Quem são? | Aqueldan Feldberg
29/03/2025
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A live de oração acontece todas às terças, às 21H, no nosso Instagram – @umlugarcomunidade
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⛪️Teatro UOL
Terraço do Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618.
Horário: Sábado às 11:00 e as 12:00
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Exibido em 29/03/2025
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Abertura 04:15
Louvor – Amar E Servir 07:25
Louvor – Dar E Receber O Teu Amor 11:58
Louvor – Oração 20:30
Sermão 25:45
Música Final – Na Casa 01:01:10
#umlugarcomunidade
Fonte: Edson Nunes
Legendas automáticas:
[Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] Olá, comunidade querida. Muito bom estar com vocês, tanto de maneira presencial quanto virtual. Para aqueles que nunca vieram até a comunidade, nós estamos no Shopping Pátio Genópolis aqui no Teatro Allos sábados em dois cultos, um às 11 e outro ao meio-dia. Então, programe-se, venha nos visitar. E para aquelas pessoas que quiserem contribuir com a comunidade, para que a gente avance em nossas atividades, para também a manutenção de tudo que a gente conquistou até aqui, está aparecendo Pix. Então você pode fazer a sua doação, a devolução do dízimo, é uma oferta, fique bem à vontade, com certeza será muito bem administrado e isso é para o avanço do que nós cremos. Então, por favor, contribuam com a comunidade. Também fica o convite para vocês baixarem o nosso aplicativo, um lugar comunidade. Queremos estar cada vez mais conectados com todos vocês. E para aqueles que ainda não seguem as nossas redes sociais, fica o convite também lá no Instagram, um lugar comunidade. Também inscrevam-se em nosso canal do YouTube. No nosso Instagram, por exemplo, as terças-feiras tem a live de oração com a pastora. Por lá vocês também ficam sabendo eh a agenda do Ministério de Famílias e também no Instagram, na Bill, vocês têm acesso ao canal de WhatsApp da comunidade. Então não tem como errar, não tem como não saber o que está acontecendo aqui. E para quem quer estender a experiência de viver em comunidade, fica o convite para vocês frequentarem, participarem de um pequeno grupo. A relação está em nosso site um lugarcomunidade.com.br. Já são mais de 30 pequenos grupos em todo o Brasil praticamente e até fora. Hoje nós daremos continuidade na série Graça com a pastora Aquiel. E neste momento eu gostaria de convidar a todos para colocarem o celular no modo silencioso. Vamos fazer isso juntos. Foi. Oremos. Deus, muito obrigado pela tua presença, pelo teu amor, pelo teu cuidado conosco. Muito obrigado por esta comunidade. Eu peço que o seu Santo Espírito nos guie, de uma maneira especial gostaria de pedir por aquelas pessoas que estão passando por dificuldades, que possamos sair daqui tendo a certeza do teu amor, possamos nos sentir abraçados por ti. conduz a nossa vida, que sejamos instrumentos. É o que eu te peço em nome de Jesus. [Música] Amém. No reino de Deus, todos nós somos iguais. absolutamente iguais. E é por isso que a gente precisa entender que o verdadeiro amor a Deus, ele se expressa no amor ao próximo, no serviço ao próximo. Portanto, vamos nos colocar de pé e vamos cantar sobre esse amor que se expressa no serviço ao [Música] próximo. Ao meu lado, alguém estende a [Música] mão. Se me [Música] importo, posso ser a solução. Eu olhar a falta de amor. Semante existe um clamor. Já chegou a hora, hora volta. Como posso amar e não agir? Como posso amar e não agir? Meu compromisso, minha escolha. Hoje eu me levanto para servir. Hoje eu me levanto a [Música] servir. Deus escolhe ser amado em alguém. Mas se nós amarmos uns aos outros, ele habita em nós. Se amarmos, ele habita. Ele é que tem nós. Inclinados uns aos outros em amor. Somos aperfeiçoados no Senhor. [Música] Como posso amar e não agir? Como posso amar e não agir? Eu compromisso, minha escolha. Hoje eu me levanto para servir. Hoje eu me levanto para [Música] servir. Não, depois, agora chegou a hora. Já chegou a hora. Quero ouvir a igreja. Vamos lá. Olha a volta. Como posso amar e não agir? Como posso amar e não agir? Eu compromisso minha escolhar. Hoje eu me levanto para servir. Hoje eu me levanto para servir. [Música] Oh. [Música] Um dia todos nós receberemos definitivamente amor de Deus face a face. É o motivo pelo qual essa igreja existe. Essa igreja existe para amplificar esse amor de Deus na terra, mas também para mostrar que um dia todos nós receberemos esse amor pessoalmente, face a face. Enquanto nós vivemos aqui, enquanto estamos aqui, a gente continua cantando desse amor. Que os meus e os teus olhos possam ver o reino de Deus encher a terra. Que nós possamos contemplá-lo face a face. Quanto mais pra gente se encontrar, sinto tanta falta do teu riso [Música] fácil. Há lugar pra gente se sentar. Uma mesa farta, cheia de bondade. Quando eu te encontrar, preciso te dizer: "Sem você, meus dias são desertos. Vem ao reino, me ensina a perdoar e a dar sem receber". Sem você meus dias são desertos. Venha ao reino. Venha. Veja, tudo o que eu mais quero é te ver de perto, dar e receber o teu amor. Tudo que eu preciso é andar contigo, dar e receber o teu o teu [Música] amor. Enquanto isso, ainda cantamos. Quanto mais a gente se encontrar, sinto tanta falta do teu riso faço. [Música] lugar se sentar numa mesa fada, cheia de bondade. Quando eu te encontrar, preciso te dizer, sem você meus dias são desertos. Amém. Ensina a perdoar e a dar sem receber. Sem você meus [Música] dias o teu e que vem o reino de Deus. Seja, tudo o que eu mais quero é te ver de perto, dar e receber o teu amor. Tudo que eu preciso é andar contigo, dar e receber o teu amor. Ja. Tudo o que eu mais quero é te ver para receber o teu amor. Seja tudo que eu preciso é andar contigo, dar e receber o teu amor. Um dia o reino de Deus apontará nos céus e todo o olho verá. E em minha carne eu verei a glória dele. Contemplarei aquele que me amou desde o princípio, face a face. Que essa certeza continue firme no seu coração todos os dias, face a face, nós veremos. Que meus olhos possam ver. O teu reino encherá terra. Eu verei que meus olhos possam ver face a face a tua glória, tua glória. Que meus olhos possam o teu reino encher a terra. Que meus olhos possam ver face a face a tua glória. Que meus olhos posso ver o teu reino. [Música] Co, rego eterno. Que meus olhos possam ver face a face a tua glória. Eu vou salção. [Música] e veja tudo o que eu mais quero é de dar e receber o teu amor, o teu amor. O teu espírito é andar contigo, dar e receber o seu o teuvoro. O que eu mais quero é te dar e receber o teu amor. Seja o que eu preciso quer andar contigo, dar e receber o teu amor. Tudo o que eu quero é te ver de perto, dar e receber. É a nossa oração. Veja, tudo que eu preciso é andar contigo, dar e receber o teu amor. Seja, tudo o que eu mais quero é te ver de perto, dar e receber o teu amor. Seja, tudo o que eu preciso é andar contigo, dar e receber o teu [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] amor. Embora saibamos que um dia Deus apontará nas nuvens dos céus e nós o veremos face a face. Enquanto estamos aqui, enquanto ainda caminhamos aqui, nós continuamos uma jornada que um dia ele começou, o caminho que ele abriu, ensinando a gente a amar as pessoas, ensinando a gente a como tratarmos uns aos outros em amor e misericórdia. [Música] Em oração, meu trilho, o caminho que Jesus abriu [Música] até o trono onde sua graça flui, como um rio santo, sant Santo, anjos [Música] cantam santo. [Música] E pela fé continuamos. E pela fé caminho até avistar o autor da minha fé. [Música] E o que eu posso oferecer para honrar quem ele é? [Aplausos] Santo, santo, anjos [Aplausos] cantam [Música] santo e ao partir me virou indigno. [Música] Mas tua voz me diz: "Não vá, meu [Música] filho. Torne meu sofrimento em testemunho. [Música] [Aplausos] [Música] esvazi de mim e desse [Aplausos] mundo e que o meu nome morra com meu [Música] corpo e que o de Cristo permaneça em tudo. [Música] Que eu receba aquilo que preciso um pouco mais. O Senhor nos dê somente o que nós precisamos. Me dê os bens que de imediato eu posso abandonar. [Música] Santo, santo, santo, santo. Eu canto, eu canto, eu canto. Santo, santo, torneus em [Música] testemunho e faceva de mim e desse mundo. que o nome teu nome é que o e que o de Cristo permaneça, permaneça em tudo em nome de Cristo. Cristo no Cristo. Amém. Amém. Amém. E que o meu nome morra com o meu [Música] corpo e que o de Cristo permaneça em tudo. E que o meu nome morra com o meu corpo. E que o meu nome morra com meu corpo para que ele cresça e eu diminua. E que o de Cristo permaneça em [Música] tudo, tudo. [Música] Senhor Jesus, obrigada porque a gente veio aqui te adorar entre irmãos. Que a gente escute a tua voz falando ao nosso coração, que a gente aprenda das tuas palavras. E que hoje a gente saia daqui transformado, seja com cada um de nós, em nome de Jesus. [Música] [Risadas] Amém. Eu tô passando por um período desafiador de vida. Quem sabe eu tenho outros companheiros que também estão nesse mesmo período desafiador. Eu tô de dieta. E assim, você chega e pega a lista de coisas que seu nutricionista te passou, vai no mercado e compra as coisas da sua dieta e agora você pesa a sua comida ou você coloca ali na unidade de medida que foi passado para você, o tanto de colheres, de unidades e assim, é lógico que um bom nutricionista, né, não vai me mandar comer coisas que eu não como, né, não sou vegetariana, vai colocar come fígado, não. Mas ao mesmo tempo ele vai colocar as coisas que eu sou acostumada a comer, mas não que eu vou não comer algumas coisas, vou ser proibido de comer, mas algumas coisas eu vou diminuir a frequência ou mesmo a quantidade. Então eu estou passando por uma restrição alimentar de alguma forma, um pouquinho, né? E eu encontrei um livro maravilhoso de receitas. Quem me falou desse livro foi o Eli aqui da comunidade e é um livro incrível. Ele foi escrito em 1942. É uma escritora americana que ela passa, ela também está vivendo um período de restrição alimentar, só que diferente de mim não é uma dieta, é a guerra. Então, numa guerra você não vai encontrar todos os artigos de alimentação que você costuma encontrar. Ou mesmo algumas coisas você não vai encontrar na quantidade que você gostaria. É difícil numa guerra você encontrar o tanto de ovos que você precisa. Muitas vezes ovos frescos vai ser meio difícil. O nome desse livro é Como cozinhar o lobo. Lobo é uma metáfora para fome. Como é que você vai dar um jeito aí de desviar da fome, de enganar a fome? E ela coloca uma perspectiva até mesmo sagrada do alimento. O alimento existe algo de sagrado, algo que precisa ser respeitado. Ela coloca isso de uma forma muito bonita. Ela vai dizer assim: "Olha, se você na sua casa agora nesse período de guerra você só tem enlatado para comer, eu vou te ensinar como você preparar esse alimento enlatado e ele aparecer de uma forma melhor pra sua família." Eh, tem uma história aqui desse livro que eu quase chorei, é história de uma sopa. Você vai dizer: "Pastora, você tá passando fome, chorou por causa de uma sopa?" Não é porque ela escreve de uma maneira tão poética e ela escreve um pai e um filho e ele vai servir sopa pro filho. É muito bonito. E tem um capítulo que ela escreve sobre receitas impossíveis, porque as coisas que ela coloca ali, ou você não vai encontrar ou não vai encontrar na quantidade. Uma receita com 16 ovos, como é que você vai fazer? Não tem como. Por que que ela escreve esse capítulo? E ela coloca que esse capítulo não é necessariamente receitas para você fazer, mas é receitas para você imaginar. Quando você não tava na guerra, quando você podia comprar o que você quisesse, como que era para você se lembrar, porque ela fala que muitas vezes a nossa realidade ela precisa de uma pequena fuga, porque ela é muito dura. Daí ela fala assim: "Não faz mal pro coração um pouco de esperança". E tem uma parte do livro que ela diz assim: "Comer sozinho não importa o grau de fome, pode ser bom, mas quando você compartilha a refeição com um ou dois seres humanos, ou mesmo com o animal respeitado, ela se torna digna. De repente faz, você faz parte da antiga solenidade religiosa do repartir do pão, do compartilhar o sal. Não importa quão faminto você está, ou quão terrível é a impaciência dos seus dedos para agarrar a comida. O fato de não estar sozinho torna mais claros os sabores e possível uma certa lentidão filosófica. Essa autora, embora não sendo uma autora eh cristã, pelo menos ela não se intitula assim, ela entendeu que uma refeição, ela não é feita apenas dos nutrientes, mas ela é completa quando existe companhia. Ela vai dizer que quem come alguém come devagar, come apreciando a companhia, aquilo, enfim, compartilhar é importante. E hoje a gente vai falar de comida. O que que será que significa comida na Bíblia? O que que será que significa você convidar alguém para estar com você, para ele repartir o pão junto com você? O que será que significa isso? Nós chegamos ao 10º episódio da série Graça. Nessa série, a gente está estudando o livro The Widening of God's Mercy. Então, eh, e hoje a gente vai estudar sobre comida, mas especificamente sobre a prática escandalosa de Jesus de comer com fariseus e publicanos. Então, se você tiver a Bíblia aí, o seu aplicativo, abre em Mateus, no capítulo 9. versos 9 e 10 diz assim: "Quando Jesus saiu dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria, ele disse: "Siga-me". Ele se levantou e o seguiu. Estando Jesus à mesa na casa de Mateus, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Vendo isso, os fariseus perguntavam aos discípulos de Jesus: "Por que o mestre de vocês comeanos e pecadores? Então aqui a gente tem essa história e vê os fariseus aparecendo e reclamando para os discípulos. Por que que Jesus come eles? Mas qual era o problema de Jesus comer com eles? Quem eram os publicanos os coletores de impostos? Os coletores de impostos, eles eram pessoas que trabalhavam pro inimigo, trabalhavam paraa Roma, trabalhavam pro império que oprimia, que tava ali acabando com Israel. E os pecadores, algumas pessoas associam essas pessoas a adúlteros, a prostitutas, mas os pecadores, pecadores é um rótulo que quem colocava era os fariseus. Os fariseus se enxergavam como pessoas superiores, como pessoas melhores. Então, pecadores era todo, enfim, nicho de pessoas ali que não se adequavam às normas rígidas dos fariseus, ao seu padrão moral. E o que Jesus fez? Estar com aquelas pessoas já era um problema. Comer com elas era um problema muito maior. Tem um estudioso do Novo Testamento que é Onijai Gupta, ele vai dizer assim que no mundo romano era muito importante quem você convidava para comer com você, o lugar que essa pessoa ocupava na mesa e aquilo que se comia. Porque os jantares ali naquela sociedade romana eram marcados pela condição social. Então você sabia em que lugar você estava na hierarquia social de acordo com o lugar que você se assentava nessa mesa. Então se você tivesse dinheiro naquela época, você era convidado para estar antes. Então você ia antes, você comia as melhores comidas e comia em maior quantidade, tinha acesso à maior quantidade da melhor comida daquela festa. Para os judeus, comer com pessoas tinha uma conotação sagrada, porque o alimento ele tinha essa conotação sagrada. Você, a mesa como se fosse um altar, você o que você oferece para Deus, o que você come também. E existiam também restrições alimentares que os judeus eles não podiam comer qualquer tipo de alimento porque senão eles se contaminariam se eles comessem aquele alimento. E eles tinham, alguns deles tinham a noção que eles não podiam comer com outras pessoas porque além dos alimentos que eles, enfim, não podiam comer, eles também não poderiam se contaminar se eles estivessem com essas pessoas. Então não era só alimento para algumas pessoas, era também a companhia. Então, o fato de Jesus ter convidado essas pessoas era escandaloso pra época. Quem elas eram, o fato, esse simbolismo de estar à mesa repartindo pão com alguém. Então, imagine se você tivesse lá os vizinhos tudo comentando, chega lá, alguém bate na sua porta, não sei, aqui não dá para fazer o barulho, né? Bateu na sua porta, menina, você viu tudo o quê? Eu fofoca boa. É aquela sussurrada, né? Mateus, gente, chamou Mateus e ele foi, foi, largou tudo, largou e a casa tava cheia de for cheia. Não era um, eu vi várias, tô te falando, vários coletores de impostos na mesma casa, na mesma mesa com Jesus. Ela, meu Deus, era Deus mesmo. Eu ouvi tor falando. Então, imagina só Jesus, ele chama para ir com ele, o inimigo. E Mateus vai, larga tudo, larga o emprego que era bom, era né? Você ser coletor de impostos ali, larga tudo e segue Jesus. Eu fico pensando, se Jesus passasse hoje por aqui, será que eu ia ter a mesma certeza que Mateus teve de largar tudo, seguir Jesus? Você já pensou você lá na correria do seu trabalho lá cada dia, né, um leão para matar por dia para pagar os boletos, Jesus chega, vem e segue-me. Você largaria tudo seguiria Jesus? Mateus largou. Mateus seguiu. E não somente ele seguiu, como ele chamou os colegas dele, porque a casa tava cheia de coletor de imposto. E eu vejo, né, que muitas vezes a gente fica se perguntando, né, e fica ali, ai, como é que eu vou apresentar Jesus? Porque eu acho que eu vou chegar e vou falar isso pra pessoa e depois eu falo isso e a gente faz um roteirozinho, né, pra gente já não espantar tanto a pessoa para apresentar Jesus. E para Mateus foi muito natural esse movimento dele chamar outras pessoas para estarem com Jesus. Mateus ele não fez nenhum curso, né, como pregar para amigos e converter pessoas. Ele foi lá do jeito dele, convidou. Evangelho não é um slide de PowerPoint que você abre e apresenta assim: "Olha como eu tô certo e você tá errado, você precisa mudar". Evangelho é convidar para est à mesa. Evangelho é convidar para entrar na sua vida, para estar ali com Jesus. Porque Jesus, você tá com ele é a sua vida. Não é um evento, não é um lugar, não é um negócio que você tá certo, os outros estão errados. Evangelho é a vida, é estar à mesa com as pessoas. E os fariseus eles se viam como melhores. Eles se afastavam para não se contaminar das pessoas. Jesus é o é o Deus que vem para integrar. Se a gente se sente superior, a gente não faz parte da religião de Jesus. Porque comida é graça. Comida é algo partilhado, não só para mim, mas é pros outros também. comida foi eh o primeiro presente que Deus deu. Tem o enfim, o pastor Edson nas aulas dele, ele fala muito sobre o que significa comida na Bíblia. Ele tem uma série inteira de cinco sermões, uma série chamada Nem só de Pão que ele vai explicar ali em várias partes da Bíblia o que significava ter comida. Então, Deus ele cria o ser humano e ele dá comida pro ser humano. É diferente dos outros relatos criativos que a gente tem ali das religiões vizinhas de Israel, né? Então, tem lá o Enumeliche, que é um relato criativo do deus babilônico, eh, Marduk. Ele cria o ser humano porque os deuses eles estavam tendo muito trabalho para arrumar comida. Então ele cria o ser humano para que o ser humano dê comida para Deus, para que eles não tivessem todo esse trabalho. Já o Deus bíblico não é o homem que que dá, que provê alimento para Deus, que sustenta Deus, mas é Deus que sustenta o homem. O primeiro, a primeira coisa que ele dá é, é o alimento. Alimento é a graça. Jesus, quando ele vai explicar a graça lá em Mateus 6, ele diz assim: "Eu sou o pão que desceu do céu. Quem vem a mim de maneira nenhuma terá fome. Quem crê em mim de forma alguma terá sede." Ele fala: "Jesus, ele não somente dá o alimento pro homem, mas como ele é o próprio alimento." E a gente olha ali a história de Israel, né? Como é que foi a história de Israel? Eh, estar no deserto, peregrinar ali naquele deserto, você não tinha condição nenhuma de sobreviver. Deus fez chover pão do céu. Deus fez sair água da rocha. Estar no deserto, peregrinar é depender de Deus. Então, a gente tem a comida, que é um presente de Deus, que é a graça, que é o próprio Jesus que fala. E a gente tem um alimento não só como um presente, mas como dependência de Deus. Deus dá alimento pro ser humano. Deus demonstra sua graça através do alimento. Porque a escritura diz em hebraico que o homem comer comerás, né? Em português a gente traduz como comer livremente, comer abundantemente. Essa é a graça de Deus. Ele não te dá pouco, ele te dá muito. É em abundância. Quando Deus que dá o alimento, o alimento também ele entra no mundo. Eh, o pecado entra no mundo através do alimento. O alimento é graça, mas o alimento também significou nesse início a entrada do pecado no mundo. Então, a serpente vem dizendo que que Deus na verdade não era bom. Ele chega pra mulher e fala assim: "É verdade que não é para comer de toda a árvore do jardim?" Ele apresenta Deus como Deus ruim. E a mulher responde pra serpente, ela não responde as mesmas palavras que Deus falou, ela responde suprimindo também a graça de Deus. Deus é bom, mas não é tem é um pouco menos. Então, o alimento em toda a escritura, ele demonstra um Deus gracioso, um Deus que sustenta o homem e ele demonstra também a dependência de Deus. E Jesus se apresenta como a aquele alimento que sustenta a vida. Existem várias propostas de você ter uma vida melhor, mas o caminho que Jesus fala, ele diz assim, ó: "Você quer viver de verdade, viver plenamente, então você precisa se alimentar de mim". Mas os fariseus, eles acham ruim isso que Jesus fez, acham acham estranho, porque Jesus começa a ensinar as coisas tudo diferente do que eles ensinavam. Jesus muda o critério de escolha de discípulos. Porque para você ser, se você fosse discípulo de um rabino famoso, você seria muito, seria uma posição muito estimada, né? Então o que que você faria para ser aceito, né? Você tinha que ser ali o melhor, você tinha que ter uma vida perfeita. A base de escolha desse discipulado é no na experiência, é na competência. Jesus, ele chega e escolhe os seus discípulos não baseado naquilo que você oferece para ser escolhido, mas naquilo que Jesus oferece por você. Não é o quão bom você é, mas o quão bom Deus é e se você se permite ou não ser usado por esse Deus. Você se achar melhor do que alguém e confiar na sua competência é você se alienar do banquete de graça de Jesus. É, você tá fora desse banquete. Se você se acha tão bom, tão bom, tão sábio, você não vai seguir a mesma religião e o mesmo discipulado de Jesus. Os fariseus eles reclamam, a gente vai ver a reclamação deles. E Jesus responde os fariseus com uma metáfora. Ele diz assim nos versos 12, 13 do capítulo 9, Jesus disse: "Os são não precisam de médico, e sim os doentes vão e aprendam o que significa: "Quero misericórdia e não sacrifício, pois vim chamar os justos, não vim chamar os justos e sim os pecadores." Será que Jesus quis dizer aqui? Será que Jesus diz assim: "Não, é que tá tudo bem com vocês, vocês são realmente muito bons, mas eu vou dar uma assistência aqui para esse pessoal que tá mais difícil". Será que foi isso que Jesus falou? A gente precisa ver e entender o que Jesus falou de acordo com o que está escrito em Oséias no capítulo 6. Porque o que Jesus faz aqui, ele cita Oséas capítulo 6. Então, abra a sua Bíblia. Oséas capítulo 6. Venham e voltemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou, mas vai nos curar. Ele nos feriu, mas vai atar as feridas. Depois de dois dias, nos dará vida. Ao terceiro dia nos ressuscitará e viveremos diante dele. Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor. Como amanhecer, a sua vinda é certa. Ele descerá sobre nós como a chuva, como a chuva fora de época que rega a terra. Que darei com Quearei com você, Efraim? Que farei com você, Judá? Porque o amor de vocês é como a neva da manhã e como orvalha da madrugada que logo desaparece. Por isso os abati por meio dos profetas, pela palavra da minha boca os matei. Os meus juízos sairão como a luz, pois quero misericórdia e não sacrifício. Conhecimento de Deus mais do que holocaustos. Osas fala da nossa necessidade de viver através da misericórdia. fala que Deus não quer aparência ou performance. O que Deus quer é ser conhecido e ele quer uma vida de misericórdia. E ele começa falando o texto deles aqui, o texto de Oséias, ele vai começar como ele usa a perspectiva do povo e a perspectiva de Deus. Ele vai dizer assim: "Olha, nós estávamos feridos, nós estávamos abatidos, eh, e Deus ele fala que ele vai vir. Nós, a gente tava aqui, tava uma situação deplorável, mas Deus ele promete que ele vem e ele fala assim: "Olha como o dia vai raiar, você tem você tem certeza que amanhã o sol vai raiar, Deus vai vir." Ele prometeu com a chuva no verão que vem, que é uma chuva, isso vai acontecer. Deus ele vai vir como a chuva. Deus ele vai vir como sol. E agora a gente vê no Evangelho de Mateus Jesus falando essas palavras implicitamente dizendo: "Eu prometi que eu viria, eu cheguei, eu tô aqui". Lá em Oséas ele fala: "Nós estamos doentes, nós estamos feridos e Deus vai vir nos curar". Quem que Jesus vem curar? Quem tá doente? Quem tá quebrado, quem tá batido. Como que as pessoas ficaram quebradas e abatidas? Deus ele diz assim: "Olha, eu quebrei vocês, eu abati vocês com os meus profetas". São pouquíssimas, pouquíssimas vezes na Bíblia que a gente encontra um profeta batendo em alguém. Vai ter lá Samuel, enfim, o com Agag. Mas como que os profetas eles batem na Bíblia? Através das palavras, através do dos apelos. Olha, você precisa mudar. A gente tá errado, precisa. Deus, ele bateu, ele falou assim, ó, tô batendo aqui vocês com os profetas. Você precisa mudar, mas eu vou vir para curar. Jesus, o Deus que foi prometido, tava andando entre as pessoas e os fariseus não queriam jantar com Jesus porque ele juntava com os outros. E os fariseus eles não se viam como doentes, eles se viam como sãos. Para quem é ação, para quem é doente, ele não precisa de médico. Se você não se vê como doente, você não, Deus não veio para você. Se você acha que é tão bom, tão bom, tão bom, ninguém é bom o suficiente para sentar à mesa com você, nem mesmo Jesus, porque Jesus que tá com quem é quebrado. Os fariseus não reconheciam quem eles eram. Isso os alienava, isso separava da mesa que Jesus veio oferecer. Eh, e Jesus, ele tentou falar várias vezes com esse grupo de pessoas, né? Então, ele ele vai fazer, ele vai falar através de parábolas, ele conta uma parábola do, enfim, que tá lá em Lucas 18, que é do fariseu, do publicano. Você conhece essa parábola, né? Então, o fariseu e o publicano foram orar e é e o jeito que é descrito, né, Jesus, ele começa dizendo, Jesus conta essa parábola parábola para para aqueles que confiavam em si mesmos e se achavam justos, se achavam são, achavam que não estava doente. É para eles que ele conta essa parábola. Ele diz assim: "Olha, duas pessoas foram no tempo orar, o fariseu publicando. O fariseu, ele chega orando em pé de si para si. Ele ora para ele mesmo e ele, a oração dele é nesse tom. Senhor, como que eu sou bom, como eu sou muito melhor do que esse coletor de impostos. Senhor, eu não sou como os outros homens. E eu acho que, né, você sabe que quem chega para você dizendo assim: "Ah, eu não sou como as outras pessoas". Você sabe que é o mais pilantra de todos. Você sabe muito bem. E ele falou: "Eu não sou, eu jejuo. Olha, eu dou o dízimo. Olha só como eu sou bom. É assim que o fariseu ora. O publicano, ele bate no peito e diz assim: "Senhor, eu sou pecador". E Jesus pergunta: "Quem dele saiu perdoado? Quem dele saiu justificado?" Eh, tem um um autor que eu gosto bastante, Ordini Peterson, ele vai dizer assim que eh que quando Jesus ele fala a parábola, ele não tá falando para simplificar as coisas, pra gente entender, para ser mais fácil. Na verdade, ele tá complicando as coisas porque a parábola exige que a gente saia do nosso lugar de espectador e entre na história. A gente precisa se identificar com alguém. E é muito constrangedor porque o personagem principal dessa parábola é um cara orgulhoso. Como é que eu vou me identificar com uma pessoa orgulhosa? Que orgulhoso para mim nunca sou eu, né? É o outro. o a pessoa que se acha demais, eu nunca vou me enxergar como essa pessoa, sempre vai ser o outro, nunca eu. Então Jesus, ele faz com que a gente entre nesse desconforto. E essa história de Jesus ela ela se assemelha muito ao que ele falou em Mateus 6. Lá em Mateus 6, ele diz assim: "E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas, que eles oram em pé nas sinagogas e nos cantos da das praças para serem vistos pelos outros. De fato, e verdade, eu digo a vocês que eles já receberam a recompensa deles. A oração do fariseu é exatamente isso que Jesus fala em Mateus 6. Ele ora em pé para ser visto pelos outros. A oração dele é um espetáculo, é uma religião cujo centro é a projeção de si mesmo, é uma autoglorificação. O publicano, ele era visto como traiçoeiro, mas ele sabia quem ele era. Ele tinha consciência de si. Ele olha paraas escrituras, ele entende que ele é. O fariseu não entende nada, não sabe, né? Não faz a mínima ideia de quem ele seja. Eh, queria que você pensasse agora fazer um exercício aqui. Imagine que você vivesse há 2000 anos atrás na Palestina. Você pode escolher aí como você vivia, qual a profissão que você tem, se você é um carpinteiro, se você é um pescador, uma pescadora. Imagine aí. E você sabe muito bem que o seu país ele é dominado por Roma. Tanto que Roma, ele militarizou todo o país, tinha soldado romano para tudo quanto era lado. Você pagava cada vez impostos mais altos. Se você fosse um lavrador, você tinha que pagar muito certinho, senão você perdia suas terras. Você eh perdia até mesmo a própria vida. Então você tinha que pagar tudo. Mas você tá ali sobrevivendo, tá tudo bem com você, gente, com a sua família. E você sabe das últimas notícias de que existe um jovem pregador chamado Jesus de Nazaré, que tem um sermão arrebatador que por onde ele passa. Multidões seguem esse pregador, pessoas que estão levadas para serem curadas. E você fica sabendo também que ele vai pregar aí na sua sinagoga. Como você é uma pessoa curiosa, não que você seja, gente, é só um exercício, eu sei que vocês não são. Como você é curioso, né? Aí você vai tentar ir na sinagoga ouvir Jesus pregar, ouvir Jesus falar. Então você vai lá e se espreme lá no meio das pessoas e você fica ali tentando escutar o que Jesus estaria falando. Não tem microfone, né, naquela época não tem o nozinho aí para ajudar a gente com o som. Você fica se espremendo lá para ouvir o que Jesus vai falar. Tenta imaginar o que ele falaria. Você consegue imaginar o que Jesus falaria nesse dia na sinagoga do lado da sua casa? Tem um pregador que eu gosto muito que ele diz assim, o tec, ele vai dizer que o jeito que você imagina do que Jesus falaria nesse dia é o jeito que você enxerga Jesus, quem ele é. E ele fala isso porque existem várias, vários meios, várias formas e ângulos de se ver Jesus. Eu posso enxergar Jesus como um uma pessoa atenciosa, como uma pessoa que é um ótimo professor, que é alguém que, enfim, que é um bom contador de histórias, alguém que ensina sobre moralidade ou alguém que é um cara ousado, porque ele fala de coisas muito radicais, né, como eh amar o inimigo. Tem várias formas que eu posso enxergar Jesus, mas existe um centro. Jesus é realmente toda todas essas coisas, mas isso é uma parte muito ínfima, muito pequena sobre aquilo que Jesus faz sempre, sobre aquilo que Jesus fala sempre. Porque existe um centro que Jesus ele sempre tá apresentando, principalmente no Evangelho de Mateus. Quando você vê ensinando, Jesus ensina sobre o quê? Quando você vê Jesus curando, ele cura por quê? Por que que ele cura? Qual é o centro dessa mensagem que Jesus tá sempre falando, que ele tá sempre fazendo? Não que ele fala de vez em quando, até mesmo o amor ao próximo, você fazer as coisas pro outro como a você mesmo, está em um contexto maior. Que contexto é esse? o reino de Deus, o reino do céu. Então, eu posso recortar Jesus e usar ele da forma que eu quiser, mas se eu tirar Jesus do contexto do reino de Deus, eu vou estar diluindo Jesus, eu vou estar diminuindo Jesus, porque ele, o que ele faz é sempre anunciar, apontar para esse reino. Ele chega e fala assim: "Olha, gente, o reino chegou, aquilo que foi anunciado chegou. Eu curo." Por quê? Porque esse é o reino. No início do ministério de Jesus, lá numa sinagoga em Nazaré, ele abre Isaías 61, ele fala assim: "O espírito do Senhor está sobre mim. Eis que o Espírito do Senhor está sobre mim. Ele me ele me enviou para evangelizar os pobres. Ele me enviou para proclamar libertação aos cativos, para prover cura pro cego." Então Jesus, ele ele anuncia, ele fala assim: "Aquilo que foi anunciado pelos profetas se cumpriu hoje. É isso que eu vim fazer. Hoje é preciso a gente perguntar eh o que reino que Jesus anunciaria se estivesse aqui hoje? Com quem ele andaria hoje? Com quem ela ele andou no passado e com quem ele andaria hoje? Quem são essas pessoas? É importante da gente saber porque através dessa resposta aqui nós vamos saber que maneira a gente vive o reino de Deus e que maneira a gente enxerga quem é Jesus. Então, tem algumas coisas que eu escuto por aí que eu queria não escutar, mas infelizmente, né, a gente não veio com a função de desvir, né, mas eu já ouvi algumas coisas do tipo, nossa, mas vocês aí da comunidade vocês pregam sermões que t agenda ideológica marxista. E daí eu fico pensando, mas tipo, quem são então os oprimidos? Quem são essas pessoas que são rejeitadas, que são até mesmo vistas como pessoas repugnantes ali pras pessoas da época? Quem são essas pessoas? Eu preciso saber quem são. Porque se eu prego hoje sobre gay, é porque eu sou de esquerda. Se eu prego sobre pobre é porque eu sou de esquerda. Se eu prego sobre mulher é porque eu sou comunista de esquerda. Se eu prego sobre negros, é porque eu sou o próprio Fidel Castro aqui pregando de manhã. Ah, porque vocês têm agenda política para pregar. Então eu eu pergunto sobre quem que eu tenho que pregar aqui? Sobre quem que Jesus pregou? Com quem que ele andava? Porque ai, você segue uma agenda. Esses tempos atrás, pastor Edson pediu para eu falar sobre móveis do templo, porque porque ah não, nós temos que estudar sobre santuário. Deus tava lá, então gente, essa daqui é a medida tal. Só falta brotar alguém, dizer assim: "Ah, sabia, porque madeira de acaça tá dizendo que era o que foi feito o martelo e a força e eu sabia que era isso. Então, tudo eu espirrei aqui é de esquerda. Então eu pergunto sobre quem que nós temos que falar? Quem são os rejeitados? Quem são os excluídos? Quem que tá à margem que Jesus andava? Que é com ele que Jesus estava, que escandalizava as pessoas? Porque para algumas pessoas tá errado os evangelhos. Jesus não deveria de ter lido Isaías 61. Jesus deveria de ter lido assim: "Eis que o espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me mandou, ele me enviou para evangelizar as famílias estruturadas e me mandou estar com vocês, ricos, poderosos e notáveis. Afinal, não existe mais opressão nesse mundo. Todas as pessoas são bem aceitas e bem queridas. Eu não vim proclamar libertação física, mas é uma libertação só conceitual para vocês. Jesus seria assim. Quem são as pessoas excluídas e à margem que Jesus andou? O evangelho para muitas pessoas, para muitas pessoas esse evangelho é pregado de uma maneira que Jesus veio só para você, Jesus veio só paraa sua família. Então Jesus, ele, esse tipo de Jesus aí, ele não causaria espanto nenhum. Esse Jesus aí o mundo dormiria e, enfim, descansaria no seu curso normal. Esse Jesus, ele viveria facilmente em qualquer país do mundo, porque esse ele fortaleceria o sistema vigente. Se Jesus não andasse com quem ele andou, se Jesus não comesse com quem ele comeu, ele não iria pra cruz. Ele seria aplaudido. Deus, ele vem e provoca escândalo, provoca repulsa. Que tipo de repulso o evangelho que está sendo pregado tem causado? O evangelho de Jesus que tem sido pregado é um Jesus irrelevante, é um Jesus insípido, é um Jesus que não provoca escândalo, é um Jesus que não, que ele é tão distante, ele é tão abstrato, ele é tão longe das pessoas que é o mesmo tipo de religião que era feito do judaísmo passado. Eles tornaram a religião tão distante das pessoas. Então hoje se eu falo de alguma coisa das pessoas desprezadas é porque eu estou atacando o cristianismo. É porque na verdade as desigualdades sempre existiram e sempre existirão. Então para que a gente falar sobre elas? Se eu falar sobre desigualdade, se eu tecer uma crítica ao cristianismo, é porque eu estou atacando o cristianismo. A pergunta de hoje que a gente precisa saber é com quem que Jesus se assentava. com quem que ele comia, quem é esse reino de Deus e que tipo de reino era pregado. Através dessa resposta, eu vou saber qual é o centro da nossa religião e quem é Jesus para nós. Será que a gente vai ser que nem os fariseus que ficaram de fora reclamando com quem Jesus sentava, com quem Jesus comia e perderam a oportunidade de estar com Jesus, de participar desse banquete da com a presença de Jesus. Será que a gente consegue olhar pro outro como o nosso irmão? Quando a Bíblia fala de misericórdia, não tá falando de eu ter pena do outro. Eu vou dizer assim: "Nossa, coitado, vou abrir um lugar aqui na mesa para ele." Misericórdia na Bíblia, principalmente a palavra que Jesus usa, que é da Septoaginta, que eles traduzem o rede do hebraico para Septoaginta virou eleus, é usado como uma prática de amor constante. Então, não é ter pena do outro, é você enxergar o outro como digno e ter uma atividade de amor constante para com aquela pessoa. Assim como Jesus foi ativo constantemente com essa pessoa, você também será. Será que eu vou me assentar com essas pessoas que são rejeitadas da sociedade que Jesus estava ou eu vou ficar de fora? Afinal, eu sou tão bom, tão bom, que eu não preciso que Deus me abençoe, porque eu ab sou eu que abençoo Deus com a minha conduta, com o meu comportamento. Se eu escolher a segunda opção, eu não vou estar orando, falando com Deus, mas eu vou est falando comigo mesma. Senhor Jesus, nós ouvimos a tua voz essa manhã. Nos ajude a enxergar aqueles que são desprezados, que são esquecidos, que são vistos como não dignos na tua mesa. E nos ajude, Senhor, a sentar com essas pessoas, a olhar para essas pessoas. Nos ajude a pregar o reino de Deus com a direção certa. nos ajude, Senhor, a examinar o nosso coração e a tentar encontrar aonde nós temos sido orgulhosos. Nos ajude, Senhor, a aprender contigo, a sermos teus verdadeiros discípulos. Nos ajude, Senhor, a pregar um evangelho que condiga, Senhor, com aquilo que o Senhor pregou, viveu e ensinou. Que a gente possa estar à mesa, nos reclinar nessa mesa e desfrutar da tua presença. Em nome de Jesus. Amém. [Música] Fui convidado à mesa, larguei minhas defesas e vim reconhecer. Não mereci estar aqui comigo. Eu trouxe amigos felizes oferidos. Gente que escutou esse chamado e aceitou. Vamos todos juntos. E é tão bom saber que há lugar aqui. A graça nos chamou. A mesa do Senhor. Há lugar na casa, há perdão na casa. Quando estamos juntos, nosso encontro é casa de Deus Pai. A esperança na casa, recomeço na casa. Reunidos nele, nosso encontro é casa de Deus Pai. Deus pai, de Deus Pai. Nós chegamos aqui atraídos pelo som da sua palavra. O som da sua palavra curou a nossa alma. [Música] O verbo nos amou da solidão dos reis. E é tão bom, E é tão bom saber lugar, lugar aqui. A graça nos chamou a mesa do Senhor. A lugar da casa, a casa. Quando estamos juntos, nosso encontro a casa de Deus Pai, a esperança na casa, recomeço na casa. Reunidos nele, nosso encontro é casa, a perdão. [Música] Quando estamos juntos, nosso encontro é casa, que Deus vai a esperança. dentro da casa. Reunidos nele, nosso encontro é casa de Deus. Pai de Deus de Deus de Deus de Deus. Ele é pai ele é pai. [Música] Pai, o nosso pai, nosso pai, nosso pai. Há lugar, há lugar na casa. Há perdão na casa. Quando estamos juntos, nosso encontro é casa. de Deus Pai, a esperança, um recomeço, recomeço na casa, reunidos nele e nosso encontro é casa de Deus Pai. Deus pai, de Deus Pai. O pai é seu, é meu. O pai é nosso, do meu pai, do teu pai, do nosso pai, do nosso pai. Que o Senhor te te abençoe e te guarde. Que o Senhor faça brilhar o rosto sobre ti, tenha misericórdia de ti. Que o Senhor sobre ti, levante o seu rosto e te dê a paz. Deus abençoe você. Até semana que vem. [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] เฮ [Música] เ [Música]