HEGEL, MARX E A SOCIEDADE BURGUESA – LEITURA COMENTADA DE FRANZ HINKELAMMERT Ep 2
04/10/2024
HEGEL, MARX E A SOCIEDADE BURGUESA – LEITURA COMENTADA DE FRANZ HINKELAMMERT Ep 2
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
olha irmanos irmanas E irmanas que tal comentando esper se que muit sejam muito bem-vindos muito bem-vindas e muito bem-vindos ao nosso segundo vídeo lendo o texto crítica razão utópica de francez rink Lambert se você está sendo vítima desse vídeo nesse exato momento não esqueça que eu não estou neste momento aqui no Brasil comendo fumaça estou no curso latino-americano de formação política do centro Memorial Martin Luther King em Havana Cuba e por isso comecei aqui falando em espanhol mas de todo modo essa leitura é uma maneira da gente continuar trabalhando aqui no nosso canalzinho com divulgação de conteúdo qualificado acessível e didático e eu espero que você possa curtir divulgar e comentar para ajudar a manter ativo o nosso trabalho por aqui também dê uma olhadinha na descrição desse vídeo porque lá tem tanto o link para o primeiro vídeo da Leitura assim como maneiras que você pode apoiar o nosso trampo seja fazendo os nossos cursos seja no apoia-se seja mandando um pix que salva vidas dito isso você também pode baixar o livro que nós estamos lendo gratuitamente no site colection FR hink lammer publicado pela Universidade centroamericana e que disponibiliza toda a obra desse autor que para mim é o mais importante do nosso tempo e me influencia demasiadamente de toda maneira sigamos continuemos a nossa leitura que começa agora minha gente dando sequência Então a nossa leitura Nós estamos vendo aqui a introdução deste livr que é fundamental e muito importante para o nosso tempo lendo aqui crítica a razão utópica nós vimos logo os dois primeiros parágrafos algumas bases já que tem da argumentação do franzin k lammert que tem a ver com a questão de projetar uma sociedade para solucionar os nossos problemas para resolver os nossos problemas coletivos mas que em determinado momento estas projeções já não partem desse dessa abstração vamos dizer assim que nós estamos fazendo de necessidades desses grupos que se organizam divem dividem tarefas criam leis ordenamentos e tudo mais senão que passam a ser projeções que já assumem a organização e o ordenamento de uma determinada sociedade vigente para seguir em seu Progresso em seu processo de desenvolvimento e aí Fran aponta que uma dessas maneiras de projetar a sociedade que é das mais fundamentais importantes e potentes do do nosso tempo é a questão de um de uma projeção da sociedade burguesa como ela se imagina e como ela projeta aí a possibilidade de um mundo relativamente harmônico entre indivíduos que instituídos pela propriedade privada e pelos contratos respeito aos contratos podem de alguma maneira tendendo a um progresso ao infinito até a gente conseguir realizar esses estruturas de igualdade vamos dizer assim e de liberdade plena Ah uma relativa harmonia que todos possam participar dos frutos do trabalho coletivo isso seria um pensamento burguês Liberal ainda com um certo grau de humanismo dado a desgraçada que a gente vê por aí né a Bagaceira que a gente vê por aí que já nega até isso mas isso é um outro papo aí que a gente parou e fez uma certa leitura e reflexões a partir desse ponto Então vamos seguir essa leitura vou retomar a última leiturinha da última parte ali do do segundo parágrafo e seguimos o nosso nossas discussões para quem gosta de filosofia is aqui é um banquete Mas vamos lá hã desse modo aqui né Essas leis se tornam presentes que viraram leis da natureza humana vamos dizer assim dentro do pensamento do Marco do pensamento liberal essas leis se tornam presentes através da propriedade privada e do cumprimento de contratos elementos institucionais que permitem constituir uma sociedade na qual todas as relações sociais possam ser harmônicas desse modo a propriedade privada parece ser o elemento que permite projetar a nova a sociedade que por um lado abre perspectiva de progresso humano infinito e por outro a possibilidade de participação de todos nos frutos desse Progresso tudo bem isso aí seria um ponto de partida para a projeção de uma sociedade burguesa e Liberal como França tá tentando trabalhar mas isso é logo o começo da argumentação Hegel E aí quando a gente fala esse nome quem tá acostumado com filosofia o cabelo já vai fica em pé e uma malou cura vamos lá Hegel parece ter sido um dos primeiros a criticar tal Projeção de Nova sociedade como abre aspas pretensa racionalidade e portanto Como projeto fora do âmbito do possível todo o problema do texto como nós vimos começa com Fran dizendo que a política como arte do possível trata das da tentativa de modelar a sociedade em seus projetos né um projeto sociedade como modelar a realidade Para que sejam efetivos E realizáveis essas projeções a arte do possível vamos avaliar o que dá e o que não dá para fazer e aqui quando ele cita Hegel ele diz o seguinte que dentro desta nova sociedade que seria burguesa haveria uma pretensa racionalidade que na verdade da argumentação do France é um elemento utópico ou de um tipo de racionalidade utópica que não se Enquadra eh nos moldes como nós nos acostumamos a falar de racionalidade um elemento que não teria Utopia né então seria uma arte do possível mas que carrega em um elemento que é impossível é isso que o franç tá tentando chamar a atenção e ele utiliza lanç mão de Hegel como primeiro a ter percebido isso que dentro desta Projeção de sociedade burguesa desta aparente ou pretensa racionalidade teria alguma coisa aí que escapa do âmbito do possível escapa do âmbito desta arte de fazer a política Essa é a hipótese dele vamos ver se se vale né vamos ver o que que ele vai dizer e leiamos portanto esta citação que ele vai fazer de heg então citando heg heg deixa pensei besteiro desenvolvidas até converterem-se em força essas Abstrações realmente produziram por um lado o primeiro e desde que temos conhecimento do gênero humano mais espetáculo de iniciar completamente de novo e pelo pensamento a Constituição de um Estado Real com as ruínas de tudo o que existe e tem lugar querendo dar-lhe por fundamento a pretensa à racionalidade e por outro já que se trata somente de Abstrações privadas de ideias fizeram dessa tentativa um acontecimento terrível e Cruel essa citação é da filosofia do direito de Hegel tá aqui filosofia do direito né fredrich Hegel que é um livro não muito trabalhado pelos hegelianos e mesmo pelos marxistas que gostariam de compreender o pensamento hegeliano o que a meu ver depois de ter estudado junto com franzin kelam Juan jossé Bautista segales e Cátia colmenares é um grande equívoco isso por essa citação que é muito complicada da gente compreender sem o contexto do texto e log logo Provavelmente o Franz vai fazer um comentário mas o grande lance é dentro dessa dinâmica dessa dessa argumentação a gente tem basicamente é um livro difícil de ler para caramba mas que Hegel vai tentar discutir os limites de se Pretender um estado que não consideraria outros elementos para além entre muitas aspas de ciência e conhecimento é uma argumentação sofisticada e muito delicada e é o final do seu sistema filosófico para quem tá acostumado com Hegel ele tem um grande sistema filosófico e alguns dizem que seria o último grande desenvolvedor de um sistema de pensamento Apesar de que Eu discordo porque Henrique dusel argentino mexicano também desenvolveu seu sistema de maneira bastante coerente qualificada e Coesa muito bem coordenado um sistema de filosofia ele tem um projeto de filosofia que é muito bem organizado e sistematizado heg faz isso E aí o pessoal estuda a ciência da lógica estuda o fenômeno olia do espírito e mais um monte de coisa só que esses são os passos dentro do sistema e do projeto de regla para chegar naquilo que realmente interessa ele que é discutir e isso a Cátia com enares em seu trabalho de doutorado a respeito da do do da epistemologia do pensamento científico de Hegel eh e que ela indica isso de maneira muito interessante que o projeto e objetivo de Hegel era chegar aí na filosofia do direito que na verdade é uma discussão a respeito do estado a respeito das leis e da legitimidade de um uma determinada forma social e aí o Hegel vai tentar fazer daquele movimento dialético dele a sustentação desse estado como ele deve funcionar e a defesa de um tipo de sociedade e esta defesa não é uma defesa de uma sociedade burguesa Liberal é uma defesa de outro tipo de sociedade ela segue Na Linha Do que seria uma estrutura burguesa ela tal não sei o que lá mas ela não É nesse ponto Liberal eh de um cientificismo Iluminista algo do tipo é um pouco é complicado com isso então Hegel vai passar lá uma discussão a respeito da religião do papel da religião e do estado do fundamento de Deus como última autoridade num tipo de conhecimento da realidade como isso está articulado com outros tipos de relações e como isso vai dialeticamente trabalhando para a Constituição de um estado que seria esse estado moderno e ele quer compreender Quais são os elementos próprios desse estado moderno e propor na verdade né a sua maneira de compreender a fundamentação desse estado é uma discussão muito complexa e que Marx trata né lendo a filosofia do direito de Hegel como uma um começo de sua passagem da discussão filosófica e política para a crítica da economia política esta passagem se dá ali entre 1842 1844 45 nesse meio tempo em 43 Marx lê a filosofia do direito de Hegel e faz a sua crítica crítica a filosofia do direito de Hegel que é um livro que ele não publica ele só publica a introdução e a introdução tem a famosa frase da religião como óio do povo e aquela utilizada para apresentar a crítica da religião de Marx mas esta crítica da religião de Marx já tá dentro do tipo de crítica que Hegel tá fazendo para constituir o estado de direito que seria um estado dentro dessas dinâmicas modernas que ele tá propondo como sociedade e Marx faz as críticas dentro desses limites e é muito interessante por exemplo ver como Hegel trabalha a religião como uma primeira experiência de compreensão de autoridade de estado e de sei lá o que lá eh que ele não nega Tipo ele agora superou E agora tem a ciência e o conhecimento eles negam a religião o Hegel não faz isso ele faz um trabalho dialético que tenta manter atenção e aí ele vai validar em certo sentido esse tipo de experiência religiosa que também tá articulado com reconhecimento de um tipo de autoridade que fundamenta o estado pô parada complicada mas para dizer o seguinte quando Marx nesse texto diz ah que a religião é a é o conhecimento enciclopédico desse mundo em sua forma fantástica né compreensão só que é de um mundo uma compreensão de um mundo invertido vamos dizer assim ele tá seguindo a linha de regra ele fala é isso cara também faz parte da compreensão do mundo faz parte da realidade constitui esses elementos vivos sociais que nós temos materialmente historicamente só que aí ele vai dar um passo a mais que hegle não deu porque hegle vai dizer que é uma compreensão limitada e que tem sua perspectiva que se mantém e que aí você vai ter outros modos de de relação de compreensão de desenvolvimento do espírito e tudo mais e Marx vai dizer não mas essa compreensão ela é invertida Exatamente porque o mundo que tá ali fora é invertido e aí começa a crítica de Marx a hegan que no futuro inclusive E aí eu tô soltando aqui como tese pra gente discutir aparece no capital dizendo que que o o Hegel tá de A Crítica de Hegel é boa mas ela tá de ponta cabeça você tem que virar ele ao contrário de novo então e aí não é só o heg que vai virar nesse momento quando você virar ele vai virar o mundo porque o mundo tá invertido esse mundo que tá errado tá invertido tá tudo complicado P massa tudo isso para dizer rinkel está dentro dessa tradição também tá então quando ele citar aqui Hegel fazendo essa comentário a respeito dessa projeção burguesa e já criticando que esta compreensão burguesa de estado harmônico racional que é possível realizá-lo num Progresso infinito até atingir que todos os indivíduos sobre a estrutura de propriedade ada e de respeito aos contratos terão igualdade de oportunidades e poderão colher de certa maneira sua parte no bolo isso será harmonicamente instituído e fal isso aí meu amigo Esquece então já começa a seguir esse papo é meio que nessa linha Caraca que volta é filosofia felicidade e alegria se você conhece um filósofo uma filósofo alguém aí que se interessa por esses temas Não esqueça de Compartilhar esse vídeo para que ele critique e odeie tudo que eu tô falando que é assim que a gente faz com a filosofia nunca gosta do que o outro tá falando tristeza vamos lá entretanto não era a primeira vez como diz Hegel e sim a segunda ou seja a primeira vez que acontecia essa grande remodelação da sociedade sobre esses essa pretensa racionalidade Hegel diz que só começa n na Revolução Francesa com essa revolução burguesa francesa que se imagina então esta outra possibilidade o Franz vai dizer não não começa aí na Revolução Francesa passinho para trás mas 100 Anos Antes a Revolução Inglesa já havia feito algo muito parecido de tentar remodelar a sociedade tal eu como eu conheço o pensamento do Franz eu sei que ele tá fazendo uma referência eh porque o Franz é economista tá ele é economista de formação e E aí ele quando vem pra América Latina trabalhar no Chile ele faz passa em revista lá o próprio pensamento que ele tinha sobre economia filosofia e começa a fazer uma Biro lebada lá e quer o desenvolvimento né teoria do desenvolvimento afinal ele faz parte dos da do de dos grupos dos teóricos da dependência e tinha a teoria do subdesenvolvimento do desenvolvimento e ele quer discutir então eh desenvolvimento Ele toma a linha de Hegel como Hegel faz essa discussão e é muito bacana ele vai usar uma filosofia eh estrutura da filosofia hegeliana para discutir como dentro do próprio do próprio conceito de desenvolvimento já está implicado o conceito de subdesenvolvimento e pensar sobre o subdesenvolvimento é é pensar sobre os problemas do desenvolvimento é uma tipo de dialética muito interessante que ele aplica por isso que eu tô falando que ele utiliza regla para falar sobre o tema Ah E aí nesse pensamento do France que é dos anos 60 dos e até o começo dos anos 70 ele diz que a quando se instaura esse processo de Revolução Industrial se instaura uma racionalidade específica que vai sendo replicada e imitada por outros projetos de sociedade por outros projetos de desenvolvimento e aí ele vai mostrar como a replicação desses projetos de desenvolvimento não percebem elementos que seriam entre muitas aspas irracionais dentro dessa própria racionalidade e que vai transformando o que tá em volta de seu centro industrial em Periferia E aí ele vai tentar interpretar as questões do desenvolvimento e do subdesenvolvimento sobre essa chave mas ainda numa discussão bastante eh no no âmbito de Economia política e tal e depois ele vai abstraindo e qualificando essa estrutura dentro de um pensamento filosófico propriamente dito que aí vai chegar num tipo de discussão como essa sigamos Hegel porém não refuta toda a sociedade burguesa Óbvio que não ele tá ali num projeto de modernização o que ele não achou legal foi essa ilusão de que seria possível uma sociedade harmônica mediada simplesmente pela propriedade privada pela respeito a contratos e que daria para remodelar a realidade para se adequar ali a esse projeto propriamente dito teria que saber melhor como funciona o real para adequar o projeto isso aí é uma implicação do pensamento do Fran se o Fran tá certo ou não na leitura aí um outro problema não refuta toda a sociedade burguesa como impossível e de pretensa racionalidade volta-se muito mais contra um determinado liberalismo que é o que eu tava comentando que constitui o estado a partir de um contrato social do tipo do contrato de compra e venda esse estado e Essa sociedade seriam Abstrações e o esforço para alcançá-los seria destrutivo porque se estaria perseguindo algo que é impossível isso é a leitura que o France faz da filosofia do direito de Hegel e da apontamento da crítica de Hegel a um tipo de liberalismo burguês A Crítica de Marx que formalmente é muito parecida embora realmente diferente teve muito mais impacto do que a crítica hegeliana ao projeto abstrato da sociedade burguesa Marx vê toda a sociedade burguesa como uma sociedade impossível não apenas uma forma determinada dessa sociedade e aí comentário meu isso é porque hegle tá olhando para o estado e para o direito Marx dá o passo a mais para a crítica de Economia política porque Marx encontra um elemento que é mais fundamental do que a questão do Estado o elemento do modo de produção que faz com que o estado seja uma instituição que funcione para determinado fim porque Marx descobre que para que um estado exista para que a gente coma para que exista esse raai desse computador para qualquer coisa funcione precisa que a organização social esteja baseada num tipo de orientação produtiva e econômica que faça com que tudo funcione dentro desse projeto deste objetivo e aí tudo é organizado para atingir esta meta atingir estee objetivo numa coordenação aí de meios para obter esse fim de realizar o possível mas para Marx seria uma sociedade impossível podemos discutir esses termos em breve de todo modo seria isso que o France tá indicando tá então Hegel para no estado Marx entende que o estado é uma mais um elemento dentro daquilo que é o fundamental que é o modo de produzir que organiza todas as instituições dentro desse projeto social ele dá um passo muito mais profundo por isso que ele coloca em cheque todo o projeto burguês e não apenas um tipo de projeto burguês segundo Marx o que precisamente é impossível ou de pretensa racionalidade ah perdão é um pouquinho antes sua crítica crítica de Marx porém é a crítica das Abstrações perseguidas pela sociedade burguesa que desembocam em algo impossível e por isso produzem a destruição segundo Marx o que precisamente é impossível ou de pretensa racionalidade entre aspas segundo as palavras de Hegel é encarregar as relações mercantis da tarefa do Progresso humano pois desse modo só se pode desenvolver uma revolução técnica e o progresso que daí deriva sacrificando a vida humana em nome da Glória Mercantil Ou seja já seria efeito daquilo que o in kâ colocou no começo da argumentação um projeto um projetamento de sociedade que já assume determinadas leis e ordens vigentes para realizar a sua manutenção e aí Marx percebe isso e descobre que este projeto não percebe os efeitos negativos e autodestrutivos disso que ele tá assumindo como base fundamental para poder realizar um projeto seguinte como uma lei natural quase a propriedade privada e a relação mediante contrato E aí Marx vai falar meu essas Abstrações e as outras que compõem esse projeto criam um tipo de de relação com o mundo que destrói as condições da própria reprodução da própria reprodução social é impossível porque você percebe que ao realizar e atingir a tentativa de alcançar esse projeto final que seria uma sociedade harmônica com Progresso infinito em que mediante contrato e propriedade privada todo mundo desfrut fruta dos dos frutos produzidos ao tentar almejar ao almejar e tentar realizar isso destrói-se as condições da própria reprodução social ou seja a impossibilidade de alcançar essa meta ela é irracional ela é impossível desse ponto de vista então tem uma racionalidade que é pretensa a racionalidade porque não percebe esses limites é isso que o Fran tá tentando chamar a atenção então tenta apostar ao Progresso da vida humana o desenvolvimento da vida humana sacrificando a própria vida humana para manter a as próprias relações mercantis a própria forma da propriedade privada a própria respeito aos contratos desses moldes burgueses e tudo mais então é cara ess essa leitura é muito massa crítica sofisticada da bexiga vamos lá é especialmente em sua teoria do fetichismo que Marx elabora o ponto de vista de que o progresso desencadeado com base nas Abstrações mercantis volta-se contra a vida humana que a devora E aí meus amigos quem gosta de teoria do fetichismo Agora é para glorificar de pé por quê Porque se você seguir essa argumentação do France e entender a crítica do fetichismo como perceber que um produto da história e das relações humanas passa a ser o sujeito que decide sobre quem o produziu Fran está aplicando isso para discutir o projeto de que passa a assumir como natural uma série de relações que não são próprias desse ser que projeta senão já são produtos de seu próprio de sua própria projeção anterior e isso vai dar um chabu danado que eu recomendo um outro livro do France que tá lá no site que a gente já comentou que é as armas ideológicas da morte o primeiro capítulo que é fantástico France faz esse tipo de discussão mas nós não vamos seguir a leitura agora porque abrimos a porta da teoria do fetichismo e ela Continuará na nossa próxima leitura guarda essas reflexões baixa esse texto do França vai lendo que a gente vai seguindo esse papo trazendo a Boa Nova todo dia útil até a Vitória final tamos junto minha gente