essa figura de liderança que leva o povo para fora do Egito que leva ao povo para a grande libertação esperada conduz em direção à Terra Prometida ainda que ele mesmo não tem entrado e aponta para um momento em que Deus trará uma libertação muito maior do que aquilo que aconteceu no Egito por meio de um líder que é muito maior do que o próprio Moisés então Jesus aparece como o grande profeta o povo reconhece que ele é o grande profeta e de repente existe um salto interpretativo mais do que um profeta as pessoas querem pegar Jesus quase que a força e reconhecê-lo como rei eles querem tomar Jesus pelo braço leva-lo para Jerusalém e coroá-lo como rei e é um texto muito irônico porque Jesus é rei Jesus será Coroado Jesus receberá a validação do próprio e a ver como sendo o grande profeta o Libertad o libertador de Israel qual é o problema onde é que tá ironia que não tem nada a ver com a maneira como essas pessoas estavam esperando que ele ia acontecer as pessoas queriam um rei mas um rei muito semelhante a César queria um rei mas um rei que faria as mesmas coisas que talvez Davi tivesse feito e Jesus Está apresentando uma sua vida uma nova criação mas mais do que isso um novo caminho para que esse reino fosse estabelecido uma nova forma de manifestar esse Deus que até então não havia se manifestado como ele está se mostrando agora por meio desses Milagres por isso Jesus reconhece que ainda não é chegado o seu tempo não é o tempo em que ele fosse Coroado rei e muito menos da forma como o povo é desejava que ele fosse Coroado Como Rei e aí Jesus então caminha para o próximo Capítulo dessa história para próxima cena e Jesus caminha sobre as águas a gente vê no capítulo 6 dos Versículos 16 até o 25 que esse milagre causa um grande impacto nos discípulos mas próximos de Jesus os apóstolos causam grande milagre para multidão que acabou de experimentar multiplicação dos pães seguem do Lago ou para o mar vê que Jesus não entrou no mesmo barco que os discípulos eles atravessam a barco o mar e quando chegam do outro lado vem que Jesus está lá mas como é que Jesus pode não entrar no barco Certamente ele não arrodeou tudo isso a pé não daria tempo em um espaço tão curto que ele fizesse esse caminho a pé e agora ele aparece aqui do outro lado de fato Jesus é o grande profeta é o grande rei que apresenta um poder que era desconhecido para aquelas pessoas mas ele faz isso não com os propósitos que as pessoas ou não da forma que as pessoas estavam entendendo mais uma vez ele prega mas não é compreendido ele faz mas as pessoas não sabem interpretar parece muito com Isaías que prega e os corações permanecem fechados fala mas os ouvidos parecem não compreender o rolo de Apocalipse 5 parece permanecer fechado ainda por um pouco mais de tempo e João em Apocalipse 5 chora porque o rolo está fechado porque ele não pode interpretar ele não pode ler ele não pode ouvir o que está escrito ali Aparentemente o ministério de Jesus em boa medida como esse rolo selado esse rolo fechado porque as coisas acontecem mas não podem ser compreendidas as coisas acontecem mas não são devidamente entendidas e o que que Jesus dentre outras coisas parece estar comunicando mais uma vez o Êxodo lembrem sempre da narrativa do Êxodo o paradigma de libertação uma referência de grande libertação de Deus para o povo de até aquele momento foi o Êxodo e a partir do primeiro Êxodo Deus na pessoa de Jesus o Jesus o Deus encarnado está fazendo um novo Êxodo uma nova libertação uma nova criação um novo tipo de vida como é que a gente vê isso no Milagre de Jesus andando sobre as águas porque nesse grande ato de libertação inicial de Deus qual foi o momento que marcou o fato de que Deus estava enterrando a ameaça do Egito quando o povo atravessa o mar em terra seca quando mar se abre e o povo passa por meio do mar ou no meio do mar mas sobre um chão seco sobre um chão seco aquilo que aconteceu com o povo de forma Milagrosa acontece num paralelo direto com Jesus ainda que não exatamente da mesma maneira Jesus anda sobre as águas essa ideia de água é muito importante porque a água sempre foi uma coisa ameaçadora para o judeu O Judeu não é um povo do mar e pelo menos nesse tempo não era conhecido por ser um povo do mar um povo que se lançava grandes navegações a exploração é daquilo que era o mediterrâneo o grande mar mais próximo da Terra de Canaã o povo Judeu sempre conectou o mar como Ameaça é do mar no Apocalipse que vem a besta as grandes ameaças o caos aquilo que era o caos Inicial é como se houvesse uma desordem sobre as águas e o Espírito de Deus sobre as águas e traz daquela grande desordem a criação que é pura ordem que é pura perfeição por isso que os judeu dentre outros motivos também por motivos teológicos não gostava do mar Jesus apresenta que ele tem autoridade sobre toda a criação quando ele anda sobre o mar quando ele transpõe as águas e faz surgir na cabeça dos discípulos e dos Apóstolos o fato de que ele tem autoridade sobre as águas e sobre a criação assim como e a veia tinha autoridade sobre o mar que abriu o mar vermelho e permitiu que o povo atravessar em terra seca Então João está contando essa história mais uma vez com os grandes ecos da história de libertação que a história do Êxodo E aí a gente segue no capítulo 6 de forma mais especial para a interpretação um pouco mais detalhada disso De que é de perceber que esse milagre mais uma vez não é exibicionismo de Jesus Jesus não está fazendo um milagre quando ele atravessa o mar anda sobre o mar simplesmente para dizer que ele pode simplesmente para dizer que ele é onipotente ele está manifestando uma glória especial da parte de Deus e parece que Jesus faz isso sob medida Jesus não está manifestando toda a sua glória em todo tempo lembrando de Filipenses 2 ele não se apegou ao fato de ser Deus mas se esvaziou se esvaziou de quê justamente dessa Glória que pertence ao filho e que ele poderia manifestar em todo o poder mas ele está por meio da sua trajetória de sacrifício identificação comunidade fazendo o que nós deveríamos fazer que é receber mais a punição mas ao mesmo tempo uma glória que nós não poderíamos conhecer se não pela manifestação do verbo ele está com esses Milagres mostrando de forma toda especial que a glória de Deus resplandece no filho a glória do Pai resplandece no filho e esses milagres estão Associados as coisas que Deus sempre fez nos momentos chaves da história de Israel Jesus escolhe conscientemente os atos simbólicos que evocam a grande presença de Deus quando Israel mais precisou de Deus que evocam o grande poder de Deus quando Deus mais escolheu revelar a sua aliança com o povo que ele estava determinado a trazer salvação e o povo por meio de quem ele estava determinado a trazer salvação para todas as famílias da terra por isso a gente percebe que esse milagre é cuidadosamente escolhido por João e relatado por João como um milagre que comunica muito mais do que o efeito imediato muito mais do que o efeito de ser capaz de andar sobre as águas Jesus está comunicando algo muito maior ele então vai para comparação do pão que desce do céu Versículo 26 a 35 o milagre que Jesus faz mais uma vez é para abrir os olhos daquelas pessoas por meio daquele pão que ele havia multiplicado para 5 mil pessoas Jesus deseja comunicar que ele está promovendo essa nova Páscoa esse novo Êxodo e essas coisas estão diante de vocês Jesus não está fazendo um milagre mais uma vez simplesmente para saciar a fome de pessoas durante uma tarde durante um dia durante uma noite o propósito de Jesus não era fazer um milagre a cada dia e substituir a necessidade de trabalhar a necessidade a o milagre de Jesus não tinha a ver simplesmente com a necessidade daquele momento mas com o fato de que ele estava revelando uma nova condição de vida é uma nova ação grandiosa de criação da parte de Deus é que estava diante dos olhos daquelas pessoas e eles percebem que Jesus não vai ser como os outros Reis Quando Jesus se nega a ser puxado pelo braço levado a Jerusalém e Coroado Como Rei as coisas começam a ficar Claras para aquelas pessoas que Jesus não vai agir como César que Jesus não vai agir como as outras propostas de Messias que já haviam surgido que o que mais desejariam nesse momento é que uma multidão o levasse no colo aclamado e reconhecido como o grande profeta o grande Messias que entraria com poder em Jerusalém Jesus não só rejeita o caminho dos outros mas confronta a interpretação daquelas pessoas de forma muito direta andar sobre as águas multiplicar o pão era o brasão de que o Deus do Êxodo estava agindo nesse Jesus Manifesto mas de uma forma nova nesse novo Êxodo Jesus não está dando uma nova lei mas está estabelecendo que uma nova pessoa deveria ser seguido é interessante a gente perceber que se Deus está fazendo algo novo seria de se esperar que deus desse uma lei nova Deus estabelecesse um novo vínculo com Israel e com os gentios que quisessem ser a chegar a Israel por meio de um novo contrato e Jesus se apresenta como o novo caminho ele é o pão do céu ele é o caminho que leva ao pai e ele não é simplesmente um sistema de novas leis que de alguma forma deveria substituir antiga lei e que poderia levar o pai e aqui nesse texto de João 6 nos Versículos 26 a 35 a gente encontra o primeiro grande eu sou essas expressões que aparecem no Evangelho de João e que aparecem repetidas vezes com complementos diferentes aparece aqui no capítulo 6 pela primeira vez eu sou eu sou o pão da vida é um Marco naquilo que é a o evangelho de João e ele aparece nos outros momentos como novos Marcos naquilo que a trajetória o ministério revelação de Jesus quando ele se apresenta como esse pão da vida ele é força prólogo o início do evangelho de João em que coloca Jesus como sendo essa palavra encarnada algumas pessoas perguntam o seguinte perguntam Sinceramente não seria muito mais fácil Se Jesus tivesse simplesmente dito eu sou Deus algumas outras religiões confrontam a interpretação que nós cristãos temos de Jesus justamente com o fato de que supostamente Jesus nunca disse exatamente essa frase eu sou Deus mas quem tem olhos para ver vejam Quem tem ouvidos escute com atenção o que Jesus tem a dizer ele disse isso ele disse que ele era Deus era enviado da parte de Deus e ele fez o que apenas Deus poderia fazer como é que ele disse isso Por meio dessa frase eu sou quem é que diz isso eu sou na Bíblia antes de Jesus afirmar essas coisas o próprio ia ver quando Jesus quando Deus e Ave se manifesta para Moisés Por meio dessa sardente mas as pergunta como é que ele deveria ser chamado como é que e a velha responde ele manifesta o seu nome pessoal que nós pronunciamos como ir até mas é uma tentativa de colocar as vogais no meio das consoantes né existe essas essas quatro letras que formam o nome pessoal de Deus e o nome de Deus é o nome especial porque é mostra a face pessoal de Deus mas também a face desse Deus que não pode ser determinado por ninguém não pode ser controlado manipulado por ninguém ele fará o que ele quiser fazer ele será o que ele quiser ser e esse é o Deus que se apresenta a Israel como seu Libertador o que que João está nos mostrando aqui colocando em grego na boca de Jesus as palavras que só pertencem unicamente Jesus fala eu sou assim como o próprio Deus pai fala eu sou por isso Jesus se apresenta como o único Deus esse que no capítulo 6 é o pão da vida ele segue um pouco mais no capítulo 6 E aí já pegando a segunda metade do Capítulo inteiro a gente percebe uma linguagem muito chocante porque ele fala que para participar desse reino para participar daquilo que é o pão da vida da vida que ele manifesta da parte de Deus é preciso comer da carne e beber do sangue é preciso participar de forma muito concreta daquilo que Jesus está realizando como é possível para um judeu comer carne de outro ser humano lembre Como assim uma interpretação literalista disso querem a interpretação mais provável e o texto nos mostra que assim que eles interpretam poderia ser assim chocante para aquelas pessoas O Judeu tinha que ter todo o cuidado de não tocar no corpo morto porque não ele senão ele poderia se tornar impuro o que Dirá comer carne humana que Dirá beber sangue humano que Dirá comer carne do corpo daquele que você acredita que é o messias Ninguém imaginava que o Messias de alguma forma falaria não só que ele era Deus mas que para participar dos seus atos teria que se comer da sua carne a imagem é completamente chocante é não dá para digerir aquilo que ele fala e isso provoca uma reação tão forte que muitas pessoas deixam de ser rir Jesus quando ele é adota esse discurso mais direto é preciso comer da minha carne e beber do meu sangue é muito claro para nós que estamos lendo o evangelho de João depois que todas essas coisas aconteceram que Jesus estava fazendo referência a Páscoa a nova Páscoa que é estabelecida por meio da sua carne que é concretamente é atravessada e do seu sangue que é concretamente derramado nós não comemos diretamente o corpo não bebemos do corpo mas nós sabemos que o sacrifício em termos concreto aconteceu e nós participamos da ceia hoje com a convicção de que isso é a memória de que nós fomos incluídos nesse sacrifício concreto concretamente Nós deveríamos ser punidos da forma como Jesus foi punido Mas ele foi punido em nosso lugar e quando essa imagem que não é fácil de se entender quando a morte é ressurreição ainda não aconteceu quando essa imagem é apresentada para Paulo ou pegam para Pedro e para os outros discípulos aquilo que Pedro coloca é essas são palavras difíceis de se ouvir mas só o senhor tem palavras de vida eterna para onde nós iremos ainda que eu não possa entender Exatamente isso e como eu seria capaz de fazer isso eu sei que só o senhor tem as palavras dessa nova vida desse novo pão que desce do céu que nos apresenta uma vida que nós não encontramos em nenhum outro mestre em nenhum outro Rabi em nenhum outro Messias que se apresentou como Alternativa de libertação para Israel por isso que as coisas vão se encaixando em parte em parte não são compreensíveis mas existe uma convicção profunda em Pedro mas também nos outros discípulos mais próximos de que em algum momento tudo aquilo faria sentido de quem em algum momento comer da carne e beber do sangue por mais chocante que fosse faria sentido e seguindo de forma muito resumida aqui para a o último capítulo da nossa conversa de hoje que é o Capítulo 7 eu vou até pedir para que se você tem alguma pergunta algum comentário compartilhe agora enquanto a gente tá aí finalizando o último capítulo é para que a gente possa conversar logo em seguida mas no Capítulo 7 a gente percebe que João construiu uma associação muito direta aí é praticamente toda a nossa conversa de hoje foi tratando dessa associação entre Jesus e o Êxodo a primeira Páscoa e essa segunda páscoa ou segundo tipo de Páscoa que estava sendo estabelecida por Jesus e que se concretizaria a partir da sua morte da Ressurreição no Capítulo 7 o tema muda Jesus que já estava fortemente vinculado a Páscoa passa a ser fortemente vinculada a festa dos tabernáculos duas das mais importantes festas do povo Judeu estava em questão a Páscoa principal e a festa dos tabernáculos que era uma dessas três festas obrigatórias que o povo deveria subir para Jerusalém para Celebrar e é por isso que Jesus sobe para Jerusalém nesses momentos de festa porque todo o povo sobre para Jerusalém ou muitos dos judeus vão para Jerusalém nesses períodos das festas obrigatórias e quando João articula o vincula muito claramente Jesus com a festa dos tabernáculos a gente percebe que ele faz isso por meio da tradição que já era muito clara a festa dos tabernáculos era uma festa agrícola e parte do processo da celebração dessa festa envolvia acender as lâmpadas ou acender lâmpadas e seguir como uma peregrinação em direção ao tempo quando se chegava ao tempo no final dessa peregrinação derramada água e vinho como símbolos da comemoração do fato de que Deus providenciou água miraculosamente no deserto lembra da história do Êxodo Quando é o povo não tinha água para beber e Deus então provê algo milagrosamente aqui isso era rotineiramente repetido como um ato simbólico por parte do povo que se dirigia o tempo derramava água e vinho e lembrava desse momento Jesus é participa dessa festa mas ele causa Jesus traz palavras e traz ensinos a presença e o ensino dele causa confusão não só nas Multidões como também nas autoridades mas ele declara e quando o texto de Isaías Capítulo 55 de que quem estava sabendo quem tinha sede deveria vir e beber dele veja como essa linguagem é chocante mais uma vez Jesus se apresenta para as pessoas que buscavam essa palavra de libertação essa palavra de transformação que eles deveriam vir e beber dele assim como antes no capítulo 4 é que foi tratado no último encontro Ele oferece uma água viva aqui ele está dizendo que a partir dele flui uma água do templo como aparece no templo de Ezequiel a visão de Ezequiel 47 associada a Jesus aquilo que deveria ser água que flui do templo agora é água que flui do próprio Jesus isso não só é tratado em Ezequiel 47 mas Zacarias também apresenta isso no capítulo 14 Jesus ou João interpreta aquilo que Jesus acaba de falar e ele coloca isso no seu evangelho de uma forma surpreendente ainda não existia o espírito ou o espírito não estava disponível ainda porque porque Jesus ainda não tinha sido glorificado mas uma daquelas passagens que a gente fica coçando a cabeça depois que Jesus ressurreto aparece e ele pede para que ele não seja preso porque ele precisa ir para o pai Apenas quando ele fosse para o pai o espírito poderia ser enviado por que que é assim porque a glorificação de Jesus na cruz é aquilo que realiza e depois na sua ressurreição e ascensão é aquilo que realiza a purificação dos seres humanos apenas por meio da obra completa de Jesus é que os seres humanos podem ser purificados de tal forma que a presença Divina possa habitar em nós e mais do que isso a presença Divina não só habita em nós como também a presença Divina flui a partir de nós por isso a gente percebe que a obra de Jesus é muito importante para fazer aquilo que antes da sua vida a gente só conhecia em parte em parte da Via experimentou que era ser habitado pelo Espírito de Deus e ele pede assim é profundamente que o Espírito de Deus não se a parte dele depois de ele ter pecado é O Reinado de Saul Acaba Porque o espírito de Deus se apartou dele os juízes fizeram coisas grandiosas porque o espírito de Deus habitava neles mas em nenhum deles o espírito habitava de forma definitiva e poderia fazer por completo a obra que o espírito pode fazer apenas quando Jesus morre e Ressurge é que nós somos purificados o templo é purificado e o Espírito pode habitar em nós por isso a gente percebe que a participação na festa das tendas dos tabernáculos a festa de suporte também é simbólica também é porque mostra para esse período aponta para esse momento em que Deus habitará no meio do seu povo de forma definitiva E hoje nós temos a condição de ter Deus habitando em nós de forma definitiva pela Purificação que foi realizada por meio de Jesus bom a gente falou muito do Capítulo 5 relativamente bastante do 6 e Bem brevemente do Set mas eu espero que tenha ajudado vocês a perceber a forma como nada no Evangelho é aleatório nenhum dos milagres são exibicionismo nenhum desses milagres são coisas aleatórias da parte de Deus de Jesus mas compõe uma grande história e apontam para algo que acontece de forma maior na morte ressurreição de Jesus mas que tem uma continuidade hoje que tem um significado hoje não sei se alguém gostaria de colocar a sua participação dúvidas perguntas para aquilo que a gente apresentou mas esse seria o momento para a gente trocar aqui algumas opiniões ideias depois que a gente deu aquele lá inicial a gente teve pessoas que estão sempre marcando presença aqui a Maria Judite o Silvio Ricardo a ele de Lúcia são todos muito bem-vindos nós continuaremos com o nosso curso de João na próxima semana nós trataremos do capítulo 8 em diante e você é convidado então a participar é desse momento você é convidado também a participar com as suas perguntas observações e acompanhar aí bem oi em todas as suas programações amanhã a gente tem o curso de Samuel acontecendo com o Professor Jonatas a gente também terá Nossa celebração no domingo e em várias outros momentos nós divulgamos aí lives pontuais sobre um tema sobre um evento importante as terças-feiras são as nossas lives fixas semana que vem também teremos a Live de terça-feira nesse mês de abril a gente tem tratado do tema do autismo todas as terças-feiras além dos assuntos periódicos que trazemos aqui para vocês e nós pedimos então que você participe com a gente mais uma vez compartilhando isso para as pessoas divulgando nas suas redes sociais e permitindo que a gente ouça sua opinião se você tem algum tipo de sugestão de algum apontamento a gente tá aberto aí para o que vocês tenham a contribuir para os nossos estudos Uma boa noite para todo mundo que acompanhou aqui o nosso estudo de João até o final obrigado pela atenção de vocês e a gente espera vocês amanhã aqui no nosso canal para mais um estudo uma boa semana a todos até nosso próximo encontro