Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Painel | Tiago Cavaco, Joel Bueche Lopes, Ryan Townsend e Diego Lopes

Painel | Tiago Cavaco, Joel Bueche Lopes, Ryan Townsend e Diego Lopes

Painel | Tiago Cavaco, Joel Bueche Lopes, Ryan Townsend e Diego Lopes

Conferência Fiel e Rede Reformada 2023
#fielportugal #redereformada #ministériofiel

Legendas automáticas:

perguntas portanto neste caso não vamos
pedir alguma coisa ao Ryan Mas vamos
dar-lhe alguma coisa Joel que nós
queremos expressar a nossa gratidão
assim como tem sido habitual nas nossas
conferências da Fiel expressar a nossa
gratidão aos nossos convidados que
viajam deixam as suas igrejas locais
deixam as suas famílias
e vem até nós para poder nos abençoar
então nós sempre queremos
retribuir com pequenos gesto de gratidão
faz a benção que eles nos proporcionam
aqui
[Aplausos]
Então vamos começar a nossa conversa
Diego uma das coisas que partilhaste é
que Deus revela
e nós por Oposição tendemos a
esconder-nos gostávamos de ouvir um
pouco mais acerca disto e esta pergunta
é naturalmente extensível também atinge
ela e a ti Ryan
to Riders Por isso quero dar
oportunidade primeiro a ti para falarmos
um pouco como é que isto acontece na
nossa vida como é que nós podemos
descobrir este padrão e com a ajuda de
Deus contraria-lo e depois também passar
para ouvir a vossa perspectiva também
quem me chamou atenção para isso como eu
disse na palestra foi Daniel Strange
o livro dele sobre a
magnético fez eu não estou enganado ele
tá escrito aqui agora de cabeça ele fala
o seguinte que um dos grandes uma das
grandes desculpas e justificativas que
as pessoas dão no evangelismo onde está
Deus e se ele é Deus por que que ele se
esconde da gente
quando a Bíblia mostra justamente o
contrário Deus se revela se revela na
criação se revela das escrituras de
maneira salvífica e o que acontece e
junto com os atenienses percebe isso que
é uma diferença entre a maneira como
eles explicam o sistema do universo e a
maneira como a Bíblia mostra pela
realidade o sistema do universo
e os atenienses também sabiam por causa
de Platão que havia algo maior que
estava para além da matéria Paulo
explora tudo isso para mostrar para eles
as incoerências tanto das tradições
quanto do pensamento deles
e ele mostra que Deus não tava
escondendo mas sim que eles estavam cego
e tateando esse está cego e tateando faz
parte da grande misericórdia de Deus são
soberano de Deus a salvação do ser
humano mas por outro lado também mostra
dentro da própria dentro do próprio
discurso no areópago e também em relação
a Romanos 1 é que o ser humano cria
narrativas para justificar o seu pecado
ou justificar sua existência daquela
forma ou com o seu ego sendo centro das
suas definições
desta forma Paulo vai dizer em romanos 1
que a gente suprime é verdade e essa
seria uma linguagem uma maneira fácil
explicar para as pessoas hoje que Deus
se revela Ele se mostra mas Nós
escolhemos as nossas narrativas para nos
escondermos dele e isso a gente faz
desde o Éden quando a gente se esconde
de Deus por causa do nosso pecado
[Música]
sim também para ir mais um encontro da
segunda parte da tua pergunta que tenho
também a ver com a questão de como é que
saímos desse desse lugar portanto a
nossa tendência é exatamente esse o
nosso escondermos porque é um sim só uma
consciência para o também fala disso há
uma consciência e procura-se suprimir
isso o Diego já já aqui mencionou
mas o caminho da cura é exatamente a
confissão ou seja aceitar aquilo que
Deus diz acerca de mim próprio não é o
que Deus diz eu afirmo agora sabemos que
salvificamente
Esse é um trabalho Sobrenatural não é
tem que ser uma Regeneração que acontece
tem que ser uma dádiva de Deus do
Espírito Santo do Espírito Santo concede
O arrependimento Então esse é um
trabalho que eu começo em Deus e
exatamente a cura o ser de si próprio
começa exatamente no dizer aquilo que
Deus diz de mim
depois em termos de santificação e do
Progresso na vida cristã continua a ser
a mesma coisa o trazer à luz aquilo que
normalmente temos tendência às esconder
e nós temos essa tendência de de factos
esconder os nossos podres e temos
tendência de fazer o oposto que é e
levar as nossas qualidades
e a forma como nós podemos nos curar
disso mesmo é também a confissão e não
só diante de Deus mas diante uns dos
outros confessar os vossos pecados uns
aos outros para serem curados então o
lugar da vulnerabilidade é o lugar das
posição em que nós nos expomos uns aos
outros e aí entra a igreja local a
igreja local é fundamental Então se por
um lado no batismo eu evidencia o que eu
me a expus para com Deus e também dentro
da comunidade porque eu estou a afirmar
eu tenho pecado eu tenho culpa a ceia é
a continuação dessa afirmação da
Mas
além da saia também é necessário E aí
entra o que nós falamos ontem e que o
Vinícius trouxe a questão do discipulado
intencional e tem que haver essa
intencionalidade de trazermos a luz as
nossas As Nossas obras na
vulnerabilidade aí reside do caminho da
cura Joel já entraste então num terreno
que eu creio que ainda podíamos escolher
alguns frutos que é precisamente
exemplificares como é que a igreja não é
sendo o lugar onde nós ganhamos olhos
para o evangelho esta ideia que nós
temos estado a explorar ao longo destes
dias como é que a igreja é o lugar onde
eu reconheço que me tenho escondido e
como é que a igreja é o lugar onde de
repente eu me apercere que Deus não está
escondido mas pelo contrário se revela
como é que por exemplo na tua
experiência isso tens visto a acontecer
que é na tua vida quer na vida dos
outros e esta pergunta é para os outros
convidados também então em primeiro
lugar e todos concordamos com isso em
primeiro lugar
é a pregação da palavra a palavra que
vai convencer a palavra é luz é luz que
vem sobre as trevas é luz que evidencia
a luz que mostra a luz que revela então
começa na pregação agora estas posição
da palavra acontece
naturalmente do púlpito mas também deve
acontecer
nos relacionamentos ambientes formais
ambientes informais Então eu acho que
também é extremamente importante a
partir daí a ver lá está o
relacionamento do discipulado ele é
fundamental para que isso aconteça E aí
nós temos que ser os primeiros dar esse
espaço de expor a nossa vulnerabilidade
Em relacionamentos de proximidade e a
partir desses relacionamentos quando nós
damos Esse passo quando nós somos
exemplo outros vão começar também a
fazer isso mesmo porque assim todo o
verdadeiro cristão não quer esconder ele
quer trazer alunos mas às vezes tem medo
Às vezes tem vergonha e o facto de
alguém vir e dar o primeiro passo e se
expor e Devíamos de ser nós quando eu
digo nós não só que somos pastores é nós
todos aqui devemos ser os primeiros a
dar esse passo quando nós damos Esse
passo
Barreiros são quebradas no sentido do
outro também a sair do lugar da sua
vergonha sair do lugar do medo porque o
meu irmão Espoja a sua fraqueza também
então eu acho que essa é uma forma de
criar cultura de confissão de trazer a
luz Diego
a gente conhece Deus e acaba conhecendo
assim mesmo
e no lugar vou colocar de maneira
bíblica mesmo na igreja tudo se expõe a
gente conhece os erros do nossos irmãos
a gente conhece os nossos próprios erros
E Deus trabalha pela misericórdia a
graça dele na nossa Santificação os
relacionamentos Sem dúvida nenhuma como
o Joel colocou
e tudo isso é importante é fundamental
mas a pregação da palavra é um espelho
que coloca a gente olhando para o nosso
próprio rosto e nos coloca diante de
Deus todos expostos
e a partir daí que acontece essa
transformação então no dia a dia mesmo
na vida da igreja a necessidade
eu vou colocar dessa forma quanto menos
compromisso você tem e ouvir a pregação
Bíblica da tua igreja local menos você
conhece você mesmo e você se esconde dos
seus próprios erros E você começa a
justificar os seus erros porque não tem
ninguém no caso de Deus te chamou na
atenção para as suas ideologias e
imaginações
pregação
YouTube YouTube
[Música]
os pastores também precisam dos uns aos
outros
e os aos outros ajudam a lembrar
verdades do evangelho que às vezes por
estarmos tão concentrados
nas questões que temos nos Desafios que
temos à nossa frente embora saibamos
certas coisas o facto de alguém de carne
e osso vira até nós
nos amar nos ouvir estar do nosso lado
desenvolver uma amizade e às vezes nem
sequer precisa ter aquele concelho que
vai virar uma chave na nossa vida
Jesus quando foi para jetsemani levou
três discípulos com ele e não é que os
discípulos fossem dar grandes conselhos
sociológicos
porque Jesus criticou algumas vezes os
discípulos Jesus apenas queria que eles
tivessem ali e que vigiassem com ele era
só isso
e
nós pastores precisamos de mentores Sim
podemos ter referências fora da nossa
igreja local podemos buscar
devemos ter colegas pastores com quem
temos amizade com quem pedimos um
conselho daí também a necessidade de
importância de moralidade de presbíteros
na igreja
já às vezes também aqueles irmãos com
que nós passamos um tempo tomamos uma
refeição rimos juntos Oramos juntos não
há aquele concelho que vai
mudar completamente o meu ministério Mas
eles estão lá e vigiam conosco então
toda esta vivência dos uns aos outros
não é só para nós pregarmos para para
nossa congregação é para nós vivermos
também e isso ajuda de facto a enfrentar
o sofrimento momento de maior sofrimento
Jesus antes da Cruz foi aquele nojento
Ele trouxe três
não grandes teólogos não grandes
referências eclesiásticas Tens os seus
discípulos três amigos para estarem só
ali
Será mesmo que a gente é bom em
sofrimento aqui em Portugal
eu posso talvez de uma forma mais pensar
no texto eu ia ler um texto parecido
perto do que o Ryan leu
é a lembrança de Paulo
desculpa de Pedro
que nós devemos lançar Nossa ansiedade
porque ele tem cuidado de vós
em qualquer contexto isso
[Música]
vai mudar toda a perspectiva do
sofrimento
nós sofremos Sem dúvida nenhuma mas ele
é limitado ele é temporal
e ele serve um propósito Deus Cuida de
nós ele tem cuidado de nós
alguns anos atrás
a pluralidade de presbíteros
literalmente salvou meu ministério
os momentos mais difíceis da minha vida
no meu ministério
o Marco Felipe e o Tiago me abraçaram
Deus
os homens como eles
para me manter de pé ele cuida de nós
e ele faz isso na igreja
era o final perfeito mas ainda temos
minutos
está relacionado está relacionado outra
coisa que o Ryan falou e portanto não te
importares
que tem a ver com esta questão da
mansidão o Ryan mencionou isto a
necessidade da mansidão e uma coisa
interessante que ele disse até eh em
relação até à cultura americana que era
uma cultura que que não vamos dizer
assim que não que não não era conhecida
pela sua mansidão
para não tornarmos isto apenas questão
uma questão de culturas pensar médica
Portugal Brasil
Angola seja seja qual for o nosso país
mas eu gostava dos ouvir um pouco acerca
desta questão da mansidão porque por um
lado primeiro pensando enquanto pastores
mas depois queremos entender esta
reflexão além dos pastores naturalmente
eh como pastores é necessária uma uma
capacidade de liderança de iniciativa
que não nos devem envergonhar não é mas
por outro lado esta mesma mansidão tem
de ser nós os pastores têm de ser um
modelo para ela e gostava dos ouvido
primeiro enquanto pastores mas depois
independentemente o facto de serem
pastores porque todos nós que todos os
crentes que estão aqui precisam da
mansidão que o próprio senhor
pregou na na nas bem-aventuranças Logo
no início do sermão do modo portanto
gostava de resolver um pouco acerca
deste assunto enquanto treinadores podes
começar João
vai além de questões de personalidade e
temperamento há pessoas que podem ser
intrinsecamente mais
tranquilas
intrínsecamente mais
introvertidas e por isso pode dar e
entender que são pessoas que são pessoas
mais mansas
no entanto a falta de uma situação pode
desperdiçar de diferentes formas
obviamente que uma pessoa que é mais
extrovertida vai verbal e toda a gente
vai saber que ali está uma falta de
mansidão
mas há uma pessoa introvertida pode
expressar essa ausência de mansidão
guardando rancores amargura
que vai destruindo o próprio e que
depois ficava também por refletir-se na
vida da Comunidade
e isto
especialmente pode-se manifestar quando
a crítica surge a nível do ministério
postural quando alguém vem e critica
a nossa falta de uma cidade pode ser
diretamente com essa pessoa e explodir à
frente da pessoa e rebentar com a pessoa
da cabeça aos pés hã quando pode ser
caso não tenhamos essa personalidade e
ter com 300 pessoas à volta e fazer os
nossos desabafos em relação àquela
situação agora A maçã não é o não
resolver as coisas não é a forma como
nós resolvemos as coisas
é dizer as coisas quando elas têm que
ser ditas e aqui nós vemos Jesus a fazer
muito bem Este equilíbrio porque nós
olhamos para Jesus a forma como ele dava
com os líderes religiosos muitas vezes
que vinham na sua prepotência com
intenções maldosas e Jesus ser bastante
duro
e podemos perguntar como é que Jesus era
Mansa como é que ele diz que ele é manso
mas há este equilíbrio que nós
precisamos ter de saber com quem estamos
a lidar que situação é que está a nossa
frente há situações de Pecado
caso a caso que devem ser lidadas de
forma diferente com aquela pessoa
inicialmente eu posso ter uma
perspectiva inicialmente só de ensino
não entre logo a matar junto da pessoa
vou procurar instruí-la vou procurar
trazê-la pela mão agora diferente é uma
pessoa que tem uma atitude de rebeldia E
aí então teremos crescer mais mais duros
quer dizer acrescentar
pacientemente
às vezes
só dá um exemplo sobre essa paciência
às vezes usando o conceito para os
diáconos até de ser como é que a gente
fala e choca absorver
alguém que vai absorver o choque
como é que é o para-choque Né
amortecedor Obrigado meu irmão obrigado
Mas você já sentiu isso como pastor ou
em casa como como foi colocado a gente
chega em casa e parece que o mundo tá
acabando e e o nosso papel como como
homem é chegar e acalmar
Mas a nossa tendência humana é tentar
resolver pela agressividade
não é muito fácil como o pai falar cala
a boca não fala assim com sua mãe e
trazer mais conflito ainda e na igreja
não é diferente quantas vezes eu tive
vontade
né
falar abençoado por que que você não vem
no domingo eu falei sobre isso
vem aquela coisa e a vontade de é óbvio
todo esse tipo de sentimento vendo Nossa
Justiça própria não é de Deus
então
paciência é um fruto do espírito sendo
fruto do espírito você só alimenta isso
por meio de graça
em mês de graça não se manifestam de
maneira individual ela é coletiva na
igreja então não tem como você
desassociar nada disso na vida da igreja
o pastor
se ele não tiver com a congregação no
dia a dia recebendo que Deus dá para
Congregação E para ele mesmo como ele
vai ter paciência com a congregação não
vai não vai Talvez como líderes nós
precisamos aprender a não nos isolarmos
a gente pode muitas vezes devido à
demanda a gente pode criar um estilo de
vida que a gente vai se esquivando da
comunhão
isso é muito perigoso
Portanto o meio de graça vai alimentar
Nossa paciência a comunhão vai ajudar
nossa Santificação dessa forma a gente
consegue no meio da congregação e da
família não aumentar os conflitos mas
ter o fruto do espírito para absorver
tudo isso e trazer a palavra correta na
hora certa a palavra dura suscita Ira
mas a palavra branda
desvia o Furor
Wonder
muito bem queridos irmãos são 9 minutos
para as 5 vamos ter um intervalo quanto
tempo Joel 9 minutos já nos encontramos

Tags: