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A fé vem pelo ouvir

Teorias da Expiação – BTCast 498

Teorias da Expiação – BTCast 498

Teorias da Expiação – BTCast 498

Está no ar mais um BTCast, o seu podcast de bíblia e teologia! Nesse episódio Rodrigo Bibo conversa com Victor Fontana e Guilherme Nunes sobre as Teorias de Expiação. A Páscoa é um dos eventos mais importantes para o cristão, não apenas pela ritualística da dita Semana Santa, mas por tudo o que significa o clímax dela: a crucificação de Jesus, sua morte e ressurreição após três dias. Muitos teólogos e estudiosos buscam interpretações a partir do que os pais da Igreja primitiva (e claro, a própria Bíblia) entendiam acerca do sacrifício de Jesus. O que realmente significa Jesus morrer na cruz pelos nossos pecados? Será que foi apenas uma substituição penal ou a vitória de Cristo é mais abrangente do que isso? Quem matou Jesus: os romanos, Deus Pai, os fariseus, ou nós, que merecíamos a condenação pelos nossos pecados? Isso e muito mais agora, nesse BTCast!

A equipe Bibotalk deseja para você e sua família uma Feliz Páscoa!

Episódio do BTCast citado pelo Bibo: https://bibotalk.com/podcast/a-ressurreicao-btcast-445/

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O podcast cristão do Bibotalk tem a missão de ensinar teologia em áudio a fim de ver o crescimento bíblico-teológico da igreja brasileira.

Arte da capa: Guilherme Match (conheça o trabalho dele http://instagram.com/yohke)

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Legendas automáticas:

[Música]
muito bem muito bem muito bem como essa
mais um btcast de número 498 eu sou
Rodrigo Bigo e eu sei que foi pago um
alto preço para que contigo fosse um meu
irmão e aí foi pago o preço foi uma
troca foi uma substituição penal Tô
confuso eu sou Victor Fontana tô
gravando o meu próprio áudio agora eu
não sei como é que o computador faz para
salvar
boa boa me chama Guilherme Nunes e eu
defendo uma espécie de inspiração
definida com A e D minúsculo mas estamos
aí nossa Guilherme é para ser uma
entrada bacana suave para a gente né
galera tô aqui com dois feras sério ó
que alegria colocar Vitor Fontana e
Guilherme Nunes no mesmo podcast se você
não acompanha Nunes no Instagram e
Victor Fontana no YouTube você tá
perdendo aí um ótimo conteúdo de
teologia e é muito bom poder reunir os
dois aqui já são da casa já gravaram
vários btcas e hoje a gente vai falar
sobre teorias da expiação Sim meus
amigos minhas amigas aquele Jesus Cristo
morreu por você e ele te salva mas ao
longo da história da igreja teorias de
como isso se aplica como é como isso
acontece o que que é uma substituição
penal é uma troca o que que é o cristo
victor Olha aí Victor Victor vem aí ó
nessa teoria cristo victor que que é
essa teoria a gente tem que abraçar uma
só a bíblia sagrada da margem pra gente
abraçar todas como é que a gente entende
vamos explicar sim acredito tem as
teorias da expiação como é que isso se
aplica como é que isso acontece na sua
vida como é que a salvação é aplicada na
sua vida a gente vai discutir hoje aqui
neste feriado que é tão importante para
a fé cristã que é a Páscoa o feriado de
Páscoa Então essa semana aí temos a
Páscoa Então aproveite esse podcast
especial de Páscoa ensinando aí para
vocês as teorias da expiação aliás se é
que se fala dessa maneira meus amigos
depois vão me corrigir muito bem Victor
Fontana e Guilherme Nunes estamos aqui
para discutir teorias da expiação é
assim que a gente fala porque eu li em
algum lugar assim mas sei que os nomes
às vezes são volúveis como é que vocês
aí nos estudos de vocês se deparam é
teorias da expiação formas de expiação
como é que acontece ou não tem nome é
meio que cada um inventão não pode pode
chamar de teorias da expiação pelo menos
no universo da teologia sistemática é a
maneira de prática como se trata isso
para quem estuda inspiração do ponto de
vista da ritualística na área bíblica aí
a conversa vai para um outro universo
diferente do ponto de vista de campo de
estudo assim se você falar em teorias da
expiação a pessoa treinada ela vai saber
do que que você tá falando vai tocar um
Sininho Ah você tá falando se é
substituição penal se é ideia de resgate
se é Cristo os Victor como você
mencionou se é satisfação o cara vai
saber que é desse que é dessa praia aí
que você tá querendo falar alguma coisa
entendeu Se você usar essa expressão
teorias da expiação que pertence aí ao
reino da teologia sistemática né agora
insisto se você for conversar com a
turma que estuda teologia sacerdotal e
ritualística rituais do antigo Oriente
próximo ou da área bíblica ou da
antropologia e o assunto vira totalmente
outro que é diferente daquilo que a
gente tem para tratar hoje aqui é o que
as duas perguntas principais nesse tema
é porque Cristo fez na cruz e qual é a
extensão do que Cristo fez na cruz
quando a gente tá trabalhando na
primeira o que Cristo fez na cruz aí
envolve aquilo que a gente chama de
teorias da expiação como Vitor colocou e
quando a gente tá trabalhando sobre Qual
é a extensão alcança todos alcançar
alguns aí nós estamos trabalhando já
naquele debate conhecido pela internet
aí de Calvinismo
etc o qual é essa extensão se é limitada
ilimitada se é de múltiplas intenções
Então a gente tem duas perguntas para
responder muito importantes o que Cristo
operou na cruz e qual é a extensão
daquilo que Jesus fez legal então nós
vamos responder a primeira aqui nesse
podcast porque Tecnicamente a segunda
sobre o alcance a extensão A gente tem o
especial de páscoa do ano passado a
gente trouxe as duas visões né pelo
menos as principais as que tem mais
adeptos segundo a internet que é a
calvinista e arminiana a ilimitada e
ilimitada Então essas duas esses dois
modos de enxergaram o alcance da
expiação nós fizemos ano passado não
lembro com quem eu acho é a visão
calvinista não sei se foi com o Leandro
Lima e a visão arminiana foi com o
vai-te ou com o calça Lemos Rodrigo
calça Lemos confesso que eu não lembro
agora mas foi bem legal um calvinista e
um arminiano defendendo os seus modelos
de expiação o link destes dois podcast
Estarão aqui na descrição Deste btcast
aqui em bilotar o ponto com ou aqui no
YouTube no Spotify não sei porque já
mexemos mas não dá para a gente não
consegue habilitar link no Spotify a
gente ainda tá vendo isso Tá bom pessoal
mas vamos lá a primeira pergunta então
que o Gui traz aqui né ou seja o que
Cristo fez a cruz né nos resgatou foi
uma substituição penal gente Quais são
as principais aí teorias da expiação é
como é que a gente denomina elas Quais
são as principais que a gente tem aí na
sistemáticas dogmáticas E por aí vai e
nesse sentido eu acho que eu vou talvez
eu atrapalhe um pouco mais do que ajude
Então porque esses nomes na minha cabeça
eu sou igual a Luciana Gimenez Depende
de inglês eu tenho esses nomes em inglês
então por exemplo na patrística que tem
a ideia de resgate né eu tô traduzindo
direto de runson mas eu não sei se esse
é o termo consagrado em português
tem uma banda que a gente conhece
né
agora é com R né OK não
tem um n né é Rena e Rema só tem um m né
ramson que é a teoria do Resgate que é a
ideia de que nós somos resgatados dos
poderes do Mal dentro da história da
igreja a primeira teoria da expiação
agora eu não sei se em português se fala
assim mesmo esses me corrijam o Jean
Francesco o Nunes já dá um help aqui o
Jean Francesco coloca no livro dele que
é o reformando discipulado ele coloca a
grande troca que ele segundo ele aqui
foi a primeira metáfora usada por
cristãos primitivos a tentativa de
compreender o drama da Redenção foi a
linguagem de troca ou substituição aí
ele traz aqui a epístola de yogneto
enfim recebe de cesareia também que a
ideia é que a gente foi um sacrifício
substitutivo né oferecido por Cristo
então quanto mais reformada for a pessoa
e aí já entra um pouco de interpretação
do que que os pais da igreja estão
querendo dizer quando eles dizem as
coisas Sabe quanto mais reformada é a
pessoa mais ela vai associar essa ideia
de resgate nos pais da igreja há algo
parecido com uma substituição vai usar a
linguagem de substituição já nesse
início dos Pais da igreja porque porque
aí quando Anselmo chega com a satisfação
e os reformadores com a substituição
penal tal qual a gente conhece hoje o
acréscimo ou a mudança ela fica
parecendo muito Sutil não existe assim
uma distinção tão grande entre pais da
igreja teologia medieval Allah Anselmo e
luteranismo Calvinismo etc agora pessoas
que tendem a enxergar os pais da igreja
Como estando mais distantes do curso
reformadores vão tentar evitar a
linguagem de substituição onde
sacrifício substitutivo como algo
diretamente
proposto por esses países da igreja é
uma questão de debate em cima de como
você interpreta o que esses pais
escreveram que até ele continua né é
esse tipo de linguagem comercial para a
salvação possui Ampla nas escrituras
essa ideia realmente de resgate você
falou né ô gente no grego é litrão não é
outra coisa
mas é litron não é alguma coisa assim
gente Resgate não depende da sua
pronúncia que você tá tentando falar foi
mal na faculdade lilitão e ficou litrão
e é isso mas depois ele vai falar que
essa ideia de de emancipação né de Jesus
nos comprou com seu sangue e nos
libertou do império de satanás essa é a
primeira metáfora essa ideia foi uma
troca enfim um resgate né mas enfim dá o
seu centavos aí Nunes até 1930 tinha um
consenso de que Anselmo Estava à frente
da corrida da principal teoria né A
questão da satisfação e tudo mais só que
como o Vitor falou quando a gente começa
a analisar Tertuliano Cipriano e um
pouquinho antes a gente observa que essa
ideia de Anselmo foi uma resposta a já o
que já existia no pensamento dentro da
igreja ali principalmente pelos lados
mais africanos e é justamente a ideia de
que a ideia do Cristo os Victor já é
mais presente na igreja antes mesmo de
Anselmo então o que que a gente tem a
gente Possivelmente tem uma questão
realmente interpretação e o que vem
antes não é tanto que Cristo fez com
relação ao pecado mas o que Cristo fez
com relação à morte e o diabo isso já
vem antes então quando Anselmo escreve
ele escreve fazendo uma crítica as
imagens pitorescas que eram usadas para
demonstrar o que Cristo fez na cruz do
tipo derrotar o diabo derrotar os
poderes cósmicos e tudo mais então então
o que a gente tem é um debate para saber
o que vem antes que veio depois na minha
opinião principalmente tentar erupção Eu
acredito que a ideia de Jesus derrotando
o poder da Morte e do diabo ela é mais
presente no início da igreja do que
basicamente a ideia de Anselmo é se a
gente pensar nesse sentido e aqui a
gente não tá falando de certo e errado a
gente tá falando de História do
Pensamento isso perfeito é aqui a gente
não tá fechando uma posição nem mesmo
fazendo desejar esse dos textos bíblicos
que a gente percebeu que a gente nem
citou nenhum aqui ainda a gente está
meramente fazendo uma descrição de quais
são as posições e mesmo essas posições
dependendo do Prisma que você olha o que
a gente tá tentando trazer aqui é que
dependendo do Prisma que você olha essas
posições são retratadas de maneiras
diferentes o Guilherme mencionou a
década de 30 porque porque a data de
publicação em Língua Inglesa em 1931 é a
data de publicação em língua inglesa um
livro importante sobre teorias expiação
do Gustavo Allen que eu não sei como
pronuncia o nome desse Sueco tinha que
ter o Instagram aqui para poder fazer
essa leitura do Gustavo Fallen como como
que é o nome dele pronunciado
corretamente mas ele começa com a ideia
de Cristo os Victor quando ele escreve
sobre teorias da expiação ele vai
começar a interpretar pais da igreja e
Anselmo num Prisma diferente do Prisma
que era observado antes dele acaba que
ele convence muita gente o fato é que
ele faz uma proposta bastante
convincente a respeito dessa leitura dos
Pais da igreja e além disso ele vai
essa teoria do resgate dos Pais da
igreja e formular aquilo que ele mesmo
chama de Cristo os Victor então aqui a
gente tá se perguntou quais eram as
teorias de expiação certo nós temos aí
de alguma maneira a gente está falando
aqui de quatro teorias que são
concomitantes concorrentes conciláveis
ou irreconciliáveis mas quatro grandes
grupos de gente tentando elaborar a
teoria de como expiação acontece você
vai ter a turma do Resgate ou
substituição ou grande troca no começo
dos Pais da igreja essa é a primeira e
mais amplamente difundida no início da
história do cristianismo né agora quão
próxima ela é da satisfação de Anselmo é
que a briga a satisfação de Anselmo é
tão parecida é parecida uma mera
evolução ou é uma antagonismo uma
posição essa primeira Então você tem a
teoria da satisfação que a teoria de
Anselmo Vitor a gente consegue entrar em
detalhes né mas falar a teoria e pelo
menos
explicar Qual é a teoria Então a
primeira não de verdade assim tô sendo
bem honesto essa capacidade de síntese
com honestidade e acadêmica intelectual
não tem não é daí depois
eu vou explicar o porquê eu Eu só vou
explicar o porquê de boa só explicar e
dessa vez não dá porque se eu fizer isso
eu tô assumindo uma posição ideológica
Porque dependendo do Twitch que eu faço
se eu fizer um tweet eu tô assumindo que
Anselmo e paz da igreja então próximos
se eu faço outro Twitch eu tô assumindo
que Anselmo e paz da Igreja São
antagônicos mas vamos falar que tem
quatro Primeiro vamos primeiro decorar
os nomes porque isso precisa decorar no
ninho gente é igual organela de célula
na aula de biologia não meu Deus Tem
coisa que eu falo os nomes e falo você
não precisam saber vários podcast agora
essa aqui como as coisas elas são uma
discussão o tempo todo a gente vai ficar
recorrendo a nome essa aqui precisa
decorar o nome tá Então qual que é dos
Pais da igreja eu tô chamando aqui de
Resgate Porque em inglês é russo mas o
Jean francês que estava chamando aqui de
grande troca é citando Diogo Neto que
ele cita e o cara fala assim ó e na na
carta de diagonete epístola a dioneta
isso ó doce troca o ato inexprimível o
benefícios inesperados aí ele fez uma
homenagem aí ao carinha aí nós temos
Depois dessa que é dos Pais da igreja a
teoria da satisfação de Anselmo aí você
vai ter os reformadores com uma
elaboração da teoria e essa sim é bem
próxima de Anselmo uma elaboração da
satisfação de Anselmo que é aquilo que
nós fomos protestantes evangélicos a
gente meio que carrega isso encravado na
alma desde a escola dominical que é a
teoria da substituição penal
substituição penal Ok e para além da
teoria da substituição penal Você tem o
gosto da fauna reinterpretando os pais
da igreja e trazendo a ideia de Cristo
ou a vitória de Cristo sobre os poderes
do mal se você assim quiser essa teoria
do Gustavo Allen e conheceu termino essa
essas quatro só nomenclatura e
associando quem é quem aqui e aí depois
a gente pode tentar tuitar mas primeiros
nomes aqui essa teoria do Gustavo Allen
entre outras coisas ela ganha a
atratividade durante o século 20 porque
ela conversa muito bem aquela figura de
Jesus com um discurso anti Imperial
aquela figura de Jesus com um discurso
de vitória sobre Roma vitória sobre
César tem muita adesão no universo dos
estudos bíblicos quando isso lá na
teologia bíblica vai começar a conversar
com o pessoal da teologia sistemática o
pessoal da teologia sistemática que
tinha substituição penal encravado na
alma assim como nosso evangélicos
protestantes temos eles não olhavam
falar pô encaixa bem hein Será que a
gente não precisa considerar isso daqui
com mais carinho então existem outras
além dessas quatro mas acho que um dia
polêmica descansa tá em torno dessas
quatro aqui tá tem inspiração
governamental que é uma ideia bem
arminiana por sinal um dia você pode
trazer um arminiano craque para falar
disso que eu não sou
mas não é aí que vai haver polêmica ou
não é aí que são as grandes discussões
entendi é tanto que assim eu fiquei de
cara porque por exemplo tem pessoal que
não acredita na substituição penal por
exemplo né E foi nesse debate que eu
fiquei sabendo que foi um assunto que
passou batido no seminário e daí eu como
assim substituição penal tem gente que
não acredita na substituição penal que
legal que interessante vou dar uma
olhada enfim vamos então gente dar uma
twititada ou Guilherme quer dar os seus
dois centavos sobre esse meandro aí ou a
gente já pode dar suitadas e definições
né do que é cada uma e a gente paga que
a galera tá meio assim flutuando né
gente vocês estão falando aí tem 20
minutos eu tô meio flutuando nesse
debate já legal que agora eu já vi que
tem quatro tem mais mas pelo menos tem
as quatro principais aí ideias e teorias
da expressão né O que Jesus fez na cruz
que é a primeira pergunta né Nunes então
tem quatro formas de responder essa
pergunta e todas elas com textos
bíblicos e tal e a gente vai podemos
começar a exibir salas agora é um quando
a gente tá estudando isso de maneira de
exegético de teologia bíblica a gente
encontra uma dificuldade Porque quando
eles estavam pensando nessas quatro
posições ou nessas que vem decorrer da
história da igreja a linguagem é bem
filosófica e a linguagem é bem
sistemática se a gente for colocar
sistemática ela trabalha geralmente por
meio de indiferenças e ela vai levando
uma inferência a outra uma inferência a
outra e assim vai e às vezes quando a
gente tá lidando com o exército a gente
percebe que quando a gente trata as
coisas por inferência a gente acaba
ficando um pouco reducionista ou seja eu
penso que é só o que Anselmo fez Tá
certo porque a inferência é essa se os
seres humanos têm um fracasso de honrar
a Deus e aí eu vou fazer nessas
inferências eu acho que esse é o único
caminho então é uma coisa boa para quem
está escutando a gente é e não
necessariamente você precisa escolher um
o caminho eu e nem necessariamente você
precisa negar alguma dessas por exemplo
nós temos Joel Green que defende o que a
gente chama de uma visão caleidoscópia
que é uma ideia de que vai tentar
abranger todas essas posições num só
Prisma assim de repente quando você ler
colossências você encontra o clipes
victors você por exemplo primeira de
Pedro você contra a teoria da satisfação
sei lá é férias ou Romanos ou sem
quantas substituição penal e assim você
vai observando que isso na verdade é
realmente um cara endoscópio que é que
dependendo da posição você vai
conseguindo perceber que cada uma tem a
sua verdade sim isso não é relativismo é
perspectiva
[Música]
bom no Twitch já que eu disse que não
dava que que malvado que eu fui com você
vivo Meu Malvado Favorito ah não faz
assim que você me ganha
no Twitch cara substituição penal eu
acho que dá para a gente tratar porque o
nome ele é muito alto descritivo a gente
imagina que só pelo nome a pessoa saca
do que a gente tá falando mas acho que é
importante a gente dizer que
substituição penal dá pra gente tratar a
ideia de substituição penal A ideia é
que Jesus Cristo substitui a pena que
você deveria sofrer então pô isso é
super evangélico isso é super É isso que
eu tô querendo dizer que tá encalacrado
na nossa alma e na nossa mente marcado
com o ferro quente no nosso cérebro é
que que jesus veio fazer ué Jesus veio
substituir você na Pena que você deveria
sofrer Você cometeu pecados e esses
pecados precisam ser Quem pagou na
verdade foi Jesus então ele está
substituindo você execução penal certo
na execução dessa pena por que que
algumas pessoas chegam e fala assim Ah
não acredito em substituição penal bom
algumas delas porque elas Augusta falam
e de uma perspectiva aí da teologia
sistemática vou falar não o que Jesus
veio fazer é vencer as forças do mal né
o cara vai olhar e falar não é
claramente que jesus veio fazer é vencer
as forças do mal e aí você vai mostrar
para essa pessoa e ela lê Efésios
e ela vai chegar essa conclusão ela é
Colossenses Capítulo 1 Efésios Capítulo
1 a entrada das epístolas é desse jeito
o livro de colossense acho que o texto
de Colossenses eu acho até que valeria
pena de dar uma olhada que a inclusive
até o Gean que coloca dentro do Cristo
os Victor né mas é cancelando o escrito
de dívida que era contra nós e que
constava de ordenanças o qual nos era
prejudicial removeu inteiramente
cravando na cruz e despojando os
principados e as potestades publicamente
os esposas ao desprezo triunfando sobre
eles na cruz Colossenses 2 do 10 ao 15
eu não li tudo tá só devo ter lido 14 e
o 15 aqui antes disso O incolossences
você tem a ideia de Jesus Cristo como
Cabeça de todas as coisas de maneira
paralela aquela coisa que a gente fica
brigando na área bíblica para saber quem
é dependente de quem Efésios Depende de
Colossenses ou Colossenses Depende de
fezes mas dentro daquela briga eterna
quem é dependente de quem a ideia tanto
no primeiro Capítulo de Efésios quanto
no primeiro Capítulo de Colossenses de
que tudo converge pra debaixo da cabeça
de Cristo a ideia de uma de um
sacrifício de Jesus trata não somente da
salvação do ser humano mas da
Reconciliação de todas as coisas com
Deus e isso encaixa muito bem na ideia
de um Cristo vitorioso que que Cristo
veio fazer Ah pô e Cristo Veio tomar de
volta para Deus tudo que é dele ó a
ideia de resgate aí nos pais da igreja
tudo que era de Deus tudo que é de Deus
Cristo ele vai fazer o quê resgatar
quando ele faz isso ele sai
maravilhoso e aí você tem esse paralelo
entre o resgate dos Pais igreja e o
Cristo vitorioso do Gustavo Allen se
você olha para os pais da igreja dizendo
não enfatizando tanto que jesus veio
resgatar tudo que que era de Deus para
Deus agora mas com a ideia de que jesus
veio praticar uma grande substituição
quando você fala de uma grande
substituição fala assim não pera aí
Parece mais com a ideia do Anselmo e do
Calvino aqui da substituição penal Então
qual é qual Essa é a grande coisa e no
fundo no fundo existe aí uma disputa
pelos pais da igreja tem uma outra
disputa que faz com que um monte de
gente abandone a substituição penal que
é o seguinte ao mesmo passo que a partir
da década de 30 no universo da teologia
sistemática Você tem uma reinterpretação
dos Pais da igreja a partir das décadas
de 40 50 60 70 com os estudos do Antigo
Testamento da teologia sacerdotal então
a gente tá falando aqui do barulho
Levine do Jacob mil Grou a galera da
Bíblia mesmo da Mary Douglas a galera
que vai estudar Levítico é fundo esses
caras vão começar a olhar o dia da
expiação o yom kipur e vão falar opa opa
opa a gente tava falando desse Cordeiro
aqui sendo sacrificado como se ali
ocorresse um julgamento mas o que tá
acontecendo não é um julgamento a uma
refeição então a turma da teologia
bíblica vai começar a coçar a barba
também de falar assim pô será esse
negócio de substituição penal eu não
quero sintetizar as coisas ainda mas o
Guilherme ele já apresentou uma
belíssima maneira dentro da teologia
bíblica de dizer olha essas coisas estão
acontecendo concomitantemente tem um
cara aqui que ele traz essas coisas de
modo organizado chamado eu tô mostrando
no vídeo para vocês quem tá só ouvindo
não tá vendo mas eu estou com a teologia
sistemática em mãos esse podcast está
sem Ok é só tradicional tá bom gente só
fala áudio só escutando o padenberg ele
vai falar em substituição ele não vai se
eximir de usar a substituição mas ele
sabe que expiação não é apenas
substituição o Tomb Raider é outro cara
que vai buscar uma conciliação dessas
coisas o entity White que é tão atacado
por aí
diante você mito por uns mas de herage
por outros herege justamente nessa área
da justificação da expiação e tal o
tonight vai propor uma maneira de
entender a substituição penal que me
parece bastante interessante que é o
seguinte a substituição penal é uma das
metáforas que nos ajuda a entender o que
há economia da salvação que no fundo a
gente não sabe exatamente como Deus
Opera a gente tem uma revelação de que
Deus Opera Mas a gente não tem as nossas
elaborações e locuções a maneira como a
gente articula as coisas por meio de
palavras não dá conta de descrever
exatamente o que Deus está fazendo a
economização Então o que nós temos são
descrições muitas vezes metafóricas e a
substituição penal é uma delas mas não é
a então às vezes a troca de um artigo
definido por um artigo Indefinido em vez
de alguma coisa ser a grande teoria ser
uma das metáforas que em conjunto com
outras podem compor uma teoria maior por
isso muda tudo e isso faz com que você
possa pensar num Cristo vitorioso e
também em uma substituição penal e se
você perguntar para a maioria dos
Defensores da substituição penal eu vou
pegar um cara que escreveu um livro que
se chama defendendo a substituição mas
não tem em português então defendem
substituir que é o Simon gather Collor
Ele é professor de novo testamento em
Cambridge se você perguntar mas Simon
Vem cá você está defendendo a
substituição desse jeito com incidentes
que é a substituição penal Você acredita
que Cristo venceu porque a teoria do
Cristo Redentor é isso né Você acredita
se ele falou vai falar Lógico que eu
acredito
grandes Defensores do cristovicta mas
espera aí você não acha que Jesus morreu
por nós ele vai falar mas é claro que
Jesus morreu por nós o que que você quer
dizer com por nós a gente pode discutir
mas é a maneira como a gente vai
articular essas coisas é que dependendo
da radicalidade para um lado para o
outro você acabe ignorando alguns
aspectos alguns elementos que estão no
texto O Cristo dos Victor está no texto
e substituição pelo menos um novo
testamento está no texto e a gente não
pode ignorar essas coisas boa é
importante a gente quando tá pensando
sobre tudo isso pensar de que cada um
que foi desenvolver essas teorias
principalmente sobre penal ou Até
satisfação Victor há sempre aquela
questão do que está por trás do que é
que levou a pessoa a fazer isso né como
o Vitor falou no início todos Victor vem
muito daquela questão dentro paulinos
anti Imperial e tal a ideia de mostrar o
evangelho como uma mensagem contra ponto
a Roma e tudo mais a gente e no próprio
Anselmo que a gente vê ali o início né
da ideia feudal surgindo e essa ideia de
Honra e das honra surgindo E aí causando
basicamente Ele desenvolveu uma teoria
de satisfação baseada na teoria feudal
Enfim então a gente percebe que o
ambiente dessa galera tava certa forma
influenciou para eles desenvolverem
essas relações E aí é importante quando
a gente tá lidando com isso por exemplo
uma substituição penal perguntar porque
é que de forma prática a galera nega a
substituição penal por exemplo a questão
do Inter right ele tem uma parte que ele
fala muito legal sobre isso que ele
começa a falar sobre a questão de quem é
Deus quando a gente começa a pensar o
Deus que eu odeia o seu filho e ele mata
o seu filho na cruz e ele começa a fazer
algumas ideias pensando assim que Deus é
esse que faz isso então ele começa a
pensar em substituição penal como
problemática porque a linguagem ela se
torna problemática do Deus que é
apresentado na cruz com relação ao seu
filho então simplificando aqui para
tentar alcançar todos mas se você pensar
nisso vai dizer olha o que é na cruz é o
pecado não Cristo e isso traz para enter
White a fama justamente de herege de que
ele Tá negando de alguma forma
substituição penal mas não ele tá
querendo mostrar quem foi julgado na
cruz foi Cristo ou foi o pecado alguém
vai dizer Ok o pecado estava em Cristo
mas ele vai dizer beleza mas o que é que
a Bíblia diz em segunda Coríntios
Capítulo 5 que ele estava jogando o
pecado em Cristo e não necessariamente o
Cristo então ele começa a pensar o que
significa substituição penal e o que de
fato aconteceu na cruz Quem estava sendo
julgado o pecado ou Cristo e isso faz
com que ele pense Então o que significa
substituição o que eu quero dizer que
existem questões levantadas por enter
right que realmente a gente precisa
pensar como é que isso chega no
evangelismo chega assim quando a gente
levou evangelismo algumas pessoas têm
medo de dizer Deus ama o pecador e odeia
o pecado não não não não Deus odeia o
pecado e o pecador e aí o winter White
vai dizer o seguinte cara não tem nada
mais errado do que isso de uma forma
assim mais prática porque porque no
filho não foi assim ele continuou do
filho e jogou o pecado ele não jogou o
filho nesse sentido e aí de uma forma
assim bem esdrúxula e eu acho que Thomas
nada entende errado em 2010 no it is
tem uma confusão danada naquele naquela
conferência mas a ideia é que o que
pensa que a internet está negando que
houve uma substituição eficaz só que a
internet vai dizer não na cruz Jesus
vence a morte e o pecado e Quem subiu lá
para fazer isso foi o substituto do povo
de Israel fazendo com que a benção de
Abraão chegasse a todas as nações então
Jesus está sendo julgado como substituto
ali e esse julgamento É sobre o que
Cristo carrega que é justamente o pecado
do Povo Israel para fazer com que
aliança abraâmica finalmente fosse
cumprida né então a amplitude a
amplitude que a gente está discutindo é
e o Vitor falou muito bem eu acho que se
uma sacada genial o funcionamento é a
dinâmica interna da coisa ou é internet
nunca entrou Ele só tá dizendo o
seguinte de longe quando eu olho de
longe eu vejo o seguinte eu vejo um Deus
com Messias e o Messias se tornando
maldição ali no Madeiro e ele julgando
essa maldição para que as bençãos de
Abraão chegasse através de todas as
nações Então é isso que eu tô vendo e
nisso que o enterroide consegue juntar
substituição penal e Cristo os Victor a
gente tem que pensar o seguinte toda a
galera que desenvolveu essas teorias
eles estão preocupados com alguma coisa
do seu tempo ou foram influenciados por
alguma coisa do seu tempo se a gente
pensar dessa forma mas não significa que
isso é menos bíblico que na verdade essa
essa conversa de horizontes bíblicos e
moderno é o que causa a nossa teologia
que faz a nossa tecnologia É aquela
ideia de que quem matou Jesus né foi o
pai tem muita gente que não essa própria
frase o pessoal também já não curtiu
muito né quem matou Jesus foi pai como é
que vocês analisam essa essa ideia de
que não o pai matou o filho porque o
pecado precisa ser penalizado e foi
penalizado em Jesus e isso isso é
substituição penal Isso é uma
instituição penal vamos lá eu vou usar
uma outra polêmica que na verdade é uma
polêmica vazia para ilustrar que essa
nossa aqui em algum sentido talvez ela
também seja um pouco Quem matou Jesus
foi pai quem matou Jesus foram os judeus
Quem matou Jesus fui eu por causa do meu
pecado ou quem matou Jesus foi o Império
Romano foi todo mundo né joga no
liquidificador aí bate e sai ocupado
Então cara na real o problema é
abrangência da pergunta Porque
dependendo do que que você tá querendo
responder a resposta é uma é outra
dependendo do contexto que a pergunta Tá
sendo feita você tá precisando de uma
resposta diferente então o que que
acontece se você perguntar para mim qual
foi a lei que matou Jesus Ah foi a lei
do Império Romano mas não tem dúvida e
isso é ortodoxia por cima quando a gente
vai Declarar no que a gente crê como
Cristão nos nossos credos confessionais
dos conselhos ecumênicos a gente fala
que jesus padeceu sob poço Pilatos num
certo sentido você perguntar pra mim
quem matou Jesus eu falo Império Romano
Inclusive a gente tem a testação
conciliar A esse respeito e se eu falar
isso em qualquer lugar e alguém me
chamar de herege eu posso rebater essa
pessoa Claro com um elegância com
carinho carinho mais importante do que
elegância gente elegância é importante
mais carinho mais importante com
elegância com carinho vai dizer você
pode dizer a essa pessoa que ela ignora
e portanto ela é ignorante A esse
respeito todo mundo é ignorante a
respeito de uma série um conjunto de
coisas você não tá chamando a pessoa de
Ah seu ignorante não é isso mas ela é
ignorante quanto a ortodoxia conciliar
da igreja então no certo sentido fazer
isso aí o cara vai dizer ah então foi
Império Romano então não foi o pai não
espera aí qualquer pergunta que a gente
tá fazendo Ah pergunta é simples a
pergunta é quem matou Jesus
então quando a gente faz perguntas às
vezes muito abrangentes a Bíblia pega e
fala assim deixa eu dar um monte de
resposta para você aqui porque você
precisa contextualizar sua pergunta para
eu poder te dar uma resposta mais
definitiva então o que que acontece
parece para mim em grande medida que não
dá para você pensar num Deus onipotente
onisciente onipresente com todos os seus
atributos incomunicáveis e olhar para o
fenômeno da Cruz e dizer que o pai se
ausentou daquele Episódio você pode
dizer que o pai se ause em todo aquele
Episódio não há teologia de de repente
teologia do processo um teísmo aberto
quem sabe mas pensando numa teologia
mais Ortodoxa que afirma esses atributos
em comunicáveis de Deus cara Deus está
presente ali no episódio da crucificação
não é meramente humano então algum papel
um país exerce ali Então esse é um ponto
segundo ponto com todas as passagens
bíblicas que a gente tem por mais que eu
saiba do Risco antes judaico e
antissemita desse tipo de frase e
precisa ser considerado e sempre dito ou
risco que esse tipo de frase carrega que
é esse risco quando judaico antissemita
mas quando você olha para todas as
passagens e veja essa é uma discussão
que pananberg traz na sistemática dele
quando vai falar de expiação em grande
medida a discussão a respeito dos Pais
da igreja por causa de expiação é que
eles são Breves a respeito de tratar a
inspiração eles não são elaborados na
expiação porque ele simplesmente assumem
na leitura do novo testamento que Jesus
era um profeta que seria rejeitado pelo
seu povo então era para morrer mesmo
então ele foi morto pelos judeus isso
aqui é o seguinte se eu digo que Jesus
foi morto pelos judeus e e eu para nessa
frase Putz o problema que a gente tem na
história da igreja por causa dessa frase
é descomunal é monumental então é um
problemaço Mas se a discussão é vamos
brigar pela cabeça dos Pais da igreja eu
acho que o padre que traz uma grande
contribuição na sistemática dele no
Volume 2 ao mencionar que uma parte
desse problema de que a gente não sabe
direito que os pais da igreja estão
querendo dizer é que eles mencionam essa
questão muito ano passado os pais da
igreja tão super preocupados com
cristologia com doutrina da trindade
dentro da crislogia as naturezas de
Jesus divina e humana posteriormente a
união e postatica agora soteriologia não
é uma preocupação tão grande de união
com Cristo tem até Oz né que era uma
forma também de se entender a salvação
né é uma das teorias a expiação era
ateos ser humano interior sendo
divinizado pelo encontro com Cristo
enfim isso é um outro rolê todo esse
negócio longo e pro lixo que eu tô
tratando é para dizer o seguinte quando
a gente faz uma pergunta de ordem
sistemática para o texto bíblico e a
gente não delimita essa pergunta essa
pergunta se torna muito Ampla o texto
bíblico quase que invariavelmente jogam
um monte de respostas na nossa cara e
diz assim para você agora se Organize
esse treco aí porque um Deus bom todo
bondoso todo poderoso permite que o mal
aconteça o problema do mal a pergunta de
vi as extremamente amplo você pergunta
para Deuteronômio você vai ter uma
resposta se pergunta pra Jó se vai ter
outra você pergunta para Jesus você vai
ter outro elas são antagônicas entre si
não necessariamente mas existem
intenções entre essas perguntas entre
essas respostas Aliás o texto bíblico
vai dizer agora você se vira pra
organizar E aí a gente quando a gente
organiza o nome dessa organização chama
teologia
[Música]
a gente viu a questão da sucção penal e
a questão do Christus Victor querendo ou
não é a vitória de Jesus na cruz sobre
os poderes das trevas e é uma ideia de
uma vitória cósmica tudo aquilo que a
criação e todo o sistema foi submetido
então liberto por Cristo e a essa
vitória cósmica e venha da satisfação
que basicamente Anselmo tenta fazer uma
relação entre sotoriologia e cristologia
ele faz isso muito bem a do ponto de
vista sistemático e a ideia de que
basicamente o homem a humanidade
fracassa e honrar a Deus em dar a honra
a Deus e se fracasso é o que ele chama
de pecado que é justamente essa
impossibilidade de conseguir honrar a
Deus por aquilo que ele merece por ele
desonrado Deus dessa forma ele deve
então satisfazer isso dá uma ideia de
restaurar essa essa adesão daquele que
ele não rendeu a Deus só que ele não só
deve pagar o que ele deve como Além
disso E aí ele deve pagar além dessa
honra O que torna impossível já que a
humanidade está em pecado e ela deve
pegar isso já que ela deve pagar e ela
não consegue necessário que venha não só
um homem mas também venha alguém que
seja Deus que consiga pagar não Só o que
a humanidade deve Mas além do que a
humanidade merece E aí vem a ideia do
Deus homem do Anselmo de que ele é o
único Deus o homem que consegue
satisfazer a Deus nesse sentido de Honra
e desonra e tudo mais né sendo assim
essa é uma posição o que é interessante
em mim nessa posição assim para mim na
minha cabeça eu não sei se eu falei mas
é eu divido essa teoria em seis em seis
concepções assim mas enfim Nossa você
não falou com certeza não seis não seis
concepções aqui não é não foi falar é
porque a ideia a um fracasso tem que ter
essa reparação a humanidade tá
escravizada e não consegue então agora
Deus exige essa satisfação a solução é o
Deus homem e ele vem e salva na cruz
mais ou menos assim que eu divido na
minha cabeça de forma mais simples mas
essa é uma posição que ela começou a ser
mais abandonada e a substituição penal
ela começou a vim por conta da figura de
Deus isso tudo um Deus que parece que tá
suando por honra suando por me deu o que
eu quero me dê me dê isso essa ideia
desse Deus feudal como In The White vai
fazer essa acusação e de certa forma se
dependendo da perspectiva que você vê e
dependendo de como você enfatiza Anselmo
você pode deixar Deus como esse esse
aspirante quer ser honrada todo custo e
só vai se relacionar se isso vier ou não
e tudo mais é por isso que é verdade
Deus merece a honra que ele é de vida e
a humanidade deve a honra que é de vida
só que se eu tiver só isso a imagem de
Deus que já está sendo apresentado vai
ser uma imagem completa de Deus é de um
Deus que tá paranoico por honra só que
quando eu coloco aqui Guilherme não
perde filho da merda aí é porque se eu
ficar muito nesse aspecto Pode parecer
assim gente isso aqui é um diálogo
fictício tá bom meu Deus tu criou o
problema e agora a gente tá aqui tipo
mano você tá cobrando uma parada de nós
que mesmo colocou aí velho sabe assim
tipo se tu não cobrasse nada a gente
estaria de boa e tu que criou umas
coisas que a gente não consegue cumprir
e agora a gente tá aqui se matando para
honrar umas coisas que a gente não
consegue tipo e agora precisa fazer umas
cobranças que a gente não tem como
cumprir isso aí fica muito tirando né
muito assim Deus Riquinho mimado isso e
é aquilo que eu vi tu falou se a gente
olha por uma perspectiva essa figura de
Deus e de Jesus ela fica meio que
borrada se a gente só olhar por essa
perspectiva agora quando a gente vai pra
substituição penal E observa Deus
enviando seu próprio filho para morrer
no lugar de pecadores essa figura do
Deus feudal que pode ser apresentado
pela teoria da situação ela diminui na
verdade ela nem existe mais porque a
gente já começa a perceber outra coisa
só que na medida em que um Deus entrega
o seu filho nós também temos um filho
vitorioso na cruz e aí tem a
substituição penal então na medida em
que a gente Vai juntando as imagens Ok
Deus merece satisfação pela honra que
ele é devida beleza mas olha o que ele
faz ele envia o seu filho beleza mas
olha como na cruz o seu filho não é um
derrotado a linguagem de João né Sempre
levantado ali a serpente foi levantada
ele é glorifica ele é ele é colocado com
o maior honra por exemplo a melhor
maneira de a gente vê esse assunto é
pensando nisso de diversas perspectivas
para a gente não diminuir nem a figura
de Deus nem a figura de Jesus e nem
ficar paranóico assim olhando para um
Deus como se ele tivesse todo tempo
querendo algo de mim que esse é um algo
Pastoral mais aqui da teoria de Anselmo
mas o que pode acontecer se você não
olhar diversas pode ser inserido É
verdade são consequências diferenciais
que certamente Anselmo não corroboraria
mas tudo que a gente fala sai do nosso
controle quando ganha as páginas da
história né então uma outra coisa que
acaba acontecendo que certamente Anselmo
não assinaria embaixo é o seguinte
quando você pega a substituição penal e
é o que às vezes é feio e com as vezes
Talvez esteja sendo bem Generoso bem bem
bem Generoso quando você pega a
substituição penal e você diz isso daqui
e Evangelho é a mesma coisa e talvez
esse seja o grande problema que o tomb
ride vê não só o Tomb Raider mas o Scott
Mc Knights Matthew Novaes são essa turma
que andou discutindo e debatendo por
causa desse assunto quando você pega a
substituição penal e você equivale
substituição penal a evangelho porque é
uma teoria da expiação de uma teoria da
expiação ela vira a teoria da expiação e
de a teoria da expiação ela vira o
evangelho em âmbito Popular eu tenho
certeza que Anselmo não corroboraria com
isso Tá Mas em âmbito popular é o que
acaba acontecendo muitas vezes vai
substituição penal aí equivale isso aí
você fica com uma pergunta tá então se o
Evangelho é Jesus Morrer para pagar a
pena no meu lugar qual o papel da
Ressurreição nesse evangelho que está
pregando e aí você fica com um problema
gigantesco porque a ressurreição é um
treco muito Central claro que é um
evangelho isso é em Cruz seria um
evangelho sem sentido e é obviamente um
evangelho sem sentido um evangelho sem
Cruz e de uma maneira que eu acho que
ninguém é capaz de esquecer da Cruz na
mensagem do Evangelho agora já no
primeiro século parece que alguém tinha
propensão a esquecer da Ressurreição
porque na boca de Paulo você da palavra
né Sem ressurreição é vã a vossa fé
então alguém tá colocando em cheque ou
alguém tá suspeitando alguém tá
esquecendo da Ressurreição e a
ressurreição para Paulo Ele tá dizendo
assim não tivesse negócio a tua fé e aí
vem a teoria do cristovictor e ela é
maravilhosa No que diz respeito a
ressurreição porque dentro da teoria do
Cristo os Victor a ideia de ressurreição
é ali colocada conversa muito bem com
aquilo que a gente aprende da
Ressurreição por meio dos intérpretes
bíblicos teólogos do Novo Testamento
exegetas do novo testamento a ideia de
vitória sobre a morte de vitória sobre
pecado e inclusive também de vitória
sobre o império né então quando a gente
fala de forças do mal a gente não tá
falando apenas de forças metafísicas
aqui a gente tá falando de um perigo
muito real que se Jesus fosse
crucificado e não tivesse ressuscitado
ele não poderia ser o Messias porque
porque então ele foi derrotado pelo
Império Romano toda a expectativa
Messiânica para usar aqui a expressão do
método toda gramática da expectativa
Messiânica Ou seja a lógica interna
daquela expectativa a respeito do
Messias né Toda gramática da expectativa
Messiânica era de que o Messias
derrotaria o império tal qual a
revolução macabéa os rosmoneus
derrotaram os celeiros viria um novo Rei
que a exemplo desses derrotaria o
império romano não é impossível derrotar
o império romano a gente já derrotou os
macedônicos a gente já derrotou
celeucidas dá É Milagre mas dá então o
Messias vem aí para fazer isso E aí você
pega e me diz tá mas ele foi derrotado
pelo Império mano porque ele morreu na
cruz acabou impediu acabou o sonho o
sonho acabou o caminho de Emaús vamos
chorar você não sabe o que aconteceu Pô
cara todo mundo viu aquele que era Jesus
de quem era dito que Messias e tal foi
derrotado só faz sentido só caem as
escamas dos olhos quando a ressurreição
entra em jogo e a ressurreição significa
Cadê o império romano que nem o seu
maior instrumento de pena capital é
capaz de colocar freios sobre a vitória
de Cristo Jesus então a ideia de um
Cristo vitorioso se torna evidentemente
a boa notícia para aqueles que estavam
no caminho de Emaús é também a boa
notícia para Paulo a caminho de Damasco
Paulo quando olha os cristãos Pregando a
respeito de Jesus judeus que são
cristãos Pregando a respeito de Jesus
persegue aqueles caras até ele vê Jesus
vivo quando ele vê Jesus vivo isso reto
ele fala caramba evangelho boa notícia
que que eu tava fazendo até agora quando
tem justiça eu pratiquei mas por quê
Porque uma vez que Jesus está reto não
foi o Império Romano que venceu é
perfeito é assim isso retomando se você
pega a substituição penal e fala que o
Evangelho é só substituição penal você
fala ah mas qual que é o papel da
Ressurreição nessa história então o
evangelho ele compreende substituição
penal mas ele precisa ser mais do que
isso muito bom é perfeito tanto que
quando a gente tá tratando sobre por
exemplo a obediência de Jesus Às vezes a
gente que foi só para satisfazer as
obras de Deus não Deus requer certas
obras e Jesus foi obediente só que a
bíblia apresenta isso como algo muito
mais amplo ele é o segundo Adão ele é o
representante de Israel quando a gente
pega só pela linguagem mais sistemática
a gente começa a perder o drama é o
drama geral por exemplo a vida de Jesus
é só para conquistar mérito para nós não
Jesus foi enviado a Casa Perdida das
ovelha de Israel ele foi enviado para
poder tornar aliança abraâmica é efetiva
então geralmente o que eu percebo é que
quando a gente trabalha evangelho igual
a teoria da expiação a gente acaba
fazendo do Evangelho silogismo e não uma
história e o Evangelho é uma história e
não selogismo e aí não se lojista não
retra certas coisas como o Vitor falou É
isso aí são por exemplo cara como é que
pode eu fiz uma uma aula para uma
estrada agora foi justamente sobre
justificação e ressurreição o meu exame
bibliográfico que eu fiz a quantidade de
livros que a gente tem sobre isso é
mínima a relação justificação e
ressurreição é uma coisa assim que é
inexplicável porque essas duas coisas
não são relacionadas porque o próprio
Paulo faz essa relação em romanos 4 e no
final do 4 Então por quê porque
geralmente a gente reduziu o evangelho a
silogismo e não a uma história que é
abrangente a escatológica envolve o
reino O próprio Deus de Israel vim
pastorear o seu povo então é essa
amplitude que a gente precisa da teoria
da expiação por questão a gente vai
ficar trabalhando só pelo um certo viés
e reduzindo Deus a um senhor feudal
insano por honra e não senhor que
invadiu a história que fez o que fez é o
Tom right no caso né ele tá dominando
aqui hoje hein
[Música]
tem mais duas aplicações práticas que eu
acho que são importantes para a gente
nisso que o que o Gui tá colocando a
primeira delas é que o Tom que a gente
utiliza para discutir essas coisas é
importante quando eu falo do Tom o que
que eu tô querendo dizer não é o Tomb
Raider base ele já errou do Tom o Tom
right naquele Episódio com o Thomas
trainer eu acho que os dois erraram no
tom porque a gente que tá conversando a
respeito de como esse evangelho
extraordinário e maravilhoso essa enorme
notícia incrível da parte de Deus pode
ser melhor compreendido pode ganhar Vida
dia a dia das pessoas como aquilo pode
preencher o teu racional de sentido e as
Suas Emoções de Catarse disso que a
gente tá falando uma conversa dessa tem
que ser uma conversa com sorriso no
rosto e lágrimas nos olhos de coisa tão
incrível que é quando o sorriso se
substitui por uma feição carrancuda e um
ranger de dentes para definir quem é o
herege quem é o ortodoxo a gente perdeu
a mão a gente errou no Tom a gente
perdeu a mão e um dos problemas dessa
discussão em especial é que é quase que
uma discussão por um monopólio da
correção dogmática ou da ortodoxia não
deveria ser deveria ser um grande
diálogo a respeito de como a gente pode
Enxergar com olhos mais atentos com
óculos mais precisos com maravilhamento
mais intenso aquilo que Deus preparou de
tão precioso a ponto de sacrificar o seu
próprio filho é disso que a gente tá
falando então é o tipo de conversa pra
gente ter um sorriso no rosto e lágrimas
nos olhos e meu feição carrancuda e
ranger de dentes e eu acho que isso
precisa ser muito muito enfatizado e eu
falo isso a começar em mim gente eu não
tô criticando ninguém para de Fora eu tô
falando que eu sou o primeiro aqui tem
que me avaliar Nesse sentido porque erro
erro muito começar em mim quebra coração
a segunda aplicação prática que eu acho
importante a gente colocar aqui o
Guilherme pincellou ele passou por essa
questão e eu acho que vale a pena
elaborar é como isso faz com que a nossa
evangelização ela se torne mais cheia de
sentido para o mundo no qual a gente
está que que eu tô querendo dizer ah
elaboração comum da soteriologia
evangélica das quatro leis espirituais
ou do evangelismo explosivo aquelas
técnicas de evangelismo que a gente já
viu tantas vezes isso tudo é muito legal
ajuda a gente a memorizar até um roteiro
para falar com as pessoas mas ela pode
ser enriquecida por um senso de
maravilhamento e ela pode ser
empobrecida a ponto de se tornar um
fardo e a ponto de não ser mais uma boa
notícia para alguém as quatro leis é
quase que um jeito de enxergar o
evangelho como sinônimo de substituição
penal por exemplo e é maravilhoso como
aquilo é simples e como aquilo ajuda a
gente a memorizar até um roteiro prático
e isso é muito bom agora se a gente pode
enriquecer isso porque não E se a gente
sabe que existe um risco de
empobrecimento porque não andar munido
Contra esse risco eu vou dar um exemplo
para tornar isso concreto esses dias eu
vi um rapaz num vídeo de Tik Tok falando
a respeito da falta de coragem que a
gente tem de dizer para as nossas
crianças que elas são pecadoras e que
Jesus morreu por causa delas por que que
você tem medo de dizer para o seu filho
ai porque ele é bonitinho porque ele não
sei porque nesse mundo de hoje que é
muito cheio de frufru e de
refrescalhamento a gente não tem mais
coragem de dizer a verdade a gente tem
que dizer a verdade para as crianças
também então você vai para o seu
filhinho e diz pra ele você é mal você é
cruel se você continuar nessa vida você
vai para o inferno Jesus morreu por sua
causa do ponto de vista da substituição
penal e daquilo que a gente entende como
elaboração bíblica dessa substituição o
que ele falou não tá errado agora
existem formas de se falar Verdades e a
gente vendo que essa verdade não é
verdade inteira Olha só como muda e o
Rodrigo já me viu falando isso acho que
ele já sabe que eu vou dizer mas olha só
como muda quando além da substituição
penal a gente conhece um espectro mais
amplo do que são as teorias da expiação
em todo o seu espectro bíblico da coisa
você chegar para o seu filho e dizer o
seguinte filho o mundo que Deus criou É
extraordinário e você vai viver isso
Experimente esse mundo porque é um mundo
extraordinário as árvores os céus olha
os pássaros a minha filha quando vê a
lua cheia toda vez ela fica
impressionada ela tem um ano e meio
quando ela tinha meses ela já ficava
impressionada com a lua apontava para
ela e fazia assim uou porque esse mundo
é incrível
uh sacanagem é filha de lobisomem né
Eu sou peludo para caramba
desculpa foi mal não tem problema não
tem problema é bem bonito eu não resisti
esse mundo é maravilhoso filho esse
mundo é maravilhoso filha maravilhoso
filha Aproveite esse mundo só que é o
seguinte esse mundo ele ele foi
corrompido pelo pecado você vai
aproveitar vendo nele problemas sofrendo
com ele como o papai também sofre ele
não é perfeito e ele não é perfeito e
isso é culpa do papai isso é culpa da
mamãe porque a gente erra e faz dessa
experiência desse mundo perfeito criado
por Deus uma experiência que tem dor uma
experiência imperfeita isso é culpa do
papai isso é culpa da mamãe também E
você também é a boa notícia é que o meu
erro seu erro e o erro da mamãe não são
a Palavra Final sobre esse mundo a
Palavra Final sobre esse mundo é Jesus
Cristo e a sua ressurreição porque ele
venceu para te resgatar desse pecado
desses erros que a gente comete e vem
para resgatar esse mundo que foi criado
Originalmente bom para que ele seja
extraordinário Novo Céu numa Nova Terra
ainda mais bonitos do que isso que você
Experimenta Isso é uma boa notícia isso
são evangélico mudou o jeito que a gente
evangeliza ou não mudou Nossa totalmente
eu disse para a criança que ela é
pecadora ou não disse só que se você só
acredita em substituição penal você
corre o risco de achar que a boa notícia
entre aspas que o evangelho entre aspas
diz respeito ao pecado e não diz diz
respeito a como Deus lida com o pecado
acho que uma coisa que não apareceu no
programa ainda e merecia pelo menos um
tweetinho uns dois centavinhos uma
palavrinha é a ideia do Resgate pago a
Satanás teve isso na história da igreja
também não teve teve na música do Diante
do Trono
A faroeste Cabocla a Faroeste
Caboclo dos crentes e tal então tem Tem
essa ideia também que é E aí que que
vocês acham dela essa ideia de que foi
paga um resgate pra satanás né Parece
que essa é uma das ideias as quais
Anselmo reage de maneira um pouco mais
violenta é uma das coisas que motiva é
uma fala espera aí espera aí a gente
precisa corrigir esse rumo é essa essa
ideia é que foi confundido por alguns né
ela se confunde quando o resgate
a gente tá pagando essa fiança para quem
entendeu isso exatamente até esse é o
problema da ideia da fiança né do
Resgate e tal a gente está escravo de
quem bem é de satanás ou é do pecado
Deus está pagando a fiança o pecado ele
é uma entidade que tá recebendo Isso é
meio conf né me ajuda é o Gregório tem
até uma analogiazinha que eu não lembro
bem agora memória não anda boa mas a do
anzol a espécie que ele tá ali os
resgatando do Mal analogia péssima por
sinal mas eu entendo que é isso essa
teoria do Resgate é uma espécie de
maniqueísmo pensamento panicismo
bastante desenvolvidos assim que causou
um grande problema na história da igreja
porque se confundiu justamente com o que
Cristo fez na cruz com relação a Satanás
algumas linguagens Paulinas pressupõe
alguma coisa desse tipo como é o caso de
Colossenses Gálatas que parece que ele
tá nos livrando do reino de satanás
assim mas quando a gente pega a
linguagem de Paulina por exemplo em
Gálatas que nos livrou do reino das
Trevas ele nos trouxe para isso a ideia
não é que Satanás estava me prendendo
ali naquele reino A ideia é que eu
estava ali servindo a Satanás pelo teu
prazer então a diferença da teoria do
Resgate para o pensamento Paulina que na
teoria do Resgate pra sermos Livres algo
precisava ser pago a ele só que na ideia
de galo azul de Colossenses Paulo diz
que nós estávamos lá porque queríamos
nós estávamos lá porque era o nosso pai
Jesus vai usar uma linguagem familiar
então não não porque houve alguma prisão
e a gente tava lá mentindo aqui por
favor né para colocar assim na linguagem
bem fácil então assim em certo sentido
uma relação da cruz com Satanás mas essa
relação não é uma relação de um
pagamento a ele para que ele libere algo
ao contrário é justamente uma vitória
sobre ele para que aqueles que estão
debaixo do império dele sejam libertos é
Mas não saindo de alguma espécie pago a
Satanás mas porque o seu próprio coração
foi transformado Jesus veio ao evangelho
veio triste citou e assim por diante
então colocando de uma forma bem simples
seria mais ou menos isso hoje ainda
existe como Vitor colocou né na música
Lá a gente vê muito isso em batalha
espiritual também essa ideia de
libertação pra gente começa a colocar
dentro do espectro do evangelho e tal
brasileiro a gente começa a Perceber que
realmente Ainda tem muito poder dado ao
diabo né mas um dia nossos filhos
falarão sobre essas músicas escreveram
nos livros que Diabo foi isso
muito bom muito bom gente é isso quem
não dá uma palavra final nesse feriado
de Páscoa aí pessoal tá ouvindo isso na
sexta-feira ou no próprio feriado
domingo queria Apesar né que já teve
momentos muito bonitos mas Abra o
momento aí agora para vocês darem uma
palavra Pastoral Pascoal fique à vontade
Vitor se tiver né eu sei que você já
gastou bastante bala aí mas se tiver
mais alguma aí no cartucho estamos aqui
de peito aberto Nossa que enfim foi
horrível mas eu foi de coração que eu
pensei na analogia é tu escreveu um
assassinato por exemplo exatamente do
velho homem do Meu Ego vamos levar para
esse lado para não ficar mais complicado
por favor
se for preciso e é preciso estude mais
um pouco o evangelho deve ser pregado a
todo momento e sempre com muito estudo
um pregador do Evangelho com coração na
obra de Cristo Ele não precisa
necessariamente pode ter estudado para
ser um excelente pregador agora se o
estudo está diante de vocês sendo
disponibilizado para que você eu faça a
pergunta é por que não conhecer melhor
Deus que a gente ama tanto ou diz amar
muito bom Sua palavra Pastoral Pascoal
para esse final de semana existe uma
imagem que eu gosto muito de um livro
que eu gosto muito bastante criticado eu
mesmo critico Às vezes as bases bíblicas
são colocadas na nota de roda da Fé Mas
é um livro Peregrino de Antônia livre
que eu gosto muito não é uma literatura
fantástica pelo amor de Deus não é é uma
analogia mas para mim a figura do
Cristão se aproximando da Cruz e jogando
fardo dele ali para mim pagável assim
então quando eu penso na Páscoa eu penso
em fardo sendo jogados e num Cristo que
ressuscita sem mais nenhum fardo que era
meu assim então não olhe para essas
teorias da expiação somente de longe se
aproxime da Cruz porque tem perdão para
qualquer pecado qualquer dor qualquer
qualquer coisa o Cristo que venceu ele
ele perdoa e não esqueça o evangelho não
termina na morte o critério é sobre a
vitória do ressurreto o Messias tá
reinando e nós somos partes desse reino
então todas as vezes que você for pregar
evangelho pregue esperança amor e fé e
aproximem as pessoas da Cruz e você
mesmo se aproxime da Cruz sensacional
sensacional gente foi o nosso especial
de Páscoa para vocês aí nesse final de
semana tão importante para a fé cristã é
morte e ressurreição no mesmo final de
semana isso realmente faz deste feriado
algo muito importante são datas muito
marcantes para a nossa fé nós vamos
botar o que desejamos a vocês aí um
ótimo final de semana de muita reflexão
de muito pensamento pessoal em português
é Poxa eu esqueci de falar isso antes
mas o que que vocês recomendam aí é de
literatura para a galera poder dar uma
olhadinha e tal eu quero indicar aqui
alicermagraf na sua teologia sistemática
histórica e filosófica é uma introdução
à teologia Cristã lá na parte de
cristologia ele faz um levantamento e
legal que ele vai conciliando aí essas
visões Então você tem lá basicamente
parte de um capítulo sobre a redenção
ele falando dessas teorias e uma graph
como você deve saber se não sabe que vai
saber agora ele é um ótimo pesquisador e
sintetizador de pensamentos então
recomendo a teologia sistemática
histórica e filosófica dele é um bom
manual de teologia tá bom bom manual de
teologia e lá na parte de cristologia
tem essas teorias explicadas e ao mesmo
tempo também amarradas né uma Gravity
vai fazendo também essa costura Não
descartando elas mas integrando elas eu
não sei se o livro do Gustavo está em
está em português deixa eu dar uma
olhada não tá acho que não a gente tem a
fé cristã eu acho que do Gustavo Allen
né que é a fé cristã acho que Cristo os
Victor a gente não tem a gente tem um de
capim Azul dele que até eu tinha no
seminário da editora haste na época se
eu não me engano Nossa não vou fazer uma
pesquisa muito exaustiva não mas só
dando uma olhada aqui é é da haste Você
tem razão e é a única coisa que tem e
também nem conseguindo publicado
atualmente pelo jeito então porque assim
o livro Cristo dos Victor do do alway
seria interessante porque ele vai falar
ainda de uma terceira de uma terceira de
uma mais uma vertente aí que a gente nem
tocou que é de Pedro belardo mas aí
seria muita informação para um podcast
só mas a ideia do sacrifício de Jesus
como exemplo moral
o Jean Francesco tem o reformando
discipulado do introdução
Mística que ele vai falar que também tem
o da Salvação satisfação vigária a gente
falou essa né satisfação de cara né a
satisfação
era usada pelos reformadores aí tem a
influência moral também que é a quinta
metáfora influência moral é petrol e
isso é exatamente ele começa a falar do
Pedro Abelardo aqui tem lei evangelho
também que ele fala que ele vai trazer
aquela ideia que é uma forma de aplicar
a redenção É isso aí gente é reformando
ou discipulado uma uma fé cristã do Jean
Francesco é uma teologia sistemática
reformada por assim dizer mas o João
Francisco era um cara bacana eu diria
que é uma introdução à teologia com viés
sistemático do ponto de vista reformado
o nome dele é reformando discipulado
porque a ideia do livro é que você seja
capaz de usá-lo numa caminhada inicial
de conhecimento teológico e de
discipulado mesmo é um discipulado
bastante aprofundado
mas é bem interessante o livro tem uma
indicação de livro aí Nunes você lembra
agora pode ser até em inglês tem uma
galera inteligente aí que sabe inglês
que ouve a gente tem um livro agora que
saiu Eu não sei o vídeo souber é três
pontos de vista sobre modelos de criação
é um debate sobre esses textos e tal
você bota em inglês três pontos de vista
sobre expiação aí você vai encontrar
esse livro é um livro de uma capa
branquinha é comendo também A
sistemática do Richard Studios ele faz
uma pequena avaliação lá no capítulo
sobre expiação que é muito legal as
notas de rodapé Ele oferece umas ideias
da aplicação essas teorias dentro da
teologia brasileira e eu acho que vale a
pena você pesquisar
durante o episódio ah Eu mencionei para
lembrar que eu indico toda vez para
sempre todas as vezes parecia a pessoa
tiver um pouco de paciência porque não é
uma literatura fácil isso é verdade né
ah tô começando tal não quero um livro
muito difícil acho que o magurata é é
o meu melhor pedido é uma melhor pedida
agora se você quer uma sistemática
elegante elaborada bem articulada em
língua portuguesa os três volumes do
wolfar nem Berg fazem o trabalho muito
bem muito bom Victor obrigado pela tua
presença que mais uma vez nesse VT Cash
Meu Irmão tamo junto Eu que agradeço
sempre o convite é nós
daquele jeito é isso voltamos a semana
que vem se Deus quiser assim permitir
Fiquem todos na paz do senhor Jesus e
Feliz Páscoa
[Música]

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