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A fé vem pelo ouvir

MANUAL DE APOLOGÉTICA – COM FILIPE FONTES | PODCAST EDIÇÕES VIDA NOVA #23

MANUAL DE APOLOGÉTICA – COM FILIPE FONTES | PODCAST EDIÇÕES VIDA NOVA #23

MANUAL DE APOLOGÉTICA – COM FILIPE FONTES | PODCAST EDIÇÕES VIDA NOVA #23

Neste episódio do podcast Vida Nova, Filipe Fontes apresenta o livro "Manual de Apologética", escrito por KENNETH D. BOA e ROBERT M. BOWMAN JR.

– Como podemos defender melhor nossa fé no mundo de hoje?
– Como vemos a apologética na Bíblia e na história?
– Quais as principais escolas apologéticas?
– Quais são suas metodologias, pontos fortes e pontos fracos?
– Quem são seus defensores?

Isso e muito mais nesse podcast!

Adquira o livro aqui: https://www.vidanova.com.br/livros/manual-de-apologetica

#Apologetica #FilipeFontes #EdicoesVidaNova
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Legendas automáticas:

[Música]
E aí pessoal eu sou Saulo Sena e seja
bem vindo ao podcast da Editora Vida
Nova aqui a gente procura conversar com
autores pastores e teólogos em geral
sobre os livros lançados pela Editora
Vida Nova e as questões importantes que
eles abordam hoje vamos tratar de um dos
meus assuntos preferidos apologética
para falar do lançamento da Editora Vida
Nova o manual de apologética abordagens
integrativas para defesa da fé cristã do
kennet boa e do Robert Baumann Júnior se
você quer saber mais sobre como defender
sua fé como vemos a apologética na
Bíblia e na história Quais as principais
escolas apologéticas suas metodologias
pontos fortes e fracos e também seus
defensores além de principalmente
entender como podemos integrar todas
essas abordagens para fazermos uma
melhor defesa da nossa fé no mundo de
hoje você precisa ler esse Calhamaço
aqui de mais de 700 páginas e ouvir a
conversa que vamos ter agora sobre tudo
isso com Reverendo Felipe Fontes nesse
novo episódio do podcast da vida nova E
aí Felipe seja bem-vindo mais uma vez
aqui no podcast da vida nova É sempre um
prazer ter você com a gente e por favor
se apresente mais um pouco aí para o
pessoal que está vendo você aqui com a
gente pela primeira vez
Salva para mim é sempre uma alegria
também viu falar contigo e de alguma
forma contribuir aqui com edições vida
nova comentando sempre os seus
excelentes lançamentos através dos quais
a editora Tem abençoado o povo de Deus
aqui no nosso país Eu sou Felipe Fontes
sou pastor da Igreja Presbiteriana do
Brasil atualmente servindo como auxiliar
lá na Igreja Presbiteriana de Santo
Amaro e também professor de teologia no
centro presbiteriano de pós-graduação
Andrew Jumper também no seminário José
Manuel da Conceição Essas são as
atividades principais assim em termos
profissionais Além disso sou casado com
Lenice pai de Ana Lívia e de Daniel que
são certamente os instrumentos através
dos quais Deus tem mais me ensinado
sobre ele e sobre o que significa viver
para a Glória dele no mundo basicamente
é isso aí sempre falar contigo amém amém
muito bom Reverendo bom tá aqui com você
vamos lá deixa eu me acostumar com
Felipe aqui para a conversa fluir mais e
falando sobre essas aulas né você faz
tempo que dá aula inclusive foi meu
professor no seminário e eu acho que o
assunto Apologia sempre tá ali permeando
algumas das aulas que você dá né da aula
de filosofia você tem informação
estudos bastante na área e isso é uma
questão que que é bem interessante para
nossa época porque a gente vive numa
época onde a verdade é relativizada e a
gente muitas vezes tem que cair no
assunto da apologética mas aí eu acho
bom Justamente a gente começar definindo
o termo para aqueles que ainda não estão
tão familiarizados Então vamos vamos
começar por aí o que é apologética
Felipe falando um pouquinho da minha
experiência com aulas eu eu já estava
acostumado a ensinar a pologética para o
pessoal da pós né Mas esse semestre
curiosamente é a primeira vez que eu tô
ensinando a apologética para o pessoal
do seminário é a turma do quarto ano lá
tá estudando exatamente essa disciplina
nesse semestre comigo lá no JMC a
projetica é uma palavra relativamente
nova ela nasceu no século 19 mas ela vem
de uma outra palavra que é bem mais
antiga que é a palavra Apologia no grego
cujo significado é defesa Ou melhor essa
é a tradução né a tradução mais comum da
palavra Apologia é defesa mas na verdade
a palavra ela é a junção de duas outras
ou de uma palavra e de um prefixo logia
e que significa
discurso que afasta literalmente Esse é
o significado da palavra E é porque era
o discurso que um acusado proferir no
tribunal geralmente no mundo antigo
com a finalidade de afastar de si as
acusações que ele estava sofrendo então
é por isso que a palavra significa
discurso que produz afastamento ou
discurso que afasta porque a ideia era
de alguém que estava sendo acusado e
tinha então a oportunidade de afastar de
si essas acusações mas de maneira geral
a palavra acaba sendo traduzida por
defesa Apologia é uma palavra que chegou
na nossa língua né então ela ela existe
na língua portuguesa quase que Idêntica
a pronúncia e a escrita lá no grego
obviamente se transliterado
só que no Brasil curiosamente a palavra
é geralmente relacionada a coisas mais
negativas né Eu não sei exatamente é
porque isso aconteceu não tem uma
explicação para isso mas em geral na
língua portuguesa a gente usa muito
Apologia para falar da Apologia ao
aborto Apologia ao Crime Apologia as
drogas e assim sucessivamente mas
na de maneira geral a palavra Apologia
significa defesa e apologética é o campo
da teologia que reflete estuda sobre a
maneira como ao longo da história a fé
cristã foi defendida das acusações Que
ela sofreu durante o seu desenvolvimento
então a fé cristã sempre sempre se
desenvolveu em um ambiente de tensão
hora um ambiente de maior tensão hora de
menor tensão mas ele sempre sempre foi
um ambiente de tensão e sempre existiram
pessoas que se levantaram para afirmar a
legitimidade da fé e do comportamento
Cristão diante de críticas que
Inimigos da Fé eventualmente faziam a fé
e é o comportamento Cristão esses
indivíduos ficaram conhecidos como
apologistas ou apolojetas e a disciplina
que lida com
esse procedimento e com esse modo de
defesa ficou conhecida como apologético
Então na verdade Saul para a gente ser
muito rigoroso a gente até poderia fazer
uma distinção entre Apologia e a
apologética para se referir ao
procedimento prático de defender a fé
como tecnologia e ao campo que lida com
esse procedimento como a apologética mas
na verdade depois que a palavra
apologética surgiu no século XIX Ela
acabou engolindo a palavra Apologia sabe
então a gente fala tanto do procedimento
quanto da disciplina hoje usando a
palavra apologética mas eu acho que é
bom que as pessoas que estão nos ouvindo
percebam essa distinção a apologética
pode ser tanto alguma coisa que a gente
faz quanto alguma coisa que a gente
estuda tanto um procedimento quanto um
campo do conhecimento muito bom ótima
definição e aí de certa forma a gente já
entrou bastante nas funções da
apologética aqui com essa explicação mas
eu acho que vale a pena a gente afunilar
um pouco para como é que ela é usada no
nosso dia a dia e até eu quero pegar um
gancho disso que foi o que você falou
sobre esse lado negativo porque você
falou negativo do uso da palavra
Apologia né apologia a gente usa para
Apologia coisas negativas mas quando a
gente fala apologética no meio Cristão
existe aquela ala que se interessa pelo
estudo da apologética e existe aquela
ala mas evangélica lista alguma coisa
assim que acha ruim a defesa da fé
porque sente que está atacando as outras
crenças ou que a gente simplesmente
tinha que falar Jesus te ama então a
pergunta é Quais as funções da
apologética para o meio Cristão e a
outra Porque que as pessoas muitas
pessoas vêm como algo negativo o uso
dela
perfeito eu vou começar pela segunda e
depois vou me dirigir a primeira Então
deixa eu tentar falar um pouquinho a
respeito dessa questão da da Visão
negativa que muita gente tem da
apologética eu acredito que existem
vários fatores pelas pelos quais isso
acontece ou aconteceu historicamente
está atrelado em parte a debates
teológicos na história e também a
maneira como a apologética se
desenvolveu sobretudo na nossa cultura
aqui no Brasil então historicamente nós
temos um debate que aconteceu
basicamente no século passado em torno
da natureza da relação entre a
racionalidade e a fé E isso gerou um
certo afastamento assim de algumas
pessoas dessa desse esforço por
verificar e afirmar a racionalidade da
fé cristã diante de outras visões de
mundo
junta-se a isso o fato de que no Brasil
a apologética se desenvolveu muito em
termos do estudo de seitas e heresias e
o modo como ela se desenvolveu no Brasil
não foi na maioria das vezes um modo
muito amigável Ou seja a imagem que
apologética adquiriu no território
brasileiro no meio teológico brasileiro
foi uma imagem mais bélica tanto é que
quando a gente pensa
imediatamente em uma imagem que possa
definir a apologética o que nos vem de
cara assim é aquela imagem do cavaleiro
medieval das Armas não é de uma espada
de um escudo porque essa metáfora da
guerra ou da Batalha acabou sendo
atrelada de maneira muito direta a essa
questão da apologética Então eu acho que
muita gente tem dificuldade na nossa
cultura com apologética
por causa de ecos de um debate teológico
que afirma algumas vezes a natureza mais
irracionalista da fé cristã
porque a apologética se desenvolveu de
maneira muito superficial do nosso país
lidando com coisas muito pontuais como a
o debate em torno de seitas e heresias e
aí quem não tem muito interesse nesse
debate acaba deixando de perceber a
utilidade e a relevância da apologética
e em terceiro lugar eu acho que isso se
deve ao próprio espírito ou a maneira
como muitos apolojetas não apenas no
Brasil mas também em outros lugares
acabaram assumindo essa função não
conseguindo se desvencilhar de uma
perspectiva mais
bélica até mais orgulhosa vamos dizer
assim do debate e na conversa com
pessoas que não não são cristãs e não
defendem o cristianismo né então eu acho
que as razões são basicamente essas aí
existe um texto sim
uma coisa que que eu percebo também que
eu queria ver com você é o uso da
internet em relação a isso se tem como a
gente vê a ligação porque eu vejo que a
internet tem sido usada de forma
positiva muitas vezes para aumentar a
sede das pessoas pelo estudo da Bíblia
pelo estudo da teologia pelo estudo
inclusive da defesa da fé na entender
mais um pouco desse lado racional da
nossa fé e como nós podemos apresentar
mas a gente sabe que quando vai para o
meio da internet o que nós mais temos
Infelizmente são aquelas pessoas bélicas
em sua defesa né que falam ali vão
defender a fé como você falou o orgulho
e tudo mais você acha que a internet a
maneira que apologética foi abordada por
esses teólogos de internet ela tem
contribuído para essa visão negativa da
apologética
sim sem dúvida eu acho que o próprio
eu sou da defesa de que é forma é
conteúdo não é então as pessoas às vezes
elas estabelecem uma distinção muito
radical entre o veículo de comunicação e
o conteúdo que a gente comunica e a
internet por natureza tem essa essa
rapidez como uma característica da sua
forma de comunicação e
a rapidez ela exige de nós certa
simplificações e mesmo certas posturas
assim mais
ativas que faz fazem com que a mensagem
que
requer sabedoria na transmissão às vezes
ou essa sabedoria de transmissão da
mensagem seja perdida Então eu não sei
exatamente o quanto a gente vai colher
do impacto disso para o futuro mas o
fato é que a internet o modelo de
comunicação da internet que acaba
exigindo essa rapidez tende de certa
forma a nos conduzir a uma abordagem
mais direta que acaba afastando algumas
pessoas desse Campo de estudos também
então eu acho que tudo isso de certa
forma contribui né Para que algumas
pessoas se afastem da apologética existe
um artigo do
grupo faz chamado seis inimigos do ideal
apologético que é bem interessante
pessoal quiser procurar depois pode dar
uma olhadinha isso está disponível aí na
internet e a gente vai perceber ali ele
ele coloca ali de maneira muito clara É
algumas coisas que tem feito com que a
apologética Deixe de se desenvolver
agora veja vamos para a primeira questão
que Você levantou que é qual é a
utilidade da apologética né
vejam eu acho Saul aqui a Project com a
disciplina extremamente útil e cuja
utilidade precisa ser
redescoberta ou resgatada quando eu falo
sobre isso eu sempre me lembro que
estudiosos de apologética em geral falam
de três diferentes
características ou três aspectos da
apologética então fala-se muito da
apologética como defesa
apologética como prova e apologética
como ofensiva eu tô usando aqui as
categorias do frame mas o Alisson
pura e simples usa outra tecnologia
diferente e outros estudiosos usam
termos diferentes para se referir
basicamente a mesma coisa
que ao contrário do que a gente pensa a
apologética não é apenas uma disciplina
defensiva ela não serve apenas para
defender a fé de acusações é que vem de
fora do ambiente
Eclesiástico e Cristão ou mesmo
defendê-la de acusações que vem de
dentro do ambiente Cristão mas ela serve
como prova no sentido de ajudar nos
articular bem aquilo que Nós cremos o
que tem um impacto para nós
individualmente e serve também para que
nós no embate com o pensamento não
Cristão possamos demonstrar de alguma
forma
irracionalidade a insuficiência deste
pensamento visando posteriormente a
apresentação da Fé então eu diria que
apologética tem mais utilidades básicas
que poderiam ser aí obviamente
ampliadas A primeira é manter a pureza
doutrinária da igreja Então essa é a
primeira finalidade
importantíssima sem a apologética a
heresia adentra a teologia e toma conta
do nosso ambiente teológico e segundo
lugar apologética tem um benefício
espiritual no sentido de nos ajudar na
nossa relação com Deus uma vez que nós
somos seres tendentes a incredulidade e
podemos por causa das circunstâncias nas
quais nós nos envolvemos na vida sermos
tentados a incredulidade também eu
sempre me lembro de João Batista não é
que foi o precursor de Jesus Cristo
depois preso mandando seus discípulos a
Jesus para perguntar se ele era de o
Messias ou se eles deveriam esperar
outro não é a apologética tem essa
função de articulando racionalmente a
nossa fé
nos ajudar a compreender as razões pelas
quais Nós cremos e pelas quais nós
esperamos aquilo que esperamos então há
um benefício
espiritual na apologética para nós
mesmos e depois um benefício da
apologética para evangelização
Talvez o francischer tenha sido o
apolojeta que mais se Valeu desse
benefício para para
ajudar outras pessoas que não contexto
de secularização
Confiam em redentores alternativos que
são insuficientes perceberem a
insuficiência dos redentores Nos quais
elas estão confiando a fim de receberem
a verdade do mulher então o shaper
falava da apologética como a pré
evangelização
no mundo secularizado como nós estamos a
apresentação do Evangelho é pressupõe em
certa medida uma desconstrução de Visões
de mundo
apostas né que precisam ser
desconstruídas antes que as pessoas
recebam de alguma forma o evangelho
então apologética nos ajuda na pureza
doutrinária da igreja apologética nos
ajuda espiritualmente é manter a nossa
fé naquilo que de fato deve ser mantido
a apologética nos ajuda no trabalho de
evangelização
muito bom ótima resposta e aí eu acho
que uma pergunta que surge a partir dela
é muito bonito mas a gente vê isso na
Bíblia porque eu acho que justamente os
que que ficam Contra Eles pensando isso
não é coisa de Bíblia isso é coisa de
fora da Bíblia de livros de teologia né
como se fosse uma coisa
filosofia ou aquela teologia mais seca
na visão do pessoal como se não fosse
bíblico E aí a questão é nós vemos a
personagens bíblicos usando de algo que
nós podemos chamar de apologética para
seja para evangelizar para pureza para
esse tipo de coisa
perfeito essa de fato é uma pergunta
importantíssima porque em geral é assim
mesmo que as pessoas venham apologética
né como coisa de um grupo específico de
pessoas que têm um treinamento em
cultura geral filosofia lógica ciência e
etc mas não é coisa de como usar que uma
expressão que as pessoas usam né que é
de crente
não é não é uma coisa para todas as
pessoas que creem em Jesus Cristo bem a
Bíblia a Bíblia tá cheia de apologética
tá cheia de apologética primeiro a
palavra embora a palavra apologética não
apareça na Bíblia porque ela é recente
Como eu disse né do século 19 a palavra
Apologia aparece na Bíblia em vários
lugares né no Novo Testamento Então a
gente tem alguns pelo menos uma dezena
de usos da palavra Apologia no Novo
Testamento em geral no seu uso mais
clássico que é aquele uso de defesa
diante de um tribunal então por exemplo
quando Jesus fala com os discípulos
Quando vocês forem levados pelos
tribunais e vocês terão que responder
não se preocupa com aquilo que vocês
terão que dizer porque o espírito santo
vai guiar vocês naquilo que vocês vão
dizer a palavra responder aí é a palavra
Apologia então Jesus de um momento em
que os discípulos haveriam de fazer
Apologia diante de tribunais então a
palavra aparece ali
eu diria que é existem
textos é muito apologéticos no seu
objetivo então por exemplo Gênesis
Capítulo primeiro Gênesis 1 é um texto
que tem um forte objetivo apologético
lembra do contexto o povo de Israel tá
saindo do Egito depois de um tempo de
escravidão
recebeu no Egito várias cosmogonias
pagãs várias visões de mundo sobre a
origem que tem dia uma definir a
identidade deles de maneira equivocada
durante a sua estadia no Egito E aí
Moisés escreve Gênesis 1 para dizer a
verdade a respeito da origem do povo mas
muito de Gênesis 1 é um embate
apologético essas cosmogonias que o povo
de Israel havia ouvido então parece que
Moisés tem um objetivo apologético
quando ele escreve a narrativa da
criação por exemplo mostrando que
enquanto em outras cosmogonias antigas o
mundo é o resultado da Batalha entre
diferentes Deuses né um Deus mais ligado
à Terra outro Deus mais ligado a água na
verdade a realidade foi criada por Deus
sem nenhum tipo de briga por meio da sua
palavra que separou a água e terra só
dizendo onde é que cada uma das coisas
deveriam ficar então é de certa forma um
embate
apologético o texto de Gênesis Capítulo
primeiro o texto tem a Bíblia tem
imperativo usar apologética Então ela
tem ordens para que a gente faça
projetica a primeira ou a conhecida e
mais completa delas Talvez esteja na
primeira carta de Pedro né quando Pedro
diz que ao invés de ficarmos atemorizado
quando as pessoas falam conosco a
respeito da Fé nós devemos santificar a
Cristo como senhor em nosso coração
estando sempre preparados para responder
a todo aquele que pedir a razão da nossa
da nossa fé Então essa é uma corda do
meu texto com certeza esse é o texto
mais usado assim né quando você fala de
apologética pessoal usa bastante ele é o
que eu tenho chamado de Locus clássicos
da apologética porque é o imperativo
apologético por Excelência né então a
gente tem imperativo e a gente tem
diversos personagens bíblicos fazendo
apologética
talvez eu vou destacar dois aqui tem
muito de apologia nos profetas do Antigo
Testamento também mas eu vou citar dois
personagens do novo testamento que é
aos quais a apologética tá muito ligada
de maneira direta então um deles é o
apóstolo Paulo Paulo é um personagem que
é visto em Atos dos Apóstolos envolvido
em vários diálogos apologéticos e é
curioso que Lucas escolhe três diálogos
maiores para registrar e eles três esses
três diálogos são isso é muito legal
eles têm públicos diferentes primeiro
diálogo que Lucas registra de Paulo ele
tá na sinagoga em Antioquia da piscina
então é Paulo falando com um grupo de
judeus
o segundo discurso de Paulo é o discurso
de Paulo em listra quando ele tá lá
junto com Barnabé E aí o pessoal
interpreta os dois como Deus E aí ele
vai e fala com aquelas pessoas
apologeticamente é um grupo de eu vou
definir assim de gentios incultos que tá
ali questionando a identidade deles E aí
Paulo prega para esse pessoal e tem um
discurso apologético ali e o terceiro é
em Atos 17 já no areópago é que é o mais
clássico de todos quando Paulo tá diante
de
gentil Os cultos né um grupo de
filósofos ali eu fico me perguntando
porque que Lucas escolhe esses três né
Talvez seja para mostrar como é que
públicos diferentes exigem uma
apologética distinta ou uma apologética
diferente né até em Atos 17 inclusive
você vê o foco maior nesse discurso que
ele vai fazer ali no Areal pagou para os
para os filósofos e líderes políticos
ali na nação mas ele é no início Paulo
tá falando na sinagoga com os judeus
depois ele tá falando ali com a
população de geral que tá curiosa para
saber que nova filosofia é essa que
estava sendo apresentada e depois ele
fala com os filósofos e líderes Então já
ali já com 17 mesmo vemos essa
pluralidade de públicos e diferentes
abordagens que são usadas perfeito é é
que a 17 só traz o registro do discurso
final né mas ele faz menção a outros
discursos da pregação de Paulo em Atenas
também então esse é um personagem
importante e o outro sem dúvidas é o
senhor Jesus Cristo cara quantas vezes
os Evangelhos mostram Jesus Cristo
envolvido
em debates apologético
é muito curiosos então certamente as
pessoas que estão nos assistindo se
lembram de ocasiões diversas em que
Jesus foi colocado em situações difíceis
por grupos religiosos de sua época né os
fariseus os escribas o de Deus então
esses caras eram eram
feras em tentar armar situações difíceis
para pegar Jesus de alguma maneira então
Talvez algumas mais conhecidas seja é
lícito pagar tributo a César não é outra
seja aquela da Ressurreição Olha uma
mulher que tem mais marido depois na
ressurreição Ela será esposa de quem
então são tentativas ali de fazer Jesus
se comprometer através daquilo que ele
diz então Jesus faz apologética com seus
opositores durante todo o seu ministério
agora o diálogo de Jesus apologético do
qual eu mais gosto é o diálogo dele com
a Mulher Samaritana sem nem sem sombra
de dúvida aquele diálogo é Fabuloso
porque mostra de maneira muito clara o
coração
amável é e humilde do Redentor na
maneira como ele dialoga com as pessoas
olha cara é a Mulher Samaritana é muito
interessante esse episódio porque ela
tenta ela tenta usar a teologia para
escapar ao assunto a respeito do qual
Jesus Cristo queria de fato conversar
com ela e eu acho que se fosse eu se
fosse eu no lugar de Jesus ali teria
dito como minha filha eu não vou
discutir teologia com você não quer
saber de uma coisa você estudou teologia
onde para querer esse é o espírito com
qual muitas vezes Nós
entramos em uma conversa dessa natureza
mas é muito curioso como Jesus olha para
ela e diz é sobre isso que você quer
falar vamos conversar sobre isso vamos
dialogar sobre isso e ele conduz a
Mulher Samaritana
naquele discurso de modo que ela tivesse
de dar conta da de fato de onde estava o
Seu Coração Diante diante de Deus mas a
maneira amável não é a maneira caridosa
com que Jesus se relaciona com ela é um
negócio fabuloso e Fantástico Então quem
disser que não tem apologética na Bíblia
precisa ler a Bíblia de novo cara
é bem por aí e eu acho que vale também
uma menção honrosa aqui porque assim não
tem um diálogo expondo ele fazendo
apologética mas tem a descrição que é do
Apolo né Aí eu gosto de ressaltar que é
o nome do meu filho aí já foi também do
personagem Mas você vê alinhar os 18
falando como Apolo era um homem que era
eloquente que era cheio do espírito e
que foi usado pelo céu Inclusive
inclusive para convencer publicamente os
judeus provando por meio das escrituras
que o Cristo era Jesus né então
parece que o cabra era bom de retórica
seu menino vai ficar assim também
rapaz estou orando por isso é a oração
assim Senhor e atos 18 se cumpre aqui em
alguma medida
Tomara deu certo é isso aí e avançando
aqui a gente falou da apologética na
Bíblia vamos avançar um pouco para
Apologia na história vocês já citou o
Shaker que é mais recente já falou de
alguma forma já fez menção ali na
patrística mas eu acho que vale a pena a
gente destacar um pouco mais dessas
questões da apologética na história como
é que ela vem sendo usada perfeito bem a
projetica assim nasce é de maneira mais
procedimental vamos dizer assim
no período antigo inclusive o primeiro
grupo de pessoas que recebe esse nome né
recebe no século II ele é chamado de
pais apologistas Então a gente tem ali
os pais apologistas dentre os quais
estão Justino não é tertu
Irineu e etc são vários origens vários
pais da igreja que são homens que
estavam enfrentando diversas acusações
lembra que o cristianismo ele ele nasce
em um ambiente muito tenso então ele
nasce sendo acusado pelos judeus de ser
uma uma seita que estava pervertendo a
natureza da verdadeira religião e ele
nasce acusado pelos Romanos de ser uma
religião dissidente por causa da
dificuldade que os cristãos têm de
cederem a religião oficial do Império
Romano que era a religião de adoração do
Imperador lembra que o império romano
ele era bastante pluralista
e permitia que várias religiões pudessem
conviver desde que essas religiões
mantivessem aquela que era a religião
organizadora da vida social do império
que era adoração ao Imperador Então os
cristãos tinham muita dificuldade com
isso então eles são acusados recebem
várias acusações nesse período algumas
são até curiosas assim chegam a ser até
meio cômicas não é então os cristãos são
acusados por exemplo de canibalismo por
afirmar em comer e beber o sangue de
Jesus Cristo né na ceia do senhor eles
são acusados de incestuosos porque eles
privilegiam O Casamento entre irmãos
então aí o pessoal começa a acusar o
cristianismo de ser uma seita incestuosa
então esses irmãos são irmãos nossos que
se levantam muitos deles escrevendo
cartas abertas por exemplo para os
imperadores da época para dizer o que é
o cristianismo e como cristianismo não é
passível dessas acusações que estavam
sendo feitas naquela ocasião então isso
isso seria mais a apologética do período
antigo que é uma projetica
majoritariamente de defesa em virtude do
período né e do lugar do cristianismo
nessa ocasião quando a gente chega na
Idade Média a gente tem um momento muito
diferente na história porque agora o
cristianismo ele é uma força cultural
muito dominante não é depois da do
Advento do catolicismo não é surgimento
das Universidades e o cristianismo
começa a fazer parte da Matriz maior do
pensamento nessa ocasião e nesse período
a apologética continua acontecendo mas
agora é mais uma apologética de prova e
não apologética de defesa Ou seja a
pergunta agora é como é que a gente pode
articular racionalmente a nossa fé e
apresentar sistemas de pensamento que
são robustos e que demonstrem a
racionalidade da fé em Jesus Cristo e do
comportamento
comportamento Cristão Então nesse
período a gente tem personagens
importantíssimos como Agostinho
aboécio
Anselmo São Tomás de Aquino cada um
deles oferecendo aí uma contribuição
diferente a partir de paradigmas
diferentes e a gente tem por exemplo
argumentos apologéticos que nascem no
período medieval e que depois vão se
estender até hoje são estudados
acadêmicamente então Agostinho por
exemplo tem um argumento epistemológico
para a existência de Deus
Anselmo Cunha aquilo que ficou conhecido
como argumento ontológico para a de Deus
lá no pros loggio tomar de Aquino na
suma contra o gentios apresenta a cinco
vias do conhecimento de Deus baseados ou
baseadas no pensamento de Aristóteles né
que é a grande contribuição de Tomás
então é um período muito frutífero o
período medieval para colorgética
sobretudo na cunhagem desses argumentos
que serão estudados muitos deles
abandonados outros serão burilados né e
aperfeiçoados posteriormente e quando a
gente chega no período moderno a gente
tem basicamente um enfrentamento do
secularismo né então na modernidade a
gente tem uma nova virada em que o
cristianismo agora já não é mais uma
pensamento que
é aceito majoritariamente pelas pessoas
e agora sobretudo no mundo contemporâneo
ele é muitas vezes questionado em termos
da sua racionalidade da sua legitimidade
e os apolojetas modernos e
contemporâneos enfrentam de maneira
muito significativa o secularismo então
alguns nomes importantes aí muito
conhecidos dentre os apolojetas
contemporâneos talvez no Brasil os mais
conhecidos sejam CS Lewis que escreveu
cristianismo puro e simples um texto
apologético importantíssimo o
francischer com a sua famosa trilogia né
também muito conhecida para quem quiser
ler o texto mais apologético do shape o
Deus que intervém é onde ele apresenta o
seu modelo ou seu método
a gente tem outros personagens
importantes como abrancar também muito
conhecido no Brasil
vantil é menos conhecido um pouco mas
também muito conhecido no Brasil é o pai
daquilo que se chamou de apologética
reformada e talvez o grande apologista
do século do nosso tempo né seja o
William Land Craig que é o apogeta
contemporâneo mais influente e mais
relevante aí participando de debates
contra
novos ateus não é e debates diversos e a
quem a Editora Vida Nova já tem
publicado há algum tempo
excelente é são nomes que valem vale
muito a pena consultar ler né aprender
mais com ele se vocês têm interesse
sobre apologética né se quem tá aí nos
ouvindo tem esse interesse sobre
apologia é algo muito interessante de
consultar E aí avançando aqui além de
falar um pouco dessa parte histórica da
apologética além de nesses partes mais
de introdução que a gente também
conversou aqui e o livro vai falar sobre
a principal o principal ponto do livro
Essa questão das abordagens das
principais abordagens que existem e uma
visão de uma integração entre elas Então
antes da gente falar como é que há uma
integração a gente precisa falar do que
é que está sendo integrado Então vamos
falar aqui de quais são primeiro de
maneira geral os nomes dessas principais
visões que são tratadas no livro e
depois vamos entrar um pouco e cada uma
delas Quais são as principais
linhas métodos apologéticos destacados
aqui beleza antes de fazer isso me
recomendar efusivamente esta obra manual
de apologética abordagens integrativas
para defesa da fé cristã a obra que é de
fato aquilo que o seu título disse é um
baita manual de apologética para aqueles
que desejam ser introduzidos de alguma
maneira nesse assunto e nessa temática é
como eu disse a você no começo eu tenho
ensinado para os alunos da graduação
pela primeira vez apologética este
semestre e o livro Manual de apologética
tem sido muito utilizado por nós durante
as nossas aulas lá e eu recomendo
bastante esse livro pelo trabalho que
ele faz e basicamente o que ele propõe é
que existem quatro diferentes grandes
metodologias ou quatro grandes escolas
apologéticas
dentro das quais nós podemos
né outros movimentos menores mas os
quatro ou essas quatro seriam a
apologética clássica a apologética
evidencialista a apologética
pressuposicionalista ou reformada e o
fideísmo que é algo interessante porque
Em geral os fideístas eles acabam sendo
excluídos de uma perspectiva projecética
né então em geral fidelistas eles são
meio Inimigos da apologética mas os
autores deste manual perceberam que há
uma contribuição apologética de fato
dentro do fideísmo também e ele não
deixa de
consistir em uma abordagem apologética
em certa medida que enfatiza algo
diferente das outras três então seriam
esses três grandes essas quatro grandes
escolas aí né
evidencialista
pressuposicionalista ou reformada e o
fideísmo excelente Então vamos agora
começar a funilar um pouco né porque é
bom a gente destacar a existência dessas
escolas porque às vezes quando se fala
de apologética as pessoas têm a
impressão de que estão falando sempre do
mesmo método da mesma coisa e na verdade
quanto conversavamos aqui já falamos de
pessoas que tinham métodos diferentes já
falamos de até na Bíblia mesmo
diferentes metodologias usadas a gente
poderia dizer em alguma medida então
agora vale a pena a gente começar a
destacar um pouco o que é cada uma
dessas escolas vamos começar pela
clássica além do nome dizer aí que ela
ela tem esse papel maior né mas mais
forte vamos vamos trazer aí que eu acho
que ela é mais usada quando se fala de
apologia ao entendimento mais comum pelo
menos pelo menos aqui no Brasil né então
vamos falar da apologética clássica
perfeito
clássica recebe esse nome não é porque
é
os seus adeptos entendem que estão dando
continuidade ao trabalho que foi
iniciado o originado pelos pais da
igreja durante o período o Período
Clássico então em geral é por isso que
esse que as que esse modelo apologético
recebe esse nome por que que eu tô
enfatizando isso salvo porque entre os
apolojetas Existem algumas brigas certo
são várias brigas na verdade
existe uma apologética para defender
Qual é a escola cologética
exatamente e usa projetos reformados por
exemplo não tem tanta facilidade com
essa afirmação de que a apologética
clássica seguiria os padrões ou os
princípios que são usados pelos
Defensores da apologética clássica
recentemente eu atualmente Então os
Apolo foram formados diriam que a
apologética clássica ou apologética
reformada encontra é muito da sua
maneira de proceder entre os clássicos
também mas essa é uma discussão é para
outro momento e para para outra
outra abordagem né a apologica clássica
ela é basicamente uma apologética que se
preocupa com a natureza lógica racional
da fé cristã então a grande Pergunta dos
apolojetas clássicos É sim
a fé cristã é consistente ou é
internamente coerente e usa projetos
clássicos Eles procuram
demonstrar Por meios de argumentos
majoritariamente dedutivos a lógica ou a
racionalidade da fé cristã Então acho
que grande assim grosso modo a grande
ênfase da apologética clássica está no
papel da racionalidade no papel da
lógica ou da coerência interna do
discurso no debate com as pessoas que
não é aceitam ou recebem a fé cristã
como legítima ou racional excelente
antes a gente avançar aqui deixa
destacar aí para quem está nos
assistindo que o nosso objetivo aqui é
fazer algo mais geral não queremos
afunilar onde é que você vai encontrar
uma um desenvolvimento do que a gente
está abordando aqui é no livro no livro
você vai encontrar todo esse
desenvolvimento para você entender
realmente o que é cada uma dessas
escolas se os pontos fortes fracos mas
aqui a gente vai passar né Por Cima
assim dando um resuminho algo breve que
é o objetivo do nosso podcast E aí
avançando nisso Felipe inclusive você
poderia dar algum exemplo de do que é
essa apologética clássica é algum
exemplo que normalmente é uma evidência
dessa metodologia sendo usada
veja bem
vamos lidar com uma pergunta
especificamente né é Suponha que alguém
Pergunte a Um apolojeta clássico porque
que ele deve acreditar em Jesus Cristo
certo Então essa é uma pergunta comum e
creio que todo apogeta tem essa pergunta
em alta conta porque se esse é o nosso
alvo né levar as pessoas a receber a
Jesus Cristo como como o senhor bem uma
projeta clássico tenderá a argumentar
com alguém que é lógico ou é consistente
da perspectiva racional crer que Jesus
Cristo é quem ele disse um argumento bem
conhecido é o argumento usado por snews
em Sua obra quando ele fala por exemplo
é de como não faz sentido que Jesus
Cristo seja um homem qualquer a luz
daquilo que Ele disse não esse é um
argumento bem comum lembra que lhes diz
olha Jesus Cristo era alguém que olhava
para as pessoas e dizia estão perdoados
os teus pecados não é
ele era alguém que falava como Deus e no
entanto as pessoas embora não reconheçam
como Deus elas tendem a ter uma boa
visão a respeito dele então eles diz
olha isso não faz sentido isso não é
lógico se Jesus dizia as coisas que ele
dizia e dizendo as coisas que ele dizia
Das duas uma ou ele é Deus e isso faz
sentido ou ele era um louco qualquer não
é porque não faz sentido absolutamente a
um ser humano bom que não seja Divino
olhar para si mesmo como se fosse como
se fosse Deus alguém que faz isso não
deveria ser bom ele seria alguém mal
então isso é um exemplo de como é que a
apologética clássica lidaria com essa
questão da razão pela qual alguém
deveria crer em Jesus Cristo
excelente E aí você já falou de certa
forma um pouco dos dos principais
defensores né Lewis seria um então aí da
apologética clássica quem mais a gente
poderia sim colocar o próprio Craig
Atualmente é muito adepto dessa desse
modelo embora mais recentemente e eu
acho que inclusive esse livro vai nessa
direção
Apolo dietas tem percebido que eles não
precisam ficar preso a um único modelo
não é mas existem outros entre os
reformados por exemplo biblioffield era
uma projeta que se valia muito dessa
metodologia e desse e desse modelo né
Aos medievais estariam dentro disso que
a gente chama de apologética clássica
não é então o caso de tomar por exemplo
estaria bem dentro dessa projetica
excelente e pontos fortes e fracos é o
que é que a gente poderia destacar de
forma breve sobre apologia clássica bem
isso vai depender muito da da do modelo
apologético que alguém adote né então
se você tivesse fazendo essa pergunta
para alguém que é um adepto da
apologética clássica ele diria só tem
pontos fortes e não tem pontos fracos
e aliás veja bem deixa ressaltar um
negócio eu acho que essa é uma questão
Essa é uma das razões pelas quais este
livro é interessante é uma das razões
pelas quais o livro deve ser lido e
considerado é que ele nos faz exatamente
olhar para essas perspectivas como tendo
alguns elementos de força ao mesmo tempo
em que tem as suas fraquezas e eu acho
que em geral essa força e fraqueza ela
tá muito relacionada ao mesmo Ponto
então eu diria que é um ponto forte da
apologética clássica apontar para
necessidade e o valor da coerência
interna entre as proposições no contexto
de uma de uma visão de mundo não é então
isso é um elemento importante e a ser
considerado Agora eu entendo que é um
ponto de fraqueza e aqui falo mais na
condição de uma projeta pressuposicional
é ignorar os efeitos noéticos do pecado
e é supor que a razão teria um aspecto
de neutralidade onde o debate
apologético pudesse se travar Então
nesse sentido eu creio que a projetica
clássica tende a certa ingenuidade
quanto ao papel dos pressupostos na
interpretação da própria realidade
entendi só para deixar claro para quem
nos Ouve os efeitos noéticos que você tá
falando aí do pecado depravação total é
a corrupção aí do nosso entender seria
isso tem nada a ver com Noé é isso mesmo
da queda ou do pecado na mente humana
excelente vamos avançar aqui e
apologética evidencialista que é que nós
podemos resumir sobre ela o que ela é
basicamente a apolojetica evidencialista
é aquele modelo de apologética que é se
Vale da correspondência entre o
cristianismo ou a fé cristã e a
realidade externa como o seu grande
argumento Então ela valoriza muito os
fatos ou os acontecimentos históricos
científicos como um instrumento para
defesa da fé Daí vem a palavra
evidências né de onde vem o nome
evidencialismo então é apologética mais
eu diria se a projetica clássica tem
demais para uma perspectiva mais
racionalista é levando em conta que a
epistemologia a apologética
evidencialista ela tem demais ao
empirismo Então ela é uma projeta mais
empirista da perspectiva
epistemológica aqui uma pergunta quando
o crag vai defender a divindade de
Cristo apontando para as provas sobre a
ressurreição aí seria uma espécie de
apologética evidencialista perfeito a
ressurreição é a grande preocupação dos
apolojetas evidencialistas porque a
grande evidência para o cristianismo
para um Apologia previdencialista é a
ressurreição de Jesus Cristo então a
grande a grande contribuição da
apologética evidencialista para
apologética de modo geral É exatamente
esse levantamento não é de evidências
externas dos
dogmas ou das verdades da fé cristã
então isso aí é muito comum entre os
apologéticas evidencialistas e o fato de
você mencionar o Craig Mostra o quanto
os personagens mais recentes já estão
mais abertos a considerar elementos de
abordagens Diferentes né então o craque
por exemplo é um personagem difícil de
ser catalogado porque ele tem muitos
elementos de apologética clássica mas
também trabalha com muito de apologética
evidencialista né Eu acho que elas
acabam sendo duas que mais conseguem se
conectar talvez não sei assim parece
muito ligadas muitas vezes na
argumentação que pelo menos que eu vejo
dos dos apolojetas atuais sim
frequentemente é difícil até distinguir
a apologética clássica da apologética
evidencialista excelente aqui os pontos
fortes você acabou falando essa questão
de levantar a evidências para a nossa fé
né não mostrar que que a nossa fé ela
tem vários outros elementos que
colaboram para para nos apontar para
crer naquilo é mas aí de pontos fracos
Eu sei que uma questão vai ser os
efeitos não éticos poderia destacar mais
algum algum ponto fraco da apologética
evidencialista
aqui eu me lembre agora é uma certa
ingenuidade quanto à maneira como nós é
interpretamos a realidade eu diria que
há uma certa ingenuidade epistemológica
na apologética evidencialista
epistemologia também vale a pena o que é
que é essa ingenuidade epistemológica
sim epistemologia é a teoria do
conhecimento né aquele Campo da
filosofia que lida com o conhecimento
então quando eu falo de ingenuidade
epistemológica do me referindo a uma
ingenuidade quanto ao funcionamento da
nossa razão e da maneira como nós
conhecemos a realidade a ingenuidade
aqui tá no fato de imaginar que existem
fatos brutos ou fatos que não são
interpretados como se nós tivéssemos
aqui um terreno neutro e olhassemos para
o mesmo fato sem nenhum tipo de
pressuposto que influencia na
interpretação dos fatos que estão ao
nosso ao nosso redor Então eu tenho
muita dificuldade com a existência de de
fatos brutos não é eu creio que todo
fato é fato interpretado por um sujeito
seja esse sujeito Divino ou esse sujeito
humano obviamente eu acho que aí é
aquela questão né Muitas vezes os
apolojetas evidencialistas acham que vão
chegar vão mostrar aqueles Fatos e
automaticamente as pessoas vão dizer é
isso fez todo sentido né eu tô vendo o
fato mas como você falou tem a questão
de pressupostos que são usados como base
para interpretação do tipo ah
eu vi uma aparição uma pessoa que está
mais a tempestade que pode ver fantasmas
e aparições vai dizer ah então Olha você
realmente está vendo essas coisas o
outro vai dizer não isso aí é uma
Alucinação porque não existem Fantasmas
a maneira de como nós usamos prepostos
para interpretar as evidências né
perfeito então há também uma certa
confiança exagerada na no poder das
evidências da parte de apogetas que são
evidencialistas o que não significa
obviamente que as evidências não tenham
o seu lugar na apologética Elas têm o
seu lugar pessoal não creio que ela
sejam capazes de promover a persuasão
por si só não é que a maioria de quer
dizer a maioria muitos dos apolojetas
essencialistas acabam assumindo essa
convicção
excelente como você é uma Apologia até
reformado com apolojeto para exposição
na lista antes da gente entrar nela eu
queria perguntar Ah você acha melhor a
gente falar primeiro da Apologia
ou direto aqui para reformada
mas podemos ir para seguindo o caminho
do livro aí né e o livro caminha pela
reformada depois né então vamos para
reformada Primeiro vamos lá beleza eu
não sei se eu se eu me denominaria uma
projeta como você fez eu sou estudante
de apologética estudante apologética que
tenta de alguma forma compreender essas
coisas aí e eventualmente praticar lá na
vida na vida comum
lembrem-se gente que eu vou retomar isso
aqui que eu disse já antes a gente tem a
ideia de imaginar que
algumas pessoas é que estão envolvidas
com apologética todas as vezes em que
você tá conversando com um amigo seu na
escola e um amigo seu na escola que faz
uma pergunta por que que você acha que
isso está certo e aquilo está errado
ou todas as vezes que você tá
enfrentando uma situação difícil E aí
alguém no seu trabalho Olha para você e
pergunta como é que você consegue
experimentar pais e tranquilidade mesmo
vivendo uma situação tão difícil quanto
esta você está envolvido com um diálogo
que é um diálogo de natureza
apologética ou quando você pega um Uber
E aí o motorista de Uber diz cara eu não
sei como é que as pessoas conseguem
acreditar que Deus existe no mundo onde
as pessoas invadem escolas e matam
crianças como fazem por aí veja você tá
diante de um problema de natureza
apologética e de um diálogo apologético
com o motorista do Uber a partir daquele
momento Então esse é onde tem clareza
disso que há um sentido no qual todo
somos apologistas né Então praticamos
essa apologética
mas eu não me vejo assim como uma
projeto no sentido
na da palavra né e etc mas como um
estudante de apologica pois bem
a projetica reformada também chamada de
pressuposicional é a apologética que
leva em conta a autoridade da revelação
de Deus desde o começo como o
pressuposto para a
compreensão da Verdade e da recepção da
fé cristã Então ela ela rejeita de
maneira
muito direta e muito clara um campo de
neutralidade na razão humana ela rejeita
que as evidências tenham um poder em si
mesmas de levar as pessoas ao
conhecimento da de Deus e ela acredita
que o único instrumento para isso é a
revelação de Deus que deve ser
pressuposta desde o desde o começo então
o objetivo da apologética
reformada é
contrapor os pressupostos que são
levantados em geral pelos oponentes da
fé e conduzir um oponente da Fé seja ele
é um oponente direto e declarado seja
alguém mesmo um cristão que está no seu
coração lidando com algum tipo de
oposição momentânea em relação a Deus e
etc ela Visa promover um confronto entre
a verdade da revelação de Deus e os
pressupostos que estão de alguma forma
sendo
defendidos ou
escondidos eu vou usar essa palavra aqui
pela argumentação de alguém numa
determinada determinada circunstância
lembrando
que para uma projeta reformado o
pressuposto o pressuposto por Excelência
não é apenas um pressuposto de ordem
teórica mas é um pressuposto de ordem
religiosa que é o senso de adoração a
Deus ou a um ídolo Deus afirmado ou Deus
substituído então grosso modo isso seria
o modelo apologético reformado
muito bom e aí um exemplo de um diálogo
onde
apologética reformada estar em Ação O
que é que nós poderemos usar Ok eu vou
sugerir então um texto que eu acho que é
o lugar onde as pessoas vão ver isso em
atuação de maneira muito direta que é o
texto do Dr cornelius vantil porque
Creio em Deus e você acha isso também
com muita facilidade esse texto nada
mais é do que um folheto que foi escrito
pelo Dr Cornélio plantio para circular
evangelisticamente e que é exatamente
uma um folheto que lida com diversas
objeções se é a maneira como reformado
lidaria com a objeção quanto a
existência a existência de Deus então eu
vou evitar que Saul dá um exemplo
curto porque fazer isso acho que
causaria mais dificuldade do
esclarecimento eu sugeriria a leitura do
texto porque eu creio em deus do
Cornélio vantil excelente é um texto com
certeza vai ajudar e o próprio livro
também aqui vai vai abordar também mais
sobre a metodologia e uma coisa
interessante interessante o livro traz
ao final de cada um dos Capítulos cada
uma das tratativas do de cada um dos
modelos
de diálogo certo eles não são curtinhos
eles têm geral quatro cinco páginas mas
mostram como é que é um apogeta mais
tendente a cada uma das abordagens
lidaria com uma questão específica
excelente E aí pontos fortes mais do que
afirmados né Vamos aqui para saber quais
são os pontos fracos que nós podemos
perceber naqueles que dão
ênfase demais na apologética reformada
sem acabar tendo um pouquinho dessa
integração isso eu acredito que existem
riscos que são
importantes e devem ser evitados então
um primeiro risco é o risco de abandonar
o papel das evidências na apologética E
aí não promover uma profundamento
rigoroso do que diz respeito à
descoberta científicas recentes e etc
Então acho que esse é um risco
importante e há um risco também que eu
acho que é menor mas ele também existe
que é a Adesão a um tipo de racionalismo
não é
negando de certa forma assim a
o papel
como é que eu diria aqui eu não quero
usar o termo Central mas a capacidade
redentiva da Razão vou usar essa
terminologia a gente pode no final das
contas acabar rejeitando o lugar
importante que a racionalidade e a
lógica existem ou exercem na no nosso
Labor apologético e etc então eu vejo aí
Alguns riscos importantes que alguém que
adere a apologética reformada precisa de
alguma forma evitar excelente vamos aqui
para a última linha a última escola e
depois vamos abordar um pouco dessa
integração apologética fideísta quer que
é isso como é que nós vemos essa prova
de ética bem esse é o ponto talvez mais
controverso aí do livro porque em geral
Como eu disse o fideísmo não é
considerado uma abordagem apologética né
em geral o fideísmo que é aquela crença
que a O cristianismo não é racional
cristianismo é um dado de fé portanto
você não precisa de elementos de
natureza racional o que você precisa é
de um convencimento fiduciário e
inclusive um dos personagens geralmente
apontados como fideísta que é o kirkgard
lidava com a fé como um salto no escuro
né então é um salto né Isso é uma
maneira é bem comum é de se referir ao
pensamento que que agardiano então em
geral o fideísmo não é visto como uma
abordagem apologética mas o os autores
do livro acabam mostrando que
ao se posicionar em desta maneira os
fidelistas estão em certa medida
oferecendo uma maneira de enfrentamento
do pensamento Pagão então isso não deixa
de ser uma maneira de enfrentar o
pensamento O Pagão e toca em elementos
importantes que é a por exemplo um deles
a maneira como nós devemos lidar ou
enfrentar os mistérios que existem
dentro da fé cristã e do Cristianismo é
por isso que eles inserem o fideísmo
como uma uma perspectiva
apologética e é a perspectiva que
enfatiza o lugar da fé é muitas vezes
em contraste com a razão na adesão a ao
cristianismo ou a fé cristã então isso
seria basicamente o fideísmo Então os
principais expoentes aí seriam o que que
é grande o próprio Lutero é mencionado
como um personagem importante de Matriz
apologética mais fideísta aqui no livro
né interessante E aí pontos fortes e
fracos que nós podemos brevemente
destacar eu diria que o ponto fraco do
fideísmo é exatamente ser irracionalista
e
rejeitar de certa forma esse esforço é
muitas vezes de Se valer dos argumentos
Racionais para
para articular e para defender a fé
cristã acho que esse é o grande o grande
ponto fraco o ponto forte é exatamente
reforçar o aspecto
ou o fato de que o cristianismo
transcende a racionalidade a lógica e
não pode ser limitado
a essa função a essa função humana
aquela expressão que nós usamos né da Fé
como Supra racional né não não
irracional contrário a razão mas que ela
transcende ela vai a mais do que elas
razão Pelas nossas limitações não éticas
Também Veja existem outros aspectos
acabam ganhando força a partir de uma
perspectiva mais fideísta que é por
exemplo a
própria noção de do do cristianismo
enquanto uma história não é então a
perspectivas como apologica clássica ou
as perspectivas anteriores é tendem
muito a olhar para o cristianismo da
perspectiva do dogma né da doutrina O
que é certamente muito importante e
Fundamental
mas a perspectiva mais fideísta acabou
gerando uma abordagem do cristianismo é
que valoriza mais a dimensão narrativa e
etc que se for obviamente esvaziada da
dimensão doutrinária é muito perigosa
muito prejudicial mas que não deixa de
nos chamar a atenção para uma outra
dimensão não é
da fé cristã que é essa dimensão
narrativa e existencial
excelente para a gente culminar aqui
essa conversa que já foi tão
interessante Tão rica já abordamos muita
coisa aqui vamos falar sobre o foco
Geral do livro aqui que essa integração
entre as apologéticas nós não vamos
descer aos detalhes É no livro que você
que está aí nos ouvindo vai conseguir
perceber esses detalhes mas uma palavra
final de como é que tudo isso que nós
vimos aqui pode ser integrado para Se
somar e não contradizer né para ganhar
força perfeito eu acho que esse é o
grande valor deste manual de apologética
que é vida nova traz a público agora é o
grande valor nós a projetas até por
causa da maneira como estudiosos de
apologética né estudantes é projetica
nós é até pela pela própria
preço que nós temos pelo debate nós
temos tendência de olhar para essas para
esses modelos ou perspectivas diferentes
sempre como o modelo estanques ou que de
alguma maneira é anulam um ao outro
então em geral no círculos apologéticos
quando a gente fala por exemplo a Fulano
é uma projeta é clássico a gente já está
colocando em Oposição a outras
perspectivas apologênicas e o que o
livro nos diz é que talvez a gente não
precise olhar para esses modelos
diferentes de apologética como modelo
excludentes talvez a gente Deva olhar
para eles como modelos que percebem
aspectos importantes de um movimento que
é complexo e não é tão simples e se nós
fizermos isso nós poderemos fazer com a
apologética com os modelos apologéticos
aquilo que nós fomos historicamente a
fazer dentro da apologética que é quando
nós lidamos com o pensamento aposta a
gente não nega não rejeita que existem
sementes de verdade não é momentos de
verdade presentes nele que nós estamos
inclusive dispostos a reconhecer e a
utilizar desde que depurados daquilo que
eles trazem da relação que tem com o
pensamento todo no qual estão inseridos
Então por que não fazer isso que a gente
já faz da Perspectiva da nossa prática
apologética com os modelos apologéticos
também ou seja eu não preciso olhar como
uma apologética reformado para
apologética evidencialista e dizer não
há nada que se aproveite nisto ou uma
apologética clássico não precisa olhar
para apologética reformada e dizer não
há nada que se aproveita ali na verdade
nós podemos olhar para essas
perspectivas da maneira como tentamos
fazer aqui um pouco na nossa conversa
como perspectivas diferentes que tem
contribuições diferentes
forças diferentes fraquezas diferentes e
na nossa abordagem apologética nós
podemos nos valer de elementos
diferentes e distintos dessas abordagens
obviamente sempre dentro do mais do
terreno de uma delas eu acho que isso é
inevitável que a gente esteja por
exemplo mais dentro de um terreno e seja
mais tendente a um modelo mas o desafio
é olhar para esses modelos diferentes
como modelos que podem ajudar a gente no
nosso Desafio
apologético o que ele procura fazer na
última parte do livro é exatamente isso
mostrar como é que cada uma dessa essa
abordagens tende a
aspectos distintos ou diferentes usando
a o tripespectivismo do John frame ele
ele faz isso aqui veja que aqui está na
página 148 648 649 esse quadro cara ele
é muito legal muito legal porque porque
aqui ele faz como uma espécie de síntese
de tudo aquilo que ele fez no livro em
um grande quadro e ele fala por exemplo
da desses quatro modelos de apologética
como respondendo a quatro diferentes
perspectivas a classe que ele chama de
perspectiva normativa e imanente a
evidencialista de situacional a
reformada de normativa transcendente e a
fideísta de existencial então ele mostra
aqui a única coisa que ele
é bipartir a perspectiva normativa né
Ele pega a normativa e diz que existem
dois elementos aqui que é a normativa
imanente e a normativa transcendente e
atribui cada uma dessas
perspectivas a um modelo diferente mas
eu acho que o ponto dele é exatamente
mostrar que nós seremos mais
enriquecidos da Perspectiva da nossa
abordagem apologética se nós olharmos
para essas diferentes abordagens como
perspectivas diferentes do nosso
trabalho que tem coisas para nos ensinar
e tem coisas que se forem assumidas no
isolamento podem nos gerar dificuldades
e problemas excelente Felipe muito
obrigado por essa conversa foi muito
enriquecedora eu tenho certeza que
deixou todo mundo aí em casa com mais
interesse ainda de ler esse livro de
aprender mais sobre apologética essa
matéria que eu gosto bastante
Ah e fico feliz de ter essa conversa com
você então Obrigado aí pela sua
participação pela sua contribuição É
sempre bom ter você aqui com a gente
valeu Saulo Eu agradeço muito ah
agradeço muito aqueles que vão nos ouvir
e tomara que ele sejam de alguma forma
enriquecidos pelo tempo que nós passamos
juntos aqui e se preparem para o
trabalho de enfrentamento apologético
seja ele externo ou interno para que
Cristo seja santificado no coração de
todos nós
Excelente excelente e você aí que nos
ouviu numa época como a nossa mais do
que nunca precisamos saber como olhar
para nossa fé e falar dela falar da
razão da nossa fé no mundo em que
vivemos esse livro aqui vai ajudar
mostrando Quais são as principais
escolas para fazer isso e a integração
que nós podemos fazer com ela se você
tem interesse em se preparar mais para
apresentar a razão da fé que ele salvou
Então esse livro com certeza vai lhe
ajudar e se você tem gostado dos nossos
podcasts
tem gostado de nos acompanhar então
também compartilhe com outras pessoas
para que ela elas também estejam aqui
com a gente é isso aí até a próxima
valeu

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